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Franquia Starbucks: saiba qual é o valor e como abrir

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fachada da loja do starbucks

Você já pensou em abrir uma franquia? Agora você já imaginou que essa poderia ser uma franquia Starbucks? Sim, estamos falando da empresa de cafeteria conhecida mundialmente.

Se um dia você chegou a cogitar a hipótese de se tornar um franqueado da rede Starbucks, temos uma notícia não tão boa: a marca não possui franquias. Isso mesmo, você não leu errado, mas ainda existe uma forma de você investir na marca.

A empresa trabalha com o que ela chama de licença. Então para você ter uma cafeteria para chamar de sua é necessário adquirir uma licença da marca. 

Quer saber como funciona e quanto custa para poder ter direito a franquia Starbucks? Continue lendo este artigo para ter todas as informações necessárias para conseguir a sua licença e, consequentemente, abrir a sua loja.

Franquia Starbucks: como funciona a licença para abrir a loja?

Bom, você já sabe que não existe a possibilidade de comprar uma franquia Starbucks, mas sim de adquirir uma licença para ter a sua cafeteria. Mas como isso funciona? Antes de qualquer coisa, você precisa saber que as lojas existentes são exclusivamente da empresa.

Porém, é possível que um investidor monte uma unidade porque a Starbucks fornece a licença. E o que isso significa? Que você passa a ter direito ao uso da marca e de todos os produtos fornecidos pela empresa.

Além disso, você também passa a ter acesso a todas as formas de gerenciamento, atendimento e as receitas do cardápio da cafeteria. Tendo essas informações, você pode implementá-las da maneira como quiser.

Outra informação muito importante é que todo o planejamento da loja fica sob a sua responsabilidade. Mas atenção: tudo deve ser realizado sem que a loja perca a identidade da marca.

atendente de franquia starbucks preparando um pedido
Affogato style Frappuccino photographed on Monday, June 27, 2016. (Joshua Trujillo, Starbucks)

Quanto custa a licença para a franquia Starbucks?

Você deve estar se perguntando quanto é o investimento para conseguir a licença da franquia Starbucks, certo? Bom, podemos falar que o valor inicial é de, no mínimo, R$500 mil.

Esse valor é considerado o básico para a licença de uso da marca e dos produtos da empresa. Os gastos com a reforma e abertura da loja não estão inclusos nesse valor, já que isso pode variar de acordo com o tamanho e local escolhido.

Qual a principal diferença entre franquia e licença?

A principal diferença entre um franchising e o licenciamento é justamente a padronização do negócio.

No caso de uma franquia, a principal característica é haver uma padronização. Isso ocorre para que a gestão, operação e visual das unidades sejam iguais, mantendo um padrão.

Já no licenciamento, os investidores não são obrigados a seguir padrões preestabelecidos, podendo ter mais liberdade. No entanto, precisa manter valores e a identidade da marca.

Caso você veja por aí algumas unidades da Starbucks de formas diferenciadas, é por este motivo. Os empreendedores que adquiriram licença podem optar em montá-las sem seguir um padrão.

Como adquirir?

Para solicitar o licenciamento de uma franquia Starbucks, é necessário acessar o site oficial da empresa e fazer uma inscrição na parte de business & solutions.

O empreendedor interessado terá que informar uma série de dados à empresa para que ela possa avaliar o seu real interesse e, em seguida, fazer contato. 

Feito o cadastro, a Starbucks vai avaliar o seu perfil completo para chegar a decisão de que você tem as características ideais para abrir uma unidade e poder obter uma licença da marca.

Ela vai avaliar aspectos como: capacidade de investimento, capacidade de gestão e local de instalação. Tudo isso você terá preenchido no formulário.

Atualmente, a Starbucks conta com 4 modelos de loja:

  • Food service (um espaço médio, para consumo no local);
  • Premium Self-Serve (bebidas self-service);
  • Licensing (lojas de rua);
  • Seattle’s Best Coffee (uma outra marca, que pertence a Starbucks e que mistura a loja para consumo no local e atendimento para “comprar e levar”)

Além disso, também é possível adquirir uma Starbucks em locais abertos, usando diferentes espaços. Isso acontece muito em universidades, espaços corporativos, hospitais, lojas de rua, aeroportos e outros.

Este conteúdo te ajudou? Então comente o que achou e continue lendo sobre outras franquias:

+ Franquia Cacau Show: como abrir e quanto custa

+ Franquia O Boticário: saiba qual o valor e veja como abrir

+ Franquia Havaianas: saiba quanto custa e como abrir a sua

Conheça as 5 mulheres mais ricas do mundo e o que elas fazem

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Mulher usando notebook para ler livros sobre finanças

Em 2021, a presença de mulheres mais ricas do mundo na lista de bilionárias da revista Forbes bateu recorde. Isso porque de acordo com o levantamento feito pela revista, a lista de bilionárias aumentou em mais de 35% em relação ao ano anterior.

Entre as mulheres mais ricas estão herdeiras, empresárias e empreendedoras de setores diversos, como beleza, setor imobiliário e cassino, por exemplo.

A seguir, separamos as 5 mulheres mais ricas do mundo. Quer saber o que cada uma faz? Então continue a leitura para saber mais!

As 5 mulheres mais ricas do mundo

Entre os nomes, a primeira que vamos mencionar é Françoise Bettencourt Meyers, herdeira da L’Oreal, pois ela é a mulher mais rica do mundo, com uma fortuna avaliada em US$73,6 bilhões.

1. Françoise Bettencourt Meyers

Francesa, de 67 anos, Françoise Bettencourt Meyers herdou a fortuna da mãe, Liliane Bettencourt e do avô materno, Eugene Schueller, o fundador da L’Oréal, gigante empresa de cosméticos.

