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Como saber se vou receber o Auxílio Brasil? Confira!

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Cédulas de dinheiro espalhadas

O Auxílio Brasil, programa do Governo Federal que substitui o Bolsa Família, começou a ser pago em novembro do ano passado. Mas muitos cidadãos que se encaixam nos requisitos ainda ficam em dúvida se vão receber. 

Isso acontece porque o benefício começou a ser pago aos poucos. Embora mais de 17 milhões de brasileiros tenham direito, o programa começou sendo depositado somente para cerca de 14 milhões. 

Mas o governo já ampliou a base de beneficiários. Só este ano, três milhões de novas famílias foram incluídas no programa, em todos os estados e no Distrito Federal.

Sendo assim, já foi zerada a fila de elegíveis de 2021. Ou seja, quem se cadastrou no CadÚnico ano passado e se encaixa em todos os requisitos, já está incluído e vai receber a parcela de R$400.

Porém, é necessário ficar atento às regras mais recentes do programa, que aumentaram a faixa de renda necessária.

Na dúvida, é possível consultar se a sua família vai receber o auxílio. Confira como a seguir.

Como saber se vou receber o Auxílio Brasil?

A primeira forma de saber se você vai receber o Auxílio Brasil é por meio de uma notificação do Governo. As famílias incluídas recebem duas cartas: a primeira é um informativo com orientações gerais e a segunda traz o Cartão Auxílio Brasil. 

O cartão é gerado automaticamente em nome do responsável familiar. Essas cartas são enviadas pelos Correios, no endereço informado durante o cadastramento no CadÚnico.

Mas se a sua família atende aos requisitos do programa e não recebeu as cartas, existe outra forma de saber se o cadastro foi aprovado para receber o auxílio. 

Basta consultar a inscrição no site do Cadastro Único.

Consulta do Auxílio Brasil pelo aplicativo

Não conseguiu realizar a consulta no site do CadÚnico? Isso é normal, uma vez que o site pode ficar instável e fora do ar às vezes.

Neste caso, outra alternativa para saber se a sua família vai receber o Auxílio Brasil é consultar o aplicativo oficial do programa ou pelo aplicativo Caixa Tem. Ambos disponíveis para Android e iOS.

Nos dois casos, basta fazer download da ferramenta no celular e criar um cadastro, seguindo o passo a passo aqui

Se você já utiliza o aplicativo do Bolsa Família, basta atualizar o app e ele será automaticamente alterado para o aplicativo do novo programa. 

Além de verificar se vai receber o benefício, podem consultar também valores, calendário de pagamentos, depósitos e mais.

Cartão do Auxílio Brasil, o novo Bolsa Família, sobre cartão da Caixa Econômica
Beneficiários do Auxílio Brasil recebem cartão do programa pelos Correios

Quais são os requisitos para receber o benefício?

O Auxílio Brasil foi criado para substituir o Bolsa Família, mas ele ampliou a base de beneficiários. Sendo assim, podem receber: 

  • Famílias em situação de extrema pobreza (com renda mensal por pessoa de até R$105)
  • Em situação de pobreza (com renda mensal por pessoa de até R$210)
  • Famílias em regra de emancipação

As famílias em situação de pobreza e em regra de emancipação serão atendidas pelo programa apenas se possuírem em sua composição: gestantes ou pessoas com idade até 21 anos incompletos. 

Além disso, os benefícios serão pagos mensal e preferencialmente à mulher, com a identificação da Responsável Familiar mediante CPF. 

Calendário de pagamentos

O calendário do Auxílio Brasil 2022 tem início no dia 18 de janeiro. Para saber em que dia o benefício fica disponível para saque ou crédito em conta bancária, a família deve observar o último dígito do Número de Identificação Social (NIS).

Esse número está impresso no cartão de cada titular. Para cada final do NIS, há uma data correspondente para o pagamento do benefício. Confira:

FINAL DO NISJANFEVMARABRMAIJUNJULAGOSETOUTNOVDEZ
1181418141817181819181712
2191521181920191920191813
3201622192021202221202114
4211723202322212322212215
5241824222423222423242316
6252125252524252526252419
7262228262627262627262520
8272329272728272928272821
9282430283029283029282922
0312531293130293130313023

As parcelas ficam disponíveis para saque por 120 dias após a data indicada no calendário.

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É possível fazer financiamento com o saldo FGTS? Veja as regras!

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Mão segura celular aberto na tela inicial do aplicativo FGTS

Conquistar a casa própria através do financiamento com o saldo do FGTS é uma opção muito buscada pelos trabalhadores brasileiros.

Em abril de 2021, por exemplo, o Brasil registrou R$16,7 bilhões em financiamentos – uma alta de 196,7% se comparado a abril de 2020, segundo o boletim informativo da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (ABECIP).  

Quer saber como conseguir financiar a casa dos sonhos? Então fique de olho neste texto! Vamos explicar como utilizar o FGTS para fazer um financiamento imobiliário. Boa leitura!

+ Veja como consultar o saldo e sacar o FGTS – Guia completo
+ Aprenda como desbloquear o saldo do FGTS

Quem pode utilizar o financiamento com o saldo FGTS para comprar um imóvel?

Todo trabalhador que tem carteira assinada possui direito ao FGTS.

E tanto quem optou pelo saque-aniversário do FGTS, quanto quem optou pelo saque-rescisão pode utilizar o saldo para o financiamento da moradia própria, conforme a Lei Nº 13.932, de 2019. 

No entanto, mesmo tendo direito ao FGTS e saldo em conta para financiar um imóvel, é necessário seguir alguns critérios para conseguir utilizar o dinheiro na casa própria. Veja quais são:

  • Ter, pelo menos, 3 anos de registro em carteira (não necessariamente consecutivos nem na mesma empresa);
  • Não ter outro financiamento ativo, como o Sistema Financeiro de Habitação;
  • Morar ou trabalhar na mesma cidade ou na mesma Região Metropolitana em que deseja adquirir o novo imóvel;
  • Não ter um imóvel na mesma cidade onde pretende financiar o novo imóvel;
  • O novo imóvel não pode ter sido comprado ou quitado pelo vendedor usando o saldo do FGTS nos últimos 3 anos.

