Você sabia que neste sábado, 18, é comemorado o Dia Nacional do Museólogo? Apesar de ser uma profissão pouca conhecida, o salário museólogo pode ser bem atrativo. Mas é claro que você não deve escolher uma carreira somente pelo salário.
É preciso gostar do que faz para não ser infeliz na profissão que exerce. Pode parecer meio clichê, mas é a realidade.
Por isso, além de saber o salário museólogo, você também precisa conhecer o que esse profissional faz e em quais áreas ele pode trabalhar. Até porque quanto mais informações você tiver sobre a profissão, mais fácil fica saber se deve ou não segui-la.
Isso vale para qualquer profissão que você escolha realizar. É muito importante que você saiba quais são as oportunidades existentes e a média salarial.
O que faz um museólogo?
Antes de você descobrir qual é a média do salário museólogo, é preciso conhecer sobre a profissão. Se você não conhece ou tem dúvidas sobre o que faz um museólogo, o FinanceOne resolveu trazer as principais informações desta carreira.
O papel do profissional é de investigar, classificar, conservar e expor artigos que possuam valor histórico, científico, artístico e cultural. Podendo ser material, como pinturas, esculturas ou construções, ou imaterial, como tradições e folclore.
O museólogo é o responsável por manter viva toda a memória coletiva de uma comunidade. Como isso é possível? Reunindo peças, pinturas, entre outros materiais que mostram a evolução do homem e de toda a história de um povo.
Além de cuidar de documentos históricos, o profissional também pode se encarregar de coleções artísticas, administrar bens públicos do patrimônio cultural, coordenar equipes de pesquisa, bem como ser curador de exposições sobre diversos temas e técnicas.
Onde atua o museólogo?
Mas se você acha que um museólogo trabalha somente em museus, está totalmente enganado. Isso porque o profissional também pode atuar em órgãos culturais e educacionais.
Salário do museólogo: saiba quanto ganha o profissional
Embora não seja o principal ponto a ser levado em consideração, é sempre importante saber qual é a faixa salarial do seu futuro cargo ou até mesmo a média dos últimos anos.
Uma forma útil é saber se a sua função tem categoria e piso definidos, geralmente lá essas informações de salários ficam bem visíveis e claras.
A média do salário museólogo é de R$3.086
De acordo com o site Vagas.com, que é bem tradicional e ajuda milhares de profissionais a se colocar ou recolocar no mercado de trabalho, a média do salário museólogo no Brasil é de R$3.086.
De acordo com a instituição, este profissional costuma começar a sua carreira ganhando aproximadamente R$2.470 e pode chegar a ter vencimentos de até R$4.145.
A progressão salarial costuma acontecer de acordo com o nível de experiência e tempo de serviço, de acordo com a sua empresa e ramo de atuação.
Vale destacar, ainda, que este valor pode se tornar ainda maior se a sua empresa oferecer gratificações, benefícios e auxílios.
O que é preciso para se tornar museólogo?
Para se tornar museóloga, basta ter o curso de nível superior em museologia. Também podem ingressar na área pessoas que sejam pós-graduadas em museologia e tenham graduação em outra área relacionada.
Mas, não é só dessa forma. Geralmente também é possível exercer a profissão por meio de curso técnico na área. É preciso que você veja quais são os requisitos da vaga que irá concorrer.
Salário museólogo vale a pena?
De fato, a carreira de museólogo tem um salário bem atrativo que pode ficar ainda maior com complementações. Entretanto, este não pode ser o único fator a levar em consideração.
Fora o salário, é preciso levar em conta a identificação com a carreira. Além disso, pesar a carga horária e desejo profissional.
Isso porque muitas vezes o salário não condiz com a sua vocação e sonho. Dessa forma, visar somente a parte financeira pode lhe trazer felicidades no futuro.
Mas, caso você sinta que é uma área que lhe trará realizações, com certeza é o salário museólogo vale a pena e é um ponto bem positivo.
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Os NFTs são tokens não fungíveis. Mas o que isso significa?
Não fungível significa que não é possível se replicar o valor de uma peça original, um exemplo prático seria o seguinte:
– Você e mais cinco amigos colocam cada um uma nota de R$100 em uma urna. Após uma hora, todos voltam e pegam cada um uma nota. Se alguém pegou a nota que outra pessoa colocou na urna ao invés de pegar exatamente aquela que ele colocou? Existe algum problema?
Não, pois as notas de real são fungíveis, podem ser reimpressas (pelo governo, é claro), mas o valor de uma nota de R$100 é o mesmo valor de qualquer outra nota de R$100. Ou seja, as notas de R$100 são fungíveis.
Agora veja esta situação:
– Você e mais cinco amigos colecionadores de arte colocam uma pintura da Monalisa numa urna, uma idêntica à outra, porém a sua peça é a pintura original de Leonardo da Vinci.
Após uma hora, todos voltam e pegam cada um uma pintura. A diferença agora é que existe um grande problema se as pessoas pegam a pintura de outra pessoa, pois a pintura original está entre elas, e esta possui muito mais valor que as outras cópias idênticas. A pintura original da Monalisa é não fungível.
Agora vamos aos tokens, o que são os tokens? Os tokens podem ser qualquer coisa, isso mesmo, qualquer coisa! Um desenho, um meme, uma música, um vídeo, um selo digital, e até um terreno num mundo virtual.
Se você veio a este artigo já sabendo um pouco sobre NFTs, com certeza já ouviu falar dos CryptoPunks, este é o nome dado a uma coleção de 10.000 desenhos de gosto duvidoso como o abaixo, que são vendidos e colecionáveis no blockchain do Ethereum.
Há controvérsia sobre o valor da venda deste ativo, pois alega-se que ele foi vendido e comprado por uma mesma conta no blockchain, ou seja, o próprio vendedor comprou sua arte por um valor estratosférico com o objetivo de gerar hype na sua imagem.
2 – Everydays: The First 5000 Days (69 milhões de dólares)
Digital artist Beeple posted a new work of art online every single day for 5000 days.
Those pieces have been brought together in one digital collage EVERYDAYS: THE FIRST 5000 DAYS, minted as an NFT and is being auctioned off by Christie's.
Esta é a arte digital ou NFT mais conhecido do mundo. O artista Mike Beeple criou uma imagem por dia desde 2007 e reuniu estas imagens numa grande imagem resultando na obra abaixo.
Além de ser o segundo NFT mais caro da história, Everydays também é a terceira obra de arte mais cara da história considerando obras vendidas com o criador ainda vivo.
Empatados em quarto lugar, duas figuras também da coleção CryptoPunk, não há qualquer explicação para uma figura custar mais caro do que a outra, a não ser que cada uma possui características únicas.
Mais uma obra de gosto duvidoso, CrossRoads mostra o ex-presidente Donald Trump coberto de palavrões enquanto um pássaro faz um “tweet” do emoji do palhaço, isso tudo como plano de fundo para alguns pedestres passeando calmamente.
