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Marketing de afiliado: saiba o que é e como começar

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imagem de um computador com notas de dinheiro

Você já imaginou poder ganhar dinheiro online sem ter que montar um estoque de produtos, nem planejar serviços para vender? Esse é o pretexto do marketing de afiliados.

Empresas que vivem dessa estratégia estão conquistando receitas anuais na casa dos milhões em diversos países, inclusive Rússia e Estados Unidos.

Para se ter ideia do peso do setor, de acordo com pesquisa realizada pela IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau – Brasil), o marketing digital representou a movimentação de R$16 bilhões somente em investimentos em mídias digitais no ano de 2018.

De lá para cá, esse mercado se expandiu ainda mais. Afinal, mais pessoas estão comprando pela internet e a tendência é de crescimento ao longo dos próximos anos.

O que é marketing de afiliado?

Marketing de afiliado é uma estratégia de marketing digital. Nela, o afiliado divulga um produto da empresa em troca de uma comissão sobre a venda realizada.

Assim, essa estratégia beneficia ambas as partes: o vendedor e o empreendedor. Se a divulgação for bem-sucedida e gerar vendas, o dono do produto recebe o lucro e o afiliado ganha uma participação, a comissão.

Ou seja, o processo compreende três personagens principais:

  1. o empreendedor que tem um produto ou serviço e deseja vendê-lo;
  2. o cliente que vai comprar o produto ou serviço;
  3. o anunciante (afiliado) que vai intermediar o contato do empreendedor com o cliente.

Tipos de divulgação no marketing de afiliados

1 – Custo por Clique

Toda vez que um possível cliente clicar em um anúncio no blog ou em alguma rede social o afiliado recebe uma comissão fixa.

Por exemplo, um banner, pop-ups, links de texto, e-mails marketing, entre outros.

2 – Custo por Ação

A divulgação CPA funciona de forma que a remuneração do afiliado só acontece se o possível cliente, além de clicar na publicidade, executar a ação solicitada.

3 – Custo por Lead válida

No CPL, além de precisar executar uma ação (parecida com o CPA), o afiliado só será remunerado se a ação for validada pela empresa.

Ou seja, não é por qualquer ação executada. As empresas estipulam critérios de qualidade para decidir se a ação foi válida ou não.

Por exemplo, conferir se o possível cliente atende aos critérios estabelecidos para se tornar um cliente fiel e permanente.

Sabe-se que, o Custo por Lead é mais exigente, pois o Lead nada mais é do que o cliente real, aquele que está sempre consumindo o produto da empresa.

4 – Custo por Mil Impressões

Uma das formas de divulgação pode ser por banner publicitário. A empresa paga um valor fixo a cada mil visualizações que o banner receber.

Para isso, é contabilizado o número de visualizações que a publicidade recebe a partir da quantidade de page views que o site teve.

No entanto, o número dos dois é considerado equivalente, considerando que o banner está visível em todas as páginas do site.

A cada acesso em uma página, é contabilizada uma visualização, sem a necessidade de ter que interagir com o banner.

Por isso, o Custo por Mil Impressões vale a pena para o afiliado que tem muitos acessos.

5 – Custo por Venda

O afiliado é remunerado por todas as vezes que o link compartilhado por ele gera uma venda. Simples, né?

É disponibilizado um link, onde todas as vendas realizadas por ele são contabilizadas para o afiliado.

Tanto que é utilizado mais por donos de lojas de e-commerce que desejam converter usuários para efetuar mais compras.

6 – Custo por Formulário

O Custo por Formulário também é bem simples. O afiliado ganha um valor fixo por formulário preenchido.

Portanto, a cada cadastro em um formulário, sendo simples ou complexo, é contabilizado o CPF inscrito.

Ou seja, não dá para uma pessoa se cadastrar várias vezes. O que faz com que o afiliado divulgue bastante para alcançar um alto número de cadastros.

Aliás, mesmo que a pessoa não se torne cliente da empresa, o afiliado ainda recebe o lucro, pois o que conta é somente o cadastro!

Como começar no Marketing de Afiliado?

1 – Escolha um nicho

Um dos primeiros passos para você ter sucesso no marketing de afiliados é escolher um nicho rentável. Porém, nem todos os nichos são lucrativos.

Portanto, confira três etapas para você seguir e encontrar seu nicho ideal:

Etapa 1 – Pesquisa:

Você precisará gastar algum tempo pesquisando palavras-chave para trabalhar com marketing de afiliado. Assim, você começa a definir a estratégia com base nos seus interesses e na demanda do mercado.

Etapa 2 – Escolha um subnicho:

Depois faça uma pesquisa de palavras-chave para determinar o número de pesquisas realizadas todos os meses relacionadas ao seu nicho.

Comece fazendo uma pesquisa no Google das palavras-chave relacionadas às suas cinco principais ideias. Se certifique de pesquisar não apenas o tópico amplo, mas também os aspectos mais específicos.

Você pode fazer uma pesquisa por palavras-chave com o Ubersuggest para determinar o volume mensal de pesquisas para cada palavra-chave.

Quando você insere suas palavras-chave na ferramenta, ele mostra quantas pesquisas foram realizadas por mês para esse termo específico.

Se ele mostrar mais de 10.000 pesquisas por mês, geralmente é uma boa indicação de que o nicho é lucrativo.

Etapa 3 – Escolha o nicho vencedor:

Depois de pesquisar suas palavras-chave, a etapa final é decidir qual nicho você escolherá. Analise os cinco principais tópicos pesquisados e tome sua decisão.

O ideal é optar por um nicho que seja viável e lucrativo, com base em sua pesquisa de palavras-chave e em um que seja do seu interesse, que você goste do assunto.

Escolhendo um nicho que você goste de falar, existem mais chances de que a motivação por aquele assunto continue por muito tempo.

Agora que você tem o nicho estabelecido, será necessário encontrar algum problema em comum das pessoas que se interessam por essa área (seu público alvo) e então encontrar algum produto que resolva o problema em questão.

Mulher digita em notebook
Marketing de afiliado é para muitos uma fonte de renda sem sair de casa

2 – Encontre um bom produto para usar no marketing de afiliados

Selecionar um bom produto para solucionar o problema do público do nicho escolhido pode parecer um pouco desafiador no começo, mas é tudo questão de prática.

Digamos que você tenha um blog de dietas para ajudar as pessoas a emagrecer. Você pode oferecer produtos físicos, como roupas fitness ou suplementos.

Além disso, pode oferecer produtos digitais, como cursos que ensinam a montar uma dieta ou então um curso que tenha uma sequência de exercícios físicos para fazer em casa.

Como um afiliado digital, você tem a vantagem de poder oferecer tanto produtos físicos quanto produtos digitais.

De qualquer forma, é importante que você conheça bem o produto que está oferecendo e se, de fato, pode ajudar o público a resolver o problema, independente do nicho escolhido. Afinal, você não quer prejudicar sua imagem oferecendo algo que não funciona.

Mais para frente nesse mesmo post, vamos te apresentar algumas plataformas onde você pode encontrar uma infinidade de produtos para oferecer como afiliado.

3 – Gere conteúdo de valor para o público

Se você deseja ter ganhos recorrentes com o marketing de afiliados, o ideal é que você gere conteúdo de alguma forma.

Pode ser através de um Instagram para o nicho, passando algumas dicas pelo feed e pelos stories. Então de tempos em tempos, você oferece algum produto como afiliado.

Assim, conforme você vai conquistando seguidores com o seu conteúdo, aumenta as chances de vender mais com o passar do tempo.

Outra opção legal é criar um blog para criar um conteúdo mais completo e que possa ajudar ainda mais o seu público. Assim você orienta as pessoas com algum problema e pode oferecer algum curso para que ela encontre mais informações sobre um tema.

O ideal é que o conteúdo postado (independente se for Instagram, blog, ou outra forma) tenha relação com o produto que você pretende oferecer.

Um exemplo prático é que, dificilmente, você conseguirá vender bem se criar conteúdo sobre dietas para emagrecer e oferecer um curso sobre investimentos financeiros.

4 – Use publicidade paga para alcançar mais pessoas interessadas

É importante dizer que um Instagram e um blog podem demorar algumas semanas, ou até mesmo meses, para apresentar resultados legais.

