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Saiba como evitar prejuízo ao enviar dinheiro para o exterior

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Pessoa usando a calculadora e contando os dólares amontoados

Enviar dinheiro para o exterior é um procedimento muito comum entre brasileiros. Sobretudo para quem investe em moedas estrangeiras, bem como possui familiares que residem em outros países.

Para se ter uma ideia, em 2020, durante os meses de janeiro e outubro, brasileiros movimentaram R$3,36 bilhões em remessas internacionais, segundo dados do World Bank.

O valor é bastante expressivo, se considerarmos que os meses foram afetados pela pandemia. Principalmente porque, o montante foi 4,5% maior do que todo o ano de 2019, quando o fluxo fechou em R$3,21 bilhões.

Entretanto, é preciso estar atento antes de efetuar qualquer transação desse tipo. Isso porque, é muito comum o uso de golpes e fraudes com foco nessa área.

Por exemplo, no dia 18 de fevereiro, a TransferWise interrompeu parte da operação de uma das principais plataformas dedicadas a remessas de valores entre países aqui no Brasil. Desde então, o serviço continua suspenso.

O motivo para a interrupção se deu pelo fim do acordo que mantinha com um banco especializado em câmbio, o MSBank, que era quem operava a transação.

Essa notícia deixou muitos consumidores ansiosos, que passaram a procurar por novas soluções e plataformas pelo mercado cambial.

Por isso, selecionamos algumas dicas com o especialista de câmbio Tulio Portella, diretor comercial da B&T, corretora de câmbio aqui do Brasil. São seis pontos para se ter atenção antes de realizar qualquer tipo de pagamento ou transferência de valores para outro país.

Leia e confira abaixo:

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Sempre opte por instituições financeiras já conhecidas no mercado cambial, assim, você evita riscos

Saiba quem realmente vai enviar dinheiro para o exterior:

Atualmente, existem muitas empresas que oferecem soluções completas para o envio de dinheiro para o exterior. Contudo, essas mesmas empresas, muitas vezes são plataformas que terceirizam a operação para uma outra empresa.

Tulio Portella, afirma que é essencial saber o nome de quem, de fato, fará a transação. Além disso, saiba sempre sobre a reputação do negócio em plataformas como o Reclame Aqui.

“São cuidados fundamentais para evitar contratempos. Muito consumidor, no desejo de resolver o problema rapidamente, amarga prejuízos por pura falta de informação”, destaca.

Descubra se a empresa possui autorização do Banco Central:

Para operar no mercado cambial e de remessa de recursos, é necessário um registro e licenciamento prévio da maior autoridade na gestão de ativos financeiros, que é o Banco Central do Brasil (BCB).

Para verificar, você pode fazer uma consulta através do site da instituição.

Há também uma outra forma de verificar a credibilidade da instituição. Contudo, desta vez, certificando se a empresa está associada à Abracam – Associação Brasileira de Câmbio.

Certifique se a empresa opera câmbio ou faz apenas remessas:

Grandes empresas de câmbio tendem a ser mais estáveis e a prestar um serviço com menor risco e maior agilidade.

No momento de escolher pelo operador, Tulio Portella observa que, ao buscar uma empresa que realiza diversos tipos de operações de câmbio, com capacidade de atender grandes volumes, pode oferecer, também, um serviço de maior segurança.

“Uma empresa que trabalha com grandes operações de importação e exportação faz o processo de remessa de pessoa física com muito mais facilidade graças à infraestrutura que possui”, diz o especialista de câmbio.

Verifique como é o suporte e o atendimento em caso de problemas :

Lembre-se que, uma empresa está sujeita a problemas mesmo sendo grande e séria. Nesse caso, conte sempre com negócios reconhecidos pelo atendimento e que tenham canais amplos de diálogo e suporte, inclusive com lojas físicas no Brasil.

+ Conta no exterior: saiba se dá para abrir uma estando no Brasil

Entenda sempre como será o recebimento do dinheiro no exterior:

Existem empresas extremamente reconhecidas no Brasil, mas quando olhamos no exterior ainda são pequenas. Isso gera dificuldades para quem saca o dinheiro enviado fora do Brasil.

A B&T, por exemplo, utiliza a rede da Moneygram, uma das maiores e mais tradicionais empresas de remessa de dinheiro dos Estados Unidos, fundada em 1940.