Mas você pode estar se perguntando: qual a psicologia por trás de alguém que compra a posse de uma imagem, música, meme, entre outros ativos virtuais, sendo que um simples ctrl c + ctrl v, pode replicar estes ativos em questão de segundos?
Isso vai de cada um, cada pessoa sabe o valor de algo para elas, é muito difícil mensurar o valor emocional de alguns objetos ou até mesmo a exclusividade de possuí-los.
Acredito que vivemos um hype enorme nos NFTs e que provavelmente 99% destes ativos digitais terão seu valor reduzido a zero no longo prazo, sendo este um investimento de altíssimo risco, porém merece a atenção de qualquer investidor de criptomoedas, pois já demonstrou que a categoria veio para ficar.
Conheça Renato Carvalho, colunista do FinanceOne
Com vasto conhecimento sobre o mercado de moedas digitais, Renato Carvalho é o novo colunista do FinanceOne. Semanalmente, ele trará informações importantes sobre criptomoedas. Fique de olho!
Renato é administrador com experiência como executivo do setor de educação internacional e empresas de consultoria empresarial e auditoria “BIG 4”.
Investidor de renda variável desde sua adolescência, produz conteúdo de educação financeira, mostrando o que faz com o seu próprio dinheiro “skin in the game”. Especialista em criptoativos e negócios disruptivos.
É Bacharel em Administração pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Université Libre de Bruxelles (Bélgica) e mestre em Administração pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC).
Viajar sem dinheiro “sobrando” é a realidade de muitos brasileiros. Isso porque na hora de elaborar a famosa listinha com tudo aquilo que queremos conhecer nas viagens o orçamento não cabe.
Por isso, vamos dar algumas dicas de como viajar mais sem gastar muito para ajudar no planejamento de quem quer rodar o Brasil e o mundo este ano. A primeira coisa que você tem que fazer é definir o destino.
Depois coloque tudo em um papel ou, se preferir, em uma tabela do Excel. Gastos com as passagens, hospedagem, alimentação, transporte, passeios turísticos e, claro, as compras, já que todo mundo compra algo em viagem.
Tudo deve estar anotado e definido antes de pensar em colocar o pé no avião. A última coisa que você quer é estourar o limite do cartão de crédito quando estiver longe de casa.
E se você está aqui é porque provavelmente ama viajar, mas não tem o dinheiro necessário. Ou não tem dinheiro para viajar pelo tempo que deseja. Mas o FinanceOne garante: viajar é possível para todos.
Como prova disso, reunimos 20 dicas que podem te ajudar a economizar dinheiro para viajar. Prepare-se para visitar os lugares que quiser, quando quiser.
Como viajar sem dinheiro?
1 – Organize-se financeiramente
Monte uma planilha com todas as entradas e despesas que você tem e, no final ou começo de cada mês, faça uma análise. Confira os gastos que podem ser eliminados no próximo mês.
2 – Tenha um cofrinho
Pode ser um vidro grande, um porquinho ou até mesmo uma poupança. O mais importante é ter um lugar específico para guardar dinheiro, sejam moedinhas que sobram, como o troco no mercado, seja uma quantia específica que você pretende juntar por mês.
3 – Controle melhor os seus gastos diários
Parece bobagem, mas os pequenos gastos do dia a dia consomem uma grana que, no fim do mês ou do ano, poderia te ajudar a embarcar naquela viagem dos sonhos. Há vários aplicativos que te auxiliam nessa tarefa de mapear quais são os seus gastos e, consequentemente, controlar de forma mais consciente o seu dinheiro.
4 – Viaje na baixa temporada
Evite viajar durante as férias escolares (meses de julho e agosto) ou na época de festas (dezembro e janeiro).
Nessas épocas as tarifas aumentam, principalmente as de hospedagem. Prefira viajar no resto do ano e escape das multidões de turistas e filas gigantes nas atrações do seu destino.
5 – Pesquise passagens mais baratas na internet
Use os sites que comparam preços. Se você tem flexibilidade de datas para viajar, visite sites como kayak, momondo e skyscannerpara comparar os valores das passagens.
Vale a pena entrar em vários sites, já que as companhias têm acordos diferentes com cada um deles. Alguns dos sites, por exemplo, incluem tarifas de companhias de baixo custo.
Além disso, você pode filtrar os resultados mais convenientes para sua viagem. O Google Flights, por exemplo, tem alertas de tarifas para quando os preços caírem de um trecho em que você tem interesse.
6 – Use o programas de milhagens
Sempre que for comprar uma passagem aérea, use programas de milhagem e seja fiel a uma empresa. Dessa forma, será possível usar milhas para voos promocionais, além de participar de ofertas especiais.
7 – Escolha trechos para viajar de noite
Se a sua viagem durar mais de seis horas, prefira viajar de noite. Além de economizar uma diária de hotel, você pode ter uma experiência muito bacana de dormir, por exemplo, em um trem noturno – equipado com camas para garantir uma boa noite de sono aos viajantes!
Pesquisar com antecedência pode garantir valores muito mais em conta
Como economizar com hospedagem
Economizar com hospedagem é ideal para quem quer viajar sem dinheiro. Com isso, é possível converter esse gastos com refeições e passeios.
Ou até mesmo essa vai ser a economia que faltava para viabilizar a sua viagem.
8 – Pesquise preços online
Nada melhor do que achar o melhor preço de uma diária e ler comentários reais, de pessoas comuns que se hospedaram nos hotéis.
Para isso, há sites como o Booking.com, o Hostelword.com (para hostels) e o Trivago.com.
Visite também o TripAdvisor, pioneiro entre eles, mas que tem a desvantagem de aceitar comentários de quem não se hospedou — os demais só abrem a seção de comentários para hóspedes reais, depois de ficarem no hotel.
9 – Procure anfitriões
Essa é uma das opções que mais agradam as pessoas. Pois ela vai muito além de uma hospedagem de graça. É uma troca de experiência. É viver como os locais.
Use a ferramenta chouchsurfing criada em 2003 para conectar pessoas que necessitam de hospedagens com anfitriões que gostem de receber viajantes — pois acabam viajando junto. É um intercâmbio de hospitalidade.
De olho nos descontos!
10 – Alugue por temporada
Use o Airbnb. É uma plataforma de hospedagem alternativa que permite ligar usuários do mundo inteiro com uma mesma finalidade: aluguel de temporada. Seja como anfitrião, seja como hóspede. Tudo isso de forma prática e simples.
13 – Hostel
Os hostels, ou albergues para viajantes, são uma categoria de hospedagem mais barata. Onde as pessoas compartilham quarto e banheiro. Você pode dividir um quarto com uma ou até 12 pessoas (pode ser com mais também, mas não é muito comum).
14 – Acampe
Não tem muito para onde fugir. Quando o calo aperta, o camping é sempre uma boa opção. Principalmente em lugares mais caros, onde uma diária até mesmo em hostel é uma fortuna. Um site bom para fazer uma pesquisa na relação de campings é o Ioverland.