Por isso você pode trabalhar também com publicidade paga para melhorar seus resultados.

O Facebook e o Google Ads são as formas mais usadas para fazer anúncios pela internet, tanto pelos afiliados quanto pelos produtores.

Com essas ferramentas é possível criar anúncios específicos para o seu público alvo, onde você pode criar títulos chamativos para que o usuário clique no seu link ao ver o anúncio, gerando assim tráfego para seu blog ou rede social.

Agora que você já escolheu seu nicho e seu produto, será necessário divulgar o link de afiliado através de uma plataforma da sua escolha.

Veja abaixo alguns dos principais meios de divulgação:

1 – Redes sociais

Hoje em dia, as redes sociais estão entre os lugares preferidos para o marketing de afiliados. Ainda mais que, com elas, você consegue gerar uma certa autoridade sobre seus seguidores, à medida que apresenta conteúdo de qualidade.

Você pode escolher entre Instagram, Facebook, Twitter e Pinterest para divulgar seu conteúdo e também seu produto como afiliado.

O ideal é que você analise em quais redes sociais têm uma maior quantidade do seu público alvo, para investir tempo produzindo conteúdo para ela.

Até porque, de nada adianta criar material em um site em que o seu público alvo não está presente.

2 – Blog

Essa é uma das formas mais interessantes de se trabalhar com o marketing de afiliado. Afinal, a partir do momento que você cria um blog, passa a ser dono da página, que vai existir até quando você desejar.

Outro ponto positivo de se ter um blog é que você consegue criar um conteúdo mais rico, com mais detalhes, sem limite de caracteres.

Criando um conteúdo rico, você tem chances de que outros blogs indiquem o seu conteúdo como referência. E isso conta muito para melhorar seu posicionamento nas buscas do Google.

3 – E-mail marketing

Muitos acreditam que e-mail marketing é coisa do passado. Porém isso está longe da nossa realidade.

Segundo um levantamento feito pela Rock Content, em dezembro de 2019, 72% dos consumidores escolhem o e-mail como o melhor canal para receber atualizações de empresas e marcas.

Além disso, o mesmo levantamento mostrou que um e-mail é 40 vezes mais efetivo na aquisição de novos clientes, se compararmos com as redes sociais.

Claro que, para isso, você deve enviar conteúdos relevantes para sua lista de contatos e, eventualmente, oferecer seu produto como afiliado.

4 – YouTube

Criar um canal para o seu nicho no YouTube também é uma ótima opção para quem trabalha com marketing de afiliado. A tendência é que existam mais visualizações na plataforma a cada ano que passa.

Como o seu vídeo ficará disponível no YouTube pelo tempo que você desejar, durante esse tempo no ar, ele estará divulgando e vendendo “no automático”.

Qual a melhor plataforma para marketing de afiliado?

Tela de computador mostra plataforma de marketing afiliados
Existem diversas plataformas para trabalhar com marketing de afiliado

Agora vamos te mostrar algumas das maiores plataformas do Brasil para você encontrar produtos e virar afiliado.

1 – Afilio

Afilio atua com vários modelos comerciais. Focada em marketing de performance, foi criada em 2008 e oferece os melhores resultados na web e no mobile, seja em leads, vendas ou exposição da marca.

Tem uma base de mais de 50 mil afiliados, selecionados e aprovados manualmente em cada campanha.

Foca em uma audiência segmentada e qualificada, nacional e internacional, com modelos de campanha por performance: você paga somente pelo resultado validado.

2 – Hotmart

Essa é uma das plataformas mais conhecidas quando o assunto é marketing de afiliado.

A Hotmart possui uma infinidade de produtos nos mais diversos nichos e você provavelmente encontrará algum produto na plataforma para resolver o problema do seu público alvo.

3 – Monetizze

Além de oferecer infoprodutos, na Monetizze você também vai encontrar diversos produtos físicos, como mangueiras ou pílulas para emagrecimento, por exemplo.

A quantidade de produtos na Monetizze também é muito grande e possui comissão atrativa. Ou seja, um ótimo lugar para pesquisar produtos aos quais você pode se afiliar.

4 – Eduzz

Por fim, a Eduzz também é uma ótima opção para quem trabalha com marketing de afiliado. Ela oferece tanto produtos digitais, quanto físicos.

Além disso, uma vantagem é que você consegue resgatar o dinheiro da comissão a partir de dois dias após a venda. O que é muito rápido no mercado de marketing de afiliados!

Como ganhar dinheiro como afiliado?

Ainda com dúvidas sobre como ganhar a vida com o marketing de afiliados? Pois saiba que elas estão prestes a sumir. Nós, do FinanceOne, criamos um e-book perfeito para quem possui interesse em atuar nesse mercado.

Para garantir o seu, basta clicar no botão abaixo. O e-book é gratuito e pode te ensinar várias maneiras diferentes de ganhar dinheiro como empreendedor e afiliado. Confira!

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Novo auxílio de R$400 no Rio! Veja como funcionará o Cartão Mulher Carioca

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mãe e filha colocando moeda em porquinho

Mais um benefício social foi anunciado nesta terça-feira, 18. A prefeitura do Rio de Janeiro vai pagar um auxílio de R$400 por meio do Cartão Mulher Carioca. 

As parcelas serão pagas para mulheres em situação de violência doméstica e vulnerabilidade social. 

Na primeira etapa, apenas 80 mulheres receberão o cartão. Porém, a Administração municipal disse que um total de 500 cartões serão disponibilizados nas próximas semanas.

A prefeitura do Rio informou que mais de 34 mil mulheres da capital fluminense foram vítimas de violência em 2020. 

Além disso, mais de 60% delas tiveram redução da renda familiar. Por isso foi estabelecido o pagamento do novo benefício.

Como vai funcionar o Cartão Mulher Carioca?

Mulheres vítimas de violência doméstica e em situação de vulnerabilidade social vão receber o auxílio de R$400 por mês. O valor será depositado no Cartão Mulher Carioca, que batiza o programa e será entregue às beneficiárias. 

O benefício será disponibilizado por até seis meses. Mas esse período poderá ser prorrogado por mais 90 dias, totalizando oito meses. 

A renovação desse prazo depende de uma avaliação que será feita pela equipe técnica do município, que acompanha os casos da rede de enfrentamento à violência na capital fluminense.

Eduardo Paes em frente ao banner do Cartão Mulher Carioca
Prefeito Eduardo Paes lança Cartão Mulher Carioca (Foto: Fabio Mota/ Prefeitura)

Quem tem direito ao Cartão Mulher Carioca? Como receber?

Para receber o auxílio de R$400 do Cartão Mulher Carioca é preciso:

  • ser mulher residente na cidade do Rio de Janeiro
  • estar em situação de violência doméstica e em vulnerabilidade econômica e/ou social
  • ser atendida pela rede de enfrentamento da prefeitura
  • ter renda familiar de até meio salário mínimo
  • ser maior de idade (18 anos) ou ser mãe adolescente

As beneficiárias não precisarão apresentar registro de ocorrência pelo caso de violência, afinal já estarão cadastradas na rede de enfrentamento da prefeitura.

Também não é necessário fazer inscrição em nenhum lugar. A própria prefeitura vai selecionar as beneficiárias, mas somente 500 entre as mais de 24 mil mulheres atendidas pela rede de enfrentamento. 

Em um primeiro momento, 80 já foram selecionadas. O critério para a escolha foi o tempo de atendimento: há pelo menos 12 meses.

Cartão Move Mulher também é benefício para vítimas de violência doméstica

Vale lembrar que, no município, a Secretaria da Mulher já concede cartões de passagem para o transporte público para mulheres que sofrem violência doméstica.

É o chamado Move-Mulher. Cada cartão recebe uma carga no valor de R$24,30 para até seis passagens de ônibus.

Em 2021, a Prefeitura iniciou a entrega de 1.950 desses cartões. Assim como o Cartão Mulher Carioca, não é preciso fazer inscrição, a mulher deve esperar ser selecionada pela prefeitura.

