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Meu primeiro cartão de crédito: como conseguir, qual o melhor? E mais!

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cartões de crédito sem anuidade

Se você está em busca do primeiro cartão de crédito, talvez esteja se perguntando algumas coisas, como: qual é a melhor opção? Como solicitar? O que preciso saber antes de contratar um?

As respostas para essas perguntas existem e é fundamental conhecê-las antes de tomar qualquer decisão precipitada.

Afinal, um cartão de crédito é um item de grande impacto na vida financeira. Então deve ser escolhido com cuidado.

Quando se trata do primeiro cartão, especificamente, existem alguns detalhes, dicas e cuidados especiais que vale a pena tomar conhecimento. Por isso, FinanceOne conta a seguir tudo o que você precisa antes de solicitar o seu!

5 coisas para saber antes de contratar seu primeiro cartão de crédito

Um cartão funciona como um tipo de empréstimo. Ou seja, a instituição financeira concede um limite de crédito e o cliente pode fazer compras – à vista ou parceladas dentro desse limite.

O valor gasto será pago depois, com juros (embora existam alguns parcelamentos sem juros também). Mas essa noção geral de como funciona o cartão você já deve saber. 

Antes se solicitar o seu primeiro cartão de crédito, apenas tenha em mente alguns tópicos importantes:

  • O limite de crédito concedido pelo banco será baseado em seu histórico financeiro
  • Esse limite será definido já no momento da emissão do cartão, mas ele pode aumentar com o tempo, se você manter um bom histórico de crédito (pagar em dia, etc)
  • Apenas maiores de idade (18 anos) podem ter ser titulares de um cartão – mesmo que tenha conta corrente, o menor não pode ter seu próprio cartão, no máximo ele pode entrar como dependente de outro titular usando um cartão adicional
  • Para pedir o cartão de crédito, você precisa ter o nome limpo, não estar negativado
  • Alguns bancos podem exigir uma renda fixa ou renda mínima ou ainda que o cliente possua uma conta corrente no banco emissor

Como contratar meu primeiro cartão de crédito?

Para solicitar o primeiro cartão de crédito é necessário ter 18 anos completos. Porém, isso não é uma garantia de que o produto será aprovado. 

Além de ser maior de idade, por se tratar de um tipo de crédito sem garantia, é necessário ter um bom perfil. Ou seja, nunca ter ficado devendo ou ter o nome sujo e, de preferência, possuir uma renda.

Ao solicitar o cartão (geralmente dá para fazer isso pelo site ou aplicativo do banco), a instituição financeira emissora vai avaliar o seu perfil.

É por isso que, no momento do pedido, será necessário fornecer dados como seu CPF e, algumas vezes, até o comprovante de renda. 

Após uma análise detalhada do perfil do cliente – na qual cada banco tem suas próprias regras e critérios de aprovação –, o cartão será aprovado (ou não). Sendo aprovado, você poderá partir para a efetiva contratação. 

Algumas instituições pedem que o cliente vá até a agência assinar o contrato. Mas hoje em dia, principalmente quando são bancos digitais, muitas vezes é possível realizar tudo sem sair de casa. 

Se o cartão não for aprovado, não adianta muito tentar solicitá-lo novamente em seguida. Neste caso, é melhor procurar outra opção, de outro banco ou instituição financeira.

Ao contratar o cartão, fique atento às condições, taxas e juros previstas no contrato!

bolso de uma calça cheio de cartões de crédito sem anuidade
Primeiro cartão de crédito requer idade a partir de 18 anos e nome limpo

Qual cartão de crédito é o melhor?

Agora que você já sabe como funciona o processo para solicitar o seu primeiro cartão de crédito, talvez esteja se perguntando: qual escolher? Existem muitas opções no mercado, que atendem aos mais diferentes públicos. 

Por isso, o primeiro passo é ter clareza sobre quais são seus objetivos com o cartão: precisa de um cartão apenas para pagar contas? Quer acumular pontos e milhas para viajar? Prefere um programa de cashback para economizar? Quer isenção de anuidade?

Vale destacar que quanto mais benefícios o cartão tem, mais difícil é conseguir a aprovação e mais cara é a anuidade. Por isso, para um primeiro cartão de crédito, talvez seja melhor optar por um mais simples. 

Isso não quer dizer que você deve escolher qualquer um, leve em conta principalmente se ele tem anuidade gratuita. Mas tenha em mente que é mais fácil solicitar uma opção mais básica em um primeiro momento. 

Dica: se é seu primeiro cartão, prefira solicitá-lo no banco onde você já tem conta corrente. Isso porque alguns bancos já têm limites de crédito pré-aprovados para seus clientes e tendo um bom histórico com a instituição é mais fácil conseguir o cartão. 

Outras opções de cartão que podem ser mais fáceis de conseguir, se for a primeira vez, são:

  • Cartões de lojas – mas fique atento aos juros e condições, que podem não ser muito vantajosos
  • Universitários – liberados para quem está na faculdade e já tem uma conta corrente
  • Cartões sem anuidade

Talvez, os isentos de anuidade sejam a melhor opção para um primeiro cartão de crédito. Por não terem taxa, eles costumam ser mais básicos, mas atendem as necessidades primordiais. 

Além disso, como é seu primeiro cartão, é bem possível que descubra outra opção melhor no futuro. Se isso acontecer, não terá gasto dinheiro “à toa” com o cartão anterior, já que ele era sem anuidade. 

+ o que é parcelamento automático da fatura de cartão de crédito

Dicas para usar seu primeiro cartão de crédito

Uma vez que esteja com o seu primeiro cartão de crédito em mãos, fazer um bom uso dele é fundamental. 

Assim, não prejudicará suas finanças (pelo contrário, o cartão pode ser um grande aliado) e ainda terá mais chances de conseguir um cartão melhor em uma próxima contratação. 

Confira duas dicas fundamentais para usar seu primeiro cartão de crédito:

#1. O limite é seu melhor amigo, respeite-o

Evite ao máximo estourar o limite do cartão e também das suas finanças pessoais. Gaste aquilo que está dentro do seu poder aquisitivo. 

Lembre-se que a fatura vai chegar com prazo no mês seguinte e, se você não tiver o dinheiro para pagar, terá de lidar com os juros do seu primeiro cartão de crédito.

Alguns especialistas em finanças recomendam que a pessoa gaste apenas 30% do salário com compras no cartão. Extrapole esse percentual apenas se estiver usando-o para pagar suas contas fixas, como luz, água etc. 

#2. Mantenha os pagamentos em dia

Qualquer cartão de crédito cobra juros em caso de atraso. E, em muitos casos, esses juros são elevados – principalmente se é o primeiro cartão de crédito, que costuma ser uma opção mais básica. 

Então organize-se para não perder o prazo. Se for viável, vale a pena colocar o pagamento em débito automático. 

E na hora de contratar o cartão, quando for questionado sobre a melhor data para vencimento da fatura, escolha a mais próxima do recebimento do seu salário. Assim, diminui as chances de deixar de pagar.