Ainda assim, a empresa criou o app EasyWay Remessas, para “oferecer mais conforto e agilidade aos clientes que desejam fazer suas transações diretamente pela plataforma”, diz Tulio Portella.

Descubra os custos e as taxas envolvidas:

Antes de fechar qualquer negócio com alguma empresa no Brasil e no exterior, entenda como será o pagamento de impostos e taxas de remessas.

Afinal, toda transação realizada entre países implica no pagamento de impostos. Sendo assim, verifique os valores antes de se comprometer a enviar dinheiro para o exterior.

Gostou do nosso conteúdo? Confira agora os sites e apps que podem te ajudar a comprar moedas estrangeiras.

Tesouro Direto 2021: confira as novas modalidades para investir

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Pessoa acessando investimentos pelo celular com um telão com gráficos ao fundo

O Tesouro Direto, título público de renda fixa emitido pelo Tesouro Nacional com rentabilidade diária, tem novas modalidades. São eles: Tesouro Prefixado 2024, Tesouro Selic 2024 e Tesouro Selic 2027.

Ambos substituem os papéis Tesouro Prefixado 2023 e Tesouro Selic 2025, que deixam de ser negociados. Para os investidores que já possuíam as aplicações descontinuadas não há mudanças: o resgate dos títulos funcionará como de costume.

Entre as principais diferenças das opções anteriores para as novas estão as datas de vencimento. O objetivo da mudança, no caso do Tesouro Selic, é reduzir o efeito de eventuais oscilações do mercado sobre os preços do título.

Além disso, de acordo com a XP Investimentos, os vencimentos distintos também afetam os ganhos com os investimentos.

“Títulos mais longos oferecem rentabilidades mais elevadas e vice-versa”, conta a XP.

Afinal, o efeito tem relação direta com o risco: ativos com prazos mais longos estão sujeitos a maiores oscilações de preço até o vencimento e, portanto, também apresentam mais risco.

+ CDB ou Tesouro Direto: qual o melhor para investir?

A modalidade atingiu em março deste ano a marca de 9.895.387 investidores. Nos últimos 12 meses, o número de investidores acumula alta de 60,6%. O total de investidores ativos (com operações em aberto) chegou a 1.470.448, aumento de 21,2% em 12 meses.

Novos títulos e vencimentos:

  • Tesouro Prefixado com vencimentos em 1º de março de 2023 e com vencimento em 1º de janeiro de 2026
  • Tesouro Prefixado com Juros Semestrais com vencimento em 1º de janeiro de 2031
  • Tesouro IPCA com vencimento em 15 de agosto de 2026
  • Tesouro IPCA com Juros Semestrais com vencimento em 15 de agosto de 2030, 15 de agosto de 2040 e 15 de maio de 2055

Como investir no Tesouro Direto?

O primeiro passo para investir no Tesouro Direto é abrir uma conta em uma instituição financeira, chamada de agente de custódia. Ela irá intermediar sua compra e venda de títulos.

Um ponto que merece destaque é que corretoras de valores normalmente cobram menos taxas por este serviço do que os bancos de varejo. Por isso, fique atento aos custos operacionais da instituição.

Depois solicite que a corretora faça o seu cadastramento na modalidade. Feito isso, escolha o título e valor do investimento.

Uma grande facilidade nesta etapa é o Orientador Financeiro oferecido no site do Tesouro Direto. Através dele você responde algumas perguntas sobre seus objetivos financeiros e é direcionado aos títulos que atendem melhor ao seu perfil.

Contudo, vale destacar que a rentabilidade contratada no momento do investimento em um título do Tesouro Direto está garantida para todos os investidores até a data do vencimento.

Tesouro Direto
É possível investir no Tesouro Direto no aplicativo criado pelo Tesouro Nacional

Diferenças entre os títulos 2024 e 2027

A diferença entre os títulos do Tesouro Direto com vencimentos em 2024 e 2027 é pequena. No entanto, o primeiro está menos sujeito aos efeitos da marcação a mercado diante das variações do ágio ou do deságio do Tesouro Selic.

As variações tendem a ser temporárias e de pequena magnitude. Entretanto, no Tesouro Selic 2024 podem ser aproximadamente 50% menores, quando comparadas com as variações do Tesouro Selic 2027.

O Tesouro Selic 2027 apresenta um retorno de aproximadamente 117% do CDI, enquanto o Tesouro Selic 2024 rende 108% do CDI.

