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Auxílio-doença retroativo: quem pode receber? Entenda como funciona

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fachada do inss

O auxílio-doença é um benefício previdenciário pago pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Ele é destinado para as pessoas que ficam incapacitadas de trabalhar ou exercer atividade habitual por mais de 15 dias consecutivos. Mas você já ouviu falar no auxílio-doença retroativo?

De fato, não são poucos os benefícios de auxílio-doença negados pelo INSS. Porém, às vezes os pedidos são negados por falta de orientação adequada e, com isso, alguns segurados não buscam a reversão da decisão na Justiça Federal.

Desta maneira, acabam retornando ao trabalho sem buscar a concessão judicial do benefício no período em que estiveram incapazes de exercer a atividade.

Quer saber mais sobre o auxílio-doença retroativo? Então continue a leitura deste texto para saber mais!

O que é o auxílio-doença retroativo

O auxílio-doença retroativo é um processo pelo qual a Receita Federal — órgão responsável pelo INSS — realiza pagamentos de valores revistos, ou não repassados, aos segurados que possuíam o direito de recebê-los em datas passadas. Veja o exemplo a seguir:

Antônio contribuía com o INSS, porém ficou incapacitado para o trabalho no dia 02 de março de 2020. Ao solicitar o benefício doença, ele teve seu pedido indeferido. Ou seja, o pedido foi negado pelo órgão.

Por conta de sua incapacidade, Antônio passou 4 meses sem trabalhar e, por isso, não recebeu salário. Antônio retornou apenas no dia 15/07/2020.

Neste caso, ele pode requerer a concessão do auxílio-doença retroativo, o qual deveria ter recebido de 02/03 até 15/07.

Vale lembrar, porém, que o direito ao retroativo do INSS geralmente é concedido aos segurados que recorrem judicialmente contra o instituto por terem seus benefícios negados ou cancelados indevidamente.

Mesmo que o segurado esteja incapacitado e volte a trabalhar quando do conhecimento do indeferimento do auxílio, pode ingressar na Justiça Federal e solicitar o auxílio-doença.

O perito judicial irá informar ao Juiz o período de incapacidade e o INSS terá que pagar o auxílio doença retroativo, mesmo se houver pagamento de salários. Confira a seguir o posicionamento do STF (Supremo Tribunal Federal), no Tema 1.013:

“De acordo com a decisão da Corte Superior, o segurado que trabalhar, mesmo incapaz, entre o indeferimento do auxílio-doença e a sua efetiva implantação por decisão judicial, tem direito ao recebimento conjunto das rendas do trabalho exercido, ainda que incompatível com a sua incapacidade laboral, e do respectivo benefício previdenciário pago retroativamente.”

Aplicativo do INSS na tela inicial em um celular
Em alguns casos o INSS pode negar o pedido de auxílio-doença. Saiba como solicitar o auxílio-doença retroativo

Como pedir o auxílio-doença retroativo

Quando o auxílio-doença é negado e o beneficiário deseja solicitar o retroativo, o primeiro passo é reunir toda a documentação necessária do período de incapacidade passada e atual para que seja possível receber o benefício retroativo.

Por isso, os documentos comprobatórios devem ter sido emitidos durante o período em que o trabalhador encontrou-se incapacitado para suas funções. Os exemplos de documentos são:

  • atestados médicos;
  • exames;
  • histórico de internação;
  • prontuários médicos etc.

Auxílio-doença: requisitos de contribuição para o INSS

O trabalhador que precisar fazer uso do auxílio-doença deverá cumprir os seguintes requisitos:

  • Ter contribuído no mínimo 12 meses para o INSS – sendo isenta a contribuição caso se trate de um acidente de trabalho;
  • Possuir qualidade de segurado, o que abrange todos os trabalhadores registrados no INSS como Empregado, Trabalhador Avulso, Empregado Doméstico, Contribuinte Individual, Segurado Especial e Facultativo;
  • Estar afastado do trabalho por mais de 15 dias corridos ou intercalados dentro do prazo de 60 dias, caso trabalhe em uma empresa.

+ Auxílio-doença sem perícia: como solicitar?

Confira as 15 doenças que dão direito a aposentadoria por invalidez

Gostou do conteúdo e de saber como solicitar o auxílio-doença retroativo? Quer continuar por dentro do assunto? Então confira também sobre a estabilidade pré-aposentadoria: o que é e quem tem direito.

Plataforma permite comprar NFT do macaco agora e pagar depois. Entenda!

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Token do NTF do maco na tela de um celular

O NFT do macaco já foi adquirido por diversos famososo, como o Neymar e, está sempre chamando a atenção dos investidores. Se você deseja comprar este token, mas ainda não tem todo o dinheiro, saiba que agora é possível comprar e pagar depois.

É isso mesmo que você leu, a plataforma Teller agora permite que você compre uma NFT do macaco e pague depois. Ela funciona como se fosse um empréstimo que você solicita para comprar o seu NFT.

Para quem pode estar achando loucura pegar um empréstimo para comprar o NFT do macaco, saiba que o token mais barato da coleção Bored Ape Yacht Club pode chegar a US$104 mil em ETH.

O objetivo da plataforma é justamente facilitar a compra desse tipo de token não-tangível, para que mais pessoas possam entrar neste mercado. 

Neste momento você deve estar querendo saber como funciona a plataforma Teller e o empréstimo, certo? Para descobrir continue lendo o artigo!

Plataforma Teller está disponível somente para alguns NFTs 

Com essa possibilidade que a Teller está oferecendo, comprar um NFT e pagar depois, muitas pessoas podem se interessar em adquirir um token não-tangível. Porém, não são todos os projetos de NFT que estão disponíveis na plataforma.

Atualmente existe um número pequeno de projetos. Por isso, pode ser que você não encontre o token que está procurando. Vale ressaltar, ainda, que os fundos oferecidos pelas corretoras oferecem liquidez pela plataforma.

Outra informação é que esse novo recurso está sendo chamado de NFT “buy now, pay later” (ou BNPL). Ele é parecido com um modelo que já é usado pela startup Klarna e adotado por lojas varejistas online.

NFT do macaco
Você pode comprar uma NFT do macaco e pagar depois

Mas, é claro, que a plataforma que permite você comprar a NFT do macaco e pagar depois tem diferença das demais. 

Antes de você se empolgar para solicitar o seu empréstimo, precisa saber como funciona o pagamento das parcelas e da entrada dele. 

Como funciona adquirir o NFT do macaco para pagar depois?

Ficou interessado em adquirir o seu NF pela Teller para pagar depois? Então vamos te explicar como funciona este processo, que é seguro e pode ter as suas vantagens, dependendo do seu objetivo enquanto investidor.

Funciona da seguinte forma: caso você tenha uma coleção NF do tipo Bored Ape Yacht Club listado, então você consegue usar a plataforma Teller. É necessário especificar que deseja comprar determinado ativo.

Manifestado o interesse, o usuário paga uma entrada, cujo valor mínimo precisa ser de 50%, a depender do tipo do projeto.

Em seguida, a plataforma vai combinar com um emprestador o possível mutuário do restante. Feito isso, caso o emprestador aceite os termos, a entrada é somada com o restante dos fundos e o NFT é adquirido, sendo criada uma carteira de custódia durante o ciclo de pagamentos.