15 – Use transporte público
Nada de táxi. Vá de ônibus, metrô ou bicicleta. Economize com a gasolina e terá algumas centenas de reais a mais para sua viagem. Deixe o carro em casa. É uma mudança de hábito um tanto quanto difícil, mas altamente recompensadora quando a ideia é ter dinheiro para viajar.
16 – Pegue carona
Pegar carona para viajar sem dinheiro no Brasil ainda não é muito difundido, mas em países da Europa é uma prática muitas vezes comum. Existem até aplicativos que unem as pessoas. Na maioria das vezes vai te ajudar a economizar no combustível ou no transporte público.
17 – Cozinhe
Não dá para viajar sem ter um gostinho (literalmente) da vida local, mas os restaurantes não são obrigatórios em todas as refeições de sua viagem. Se estiver à procura de um hostel, procure um que tenha cozinha para os hóspedes. Além de poder comprar os produtos locais em um mercado, você vai economizar muito na hora de comer.
Mantenha sempre o orçamento
18 – Café da manhã reforçado
O café da manhã é a principal refeição. Sem essa alimentação reforçada você vai sentir mais fome durante o dia. Se o café da manhã estiver incluso, aproveite para levar um lanchinho para a rua, mas não é para abusar, só uma fruta ou um sanduíche.
Para viajar sem dinheiro é preciso aproveitar as oportunidades. Se o café da manhã não estiver incluso, use as suas compras no mercado para preparar um sanduíche e levar para a rua.
19 – Faça passeios de graça
Toda grande cidade possui uma programação gratuita para seus maiores atrativos turísticos. Claro que você precisará entender as regras e geralmente é um dia específico da semana. Então, uma boa pesquisa pode ser útil nessa área para que encaixe com o dia que você está na localidade.
O site ideal para auxiliar nessa busca é o Free City Tour, com atrações turísticas e passeios disponíveis sem custos em todos os continentes.
20 – Aplicativos de viagem
Planejar uma viagem pode não ser uma tarefa fácil. Porém existem maneiras de aproveitar a estadia em um lugar desconhecido sem precisar de um guia turístico indicando aonde ir. Para isso, basta ter um smartphone.
Existem aplicativos de viagem dos mais diversos tipos nas lojas de apps do Android e do iOS. Eles podem ajudar desde a escolha do destino até a reserva de hotéis, aluguéis de carros e definição do roteiro.
Grande parte deles permite comparar preços, garantindo ainda uma boa economia.
21) Evite pontos turísticos famosos
Pode parecer loucura viajar e não conhecer os pontos turísticos, certo? A ideia aqui é procurar por opções que sejam mais em conta para a sua viagem. Não adianta querer ir em todos os passeios se você vai estourar o cartão de crédito.
Existem muitas opções de lugares que podem ser visitados com meios de transportes públicos ou até mesmo a pé. Uma dica é você pesquisar quais são os locais que deseja ir e a proximidade entre eles.
Assim você consegue montar um cronograma sem gastar muito. Além disso, opte por locais ao ar livre e que são pouco explorados pelos turistas. Você pode encontrar lugares incríveis.
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O mercado financeiro em 2021 continua sofrendo as consequências da pandemia do coronavírus. No Brasil, os últimos indicadores divulgados apontam para o aprofundamento da recessão que deve perdurar no ano que vem.
O principal destaque negativo é o aumento da inflação. O índice sofreu altas constantes durante o ano. Principalmente, pelo aumento desenfreado do preço da gasolina.
Aliado a isso, o desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) foi abaixo do esperado. E o desemprego está elevado, o que leva ao endividamento e a uma queda da renda real das famílias brasileiras.
Por isso, muitos, certamente, gostariam de esquecer o que aconteceu neste ano: coronavírus, perdas, economia em recessão. No entanto, alguns problemas seguem conosco em 2022 e muitos efeitos do que se passou ainda serão sentidos por algum tempo.
Além disso, existem também algumas mudanças que vieram para ficar. Ou seja, olhar para a retrospectiva 2021 é muito importante, pois ela também nos traz bastante aprendizado.
Retrospectiva: fatos que marcaram o mercado financeiro em 2021
1 – Covid-19
O ciclo de vacinação mesmo que lento permitiu a redução nas restrições de circulação. Algo que foi positivo para as empresas e para o consumo.
A expectativa se tornou tão positiva que, em junho deste ano, o Ibovespa atingiu a máxima histórica, cotado acima dos 130 mil pontos.
No entanto, uma série de notícias políticas reverteram o cenário e trouxeram uma desvalorização acima de 20% para o índice desde junho.
Para piorar, os mercados financeiros reagiram com nervosismo após o anúncio de uma nova cepa do coronavírus, chamada de ômicron.
Classificada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como uma “variante de preocupação”, lança incertezas sobre a trajetória da economia mundial.
2 – Inflação
A protagonista da economia brasileira em 2021 é a inflação. Diversos fatores ajudam a explicar a elevação do custo dos produtos e serviços, medido oficialmente pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
A começar pela redução do ritmo de produção em função da pandemia. Algo que fez com que a oferta não fosse suficiente para cobrir a demanda — uma relação clássica na definição de preços.
O aumento do dólar é outro problema. Muitas commodities são precificadas na moeda americana.
É o caso da gasolina, por exemplo, que além de ser utilizada como combustível, também é matéria-prima para outros mercados. O mercado de alimentos é outro que sofre nesse ambiente de dólar elevado.
Por fim, a injeção de liquidez na economia promovida pelo governo por meio do Auxílio Emergencial é outro fator que contribui para o efeito inflacionário.
Tudo isso, em conjunto, sinaliza que a inflação brasileira em 2021 deve fechar acima de 10%, bem acima da meta oficial do governo.
3 – Selic e Juros
O principal instrumento do governo para tentar controlar a inflação é aumentar a taxa de juros, tornando o custo da dívida maior e reduzindo o incentivo ao consumo.
Diante do aumento dos preços em 2021, o Banco Central optou pela reversão do ciclo de baixa dos juros no país.
Vale lembrar que, pouco antes da pandemia explodir, a Taxa Selic foi fixada no menor percentual histórico: 4,0% ao ano. Pouco depois, em razão da necessidade de estimular a economia diante do isolamento social, ela foi reduzida ainda mais.
No entanto, como sabemos, essa ainda não é a realidade do nosso país e, diante do desafio inflacionário, o aumento das taxas de juros foi necessário e segue em andamento. Em dezembro, devemos ter uma nova elevação definida pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Hoje, ela encontra-se em 9,25%.
Ou seja, o ciclo de alta prejudica a recuperação das empresas, pois torna o endividamento mais caro.
Por outro lado, pensando no mercado financeiro em 2021, favorece os ativos de renda fixa atrelados à Taxa Selic ou ao CDI, que se tornam mais atrativos.