Ficou interessado na modalidade? Veja um tutorial e dicas de como investir no Tesouro Direto

Simples Nacional: como fazer a contabilidade no primeiro ano da empresa

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Lápis, calculadora e papel com vários gráficos

Todo ano é preciso realizar a contabilidade do Simples Nacional de quem é empreendedor. Porém, ainda existem muitas dúvidas sobre o assunto, principalmente para quem vai realizar o cálculo pela primeira vez.

Por isso, ter toda a documentação certa da sua empresa é fundamental para o crescimento dela. Mas isso também é essencial para que você não pague impostos indevidos no Simples Nacional, o que evita ter que arcar com mais despesas.

Mas para saber realizar o cálculo do Simples Nacional, é preciso entender como ele funciona. Também é muito importante que você não se esqueça que como empreendedor tem obrigações a serem cumpridas.

Saiba como funciona o Simples Nacional

Para quem não sabe, o Simples Nacional é um regime voltado, principalmente, para as microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP), que estejam regulares perante os órgãos fiscalizadores.

E quais tipos de empresas podem participar desse regime? Várias, confira a lista abaixo!

-> MEI: Microempreendedor Individual: faturamento limitado a R$81 mil ao ano;

-> ME: Microempresa: faturamento máximo de R$360 mil por ano;

-> EPP: Empresa de Pequeno Porte: a receita bruta anual fica entre R$360 mil e R$3,6 milhões;

-> Eireli: Empresa Individual de Responsabilidade Limitada: sua adesão ao Simples está condicionada ao faturamento equivalente à pequena empresa, registrando-se como ME ou EPP.

+ Saiba quais impostos um autônomo precisa pagar

Além disso, esse regime acaba juntando oito impostos das esferas municipais, estaduais e federais. Todos eles são pagos em uma única guia com vencimento mensal. Conheça quais são os impostos:

  • Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL);
  • Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ);
  • Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins);
  • Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI);
  • Contribuição para o PIS/Pasep;
  • Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS);
  • Contribuição Patronal Previdenciária (CPP);
  • Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS).

Como calcular o Simples Nacional no primeiro ano da empresa?

Agora que você já sabe o que é, conhece os tipos de empresa e os impostos, que tal saber mais sobre o cálculo do Simples Nacional? Afinal, é muito importante saber calculá-lo no primeiro ano da sua empresa.

É importante saber em qual das opções a sua empresa se enquadra no cálculo do Simples Nacional

É nesse primeiro ano onde a empresa ainda está se desenvolvendo. Logo, não deverá ter grande movimentação. 

Confira quais são as opções de cálculo:

Menos de 13 meses de atividade

Conforme prevê o artigo quinto do CGSN nº 051/2008, quando o empreendimento está no início, é preciso calcular a média aritmética da receita bruta total dos meses anteriores multiplicada por 12. 

Dessa forma, o cálculo passa a ser:

  • Multiplicar a receita do primeiro mês por 12;
  • Apurar a média aritmética em cada mês e multiplicar por 12: (Receitas acumuladas / número de meses corridos) x 12 = Receita Total.

Entretanto, caso o empreendimento inicie suas atividades no próprio ano-calendário da opção pelo regime, os limites para microempresa e empresa de pequeno porte, devem ser proporcionais ao número de meses em que houver exercido a atividade.

Mais de 13 meses de atividades

Aqui, a determinação da alíquota nominal será dada de acordo com a receita bruta acumulada nos 12 meses anteriores ao do período de apuração. 

E, para isso, precisará utilizar a seguinte fórmula para obter a alíquota para o cálculo:

[(RBT12 x Aliq – PD) / RBT12]

Esta fórmula se refere aos seguintes conceitos: 

  • RBT12 é a receita bruta acumulada nos doze meses anteriores;
  • Aliq é a alíquota nominal 
  • PD é a parcela a deduzir que você encontrará nos Anexos I a V.

E aí, este conteúdo te ajudou? Então compartilhe nas redes sociais para que possa ajudar outras pessoas. E para complementar a sua leitura, confira o que fazer em caso de exclusão da atividade no regime MEI?

Veja como cuidar da saúde mental e financeira diante da crise

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Homem sentado com mão na cabeça olhando para papéis e família sentada no sofá no fundo

As recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) para conter o avanço do coronavírus já fazem parte da rotina. No entanto, o distanciamento social mostrou os efeitos que pode causar na saúde mental e financeira das pessoas.