Mulheres de baixa renda também podem recorrer ao Supera Rio 

Se você é mulher de baixa renda e mora não somente na cidade do Rio, mas em qualquer lugar do estado, também pode receber o Supera Rio. O programa estadual paga parcelas de até R$380 para pessoas de baixa renda. 

Diferentemente do Cartão Mulher Carioca, esse programa demanda a realização de uma inscrição na página do próprio programa, no site do Governo do Rio de Janeiro.

O pagamento chega aos beneficiários por meio de um cartão. O valor é de R$200, com acréscimo de R$50 para cada filho, limitado a dois menores. 

Desse modo, é possível receber até R$300. Além disso, o valor ainda pode ser acrescido de R$80, referente ao vale gás, totalizando R$380. 

O conteúdo foi útil? Então compartilhe com outras mulheres de baixa renda que podem acessar o novo auxílio da Prefeitura do Rio!

Conheça o Cartão de crédito Zippi: veja quais os benefícios e como solicitar

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Cartão de crédito Zippi para autônomos

O cartão de crédito Zippi é uma nova opção de cartão para aqueles que possuem dificuldades na aprovação de crédito. Este é o caso de muitas pessoas negativadas e autônomas, já que boa parte das solicitações pede por comprovação de renda.

Nesse sentido, o Zippi torna-se uma solução viável para essas duas categorias. Isso porque, o cartão de crédito não estipula uma renda mínima para acesso ao cartão de crédito. Além disso, o cartão de crédito Zippi também oferece vantagens exclusivas para que autônomos consigam controlar suas despesas e evitar dívidas

Por ser uma novidade no mercado de pagamentos, pode ser que muitos ainda não conheçam a empresa por trás desse inovador cartão de crédito. Por isso, confira agora mais informações sobre essa possibilidade de cartão!

Cartão de crédito Zippi para autônomos
O cartão de crédito Zippi é uma ótima opção para empreendedores e autônomos

O que é o cartão de crédito Zippi?

Antes de mais nada, o cartão de crédito Zippi é uma novidade no mercado. Pertence a uma startup de pagamentos de mesmo nome, que é quem realiza a emissão dos cartões e possui contas vinculadas ao produto financeiro.

No entanto, ele não é o primeiro a apostar nessa possibilidade. Atualmente, o mercado de cartões de crédito já possui várias outras startups que apostam nesse mesmo tipo de produto ao mercado. Sendo assim, a diferenciação do cartão Zippi está no público-alvo.

Seu funcionamento se dá da mesma maneira que outros cartões tradicionais. Ou seja, toda compra realizada utilizando essa forma de pagamento acumula na fatura e ao chegar a data de vencimento, é necessário realizar o pagamento.

Outra diferença voltada para autônomos e pessoas que não possuem crédito é a possibilidade de pagar faturas semanalmente. Como esse tipo de público precisa de um controle financeiro maior por conta da falta de uma renda fixa, é possível manejar junto ao app a melhor forma de arcar com os pagamentos de forma regular. 

Segundo a própria Zippi, esse formato tem como objetivo permitir que os autônomos, que possuem uma renda variável, possam se programar melhor com suas despesas e evitar se endividar.

Quais as vantagens desse cartão?

Se por um lado, o cartão de crédito Zippi oferece vantagens a um público que possui dificuldades de solicitar esse tipo de produto financeiro, por outro lado, ele apresenta desvantagens para outros públicos. 

Além das faturas semanais para um maior controle financeiro, o cartão de crédito Zippi possui participação no programa de pontos Mastercard Surpreenda e anuidade gratuita

Como desvantagem, esse produto financeiro não possui cobertura internacional, nem cartão de crédito virtual. Mas, para quem não se importa com a ausência desses serviços, o cartão Zippi pode ser sim um bom aliado.

Como solicitar o cartão de crédito Zippi?

Para aqueles que ficaram interessados no cartão, saiba que a sua solicitação é feita de maneira rápida e simples através do site: https://zippi.com.br/

Basta clicar no botão “Peça grátis o seu” e informar os dados solicitados pela startup. Inicialmente, o cartão de crédito solicita o e-mail, número de WhatsApp do solicitante e também o CPF para uma rápida verificação. 

A princípio, a Zippi não informa qual o prazo o cartão de crédito possui para chegar até seus clientes. Inclusive, muitos clientes reclamam da demora para receber o produto financeiro em sua residência. 

Mas, mesmo com essa demora, é uma possibilidade que realmente vale a pena para quem é autônomo e possui dificuldades no acesso a cartões de crédito.

Vale lembrar também que além dos cartões, o Zippi oferece semanalmente crédito para negócios.

Agora que você já conhece o cartão de crédito Zippi, que tal saber um pouco mais sobre 20 opções de cartões para empreendedores. Confira!

Saiba o que é a inovação no uso do blockchain, além da criptomoeda

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tela com vários códigos e inovação no uso do blockchain

Muito se fala sobre o blockchain ser um banco de dados que utiliza a criptografia de última geração. E quando se pensa nesse tipo de tecnologia vem logo à cabeça o Bitcoin e as criptomoedas. Mas será que existem outras inovações no uso do blockchain?

A resposta é sim. E elas já estão em diversos setores, não apenas no de criptomoedas.

Algumas das áreas nas quais essa modernização se encontra são, por exemplo, moda, música e educação. Além do setor jurídico, saúde, mercado imobiliário e até mesmo em serviços para o governo.

Uma das vantagens do uso do blockchain, além da criptomoeda, é que essa tecnologia tem a descentralização como forma de tornar as transações e os dados das pessoas mais seguros. 

Além disso, o banco de dados criado por meio desse método é permanente e inviolável. 

A seguir, falaremos sobre as vantagens do blockchain e quais áreas já estão usando essa tecnologia. Continue a leitura para saber mais!

Vantagens e inovação no uso do blockchain

Além do benefício já citado, existem diversas vantagens que a inovação no uso do blockchain pode ter, tanto na área de tecnologia quanto em outros setores. Confira:

  • O sistema é resistente a ataques externos;
  • Os dados de transação são completos e precisos;
  • Possibilidade do registro das transações e do momento exato da ocorrência;
  • Os usuários que estão no poder e eliminam a necessidade de ter um intermediário;
  • Transações processadas mais rapidamente;
  • Tecnologia com diversas possibilidades de aplicação;
  • O processo é íntegro, de acordo com o protocolo determinado;
  • A transparência nos serviços é maior;
  • Maior otimização dos custos de transação das empresas.
ilustração com cadeado e códigos ilustra blockchain
Aplicações de blockchain vão muito além das criptomoeda. Veja quais áreas já adotaram a tecnologia

A inovação no uso do blockchain em diversas áreas

A inovação no uso do blockchain em outros setores além da tecnologia é vista como um modelo de negócio.

Isso porque é necessário que os empresários comecem a pensar o negócio e/ou produto sendo distribuído e não mais centralizado.

Conheça quais áreas já estão implementando o blockchain:

1. Saúde

Em 2015, o então presidente dos EUA, Barack Obama, lançou a iniciativa Precision Medicine Initiative (PMI). O principal objetivo do projeto era desenvolver o uso da tecnologia na área da saúde para tratamentos e prevenções de doenças.

A curto prazo a iniciativa desenvolve melhor os sistemas para testes clínicos. Além de criar uma base de dados mais abrangentes que permita o melhor tratamento. Já a longo prazo, o uso do blockchain permitiria aos pacientes o compartilhamento de informações sensíveis de forma seletiva.

2. Música

A plataforma de streaming PeerTracks quer que cada artista tenha a própria versão de um token digital utilizado para vender músicas. Além de ser possível registrá-las na blockchain por meio de contratos inteligentes.

Essa iniciativa tem como objetivo diminuir o preço das músicas que as pessoas consomem, sem dar menos rendimentos para os artistas. Sendo possível eliminar os intermediários na relação com os fãs.

3. Educação

Nos Estados Unidos alguns diplomas são registrados por meio do blockchain. Estes, são chamados de blockcerts.

Os blockcerts são emitidos pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). Eles fazem parte de um projeto piloto, sendo testados os benefícios do sistema.

Os alunos que têm interesse em adquirir um diploma com essa tecnologia utilizam a aplicação para gerar parte da chave necessária para encriptar a informação. Ao final do curso, eles recebem uma nota de emissão do certificado do MIT na blockchain.