4 – PIB em baixa
O mercado financeiro em 2021 foi impactado diretamente pela Covid-19 e Inflação
O Banco Central (BC) revisou para baixo a previsão de desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro para 2021 e 2022.
A estimativa de crescimento do PIB de 2021, em relação ao verificado em 2020, está em 4,65%. A previsão ficou 0,06 ponto percentual abaixo do número divulgado no final de novembro (4,71%).
Antes, a variação do PIB neste ano chegou a ser prevista em 4,78%, em meados de novembro, e em 4,88%, no final de outubro.
Para 2022, a previsão de variação do PIB também sofreu ligeira revisão para baixo, e está projetada em 0,5%. No final de novembro, esse número era estimado pelo BC em 0,51.
5 – Política
O ambiente político se manteve agitado com a anulação da condenação do ex-presidente Lula. Com isso, ele voltou a se tornar elegível e é, inclusive, um dos possíveis candidatos para a eleição de 2022.
Uma consequência da elegibilidade do Lula foi uma aproximação do atual presidente, Jair Bolsonaro, com os candidatos de centro.
Aliado a isso, desde então, a preocupação com os gastos públicos ganhou destaque no noticiário econômico. Afinal, com queda na popularidade, Bolsonaro começou a abrir mão do teto de gastos para tentar ganhar votos que poderiam ser perdidos no meio do caminho.
O que aconteceu nos caso da votação da PEC dos Precatórios visando a manutenção do Auxílio Emergencial.
6 – Crise Hídrica
Se não bastassem os episódios políticos para conturbar a economia brasileira, quis o destino que fatores naturais também não colaborassem. Com a escassez de chuvas no país, diversos reservatórios de água passaram a ter níveis preocupantes.
A crise hídrica retomou discussões sobre um possível racionamento de energia. Cenário que, pelo menos até a última revisão deste artigo, não se confirmou.
Entretanto, esse fato já foi suficiente para trazer nova instabilidade econômica. Em primeiro lugar, visando evitar o desperdício, a cobrança de energia sofreu reajustes consideráveis.
O custo da conta de luz, para o consumidor final, ficou elevado. Além disso, o segundo semestre foi desafiador para as companhias de geração de energia, com impacto direto nos seus resultados.
7 – Preço dos combustíveis
O preço da gasolina sempre foi uma preocupação do brasileiro, mas os aumentos frequentes de 2021 deixou os trabalhadores ainda mais preocupados. Afinal, o combustível teve aumentos frequentes.
Contudo, iso acontece porque o Brasil alinhou esse preço ao valor internacional em dólar em 2016 com o Preço de Paridade de Importação (PPI). E graças a crise econômica que o país passa atualmente, o real está extremamente desvalorizado. Essa já é a justificativa da frequência dos aumentos.
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Está com o nome sujo e não consegue fazer um cartão de crédito? O seu problema pode ser solucionado com o cartão de crédito pré-pago. Essa é uma das atuais modalidades de cartão mais procuradas.
Se você é daqueles que adora fazer uma compra pela internet, então, vai adorar essa opção. Funciona como cartão de débito, mas sem estar vinculado a nenhuma conta ou agência bancária.
Ou seja, você escolhe quando quer carregar e utiliza os seus créditos da forma que quiser.
Gostou da opção de cartão de crédito pré-pago? Então fique atento aos detalhes. Separamos as informações que você precisa para saber como funciona.
Como funciona o cartão de crédito pré-pago
O funcionamento é bem fácil, assim como todos os outros mecanismos que possuem a opção pré-paga. Por exemplo, recarga de celular. A lógica é a seguinte: você carrega o quanto quiser e depois escolhe a melhor opção de pagamento.
E o melhor: não há limite e nem quantidade de vezes para que você possa carregar o seu cartão. No entanto, o recomendado é ter controle sobre a quantidade de crédito inserida.
Além disso, como não estará ligada a nenhuma empresa, banco ou conta, a administração é de total responsabilidade do dono do cartão.
Vantajoso para inadimplentes
Esta opção de cartão é muito boa para quem tem o nome sujo e não consegue fazer um cartão de crédito, ou abrir uma conta bancária.
Além disso, facilita também para aqueles que não podem comprovar renda ou têm muita dificuldade de controlar os gastos.
Você pode estar se perguntando: como o pré-pago vai ajudar a controlar os gastos?
Mas é aí que está o erro. Isso porque o cartão não vai fazer você ser mais econômico, mas pode ajudar a administrar melhor as despesas.
Isso porque o limite de crédito vai de acordo com o valor que foi carregado, nada a mais (a não ser que tenha sobrado da última recarga). + Dicas para não emprestar o cartão de crédito
Tipos de cartão de crédito pré-pago
A modalidade de cartão crédito pré-pago tem duas opções. Ambas já são conhecidas pelo uso no tipo comum de cartão. Mas, é preciso ficar atento aos detalhes que cada uma apresenta antes de escolher.
Cartão pré-pago para uso em território nacional: pode ser usado no Brasil; é válido somente para todo o país, pois o seu crédito é carregado em reais.
Cartão pré-pago para viagens internacionais: pode ser utilizado fora do país, pois ele tem a possibilidade de ser carregado em diversas moedas estrangeiras. É excelente para viagens para o exterior.
O cartão de crédito pré-pago é uma ótima opção para quem está com o nome sujo
Geralmente, em cartões de crédito normais, os limites são estabelecidos pelas empresas e vão de acordo com a renda do consumidor.
Se a renda for bem alta, a chance de o limite ser alto é bem grande. Por isso, o pré-pago é bom para quem não consegue se controlar financeiramente.
O pagamento é bem simples e vai de acordo com a administradora do cartão que você escolheu para adquirir a opção pré-pago. Nesse sentido, você poderá escolher a opção de boleto bancário ou cartão de débito.
Para a primeira opção, o valor tem previsão de ser validado em até 48 horas úteis.
Na segunda modalidade, em uma hora o valor pode estar liberado ou em até 24 horas.
Como informado, é uma excelente opção para quem gosta de compras pela internet e não tem cartão de crédito. Chega de pedir emprestado, não é?
Só que tem um detalhe importante. Nessa opção, não costuma ser possível, até o momento, parcelar as compras.
Por isso, fique atento ao validar a compra e veja como ela foi realizada para evitar constrangimentos posteriores.
Cartão de crédito pré-pago: as melhores opções para 2022
Agora que você descobriu as vantagens e desvantagens de um cartão de crédito pré-pago, confira quais são as melhores opções para escolher em 2022. 2021 já está terminando, mas ainda dá tempo para você garantir o seu.
Confira os mais bem avaliados nos últimos meses:
Bradesco DIN
O cartão de crédito Bradesco DIN é uma opção mais recente, lançada a pouco tempo no mercado e já está bem avaliada. É uma das melhores opções, com benefícios e não exige a necessidade de consulta nos órgãos de proteção ao crédito, como SPC e Serasa.