Os juros rotativos do cartão de crédito, cobrados em caso de atraso da fatura, podem chegar a mais de 16% em algumas instituições.

Gostou do conteúdo? Sente-se pronto para solicitar o seu primeiro cartão de crédito? Então leia agora: Cartões de crédito sem anuidade: 25 melhores opções de 2022

Conheça os erros mais comuns do investidor iniciante

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engravatado escrevendo em um caderno com um cofre azul e calculadora do lado

Dar o primeiro passo em qualquer novo desafio ou objetivo é fundamental. Mas o tipo de atitude precisa ser bem calculada e analisada, para não refletir nenhuma consequência negativa futuramente. Esse é o caso do investidor iniciante.

Isso porque ao ingressar no mercado financeiro, principalmente se não se manter bem informado, ele corre muitos riscos. Mergulhar de cabeça nas situações exige saber pelo menos o básico para ter um retorno positivo.

É muito comum o investidor iniciante ter insucesso nas primeiras tentativas e se frustrar. Para que isso não aconteça, é necessário se atentar antes de começar qualquer investimento, seja do mais simples ao mais complexo.

Uma análise detalhada é essencial. Conhecer o investimento a fundo, as suas peculiaridades, os seus cálculos, retornos, além dos impactos que ele desenvolve dentro do mercado de negócios.

Investir não é apostar, uma vez que não é recomendável contar com a sorte, pois assim as chances de dar errado serão grandes.

+ Aprenda como se tornar um investidor qualificado
+ O que significam 56 termos do mercado financeiro

Para ajudar e ter a certeza de que você não se encaixa nesse perfil acima, confira quais erros evitar nos seus primeiros investimentos.

5 erros de um investidor iniciante

1 – Falta de planejamento

Embora seja um assunto que sempre é comentado, ainda existem pessoas que insistem em negligenciar o fator planejamento. Mas essa é uma ferramenta necessária para todas as ações da vida.

O investidor iniciante pode entrar nesse mundo e começar a agir sem planejar o que está fazendo, muitas vezes no calor do momento ou por mera empolgação.

Mas o mercado está cada vez mais repleto de opções para investir. Se não houver um planejamento adequado de como, quando, onde e porque, as chances de falhar serão grandes.

2 – Não saber o seu perfil de investidor

Qual é a sua identidade? Qual é o seu perfil de investidor?

Essa é uma questão a que muita gente não consegue responder, sendo a maioria já presente no mercado financeiro. Ou seja, começam a investir sem saber ou conhecer a si mesmos.

Entender os próprios objetivos, valores, pontos fracos e fortes, habilidades e capacidade de investir é fundamental.

Negligenciar isso pode ser considerado um dos maiores erros do investidor iniciante. Se você é ou quer se tornar um, tome muito cuidado com esse fator.

Não identificar o seu perfil é um indício de que, no futuro, pode vir a perder muito dinheiro.

Como isso pode acontecer? É simples: a vontade será maior do que a sua capacidade ou habilidade. Talvez você tenha um perfil mais agressivo, mas opte por um investimento mais conservador, ou vice-versa.

Isso para o mercado é fatal e você ficará completamente sujeito ao risco. Para evitar esse tipo de situação, não deixe de conhecer o seu perfil.

Algumas instituições financeiras disponibilizam questionários gratuitos aos clientes para auxiliá-los a saber se são conservadores, moderados ou agressivos.

imagem de um investidor iniciante
Os investidores iniciantes cometem alguns erros por não conhecerem o negócio a fundo

3 – Começar um investimento sem estudá-lo

Você já participou de alguma entrevista de emprego? Lembra quando enviava currículos e recebia aquela resposta para comparecer a uma primeira conversa com um gestor ou recrutador?

A sua primeira reação, geralmente, era pesquisar sobre aquela empresa para chegar no dia sabendo do que se trata aquela proposta, certo?

No mercado de investimentos isso tende a se repetir para que o sucesso seja garantido. Antes de começar, o investidor iniciante precisa conhecer o tipo de negócio que ele escolheu, estudá-lo para ter em mente tudo o que lhe espera.

Tudo na vida requer esforço. Portanto, para que você obtenha um retorno vantajoso, invista em seu conhecimento.

Busque informações sobre o que mais se adequa ao seu perfil, sobre as características do investimento que lhe agradou ou se encaixou no que procura, e esteja preparado para ingressar nesse mundo financeiro.

+ Conheça os 7 pecados capitais para o investidor

4 – Confundir investimento com aposta

Esse é mais um erro muito comum no mercado financeiro e cometido, principalmente, pelo investidor iniciante.

Como é a primeira vez ou o início nesse mercado, costuma-se achar que estão apostando em algo para ver se vai dar certo ou não. Nesses casos, contando com a sorte.

Pois bem, é aí que mora o perigo. Investimento não é sorte!

Esse equívoco acomete muitos investidores iniciantes em bolsas de valores, pois ouvem de especialistas que apostar em determinado esquema é vantajoso e caem nas ofertas milagrosas.

Esteja sempre desconfiado de qualquer situação parecida com essa. O mercado financeiro não foi criado com o intuito de fazer milagres.

Tudo o que acontece é reflexo de planejamento, esforço e acontece de maneira gradativa. Por isso, usar o termo aposta é uma péssima decisão e você pode começar esse jogo atrás no placar.

+ Conheça 5 cursos para investidores iniciantes grátis e aprenda a investir

5 – Ter pressa pelo retorno financeiro

Se no dito popular a pressa é a inimiga da perfeição, no mundo dos negócios ela é inimiga do retorno financeiro.

Em um mercado bem instável, ter lucro agindo com pressa e pensando apenas no curto prazo não é o recomendável e pode não funcionar. Está aí mais um grande erro do investidor iniciante.

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Saiba o que pode acontecer se a empresa atrasar o salário do funcionário

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Carteira de trabalho em cima de notas de reais e moedas

Atrasar o salário do funcionário é um dos principais descumprimentos das obrigações contratuais em uma relação trabalhista. A prática pode gerar diversas consequências negativas às empresas.

Por regra, os salários dos colaboradores devem ser pagos mensalmente. Mas, de acordo com a empresa, é possível que o pagamento seja feito quinzenal ou semanalmente.

A empresa que opta pelo pagamento mensal, deve realizá-lo até o quinto dia útil do mês subsequente ao trabalhado. Ou seja, o salário do mês de março de um trabalhador deve ser efetuado até o quinto dia útil de abril.

Caso contrário, o colaborador pode recorrer à justiça para fazer valer o seu direito. Quer entender melhor o que pode acontecer na prática se a empresa atrasar o salário do funcionário? Então continue lendo este artigo.

pessoa tirando dinheiro de uma máquina de banco
Atrasar o salário do funcionário pode render problemas judiciais às empresas (Foto: Divulgação)

Segundo a lei, o que acontece se a empresa atrasar o salário do funcionário?

O artigo 459 da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) aborda, especificamente, a questão do pagamento salarial:

Art. 459 – O pagamento do salário, qualquer que seja a modalidade do trabalho, não deve ser estipulado por período superior a 1 (um) mês, salvo no que concerne a comissões, percentagens e gratificações.