Caso os pagamentos sejam realizados em dia, então ele recebe o NF adquirido da carteira de custódia criada. É importante estar atento a todas as cláusulas e garantir que os pagamentos serão feitos em dia.

Quanto custa o NFT do Macaco?

Pelo fato de ter sido um token adquirido pelo Neymar, muita gente se pergunta: quanto será que custa o NFT do macaco? Será que é um investimento dentro da realidade ou fora da curva?

Fato é que o craque brasileiro desembolsou 350 ETH (Ethereum) pelo ativo digital na OpenSea. Isso é o equivalente a US$1,1 milhão, sendo cerca de R$6 milhões na época da aquisição.

Ou seja, podemos considerar que foi bastante dinheiro, certo?

Para quem não conhecia o ativo antes dessa matéria, saiba que o NFT do Macaco é uma coleção com 10 mil artes digitais únicas de “macacos entediados”, que se popularizou ainda mais após o jogador da seleção brasileira anunciar a aquisição.

Ficou curioso e quer saber mais sobre este assunto? Então veja onde encontrar e como comprar NFTs baratos.

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Projeto obriga empresas a divulgarem valor de salário em vagas de emprego

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carteira de trabalho em mãos

Quem está em busca de um emprego provavelmente já se deparou com o anúncio de uma vaga sem o valor do salário. Existem até empresas que solicitam que junto com o currículo seja enviado a pretensão salarial do candidato.

E se te contássemos que existe um Projeto de Lei (PL 1149/22) tramitando na Câmara dos Deputados que, caso seja aprovado, obrigará as empresas a informarem nos anúncios de vagas o salário que pretendem pagar?

A PL é de autoria do deputado Alexandre Frota (PSDB-SP) que no texto fala sobre a obrigatoriedade de que as empresas informem a faixa salarial na hora de divulgar as vagas de emprego. 

Isso valeria tanto para as empresas privadas quanto públicas que caso venham a descumprir a possível lei estariam sujeitas a multas de cinco salários mínimos.

Valor do salário influencia na hora de enviar o currículo

Saber o salário fornecido pela empresa é fundamental para o candidato, é dessa forma que ele decide se envia o currículo para a vaga ou não. Além disso, essa também é uma forma do profissional saber se receberá um valor justo pelo seu trabalho.

Afinal, o conhecimento sobre a área ele possui, mas será que a empresa pagará bem por isso?

Outro ponto é que o possível candidato precisa ter a informação do valor do salário para que ele saiba se isso pagará todas as despesas que possui ou passará a ter. O próprio Deputado Alexandre Frota falou sobre o assunto:

“As empresas buscam profissionais para o preenchimento de vagas disponíveis, porém não comunicam qual a faixa salarial, o que gera insegurança ao desempregado, ou seja, paira a dúvida se é um salário compatível com aquilo que ele está pretendendo ao buscar sua recolocação no mercado”, afirmou o parlamentar, em nota para Agência Câmara.

Vale ressaltar que o Projeto de Lei ainda precisa ser analisado por duas comissões, sendo elas: a de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) e de Trabalho, Administração e Serviço Público. 

Outra informação importante é que, por ser um projeto que está tramitando em caráter conclusivo, ele poderá ser aprovado sem ser votado no plenário. Mas isso caso não aconteça mudanças no textos ou haja um pedido especial para que a PL seja votada no colegiado.

Pesquisa revela que mais de 75% dos candidatos desejam valor de salário na vaga

Quase ninguém gosta de se candidatar para uma vaga de emprego cujas informações não constam ou estão incompletas. Uma pesquisa recente divulgada pelo Indeed, site de recrutamento, reforça este cenário.

carteira de trabalho física e digital
Quem está procurando por emprego avalia o valor do salário antes de se candidatar a vaga

Mais de 75% dos entrevistados desejam mais informações antes de se candidatar a uma vaga de emprego. Dentre essas informações, o valor de salário.

A pesquisa ainda revelou que:

  • 34% dos entrevistados sentem que seu salário não é condizente com sua carga de trabalho; e
  • 55%, desse total, são mulheres.

Para complementar esse ponto, a pesquisa revelou que as mulheres se sentem bem menos confiantes quando o assunto é solicitar um aumento salarial do que os homens.

Informar o salário pode otimizar processos seletivos

O diretor de vendas do Indeed no Brasil declarou que, embora as empresas tenham este receio de compartilhar dados de salário das vagas, isso pode aumentar a equidade e facilitar ainda mais os processos seletivos.

+ Golpe da vaga de emprego: confira como não cair em falsas oportunidades

Afinal, ele garante que ocultar essas e outras informações só vai tornar o processo ainda mais tedioso e exaustivo, tanto para o candidato quanto para a empresa.

“As chances de o candidato desistir ao final do processo seletivo pelo valor não ser compatível com sua expectativa são grandes. Nesse sentido, a transparência salarial ajuda a promover candidaturas mais assertivas às novas vagas e aumentar a competitividade entre empresas, com salários mais atrativos”, disse.

Outro dado importante que foi revelado pela pesquisa do Indeed é que os candidatos estão se tornando cada vez mais seletivos quando o assunto é a busca de uma vaga de emprego. Além das informações, eles também estão em busca do histórico da empresa.

Isso ocorre até mesmo antes de topar participar de uma entrevista e é uma prática corretíssima. Afinal, o número de golpes envolvendo promessas de emprego dos sonhos cresceram.

Gostou do conteúdo? Compartilhe com um amigo e comente a sua opinião sobre a divulgação de valor de salário pelas empresas nas vagas de emprego! O que você acha, concorda ou discorda?

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Gasolina x Álcool: entenda qual o mais vantajoso

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mulher parada em frente a um carro

A gasolina brasileira está entre uma das 100 mais caras do mundo. Sabia disso? No mês de março do corrente ano, o valor médio da gasolina brasileira chegou a R$7,27 por litro.

Logo, considerando os recorrentes aumentos no preço dos combustíveis, o Brasil ocupa a 56ª posição no levantamento feito pela GlobalPetrolPrices.  Confira os líderes nos preços da gasolina ao redor do mundo:

  • Mônaco (US$2,486/R$11,833 por litro) na 3ª posição;
  • Países Baixos (US$2,517/R$11,980 por litro), na 2ª posição;
  • Hong Kong (US$2,831/R$14,474 por litro), na 1ª posição.

Os três mais baratos são:

  • Irão (US$0,051 /R$0,24 por litro);
  • Líbia (US$0,032/R$0,15 por litro);
  • Venezuela (US$0,025/R$0,12 por litro).

Nos Estados Unidos e no México o preço deste combustível está na ordem de US$1.224/R$ 5,826 por litro e US$1,151/R$ 5,478 por litro, respectivamente.

O preço médio da gasolina brasileira para o consumidor final segue acima do patamar de R$7,26. É o que apontam dados divulgados no início deste mês pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

O valor representa uma média calculada pela ANP, que verifica os preços em 5.804 postos em diversos municípios. Eles, portanto, podem variar de acordo com a cidade. Enquanto isso, o etanol terminou a semana em baixa, passando para R$4,93 por litro. A baixa foi de 1,4%.