Desde 1997 Françoise já fazia parte do conselho da empresa da família. Apesar do lucro das vendas terem caído em 2020 por conta da pandemia, as ações da L’Oréal subiram 38% depois que o público passou a procurar por produtos de pele. Françoise é do conselho da L’Oreal desde 1997.

Françoise Bettencourt Meyers herdeira da L'Oreal
Françoise Bettencourt Meyers é a mulher mais rica do mundo

2. MacKenzie Scott

Americana, MacKenzie Scott, de 50 anos, fez sua fortuna ao lado do fundador da Amazon, Jeff Bezos. Depois de ter se divorciado em 2019, ela não só figurou na lista das mulheres mais ricas do mundo como também é uma das maiores apoiadoras de causas sociais.

Scott acumula uma fortuna de US$53 bilhões. Só na pandemia ela doou mais de US$5 bilhões para 500 organizações sem fins lucrativos dos Estados Unidos.

3. Alice Walton

A terceira mulher mais rica do mundo da nossa lista é a Alice Walton, filha de Sam Walton, o fundador do Walmart.

Alice perdeu seu posto de mulher mais rica do mundo para Françoise, contudo, ganhou US$7,4 bilhões em 2020 devido à valorização das ações do Walmart.

+ Como investir em ações internacionais? Veja como funciona

4. Miriam Adelson

Aos 75 anos, Miriam Adelson é dona de 56% da operadora de cassino Las Vegas Sands. Ela herdou a agência do marido, Sheldon Adelson, o qual faleceu em janeiro de 2020.

Mesmo tendo perdido US$985 milhões nos primeiros três meses de 2020, depois que dois cassinos fecharam por conta da pandemia, Adelson ainda ocupa a quinta posição no ranking de mulheres bilionárias.

Vale lembrar que os cassinos chegaram a reabrir em 2020, mas houve um prejuízo. Além disso, a operadora de cassino anunciou em março de 2021 que está vendendo suas propriedades por US$6,25 bilhões. 

5. Yang Huiyan

A chinesa Yang Huiyan, que tem 39 anos, é uma das mais novas nessa lista das mulheres mais ricas do mundo. Sua fortuna vem do ramo imobiliário. Huiyan é dona de 58% da Country Garden Holdings, uma incorporadora imobiliária do país chinês.

O patrimônio veio de herança do pai, que transferiu a fortuna para a filha no ano de 2007. Além da empresa imobiliária, Huiyan também está à frente da Bright Scholar Education Holdings, empresa de educação sediada nos Estados Unidos.

Brasileiras também estão na lista de mulheres mais ricas do mundo

Também há brasileiras que entraram na lista de bilionárias em 2021 segundo a Forbes. Esse número representa 17% do total mundial.

As três brasileiras que contemplam este pódio são herdeiras de setores completamente diferentes. Vicky Sarfaty Safra, por exemplo, é atualmente a brasileira mais rica, com herança estimada em R$37 bilhões. Sarfaty é viúva do banqueiro Joseph Safra, falecido em dezembro de 2020.

Luiza Helena Trajano, dona da Magazine Luiza, também compõe a lista de mulheres mais ricas. Trajano tem o patrimônio avaliado em R$23,5 bilhões.

+ Lições de Luiza Helena Trajano para quem quer ter sucesso nos negócios!

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Empreendedorismo: veja 10 fatores para ter sucesso em 2022

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Garota em entrevista de primeiro emprego aperta a mão do recrutador

No início do ano, quando nos preparamos para enfrentar novos desafios, é bom ressaltar a importância do empreendedor, o indivíduo que transforma as ideias em negócios, criando um negócio ou uma empresa. 

O empreendedor é o indivíduo que cria empregos para a sociedade, sendo um elemento-chave para o desenvolvimento econômico e social de uma localidade e seu país. 

Este aspecto assume ainda maior importância quando enfrentamos as adversidades de uma pandemia que ainda não acabou e que contribui para o agravamento da situação econômica. 

Uma das marcas do empreendedorismo é a resiliência

No momento, é estimulante observar uma luz no fim do túnel, uma pitada de otimismo: as pesquisas vêm indicando a retomada das atividades econômicas; consolida-se o caminho do universo digital e o governo federal tem tomado medidas em favor dos pequenos negócios.

Antes da Covid-19 e ainda mais agora, as nações se voltam para dinamizar a capacidade empreendedora e o espírito empreendedor em sua população, com o propósito de criar uma sociedade próspera, justa e igualitária, principalmente devido à mobilidade social promovida pelas micro e pequenas empresas.

Tais capacidades devem ser desenvolvidas na população por meio da educação e da capacitação em ferramentas de gestão e técnicas ligadas ao mundo dos negócios. Mas também por meio das características comportamentais do indivíduo, para se tornar um empreendedor bem-sucedido. 

Muitos especialistas consideram as características comportamentais como a chave do sucesso de um empreendimento, que promovem impactos positivos no crescimento econômico e desenvolvimento social de um país ou região.

10 aspectos que levam ao empreendedorismo de sucesso

As características empreendedoras devem ser desenvolvidas e podem ser subdivididas em dez aspectos que levam ao empreendedorismo de sucesso.

Dentre estas características, como já foi dito, a resiliência é uma das mais importantes. É o empreendedor que nunca desiste, mesmo quando não é bem-sucedido.

Também podemos destacar ferramentas de gestão, como capacidade de planejamento, de ver o futuro e organizar o seu caminho, estabelecendo metas a serem perseguidas, com foco na qualidade dos produtos ou serviços oferecidos para os clientes. 