§ 1º Quando o pagamento houver sido estipulado por mês, deverá ser efetuado, o mais tardar, até o quinto dia útil do mês subsequente ao vencido.

Ainda que a empresa esteja enfrentando problemas financeiros, não há concessões que permitam o atraso do salário dos funcionários.

A companhia ainda pode ser multada se tentar um acordo coletivo para estipular uma data de pagamento que exceda o período previsto em lei.

Além disso, conforme consta na súmula 381 do Tribunal Superior do Trabalho (TST), o salário atrasado deverá ser pago com a devida correção monetária.

Mas, essa é apenas uma das possibilidades para o funcionário que teve seu salário atrasado.

Quais consequências do atraso salarial para as companhias?

Pagamento com correção monetária

Conforme já mencionado, o pagamento feito após o quinto dia útil deve ser feito acompanhado de uma correção monetária. O valor depende da quantidade de dias de atraso.

Assim, para atrasos de até 20 dias, o trabalhador tem direito a uma correção de 10% sobre o valor devido, mais o ajuste monetário.

Agora se a empresa demorar mais de 20 dias após a data limite de pagamento, além dos 10%, mais reajuste monetário, deve-se acrescentar mais 5% para cada dia útil de atraso.

Rescisão indireta do contrato de trabalho

Se a empresa atrasar o salário do funcionário de maneira recorrente, o colaborador pode solicitar a rescisão indireta do contrato de trabalho. O pedido pode ser feito após, pelo menos, três meses distintos de atraso.

Para isso, é preciso acionar a Justiça do Trabalho, que avaliará cada caso e decidirá se o rompimento do contrato de trabalho deve ou não ser feito. O trabalhador terá todos os seus direitos assegurados, como na demissão sem justa causa. Entre eles:

  • Saldo de salário dos dias trabalhados;
  • Aviso Prévio;
  • 13º salário proporcional;
  • Férias proporcionais + 1/3 constitucional;
  • Férias vencidas + 1/3 constitucional;
  • Saldo do FGTS + multa de 40%;
  • Seguro-desemprego.

Ações trabalhistas

A empresa também pode sofrer ações trabalhistas, como indenizações por danos morais e materiais. Isso porque a justiça entende que um funcionário, cujo salário está atrasado, pode ter dificuldades para arcar com suas obrigações financeiras.

Em casos mais graves, o cidadão pode ficar com seu nome negativado em órgãos de proteção ao crédito, como SPC e Serasa.

Além disso, em casos de reincidência sobre as reclamações de atrasos nos pagamentos, a empresa pode ser submetida a uma auditoria fiscal, realizada pela Superintendência Regional do Trabalho, e sofrer multas.

Por fim, no caso da rescisão indireta ou das ações trabalhistas, é necessário entrar com um processo na Justiça. Desse modo, a recomendação é buscar a orientação de um advogado, para garantir que o direito do colaborador seja cumprido.

Veja também: Banco pode descontar da conta salário? Confira o que é permitido

Como evitar o atraso no salário dos funcionários?

Automatize processos

Uma das principais dicas é usar a tecnologia a seu favor. Atualmente, existem no mercado opções de softwares, que auxiliam nos cálculos referentes à folha de pagamento, além do controle horários e emissão de holerites.

Outra vantagem é a centralização dos dados, ou seja, manter todas as informações dos funcionários em um único lugar; e a diminuição de erros.

Faça uma provisão de gastos

Além do salário mensal, a empresa deve estar preparada para o pagamento de benefícios previstos na CLT, como 13º e férias. Esses já devem constar no planejamento anual da empresa, para evitar futuros problemas financeiros.

Ao fazer essa provisão de gastos, a empresa consegue ter uma visão macro de seus compromissos financeiros com os funcionários. Dessa forma é possível se organizar, para não acabar com alguma dívida ou prejuízo no orçamento.

De olho nas mudanças

Novas contratações, promoções, rescisões de contrato, horas extras, e outros diferentes acontecimentos podem impactar o pagamento do funcionário e, consequentemente, o orçamento da empresa destinado a essa finalidade.

Assim, na hora de realizar os cálculos é importante analisar se alguma situação fora do planejado não pode causar alguma interferência no salário dos funcionários. Isso ajuda a evitar atrasos ou erros no pagamento.

Invista em uma rotina organizada

Essa dica está relacionada à anterior. A ideia é que a empresa crie uma rotina, prevendo as datas para o depósito do salário dos funcionários e entrega dos holerites. Ou seja, o demonstrativo de pagamento dos funcionários.

Assim, a equipe responsável por essa tarefa sabe quando iniciar todos os trâmites envolvendo o pagamento dos funcionários, para que este seja realizado no prazo correto.

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Como saber meu perfil de investidor?

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imagem contém calculadora, papel e caneta como perfil de investidor

Você já deu o primeiro passo e decidiu que vai investir. Definiu um objetivo e o tempo que vai precisar para resgatar esse dinheiro. A próxima coisa que tem que fazer é descobrir o seu perfil de investidor.

Saber essa informação é fundamental para definir a aplicação certa.

Afinal, essa escolha não é só uma questão de “qual rende mais”. Mas também deve estar dentro daquilo que atende as expectativas e até o estilo de vida de cada um.

O analista-chefe da Rico Investimentos, Roberto Indech, explica que existem três perfis de investidor básicos: conservador, moderado e arrojado.

“Ser (investidor) conservador significa não estar disposto a assumir riscos que possam comprometer seu patrimônio. Já o investidor moderado tolera um pouco de risco em troca de uma rentabilidade melhor, superior à média do mercado. O perfil arrojado, ou agressivo, se enquadra naqueles que assumem riscos mais altos e se sujeitam às oscilações do mercado em busca da maior rentabilidade possível.”

Como descobrir o seu perfil de investidor

Antes de um cliente escolher um investimento, a instituição financeira precisa aplicar a Análise de Perfil do Investidor (API). Que é basicamente um questionário, um teste que pode ser feito gratuitamente nos sites da maioria dessas entidades.

A API atende a Instrução nº 539 da CVM, em vigor desde julho de 2015, e ao Código Anbima de Regulação e Melhores Práticas para Atividade de Distribuição de Produtos de Investimento no Varejo.

Ambos preveem que as instituições financeiras avaliem aspectos como: o nível de conhecimento do cliente sobre o mercado financeiro e de capitais e seus produtos; a situação econômico-financeira e horizonte de investimento, e outros.

+ O que avaliar antes de sair de um investimento e entrar em outro
+ Conheça os 7 pecados capitais para o investidor

Essa análise permite uma melhor orientação para os investimentos e torna o processo mais transparente.

As perguntas do questionário, segundo o Banco do Brasil, estão relacionadas também à tolerância ao risco e objetivos do investimento.

Além disso, são avaliados: renda mensal, valor e ativos que compõem o patrimônio, necessidade futura da utilização dos recursos, investimentos que possui familiaridade, frequência e volume de aplicações realizadas, formação acadêmica e experiência no mercado financeiro.