Além disso, vale lembrar que o imóvel também deve estar localizado na zona urbana – não necessariamente na mesma cidade onde a pessoa trabalha, já que os municípios que compõem a Região Metropolitana também são considerados.

Será necessário comprovar todas as informações durante a contratação do financiamento.

Vale também lembrar que o FGTS podia ser usado apenas no financiamento de imóveis que se encaixavam no Sistema Financeiro da Habitação, o qual financia unidades de até R$1,5 milhão, mas tem juros limitados a 12% ao ano.

No entanto, a partir de agosto de 2021, quem quiser também pode utilizar o dinheiro do Fundo de Garantia para abater prestações do primeiro imóvel, sendo o valor de até R$1,5 milhão financiado com Sistema de Financiamento Imobiliário.

+ Saiba as novas regras para uso do FGTS na compra da casa própria

Esse modelo financia imóveis com recursos livres dos bancos, porém costumam ter taxas de juros mais altas em relação ao SFH.

Pessoa entregando uma chave para outra
Confira as regras para fazer financiamento com o saldo FGTS

A seguir, saiba mais as diferenças entre o SFH e SFI.

SFH ou SFI: qual a diferença entre os dois sistemas de financiamento?

O Sistema Brasileiro de Habitação (SFH) é o que oferece juros mais baixos (limitados a 12% ao ano) e contempla o uso do FGTS na compra de imóveis residenciais de até R$1,5 milhão, desde que esse valor financiado não represente mais de 80% do valor total do imóvel. O prazo máximo para financiamento é de 35 anos. 

Já o Sistema Financeiro Imobiliário (SFI) é voltado para quem tem interesse em comprar um imóvel para investir, possibilitando que o valor seja maior que R$1,5 milhão.

Esse sistema não limita uma taxa máxima de juros e engloba todas as demais categorias de financiamentos que não existem no SFH. 

Como sacar o FGTS para o financiamento de um imóvel?

Utilizar o Fundo de Garantia para o financiamento de um imóvel começa por um bom planejamento financeiro – ou seja, colocar na ponta do lápis todos os gastos previstos, uma vez que o imóvel não pode ser financiado 100%.

Depois, o processo, em linhas gerais, é desta maneira:

  1. Consulte o saldo do seu FGTS para utilizá-lo no valor de entrada do financiamento;
  2. Pesquise e escolha o imóvel que atenda às suas necessidades – lembre-se que o valor não pode passar de R$1,5 milhão (para o SFH);
  3. Faça simulações de financiamento em diferentes bancos e instituições financeiras autorizadas pelo Banco Central. Dessa forma, você encontrará a melhor opção que cabe no seu bolso;
  4. Coloque todos os documentos necessários – solicitados pela instituição financeira – para comprovação. Normalmente os documentos pedidos são: RG, CPF, comprovante de residência e comprovantes de renda. Para trabalhadores informais, os extratos bancários são indispensáveis;
  5. Veja se todos os documentos estão atualizados: do imóvel, do comprador e do vendedor;
  6. Aguarde a avaliação do bem, por parte da Caixa, para a aprovação do uso do FGTS;
  7. Organize suas finanças, após o crédito aprovado, para pagar em dias todas parcelas do financiamento (que podem ser de até, no máximo, 30% da renda familiar bruta).

+ Confira como financiar um imóvel sem ter carteira assinada

Lembre-se: além do valor total do financiamento, também estão previstos outros gastos nesse processo, como despesas com cartório, seguro obrigatório e Imposto Sobre a Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), por exemplo.

Gostou deste texto? Quer continuar por dentro do assunto e realizar o sonho de ter a casa própria com o financiamento com o saldo FGTS? Então continue navegando em nosso site e leia agora mesmo: “Descubra quais os juros do Casa Verde e Amarela“.

Cartão C6 Bank ou Itaú Click: saiba qual o melhor para acumular milhas

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Cartões de crédito visa e mastercard black

Opções de cartões de crédito que te ajudem a acumular milhas não faltam no mercado. E vamos ser sinceros que essa é uma das grandes vantagens de realizar compras por esse meio de pagamento.

Imagine você viajar o mundo sem gastar muito? Somente utilizando as milhas acumuladas no seu cartão de crédito. Pode parecer um sonho, mas isso está muito mais perto de ser mais real do que você imagina.

Nesta matéria vamos falar de dois cartões que são bem conhecidos por acumular milhas: o C6 Bank e o Itaú Click. 

Ambos oferecem inúmeras vantagens para quem gosta de viajar pelo mundo, além de outros benefícios que não estão relacionados com este universo.

Mas entre essas duas opções, qual é o melhor cartão para você acumular milhas? Como escolher o seu? Vamos te explicar tudo neste artigo.

Acumular pontos: veja o que cada cartão oferece para o cliente

Não existe outra forma para saber qual é o melhor cartão para acumular pontos a não ser comparando os dois. Por isso, separamos as principais informações que você precisa saber do C6 Bank e do Itaú Click. Confira!

C6 Bank

O C6 Bank é um cartão com anuidade totalmente gratuita e um dos grandes benefícios dele é acumular pontos tanto em compras realizadas no débito quanto no crédito. Sendo assim, em todas as transações realizadas com o seu cartão você já consegue pontos.

Por falar em pontos, este cartão acumula 0,05 pontos a cada R$1 gasto. 

E diferentemente de grande parte das instituições financeiras, o C6 Bank não coloca validade nos pontos e/ou milhas acumuladas. O prazo é indeterminado.

Cartões de crédito do C6 Bank
O cartão C6 Bank acumula milhas sem ter prazo para resgate

Dessa forma, você não precisa se preocupar em utilizar os seus pontos porque eles estão quase expirando. E é claro que não são só esses benefícios que o cartão oferece. 

Outras vantagens são: a maior facilidade para resgatar os pontos; e o resgate pode ser em dinheiro e as trocas por produtos, serviços ou passagens são realizadas diretamente pelo aplicativo.

Itaú Click

O Itaú Click, assim como o C6 Bank, também possui anuidade gratuita. Mas quando o assunto é acumular milhas e pontos ele sai na frente.

Isso porque você consegue acumular três pontos a cada R$1 real gasto, bem a mais do que o C6 Bank. Porém, a validade dos pontos é de 36 meses, o que pode ser considerada uma desvantagem quando comparado com o concorrente.