Redução do ICMS melhora valor do combustível

Neste início de segundo semestre de 2022, os brasileiros tiveram notícias importantes e positivas, que aliviaram um pouco o bolso dos motoristas.

Acontece é que 22 estados (sendo 21 e mais o Distrito Federal) reduziram o ICMS na última semana e caiu o preço da gasolina.

+ Preço da gasolina no RJ cai após corte no ICMS. Veja qual é o novo valor!

Agora, a maior parte dos estados está adotando uma alíquota próxima de 17% a 18%, que é a alíquota geral do ICMS. Os preços médios nas bombas, na prática, podem cair até R$2,50 em alguns locais.

É importante destacar que o percentual varia de acordo com cada estado e o preço da redução do combustível também será diferente.

Quando o álcool vale mais a pena?

Geralmente, o álcool (etanol) passa a ser vantajoso quando o preço do litro for inferior a 30% do valor do litro da gasolina. E para fazer essa conta, basta estar de posse de uma calculadora e fazer o seguinte cálculo: multiplique o valor da gasolina no posto de combustível por 0,7.

  • Se o resultado for maior que o valor do álcool, vale abastecer com álcool;
  • Se o resultado for menor que o valor do álcool, abasteça com gasolina.

Da mesma forma, você pode dividir o valor do etanol pelo da gasolina:

  • Se o valor for maior que 0,7, abasteça com gasolina;
  • Se o valor for menor, abasteça com o álcool.

Atenção na hora de realizar a troca

gasolina

Com os altos preços que a gasolina atingiu com o seu reajuste, muitas pessoas optaram por abastecer com etanol para tentar não sentir tanto impacto no bolso.

Porém, além da conta que mencionamos acima, é preciso ter em mente que nem sempre será viável realizar essa troca.

Isso porque a gasolina concentra um nível de energia diferente do etanol. Ou seja, 1 litro de etanol equivale a 70% do litro da gasolina em questão de energia. É por isso que na conta acima realizamos uma multiplicação por 0,7.

O que pode acontecer com muitas pessoas é gastar mais no intuito de economizar. Porque com o etanol, caso ele não esteja com valores vantajosos (abaixo de 0,7 naquela conta), o seu veículo vai precisar de mais idas aos postos.

Vamos fazer uma simulação com o cenário atual, utilizando o preço médio de gasolina e do etanol:

Preço médio da gasolina / Preço médio do etanol < 0,7
R$ 7,27 / R$ 4,93 = 1,4 (aproximadamente)
1,4  > 0,7

Ou seja, na situação exposta, não vale a pena realizar a troca. O consumidor possivelmente gastará mais com o etanol, por conta do potencial energético menor que o da gasolina.

Utilizar gasolina ou álcool influencia em que?

Em relação à manutenção e ao desgaste de peças dos carros com motor flex, as montadoras garantem que não há diferenças perceptíveis ou problemas gerados no abastecimento para qualquer proporção álcool-gasolina.

Ou seja, há muitas histórias de pessoas que se dizem entendidas no assunto que contam que é melhor para o carro ser abastecido por gasolina do que álcool, ou ainda que o carro se acostuma com um dos combustíveis.

Ou até mesmo que se você abastecer o carro constantemente com álcool, deverá abastecer algumas vezes com gasolina porque o álcool não é tão “bom” quanto a gasolina. Todas essas lendas não procedem.

Portanto, para o usuário de veículos normais, o mais importante a considerar quando for abastecer o seu automóvel é a diferença de preços. Isso porque o consumo de álcool é um pouco maior que o consumo de gasolina pelo mesmo motor.

Em média, os carros leves mais utilizados nas ruas consomem 30% a mais com álcool do que com gasolina percorrendo a mesma distância.

15 dicas para economizar combustível

gasolina

Em tempos de crise, qualquer economia de dinheiro é muito bem-vinda. Pensando nisso, reunimos várias dicas simples que vão ajudar a poupar dinheiro:

1 – Pé leve no acelerador – Nada de acelerações bruscas. Use seu pé direito de forma progressiva.

2 – Menos pé no freio – Precisa parar lá na frente? Tire o pé do acelerador com antecedência e o motor se encarregará de reduzir a velocidade do carro. Não deixe para frear com força mais adiante.

3 – Freio motor – Faça uso do freio motor em declives acentuados. Sabe a “banguela”? Além de ser perigosa, não representa qualquer economia nos carros atuais. Ao descer a serra com um carro automático, ponha o seletor em uma marcha mais reduzida do que o drive.

4 – Computador de bordo – Configure o computador para mostrar consumo imediato ou o consumo médio, e fique sempre atento aos números. Com o tempo, você pegará todas as manhas para dirigir de maneira mais econômica.

5 – Câmbio 1 – Não estique as marchas sem necessidade. Procure fazer as trocas em rotação adequada: se o carro tem conta-giros, tente fazer com que o motor trabalhe em rotação próxima, ou um pouco inferior, à do regime de torque máximo. Evite que o ponteiro chegue perto da rotação de potência máxima (os números relativos ao seu carro estão no manual ou podem ser encontrados na internet).

6 – Câmbio 2 – Muitos modelos modernos têm um indicador do momento mais econômico da troca de marcha. Use-o sempre que quiser gastar pouco combustível. Com o tempo, você passará a dirigir assim automaticamente.

7 – Câmbio 3 – Seu carro já tem caixa de seis marchas? Então, não se esqueça de usar a sexta em rodovias. Parece bobagem, mas há gente desligada que, simplesmente, mantém o câmbio em quinta pela estrada afora.

Velocidade também influencia no gasto

8 – Velocidade – Quer economizar? Tente dirigir em ritmo um pouco mais lento que o usual (especialmente nas velocidades acima de 100km/h). Pé leve e sensível, sempre.

9 – Postos – Tente abastecer, sempre que possível, em postos confiáveis ou conhecidos.

10 – Tipo de gasolina – Com gasolina comum, alguns centavos mais barata, os carros rendem a mesma coisa que com a gasolina aditivada. A diferença está apenas na limpeza que o combustível faz no motor. E vale dizer que, hoje, até a gasolina comum traz um pouco de aditivo.

11 – Ar-condicionado – Na estrada, use o equipamento — compressores modernos já não exigem tanto esforço do motor. As janelas fechadas melhoram a aerodinâmica e, consequentemente, o consumo cai.

12 – Revisões – Faça revisões e as manutenções preventivas e verifique, em especial, o estado das velas e o funcionamento da injeção eletrônica.

13 – Filtros – Verifique se o filtro de ar está sujo. A substituição deve ser feita, em média, a cada 10 mil quilômetros, mas isso varia com o tipo de uso.

14 – Calibragem – Mantenha os pneus com a pressão correta. Vá ao calibrador uma vez por semana. O ideal é que os pneus estejam frios na hora da calibragem.

15 – Porta-malas – Você gosta de levar tralha no porta-malas desnecessariamente? Não carregue peso morto. Aproveite algumas horas livres para tirar os cacarecos do carro.