+ 14 livros sobre Bitcoin, Blockchain e Criptomoedas

4. Mercado Imobiliário

A inovação no uso do blockchain nesse setor é a utilização nos serviços de hipotecas, demolições de imóveis, registro de terras, entre outros. Porém, no Brasil, por enquanto, existe a possibilidade do uso para registro de propriedades.

O blockchain permitiria que toda a documentação financeira pudesse ser realizada de forma mais rápida. Isso ocorre por meio do processo de streaming. Além de reduzir os problemas no que diz respeito a fraudes, taxas e problemas com intermediários.

+ Tudo o que você precisa saber sobre mineração de criptomoedas

5. Moda

Já existe um mecanismo criado para verificar se uma peça de roupa de um determinado estilista é genuíno. Isso tudo por meio de um código existente na roupa que lê via chip NFC (Near Field Communication). A inovação no uso do blockchain foi desenvolvida pela empresa chinesa VeChain e pela marca de moda BabyGhost.

É importante lembrar que cada peça de roupa é registrada na blockchain com uma identificação única, sendo guardada num chip.

O objetivo é poder autenticar cada vestuário e ver o percurso que o mesmo faz, desde a criação até a escolha do cliente.

Produções audiovisuais explicam como funciona o blockchain

A tecnologia blockchain chegou para ficar, semelhante ao que aconteceu com a internet na década de 90.

Mas se você ainda não sabe os motivos pelos quais muitos investidores gastam bilhões para comprar criptomoedas, ou se você ainda desconfia em como funciona essa tecnologia, um bom filme pode ajudá-lo a entender esse novo mundo.

Existem muitas alternativas para assistir nas principais plataformas, como Netflix, Amazon Prime e YouTube, para citar algumas.

Um dos documentários, por exemplo, é Bitcoin: Além da Bolha, dirigido por Tim Delmastro.

Ele mostra uma visão geral da criptomoeda, explicando termos, dados e deixando o tema facilmente digerível para o telespectador. O documentário também mostra como funciona o blockchain.

E você, já assistiu algum filme, documentário ou série sobre inovação e blockchain? Se sim, compartilhe conosco e com os demais leitores as suas indicações! 

Cartão de crédito para MEI: confira 6 opções e vantagens

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mei usando cartão de crédito

Antes de tudo, ser um microempreendedor em busca do sucesso não é uma tarefa fácil, não é verdade? Principalmente se você atua como comércio ou indústria, já deve ter se perguntado qual é o melhor cartão de crédito para MEI!

Se você tem dúvidas sobre esse assunto e quer saber de forma prática, sobretudo sobre quais são as opções de cartão de crédito, continue a leitura deste texto.

Por isso, trouxemos variadas opções de cartão de crédito para MEI para você conhecer. Boa leitura!

6 opções de cartão de crédito para MEI

Apresentamos abaixo, as 5 opções de cartão de crédito para MEI. Vamos listar as principais vantagens e desvantagens, além de seus diferenciais. Cabendo a você, MEI, escolher qual melhor se encaixa à sua realidade. Entre eles, temos:

  1. BNDES;
  2. Banco do Brasil;
  3. Banco Santander;
  4. Banco Bradesco;
  5. Caixa Econômica;
  6. Banco Inter

1. Cartão de Crédito MEI BNDES

O cartão de crédito para MEI do BNDES é a primeira opção desta lista. Isso porque, ele permite que o microempreendedor tenha um cartão de crédito vinculado a um banco de sua escolha.

Os bancos listados pelo BNDES são:

  • Bradesco, com bandeira Elo e Visa;
  • Sicredi, com bandeira Cabal;
  • Banco Santander, com bandeira Visa;
  • Banrisul, com bandeira Visa;
  • Sicoob, com bandeira Cabal.

Vale lembrar que a responsabilidade de emissão e de análise e aprovação do crédito, bem como todo o relacionamento com a empresa, incluindo a cobrança de prestações e a aplicação de tarifas são realizadas pelo banco emissor escolhido.

Além disso, para a obtenção do Cartão BNDES é necessário que sua empresa esteja em dia com o INSS, FGTS, tributos federais e RAIS. É possível avançar com a solicitação do cartão enquanto regulariza a situação fiscal de sua empresa, em caso de pendência.

Vantagens

  • Opções variadas de instituições financeiras e de bandeiras;
  • Caso sua análise seja negada, é possível solicitar novamente em outra opção de banco.

Desvantagens:

  • É necessário estar completamente regularizado com todas as tributações.
vários cartões de crédito juntos
Conheça as opções de cartão de crédito disponíveis para o microempreendedor individual

2. Ourocard Empreendedor Internacional Visa

Uma outra opção de cartão de crédito para MEI é o Ourocard Empreendedor. Emitido pelo Banco do Brasil, esse é um cartão que promete facilitar o dia a dia de quem é MEI.

O limite funciona de acordo com a sua renda e já é possível solicitá-lo assim que abrir uma conta de pessoa jurídica na instituição financeira.

Esse é um cartão recomendado também para quem ainda não tem uma empresa, mas identificou uma boa oportunidade e deseja transformá-la em um negócio.

Vantagens:

  • Sem anuidade;
  • Aceitação nacional e internacional.

Desvantagens:

Não oferece cashback.

3. Cartão Negócios & Empresas – Santander

O Santander também possui um cartão para microempreendedor individual. Esse cartão é múltiplo, pois tem funções de débito e crédito.

Além disso, o microempreendedor pode fazer compras na função de crédito com o prazo de até 40 dias para o pagamento da fatura.

O cartão do Santander também apresenta outra vantagem: quanto mais o MEI usar o cartão, menos anuidade pagará. Sendo assim, é possível pagar anuidade zero.

Além disso, tem cinco dias sem juros no cheque especial, pacote de serviços, microcrédito e um gerente especialista em MEI.

+ Cartão de crédito para MEI Santander: conheça as taxas e saiba como solicitar

Vantagens:

  • Anuidade que pode ser zerada de acordo com os gastos;
  • Pontos acumulados no cartão podem ser transferidos para a conta de pessoa física.

Desvantagens:

  • É necessário ser cliente do Santander para ter acesso a este cartão.

4. Cartão de Crédito Bradesco Empresarial

A princípio, é importante ressaltar que além do Bradesco Empresarial Visa Internacional, a instituição financeira oferece muitas vantagens para quem é MEI, tanto para cartão de crédito, como para quem está em busca de uma conta corrente.

Sendo assim, há duas opções de conta MEI com diferentes tarifas. A primeira é a Cesta MEI Bradesco, com seis meses de isenção de taxas. A outra opção é a Cesta Multi Mobile MEI.

O Bradesco oferece diversos benefícios para a conta, entre eles estão: microcrédito, depósito digital de cheque, antecipação de recebimento das vendas no cartão de crédito etc. Ou seja, mais benefícios para o empreendedor!

Vantagens:

  • Facilidade para administrar a sua empresa com serviços centralizados;
  • Assessoria contábil especializada em Microempreendedor Individual.

Desvantagens:

  • Cobra anuidade.

5. Cartão CAIXA Empresarial

Por fim, temos como indicação o cartão de crédito da Caixa. Para solicitá-lo, é necessário abrir uma conta no banco e ter renda bruta de, no máximo, R$61 mil por ano.

O cartão oferece isenções de tarifas, incluindo a primeira anuidade do cartão, bem como dos encargos cadastrais.

Por fim, a manutenção da conta corrente também é gratuita pelo prazo de 12 meses.

Vantagens:

  • Possibilidade de diferenciar os limites de crédito mensal;
  • Parcelamento facilitado quando necessário.

Desvantagens:

  • É necessário ter uma conta vinculada a Caixa Econômica.

6. Cartão de crédito para MEI do Inter

O Banco Inter é mais uma opção no mercado com cartão de crédito para MEI. Esta é mais alternativa com muitas vantagens e benefícios.

Para os correntistas, é bem fácil solicitar. Um dos poucos requisitos é: ter cadastro como MEI, ter uma conta digital no Inter e passar pela análise de crédito do banco.