Outra diferença é que o Itaú Click só acumula pontos na função crédito. 

Alguns dos benefícios é que você passa a ter descontos nos planos Bike Itaú, cinemas e parceiros Itaucard. Além de poder participar do programa Vai de Visa e contar com os benefícios oferecidos pela Visa.

Qual dos dois é o melhor para acumular milhas?

Bom, agora que você já conferiu as principais informações e vantagens de ambos os cartões, fica a pergunta: qual é o melhor quando o assunto é acumular milhas? Vamos te ajudar nessa!

De fato, ambos funcionam e muito na missão acumular milhas, mas você precisa mesmo é saber qual melhor se encaixa na sua realidade e necessidade enquanto consumidor.

+ Meu primeiro cartão de crédito: como conseguir, qual o melhor? E mais!

Por exemplo, o cartão para acumular milhas do C6 Bank é sem anuidade e também não tem exigência de renda mínima para solicitar. Já o Itaú Click, por sua vez, tem anuidade mara pede renda mínima de R$2 mil para quem desejar ter o seu.

A partir dessas informações, o que é possível analisar? Primeiro que quando um cartão tem exigência de renda mínima ele tende a oferecer melhores condições, e, neste caso das milhas, melhor conversão dois pontos. Todavia, o melhor cartão será aquele que conseguir atender aos seus requisitos.

Pontos e milhas são a mesma coisa?

Muita gente confunde, e é normal, mas pontos e milhas não são a mesma coisa. Na verdade ambos funcionam como uma unidade de medida e podem ser usados em situações diferentes. 

Inclusive, muitos acham que pelo fato de ter pontos já acumulam milhas. E não é assim que funciona.

Na verdade, se você tem um cartão de crédito, acumula pontos e deixa eles lá, de nada vai adiantar. Para que eles se transformem em milhas, é necessário se cadastrar em um programa de milhas de determinada companhia aérea.

Quer saber mais detalhes e começar a aproveitar o programa de milhas para acumular pontos e trocar por passagens aéreas? Então leia os conteúdos do FinanceOne sobre o assunto!

Guerra na Ucrânia e criptomoedas: entenda qual é a relação e consequências

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bandeiras da russia e da ucrania separadas pelo símbolo do bitcoin

A guerra na Ucrânia fez com que russos e ucranianos recorrem às criptomoedas e ao bitcoin (BTC) para fazer frente à escassez de moeda corrente.

Afinal, durante o conflito armado, a confiança em bancos e instituições financeiras fica abalada. Aliado a isso, empresas como Visa, American Express e a Mastercard bloquearam várias instituições financeiras russas de sua rede de pagamento.

Outras motivações do aumento da procura por moedas digitais são o bloqueio de alguns dos principais bancos russos do sistema SWIFT e a queda do valor do rublo face ao euro de mais de 80% desde o início do conflito.

+ O que é Swift? Conheça o sistema que pode isolar a Rússia

Entretanto, é importante ressaltar que Ucrânia e Rússia são países com umas das maiores adoções de cripto pela população. A Rússia, recentemente, reconheceu o bitcoin como moeda e existe uma proposta para regularizar a mineração no país.

De acordo com o ranking da consultora Chainalysis, a Ucrânia é o país europeu com maior taxa de adoção de criptomoedas e o quarto a nível mundial.

@financeonebr

Criptomoedas podem ser a solução para a crise econômica… #russia #ucrania #cripto #criptomoedas #bitcoin

♬ Stories 2 – Danilo Stankovic

Enquanto isso, a Rússia é o terceiro país do mundo que mais minera mais moedas digitais – 13.6% do total -, ficando apenas atrás dos Estados Unidos da América (42,7%) e do Cazaquistão (21,9%).

+ 4 investimentos para ficar de olho com a Guerra da Ucrânia
+ O que já se sabe sobre o NFT da Ucrânia para financiar defesa na guerra

Volume de criptomoedas aumenta na Rússia e na Ucrania

Desde o início da guerra na Ucrânia, o volume de criptomoedas cresceu consideravelmente em ambos os países. Na Rússia, o montante aumentou 231%, e na Ucrânia, 107%.

Ativos digitais pareados em dólar como Tether (USDT) e Binance USD (BUSD) foram os mais usados, mas volumes significativos foram enxergados em Bitcoin (BTC) e Ethereum (ETH).

Vale destacar que pelo menos US$48 milhões até agora foram enviados ao esforço de guerra ucraniano por meio de doações anônimas de bitcoin. E recentemente, o governo russo declarou que aceita negociar gás natural e petróleo por Bitcoin.

Para se ter ideia, dados da consultoria Coindesk indicam que a média diária do volume de recursos movimentados diariamente em criptomoedas é de US$1,5 bilhão.

Bitcoin e Ethereum operam em alta após queda no início da guerra na Ucrânia

O bitcoin e o mercado de criptomoedas vivem um momento de grande volatilidade desde o início da guerra na Ucrânia. Em meados de março, o bitcoin chegou a valer US$37.500.

Entretanto, a moeda digital, no início de abril, já vale US$48.000, valor não visto desde 3 de março. Especialistas acreditam que o preço continuará subindo para atingir máximas iguais a US$52.000.

As perdas do Bitcoin, segundo analistas, começaram com as más notícias de uma falta de acordo entre Rússia e Ucrânia sobre a guerra que atinge a região.

Para o diretor de investimentos da QR Asset Management, Alexandre Ludolf, apesar dos últimos movimentos, o bitcoin ainda mantém uma certa descorrelação.

“Por conta da política monetária imutável do ativo, se houver uma espiral inflacionária generalizada, o bitcoin será pouco afetado. A crise econômica gerada pela pandemia do coronavírus mostrou que a descorrelação fica mais evidente depois que a crise passa, uma vez que a recuperação do bitcoin é muito mais rápida que a dos outros ativos”, explica Ludolf.

O especialista ressalta ainda que no que diz respeito a altcoins, com exceção de alguns protocolos, elas se equiparam mais a empresas e startups num contexto de venture capital do que a moedas ou ativos econômicos propriamente ditos.

Portanto, são mais sensíveis aos ciclos econômicos, juros e inflação, diz Ludolf. Então, segundo ele, podem sofrer um impacto maior com o cenário geopolítico atual.