Entenda como são os perfis de investidores

O perfil de cada pessoa, como vimos, é analisado a partir de uma série de variáveis particulares. Mas ainda que não realize o teste, é possível ter ideia de qual o seu perfil a partir de uma autoanálise.

Homem de terno escrevendo em um papel com gráficos
Descobrir o perfil de investidor é um dos primeiros passos para investir

Você deverá chegar a um dos três perfis a seguir:

Perfil conservador

Esse é o perfil que prioriza a segurança para as suas aplicações. O ideal aqui é manter a carteira de investimentos em produtos de baixo risco.

Porém, nada impede que uma pequena parcela do seu dinheiro possa ser investida em produtos com níveis de riscos diferenciados, para aumentar os ganhos a longo prazo.

Pode aplicar uma pequena parte do valor total investido em fundos de ações, por exemplo. Mas, em resumo, é um perfil mais voltado para a renda fixa. 

Perfil Moderado

O cliente com esse perfil de investidor ainda quer a segurança nos seus investimentos, mas também aceita investir em produtos com maior risco para poder ter mais ganhos.

Nesse caso, a diversificação pode ser a melhor estratégia de investimento. Parte da renda em aplicações mais seguras e outra parte em investimentos mais arrojados.

+ Pesquisa aponta o perfil da mulher investidora

Os moderados precisam equilibrar a equação: risco versus rentabilidade. Eles admitem perdas até que atinjam certo limite. Mas a expectativa de retorno é de médio a longo prazo.

Perfil de investidor arrojado

Esse perfil quer mais ganhos a longo prazo. O investidor agressivo, como também é chamado, aceita correr mais riscos em seus investimentos.

Ele pode aplicar mais em fundos de ações, por exemplo. Mas ainda mescla seus tipos de investimento para proteger seu patrimônio. Diversificar a carteira é sempre importante.

Para investidores desse tipo, é recomendado que se aplique pelo menos uma parte em produtos de baixo risco no mercado. Por mais que se arriscar tenha seu lado positivo, a reserva de emergência é essencial.

Qual a importância de saber o meu perfil de investidor?

O mercado financeiro sofre diversas variações, principalmente se você for aplicar o seu dinheiro na Bolsa de Valores. Por esse motivo, é fundamental que você entenda sobre o investimento que está fazendo para não perder dinheiro, mas sim vê-lo rendendo.

E sabendo qual é o seu perfil de investidor, você consegue escolher a aplicação que mais faz sentido para você e os seus objetivos. E isso permite que as chances de você perder dinheiro sejam reduzidas.

Até porque você passa a entender melhor quais são os investimentos que podem te trazer mais benefícios. Além de você descobrir se deve aplicar a curto, médio ou longo prazo, um dos erros mais comuns no mercado é justamente não ter essa noção.

Tendo em mente os riscos e o que você deseja ganhar com os investimentos, fica mais fácil fazer boas escolhas para o seu tipo de perfil.

Já consegue entender qual é o seu perfil de investidor? Compartilhe esse conteúdo com seus amigos para que eles também descubram! E não se esqueça de nos seguir no Instagram, Facebook e Twitter.

Fundação Luna pode virar maior holding de Bitcoin, atrás de Satoshi Nakamoto

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imagem simbolizando uma moeda de Bitcoin

O grupo Terraform Labs e a sua Fundação Luna vêm ganhando as manchetes dos maiores portais e canais de criptomoedas e a atenção dos investidores e entusiastas de cripto em todo o mundo.

A Terra, criptomoeda do grupo saiu de 18 dólares a unidade no início de 2021 para 100 dólares no início de 2022, entrando no top 10 de criptomoedas com maior valor de mercado. Além da popularidade de criptomoeda, a Terraform Labs também possui uma stablecoin, a TerraUSD ou UST.

O que são as stablecoins?

As stablecoins são criptomoedas que normalmente tem seu lastro uma moeda forte, como dólar, o que significa que para cada stablecoin criada deve existir um dólar dando lastro/condições de existência para esta stablecoin no mundo real.

De forma resumida, as stablecoins são moedas de caráter hibrido, possuem lastro em moedas ou ativos do mundo real, porém possuem tecnologia blockchain que é característica fundamental das criptomoedas.

Lastro em Bitcoin é novidade entre as stablecoins

Além do lastro em dólar, algumas criptomoedas possuem lastro em outros ativos do mercado tradicional, como o ouro, a prata, commodities como petróleo e o minério de ferro, e moedas fiduciárias fortes como o Euro, a Libra Esterlina e o Iene.

A Terraform Labs, inova ao lastrear sua stablecoin, UST, em outra criptomoeda, o Bitcoin.

O CEO da Terraform Labs, Do Kown, traçou a estratégia, vizando utilizar as reservas financeiras recebidas pela fundação Luna, através da venda de UST (stablecoin do grupo), e realizar compras diárias de Bitcoin, sem se importar com o preço do ativo, focando na consistência das compras.

Até o momento as médias de compra diária são de 120 milhões de dólares, o que vem empurrando o valor do Bitcoin para cima – e provavelmente continuará empurrando.

+ Criptomoeda Luna: saiba se vale a pena, como funciona e onde comprar

Como as compras da Fundação Luna afetam o mercado?

As compras constantes de Bitcoin nestes volumes, podem levar a uma mudança completa na dinâmica do mercado de compra e venda de Bitcoins.

Considerando que diariamente teremos um comprador realizando aportes equivalentes ou superiores a 120 milhões de dólares, teremos uma demanda crescente e como sempre, a oferta de Bitcoin é, e sempre será limitada a 21 milhões de criptomoedas.

Portanto, enquanto a Terraform Labs, através de sua fundação Luna, estiver comprando, teremos uma força compradora superior à vendedora, o que afeta o preço positivamente.

A outra notícia “bullish” para o Bitcoin é de que a fundação Luna não venderá Bitcoins, pois precisa ter estas moedas em custódia para servir de lastro para a UST. Desta forma, teremos menos moedas em circulação e uma carteira de Bitcoin que muito provavelmente permanecerá intocada, gerando ainda mais pressão para cima no preço do ativo.

“A razão pela qual estamos particularmente interessados ​​no Bitcoin é porque acreditamos que é o ativo de reserva digital mais forte. A UST será a primeira moeda nativa da Internet que implementa o padrão Bitcoin como parte de sua política monetária.” – afirmou Do Kwon ao portal de notícias Bloomberg.

Do Kwon pretende realizar compras de Bitcoin até que o valor dos Bitcoins em custódia da Fundação Luna chegue a 10 bilhões de dólares. Isso os colocaria como a segunda carteira com mais Bitcoins em custódia no mundo, somente atrás de Satoshi Nakamoto, criador da criptomoeda.

Uma grande aposta no Bitcoin

Essa alocação contínua de fundos em Bitcoin é uma aposta clara da Terraform Labs no futuro do mercado de cripto, pois uma decisão de lastrear suas stablecoins em Bitcoin, significa estar entrando com “all-in” em Bitcoin e apostando em um possível (e provável) sucesso da criptomoeda no longo prazo.