Vantagens:

  • Não possui anuidade;
  • Bandeira MasterCard que é aceita em vários locais e com descontos em estabelecimentos.

Taxas:

Quais os prós e contras de um cartão para o MEI?

Assim como acontece com qualquer tipo de crédito, é necessário ter bom senso na hora de utilizar.

Com um bom planejamento, por exemplo, é possível evitar dívidas desnecessárias.

Uma vantagem de ter o cartão para MEI é conseguir taxas de juros menores e condições especiais. O cartão pode, principalmente, ser usado para realizar financiamentos e solicitar empréstimos.

Mas se não houver um planejamento, por outro lado, você pode acabar se endividando. Isso porque alguns cartões apresentam cobrança de juros e, caso não sejam utilizados de forma correta, podem gerar dívidas altas.

+ Cartão de crédito Ourocard Empreendedor: como funciona e quais as vantagens?

Por isso, antes de solicitar o cartão de crédito, faça uma pesquisa entre as instituições. Assim, você consegue analisar qual oferece as melhores condições, taxas e escolher a que melhor se encaixa à situação do seu negócio.

O que você achou do nosso conteúdo? Bom? Então aproveite a visita e leia o texto “4 linhas de crédito disponíveis para empresas” que separamos para você.

Fundo PIS/Pasep e abono salarial PIS/ Pasep não são a mesma coisa. Entenda!

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Notas de 50 reais referentes ao saque do PIS/Pasep

Os trabalhadores brasileiros possuem diversos benefícios, tais como FGTS, PIS/Pasep, abono salarial e seguro-desemprego. Por conta disso, é comum encontrar alguém que ainda tenha dúvidas sobre cada um deles.

Além disso, há quem pense que o Fundo PIS/Pasep e o abono salarial PIS/Pasep são a mesma coisa. Mas é importante ressaltar que esses dois direitos dos trabalhadores não são iguais e possuem suas diferenças.

Com o anúncio de que será possível que os funcionários saquem os dois benefícios, muitos ficaram ainda mais confusos com toda a situação. 

Mas é claro que é possível acabar com essa confusão toda se informando. Se você tem acesso sobre o que é cada benefício, fica ainda mais fácil diferenciá-los.

Por isso, preparamos um artigo completo com as principais informações sobre cada um para que você possa ver a diferença e não confundir mais os benefícios que são direitos de todos os trabalhadores.

Conheça o Fundo PIS/Pasep

Para quem ainda não sabe, o PIS/Pasep é o dinheiro depositado pela empresa a todos os trabalhadores que tiveram carteira assinada entre 1971 e 4 de outubro de 1988. 

De acordo com a própria Caixa Econômica, os valores estarão disponíveis para saques quando o banco iniciar o calendário de pagamento do abono salarial. E isso é independente do mês de nascimento do trabalhador. 

Mas quem pode receber este benefício? A lista abaixo tira essa sua dúvida:

-> Aposentados ou pessoas com idade igual ou superior a 60 anos;

-> Inválidos (do participante ou dependente);

-> Transferência para reserva remunerada ou reforma (no caso de militar);

-> Neoplasia maligna – câncer (participante ou dependente);

-> Idoso e/ou portador de deficiência alcançado pelo Benefício da Prestação Continuada;

-> SIDA/AIDS (do participante ou dependente) e outros.

Vale ressaltar que isso vale para quem está empregado atualmente ou não.

Veja a tabela abaixo de pagamento do PIS/Pasep

1 mês trabalhado: R$100;

2 meses trabalhados: R$200;

3 meses trabalhados: R$300;

4 meses trabalhados: R$400;

5 meses trabalhados: R$500;

6 meses trabalhados: R$600;

7 meses trabalhados: R$700;

8 meses trabalhados: R$800;

9 meses trabalhados: R$900;

10 meses trabalhados: R$1.000;

11 meses trabalhados: R$1.100;

12 meses trabalhados: R$1.200.

Várias notas de dinheiro e uma carteira de trabalho em cima
Saber a diferença entre abono salarial e PIS/Pasep é fundamental

Conheça o abono salarial PIS/Pasep

Agora que você já sabe o que é e como funciona o Fundo, chegou a hora de entender um pouco melhor sobre o abono salarial PIS/Pasep.

O pagamento do abono salarial é anual, de até um salário mínimo. Para isso, os beneficiários precisam somar os seguintes requisitos:

  • Ter tido remuneração máxima de até dois salários mínimos no ano-base;
  • Ter carteira de trabalho há pelo menos cinco anos;
  • Ter trabalhado, pelo menos, 30 dias seguidos no ano-base;
  • Ter os dados de trabalhador na Relação Anual de Informações Sociais.

E quem NÃO tem direito? Afinal, assim como tem aqueles que são contemplados, tem também quem fica de fora e você também precisa ficar de olho nessas informações:

  • Trabalhadores urbanos vinculados a empregador Pessoa Física;
  • Trabalhadores rurais vinculados a empregador Pessoa Física;
  • Diretores sem vínculo empregatício, mesmo que a empresa tenha optado pelo recolhimento do FGTS;
  • Empregados domésticos;
  • Menores aprendizes.

Como é feito o cálculo do abono e como sacar?

A Lei 13.134/15 indica que o Abono Salarial passou a ter valor proporcional ao tempo de serviço do trabalhador no ano-base em questão. Por isso, para calcular o valor você precisa ficar atento a este detalhe.

O cálculo do benefício corresponde a quantidade de meses trabalhados no ano-base, devendo ser multiplicado por 1/12 do valor do salário mínimo que estiver vigente na data do pagamento.

A lei diz, ainda, que aqueles trabalhadores com período de serviço igual ou superior a 15 dias em um mês terão o mês contabilizado de forma integral.

O abono salarial PIS/Pasep é pago através de crédito na conta do cidadão, seja ela poupança ou corrente.

Mas, também é possível sacar o valor de outras formas: caixas eletrônicos, Casas Lotéricas e Correspondentes Caixa Aqui utilizando o Cartão do Cidadão ou até mesmo em uma agência da Caixa.

Gostou deste conteúdo? Então compartilhe com seus amigos e continue lendo sobre o assunto: 

+ PIS: veja passo a passo de como consultar o Abono Salarial pelo celular

+ Saiba como sacar o PIS/Pasep antecipadamente

+ Calendário PIS/Pasep 2022: governo divulga datas de pagamento. Confira!

Valor do Bitcoin vai subir até a lua? Veja a adoção meteórica da moeda

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Pessoa segurando uma moeda de bitcoin

A adoção do Bitcoin, assim como a diversas outras tecnologias passa por múltiplas etapas. Levando em conta apenas 13 anos de existência, o Bitcoin destaca-se como uma das tecnologias de mais rápido avanço em sua adoção na história.

Para se ter uma ideia, estudiosos estimam que o Bitcoin será adotado por mais de 1 bilhão de usuários até 2025, ou seja, em três anos, quando hoje estima-se que existam 135 milhões de usuários.

A adoção da internet, de 135 milhões de pessoas para 1 bilhão de pessoas levou sete anos e meio, ou seja, um pouco mais que o dobro do tempo estimado para que o Bitcoin alcance o mesmo número de usuários.

Eu acredito que estas estimativas sejam pessimistas, com os atuais eventos na economia global, a atual pandemia, e a impressão desenfreada de dinheiro por parte dos governos e bancos centrais de todos os países, esta adoção será ainda mais rápida.

Adoção institucional

Dentro desta ideia, acredito que as maiores ondas de adoção desta década virão através dos investidores institucionais, ou seja, empresas de todas as esferas e eu já darei exemplos, e governos municipais, estaduais e nacionais, que também já temos diversos exemplos.  

No âmbito empresarial, é impossível estimar quantas organizações possuem Bitcoin em caixa, pois somente as empresas de capital aberto divulgam este tipo de informação publicamente.

Empresas com Bitcoin em caixa

Nesta amostra de empresas listadas em bolsa, temos por exemplo a MicroStrategy, uma empresa de software que fez parte da bolha.com que expliquei em minha coluna da semana passada, esta empresa possui hoje mais de 121 mil Bitcoins em caixa, num valor estimado nos dias de hoje em 5 bilhões de dólares.