Coloque um Kit de Gás

gasolina

Quem não gosta de economizar com combustível? Todo mundo gosta de pagar menos e andar mais. E uma das alternativas preferidas são os carros com GNV (Gás Natural Veicular).

Essa alternativa, muito comum, pode não ser uma boa ideia para todo mundo, já que nem todos rodam o suficiente para o valor do Kit GNV compensar o valor da instalação.

A economia é a principal vantagem para quem tem um carro com GNV. O abastecimento com o gás natural veicular alivia o bolso do motorista.

Isso porque esse combustível é sempre mais barato do que a gasolina ou o etanol. Porém, como qualquer outro combustível, também está sujeito à oscilação de preço e crises de abastecimento. O GNV também possui um potencial energético bem próximo da gasolina.

Além disso, alguns estados oferecem descontos na alíquota de IPVA. Outra vantagem é que o GNV é um combustível menos poluente.

No entanto, o carro com GNV também possui desvantagens. Apesar da economia, a instalação do GNV pode ter alguns efeitos colaterais no carro, e um dos principais é a perda de potência. A outra é a perda de espaço no porta-malas.

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*Colaboração: Mateus Carvalho

Redução do ICMS vai afetar o vale gás? Entenda como ficará o benefício

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vários botijões de gás de cozinha

O Vale Gás, pago bimestralmente junto com a parcela do Auxílio Brasil, é calculado a partir do preço médio do botijão. Por isso, depois que o governo anunciou a redução do ICMS sobre esse produto, muitos beneficiários se perguntam se o valor do benefício será afetado. 

Pela nova lei do teto do ICMS — Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços — a alíquota do imposto deve ser reduzida em combustíveis, o que inclui gasolina, diesel e o gás de cozinha.

No caso da gasolina e diesel, principalmente, a redução do imposto já resultou em baixa nos preços desses combustíveis. Na maioria dos estados, a alíquota foi reduzida para o patamar de 17% a 18%, o que implica diferenças que chegam a mais de R$2 nos postos. 

Mas e no caso do gás de cozinha?

Redução do ICMS vai afetar o vale-gás?

O preço do gás liquefeito de petróleo (GLP), que é o gás de cozinha, é influenciado por vários fatores, assim como acontece com o preço da gasolina. Mas do total que o consumidor paga pelo botijão de 13kg, a menor parcela, cerca de 13% do valor, corresponde à incidência do ICMS. 

Em São Paulo, o governo estadual diminuiu o valor do imposto incidente no botijão de 13 kg de R$13,30 para R$9,92. Já no Rio de Janeiro, o percentual do imposto já era fixado em 12% e agora passará a incidir na média móvel do preço nos 60 meses anteriores.

Na prática, a redução do ICMS pode afetar o preço do gás de cozinha, deixando-o mais barato, embora essa diferença seja menos latente e mais lenta que a vista nos demais combustíveis. 

Como o valor do benefício do Vale Gás é baseado no preço médio do botijão, a parcela será afetada nesse sentido. Ou seja, os benefícios continuarão recebendo 50% do preço médio nacional do botijão.

Porém, é importante lembrar que está tramitando uma PEC no Congresso Nacional que pode dobrar o valor do auxílio para compra de botijão de gás. 

O valor do Vale Gás vai aumentar ou diminuir?

O Vale Gás é pago a cada dois meses. Mas ao contrário de outros benefícios, ele não possui um valor fixo. 

A quantia da parcela é determinada pelo preço médio do botijão de gás de 13kg em todo o Brasil nos 6 meses anteriores ao seu pagamento. A parcela de junho, por exemplo, foi de R$53. 

Desde o início do pagamento cada mês teve um valor, baseado no preço médio do botijão nacional no período:

  • Janeiro – R$52
  • Fevereiro – R$50
  • Abril – R$51
  • Junho – R$53

Assim como essa, a próxima parcela do benefício será baseada no preço médio do botijão em todo o Brasil. Como houve a redução do ICMS, esse valor até pode ser afetado, mas de forma pequena.

Afinal, além da parcela do ICMS no preço do botijão ser a menor de todas, o valor do benefício não vai apenas considerar os valores a partir de julho (quando a redução foi fixada), mas do período de março a agosto. 

Portanto, não é possível prever qual será a próxima parcela. 

Ilustração do vale gás mostra pessoa trocando uma nota de dinheiro por um cartão com o símbolo do gás
Próxima parcela do Vale Gás será paga em agosto

Nova PEC pode dobrar o valor do benefício

A maior esperança que os beneficiários do Vale Gás podem nutrir para um possível aumento é a chamada PEC Kamikaze. Trata-se da Proposta de Emenda à Constituição que visa aumentar os benefícios sociais concedidos pelo governo. 

Esse texto prevê o aumento da parcela do Auxílio Brasil para R$600, além de querer sobrar o valor do Vale Gás até o fim do ano. Ou seja, o benefício passaria a cobrir não apenas uma parte do preço do botijão, mas o valor total (ou quase total) do gás de cozinha. 

No entanto, esse projeto ainda está em tramitação. Somente quando for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente, o beneficiário terá o aumento efetivamente. 

A próxima parcela do Vale Gás será paga em agosto, embutida na parcela do Auxílio Brasil. Portanto, o calendário segue o número do NIS de cada beneficiário:

FINAL DO NISAGOOUTDEZ
1181812
2191913
3222014
4232115
5242416
6252519
7262620
8292721
9302822
0313123

Têm direito ao vale:

  • famílias com renda familiar mensal por pessoa de até meio salário mínimo (R$606) inscritas no Cadastro Único
  • família que tenha beneficiário do BPC entre seus membros

Além disso, o valor é pago com preferência para mulheres vítimas de violência doméstica que estejam sob o monitoramento de medidas protetivas de urgência.

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Auxílio-reclusão: quem tem direito e como funciona? Entenda!

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fachada de uma agência do inss

Dependentes de segurados do INSS presos têm direito ao auxílio-reclusão. Mas, quais são as regras para recebimento do benefício? Neste artigo, FinanceOne vai esclarecer todas as dúvidas.

O auxílio-reclusão foi criado com o objetivo de garantir o sustento da família do segurado do Instituto Nacional do Seguro Social detento ou recluso. O benefício foi instituído pela primeira vez em 1930 pelo extinto Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Marítimos (IAPM).

Depois, seguiu funcionando sob o comando do também extinto Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Bancários (IAPB), até ser regulamentado pela Lei Orgânica da
Previdência Social (LOPS) em 1960.

Para ter direito ao auxílio-reclusão, é preciso se enquadrar em algumas regras. Por exemplo, o segurado preso não pode receber salário, nem outro benefício do INSS. Entenda melhor os requisitos para utilização do serviço!

Quem pode receber o auxílio-reclusão?

O auxílio-reclusão é um benefício destinado a dependentes do trabalhador urbano preso em regime fechado ou semiaberto. O preso não pode receber remuneração de empresa ou benefícios, como auxílio-doença, aposentadoria ou abono de permanência.

Mas, se o benefício (aposentadoria, auxílio-doença ou outro) do dependente, é possível acumulá-lo com o auxílio-reclusão do segurado preso.