Por outro lado, caso o Bitcoin falhe, a UST também estará fadada ao fracasso, pois não possui lastro em ativos do mercado tradicional.

Criptomoeda Bitcoin com gráficos ao fundo
Terraform Lab toma decisão de lastrear suas stablecoins em Bitcoin

Será a Fundação Luna a maior holding de Bitcoin no mundo em breve? Acredito que seja apenas questão de tempo, e no ritmo atual de aquisição de novas moedas, talvez deixem até o lendário Satoshi Nakamoto para trás.

Para acompanhar as compras da Fundação Luna e verificar se a promessa será cumprida, basta observar a sua carteira de Bitcoin em: https://blockstream.info/address/bc1q9d4ywgfnd8h43da5tpcxcn6ajv590cg6d3tg6axemvljvt2k76zs50tv4q

Conheça Renato Carvalho, colunista do FinanceOne

Com vasto conhecimento sobre o mercado de moedas digitais, Renato Carvalho é colunista do FinanceOne. Semanalmente, ele traz informações importantes sobre criptomoedas. Fique de olho!

Renato é administrador com experiência como executivo do setor de educação internacional e empresas de consultoria empresarial e auditoria “BIG 4”.

Investidor de renda variável desde sua adolescência, produz conteúdo de educação financeira, mostrando o que faz com o seu próprio dinheiro “skin in the game”. Especialista em criptoativos e negócios disruptivos.

É Bacharel em Administração pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Université Libre de Bruxelles (Bélgica) e mestre em Administração pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC).

Confira outros textos de Renato Carvalho, colunista do FinanceOne:

Confira 8 mentiras que os bancos contam (e como não cair nelas)

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Ilustração de homem de terno na frente de um banco, segurando um cofre de porquinho

Neste dia 1º de abril, conhecido como dia da mentira, o FinanceOne lista mentiras que os bancos te contam. Afinal, é preciso conhecer as armadilhas financeiras para conseguir evitá-las.

Uma saída é ter em mente, por exemplo, que o atendente ou gerente trabalha para o banco, e não para você. A missão deles é cumprir metas e ajudar a instituição financeira a ganhar dinheiro.

Na verdade, essa é a missão número um de qualquer banco. Portanto, é preciso estar atento ao jogo de interesses que pode existir no momento em que os investimentos são oferecidos.

Nem sempre os produtos apresentados são os melhores para quem investe. Afinal,  quem vende é quem ganha as comissões.

Descubra quais são as mentiras que os bancos te contam

1. Títulos de Capitalização

Essa é uma das principais mentiras que os bancos contam. Afinal, os títulos de capitalização não são um investimento e, sim, uma loteria.

Isso porque o cliente que não é sorteado recebe o valor final sem juros ou correção. Portanto, você perde dinheiro.

Afinal, a inflação desvaloriza seu dinheiro, que fica lá parado sem rendimento. Os títulos de capitalização não são uma modalidade de investimento, apesar de os bancos dizerem que sim.

2. Poupança

A poupança pode ser considerada um investimento, mesmo que não seja um dos melhores. No entanto, a ideia de que é o único investimento seguro é outra mentira que os bancos contam.

O mesmo Fundo Garantidor de Crédito (FGC) que assegura os investimentos de até R$250 mil cobre também outras opções, tais como o CDB, LCI e LCA.

Um bom exemplo é o investimento na Renda Fixa. Afinal, existem outras alternativas mais rentáveis e tão seguras quanto à poupança.

Homem segurando cartão de crédito e acessando computador
Bancos podem arcar com golpes com cartão de crédito quando há falhas na segurança

3. Diversificação

Não existe fórmula única para os investimentos. E se alguém disser isso, estará mentindo. Afinal, cada pessoa possui um perfil diferente de investimento.

Os bancos pecam ao direcionar investimentos para os clientes com base naquilo que mais convém para o banco. Logo, saiba que nenhuma carteira de investimentos está completa com apenas um produto.

É necessário que se faça uma diversificação inteligente, em títulos e fundos de diferentes categorias, sempre respeitando o seu perfil de investidor.

4. Taxas de Administração

Para os fundos de investimentos, existem as taxas de administração em cima dos recursos aplicados. Você sabia disso? Provavelmente, não. Afinal, os gerentes de bancos não têm o costume de repassar essa informação adiante.

Essa taxa influencia diretamente na rentabilidade do seu investimento, já que é um custo que incide diretamente no valor aplicado.

Outra situação acontece também com os fundos de investimentos, que, normalmente, cobram a taxa de performance. Ou seja, aquela cobrada quando o fundo alcança um indicador escolhido como parâmetro, o chamado “benchmark”.

O problema é que as instituições não se preocupam em informar sobre essa taxa e como ela funciona.

5. Previdência Privada

Esse precisa de bastante atenção! Além da taxa de administração, há incidência da taxa de carregamento, que pode enxugar até 5% da sua aplicação.

Na maior parte das vezes, a previdência privada não compensa quando os cálculos não são feitos corretamente.

6. Venda Casada

Isso é proibido. No entanto, alguns bancos insistem em praticar.

Normalmente funciona quando você vai comprar um produto e o banco o vincula a outro. Isso tem acontecido, por exemplo, quando o cliente faz um empréstimo, que só é concedido caso haja também a compra de um título de capitalização.

No entanto, nos investimentos também acontece. O gerente diz que conseguirá uma rentabilidade maior se o cliente fizer um plano de seguro.

Se isso acontecer, procure seus direitos.

7. Bancos menores não te dão garantia

Uma das mentiras que os grandes bancos contam é que os menores não têm garantias. No entanto, felizmente, eles têm.

Todos os produtos garantidos pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC) valem para todos os bancos, tais como poupança, LCI, LCA, CDB, entre outros.

Fora isso, os bancos menores podem pagar taxas maiores a seus clientes.

8. Para aumentar sua pontuação no banco precisa adquirir um produto

Muitas pessoas têm o desejo de aumentar a pontuação que possuem no seu banco, porém não sabem como. E é bem provável que ao consultar o seu gerente, ele te informe que é possível adquirir um produto da instituição financeira. 

Mas isso é uma grande mentira, você precisa ter em mente que contratar qualquer produto, seja um cartão de crédito e/ou investimento que não traga benefícios não é aceitável. Você não precisa contratar os serviços do banco para ter um bom relacionamento.

Por isso, só contrate aquilo que você realmente está precisando e não para aumentar a sua pontuação com a instituição financeira.

Gostou deste texto? Ele foi útil para você? Então compartilhe nas suas redes sociais e ajude outras pessoas a descobrirem as mentiras que os bancos ainda contam.

Cartão de crédito: veja o que é CVV e qual sua função

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vários cartões de crédito juntos

Com certeza você já confirmou o número do CVV quando foi finalizar uma compra online certo? Mas você sabe o que é esse CVV do cartão de crédito?

As lojas online costumam indicar, normalmente, onde esse código fica para que você termine suas compras. Mas para que serve o código de segurança de um cartão de crédito? Qual a finalidade dele?

Se você não sabe o que é o CVV do cartão, basta continuar lendo este texto que vamos esclarecer. Boa leitura!