Em outro exemplo, temos uma empresa que já é disruptiva por si só, a Tesla, empresa com a missão de acelerar a transição para energia sustentável em todo o mundo. A empresa de Elon Musk possui aproximadamente 48 mil Bitcoins, o equivalente a 2 bilhões de dólares.

Montagem com Elon Musk e criptomoeda Bitcoin
Elon Musk, dono da Tesla, possui aproximadamente 48 mil Bitcoins

O terceiro exemplo vem das fintechs, e não é qualquer fintech em início de vida, é a Square Inc., que teve seu nome recentemente alterado para Block (também pelo foco em blockchain), empresa de Jack Dorsey, fundador da rede social Twitter.

Estima-se que a Square possua aproximadamente 8 mil Bitcoins, num valor estimado de 338 milhões de dólares. Você investe em alguma dessas empresas ou mesmo no índice S&P500? Se sim, você é um investidor de Bitcoin indiretamente.

Governos que adotaram o Bitcoin

Se tratando de governos aderindo ao Bitcoin, temos como exemplo mais conhecido o país de El Salvador, um país que sofre de diversos problemas em sua economia e segurança pública. Porém, desde setembro de 2021, o país institucionalizou o Bitcoin como moeda nacional.

Já pensou pagar um lanche no McDonalds com alguns *satoshis? Em El Salvador já é possível.

Além de institucionalizar como moeda local, o governo do país vem comprando Bitcoins com o tempo e já possui mais de 1.120 Bitcoins em suas reservas.

Um pouco mais perto de nós, tivemos na semana passada o anúncio, por parte do Prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, o projeto “Cripto Rio” que pretende investir 1% do tesouro da cidade em ativos digitais e dar desconto em pagamentos de impostos realizados com a criptomoeda.

A cidade do Rio de Janeiro e o país El Salvador, possuem ambos aproximadamente 6,5 milhões de habitantes cada e são somente dois exemplos de locais que adotarão o Bitcoin, dá para enxergar o aumento exponencial da adoção da moeda?

Moral da história, eu acredito que sim, o valor do Bitcoin vá “subir até a lua”, e como grande propulsor deste foguete, teremos a adoção institucional. Mas muito cuidado e paciência, este foguete não é o tipo de foguete que “não tem ré”, este é um foguete quando sobe, vai de escada, mas quando cai, desce de elevador.

*1 Bitcoin = 100.000.000 de satoshis.

Conheça Renato Carvalho, colunista do FinanceOne

Com vasto conhecimento sobre o mercado de moedas digitais, Renato Carvalho é o novo colunista do FinanceOne. Semanalmente, ele traz informações importantes sobre criptomoedas. Fique de olho!

Renato é administrador com experiência como executivo do setor de educação internacional e empresas de consultoria empresarial e auditoria “BIG 4”.

Investidor de renda variável desde sua adolescência, produz conteúdo de educação financeira, mostrando o que faz com o seu próprio dinheiro “skin in the game”. Especialista em criptoativos e negócios disruptivos.

É Bacharel em Administração pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Université Libre de Bruxelles (Bélgica) e mestre em Administração pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC).

Confira outros artigos de Renato Carvalho, colunista do FinanceOne:

Conheça 8 profissões ligadas ao Blockchain. Fique de olho!

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homem no computador

Você já sabe que o Blockchain veio para ficar e, consequentemente, está trazendo novas oportunidades de profissões no mercado de trabalho. Além disso, as pessoas também passaram a ver as carreiras de uma forma diferente.

Vale lembrar ainda que com a popularização do mercado de criptomoedas, seja na área de investimentos ou de carreiras, está fazendo com que surja a necessidade de profissionais capacitados na área e que entendam do assunto de Blockchain.

Mas por ser uma área nova ainda para os brasileiros, é comum que muitos ainda não conheçam as profissões disponíveis no mercado. 

Será que é preciso fazer uma nova faculdade ou curso? Preciso me especializar? Posso aproveitar os conhecimentos que já tenho da minha carreira? Essas são perguntas comuns de se escutar.

E para te ajudar, o FinanceOne separou uma lista recheada das principais profissões que estão ligadas ao Blockchain.

Blockchain: conheça algumas profissões que devem dominar no futuro

A chegada das novas tecnologias assustou um pouco o mercado de trabalho, principalmente pela velocidade que as mudanças se espalharam. Além disso, muito se fala em algumas profissões sendo extintas e a chegada de algumas outras para dominar o cenário no futuro.

+ Profissões do futuro: confira quais são as tendências do mercado profissional

Mas, que profissões seriam essas? São todas ligadas ao blockchain!

O famoso ‘salto de conhecimento’ que a indústria deu revolucionou o campo empregatício e também as oportunidades. Muitos profissionais se reinventaram, acompanharam as tendências e você confere a seguir as carreiras que devem se popularizar:

1) Desenvolvedor Blockchain

Há alguns anos, dizer que ia começar a estudar programação poderia ser motivo de piada e a sensação de que estava se metendo numa fria. No entanto, quem se aventurou naquela época atualmente está rindo à toa. 

O desenvolvedor de blockchain é uma das funções que mais cresceram e deve se popularizar ainda mais, além de ser uma das mais bem pagas no país. Ele é o profissional responsável por criar códigos fontes e “manjar” de tudo da linguagem de programação. É possível receber mais de R$30 mil mensalmente.

2) Engenheiro Blockchain

Outra carreira que está entre as “do momento” e que está com uma excelente remuneração é a de engenheiro do Blockchain. Este, inclusive, tem sido um desejo de muitas empresas do setor de tecnologia e a disputa está cada vez maior para ocupar este espaço.

inovação no uso do blockchain
O Blockchain está abrindo diversas oportunidades de profissões

Afinal, a remuneração pode chegar a até R$100 mil reais por mês. Este profissional possui todo o domínio das principais linguagens de programação. É recomendado a especialização em cursos internacionais para chegar ao alto nível da profissão.

3) Web Designer

O salário do Web Designer não é tão volumoso quanto o do engenheiro, mas ainda sim é um destaque do mercado. Este é o profissional que precisa saber o básico da linguagem de programação e estar em perfeita atualização.

Isso porque este profissional agora não fica mais responsável pela criação apenas de sites tradicionais como você vê por aí, mas sim trabalhar com a criação de todo o ambiente virtual para atender o mercado de criptografia e universo digital.

+ Como trabalhar com criptomoedas? Confira as profissões

+ Quer mudar de profissão em 2021? Veja dicas para a transição de carreira

A chegada do metaverso impacta diretamente nas funções de um Web Designer, que, se não estiver especializado e se atualizando, pode ficar para trás. Os ganhos podem passar dos R$20 mil e contar com comissões relevantes de acordo com o projeto.

4) Consultor Jurídico

Em qualquer área, os advogados e consultores jurídicos são importantes para intermediar e realizar as negociações e pensar em novos negócios. Não à toa as empresas estão requisitando cada vez mais esses profissionais para ajudá-las nas transações de investimentos.

E o melhor é que são poucas leis e decretos que existem no momento quando o assunto é Blockchain e criptomoedas.  

Mas ainda assim, quem quer trabalhar nessa área precisa se especializar para ter o mínimo de conhecimento de como funciona esta tecnologia. Além de ser preciso acompanhar as novidades jurídicas do mercado. 

5) Crypto Broker

Talvez você não saiba o que é um Crypto Broker, mas saiba o que ele significa: corretor de criptomoedas. Eles são bem parecidos com os corretores que trabalham na Bolsa de Valores, mas esses negociam os cripto ativos. 

+ Mulheres na tecnologia: como elas estão promovendo inovação!

Além disso, esse profissional procura e encontra compradores para os investidores e vender grande parte dos ativos criptografados que o corretor conseguir. 

Sendo assim, o Crypto Broker precisa ser hábil em vendas e ter um conhecimento da blockchain. 

6) Cientista de Dados Blockchain

Este profissional é responsável por entender a estrutura desnormalizada de origem Blockchain, tornando-a em estrutura de dados normalizada, assim como garantindo sua integridade pela validação dos blocos , criptografia e verificação de integridade das árvores merkle.