Planejamento e definição de metas, questões que já eram cruciais para as empresas viraram indispensáveis para sua sobrevivência. E, para que esse processo seja bem-sucedido, recomenda-se fazer muitas pesquisas. 

pessoa fazendo cálculo para pedir empréstimo
Um bom empreendedor deve prezar pelo planejamento estratégico

Mais do que nunca, o empreendedor necessita também dispor de elevada capacidade de convencimento ou persuasão, devendo ser um excelente vendedor de ideias, se portando de forma otimista, formando redes de relacionamento com os clientes, fornecedores, instituições, parceiros e amigos, que são seus maiores ativos. 

Para sermos realizados e felizes na vida, temos que ter um propósito. Essa é outra premissa muito importante para o empreendedor, que precisa buscar informações e identificar oportunidades que possam ajudá-lo a alcançar o seu ideal.

Outro atributo é a capacidade de simplificação e sistematização, criando e organizando o seu modelo de negócio. Não é uma tarefa fácil, sendo necessário ter autoconfiança e certa independência, tendo em vista o número de responsabilidades que acaba assumindo para transformar suas ideias em negócios. 

O empreendedor é um verdadeiro líder transformador, sendo essas características de liderança também importantes em sua na formação.

Com essas características, com certeza, são grandes as chances de prosperar.

Bom ano novo, boa sorte.

Conheça Antonio Alvarenga, colunista do FinanceOne

Diretor-superintendente do Sebrae Rio desde 2019 e com vasta experiência no mercado, Antonio Alvarenga é o novo colunista do FinanceOne. Mensalmente, ele traz informações importantes sobre empreendedorismo. Fique de olho!

Antonio é administrador pela UFRJ, presidente da Sociedade Nacional de Agricultura – SNA e vice-presidente da Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ).

Também é membro do Conselho Superior de Agronegócios da FIESP e da Academia Nacional de Agricultura e integrante do Conselho do Agro, instituição que reúne as 15 principais lideranças do agronegócio brasileiro.

Foi Diretor do Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais; Diretor Executivo e sócio do Ibmec Educacional. Confira outros artigos de Antonio Alvarenga, colunista do FinanceOne:

IPVA e IPTU são despesas que devem ser planejadas. Entenda!

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Homem mexendo na calculadora com planilhas

Gastos com impostos anuais, como IPVA e IPTU chegam logo após o fim das festas. E vem sempre a pergunta: o que é melhor, quitar em cota única ou pagar as parcelas?

Os que quitarem o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) em cota única terão desconto no valor total em muitas cidades do Brasil. Contudo, outra opção é dividir o imposto em dez prestações fixas.

Para quem tem carro, o Imposto sobre a propriedade de veículos automotores (IPVA) também tem desconto no pagamento à vista em diversos estados. Porém, o valor só pode ser dividido em até três parcelas.

Ainda assim, essas despesas viram desafios, especialmente para quem fez gastos extras nas férias e festas de fim de ano.

Segundo consultores, quem conseguiu entrar em 2020 com dinheiro em caixa, deve optar por IPVA e IPTU em cota única, com abatimento.

+ O que acontece se não pagar o IPVA 2022? Veja as consequências

Qual é a recomendação dos especialistas?

Na avaliação dos especialistas, o cenário de juros baixos com uma inflação que deve acelerar um pouco este ano, favorece o pagamento em cota única.

No entanto, se o consumidor for mais organizado e quiser avaliar se o desconto no pagamento único do IPVA e IPTU é vantajoso em vez do parcelamento, ele deve fazer um cálculo mais criterioso.

+ Tem como pagar o IPTU com cartão de crédito? 

O primeiro passo é avaliar se o desconto oferecido é maior do que o valor que esse dinheiro renderia caso estivesse em alguma aplicação financeira. Como a poupança, por exemplo, que rende 0,3% ao mês é isenta de taxas.

No caso do IPTU, considerando um parcelamento em 10 meses, o pagamento à vista será vantajoso se o desconto for superior a 1,5%.

No caso do IPVA, supondo um parcelamento em três vezes, para o pagamento ser realmente vantajoso, basta que o desconto supere os 0,5%.

Já quem não tem dinheiro guardado deve inevitavelmente pagar à prazo e iniciar um planejamento para quitar essas despesas sem passar por sufoco. Uma dica que vale para todos os consumidores.

A sugestão é que para os próximos anos, o consumidor faça uma programação automática. Portanto, vá separando todo mês um determinado valor para quitar os compromissos sazonais.

IPVA e IPTU
Ter um planejamento é de extrema importância para evitar desfalques no orçamento

Vale aplicar o dinheiro para pagar os tributos?

A Associação Nacional dos Executivos de Finanças (Anefac) fez os cálculos. Com a Selic a 4,5% ao ano, a caderneta de poupança passou a render apenas 0,26% ao mês (3,15% ao ano, abaixo do atual patamar da inflação).

Desta forma, se o dinheiro for mantido nessa aplicação, o investidor perde poder de compra.

O professor de Finanças do Ibmec/RJ, Filipe Pires, explica que nos atuais patamares de Selic e inflação, a poupança acaba não oferecendo um ganho real para o investidor.

“Se possível, é aconselhável pagar os tributos em cota única. Além de o desconto ser atraente, o orçamento do restante do ano fica livre de um peso fixo”, aconselha Pires.

Fique atento também a outras cobranças

Atenção a armadilha dos descontos do pagamento à vista do IPVA e IPTU. É a dica do coordenador do MBA em Gestão Financeira da Fundação Getúlio Vargas, Ricardo Teixeira.

Ele ressalta que o começo do ano é uma época em que há novas despesas, como matriculas escolares, materiais, entre outros. Portanto, por isso, o investimento só deve ser feito se realmente for valer a pena.