Para que a família do segurado preso tenha acesso ao auxílio-reclusão, o trabalhador deve comprovar 24 meses de contribuição ao INSS por atividade urbana reconhecida pelo instituto.

Vale destacar que este é um benefício para pessoas de baixa renda. O próprio INSS estabelece os critérios para definir quais famílias se enquadram ou não nesse requisito.

fachada do inss
Auxílio-reclusão é mais um benefício garantido pelo INSS (Foto: Divulgação)

Como o INSS define as famílias com direito ao benefício?

O instituto mantém uma tabela com os valores limite para concessão do auxílio-reclusão, de acordo com o último salário de contribuição do preso. Ou seja, para ser considerado pessoa de baixa renda, o segurado deve comprovar salário igual ou menor ao informado na tabela.

O cálculo não inclui 13° salário ou ⅓ de férias, seja no valor proporcional ou integral. Os valores são atualizados anualmente, por meio de Portarias Ministeriais. A última atualização, em 2022, fixou o limite salarial em R$1.655,98.

Em 2020 e 2021 os valores limite eram, respectivamente, de R$1.425,56 e R$1.503,25.

-> Veja a tabela completa de valores limite para direito ao auxílio-reclusão nos anos anteriores

De acordo com esses valores, os dependentes do segurado preso só têm direito ao benefício, se a média dos salários de contribuição do período de 12 meses anteriores à prisão estiver dentro do limite previsto.

Assim, quem recebe mais do que o valor estabelecido pelo INSS não tem direito ao benefício.

Se o segurado estiver desempregado no mês da prisão, mas ainda estiver em período de “qualidade de segurado”, será considerado o último salário que o segurado recluso tiver recebido.

Quem tem “qualidade de segurado”?

Tem qualidade de segurado os cidadãos que estavam trabalhando formalmente no período em que foi preso ou que recolhia o INSS como segurado facultativo, sem atrasar a contribuição em mais de seis meses.

Também se enquadram os que estavam em “período de graça”. Ou seja, período em que o trabalhador continua mantendo o direito ao recebimento dos benefícios previdenciários, mesmo que não esteja contribuindo.

Geralmente, esse período é de 12 meses e é bastante comum em casos de demissões, por exemplo. Lembrando que o prazo pode ser maior, dependendo de alguns fatores.

Como é feito o cálculo do auxílio-reclusão?

De acordo com o INSS, o cálculo do valor do benefício é o mesmo utilizado na pensão por morte, outro benefício do instituto que visa a amparar a família do segurado.

Para o cálculo, são analisadas todas as contribuições previdenciárias feitas pelo segurado, menos as 20% menores. Depois disso, é feita a média aritmética das contribuições e o resultado corresponde ao valor do benefício.

Mas, a regra é válida apenas para quem solicitou o benefício até 13 de novembro de 2019, quando entrou em vigor a Reforma da Previdência. A partir desta data, o auxílio-reclusão passou a ser igual ao de um salário-mínimo. Ou seja, R$1.212 em 2022.

+ Aposentadoria: veja quais são as novas regras após a Reforma da Previdência

Quem pode ser considerado dependente?

Podem receber o auxílio-reclusão os dependentes que se enquadram nas seguintes regras:

  • Cônjuge ou companheira que comprove casamento ou união estável na data em que o segurado foi preso;
  • Filhos e equiparados (enteados ou menor sob a tutela do segurado) com menos de 21 anos de idade (se for inválido ou com deficiência não há limite de idade);
  • Pais que comprovem dependência econômica; e
  • Irmãos com menos de 21 anos de idade que comprovem dependência econômica (se for inválido ou com deficiência não há limite de idade).

Esses dependentes são divididos em classes, sendo a classe 1 referente aos cônjuges e filhos; a 2 aos pais; e a 3 aos irmãos.

Os dependentes da classe 1 têm preferência sobre os demais e os da classe dois têm preferência sobre os da classe 3. Ou seja, se o preso tiver dependentes em todas as classes, o benefício é pago somente aos da classe 1.

Agora, se só houver dependentes da classe 2 e 3, os da classe 2 garantem o direito. Mas, se só houver dependentes da classe 3, esses serão os beneficiados.

Qual é a duração do benefício?

Para cônjuge, companheiro, cônjuge divorciado ou separado judicialmente ou que recebia pensão alimentícia, a duração do benefício será de 4 meses, contados a partir da data da prisão.

O período também é válido se o casamento ou união estável tiver menos de dois anos antes da prisão do segurado. Mas, se a prisão ocorreu dois anos após o início do casamento ou da união estável, a duração do benefício será variável. Veja a tabela:

Idade do dependente na data da prisãoDuração do benefício ou cota
Menos de 21 anos3 anos
Entre 21 e 26 anos6 anos
Entre 27 e 29 anos10 anos
Entre 30 e 40 anos15 anos
Entre 41 e 43 anos20 anos
A partir dos 44 anosVitalício
Fonte INSS

Filhos e equiparados podem receber o benefício até completarem 21 anos de idade, exceto para se for inválido ou pessoa com deficiência. Nesse último caso, o benefício é vitalício. Além disso, se o filho ou equiparado se emancipar, perde o direito ao recebimento do auxílio.

Como solicitar o auxílio-reclusão?

A solicitação do benefício deve ser feita à distância, de modo que não é preciso comparecer presencialmente a uma unidade do INSS, a menos quando for solicitado. O processo pode ser feito por meio do Meu INSS ou por telefone, no número 135.

Para fazer a solicitação do benefício pelo Meu INSS, basta acessar o portal e seguir o passo a passo:

  • Faça login no sistema e depois escolha a opção Agendamentos/Requerimentos;
  • Clique em “Novo Requerimento” e, em seguida, em “Atualizar”;
  • Atualize os dados que precisar e clique em “Avançar”;
  • Digite na busca “Auxílio-reclusão” e selecione o serviço desejado;
  • Clique no nome do serviço e siga as orientações da plataforma para solicitar;
  • Acompanhe o andamento pelo Meu INSS, na opção Agendamentos/Requerimentos.

Para fazer o pedido o solicitante deve ter em mãos os documentos originais da certidão judicial que ateste o recolhimento efetivo à prisão; documentos que comprovem a qualidade de dependente; e número do CPF.

Além disso, o INSS ainda pode solicitar:

  • Procuração ou termo de representação legal, documento de identificação com foto e CPF do procurador ou representante;
  • Documentos pessoais dos dependentes e do segurado recluso; e
  • Documentos referentes às relações previdenciárias do segurado recluso (exemplo: Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), Certidão de Tempo de Contribuição (CTC), carnês, documentação rural, etc.).

+ Meu INSS: aprenda como utilizar as principais funções do app

Outras informações às quais os beneficiários devem ficar atentos

Os dependentes do segurado preso que recebem auxílio-reclusão devem apresentar, também no Meu INSS, a cada três meses, uma declaração de cárcere/reclusão, emitida pelas unidades prisionais. Caso contrário, o benefício pode ser suspenso.

Além disso, caso o segurado seja posto em liberdade, fuja da prisão ou passe a cumprir pena em regime aberto, o benefício é encerrado. Nesse caso, é preciso apresentar o alvará de soltura para que não haja pagamentos indevidos do auxílio.