7) Arquiteto de Sistemas Blockchain

Quem quiser trabalhar nesta área deverá saber criar, integrar e aconselhar o não uso de tecnologia Blockchain em projetos de forma técnica de acordo a necessidade ou linha de negócio.

8) Contador para Ativos Blockchain/DLT

Para esta profissão, você deverá ser habilitado em validar ou emitir todos os documentos contábeis, baseando em notação de contabilidade financeira em blockchain para uma firma do setor.

Gostou do conteúdo? Compartilhe com os seus amigos que queiram trabalhar no mercado de criptomoedas e Blockchain.

Conheça e ouça os 10 melhores podcasts sobre mercado financeiro

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Garoto com fone de ouvindo usando celular para finanças

Os podcasts vieram para ficar, inclusive podcasts sobre mercado financeiro. Um estudo realizado pela Globo, em parceria com o Ibope, mostra que 57% dos brasileiros começaram a ouvir podcasts durante a pandemia.

Ao analisar os dados da pesquisa, é possível notar que os consumidores de podcasts estão se expandindo mais do que antes era um perfil mais nichado.

O estudo mostra que a maior parte dos ouvintes são homens (51%) de 25 a 34 anos (28%), enquadrados na classe média (51%).

A pesquisa aponta, ainda, que a porta de entrada no mundo do áudio tem algumas motivações em comum. A maior parte dos ouvintes escuta podcasts para buscar entretenimento em assuntos de interesse pessoal (41%).

Outra grande parcela (27%) escuta por ter curiosidade sobre o formato do modelo de áudio, ao passo que 26% são influenciados a consumir podcasts por indicação de amigos ou familiares.

Afinal, eles são uma boa opção para quem não tem tempo de fazer um curso ou ler um livro. Os conteúdos são completos e dinâmicos, facilitando bastante o aprendizado. 

Aliado a isso, o podcast conquista ouvintes pelo mundo porque o acesso ao conteúdo é fácil e não é necessário pagar taxas ou mensalidades para ampliar o seu conhecimento. 

Pensando nisso, fizemos uma lista com podcasts sobre mercado financeiro para ajudar você sobre esse assunto. Quer saber quais estão na nossa lista? Continue a leitura.

Podcasts sobre mercado financeiro para acompanhar

Na era dos podcasts o que não faltam são opções para quem quer dicas sobre finanças. A seguir, confira a lista que separamos sobre mercado financeiro para você ouvir e aprender ainda mais.

1 – PoupeCast

Se você já acompanha economia, então certamente conhece o canal Me Poupe. Ele é um dos principais podcasts sobre mercado financeiro no país.

O PoupeCast é um podcast muito conhecido e considerado um dos melhores sobre investimentos e assuntos financeiros. Ele é comandado pela jornalista Nathalia Arcuri.

2 – André Bona: Finanças & Investimentos

Também conhecido como um dos principais profissionais da área financeira, André Bona fala sobre investimentos de renda fixa e variável.

Bona aborda diversos tópicos. Um deles, por exemplo, é sobre a importância de saber os riscos financeiros.

O propósito do podcast é ajudar pessoas a entenderem melhor sobre o mercado financeiro, a fim de conseguirem tomar as melhores decisões. Além disso, ele também tira todas as dúvidas possíveis e de forma didática.

https://open.spotify.com/episode/1qYRYaxHnXCj6DtMDK1low?si=tPPuFuLURLC7ev0fHsHbKA

3 – Financast

Com mais de 100 programas disponíveis em diversas plataformas, o Financast é um dos principais podcasts quando o assunto é mercado financeiro.

Ele é indicado para quem quer aprender sobre investimentos de uma forma descomplicada e extrovertida. O podcast aborda temas como: economia, finanças e até mesmo empreendedorismo.

+ Filmes na Netflix para quem quer empreender

4 – CBN Podcasts

Além do jornalismo diário, a Central Brasileira de Notícias (CBN) também disponibiliza podcasts sobre mercado financeiro.

O podcast CBN Dinheiro, por exemplo, é indicado para quem quer aprender mais sobre finanças pessoais. O programa tem novos episódios diariamente.

Confira alguns podcasts sobre finanças de destaque do CBN Podcasts:

+ 9 aplicativos sobre finanças pessoais que você precisa conhecer!
+ Mentiras que já te contaram sobre o mercado financeiro

5 – Bora Dominar! Domine suas finanças

Representatividade diz muito na hora de atrair um público, não é? Levando isso em conta, existe um podcast feito especialmente por mulheres.

O Bora Dominar! mostra de maneira fácil como investir com qualidade. Ele é desenvolvido por Luciana Fiaux, conhecida também como “personal da vida financeira”.

6 – XP InvestorCast

O podcast InvestorCast tem a finalidade de apresentar visões mais aprofundadas e especializadas sobre o mercado financeiro, sobretudo sobre temas que estão fervendo na atualidade.

Recentemente, por exemplo, o podcast abordou a discussão em torno dos impactos do coronavírus e os exemplos de ações que mais poderiam ser afetadas.

Além disso, também abordou eventuais quedas na Bolsa de Valores.

7 – Educando Seu Bolso

Por fim, entre os podcasts sobre mercado financeiro, não dá para esquecermos do Educando Seu Bolso.

O podcast foi criado por Ewerton Veloso e Frederico Torres, profissionais do mercado financeiro. O Educando Seu Bolso é semanal e aborda, com linguagem acessível, assuntos sobre finanças pessoais, investimentos e mercado financeiro.

O objetivo do podcast é ajudar pessoas que não são da área a entenderem sobre os assuntos.

8 – DinheiramaCast

Dinheirama é uma empresa especializada em educação financeira. Em seu site, são postados artigos sobre o universo financeiro, e seus podcasts, chamados de DinheiramaCast, abordam finanças e economia.

Esses podcasts estão disponíveis em três plataformas diferentes (Soundcloud, iTunes e Stitcher), facilitando o acesso de cada pessoa.

Abaixo, separamos alguns podcasts sobre finanças de destaque do Dinheirama:

9 – NerdCash

O NerdCash faz parte do NerdCast, o podcast do Jovem Nerd, um blog que produz conteúdo geek, mas que também aborda outros assuntos, como o mercado financeiro.

Por ser um conteúdo consumido, em sua maioria, por adolescentes e jovens adultos, a linguagem dos podcasts sobre finanças do NerdCash é bem informal e divertida.

É uma ótima dica para quem não gosta de finanças, mas quer aprender mais sobre de uma forma descontraída.

Veja, a seguir, alguns podcasts sobre finanças de destaque do NerdCash:

10 – Boletos Pagos

sse podcast semanal é comandado por Nathalia Rodrigues, conhecida como Nath Finanças, especialista em educação financeira.

Os programas, que abordam economia e negócios, trazem assuntos como pirâmide financeira, participação dos negros no mercado financeiro, como se proteger de crimes digitais, dicas para ser MEI e o valor da influência no mundo dos negócios.

Ou seja,é um espaço para reflexão e conta sempre com convidados especiais.

Qual a importância de estudar sobre finanças e investimentos?

Mesmo que você já considere que saiba o suficiente para comandar os seus investimentos, é sempre bom manter uma rotina de estudos para aprender mais sobre o assunto e os podcasts sobre mercado financeiro são uma boa opção.

Afinal, existem muitas oportunidades a conhecer e conceitos que podem auxiliar na sua jornada, como classificação de risco, operações estruturadas, debêntures e muito mais.

Quanto mais nós nos dedicamos a estudar e aprender sobre finanças e investimentos, melhor o desempenho das nossas aplicações. Afinal, passamos a compreender quando sair de uma posição, em que momento comprar ou vender determinado ativo e como entender a movimentação do mercado.

+ Os melhores podcasts sobre mercado de trabalho

Gostou do nosso texto? Lembrou de outros podcasts sobre mercado financeiro? Então deixe um comentário e compartilhe, com a gente e com os demais leitores, as suas dicas sobre o assunto!

Confira 10 jogos blockchain para conhecer e ganhar dinheiro

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tela do jogo Axie Infinity

O mercado de criptomoedas parece estar longe de esgotar as suas possibilidades de expansão. Uma das grandes novidades deste ano certamente são os jogos blockchain.