“Se a pessoa optar pelo parcelamento, pagará um valor determinado no fim do ano. Em caso de antecipação, precisa ganhar um desconto. Se esse desconto for igual ou maior que o rendimento que ela receberá investindo numa aplicação conservadora, vale a pena adiantar o gasto e se livrar da conta”, explica Teixeira.

IPVA e IPTU: melhor pagar à vista ou parcelar?

Ainda sobre este assunto, muita gente tem dúvidas se é melhor pagar IPVA e IPTU à vista ou de forma parcelada. Independentemente da sua escolha, é sempre bom colocar tudo na ponta do lápis e adequar com a sua realidade financeira.

Um ponto de pagar à vista, com certeza, são os descontos que se têm. Mas, o pagamento parcelado pode facilitar a vida de muita gente que precisa de tempo até se organizar financeiramente.

Responda, primeiro, a uma pergunta: você atualmente está equilibrado financeiramente, endividado ou se é um investidor.

Após isso, será mais fácil de escolher e saber se é melhor à vista ou parcelado.

Este conteúdo lhe foi útil? Então continue lendo sobre IPVA e veja os motivos por ter ficado mais caro em 2022.

Franquia Mcdonald’s: descubra quanto custa e como abrir

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Fachada de uma franquia McDonald's em Londrina, no Paraná

Se você está pensando em abrir uma franquia McDonald’s, saiba que pode ter muito sucesso. Porém, é preciso ter um bom planejamento do negócio e entender bem como o nicho funciona. Afinal, a concorrência é grande. 

A boa notícia é que a marca é a líder absoluta no segmento de alimentação rápida. Além disso, já é reconhecida como uma das melhores franquias para investir e administrar. 

Tendo isso em vista, para abrir o seu próprio McDonald’s, é preciso saber sobre custos e entender o processo de franquia. Quer saber mais? FinanceOne te conta!

Como abrir uma franquia do McDonald’s?

O primeiríssimo passo para abrir uma franquia do McDonald’s é entrar em contato com a área de Franquias da Rede. Para isso, envie um e-mail para [email protected] informando o desejo de se tornar franqueado e pedindo mais informações. 

Antes de encaminhar a mensagem, contudo, certifique-se de que esse é o endereço de email atualizado, já que ele pode mudar oportunamente. Basta checar na página de franquias da marca.

A partir do retorno que obter, siga os passos indicados. Seu perfil será avaliado pela holding Arcos Dourados, que é a responsável por gerenciar a marca aqui na América Latina. 

Se for compatível com o que a empresa busca em seus franqueados, você irá para a próxima etapa.

Vale frisar que a marca não divulga abertamente quais são os requisitos. Até porque o perfil ideal pode variar entre as regiões e tipos das franquias. 

A próxima etapa do processo de franqueamento consiste em um período conhecendo a rotina do restaurante. Também é realizada uma entrevista e a entrega da Circular de Oferta de Franquia (COF).

O franqueado também passa pelos treinamentos efetivos e por um processo de imersão do negócio, no qual aprende sobre gestão e administração das unidades do McDonald’s.

Esse processo pode até mesmo incluir uma viagem a um Centro de Treinamento. Depois de passar por todas essas etapas, o franqueado recebe o contrato para assinar e pode iniciar o seu empreendimento.

Assim como outras marcas, existem alguns modelos de franquias do McDonald’s. Geralmente, elas se diferenciam pelo tamanho, como: 

  • quiosque 
  • restaurante de rua
  • restaurante de shopping ou outros centros comerciais

O franqueado pode escolher em qual tipo quer investir.

+ Franquia Cacau Show: como abrir e quanto custa

Quais são os custos?

Ser um franqueado McDonald’s exige um investimento alto. Afinal, estamos falando de uma marca internacionalmente reconhecida, com uma identidade visual rígida e um padrão de qualidade e atendimento igualmente custoso.

Então se você está pensando em empreender com essa marca, já prepare o bolso. Os preços variam muito de acordo com:

  • a região 
  • o tamanho da unidade
  • o tipo de franquia (se é em um shopping ou um na rua, por exemplo)
  • a complexidade da arquitetura etc

Mas, de modo geral, a média vai de R$1,6 milhão a R$2,5 milhões.

Esse valor inclui todo o capital inicial para instalação e início do funcionamento do restaurante e a taxa de franquia de R$250 mil. 

Mas quem deseja abrir uma franquia McDonald ‘s ainda pode ter mais gastos no meio do caminho. Além disso, considere os royalties do McDonald ‘s, que giram em torno de 5% do faturamento bruto da loja por mês. 

Fachada de uma franquia McDonald's em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro
Taxa para abrir franquia McDonald’s é de R$250 mil, além do capital inicial do empreendimento

Quanto custa uma franquia de sorvete da McDonald’s?

Essa é uma pergunta muito comum entre pessoas que desejam abrir uma franquia McDonald ‘s. Acontece que o quiosque é menor e tende a ser mais barato. 

Mas não é tão simples assim. Não é possível investir apenas na franquia de sorvete da marca.

Quem quer ter um quiosque de sorvete, precisa investir no pacote completo da franquia. Ou seja, é necessário franquear todo o restaurante (fazer a parte de lanches também).

Além disso, você precisará somar o valor para a instalação do quiosque de sorvete, que gira em torno de R$350 mil.

+ Franquia O Boticário: saiba qual o valor e veja como abrir

Vale a pena abrir uma franquia McDonald’s?

A resposta para essa pergunta é aquela que você não quer ler: depende. 

Assim como qualquer outro empreendimento, uma franquia McDonald’s tem seu sucesso diretamente relacionado ao planejamento e às diversas variáveis que podem impactar o negócio.