Tarifas e limites
Zero anuidade
Taxa de R$9,90 para emissão
Taxa de R$9,70 para transferências via TED e R$1,90 para saques nacionais
Limite máximo de recarga é de R$5 mil no mês
RecargaPay
O RecargaPay é outra opção que está em alta e possui várias vantagens para quem deseja ter um pré-pago em mãos. Ele é disponibilizado na bandeira MasterdCard internacional. Ele também é livre de análise de crédito!
Tarifas e limites
Sem custos apenas na versão Prime, que custa R$9,90 ao mês
Há versão virtual
Taxa de R$5,90 em casas lotéricas
Tarifa de R$7,90 em caixas eletrônicos
Taxa de R$14,90 na emissão de segunda via
Limite de R$300 ao mês na versão free e R$1.50 na prime
O cartão pré-pago do Mercado Pago é outra boa opção de 2021. Inclusive, é um dos que possuem maiores benefícios e facilidades, e eles são para todos, principalmente para os vendedores do Mercado Livre.
Taxas e limites
Zero anuidade
Sem taxa de emissão
Taxa de R$9,90 para saques nacionais ou internacionais
Limite de R$3 mil para gastos diários, sendo R$1mil para saques e R$2 mil em compras.
Limite de R$500 em saques diários nas lotéricas
Neon
Outro cartão de crédito pré-pago, e de uma fintech brasileira, é o do banco Neon. Quem quiser um, basta criar uma conta digital pelo aplicativo do banco. Nele, não há valor para emissão, tampouco de anuidade.
Taxas e limites
Sem anuidade
Zero taxa de emissão
Zero taxa de transferência
Taxa de R$5,90 para saques em Banco24Horas
Taxa de 4% + IOF em compras internacionais
PagBank
Fechando a lista, temos o cartão de crédito pré-pago do PagBank. Ele é uma opção vinculada ao PagSeguro e também está disponível na versão internacional. Ele traz promoções, descontos exclusivos, assinaturas de aplicativos, pagamento por aproximação e outras vantagens.
Taxas e limites
Taxa de R$12,90 em cada emissão e reemissão de cartão
Tarifa de R$19,90 para manutenção do cartão (após 180 dias e por mês)
Taxa de R$7,90 a cada saque nacional ou internacional
5% + IOF em uso internacional
Vantagens e desvantagens do cartão pré-pago
Agora que você já conhece o cartão, sabe como funciona, quais os tipos e melhores opções, chegou a hora de decidir se quer ou não ir por esse caminho. E para te ajudar, o FinanceOne separou uma lista com vantagens e desvantagens.
Vantagens
Em caso de perda ou roubo, é possível recuperar o dinheiro que estava como crédito no cartão pré-pago. Para isso, é preciso ter registrado o roubo;
É aceito em todo o Brasil e também internacionalmente;
Não é preciso ter uma conta bancária;
Ajuda a controlar os gastos, por isso costuma ser muito utilizado por pais para depositar crédito em mesada para seus filhos;
É um cartão de crédito que até mesmo quem está negativado pode solicitar;
É sem anuidade e com pouquíssimas (ou nenhuma) tarifas;
Pode usar em compras físicas, mas também nas virtuais;
Mais comodidade, já que é possível carregar pela internet ou telefone.
Desvantagens
A principal desvantagem é a cobrança de taxas. Para começar a utilizar o cartão pré-pago são cobradas algumas taxas, que variam de acordo com a administradora.
Dessa forma, antes de começar a utilizar, verifique se o pré-pago será vantajoso ou você terá mais prejuízos, caso você pretenda carregar um valor pequeno. Compare as taxas e veja qual é a mais em conta.
Mesmo com as desvantagens, você sabia que dá para economizar com o cartão de crédito? Basta ter o famoso autocontrole e não pecar pelo excesso.
O cartão de crédito pré-pago ainda é pouco utilizado, pois é pouco conhecido. Mas ele possui mais vantagens do que desvantagens, como vimos.
Ele é uma ótima opção para quem não pode comprovar renda ou adquirir um cartão de crédito, uma vez que funciona basicamente como um, mas recarregando valor em vez de limite.
Além disso, as formas de pagamento também são bem cômodas e facilitam para quem tem uma rotina corrida. É possível, por exemplo, quitar por débito.
Como adquirir um cartão pré-pago?
Conseguir um cartão pré-pago é ainda mais fácil do que um cartão de crédito. E o melhor, tem a mesma comodidade e praticidade. Afinal, ambos têm praticamente a mesma função: facilitar a sua vida e possibilitar novas compras.
Por exemplo, é possível adquirir um cartão sem sair de casa, apenas pela internet. Basta acessar o site de determinada operadora ou administradora/banco e solicitar o seu.
Um banco que conta com opção de cartão pré-pago é o Santander.
O Santander, inclusive, traz como opção cartões pré-pago personalizados ou não. O banco ainda conta com diversas parcerias, como em restaurantes, postos de gasolinas e outros.
Uma informação importante que você precisa saber é como carregar o seu cartão de crédito pré-pago. Afinal, se ele não tiver saldo será impossível utilizar. Se acabar, o que fazer?
Saiba que a recarga pode ser feita de várias formas, entre elas:
boleto bancário gerado pelo próprio usuário;
transferências (seja DOC, TED ou Pix);
recarga em lojas e mercados conveniados com a sua administradora do cartão.
E aí, gostou dessa opção? Já pensou em ter seu cartão de crédito pré-pago ou já tem? Compartilhe a sua experiência conosco e com os demais leitores nos comentários!
Você já pensou em ganhar dinheiro utilizando o YouTube? Muitas pessoas sonham em ter um canal que dê lucro na plataforma. Essa não é uma tarefa fácil, mas também não é impossível como muitos acham.
Independentemente se você quer tornar o Youtube seu trabalho ou somente uma renda extra para aumentar seu orçamento, saiba que é preciso ter uma estratégia para ganhar visibilidade na rede social.
Para se destacar e ter o YouTubecomo uma renda você vai precisar:
Produzir vídeos que sejam 100% originais;
Ter ao menos quatro mil horas de conteúdos assistido nos últimos 12 meses;
Atender a todas as diretrizes que o YouTube pede.
E quanto você ganharia fazendo vídeos para o YouTube? A resposta varia muito, existem os youtubers que são muito bem pagos, e faturam perto de milhões, e os que ganham menos, mas ainda assim conseguem viver disso.
5 dicas para começar a ganhar dinheiro com o YouTube
Se você é produtor de conteúdo sabe o quão importante é conseguir ganhar dinheiro com o que produz. Para te ajudar, o FinanceOne preparou uma lista cheia de dicas que podem te beneficiar. Confira!
1) Ative a monetização no YouTube
O próprio YouTube tem uma opção para realizar a monetização dos vídeos. Ele é chamado de Programa de Parcerias do Youtube (YPP). E é dessa forma, por exemplo, que você consegue gerar receitas sobre o consumo do material que produz para a plataforma.