Nos últimos tempos, estão se proliferando cada vez mais games cuja mecânica têm vínculo com a tecnologia blockchain. Ou seja, podendo render dinheiro aos seus jogadores.

Dessa forma, a novidade ajudou a criar também uma nova categoria para os jogos: o play-to-earn, isto é, “jogar para ganhar” (e não só nas partidas).

Blockchain Game Report (BGA), elaborado pela DappRadar, traz dados que reforçam o crescimento dos jogos em blockchain. De acordo com a programação, 49% das carteiras de criptomoedas ativas estão conectadas a algum jogo.

Segundo o relatório, 754 mil carteiras foram conectadas exclusivamente a jogos de blockchain. Isto é, tratam-se de endereços criados ou utilizados apenas para este mercado.

Com a possibilidade de conseguir criptomoedas enquanto se joga, o tema rapidamente ficou em alta. Mas se para você esse universo é novo, então entenda a seguir o que são os jogos NFT e quais são os principais atualmente.

O que são NFTs?

Disponíveis no mercado desde 2012 os tokens não fungíveis (non fungible tokens) mais conhecidos no meio digital como NFTs, são criptoativos colecionáveis exclusivos.

Entre os mais comuns estão trabalhos artísticos, músicas, cartões ou qualquer outro elemento virtual como armas, avatares, cards, jogos blockchain. Até mesmo terrenos, imóveis, entre outros.

São peças únicas, que exigem registro e comercialização digital. A compra ou venda geralmente acontece por meio de leilões, com preço estabelecido em criptomoeda. No caso do token não fungível, o ethereum.

A liquidez, no entanto, exige cuidado. Afinal, os NFTs podem levar tempo para se valorizar no mercado ou até mesmo ter uma explosão instantânea e gerar uma rápida rentabilidade.

Esse mercado não é monitorado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Jogos blockchain

O primeiro passo após conseguir entender toda a história de jogos blockchain com a integração de tokens não fungíveis é que, apesar de conseguir rentabilizar externamente, nem todo jogo pode fazer você ganhar dinheiro.

Isso porque depende de vários fatores externos, como a jogabilidade, números altos de jogadores e até mesmo a valorização do token.

O começo desse estilo foi em novembro de 2017, quando houve o lançamento do jogo “CryptoKitties”. Mas apesar do game ter sido pioneiro nesse estilo, acabou tendo vários problemas na construção.

Após esse jogo, o mais famoso nesse período foi o “Axie Infinity”, que furou bolhas e chegou até para públicos que não eram desse mundo.

No começo, podemos destacar que o “Axie Infinity” era bastante rentável, com jogadores conseguindo fazer uma renda mensal por volta dos R$ 2 mil. Entretanto, após a febre passar, ficou mais complicado conseguir alcançar essas marcas novamente.

Mas ele não está sozinho: Illuvium, CryptoKitties, Monsta Infinite, Chumbi Valley, Micropets e Chimeras são outros games no mesmo estilo.

A partir disso, surgiram outros jogos, como o BombCrypto, que trazem a jogabilidade clássica de jogos dos anos 90, como BomberMan, mas com a integração do blockchain.

Isso é muito característico em jogos blockchain, pegando a antiga jogabilidade que fez muito sucesso no passado e integrando a nova tecnologia.

1 – Axie Infinity

Com certeza, o NFT Axie Infinity é um dos jogos blockchain mais populares. Ele ajudou na popularização do termo, inclusive.

Com bixinhos redondos e coloridos, o game usa a tecnologia blockchain para remunerar os jogadores e foi lançado em 2018, contando hoje com mais de dois milhões de jogadores.

2 – CryptoKitties

Para quem gosta de gatos e quer ganhar dinheiro com jogos esse seria perfeito. No Jogo NFT CriptoKitties, os jogadores podem comprar, vender, coletar e criar vários tipos de gatinhos online.

3 – Illuvium

Com gráficos lindos, o Illuvium é um Jogo de aventura RPG construído na tecnologia Ethereum Blockchain.

Lembrando bastante o icônico Pokémon, na gameplay o jogador terá que percorrer vários tipos de terrenos para caçar e capturar criaturas, chamadas de Illuviais no game, sendo que existem mais de cem tipos delas. A moeda foi batizada de ILV.

4 – CryptoCars

Assim como o primeiro Axie Infinity, o CryptoCars é um NFT famoso na internet e que traz a possibilidade de bons ganhos, mas para entrar o usuário precisa desembolsar quantias consideráveis no início.

No estilo “Velozes & Furiosos”, o CryptoCars é um jogo NFT no qual o jogador deve preparar carros – que são os NFT – para participar e vencer corridas contra outros jogadores e a própria máquina.

Ao vencer a corrida, você ganha os tokens CCAR (criptos), pontos de experiência e outros materiais importantes.

+ Conheça os 5 melhores jogos do metaverso para ganhar dinheiro

5 – CryptoPlanes

No mesmo universo virtual (Metaverso) do CryptoCars, o CryptoPlanes é um novo jogo NFT lançado no mercado recentemente, que tem aviões como tokens.

A gameplay baseia-se em turbinagem do avião, que tem quatro pontos de estatísticas: velocidade, poder, ar e combustível.

O objetivo do jogo blockchain é entrar em lutas (treinamentos, partidas contra outros players e batalha de aviões contra carros) para ganhar pontos de experiência e os tokens do jogo. A moeda de troca é a CPAN.

6 – Thetan Arena: free-to-play

O Thetan Arena é um novo Jogo NFT, lançado em 2021, que traz o tradicional battle royale, mas também possui o clássico modelo MOBA (“Multiplayer Online Battle Arena”).

Em suma, é um título no qual o usuário prepara personagens (os heróis) para combates com outros jogadores.

imagem de um game
Bomb Crypto é um dos principais jogos blockchain da atualidade

7 – Bomb Crypto

O Bomb Crypto tem como base o clássico Bomberman, mas ao mesmo tempo oferece aos jogadores a experiência de NFT. Ele envolve a criptomoeda chamada BCOIN, sigla para BombCrypto Token, a principal moeda de troca do game.

8 – WorkerTown

Tendo outros títulos play-to-earn como referências, bem parecido com o Bomb Crypto, o WorkerTown é um jogo NFT pixelado ainda em desenvolvimento no qual os jogadores vão construir cidades e gerenciar personagens, os Trabalhadores.

9 – Alien Worlds

Alien Worlds é um dos jogos play2earn mais populares do mercado e por muito tempo manteve-se na primeira posição em número de usuários diários ativos. Desde novembro de 2021, vem alternando a liderança com Splinterlands.

10 – DeFi Kingdoms

DeFi Kingdoms está baseado na bolckchain do Harmony (ONE) e combina os recursos de finanças descentralizadas (DeFi) com as potencialidades da economia Play-to-Earn.

A diferença de outros projetos GameFi, DeFi Kingdoms é um metaverso DeFi que promove a gamificação das finanças descentralizadas de uma forma intuitiva e divertida.

Como ganhar dinheiro com os jogos blockchain?

Tecnicamente existem duas formas para ganhar dinheiro com jogos blockchain hoje em dia.

São elas: ganhos durante partidas de games “play-to-earn” e a negociação de ativos personalizados e colecionáveis em games que permitem isso.

Os jogos play-to-earn (“jogue para ganhar”) funcionam no cenário de economia aberta, que possibilita remuneração aos jogadores em forma de dinheiro vivo ou outro tipo de moeda.

Em suma, para ganhar algo (as cripto), o usuário precisa estar sempre jogando para upar (aumentar o nível) do cenário e assim ir recebendo os ativos na conta digital.

Ou seja, contando também com a valorização (ou desvalorização) no mercado financeiro das criptomoedas.

Por sua vez, nos NFT In-Games, ao invés do jogador ganhar algo (como criptomoedas), ele consegue vender itens usados no jogo, como personagens, casas, armas e outros, para jogadores interessados.

É um comércio interno de itens raros, bonitos demais e/ou muito necessários para progredir no game, por exemplo.

Assim, quem deseja entrar no mundo dos jogos NFT precisa, além de estudar sobre criptomoedas, também ficar por dentro do mecanismo do jogo escolhido.

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