Além da questão sanitária, a economia logo ganhou um amplo espaço nas nossas preocupações. Afinal, ninguém sabe ao certo o quão grande será o impacto dessa pandemia.

+ Coronavírus: o que a pandemia nos traz de aprendizado?

Mas com tantas preocupações, como fica a nossa saúde mental? E, se ela é prejudicada, consequentemente o bolso também é?

Finanças estão entre principais causas da ansiedade

De acordo com o Serasa, o Brasil tem a maior taxa de pessoas com transtornos de ansiedade no mundo. Além disso, é o quinto país em casos de depressão, segundo dados da OMS.

Um em cada dez brasileiros têm algum transtorno de ansiedade. Enquanto a depressão afeta 6% da população. A preocupação é ainda maior quando observamos esses dados em um momento como a crise do Covid-19.

Os números dão um sinal de alerta para nos prevenirmos. Pois este período de isolamento social pode contribuir para agravar o cenário de ansiedade.

E isso pode levar, segundo o Serasa, a um estado de estresse coletivo e ansiedade permanentes. O que poderia acarretar em um sistema imunológico fragilizado e o equilíbrio mental debilitado.

Em entrevista ao Serasa, o psiquiatra Felipe Tápias contou as principais preocupações dos brasileiros neste momento. Elas incluem: medo do vírus, isolamento social e preocupações financeiras, entre outras.

“Indústria, comércio e serviços suspenderam suas atividades. E os trabalhadores informais são os mais afetados com o isolamento social que causa a falta de dinheiro em circulação. O nervosismo aumenta com a incerteza de quando as atividades econômicas voltarão ao normal.”

Por isso, é tão importante, ainda mais neste momento, cuidar do planejamento financeiro familiar. Pessoas mais bem preparadas financeiramente terão uma preocupação a menos na lista e, consequentemente, menos ansiedade.

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Problemas financeiros na pandemia podem afetar a saúde mental dos brasileiros

O impacto das finanças na saúde mental

A crise causada pela Covid-19 afeta toda a população. Mas os impactos chegam primeiro e afetam mais os que têm renda baixa.

E nesta situação é comum sentir sintomas como tristeza, frustração, insônia, ansiedade, entre outros.

Para melhorar é preciso cuidar dos dois aspectos: o financeiro e o psicológico. Neste segundo caso, alguns recursos que podem ajudar são:

  • aplicativos de meditação guiada;
  • atividades físicas;
  • evitar tomar café ou outras bebidas estimulantes após meio-dia (para um sono melhor);
  • ioga, entre outros.

Como lidar com a situação financeira durante a pandemia

Além de cuidar da saúde psicológica, é recomendado ficar atento às finanças pessoais. Afinal, se um desses lados estiver ruim, vai prejudicar o outro.

Tudo deve começar com um bom planejamento financeiro. O Serasa dá as dicas dos primeiros passos a serem feitos:

  • Colocar na ponta do lápis todo o dinheiro que entra e sai;
  • Listar despesas fixas e variáveis para ver o que pode faltar e o que você pode tirar do seu orçamento;
  • Compartilhar com a família a importância de economizar no dia a dia;
  • Entrar em contato com seus credores e tentar melhorar o prazo ou as formas de pagamento. Isso vai te ajudar a se programar e assim diminuir os níveis de ansiedade.

Organizar as finanças vai ajudar a diminuir sua preocupação, porque você vai saber exatamente do quanto precisa para passar os próximos meses. O Serasa tem uma tabela financeira prontinha para ser preenchida.

E lembre-se também de aproveitar os recursos e oportunidades que surgirem. Veja, por exemplo, se você não tem direito de receber o auxílio emergencial do governo, o coronavoucher.

Outro ponto de extrema importância é entender que este momento de pandemia terá efeitos econômicos que ainda não se sabe ao certo quanto tempo vão durar. Por isso, não esqueça de pensar no futuro. Talvez seja a hora de começar uma reserva de emergência.

E você, gostou deste texto? Acha que ele pode ajudar outra pessoa? Então compartilhe em suas redes sociais!

5 estratégias de marketing digital para e-commerce

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pessoa mexendo em tablet com tema marketing digital

O uso de estratégias de marketing digital pode ser um diferencial para quem tem e-commerce. Principalmente na hora de atrair clientes em quarentena por causa da pandemia do coronavírus.