Criptomoeda Bitcoin com gráficos ao fundo
A criptomoeda desabou com a guerra na Ucrânia, assim como o mercado de ações

Especialista do FinanceOne explica o que vai acontecer com o Bitcoin

Para o colunista do FinanceOne, Renato Carvalho, que possui um vasto conhecimento sobre o mercado de moedas digitais, a guerra na Ucrânia vai fazer o Bitcoin vai sofrer.

De acordo com ele, não importa qual seja o risco global, o histórico mostra que em tempos de incerteza o preço da moeda cai drasticamente.

Contudo, Renato Carvalho sugere que o investidor tenha calma. Afinal, segundo ele, o preço vai voltar a subir mesmo sem saber ao certo qual será a duração dela da guerra na Ucrânia.

+ Confira outros textos de Renato Carvalho, colunista do FinanceOne

Carvalho lembra que muitos analistas estavam prevendo o Bitcoin a 100.000 dólares ao fim de 2021, não aconteceu. Ele acredita que também não acontecerá até o fim de 2022, especialmente se o mundo tiver que lidar com esta guerra.

Portanto, esse é um bom momento para o investidor não fazer nada!

“Esta é a parte mais difícil de ser investidor, no meio do caos, manter a calma, pois qualquer movimento sem um raciocínio mais apurado e dando tempo ao tempo tende a ser equivocado”, pondera Renato Carvalho.

Gostou do artigo? Então confira ainda como a guerra entre Rússia e Ucrânia afeta a economia do Brasil!

MEI tem direito a receber o seguro-desemprego? Entenda!

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Carteira de trabalho com notas de reais variadas

Se você está aqui, é porque está se perguntando se um MEI pode receber seguro desemprego. Respondendo de forma bem direta: não, uma vez que esse é um benefício para quem trabalha de carteira assinada. 

Porém, a dúvida surge, porque muitos MEIs trabalham também com carteira assinada. Neste caso é possível, sim, receber o benefício, desde que o CNPJ seja desativado. 

Isso porque, enquanto está realizando as atividades de MEI, a Receita Federal entende que a pessoa tem uma fonte de renda e, portanto, não está realmente desempregada.

Microempreendedores Individuais são exatamente o que o nome sugere (empreendedores!). Logo, não recebem um seguro voltado para funcionários, pessoas que trabalham sob a CLT.

Quando se realiza as duas atividades simultaneamente – MEI e trabalhar de carteira assinada – é a CLT que vai gerar o direito ao seguro e não o CNPJ. 

Então, eventualmente, se o microempreendedor perder seu trabalho CLT, poderá recorrer ao seguro-desemprego, se atender aos requisitos que explicamos a seguir. 

Quando o MEI pode receber o seguro-desemprego?

De acordo com o Governo Federal, o MEI pode receber seguro-desemprego desde que sua renda mensal seja de até um salário mínimo (R$1.212, em 2022) durante o período de pagamento do benefício. 

Também é preciso estar com o CNPJ inativo, de modo que comprove para a Receita Federal que não possui outra fonte de renda, nem sustento suficiente para si e sua família. Além, é claro, de cumprir os demais requisitos do seguro-desemprego.

Portanto, o MEI pode receber o seguro-desemprego se:

  • trabalhou de carteira assinada e foi demitido sem justa causa ou pediu demissão por rescisão indireta
  • desativou o CNPJ, de modo a ficar realmente desempregado
  • se não tiver renda superior a um salário mínimo ou que seja insuficiente para o próprio sustento e de sua família
  • não recebe Benefício de Prestação Continuada (pensão por morte e auxílio-acidente e não contam)

É importante ter em mente que existe um prazo de trabalho de carteira assinada que é necessário cumprir para acessar o seguro, além dos critérios acima. 

Se é a primeira vez pedindo o benefício, o prazo é maior. Mas conforme ocorrem outros pedidos, o prazo diminui.

  • Primeira solicitação: precisa ter trabalhado, pelo menos, 12 meses de carteira assinada nos últimos 18 meses
  • Segunda solicitação: nove meses de trabalho nos últimos 12 meses
  • Terceira solicitação em diante: precisa ter trabalhado de carteira assinada nos 6 últimos meses

Portanto, o MEI inativo tem direito ao seguro-desemprego. Porém, esse direito nasce da CLT e não do CNPJ, de modo que é acessível apenas para aqueles empreendedores que trabalharam também de carteira assinada e cumprem os requisitos do seguro. 

Vale a pena deixar o MEI inativo para receber seguro desemprego?

Lembre-se que as parcelas do seguro-desemprego são temporárias e o valor considerará a média dos seus salários no trabalho de carteira assinada. 

Ao deixar o MEI inativo, você estará abrindo mão do seu faturamento como empreendedor. A menos que o seguro seja mais rentável e que a pausa nas atividades de MEI não prejudique o negócio, não vale a pena. 

Carteira de trabalho com notas de 100 reais
MEI inativo pode solicitar seguro-desemprego se atende os requisitos

Como solicitar o benefício?

O MEI inativo que atende aos requisitos e quer solicitar o seguro-desemprego pode fazer isso pelo site do Governo Federal, no Portal de Serviços.

Basta realizar o login com CPF e a mesma senha que utiliza para todos os demais serviços do governo federal. 

Também é possível fazer o pedido  por meio do aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (disponível para Android e iOS).

Será necessário ter em mãos o Requerimento do Seguro-Desemprego (que você recebe do empregador no momento que é dispensado sem justa causa). e o seu CPF. Outros documentos também podem ser necessários, como:

  • Carteira de trabalho;
  • Certidão de nascimento ou casamento;
  • Comprovante de matrícula no PIS/PASEP ou o cartão cidadão;
  • Três últimos contracheques dos últimos três meses anteriores à demissão;
  • Requerimento do seguro desemprego SD/CD nas duas vias;
  • Termo de rescisão de contrato de trabalho;
  • Documento de levantamento do FGTS ou, se preferir, extratos dos depósitos.

É possível acompanhar a liberação do benefício pelo portal gov.br ou pelo aplicativo da Carteira de Trabalho Digital, e ainda verificar o valor e a quantidade de parcelas, bem como as datas de liberação.