CVV do cartão de crédito: o que é?

O CVV é uma sigla e significa Card Verification Value. A tradução quer dizer “Valor de Verificação do Cartão”. Mas ele é conhecido mais popularmente como Código de Verificação do Cartão.

Esse termo é utilizado por muitas empresas de cartões de crédito para referir-se ao código de segurança do cartão.

O CVV é usado com o objetivo de certificar que a pessoa realizando o pagamento online tenha o cartão fisicamente disponível na hora de efetuar a compra.

Ou seja, o CVV funciona como uma forma de proteção contra fraudes em compras realizadas na internet.

+ Conheça 5 principais golpes com cartão de crédito

Portanto, ele serve para verificar as transações e substituir a senha usada em estabelecimentos físicos.

Existem algumas outras siglas relacionadas ao Código de Segurança do Cartão. Elas podem variar conforme a instituição do cartão de crédito.

A Mastercard, por exemplo, utiliza o Código de Validação do Cartão (CVC ou CVC2). Já a American Express usa Identificação do Cardão (CID – Card ID).

Além desses casos apresentados, o código CVV pode ser denominado pelas seguintes nomenclaturas:

  • CVVC (Card Verification Value Code);
  • V-Code ou V Code (Verification Code);
  • CCV (Card Code Verification);
  • CVD (Card Verification Data).
mulher com um cartão de crédito e um celular na mão
Cartão de Crédito: CVV serve para verificar as transações online e substituir a senha utilizada em estabelecimentos físicos

Em que parte do cartão fica o CVV?

A maioria das bandeiras, como Visa, Mastercard e JCB, coloca o código de verificação composto por três dígitos no verso do cartão de crédito, a seguir do número principal do cartão.

Mas em alguns casos específicos, como é a American Express, também conhecido como Amex, o código pode ser encontrado na parte da frente do cartão de crédito e possui quatro dígitos.

Como funciona o código do cartão de crédito?

Como falamos, a depender da bandeira, o número do código pode ser composto por três ou quatro dígitos. Ele é calculado através de um algoritmo baseado em chaves criptográficas, utilizando dados como o próprio número do cartão e data de vencimento.

Todas essas medidas são utilizadas para garantir que o CVV do cartão de crédito seja seguro e exclusivo.

Vale lembrar que apesar de o código ter o objetivo de oferecer proteção é preciso utilizá-lo com segurança.

Ou seja, todos os arquivos de armazenamento devem ser removidos após a validação do código de segurança pela operadora.

Por que é obrigatório informar o CVV nas compras online?

Muitas pessoas questionam o motivo do CVV ser obrigatório nas compras online. O principal deles é para evitar fraudes e proteger os dados do proprietário do cartão.

É por isso que, mesmo que o CVV fique salvo em um site para outras compras, será necessário colocá-lo novamente.

Dessa forma, como o código não fica armazenado em nenhum local, a pessoa dona do cartão tem muito mais segurança para realizar transações online.

É uma forma de autenticação, onde quem digita aquele código sabe que tem a propriedade daquele cartão.

Isso porque o Brasil é um dos países que mais sofre com as fraudes cibernéticos no mundo inteiro.

A pesquisa sobre as fraudes foi realizada pela Apura, empresa especializada em segurança cibernética, e divulgada pelo site jornalístico Metrópoles.

Cuidado com as compras online usando o cartão de crédito

Mesmo você estando de posse do seu CVV, que é um método de segurança, tenha muito cuidado ao realizar compras online.

Certifique-se sempre de que o site é seguro e confiável. Verifique se a empresa tem procedência, boas avaliações e recomendações. Veja os comentários e experiências de outros compradores.

Além disso, observe se a página da compra tem todo o suporte necessário para caso você precise usar alguma ajuda posterior. Geralmente empresas sérias não hexitam em deixar tudo à disposição do cliente.

Evite qualquer chance de cair em golpes ou fraudes com cartão de crédito.

Viu, só? Agora temos certeza que você já sabe o que é CVV e qual a sua importância. Agora basta ter atenção na hora de informá-lo para realizar uma compra online.

E você, gostou do nosso conteúdo? Então aproveite a visita em nosso site e leia o texto: “como o cartão de crédito é clonado” que separamos para você continuar por dentro do assunto.

É possível estornar PIX? Como funciona? Veja os detalhes

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pessoa segurando um celular logado em um aplicativo de pix

O lançamento do Pix já tem mais de um ano, mas mesmo com todo esse tempo ainda é comum que as pessoas tenham dúvidas. Afinal, ele é sucesso quando o assunto é transferências. E a dúvida que o FinanceOne vai tirar hoje é: estornar PIX é possível?

O Pix surgiu tendo como principal objetivo facilitar a vida dos brasileiros ao realizar transações instantâneas de no máximo dez segundos. Outra vantagem é que as transferências realizadas nos finais de semana e feriados também caem na conta na mesma hora.

Mas com tanta agilidade e rapidez, como funciona o estorno do Pix em caso de realizar a transação para a pessoa errada? Será que é possível estornar Pix? Se você tem essa dúvida, saiba que não está sozinho.

Por conta do crescimento de golpes por meio do pagamento instantâneo, muitos brasileiros ficaram receosos em não conseguir realizar o estorno da transação. Se você é um deles, fique tranquilo que vamos te explicar tudo agora!

Consigo estornar Pix?

Sim, é possível estornar Pix em caso de arrependimento de um dos usuários. Se isso acontecer com você, existe a possibilidade de solicitar o dinheiro para quem recebeu. E a pessoa pode realizar uma nova transferência do valor.

É claro que para que isso aconteça, você precisa entrar em contato com o recebedor para que vocês possam resolver o problema de forma amigável. Explique o motivo da sua desistência e que gostaria do dinheiro de volta.

+ Quais os principais erros do Pix? Saiba o que fazer em cada um

Outra informação importante é que mesmo que você realize um pagamento ou transferência por Pix, o seu direito de arrependimento de compra segue valendo. De acordo com o Código de Defesa do Consumidor, o prazo de arrependimento é de sete dias a partir da compra. 

Dois celulares mostram a página do PIX Saque no site do Banco Central
É comum encontrar pessoas com dúvidas sobre como estornar PIX

Então, caso exista algum problema, insatisfação, ou até mesmo um problema, você pode sim solicitar o estorno do Pix.

É possível estornar sem contatar outra pessoa?

Se você quiser realizar toda a transação sem depender de terceiros vai precisar ficar bastante atento às etapas da transação. Isso porque até o momento da última confirmação ainda é possível voltar atrás sem depender de ninguém.

Por exemplo, as etapas de realizar uma transação pelo Pix, são:

  1. Primeiro cadastre uma chave, que pode ser número de celular, CPF ou e-mail;
  2. Encontre a aba “Pix” no aplicativo do seu banco;
  3. Clique em “Transferir” e indique o valor da transferência;
  4. Para completar a transferência, insira a chave da pessoa favorecida e conclua a transação em poucos segundos.