Mas para você ter uma noção geral, saiba que a média de lucro mensal das franquias da marca de fast food no Brasil são de R$75 mil a R$85 mil. O prazo para retorno máximo, garantido pela própria rede, é de 60 meses. 

Alguns empreendedores do ramo contam que as unidades McDonald ‘s possuem alguns dos maiores retornos (mas também os maiores investimentos). A rentabilidade chega a ser em torno de 8% a 10%.

Mais algumas vantagens em abrir um McDonald’s são:

  • Marca com reconhecimento mundial
  • Modelo de negócios já testado e bem-sucedido
  • Altos níveis de treinamento ao franqueado
  • Oferece rede de suporte profissional

E aí? Gostou da ideia de abrir a sua franquia? Então compartilhe o conteúdo com seus futuros sócios e tenha sucesso!


Leia também: Conheça 10 franquias mais baratas para abrir em 2022

MEI pode ter mais de uma atividade registrada? Confira os limites!

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pessoa segurando um celular logado no app da receita federal
Microempreendedor individual (MEI) tem o menor percentual de gasto com o INSS; valor descontado é de 5% do salário mínimo. (Fonte: Divulgação)

De janeiro a junho de 2021, foram abertos 2.070.817 de novos negócios no Brasil. Dados do Serasa Experian apontam ainda que a maior parte deles – 1.654.167 – de microempreendedores individuais (MEI).

Quando analisadas as atividades das empresas abertas, nove das 20 principais são de Serviços, que vai desde alimentação (9,2%) até serviços médicos (1,3%).

Considerando os demais setores de atuação, estão o comércio, com 24,4% dos negócios abertos em 2021, e a indústria, com 7,6% do número geral de novas empresas.

A razão para essa disparada na criação de empresas, em especial MEIs, é principalmente o elevado número de desempregados no Brasil. Atualmente, são 14,8 milhões de pessoas, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Mas será que o MEI pode ter mais de uma atividade registrada? Esta é uma dúvida frequente entre aqueles que desejam abrir um negócio ou efetivar uma renda extra. Confira no artigo a resposta!

Quem trabalha em regime CLT pode abrir uma microempresa?

A resposta é: sim, você pode trabalhar com a carteira assinada enquanto desempenha uma segunda função como MEI para complementar sua renda.

Entretanto, se você está interessado em cumprir os dois regimes precisa estar atento a algumas informações importantes, como por exemplo, o recebimento do seguro desemprego caso seja demitido.

Nesse caso, vale ressaltar que o benefício é voltado ao trabalhador dispensado e que não possui fonte de renda para seu sustento, por isso, ao se registrar em um novo emprego e ainda tiver parcelas a receber, o benefício é cessado.

Assim, o entendimento do Governo é de que o MEI é considerado uma fonte de renda e, por isso, o trabalhador não precisará do seguro-desemprego para suprir suas necessidades.

Além disso, mesmo contribuindo com o INSS mensalmente – 8% do salário depositado ao fundo pelo empregador, o MEI não fica isento de recolher valores da previdência social.

Em contrapartida, ambas contribuições serão contabilizadas pelo INSS para questões relacionadas à aposentadoria.

+ MEI terá novas obrigações trabalhistas em 2022. Veja as mudanças

Microempreendedor Individual pode abrir mais de uma empresa?

Um empresário que tem uma empresa MEI não pode ser proprietário de qualquer outro tipo de empresa.

Logo, para poder participar de mais de uma empresa em seu nome ou participar de um empresa como sócio de uma limitada, o empresário deverá iniciar um processo de desenquadramento do MEI.

Após ser feito isso, será possível entrar em outra empresa ou fazer parte de uma outra empresa, desde que siga as regras da nova modalidade.

Também é importante observar quais serão as atividades exercidas na MEI. Algumas atividades não são permitidas como, por exemplo, dentistas, advogados, fisioterapeutas, etc.

Nestes casos, o profissional só poderá exercer as atividades como Pessoa Física de forma autônoma ou como contratado CLT.

Ademais, há outras alternativas para se formalizar como Pessoa Jurídica abrindo outro tipo de empresa, como uma EIRELI ou um Empresário Individual (EI) , por exemplo.

Entretanto, os procedimentos para a abertura deste tipo de empresa são mais burocráticos e demandam ajuda de um contador.

Ilustração de uma pessoa fazendo anotações em papéis, com xícara de café e celular, em uma mesa de trabalho
Se você pretende se tornar um microempreendedor, o primeiro passo é começar escolhendo quais serão as  atividades da MEI que serão necessárias desempenhar

MEI pode atuar com dois registros como microempreendedor?

Ao se tornar um Microempreendedor Individual, a pessoa deve escolher uma atividade principal e até 16 secundárias.

Sendo assim, ela não pode ter dois MEI, caso trabalhe em funções distintas autorizadas.

Por exemplo, se a pessoa atua de forma autônoma como cabeleireiro e motoboy, será necessário escolher apenas uma dessas atividades como a principal. A outra poderá ser inclusa como secundária.

+ MEI é obrigado a emitir nota fiscal? O que acontece se não emitir? Entenda!

E aposentado, pode abrir MEI?

Na maioria dos casos sim, o aposentado pode abrir MEI. Só não pode caso a aposentadoria seja por invalidez.

Afinal, se a pessoa se aposentou porque não podia mais trabalhar, a Receita Federal entende que ela também não pode ser microempreendedora individual.

Quem pode ser MEI?

Para se formalizar como Microempreendedor Individual, é necessário:

  • Ter faturamento anual de até R$ 81 mil ou proporcional aos meses trabalhados – como explicado abaixo;
  • Não ser sócio, administrador ou titular de outra empresa;
  • Ter no máximo 1 funcionário contratado;
  • Exercer uma das mais de 450 atividades permitidas.