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Conheça 8 formas inteligentes de como usar o FGTS

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Pessoa segurando cartão cidadão com algumas notas de reais para usar o FGTS

Se você é trabalhador de carteira assinada, saiba que de acordo com as normas da Consolidação das Leis do Trabalho, a CLT, tem direito ao saque para usar o FGTS.

As regras para sacar seu Fundo de Garantia do Tempo de Serviço passaram por mudanças recentes, que permitem a retirada em mais situações. Por isso, se você se enquadra em uma delas, agora só precisa de formas inteligentes de como usar o FGTS.

A forma mais conhecida de sacar o FGTS inativo era na demissão sem justa causa.

Porém, desde o dia 11 de novembro 2017, com a Lei 13.467/2017 (Reforma Trabalhista), na rescisão por acordo também é possível sacar 80%, enquanto os outros 20% são para as  demais situações: aposentadoria, término do contrato por prazo determinado. Ou no caso de necessidade pessoal, urgente e grave.

Se você tem alguma dívida, talvez seja uma alternativa sacar o FGTS para pagá-la. Mas, se estiver livre e quiser uma forma inteligente de usar o FGTS, como em aplicações, há muitas maneiras de fazer isso.

Em primeiro lugar, é preciso definir seu perfil de investidor, como muitas vezes falamos por aqui. Sendo assim, além de saber seu perfil, ter um objetivo em mente é essencial para definir qual tipo de investimento com o FGTS você fará.

tela do aplicativo do fgts
Se você conseguiu sacar seu Fundo de Garantia, agora pode ter ideias inteligentes de usar o FGTS

Formas inteligentes de como usar o FGTS!

1. Usar o FGTS para quitar dívidas

Como falamos acima, o Fundo de Garantia pode (e deve) ser usado logo que você sacar para quitar uma dívida.

Se você não conseguir quitar o saldo devedor por completo, pode tentar amortizar parte, principalmente se for referente ao cartão de crédito, um dos maiores juros do mercado. Para isso, precisa saber como negociar uma dívida com o banco.

2. Usar o FGTS para o financiamento

Para financiamento habitacional, também é possível usar o FGTS. Segundo consta no site da Caixa Econômica, desde que o contrato e o imóvel estejam enquadrados nas regras do Sistema Financeiro de Habitação (SFH) na data da aquisição do imóvel. O saldo pode ser usado também para dar entrada nesse financiamento.

3. Usar o FGTS para amortizar financiamento

A princípio, além de dar entrada em um financiamento com o Fundo de Garantia, o trabalhador pode usar o FGTS para amortizar o saldo devedor, que significa reduzir o prazo ou o valor do encargo a ser pago ainda.

Também pode usar para pagar até 80% do valor da prestação ou para liquidar o saldo devedor em sua totalidade, segundo a Caixa.

4. Usar o FGTS para fazer um investimento e fazer uma reserva

Se você conseguiu sacar o FGTS por algum motivo, poderá finalmente começar aquela aplicação que sempre quis. Claro, se você ainda tem dívidas, o ideal é quitá-las para conseguir equilibrar suas finanças. Mas, um bom começo para uso do FGTS é fazer aquela reserva de emergência.

Por isso, se você conseguir separar parte para essa reserva, em uma poupança, talvez, em que o rendimento é baixo, você pode sacar a qualquer momento. Precisa apenas esperar a data de aniversário mês a mês para ter a rentabilidade. A poupança é diferente de outras aplicações, onde você precisa deixar o valor por algum tempo para render.

Esse pode ser o caso de um fundo de investimento, um pouco mais arriscado, porém com a possibilidade de proporcionar uma rentabilidade maior. Lembre-se que fundos de investimento são renda variável, não dá para determinar quanto você vai ganhar no momento da aplicação.

Se esse for um problema para você, escolher uma aplicação de renda fixa pode ser mais adequado. O que não faltam são opções para fazer o dinheiro do FGTS render.

5. Usar o FGTS para abrir um negócio próprio

Por fim, você pode querer começar um negócio próprio com o valor do saque do Fundo de Garantia. Uma opção pode ser um negócio de franquia. O segmento de Alimentação, principalmente, é o que mais faz sucesso entre as franquias e com menos de R$15.000,00 já é possível ter uma.

Porém, a partir de R$3.000,00 já é possível abrir uma franquia. Basta fazer essa consulta no site das marcas associadas à Associação Brasileira de Franchising, a ABF.

Lá você verá que com esse valor é possível investir em marcas que podem te trazer um bom retorno financeiro no futuro.

6. Invista nos estudos

Os estudos sempre são um bom investimento. Com o valor do FGTS, você pode tirar do papel aquele plano de fazer uma graduação, pós ou aquele curso que você sempre teve vontade, mas que não tinha condições.

Além disso, se você almeja passar em um concurso público, também é possível investir na preparação. Tanto em curso quanto em um tempo sem trabalhar para conseguir estudar e ter como segurar as contas – dependendo do valor, claro.

7. Aposentadoria privada também pode ser uma opção

A aposentadoria privada não é muito comentada por conta da falta de conhecimento sobre ela, mas é uma opção para usar o seu FGTS. Ainda mais por conta das vantagens fiscais e por ter um funcionamento parecido com a pública.

Porém, ela necessita de um entendimento sobre questões técnicas, então antes de investir nessa opção, é prudente se capacitar para que não entre em situações ruins.

8. Realize um sonho

Trabalhar é bom, mas ver os frutos da nossa dedicação é melhor ainda. Por isso, dentro das melhores condições, pense em usar esse dinheiro também para realizar um sonho. Seja uma viagem, uma compra, uma experiência… Isso também é válido!

É claro que, em alguns contextos, será mais prudente direcionar esse valor para outros fins. Contudo, caso esteja com as organizações financeiras em dia e sem restrições nesse sentido, é uma boa ideia curtir um pouco com esse dinheiro. Aproveite!

Se você ainda tem dúvidas, não deixe de conferir essas nove perguntas e respostas sobre o FGTS. Acompanhe também o FinanceOne para aprender sobre investimentos e o mercado financeiro de uma maneira simples e objetiva.