Vale destacar que se o segurado for solto e retornar à prisão ou houver fuga com posterior recaptura, é preciso fazer uma nova solicitação do benefício.

Também equipara-se à condição de recolhido à prisão segurados com idade entre 16 e 18 anos internados em estabelecimento educacional ou similar, sob custódia do Juizado de Infância e da Juventude.

Existe auxílio-reclusão rural?

Sim, dependentes que segurados rurais também podem receber auxílio-reclusão. Ou seja, o trabalhador rural que exerce atividades de forma individual ou em regime de economia familiar, cujo sustento próprio e de sua família é proveniente desta atividade.

O benefício funciona da mesma maneira que o urbano. O valor é igual a um salário-mínimo (R$1.212), que deve ser dividido entre os dependentes.

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Veja também no FinanceOne:

É possível vender como afiliado no Mercado Livre? Confira!

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pessoa no site do mercado livre

Quem trabalha com marketing de afiliados talvez já tenha se perguntado se é possível vender como afiliado no Mercado Livre. Afinal, é o maior marketplace do Brasil e uma grande vitrine para divulgar qualquer tipo de produto. 

A verdade é que a plataforma não tem um programa de afiliados próprio, nem abre espaço para divulgação de links externos. 

Portanto, em teoria, não é possível se afiliar a produtos que são anunciados no marketplace, pelo menos não diretamente lá, nem anunciar produtos afiliados com links externos.

O que existem são “gambiarras”. Algumas pessoas adicionam links de afiliados na descrição dos produtos, por exemplo, e convidam os usuários a copiar e colar os links no navegador para realizar a compra. 

Mas é importante ter atenção aos Termos e Condições de Uso do Mercado Livre e sempre acompanhar suas atualizações. Pois se esse tipo de divulgação infringir alguma regra, pode prejudicar a qualificação do vendedor dentro da plataforma. 

Atualmente, sobre a divulgação de links externos, o Mercado Livre diz:

“O site pode conter links para sites de terceiros. Não obstante, como o Mercado Livre não possui controle sobre estes sites, não será responsável pelos conteúdos, materiais, ações e/ou serviços prestados por eles, tampouco por perdas e danos, diretas ou indiretas, ocasionados pela utilização de tais sites. A presença de links de outros sites não implica uma parceria, relação, aprovação ou respaldo do Mercado Livre com tais sites e seus conteúdos.”

Ou seja, ao divulgar links externos a plataforma não se responsabiliza por essas compras. Portanto, o cliente fica de fora das normas de segurança do marketplace, bem como o próprio vendedor. 

+ Marketing de afiliado: saiba o que é e como começar

Como vender como afiliado no Mercado Livre?

Existe uma alternativa para divulgar os produtos afiliados no Mercado Livre, sem ser colocando o link na descrição do produto. Porém, é necessário cuidado e responsabilidade para fazer esse tipo de venda da forma correta. 

Para isso, você precisa primeiro comprar esses produtos e revendê-los na plataforma. Ou seja:

  • você adquire uma determinada quantidade do produto na plataforma de afiliado da qual faz parte;
  • quando recebe esse produto, anuncia e vende no Mercado Livre.

Como os afiliados têm desconto na compra de produtos, pode ser possível obter lucro com a revenda. Mas vale fazer as contas, considerar todos os gastos de envio, para ver quando vale a pena fazer essa logística. 

Outro ponto importante é ter atenção também às regras da marca ou plataforma afiliada e respeitar a política de preços.

Uma prática não muito incomum é um afiliado adquirir determinado produto com desconto e vendê-lo no Mercado Livre por um preço inferior ao do próprio vendedor ou marca original. A menos que isso seja permitido pelas regras do produto, deve ser evitado.

Van do Mercado Livre
Venda como afiliado no Mercado Livre não é possível de forma direta (Foto: Divulgação)

Quais são os melhores sites de afiliados do mercado?

Ao se tornar um afiliado mercado livre, você pode usar os seguintes sites:

  • Google AdSense;
  • Hotmart;
  • Nuvemshop;
  • Eduzz;
  • Monetizze;
  • Lomadee;
  • Hotwords;
  • Associados Amazon.

Posso vender como afiliado sem estocar o produto?

Essa também é uma prática que pode infringir as regras do marketplace. Se você espera uma venda do seu anúncio e, só então, faz o pedido do produto de modo que ele seja entregue diretamente ao cliente, está deixando ambas as partes vulneráveis. 

Primeiro, você fica vulnerável ao serviço de entrega do fornecedor. Ou seja, se demorar ou houver qualquer erro, você perderá pontos no Mercado Livre e terá menos chances de vender depois. 

Além disso, o cliente também sai no prejuízo porque não poderá, por exemplo, rastrear o status da entrega pela plataforma. 

Fora que, para vender como afiliado ou não no Mercado Livre, é preciso ter cuidado também com os dados dos compradores e como eles serão repassados para o fornecedor.

Venda de infoprodutos no Mercado Livre

Muitas pessoas que trabalham como afiliados digitais vendem infoprodutos – e-books, vídeo aulas etc. Mas como o Mercado Livre não comporta a venda por meio de links externos, esse tipo de anúncio não é adequado.

Ou seja, se quiser anunciar produtos dos quais é afiliado no Mercado Livre, eles precisam ser produtos físicos e estocados com você.

Do contrário, a saída é adição dos links na descrição de anúncios de outros outros produtos. 

Quanto um afiliado pode ganhar por mês?

Embora sua renda como afiliado possa ser imprevisível, considerando a possibilidade de trabalhar quando e de onde quiser, além do baixo custo inicial e da possibilidade de altos ganhos, podemos dizer que sim, vale a pena trabalhar como afiliado.

Afinal, um afiliado pode ganhar menos de R$100 por mês ou até mesmo mais de R$10 mil. Tudo dependerá da quantidade de produtos que ele vender na plataforma e, também, da porcentagem de comissões disponibilizadas pelos produtos em questão.

Entretanto, vale destacar que a comissão do Mercado Livre é calculada da seguinte maneira: independentemente do valor do produto, o percentual é de 11% se anunciar no Clássico e 16% se anunciar no Premium.

Como ter sucesso vendendo no Mercado Livre?

Uma boa maneira de iniciar suas vendas no Mercado Livre é montando um pequeno estoque de produtos. Dessa forma não é preciso adicionar links externos às descrições dos produtos para realizar uma venda.

Para isso, invista em produtos que tenham um baixo custo e boa demanda, para que você consiga garantir um bom preço de revenda.

Além disso, você pode usar os recursos disponíveis na plataforma para criar artigos informativos sobre os produtos que está vendendo. Uma imagem de qualidade dos produtos também chama a atenção dos consumidores.

Pela lógica da plataforma, quanto mais você vende, maior a probabilidade de ser recomendado para outros compradores. Por isso, investir em anúncios pagos pode ser uma estratégia para aumentar o volume de vendas.

Basta criar os anúncios dos produtos oferecidos no Mercado Livre e anunciar em players, como Google Ads e Facebook Ads.

Por fim, garanta que o cliente terá a melhor experiência possível em sua loja, com boas condições de pagamento, entrega rápida, bom atendimento e produtos de qualidade.