Quem não pode ser?

Não podem ser formalizados como MEI os seguintes:

  • Servidor Público Federal em atividade;
  • Servidores públicos estaduais e municipais devem observar os critérios da respectiva legislação, que podem variar conforme o estado ou município;
  • Menores de 18 anos ou menores de 16 anos não emancipados;
  • Estrangeiros sem visto permanente;
  • Pensionistas do RGPS/INSS inválido;
  • Pessoa que seja titular, sócio ou administrador de outra empresa, ter mais de um estabelecimento.
  • Além disso, como visto antes, nem todas as profissões são cobertas pelo MEI. Médicos, psicólogos e advogados são um exemplo disso.

Eles podem estar no Simples Nacional, mas não podem ser microempreendedores individuais pois são considerados profissionais liberais e não exercem uma atividade empresarial.

Ficou interessado em trocar a CLT pelo MEI? Portanto, confira 5 dicas de como planejar a transição de carreira

O dinheiro não saiu do caixa eletrônico? Entenda como resolver o problema

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Como fazer com uma cobrança bancária indevida

Imagine a seguinte situação: você precisa de dinheiro, vai ao caixa para sacar e se depara com um problema. O dinheiro não saiu do caixa eletrônico. Esse é um problema que surge com bastante frequência, todos os dias.

Apesar de acontecer com frequência, as máquinas de caixa eletrônico, conhecidas também como ATM, são seguras e por isso, existem protocolos de segurança para proceder em situações como essa.

Ficou curioso para saber como proceder caso o dinheiro não saia do caixa eletrônico? Continue a leitura! Vamos mostrar para você os passos mais importantes nesse momento para não ficar no prejuízo. Confira!

O que fazer?

Em primeiro lugar, é importante entender se esse dinheiro que não saiu do caixa eletrônico foi debitado de sua conta, seja ela corrente ou poupança. Você pode fazer isso através do próprio caixa ou então por meio do aplicativo de celular.

Caso o valor não tenha sido debitado, basta se dirigir a outra máquina que não apresente problemas. Isso é comum porque, por ser uma máquina, ela pode estar sem cédulas ou até mesmo com problemas mecânicos, basta comunicar a um funcionário sobre o erro.

No entanto, caso o valor tenha sido descontado de sua conta, você terá que comunicar ao banco formalmente e de forma imediata. Caso você esteja em uma unidade bancária em horário de expediente, este é um procedimento mais fácil.

Isso porque, basta você procurar por um funcionário da instituição a qual você possui conta para comunicar sobre esse problema. Nesse sentido, essa pessoa terá exatamente as informações necessárias para ressarcir o valor para você.

Agora, se você estiver fora de uma agência bancária, ou ainda, esteja fazendo o saque numa agência, mas fora do expediente bancário, o ideal é pegar todos os dados necessários como horário e número de identificação do caixa e ligar para o 0800 da instituição financeira para fazer sua reclamação formal.

Para identificar o número de 0800 do seu banco, basta olhar o número que consta na parte de trás do seu cartão de débito.

+ Como fazer um pagamento no caixa eletrônico
+ Qual o valor máximo que pode sacar no caixa eletrônico

Lembre-se também de pegar todos os dados referentes a essa reclamação. Entre eles, o nome do atendente e o número de protocolo para garantir que a reclamação de fato aconteceu.

Uma outra opção válida para quem prefere se resguardar desse tipo de problema é realizar a reclamação diretamente para o Banco Central. Os números disponíveis são o 0800 979 2345 e o 145.

imagem de vários caixas eletrônicos
Antes de mais nada, é necessário entender o motivo para este problema ter acontecido no momento de saque

Outras soluções e prazos para devolução:

Por fim, uma outra possibilidade que cabe a você nesse momento é fazer um registro formal numa delegacia, através de um boletim de ocorrência. Atualmente, existem opções de realizar esse registro pela internet, sem a necessidade de deslocamento.

Para realizar este ato, é necessário ter dados como:

Na maioria das vezes, não chega a ser necessário realizar esse tipo de registro. No entanto, é importante estar ciente de como proceder caso ocorra algum tipo de problema, como a negativa do banco, por exemplo.

De acordo com a Federação Brasileira de Bancos, a Febraban, as instituições financeiras possuem o prazo de até 5 dias úteis para solucionar o problema e devolver o dinheiro para o cliente.

Mas, caso esse passo seja ultrapassado, o cliente pode entrar em contato com o Procon de sua cidade para reaver o dinheiro perdido pela máquina.

Agora que você já sabe como resolver o problema de dinheiro que não saiu do caixa eletrônico, que tal conhecer também os bancos com mais reclamações do Brasil. Confira!

Criptomoedas: veja qual é o limite para ser isento no Imposto de Renda

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Criptomoedas Bitcoin empilhadas com peças quadradas de madeira em cima com as letras: E T F

O ano nem começou e já tem muita gente pensando no Imposto de Renda de 2022. E é muito comum encontrar quem tenha dúvidas, principalmente quem investe em criptomoedas.

Até porque cada vez mais pessoas estão investindo nas moedas digitais, fazendo com que esse mercado tenha um grande crescimento. Mas será que é possível ficar isento no Imposto de Renda investindo em criptomoedas? Existe um limite?

Todas essas dúvidas são comuns, até porque esse mercado ainda é novo e os brasileiros ainda estão descobrindo ele. Por esse mesmo motivo, a Receita Federal divulgou recentemente as regras para esse tipo de investimento.

Receita Federal informa sobre o Imposto de Renda para criptomoedas 

Saber sobre a tributação das criptomoedas e da isenção no Imposto de Renda é fundamental para que você não tenha dores de cabeça no futuro. Até porque você não quer cair na malha fina, certo?