E como isso acontece no caso dos vídeos? Por meio das visualizações ou cliques, por exemplo, que os usuários dão no seu vídeo, por exemplo.
Vale ressaltar que para ativar a monetização dos vídeos do YPP é preciso seguir algumas regras importantes que são impostas pelo próprio Youtube.
Os anúncios que são exibidos antes e durante os vídeos podem fazer com que você ganhe dinheiro. Essa modalidade é monetizada por cliques ou visualizações dos anúncios.
Sendo assim, quanto mais pessoas clicarem no anúncio ou quanto mais pessoas assistirem por mais tempo, mais dinheiro vai para o dono daquele canal.
Existe uma estimativa de que o YouTube pague, a cada 1.000 views do vídeo entre U$0,25 e U$4,50 (o que ficaria entre R$1 e R$18, no Brasil).
Vale ressaltar ainda que a plataforma só considera como visualização quando há um clique no vídeo ou quando o usuário assiste ao menos 30 segundos do conteúdo.
O YouTube é uma possibilidade de ganhar dinheiro a mais no final do mês
Alguns tipos de anúncio são:
Anúncio Gráfico: aparece ao lado do vídeo – somente para computador;
Sobreposição: banner semi transparente sobre o vídeo – somente para computador;
Anúncio de Vídeo Ignorável: aparece antes, durante ou no fim do vídeo e o usuário pode “pular” – disponível para computador, celular, smartTV e videogame;
Anúncio de Vídeo Não Ignorável: dura até 30 segundos e não pode ser pulado – disponível para computador e celular.
3) Peça contribuições aos seguidores
Outra forma de monetizar é pedindo contribuições aos seus seguidores e daqueles que assistem ao seu canal. Os usuários mais fiéis costumam ajudar a contribuir de forma esporádica ou regular para manter o seu crescimento e produção de vídeos.
E você, é claro, retribui a essa ação oferecendo conteúdos exclusivos e de valor para essa massa.
4) Percentual sobre vendas
Além dessas possibilidades, tem também a forma de monetizar com percentual sobre as vendas. É a famosa comissão de ganhos obtidos em cima de determinadas operações.
Essa cultura, por exemplo, é bem comum em empresas e ficou ainda mais evidente com a nova cultura de influencers na internet. Você pode se inscrever em um programa de afiliados para receber os links e ganhar comissão em cima de cada conversão.
Com isso, é cada vez mais recorrente o uso de marcas para expor produtos apenas como forma de monetização. São muitas as campanhas para esse molde e que podem reverter em grana para os youtubers.
Gostou desse conteúdo? Ele te ajudou a saber mais sobre como ganhar dinheiro com o Youtube? Então compartilhe nas redes sociais para que mais pessoas possam saber dessas dicas e faturar também.
Para aqueles que possuem um perfil de investidor mais voltado para o conservadorismo, os Títulos do Tesouro pré-fixados surgem como uma ótima alternativa de aplicação.
Isso porque, mesmo em uma aplicação de renda fixa, é possível investir o seu dinheiro mesmo sem saber o quanto você receberá de retorno financeiro. Por exemplo, podemos citar o Tesouro Selic, que utiliza a taxa básica de juros como um referencial.
Mesmo utilizando um indexador importante, não é possível saber ao certo o quanto você ganhará com aquela aplicação. Afinal, a taxa Selic muda a cada 45 dias, podendo subir ou descer de acordo com o cenário econômico do Brasil.
Já os títulos de tesouro pré-fixados atuam como o seu nome já sugere. No momento da aplicação, é possível determinar ou pelo menos saber o quanto aquele investimento vai render ao longo do tempo que ele permanecer no Tesouro Direto.
E é exatamente por esse motivo que os títulos pré-fixados são ideais para perfis conservadores. Por conta da previsibilidade, é possível entender de fato se aquele é um bom investimento ou não, de acordo com a sua escolha.
Ficou curioso para entender um pouco mais sobre esse assunto? Então continue a leitura! Vamos falar um pouco mais sobre o funcionamento dos títulos do tesouro pré-fixados. Assim, você pode conhecer e entender se esse é o investimento ideal. Confira!
O Tesouro Direto é programa do Tesouro Nacional desenvolvido para venda de títulos públicos federais de forma online
Quais são os tipos de títulos do tesouro pré-fixados existentes?
Como mencionado anteriormente, o que diferencia os títulos do tesouro pré-fixados dos demais títulos ofertados é a ausência de um indexador. Isso não significa que esse investimento não se baseie em um dado para render, só quer dizer que ele se diferencia de outros títulos que utilizam dados como referência.
O Tesouro Nacional, por exemplo, possui outros dois títulos além dos pré-fixados: um que é indexado a taxa Selic e outro que é indexado ao IPCA.
Voltando aos títulos pré-fixados, existem dois tipos: os pré-fixados comuns e o pré-fixados com juros semestrais. Veja as diferenças abaixo!
Tesouro pré-fixado: conhecido também como Letra do Tesouro Nacional ou LTN. Esse é um título que possui 100% da sua rentabilidade pré-fixada e determinada no momento do investimento. Atualmente existe dois títulos em negociação:
O Tesouro prefixado 2023;
E o Tesouro prefixado 2026.
Tesouro pré-fixado com juros semestrais: já esse outro tipo de ativo também é chamado de Nota do Tesouro Nacional Série F, ou NTN-F. Ele possui rentabilidade definida no momento da compra, mas com uma diferença relevante sobre a forma como se dá o pagamento. A cada seis meses, o investidor vai receber o pagamento dos juros. Existe um título em negociação atualmente:
Tesouro prefixado com juros semestrais 2031.
Como investir nesse tipo de aplicação?
Esses títulos são exclusivos do Tesouro Direto, programa do Tesouro Nacional desenvolvido em parceria com a B3 para venda de títulos públicos federais para pessoas físicas, de forma online.
Lançado em 2002, o Tesouro Direto surgiu com o objetivo de democratizar o acesso aos títulos públicos, permitindo aplicações a partir de R$ 30,00.
Nesse sentido, aqueles que possuem interesse em aplicar em títulos do tesouro podem fazer esse investimento através do site ou através do aplicativo, tudo de forma fácil e descomplicada.
Além disso, em caso de dificuldades, é possível assistir a tutoriais na internet e no próprio site que podem ajudar um investidor iniciante a escolher o tipo correto de título.
Por fim, vale lembrar que os títulos do Tesouro Direto, independente de ser pré-fixado ou não, são investimentos muito seguros. Por serem emitidos pelo Governo Federal, esse tipo de aplicação pode ser considerada a mais segura do mercado.
Cartão de crédito é uma das formas de pagamentos mais utilizadas pelos brasileiros. Apesar disso, muitos ainda não sabem o que são, como funcionam e para o que servem as bandeiras cartão de crédito.
Muito se fala sobre “qual é a bandeira do seu cartão?” e, por conta das pessoas viverem no automático, poucas se perguntam de fato o que elas significam. Mas, para ter uma boa relação com os seus cartões, é preciso conhecer bem as suas funcionalidades, como as bandeiras.