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Colaboração: Letícia de Jesus

Comer fora fica mais caro: veja como é possível economizar

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mulher comendo frango

Para muitos brasileiros, comer fora de casa é um momento de lazer, sobretudo aos finais de semana. No entanto, para muitos trabalhadores é a rotina do dia a dia, principalmente de segunda a sexta.

Só que comer fora está cada dia mais caro em todo o Brasil. De acordo com uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira das Empresas de Benefícios ao Trabalhador (ABBT) o preço médio da refeição completa é de R$40,64.

O levantamento levou em consideração que uma refeição completa é composta de comida, bebida, sobremesa e um café. Isso representa um aumento de mais de 17% a mais do que havia sido registrado antes da pandemia.

Em 2019, o preço médio do almoço era de R$34,62.

Outro ponto importante é que a pesquisa feita pela ABBT levou em consideração apenas restaurantes que aceitam vale-refeição. 

Existem diversos motivos para que comer fora tenha ficado tão caro assim. O constante aumento dos alimentos, da luz, gás de cozinha e aluguel, além da pandemia.

Comer fora fica mais caro: preços variam de acordo com a região do país

O levantamento da ABBT mostrou também que os valores dos restaurantes variam de acordo com cada estado. Para se ter uma ideia, o Sudeste foi a região que teve o maior preço médio, R$42,83.

Agora entre as capitais, São Luís, no Maranhão, foi a cidade que teve o valor da comida fora de casa mais alto. A refeição completa pode ser encontrada por R$51,91.

Já o almoço mais barato pode ser encontrado no Centro-Oeste. É lá que também está a capital com o preço de comida em restaurante mais barato, em Goiânia você pode ter um almoço completo por R$27,94.

Para quem quer saber sobre a capital paulistana, ela ficou em 6º lugar com o preço mais elevado para comer fora. Na cidade a média do almoço está R$43,27.

Comer fora está mais caro desde 2019

E está muito enganado quem pensa que comer fora ficou mais caro somente no ano passado. Uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira das Empresas de Benefícios ao Trabalhador (ABBT) em 2019, já apontava que os preços estavam subindo.

De acordo com o levantamento da ABBT, os trabalhadores brasileiros gastavam, em média, R$34,84 por dia. O valor equivale a um desembolso mensal em torno dos R$766.

É importante ressaltar que esse valor correspondia a 34% do salário médio do brasileiro. 

O levantamento foi feito em 51 cidades de 22 estados e no Distrito Federal. Foram coletados aproximadamente 6,2 mil preços de pratos, no período de dezembro de 2018 e fevereiro deste ano.

pessoas em volta de uma grelha de churrasco segurando pratos com comidas
Comer fora está caro desde 2019

Quanto custa comer fora no Brasil?

Na época, a pesquisa também retratou os preços médios da refeição nas cinco regiões brasileiras. O Sudeste tem o almoço mais caro e o Nordeste, o mais barato. Esta última região apresentou deflação nos preços de 2017 para 2018.

Os preços de comer fora variam muito de cidade para cidade e refletem a realidade econômica local. Algumas capitais tiveram reajuste de preços bem acima da inflação, que foi de 3,75% em 2018, de acordo com o IPCA/IBGE.

É o caso de Palmas (TO) e Campo Grande (MS). Já outras capitais apresentaram deflação, como Aracaju (SE) e Teresina (PI).

Veja quanto custava, em média, comer fora em 2019:

1º – Florianópolis – R$43,35

2º – Palmas – R$42,79

3º – Vitória – R$42,54

4º – Rio de Janeiro – R$39,74

5º – Brasília – R$37,14

6º – Salvador – R$36,62

7º – Aracaju – R$36,26

8º – São Luís – R$34,90

9º – Campo Grande – R$34,70

10º – São Paulo – R$34,58

Pelo segundo ano consecutivo, Florianópolis (SC) se mantém como a cidade mais cara para comer fora no almoço: R$43,35.

Já Diadema (SP) é onde o trabalhador gasta menos em comparação a outros municípios. A cidade mais barata teve preço médio de R$ 28,85 em 2018.

Economize no intervalo de almoço

É possível economizar quando se trata de comer fora. No entanto, é necessário procurar restaurantes um pouco mais distantes do trabalho para pesquisar preços.

Lembre-se que os bufês a quilo podem ser uma alternativa mais barata do que os restaurantes à la carte ou rodízio, desde que você saiba como montar o prato.

Procure restaurantes que ofereçam promoções ou descontos para almoço antes das 11h ou após as 14h.

Informe-se também sobre restaurantes na sua vizinhança que tenham programas de fidelidade, como uma refeição gratuita ou desconto algumas vezes por mês para clientes frequentes.

Por fim, proponha aos colegas fazer lanches coletivos no intervalo de almoço. Cada um pode levar um prato, e isso pode ser divertido e econômico.

Em relação às bebidas, evite comprar no restaurante. Afinal, muitas vezes equivale a quase um terço do valor do bufê.

Uma sugestão é comprar em um mercadinho, pelo caminho, água ou refrigerante. Outra sugestão é dividir uma bebida maior com outros colegas.

Levar marmita é alternativa para comer saudável

Caso você tenha alguma habilidade na cozinha, prepare você mesmo sua marmita.

Sai mais em conta e você tem a garantia de procedência dos alimentos.

Para isso, faça todas as porções da semana de uma só vez, para poupar tempo.

Isso pode tomar duas horas do seu sábado, mas evitará bastante trabalho ao longo da semana.

Quem não conseguir preparar a marmita e tiver de ir a restaurantes deve tomar cuidado.

A grande variedade de alimentos e as muitas tentações podem levar as pessoas a não se alimentarem corretamente.

No entanto, é possível almoçar fora de casa e manter uma alimentação saudável.

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Leia também no FinanceOne:

Colaboração: Juliana Favorito

Saiba se depósito em lotérica cai na mesma hora

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casa lotérica

Muitos brasileiros usam as Casas Lotéricas para pagar contas como água, telefone ou luz. Alguns, inclusive, também usam para realizar depósitos. Com isso, surgem muitas dúvidas, tais como: qual é o horário de funcionamento da lotérica? Se fizer depósito na lotérica cai na mesma hora? E como funciona os depósitos aos sábados?

Atualmente, as casas lotéricas estão presentes em diversas cidades do Brasil. E em diversas situações elas salvam a vida de quem precisa fazer alguns serviços bancários, inclusive para quem faz depósitos.

Por isso, continue a leitura deste texto para saber como funciona os depósitos nas casas lotéricas. Boa leitura!

Depósito feito na lotérica cai na mesma hora?

Nas casas lotéricas, segundo o próprio site da Caixa Econômica, só é possível fazer depósitos na contas corrente ou poupança, e na conta caixa fácil.

Recentemente, a Caixa liberou o aumento do limite para depósitos. O valor de agora é de R$5 mil. O limite anterior era de R$2 mil.

Os depósitos em contas correntes, poupança e conta fácil da Caixa podem ser feitos entre R$5 e R$5 mil, mas são limitadas a três operações por dia.