De acordo com a Receita Federal, há sim a possibilidade de você não ser tributado no Imposto de Renda e, para que isso aconteça, é importante que o valor da criptomoeda seja igual ou inferior a R$35 mil.  

“É isento do imposto sobre a renda o ganho de capital auferido na alienação de criptomoedas cujo valor total das alienações em um mês, de todas as espécies de criptoativos ou moedas virtuais, independentemente de seu nome, seja igual ou inferior a R$35.000,00.”

Outra dúvida muito comum é sobre as chamadas Stablecoins utilizando Bitcoin. Mas o que significa isso? É a compra de uma criptomoeda por outra. 

Mão segurando várias criptomoedas Bitcoin
É possível ficar isento no Imposto de Renda com as criptomoedas

Vale ressaltar que qualquer outro criptoativo pode ser incluído no questionamento, até mesmo as moedas de jogos virtuais, que cresceram bastante em 2021, comprado com outra criptomoeda.

Onde declarar a Criptomoeda no Imposto de Renda?

É importante estar atento e ter muito cuidado quando for declarar qualquer tributo no Imposto de Renda para que ele não precise ser retificado no futuro. Por esse motivo, muitas pessoas optam pela ajuda de um contador.

Quanto às criptomoedas, no Imposto de Renda devem ser declaradas na ficha de Bens e Direito.

+ Imposto de Renda 2022: 4 documentos que você deve começar a guardar

Além disso, o fisco exige que a posse de moedas virtuais acima de R$5 mil já sejam incluídas na declaração. É necessário que sejam declaradas como se fosse um bem, assim como declara-se casas, carro e aplicação financeira.

Como fazer? É bem fácil:

-> Abra a ficha do Imposto de Renda na aba “Bens e Direitos”
-> Em seguida, clique em “Novo”
-> Depois informe se a compra foi feita por você ou por um dos seus dependentes
-> Por último é só você indicar qual é o código do Bem que estará declarando.

Entenda cada código para declarar criptomoeda

A partir do ano de 2021, a Receita Federal criou três códigos para facilitar a identificação na hora de declarar as criptomoedas, são eles:

81 – Bitcoin (BTC); 

82 – Outros criptoativos que sejam moedas digitais, conhecidos como altcoins: Ether (ETH), XRP (Ripple), Bitcoin Cash (BCH), Tether (USDT), Chainlink (LINK), Litecoin (LTC); 

89 – Demais criptoativos que não são considerados criptomoedas (“payment tokens”), mas são classificados como “security tokens” ou “utility tokens”.

Gostou deste artigo? Então continue sua leitura e confira quais são os valores mínimos para começar a investir em criptomoedas.

Entenda o que é margem de lucro e saiba como calcular

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pessoa escrevendo em uma folha com um celular e notebook no lado

Você, empreendedor, já ouviu falar no termo margem de lucro? Pois é. Esse é um importante indicador que permite a você compreender melhor como está o desenvolvimento do seu negócio.

Mesmo que seja um dado fundamental, é comum encontrar pessoas que não saibam como calcular essa informação. Como resultado, é possível que esses donos de negócio estejam oferecendo seu produto ou serviço de forma errada no mercado.

O problema é que, a longo prazo, não saber a sua margem de lucro pode prejudicar a vida útil de seu empreendimento.

E isso é muito comum de acontecer. Para se ter uma ideia, segundo o IBGE, 48% das empresas brasileiras fecham em até três anos por falta de uma gestão eficiente.

Vale lembrar que também não importa qual seja o seu segmento de atuação. Ao se tornar uma empresa, é essencial saber exatamente qual a sua margem de lucro.

Ficou curioso para saber um pouco mais sobre o funcionamento da margem de lucro? Então continue a leitura! Vamos mostrar para você uma maneira efetiva de entender o funcionamento desse dado dentro da sua empresa. Confira!

empreendedor trabalhando na lanchonete
A margem de lucro é a principal responsável pela saúde financeira da sua empresa

Afinal, o que é a margem de lucro?

Antes de mais nada, a margem de lucro é um indicador que diz muito sobre seu negócio.

Isso porque, com ele, é possível entender o quanto a sua empresa ganhou com a venda de um produto/serviço. Sendo assim, a margem de lucro pode ser resumida como o percentual obtido da relação entre o lucro bruto e a receita total.

Para chegar a esse lucro, é necessário colocar na ponta do lápis vários indicadores importantes como o lucro bruto e o lucro líquido.

Como chegar a minha margem de lucro?

Para chegar a margem de lucro do seu negócio, é necessário avaliar todo o seu faturamento durante determinado período. Em seguida, você terá que subtrair todos os valores gastos para desempenhar aquele tipo de serviço.

Existe uma fórmula específica utilizada para esse tipo de cálculo, e ela é:

margem de lucro = lucro bruto / despesas totais

Para exemplificar, podemos utilizar o exemplo de um Microempreendedor Individual. Por lei, o teto máximo anual de um MEI é de R$81 mil. Dividindo pelo total de meses, cada microempreendedor pode faturar, no máximo, R$6.750.

Por isso, vamos supor que esse MEI tenha faturado esse valor máximo em um mês. Nesse sentido, suas despesas serão de:

  • Receita total: R$6.750
  • Custos: R$2.500
  • Lucro: R$6.750 – R$2.500 = R$4.250
  • Margem de lucro: R$4.250 / R$6.750 = 63%

Sendo assim, um microempreendedor individual que faturou em um mês o teto máximo mensal permitido e que teve apenas R$2 mil em custos, obteve um lucro de 63%.

Por que saber a margem de lucro é tão importante?