Mas, se você quiser voltar atrás, basta não concluir toda a transação. Confira todos os dados completos e corretamente.

Além disso, a última etapa do processo de envio do valor pelo Pix é a confirmação com a sua senha de quatro dígitos. Então, antes de fornecê-la, tenha convicção de que valores estão corretos e é essa a chave Pix do pagador.

+ Descubra como cancelar um Pix já enviado

Dessa forma, você vai conseguir cancelar a transação sem depender de terceiros e otimizar o tempo na devolução do dinheiro.

Estornar Pix já é permitido em caso de fraudes

Já está em vigor o Mecanismo Especial de Devolução, que tem como objetivo agilizar o ressarcimento ao usuário que tenha sido vítima de fraude ou de falha operacional das instituições financeiras.

Essa é uma forma que o Banco Central encontrou para tentar amenizar os danos que têm sido causados por criminosos que utilizam a ferramenta para roubar usuários.

E o mecanismo está regulamentado por uma resolução editada pelo próprio BC em junho. Por conta disso, desde essa época as instituições financeiras estavam se adaptando aos procedimentos.

+ Seguro para PIX? Saiba quais bancos e instituições oferecem

Vale lembrar ainda que antes dessa novidade, ao ocorrer uma fraude ou falha operacional, os bancos precisavam estabelecer procedimentos operacionais bilaterais para devolver o dinheiro. 

E de acordo com o próprio Banco Central, isso acaba dificultando o processo e aumentava o tempo necessário para que o caso fosse analisado e finalizado. Mas agora com o Mecanismo Especial de Devolução, as regras e os procedimentos serão padronizados.

Quais são os prazos para solicitar o estorno do Pix?

Você já sabe que existem algumas situações que é possível realizar o estorno do Pix, mas uma informação que poucos brasileiros têm acesso é sobre o prazo. Sim, o Banco Central estipulou diversos prazos, tanto para quem recebe quanto para quem paga, que precisam ser seguidos.

+ Chave PIX com número de celular: o que fazer se for trocar o aparelho?

Veja abaixo quais são esses prazos:

  • Você pode solicitar a abertura da notificação de infração para transações que foram feitas, no máximo, em 80 dias. Ela pode ser feita por iniciativa do banco ou do cliente. Ao receber a reclamação do cliente, a instituição financeira deve fazer uma análise para verificar se o Mecanismo Especial de Devolução pode ser acionado para o caso; 
  • O recebedor bloqueia imediatamente o valor solicitado, total ou parcial, dependendo do saldo disponível na conta do cliente, assim que recebe a notificação de infração;
  • O recebedor tem sete dias corridos para analisar, podendo aceitar ou rejeitar a notificação;
  • Após a aceitação da notificação pelo recebedor, o pagador tem até 72 horas para solicitar a devolução;
  • Ao receber a solicitação de devolução, o recebedor tem até 24 horas para efetuar a devolução.

Veja as últimas novidades do Pix 

Desde o lançamento do Pix, o Banco Central tem realizado atualizações e anunciado novidades que estão previstas desta nova forma de pagamento, com o objetivo de melhorar a experiência dos usuários.

Recentemente o Banco Central anunciou que entrou em vigor o Pix saque e troco. O principal objetivo desta função é permitir que seja realizado o saque em espécie e a obtenção de troco em estabelecimentos comerciais e outros lugares de circulação pública. 

Dessa forma, o cliente pode fazer saques em qualquer ponto que ofertar o serviço, como comércios e caixas eletrônicos, tanto em terminais compartilhados quanto do próprio banco.

E para realizar o saque do Pix, o correntista deve apontar a câmera do celular para um QR Code, que fará um Pix para o estabelecimento ou para a instituição financeira que deverá retirar o dinheiro na boca do caixa.

+ Já ouviu falar no “golpe do PIX agendado”? Veja como ocorre e como se prevenir!

Já o Pix troco permite que o cliente faça o saque durante o pagamento de uma compra. Com isso, o cliente fará um Pix equivalente à soma da compra e do saque e receberá a diferença como troco em espécie.

Vale ressaltar que o seu extrato especificará a parcela destinada à compra e a quantia sacada como troco.

Dicas rápidas para não cair no golpe do Pix

Para você não ser um dos próximos usuários a cair em um golpe envolvendo o Pix, é preciso estar sempre atento. Além de sempre tomar os devidos cuidados e atenção na hora de cumprir cada etapa da transação.

Por isso, siga essas dicas rápidas que o FinanceOne preparou:

  • Cuidado com links desconhecidos;
  • Veja sempre o histórico das lojas e formas de pagamento, principalmente as desconhecidas por você;
  • Confirme sempre todos os dados;
  • Use o Pix apenas no aplicativo da instituição financeira e não em métodos terceiros;
  • Compras com valor alto dê sempre preferência ao cartão de crédito, pois ele permite o estorno.

Gostou dessas dicas? Então compartilhe com um amigo que usa bastante o Pix, mas não sabe dessas informações!

NuPay: conheça a solução de pagamento para compras online do Nubank

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Celulares com tela do aplicativo Nubank

As compras online cresceram muito durante o período de isolamento social da pandemia. Mas uma das barreiras que ainda afasta consumidores é a necessidade de compartilhar dados de cartão de crédito online, problema que pode ser solucionado com a NuPay. 

Essa é a nova solução de pagamento para compras online do Nubank, lançada no último dia 30 de março. Com elas, os clientes da fintech poderão pagar compras em e-commerces diretamente do aplicativo Nubank e até acessar um crédito adicional.

A NuPay, por ser uma funcionalidade do Nubank, é confiável. A ferramenta é possível graças à aquisição, ocorrida em 2020, da Spin Pay, plataforma de pagamentos instantâneos para varejistas online. 

O serviço integra as soluções de pagamento oferecidas pela NuPay for Business, novo nome da Spin. Ele pode ser integrado diretamente nas plataformas de e-commerce ou via API. Para clientes, o uso é diretamente no app.

“É uma solução disruptiva que dá a milhões de pessoas acesso a uma experiência de compra muito mais  prática e segura, eliminando o risco de fraude, além de expandir o poder de compra através da possibilidade de limites adicionais.”

Como vai funcionar o NuPay?

Todos os clientes Nubank podem acessar a Nupay, pelo aplicativo do banco. O serviço pode ser utilizado se estiver disponível no e-commerce onde a compra estiver sendo realizada, entre eles:

  • Consul
  • Baw Clothing
  • Madesa Móveis
  • Naked Nuts
  • Diageo
  • Positivo Tecnologia
  • Novo Mundo 
  • e a lojinha do Nubank 

Funciona assim: a compra é realizada normalmente no site, mas na hora de pagar a transação é realizada diretamente pelo app Nubank. Desse modo, não é necessário compartilhar dados de cartão de crédito no site do vendedor. 

É possível usar o NuPay a débito, de modo que o valor da compra é debitado automaticamente da Nu conta. Ou ainda parcelar a compra em até 24 vezes sem juros. 

Na opção crédito, o cliente ainda poderá utilizar um limite adicional. Ou seja, mesmo que o limite do cartão de crédito já tenha sido atingido, será possível acessar o serviço sem necessidade de contratação prévia de crédito. 