Em geral, o valor disponível para os clientes costuma ser menor do que esse. A maioria, por exemplo, tem limite de R$1,5 mil. Aos finais de semana, porém, esse valor cai para R$500.

Quanto tempo leva para o depósito feito na lotérica cair?

Agora que já sabemos qual é o limite de depósito na casa lotérica, você já está ciente de como conseguir depositar, certo?

Mas outra dúvida que surge é: quanto tempo demora, depois do depósito ser concluído, para o dinheiro cair?

+ Saiba se é possível fazer depósito no banco 24horas

Assim como a maioria dos serviços bancários, os depósitos já caem na conta no mesmo dia. No caso das Lotéricas, o dinheiro pode demorar para cair até 30 minutos nos dias úteis. No próprio comprovante de depósito, por exemplo, vem escrito que o depósito pode levar até trinta minutos para ser disponibilizado na conta.

É recomendado que você sempre guarde o comprovante até que o dinheiro fique disponível na conta.

Além disso, se você fizer um depósito na lotérica aos sábados antes de 16h, é possível que ele caia no mesmo dia. No entanto, após esse horário, pode ser que ele só caia no próximo dia útil.

pessoa contando dinheiro para fazer depósito na lotérica
Depósitos do fim de semana e feriados levam mais tempo para serem processados

O que é possível fazer nas Lotéricas?

Além do depósito para as contas que são da Caixa Econômica, as lotéricas também possuem outros tipos de serviços disponíveis, tais como:

É possível sacar sem o cartão Caixa na lotérica?

Ter um cartão de débito é super importante para aqueles que são correntistas. Com o cartão, por exemplo, é possível realizar diversas transações bancárias, como movimentar o dinheiro que está em conta ou retirá-lo para alguma ocasião. Mas será que é possível sacar sem cartão?

Pois é, essa é uma ótima pergunta, principalmente para os clientes da Caixa. Isso porque, portando o cartão de débito, é possível realizar saques em agências correspondentes ou até mesmo em casas lotéricas.

Mas, em alguns casos, muitas pessoas acabam perdendo o cartão, seja porque não sabem em que lugar o colocaram, seja porque foram furtadas.

Por isso, surge um questionamento: é possível sacar sem o cartão na agência e nas casas lotéricas? Veja aqui se correntistas conseguem sacar sem o cartão Caixa nas casas lotéricas

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CDB prefixado e pós-fixado: entenda as diferenças e saiba qual escolher

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pessoas conversando sobre investimento

Os investimentos de renda fixa são os preferidos dos brasileiros, especialmente em tempos de alta na Selic. Nesse cenário, opções previsíveis como CDB prefixado e pós-fixado são a melhor forma de guardar dinheiro e rentabilizar no curto e longo prazo. Mas, afinal, no que eles se diferem e qual escolher?

O Certificado de Depósito Bancário (CDB) é um dos investimentos mais populares e seguros do campo da renda fixa, sendo a melhor opção, inclusive, para quem deseja migrar da poupança para uma alternativa mais rentável.

O que muita gente não sabe é que nem todo CDB é igual: há diferenças entre a modalidade prefixada e pós-fixada, e o que define a melhor escolha é a definição do seu perfil de investidor. Ah, o momento econômico também pesa na hora de escolher o melhor título bancário!

Pensando em investir em CDBs? Então, este texto é para você. Confira as principais diferenças entre prefixado e pós-fixado e saiba como rentabilizar da melhor forma.

O que é CDB?

O Certificado de Depósito Bancário (CDB) é um título emitido por instituições financeiras e bancos, sendo um dos investimentos de renda fixa mais sólidos do mercado. Ao comprar um título de CDB, o investidor “empresta” dinheiro ao banco que, por sua vez, utiliza o recurso em carteiras de crédito dos clientes.

Em contrapartida, o investidor recebe uma taxa de juros do valor investido. É a escolha dessa taxa, de forma prefixada ou pós-fixada, que determina a rentabilidade do ativo no curto e longo prazo.

Uma das principais vantagens do investimento em CDB é a cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), uma proteção a mais para o caso de o banco falir ou não dar conta de ressarcir o crédito. Nesse caso, o fundo protege até R$250 mil por aplicação, tornando o CDB um dos investimentos mais seguros do mercado.

CDBs pós-fixado são a melhor escolha para o curto e médio prazo em tempos de inflação e Selic em alta. (Fonte: Divulgação)

Qual a diferença entre CDB prefixado e pós-fixado?

A principal dúvida referente aos CDBs é a diferença entre cada modalidade, mas é bastante simples de entender. Os investimentos prefixados, como o próprio nome sugere, têm uma rentabilidade fixa e previsível até o momento do vencimento. Já os pós-fixados seguem um índice financeiro – como a Selic e o CDI.

Nos títulos prefixados, o investidor sabe exatamente quanto o dinheiro vai render ao final do contrato – desde que, claro, respeite o vencimento. Já com os títulos pós-fixados, a rentabilidade final só é conhecida no momento de resgate do título, dependendo do cenário econômico daquele momento.

Os riscos também são diferentes para cada modalidade: embora ambos sejam investimentos de renda fixa, o prefixado exige uma permanência maior em conta para render o esperado; o pós-fixado, por sua vez, é mais flexível quanto à rentabilidade.

CDB prefixado

Por terem uma taxa de juros fixada logo no início do contrato, os CDBs prefixados são mais previsíveis quanto à rentabilidade. Ao investir num título dessa categoria, você saberá, de maneira prévia, como o investimento se comportará ao longo do contrato.

Dessa forma, o título não sofre impactos da economia atual ou das oscilações do mercado, uma vez que já existe um cenário futuro predeterminado pelo banco. 

CDB pós-fixado

Sendo a modalidade de CDB mais comum do mercado, o CDB pós-fixado é a melhor opção para quem deseja montar uma reserva de emergência ou rentabilizar no curto prazo – especialmente em momentos de alta da Selic.

Isso porque os títulos pós-fixados são atrelados a um indexador da economia, sendo o CDI e o IPCA (inflação) os mais comuns. Com a alta dos juros em cena, cresce também a rentabilidade do ativo.

Como escolher o melhor CDB?

No fim das contas, a escolha pelo melhor CDB passa por diversos cenários e também pelo seu perfil de investidor. Há vantagens e desvantagens para ambas as modalidades, dependendo do seu objetivo no curto e longo prazo.

Como é possível observar, os CDBs prefixados são mais previsíveis quanto à rentabilidade final do título, mas isso também pode garantir menos retorno ao final do contrato. Já o pós-fixado se beneficia de cenários de alta da inflação para oscilar positivamente no mercado. 

Há títulos para diferentes perfis, com resgate entre 90 e 360 dias, ou até entre 4 e 6 anos para retirada. Observar o cenário econômico e as previsões para o país nos próximos anos é uma boa tática para definir qual CDB é mais rentável.

Nesse momento da economia brasileira, com a Selic em alta e uma expectativa de inflação recorde para os próximos meses, o CDB pós-fixado se encaixa melhor na carteira dos investidores.

Gostou do artigo e quer saber mais? Confira qual é o impacto da Selic na poupança e em investimentos de Renda Fixa.