Porque através da margem de lucro é possível mensurar a saúde financeira do seu negócio. Com ela, é possível entender se o preço que você cobra de seus clientes é justo, se você poderia aumentar o valor, entre outros tipos de informações.

Existem muitos empreendedores que se esquecem de incluir os custos em cima do preço final de um produto ou serviço.

O resultado disso é que esses negócios acabam ficando no prejuízo. Além disso, o problema é que a longo prazo, essa atitude pode prejudicar seu empreendimento.

Por isso, é extremamente necessário que, antes mesmo de abrir o seu negócio, você saiba um pouco mais sobre esses cálculos burocráticos. Até porque, são eles que podem ajudar você a manter seu empreendimento vivo por mais tempo.

Agora que você já sabe como calcular sua margem de lucro, que tal conhecer também como começar a vender online. Confira!

O que é a Web 3.0? Saiba como será o futuro da internet

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menino na frente de um computador jogando online
Jogos online recompensam o usuário por meio da lógica de múltiplas tarefas. (Fonte: Divulgação)

A Web 3.0 virou tema central no Twitter, em dezembro, quando Elon Musk, fundador da Tesla e entusiasta de criptomoedas, postou a seguinte pergunta em sua conta:

 Alguém viu a web 3.0? Eu não estou encontrando.

Irônico como sempre em seus tweets, Elon Musk quis provocar as pessoas sobre o hype do mercado sobre a Web 3.0 e as criptomoedas. Mas se quisermos responder Musk, primeiro precisamos saber, o que é a Web 3.0?

Web 1.0

Vamos fazer uma breve viagem no tempo e entender um pouco sobre a Web 1.0, que seria a realidade da internet entre 1991 e 2004.

Nesta época, a web era formada por basicamente conteúdos já prontos e em páginas estáticas, sem interação do usuário, sem login e pasmem, sem muita publicidade!

A definição do usuário de internet nestes tempos era de consumidor. Vale lembrar também que nesta época a maioria das pessoas possuía internet discada, de baixa velocidade e alto custo.

Web 2.0

Entre 2004 e hoje, temos o que é conhecido por Web 2.0, onde a palavra-chave é a interação entre usuários e páginas.

As redes sociais e de compartilhamento surgiram como grandes vencedoras desta geração e da nossa atenção, com isto os dados e informações dos usuários passaram a serem enviados e controlados por organizações como Google e Facebook.

Na posse dessas valiosas informações sobre seus usuários, essas empresas conseguem entregar publicidade de forma direcionada e específica para cada usuário.

Vivemos a época da falta de privacidade aos usuários e da disputa de nossa atenção perante as empresas de mídia, mas para sermos justos, adoramos receber likes em nossas fotos, em troca estamos entregando basicamente todos os nossos hábitos de consumo.

mão feminina segura celular
Atualmente, vivemos na Web 2.0, com interação entre usuários e páginas

Um exemplo prático de como estes dados são utilizados pelas empresas seria uma usuária que namora outro usuário e ambos estão no Facebook.

Supondo que a usuária realize buscas sobre testes de gravidez ou perguntas como: “como saber se estou grávida?”, a ferramenta de publicidade do Facebook pode entender que este casal poderá ter filhos em breve e começará a utilizar esta informação para enviar publicidade de produtos para bebês e pais ao namorado desta usuária.

Parece até teoria da conspiração, mas não é!

Web 3.0

Agora sim, o motivo pelo qual você clicou nesta matéria, a Web 3.0. A próxima geração da web é conhecida por utilizar a tecnologia do blockchain e tirar o poder das mãos de organizações centralizadas, descentralizando o poder e dando o poder aos usuários.

Enquanto na Web 2.0 somos o produto das redes sociais e dos conteúdos que interagimos, na Web 3.0 a ideia é de que os usuários serão donos da rede e das informações e dados que circulam na mesma.

Um exemplo prático e já existente é o site de compartilhamento de vídeos Odysee. Enquanto no Youtube temos o Google por trás da empresa, da coleta de dados e até como dono e moderador de conteúdo, no Odysee os dados são compartilhados entre usuários, os criadores de conteúdo recebem moedas digitais por fazerem uploads e nenhum conteúdo pode ser moderado, pois não há centralização de poder.

Com o blockchain protegendo a rede, os vídeos postados não ficam no servidor de uma empresa, mas sim em um blockchain que protege o vídeo de qualquer possibilidade de ser deletado.

O que vem por aí?

Obviamente a Web 3.0 não se limita à descentralização, a transformação acontecerá aos poucos e muitos projetos serão desenvolvidos nesta nova forma de rede.

O que vale destacar é que na Web 3.0 a tecnologia blockchain e as criptomoedas serão fundamentais, o que leva a crer que de fato não há como fugir: as criptomoedas e o blockchain farão parte de nossas vidas assim como a internet faz hoje em dia.

Logo, logo o fundador da Tesla, que já aceita criptomoedas para compra de produtos em sua empresa, encontrará a Web 3.0.

Conheça Renato Carvalho, colunista do FinanceOne

Com vasto conhecimento sobre o mercado de moedas digitais, Renato Carvalho é o novo colunista do FinanceOne. Semanalmente, ele traz informações importantes sobre criptomoedas. Fique de olho!

Renato é administrador com experiência como executivo do setor de educação internacional e empresas de consultoria empresarial e auditoria “BIG 4”.

Investidor de renda variável desde sua adolescência, produz conteúdo de educação financeira, mostrando o que faz com o seu próprio dinheiro “skin in the game”. Especialista em criptoativos e negócios disruptivos.

É Bacharel em Administração pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Université Libre de Bruxelles (Bélgica) e mestre em Administração pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC).

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