Essa mudança de comportamento impulsiona o comércio eletrônico. Afinal, a necessidade de distanciamento social faz com que as pessoas busquem alternativas e procurem as empresas que realizam vendas online.

Tal tendência se verifica, inclusive, em quem antes tinha resistência a esse tipo de mercado e está experimentando a modalidade de compra online pela primeira vez.

Marketing Digital
O Marketing Digital é um dos pilares fundamentais para o sucesso no e-commerce

Nessa mesma perspectiva, a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), em conjunto com a Compre & Confie, realizou levantamento de vendas nos meses de fevereiro e março de 2020.

O resultado foi surpreendente: a categoria de bens de consumo cresceu em mais de 100% na modalidade de comércio online. Os setores que mais se destacaram em comparação com as vendas do mesmo bimestre de 2019 foram:

  • saúde – 111%;
  • beleza e perfumaria – 83%;
  • supermercados – 80%.

O que é marketing digital?

O marketing digital se difere do tradicional (offline), principalmente por utilizar diferentes canais simultaneamente que permitem o processamento e a análise de dados em tempo real.

Dessa forma, enquanto uma campanha comum de marketing utiliza apenas um veículo, como a televisão, e se baseia em informações prévias sobre os consumidores, o digital funciona de acordo com a própria navegação do usuário.

Antes de começar uma estratégia de marketing digital para e-commerce, é fundamental entender bem todas as possibilidades que o negócio pode oferecer. Também é necessário conhecer bastante o seu público-alvo e como dialogar corretamente com ele.

Para tanto, podem ser feitas pesquisas de mercado, que indicam quais são seus concorrentes, como eles atuam e quais resultados têm obtido. Ela também pode apontar como e onde investir e de que forma isso pode ser feito.

Em seguida, é hora de criar personas, ou seja, pessoas que representem, de fato, seus clientes em potencial, de forma mais específica que o público-alvo. Elas permitem direcionar melhor a sua estratégia.

Além disso, é muito importante entender que nenhuma estratégia de marketing digital para e-commerce funciona de uma hora para outra. Os resultados podem demorar a aparecer e, muitas vezes, é preciso ajustar ou rever todas as ações.

4 estratégias para impulsionar suas vendas

O trabalho de marketing digital é essencial para construir quatro pilares fundamentais para o sucesso de um e-commerce. Entenda quais são eles:

1 – Branding

Por que comprar na sua loja se outras lojas vendem os mesmos produtos ou similares? A diferença pode estar no branding. Ou seja, a construção de uma marca forte, reconhecida em seu ramo de atuação. Isso é fundamental para atingir o resultado desejado.

Ao fortalecer a marca e criar uma imagem positiva, você diz ao consumidor exatamente o que ele pode esperar de sua atuação. Ele entende quais são os valores, que tipo de experiência a empresa proporciona ao cliente e os diferenciais do negócio no mercado.

Em um e-commerce, o branding tem um papel ainda mais importante. Ele faz com que a sua loja saia do anonimato, conquistando um espaço próprio dentre as milhares lojas virtuais ativas no país.

Além disso, não é incomum os consumidores ainda terem algum receio de comprar pela internet. As pessoas podem ter medo de não receber os produtos ou serem vítimas de alguma fraude.

Quando a loja tem uma marca forte, os compradores entendem que ficarão livres desses tipos de riscos.

2 – Brand Awareness

Trata-se de uma métrica, um indicador que sinaliza o quanto uma marca é conhecida pelos consumidores e qual é a imagem que eles possuem dela.

O marketing digital inclui ações que ampliam a visibilidade de um e-commerce no mundo virtual, fazendo com que uma loja ganhe notoriedade e seja bem lembrada pelo público-alvo da empresa.

3 – Reputação

Para conquistar esse aspecto, é importante construir um relacionamento com influenciadores. A avaliação desses profissionais da web é uma forma de intensificar a percepção da marca e dos produtos que a loja oferece.

Nesse sentido, os principais recursos para melhorar a reputação são: atuação nas redes sociais, distribuição de brindes para os influenciadores e participação em eventos do segmento do e-commerce.

4 – Engajamento

Vivemos em uma época em que as empresas não são as responsáveis pelo grande volume de conteúdo produzido e veiculado. As pessoas podem até consultar os sites e acompanhar as notícias, mas o tempo que elas passam nas redes sociais é ainda maior.