Saiba como ganhar dinheiro respondendo pesquisas – Veja opções e passo a passo

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Notebook aberto na plataformas de afiliados

Você sabia que é possível ganhar dinheiro respondendo perguntas? Não, você não leu errado. Existem empresas especializadas na avaliação de atendimentos, serviços e até mesmo produtos. 

Essas empresas disponibilizam sites para que consumidores possam responder pesquisas, que são enviadas por e-mail ou por meio de links para respondê-las online. E essa é uma forma fácil e simples de ganhar dinheiro por meio da internet.

E as pessoas cadastradas nos sites ganham pontos ao responderem as pesquisas. Estes poderão ser transformados em dinheiro depois. É importante ressaltar que cada empresa tem um critério de pesquisa para realizar a troca de pontos.

+ Como ganhar dinheiro com o Google Ads com passo a passo!

Além disso, o pagamento é recebido em forma de benefícios ou prêmios. Mas também é possível encontrar empresas que pagam em dinheiro, por meio do Paypal.

Passo a passo para ganhar dinheiro respondendo perguntas

Por meio das pesquisas é possível ganhar dinheiro. Mas para isso funcionar e se tornar uma boa renda extra é preciso muita organização e dedicação. 

Confira agora o que você precisa para começar a ganhar dinheiro respondendo perguntas.

1º passo: Crie uma conta de e-mail específica para o negócio, não o utilize para outros fins.

2º passo: Escolha com quais empresas deseja trabalhar.

3º passo: Planeje uma rotina para responder as pesquisas. Dessa forma, você consegue manter um fluxo de recebimentos.

4º passo: Cadastre-se nos sites onde irá receber os pagamentos, como por exemplo, o PayPal.

5º passo: Crie as contas de usuário nos diversos sites de pesquisas remuneradas.

Qual o motivo de empresas realizarem pesquisas pagas?

Por que será que essas empresas realizam pesquisas pagas? Qual é o real objetivo de publicar perguntas remuneradas pela internet? De que forma isso ajuda?

imagem contém várias notas e moedas de dinheiro
Você pode ganhar dinheiro respondendo perguntas na internet

Essas são perguntas importantes para você entender o real propósito da ação e, também, dar mais credibilidade. Até porque ainda existem muitas pessoas agindo de má fé na internet, o que dá receio a esse tipo de serviço.

De acordo com o Serasa, é possível explicar de duas formas:

  • Elas conseguem avaliar o atendimento e a satisfação do cliente em determinadas empresas ou situações;
  • Elas coletam informações importantes para estruturar linhas de produtos ou serviços de acordo com o gosto de seu público alvo.

    + Como ganhar dinheiro assistindo vídeos na internet?

5 sites para você ganhar dinheiro respondendo pesquisas

A seguir, listamos algumas opções de sites que você pode responder pesquisas e ganhar dinheiro. Confira:

1) Toluna

Por cada pesquisa que você preenche no Toluna é possível ganhar entre 1.000 e 5.000 pontos e concorrer a dois sorteios mensais realizados pelo site. Além disso, é possível responder pesquisas rápidas e acumular 15 pontos cada e indicar pessoas para acumular ainda mais.

A cada 32 mil pontos alcançados é possível sacar R$20 por meio do PayPal.

2) My iyo

A terceira indicação é o My iyo, que já te dá bônus 600 pontos no ato do cadastro. Em seguida, você já consegue participar de pesquisas que geram de 500 a 1.500 pontos cada uma.

É possível convidar pessoas para participarem. O que lhe garante, em média, 500 pontos. O pagamento costuma ser feito a partir de 20 mil pontos, em euro.

3) The Panel Station

Mais uma opção é o The Panel Station. Nela, você receberá 1.000 pontos por cada pesquisa concluída.

Ao atingir 8.000 pontos, o que rende R$55, você pode solicitar o saque. O pagamento também é feito por meio do PayPal ou por cupons de descontos para compras no Submarino.

4) QualiBest

O processo para responder pesquisas online pela QualiBest é bem parecido com os demais. Após o cadastro, você recebe as pesquisas e pode respondê-las no site ou pelo aplicativo da empresa.

Forma de pagamento: diferentemente das demais, a Quali não remunera com dinheiro em si, mas é possível trocar pontos por uma infinidade de prêmios ou vales.

5) Opiniões de Valor

No site Opiniões de Valor cada pergunta respondida você ganha R$10 em crédito para utilizar em marcas parceiras da plataforma, como Submarino, Shoptime, Americanas, Netshoes, Livraria Cultura, entre outros.

Dessa forma, você consegue comprar produtos que deseja nessas lojas pagando menos ou nada por eles. E o melhor é que os valores podem ser utilizados quase que imediatamente após você ganhar.

6) Smart Research

O Smart Research funciona da seguinte maneira: você se cadastra no site e recebe um formulário no seu email. Mas ele ainda não é a pesquisa que você vai responder para ganhar dinheiro, é a própria empresa que entrará em contato com você.

Ela te fará uma proposta de pesquisa que poderá ser de forma online, presencial ou até mesmo por telefone.

É importante ressaltar que a Smart Research é uma plataforma que realiza a intermediação entre empresas e usuários.

E o seu pagamento é depositado diretamente na sua conta bancária. Além disso, cada pesquisa possui um valor específico a ser pago para o usuário.

E aí, vai tentar entrar nesse ramo de pesquisas para tentar uma renda extra? Então se gostou do conteúdo, compartilhe com aquele amigo que também gostaria de saber dessas novidades e informações.

Pós-graduação: saiba se é possível fazer mais de dois cursos ao mesmo tempo

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duas pessoas estudando

Sabemos que profissionais bem qualificados podem ir bem mais longe em suas carreiras. Uma das formas de se destacar é fazendo uma boa pós-graduação. Mas é possível, ou ao menos recomendável, fazer dois cursos ao mesmo tempo? É isso que você vai entender hoje!

Em uma pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), concluiu-se que profissionais com pós-graduação recebem cerca de 66% mais que os que possuem apenas graduação.

Além disso, o diploma de pós-graduação também impacta a empregabilidade. De acordo com o site de empregos Vagas, a oferta para profissionais com essa característica é 40% maior.

Sendo assim, as vantagens do investimento nos estudos são bem claras. Mas até quando essa busca por mais capacitação é viável?

+ Confira 16 cursos online gratuitos para você turbinar o seu currículo

É possível fazer dois cursos de pós-graduação ao mesmo tempo?