Até porque o número de pessoas que usam cartões de crédito vem aumentando cada vez mais. Para se ter uma ideia, já são 52 milhões de brasileiros utilizando o cartão como forma de pagamento, de acordo com o SPC Brasil.
Se você quer saber tudo sobre as bandeiras cartão de crédito, continue lendo este artigo!
O que são as bandeiras cartão de crédito?
Muitas pessoas confundem bandeira com operadora do cartão, porém existem diferenças entre elas. Para quem não sabe, as bandeiras do cartão de crédito são responsáveis pelas transações das vendas.
E o que isso significa? Ela é a responsável por todo o processo de informações da compra, como é o caso do valor e a quantidade de parcelas. Além disso, as bandeiras de cartão também são responsáveis por transferir todos esses dados para o banco encarregado do cartão.
Sendo assim, as bandeiras funcionam como uma intermediadora da compra entre o negociante e o banco.
Mas por que existem tantas opções de bandeiras cartão de crédito? A resposta é simples: para aceitar a maior quantidade de cartões, sem causar constrangimento para o comprador é preciso que o estabelecimento aceite várias bandeiras.
Bandeiras Mastercard e Visa são as mais populares em território nacional
Isso aumenta as chances que as vendas e, consequentemente, as compras sejam um sucesso para ambos os lados.
Conheça as 5 principais bandeiras de cartão de crédito
Possivelmente você sabe qual é a bandeira do seu cartão de crédito, afinal, geralmente ou é Visa ou Master, né? Mas engana-se quem pensa que existem apenas essas duas.
Veja a seguir as 5 principais bandeiras do mercado e um pouco sobre elas, de acordo com dados da Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços):
Mastercard
Em primeiro lugar está a Mastercard, que se consolida como a melhor bandeira de cartão de crédito de acordo com pesquisas da Abecs, principalmente quando falamos de compras internacionais.
Além disso, é a líder nacional e conta cum market share de 42,50% para transações no débito e 58,17% no crédito.
Visa
Depois da Mastercard, a Visa é a segunda na lista e mais conhecida e com índices parecidos. Ela já está em mais de 200 países e territórios, desde 1958.
Atualmente, está com um market share de 33,61% para transações no crédito e 31,76% nao débito.
Embora seja a segunda nesta sequência, geralmente é a mais preferida. Isso porque ela é aceita em muitos estabelecimentos e redes, além de contar com diversos programas de descontos.
American Express
Bandeira parceira das marcas Cielo, Rede, GetNet, Credicard e diversas outras. É uma bandeira bem querida pelos estabelecimentos e o valor do seu ticket médio é bem maior, cerca de 90% acima das demais.
Nacionalmente, os bancos Bradesco e Banco do Brasil são os que mais têm cartões com bandeira American Express.
Elo
A Elo é uma bandeira totalmente brasileira e surgiu após uma parceria entre os três bancos: BB, Caixa e Bradesco.
A Elo também é aceita na Argentina, Chile e em Portugal, oferecendo também a função pré-pago.
Hipercard
Esta é uma bandeira específica do Banco Itaú e costuma ser bastante utilizada, aceita em todo território nacional.
Alelo
A Alelo não entra na conta, pois não chega a ser uma bandeira de cartão de crédito. Embora muitos se confundam, ela é uma empresa do ramo alimentício para benefícios de empresas, havendo ainda o Alelo Cultura.
Gostou do conteúdo? Então compartilhe com um amigo e ajude-o entender mais sobre as bandeiras de cartão de crédito.
Diversas pessoas estão revelando estarem sendo vítimas de um golpe do PIX em redes sociais. O golpe funciona assim: criminosos invadem a conta da pessoa no Instagram e simulam vendas de celulares e outros produtos, como geladeira, fogão etc, a preços baixos para seus seguidores.
Além da denúncia feita no Twitter por internautas, o caso também foi noticiado no Fantástico, programa da Rede Globo, e mostra os perigos de ter sua conta invadida nas redes sociais.
Como funciona o golpe do PIX em redes sociais?
Na maioria dos casos, o golpe começa quando a vítima recebe uma mensagem no direct, conhecida como DM, em sua conta pessoal. Os criminosos enviam, normalmente, um link anunciando uma promoção de algo famoso.
Com isso, os hackers pedem que a vítima informe o seu número de celular e, via SMS, enviaram um link que deveria ser compartilhado de volta para confirmar a promoção.
Quando compartilhado o código e link, sua conta do Instagram foi sequestrada e passou a anunciar produtos para venda.
Seduzidos pelo preço abaixo do mercado, muitos seguidores acabam enviando mensagem para os criminosos sem saber que é, de fato, um golpe. Logo em seguida, ao convencer o potencial comprador, os criminosos passam os dados do PIX para que a vítima possa realizar o pagamento.
Depois do pagamento, o criminoso diz que enviará o produto para o endereço indicado, mas some. Com isso, quem fica com a fama de golpista é a pessoa que teve sua conta hackeada.
Mensagem de internauta no Twitter sobre o golpe PIX em redes sociais
Mensagem de internauta no Twitter sobre o golpe PIX em redes sociais
Como não cair no golpe do PIX no Instagram?
Além das vendas com preços irreais e fraudulentas, os criminosos ainda usam o perfil hackeado para invadir novas contas.
Funciona assim: os criminosos se passam pela pessoa hackeada e pedem aos seguidores que compartilhem o link de volta (o mesmo do início do golpe).
Entrevistado pelo Fantástico, o advogado especialista em crimes cibernéticos, José Antônio, recomenda que, ao perceber que um produto está sendo ofertado por um preço muito abaixo do normal, desconfie imediatamente. Além disso, o ideal também é conferir atentamente a fonte da oferta.
Para ele, com a proximidade das compras de Natal, esse golpe passará a ser muito difundido, inclusive em contas de pessoas jurídicas.
Em novo golpe do PIX em redes sociais, criminosos se passam pela vítima e oferecem produtos com preços baixos
O PIX é seguro?
Em agosto, o Banco Central (BC) emitiu uma nota para garantir a segurança e eficiência do PIX. O BC afirmou que desde que chegou ao Brasil, o novo sistema de pagamento já beneficiou milhões de pessoas e empresas, reduzindo custos e incentivando novas transações financeiras.
A nota diz ainda que “o Banco Central e as instituições reguladas seguem trabalhando para implementar mecanismos adicionais de segurança o mais rápido possível, não somente no Pix, mas também aplicáveis a outros meios de pagamento digitais.”
Entre as novas medidas implementadas pelo Banco Central estão:
Limite de R$1 mil para transações entre pessoas físicas no período noturno (20h às 6h) via Pix, cartões de débito e TEDs;
Prazo mínimo de 24 horas e máximo de 48 horas para efetivação do pedido do usuário, impedindo o aumento imediato;
Autorizar que os participantes que recebem o PIX retenham uma transação por 30 minutos durante o dia ou por 60 minutos durante a noite para análise de risco da operação.