+ Passo a passo para pagar DARF pelo Nubank

A Nubank, no entanto, não foi clara a respeito dos limites para esse tipo de transação.

Qualquer cliente que tenha uma chave Pix habilitada pode fazer pagamentos pela ferramenta. Ela já está disponível para pagamento a todos os 54 milhões de clientes do Nubank.

pessoa sentada de pernas cruzadas mexendo no app do nubank
NuPay é a nova solução de pagamentos do Nubank para varejistas online de grande porte (Foto: Divulgação)

Qual é a vantagem do serviço para varejistas?

De acordo com a fintech, a NuPay poderá aumentar a taxa de conclusão de compras no e-commerce. Isso porque quase 50% das pessoas desistem da compra devido aos trâmites burocráticos ou medo de compartilhar dados do cartão.

Com a solução de pagamentos, o cliente Nubank não precisará passar por essas barreiras. Além disso, o banco elenca as seguintes vantagens:

  • Volume incremental de vendas, já que o cliente terá uma expansão do poder de compra
  • Simplificação dos processos operacionais no cotidiano do varejo
  • Redução da necessidade de capital de giro devido à liquidação no dia seguinte
  • Eliminação dos custos com intermediários com ferramentas antifraude e chargeback

“O NuPay é uma solução disruptiva que dá a milhões de pessoas acesso a uma experiência de compra muito mais segura e prática, além de expandir o poder de compra através da possibilidade de limites adicionais.”

Vice-presidente de Produtos do Nubank, Livia Chanes

Mas o NuPay é apenas uma das soluções de pagamento oferecidas pela NuPay for Business. Além dele, existe o Pix Checkout, que permite o pagamento instantâneo com a plataforma como intermediária.

A NuPay for Business já tem parceria com mais de 370 varejistas pelo Brasil. Todas as soluções são voltadas para varejistas de grande porte e que realizam vendas por meio de e-commerce.

Os produtos podem ser integrados diretamente nas plataformas de venda ou via API.

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Prefeitura do Rio lança o Valeu, app de delivery. Saiba como vai funcionar

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Ilustração de uma pessoa fazendo pedido de delivery pelo tablet

A Prefeitura do Rio de Janeiro lançou o seu próprio app de delivery, que promete entregar refeições na capital carioca com taxas de entrega mais acessíveis. Além disso, o projeto cobrará comissões mais baixas para restaurantes e entregadores. 

A novidade foi lançada oficialmente no último dia 28 de março. Por isso, a aderência dos estabelecimentos ainda é baixa – segundo último levantamentos, realizado no dia do lançamento, havia 40 restaurantes e bares cadastrados. 

O objetivo da prefeitura é concorrer diretamente com o gigante do delivery, iFood, e também o Rappi. Ou seja, fazer semelhante ao lançamento do Táxi Rio, em 2017, quando a ideia era driblar o domínio da Uber e da 99 na cidade. 

O Valeu foi idealizado pela Secretaria Municipal de Fazenda e Planejamento e desenvolvido pela Empresa Municipal de Informática do Rio (IPLANRIO). Por enquanto, a ferramenta está em fase de testes, mas já pode ser baixada e utilizada.

A Prefeitura não cobrará taxa de manutenção sobre compras até R$100, que representam 85% do total dos pedidos em outros aplicativos.

Valeu App Rio: como fazer o cadastro?

O app de delivery está disponível tanto para celulares Android quanto iOS. Porém, o serviço é limitado à capital carioca. 

Para fazer o cadastro, basta acessar a loja de aplicativos do smartphone e clicar em “Instalar”. Uma vez que a instalação é concluída, o usuário pode acessar o aplicativo e preencher dados de localização e dados pessoais. 

De acordo com a prefeitura do Rio, pedidos até R$100 terão entrega gratuita em um primeiro momento. Porém, a ideia é que as taxas concorram com outros apps, oferecendo preços mais acessíveis. 

Nas lojas de aplicativos, a avaliação da ferramenta ainda não está muito alta. As resenhas dos usuários apontam que o Valeu está muito cru, faltando funcionalidades como pagamento direto pelo app e dados do vendedor. 

Além disso, como está começando agora, o cardápio e opções de restaurantes ainda é pequena em comparação a outros apps. Porém, a expectativa é que a ferramenta cresça em popularidade até melhorar essas questões.

+ Saiba como economizar nos aplicativos de delivery para comida

Entregadores com uniforme do app de delivery Valeu assistem ao evento de lançamento da ferramenta
App de delivery Valeu é gratuito e está disponível para celulares Android e iOS

App de delivery promete ser mais vantajoso para estabelecimentos

O principal chamariz do app de delivery Valeu – e que também é o que permitirá a disponibilização de preços acessíveis – é que ele cobrará menos taxas dos restaurantes. A cobrança da comissão será de acordo com o valor do pedido:

  • Até R$100 não haverá cobrança de taxa
  • De R$100 a R$200, será cobrado 2% do valor do pedido
  • A partir de R$200, a comissão cobrada será de 5%

Para entregadores a plataforma também adotará uma política diferente de outros apps:

  • R$7 para cada pedido entregue no valor de até R$100
  • R$7 + 2% para pedidos a partir de R$100 

“Além da taxa mais competitiva, o aplicativo também será mais democrático. Diferente do que acontece com as tecnologias do mercado, em que os estabelecimentos maiores pagam para ficar em destaque na página inicial, o algoritmo do Valeu vai priorizar os restaurantes mais próximos do usuário. A estimativa é de chegar a 2,5 mil estabelecimentos ao final de 12 meses de operação.”

App de delivery ainda não tem cadastro para entregadores

O Valeu ainda não está aceitando o cadastro de entregadores independentes. A princípio, as entregas serão realizadas pelos contratados dos próprios restaurantes e o pagamento será feito também diretamente pelo estabelecimento.

Em relação a outros aplicativos, a vantagem dos entregadores não é necessariamente tão diferenciada. Depende do pedido. 

Acontece que o iFood paga menos, mas após greves dos prestadores de serviços a plataforma pagará R$6 por entrega a ainda R$1,50 por cada quilômetro rodado pelo entregador. 

Embora a taxa do app da prefeitura do Rio seja maior, não há comissão por quilometragem. Por outro lado, um pedido a partir de R$100 pode aumentar a comissão (mas o entregador precisa considerar que a maior parte dos pedidos não passa desse valor). 

Outra diferença do app Valeu para a concorrência, é que nessa fase de testes a prefeitura vai distribuir uniformes gratuitamente para os entregadores. Além disso, o governo municipal promete distribuir 30 pontos de apoio para esses prestadores de serviços pela cidade. 

Serão locais com banheiro e espaço para descanso, onde os entregadores poderão também ter contato uns com os outros e se conhecerem.

O que achou do app de delivery da prefeitura do Rio? Será que vai vingar? Deixe sua opinião aqui nos comentários e compartilhe! Leia também: 3 principais cuidados que você precisa ter para não cair no Golpe do Delivery