A resposta para essa pergunta é sim. Caso seja da sua vontade, é possível se aventurar por dois cursos ao mesmo tempo. No entanto, existem alguns pontos que você deve considerar para que essa empreitada não fique turbulenta demais.

Um curso de pós-graduação possui, em média, uma carga horária de 360 horas. Esse período geralmente é dividido entre seis e dez meses. Ou seja, você terá em mente que ao fazer dois cursos ao mesmo tempo, deverá lidar com esse prazo multiplicado por dois.

Inclusive, é preciso pensar também nas outras demandas que, naturalmente, temos na vida. Trabalho, família, relacionamentos… Existe espaço para lidar com dois cursos e cuidar de todas essas outras esferas?

Ademais, existe o preço da mensalidade, caso você opte por fazer a pós-graduação em uma instituição particular. O aluno precisará manter um planejamento financeiro bastante regrado, pois terá um duplo compromisso para arcar por, no mínimo, seis meses.

Enfim, você precisará ter uma boa organização, se quiser mandar bem nos dois cursos. Com essa carga horária extensa, deve definir bem os horários de estudo, otimizar ao máximo o tempo para contar com as atividades extras e seguir com os compromissos acadêmicos em dia!

Apesar de ser uma tarefa que demanda um pouco mais de esforço, é possível conciliar e fazer um bom trabalho. Porém, recomendamos que antes de tomar essa decisão você faça uma análise desses pontos citados e veja se realmente é possível encaixar mais de uma pós-graduação na sua realidade.

Mulher usando notebook com lata de coca cola ao lado
A modalidade EaD pode ser uma escolha interessante para uma pós-graduação

+ Saiba quanto custa estudar em Oxford e o que precisa para entrar

Cursos em alta

Uma dica para conseguir gerenciar melhor os cursos de pós-graduação é optar pela modalidade EaD. Isso porque estudando à distância, você não fica preso à sala de aula e pode acessar conteúdos em momentos que não poderia, caso as aulas fossem presenciais.

Por exemplo, durante um engarrafamento no transporte público você poderia ler um pouco sobre determinado assunto de uma matéria. Ou, nas horas finais de almoço, poderia terminar de assistir aquela aula que não terminou no dia anterior. Ou seja: há muitas possibilidades.

Nessa escolha, caso opte pelo online, fique de olho nas análises do CI-EaD, que é o indicador de qualidade que o Ministério de Educação usa para avaliar cursos à distância.

E para ajudar na sua escolha, vamos te mostrar quais são as áreas que estão mais em alta para pós-graduação neste ano de 2022. Confira:

SegmentoÁrea
Comunicação/MarketingUX/UI Design
Branding
Mídias Sociais
Comunicação Eleitoral e Marketing Político
Comunicação Digital
Comunicação entre Empresas
Marketing do Esporte
GestãoFinanceira
Empresarial
Franquias
Projetos
Negócios
Pessoas
Marketing
Ambiental
Educacional
LogísticaLogística Internacional
Docência em Logística
Supply Chain Management
Gestão Operacional
Logística Empresarial
Comércio Exterior
Meio AmbienteSustentabilidade
Ecologia
Engenharia Ambiental e Saneamento Básico
Saneamento Ambiental
Ecoturismo
Ecourbanismo
Tecnologia da InformaçãoCiência de Dados e Big Data Analytics
Tecnologia de Inteligência Artificial
Business Intelligence
Jogos Digitais
Engenharia de Software
Segurança da Informação
EducaçãoDocência para o Ensino Superior
Orientação e Supervisão
Políticas Públicas Educacionais
Supervisão Educacional

Agora que você já sabe que é possível mais de uma pós-graduação ao mesmo tempo e também já conheceu algumas áreas que estão em altas, que tal correr atrás desse sonho?

Aproveita e compartilha com amigos e familiares para que eles também tenham acesso à informação. Veja também opções válidas para financiar uma pós-graduação!

4 mentiras que já te contaram sobre o mercado financeiro. Fique de olho!

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graficos do mercado financeiro

O 1º de abril é marcado pelo Dia da Mentira, e nada melhor do que aproveitar a data para lembrar de algumas “fake news” clássicas envolvendo o mercado financeiro

Investimentos fáceis que rendem mais de 10% ao dia, cartão de crédito ilimitado e sem juros, descontos gigantes, pirâmides financeiras etc. Não faltam promessas milagrosas quando o assunto é dinheiro, e as mentiras costumam ser bastante criativas.

Também é comum nos depararmos com o papo de que economizar e/ou investir é um privilégio para poucos, o que também não é verdade. Com organização e, principalmente, disciplina, é possível manter uma relação consciente com as finanças e adquirir a tão sonhada independência financeira.

Antes disso, entretanto, é importante que você conheça algumas das principais armadilhas do mercado financeiro. Confira a seguir.

Conheça 4 mentiras sobre o mercado financeiro

1. É preciso muito dinheiro para investir

Você provavelmente já ouviu essa mentira, afinal ela é frequentemente propagada por quem não entende o mercado financeiro na prática. O mundo dos investimentos pode até ter sido inacessível em algum momento da história, mas nunca antes esteve tão democrático quanto hoje. 

Um exemplo disso é a quantidade de títulos de renda fixa disponibilizados por bancos e fintechs que atingem todas as classes sociais. É possível começar a investir com R$ 30! Mesmo aqueles que desejam se arriscar no mercado de renda variável encontram opções acessíveis para começar a aportar: é possível encontrar ações a partir de R$ 10. 

+ Conheça 6 ações baratas disponibilizadas na bolsa brasileira

2. Bancos tradicionais são mais seguros

Em tempos de bancos cada vez mais modernos e remodelados, muitos acreditam que a escolha por uma alternativa “recente” no mercado pode trazer riscos. É bem verdade que os bancos tradicionais têm anos de estrada e produtos já conhecidos do mercado, mas nem sempre são as melhores opções para quem está começando a investir ou economizar.