De acordo com Banco Central, essas medidas podem ajudar a aumentar a proteção dos clientes e empresas que utilizam o PIX, além de contribuir para a redução de crimes por meios de pagamentos digitais.
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A certidão do FGTS é um documento muito importante, que comprova que a empresa que você trabalha ou trabalhou não está em irregularidade com o pagamento do Fundo de Garantia.
Afinal, este é um direito de todo trabalhador CLT. Você já consultou a sua alguma vez?
Neste artigo você vai aprender como emitir a certidão, como consultar e mais detalhes sobre este benefício!
Para que serve a certidão do FGTS?
O certificado do FGTS costuma ser bastante exigido para a liberação de crédito do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, já que é um meio de comprovação aos bancos de que você está de fato tendo acesso a esse direito. Por isso, torna-se um meio de segurança para ambos os lados.
Esse documento também é conhecido pelos nomes de Certidão Negativa de Débitos da Previdência Social (CND) ou Certificado de Regularidade do FGTS (CRF). Ou seja, esses são outros nomes para o mesmo comprovante.
O que muitos não sabem é que a certidão é um documento importante não somente para os trabalhadores, mas também para as empresas. Você sabia, por exemplo, que ele pode trazer problemas para os gestores que não o tiver em mãos?
Situações em que a certidão é obrigatória
Isso mesmo, como você pôde ver, a ausência da certidão pode trazer implicações para gestores e empresas. Exemplo disso é ao solicitar empréstimo ou fechar um novo negócio.
Confira a seguir algumas situações em que a certidão do FGTS é obrigatória e precisa ser emitida:
habilitações e licitações feitas por órgãos federais, estaduais e municipais, sejam elas diretas, indiretas ou fundacionais;
habilitações e licitações feitas por entidades controladas direta ou indiretamente pela União, estados ou municípios;
transferência de domicílio para o exterior;
obtenção de empréstimos ou financiamentos junto a entidades financeiras oficiais;
registro ou arquivamento de alteração ou distrato de contrato social, estatuto ou qualquer documento que modifique ou extinga a estrutura jurídica do empregador;
obtenção de créditos, isenções, subsídios, auxílios, outorga/concessão de serviços ou outros benefícios concedidos por órgãos federais, estaduais e municipais (a exceção são casos que visam saldar débitos com o próprio FGTS).
Outra informação importante é que esse documento só possui emissão com a Caixa Econômica Federal, instituição financeira que possui vínculos com o Ministério da Economia. Por isso, caso outra empresa ofereça esse serviço, desconfie.
Além disso, esse é um documento de emissão rápida, fácil e tranquila, realizado através de um computador ou celular. Afinal, está armazenado na internet.
Por isso, confira agora um passo a passo para acessar esse documento importante e necessário para você!
Passo a passo: como emitir a certidão do FGTS
Confira a seguir o passo a passo para conseguir tirar a Certidão do FGTS:
Em seguida, selecione a opção ‘Certificado de Regularidade do FGTS CRF‘.
Role a página até o item Consultar Certificado de Regularidade do FGTS – CRF. Neste campo, terá um botão escrito Consulta CRF. Clique nele.
Essa é a visão da página de Regularidade da Empresa dentro do site do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço – FGTS
Depois de clicar nesse botão, abrirá automaticamente uma nova aba. Quando carregar, preencha com os dados solicitados.
Em seguida, informe o CNPJ ou o CEI da sua empresa e deixe o campo de UF em branco. Para efetuar uma consulta com o CNPJ básico, será necessário informar a unidade federativa onde se encontra a empresa. Clique em Consultar.
Ao clicar nesse botão, você será redirecionado para uma página que informa se a empresa está regular ou não junto ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço.
Por fim, para tirar uma cópia do CRF, clique em Obtenha o Certificado de Regularidade do FGTS – CRF. Em seguida, a página fará um download do Certificado do FGTS.
Vale lembrar que esse documento possui validade de 30 dias. Então, caso utilize esse documento após um mês, ele já não terá validade. Nesse sentido, você terá que repetir o processo e emitir o documento novamente.
O que é a regularidade com o FGTS?
Durante esse artigo você leu bastante sobre a certidão do FGTS. Mas o que será que isso significa? O que será estar regular? O FinanceOne te explica!
A regularidade com o FGTS nada mais é do que uma situação apurada pela própria Caixa. Ela é comprovada mediante a emissão do Certificado de Regularidade do FGTS, o CRF (como você aprendeu acima).
Mas, quais devem ser os requisitos para o empregador ser regular? De acordo com a Caixa, é preciso estar em dia:
com as obrigações para com o FGTS, considerando os aspectos: financeiro, cadastral e operacional;
com o pagamento das contribuições sociais instituídas pela Lei Complementar nº. 110/2001;
com o pagamento de empréstimos lastreados com recursos do FGTS.
“Além do cumprimento das obrigações com os trabalhadores, a regularidade é condição obrigatória para participação em licitações públicas e demais situações previstas nas Leis 8.036/90 e 9.012/95.”
O que é o FGTS?
O FGTS é um direito criado com o objetivo de proteger o trabalhador demitido sem justa causa, mediante a abertura de uma conta vinculada ao contrato de trabalho.
No início de cada mês, os empregadores depositam em contas abertas na Caixa, em nome dos empregados, o valor correspondente a 8% do salário de cada funcionário.
O FGTS é constituído pelo total desses depósitos mensais e os valores pertencem aos empregados que, em algumas situações, podem dispor do total depositado em seus nomes.
Também existem contas ativas (de trabalho vigente) e contas inativas (de trabalhos anteriores).
Com o FGTS, o trabalhador tem a oportunidade de formar um patrimônio, que pode ser sacado em momentos especiais, como o da aquisição da casa própria ou da aposentadoria.
Além de poder ser utilizado em situações de dificuldades que podem ocorrer com a demissão sem justa causa ou em caso de algumas doenças graves.
O trabalhador pode utilizar os recursos do FGTS para a moradia nos casos de aquisição de imóvel novo ou usado, construção, liquidação ou amortização de dívida vinculada a contrato de financiamento habitacional.
Assim, o FGTS tornou-se uma das mais importantes fontes de financiamento habitacional, beneficiando o cidadão brasileiro, principalmente o de menor renda.
Como posso consultar o saldo do FGTS?
Agora que você sabe o que é o FGTS, que tal saber quanto tem no seu fundo de garantia? Você sabe realizar a consulta do saldo? Sabia que é possível? A resposta é sim!
E o melhor é que existem quatro formas diferentes de consultar o saldo do FGTS. São elas:
pelo site da Caixa Econômica Federal;
pelo celular, através de SMS;
e-mail; e
pelo aplicativo.
Em qualquer uma das formas, o procedimento é bem fácil. Então confira agora: como consultar o saldo e sacar o FGTS em um guia fácil que o FinanceOne preparou para você.
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