É padrão das instituições financeiras trabalharem com metas agressivas que obrigam os gerentes de contas a empurrarem serviços nem sempre vantajosos aos clientes. Por isso, antes de escolher um banco de confiança, é importante conhecer as mentiras clássicas que eles tentam vender aos clientes. 

computador com tela do mercado financeiro
Promessa de ganho fácil está entre as principais mentiras contadas no mercado financeiro. (Fonte: Divulgação)

3. É muito fácil ganhar dinheiro com day trade

Outra mentira digna de 1º de Abril – e que está super em alta entre influencers financeiros – é a promessa de ganho fácil com a modalidade day trade. Sendo uma das categorias mais arriscadas de investimento em renda variável, a prática exige muito estudo e, principalmente, casca grossa para as oscilações diárias.

Portanto, desconfie da tradicional imagem de um influencer falando na frente de um computador repleto de gráficos, como se a prática fosse acessível de ser feita em casa. Lembre-se que o objetivo desses indivíduos é, em grande parte, lucrar com a venda de cursos para investidores leigos e desesperados para ganhar dinheiro. 

4. Criptomoedas não são confiáveis

Com o “boom” das pirâmides de cripto tomando conta dos noticiários, ativos como o Bitcoin caíram num buraco negro de reputação. O problema, nesse caso, são os agentes propagadores de falsas promessas, e não a moeda digital em si. 

O mercado cripto ainda é recente e demandará alguns anos para se estabelecer de fato, mas qualquer promessa concreta – seja para o lado positivo ou negativo – é incerta de se fazer. O que se sabe é que há muitas oportunidades interessantes nesse meio, e que, assim como ativos de renda variável, esses também podem 

+ Criptomoeda: entenda o que é, para que serve e como investir com segurança

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Entenda porque o dólar está em queda

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Notas de dólar com um gráfico ao fundo

Um dos assuntos mais comentados pelos brasileiros nas últimas semanas é o dólar em queda. O valor mais baixo da moeda norte-americana tem deixado muitos brasileiros animados e pensando em viagens estrangeiras. Mas por que será que o dólar está caindo tanto?

Se você acha que essa queda tem sido pequena, está muito enganado. O mês de março terminou com uma queda acumulada de 7,70%. Já no trimestre, a baixa é ainda maior, 14,63% em relação à moeda brasileira.

É importante ressaltar que essa é a maior queda do dólar para o período, desde 2009.

Mas, afinal, o que tem levado a moeda norte-americana a cair tanto? Existem diversos fatores que levam a variação do dólar, seja para cima ou para baixo. E hoje nós vamos te contar quais são os motivos da queda do momento.

Quais os motivos do dólar em queda?

Se você, assim como muitos brasileiros, está se perguntando o motivo do dólar estar em queda, saiba que existem duas explicações para este acontecimento.

A primeira delas é a forte alta da taxa básica de juros aqui no Brasil – a famosa Selic -, que há meses tem sido elevada pelo Copom. É esse o fator que tem feito com que diversos investidores apliquem dinheiro no país.

Todo esse investimento está acontecendo porque os investidores estrangeiros acreditam que o mercado brasileiro se tornou mais atrativo para eles. 

O segundo motivo que tem deixado o dólar em queda é a alta das commodities no Brasil. Para quem não sabe, o nosso país é um grande produtor e exportador dessas mercadorias.

Com a guerra entre Rússia e Ucrânia o valor das commodities foi elevado, o que acabou beneficiando o Brasil. Além disso, grandes empresas brasileiras oferecem produtos de commodities, como é o caso da Petrobras.

Nesses casos, acontece uma junção das commodities com o interesse dos investidores em aplicar dinheiro nestas empresas. Fazendo com que mais dinheiro circule no país.

Dólar em queda: a tendência é continuar?

O fato do dólar estar em queda anima muitos investidores e compradores, que aproveitam o momento para investir e planejar possíveis compras. Mas será que essa queda da moeda é algo que deve continuar?

A expectativa é que, sim. A desvalorização do dólar não é vista como um “surto coletivo” e deve permanecer durante o ano de 2022.

Muitas notas de dólares
A queda do dólar tem deixado muitos brasileiros animados

Um fator que reforça esta tese é o fato do próprio Banco Central, por meio do Copom, já ter confirmado que a taxa Selic vai continuar a sua crescente nas próximas reuniões.

No último encontro realizado pelo grupo do Banco Central, ela foi elevada para 11,75% ao ano e a expectativa é de que no próximo encontro ela possa atingir de 13% a 13,25%, já que essa tem sido a média do aumento nos últimos tempos.

Veja o histórico de altas da Selic nos últimos tempos:

  • 16 de março de 2022 elevada em 11,75% ao ano
  • 2 de fevereiro de 2022 elevada em 10,75% ao ano 
  • 8 de dezembro de 2021 elevada em  9,25% ao ano 
  • 27 de outubro de 2021 elevada em  7,75% ao ano 
  • 22 de setembro de 2021 elevada em 6,25% ao ano 
  • 4 de agosto de 2021 elevada em  5,25% ao ano 
  • 16 de junho de 2021 elevada em  4,25% ao ano 
  • 5 de maio de 2021 elevada em  3,5% ao ano 
  • 17 de março de 2021 elevada em  2,75% ao ano 
  • 20 de janeiro de 2021 elevada em  2% ao ano 
  • 9 de dezembro de 2020 elevada em  2% ao ano

O confronto entre Rússia e Ucrânia também pode interferir na valorização ou desvalorização da moeda, mas já tem um cenário bem mais incerto do que o índice da taxa básica de juros. 

Como o mercado financeiro possui diversas variáveis e muitas vezes vive de incertezas, não é bom contar com o futuro quando o assunto é o dólar e suas oscilações.

O que comprar com o dólar em queda?

Com o dólar em queda, é muito comum que os consumidores aproveitem para comprar, principalmente quando o assunto é produtos importados. Mas o que é melhor adquirir nesse momento?

Além de bens materiais, é possível adquirir o próprio dólar. Isso mesmo, se você precisa viajar ou algum outro fator, comprar a moeda estrangeira neste período é vantagem, haja vista que ela estará bem mais barata.

Muitos também escolhem adquirir passagens internacionais para destinos estrangeiros, que são taxados pelo dólar. Com ele em queda, os valores estarão bem mais acessíveis.

Quer saber mais detalhes do que comprar com o dólar em queda? Veja mais informações aqui no FinanceOne e compartilhe os conteúdos com seus amigos!