Ou seja, grande parte da informação que as pessoas consomem — e acreditam — é produzida por outras pessoas. E o ponto de vista de outros consumidores têm um papel essencial na formação de opinião.

Nesse contexto, o engajamento é fundamental. A experiência positiva que um consumidor teve com uma empresa pode ser compartilhada e até mesmo viralizar, gerando uma publicidade gratuita e de alta credibilidade.

Logo, é fundamental manter um relacionamento próximo com os consumidores. Isso fará com que as pessoas enxerguem valor na sua empresa e no que ela oferece ao público.

Esse tipo de diálogo contribui para estabelecer um patamar de confiança e conquistar uma legião de defensores que agirão como verdadeiros embaixadores da sua marca diante dos consumidores.

5 – Redes sociais

O quinto tópico e estratégia é o uso das redes sociais. Afinal, não tem como fazer Marketing Digital sem estar nas principais mídias.

Diferentemente do que muitos empresários acham e negligenciam, as redes sociais estão cada vez mais presentes nos negócios. Aqueles que deixam de lado essa oportunidade e não traçam estratégias pensando neste fator, acaba tendo resultados abaixo da concorrência.

Além disso, saber vender pelas redes sociais é um passo importante a ser dado para conseguir alavancar o seu negócio. O digital é atualmente considerado a “galinha dos ovos de ouro” de qualquer empresa.

O público já está na internet

Saiba que 71% dos brasileiros estão conectados à internet. Esse dado é da pesquisa Digital 2020 e mostra que 150,4 milhões de pessoas acessam a web no nosso país.

O mesmo estudo aponta ainda que 89% dos entrevistados no Brasil fazem buscas online antes de adquirir um produto.

Portanto, pense no impacto que esse comportamento pode ter sobre suas vendas!

Este conteúdo te ajudou? Você já sabe como alavancar o negócio com o Marketing Digital? Então compartilha este artigo com aquele seu amigo empreendedor que precisa dessas dicas para começar a vender mais.

Hora extra e adicional noturno: saiba como funcionam

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Pessoa com várias carteiras de trabalho acessando computador

A Constituição Federal garante que os valores da hora extra e adicional noturno sejam pagos ao trabalhador. Ao fazer a hora extra no trabalho, o empregado que tem a carteira assinada tem o direito, garantido por lei, de receber um adicional salarial pelas horas a mais trabalhadas.

Direito semelhante é garantido aos trabalhadores que exercem suas funções em situações de alta periculosidade e que trabalham em horário noturno, por exemplo.

A seguir, explicaremos como funciona o adicional noturno e como fazer o cálculo. Continue a leitura para saber mais!

O que é hora extra e adicional noturno?

Falamos em hora extra quando o profissional trabalha além da jornada estipulada em seu contrato.

Por exemplo, alguém que trabalha das 8h às 17h, se sair às 18h30 do serviço, deverá receber no pagamento o acréscimo de um valor correspondente a um período de 1h30 de hora extra.

Para remunerar a hora extra, você deve considerar o valor que o profissional ganha por hora e acrescentar, no mínimo, 50% dessa quantia.

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Horas extras e adicionais noturnos são direitos dos trabalhadores formais

Assim, se alguém recebe R$30 por hora, a cada hora extra que a pessoa trabalhar ela receberá R$45. Aos domingos, folgas e feriados o acréscimo é de 100%.

Já o adicional noturno é um valor compensatório pago ao funcionário que corresponde a 20% do valor da hora do salário diurno (ou o que for estabelecido na convenção coletiva de trabalho ou acordo coletivo específico).

Ele é pago quando há uma jornada de trabalho que está dentro do período entre 22h de um dia e 5h do dia seguinte nos ambientes urbanos. Para serviços de agricultura e pecuária, em locais rurais, o horário é diferente.

Como é o cálculo da hora extra e adicional noturno?

1. Horas extras

O primeiro passo para calcular o valor da hora extra é determinar a quantia exata da hora de trabalho. Para isso, basta dividir o salário do trabalhador pela carga horária mensal.

Depois multiplicar a jornada semanal por cinco. Por exemplo, uma jornada de oito horas diárias e 44 horas semanais é equivalente a 220 horas mensais (44 x 5).

Portanto, imagine que o trabalhador tenha um salário de R$2.200,00, com uma jornada de 220 horas. Nesse caso, o valor da hora é equivalente a R$10. Em seguida, é preciso acrescentar o adicional de 50%:

  • adicional: 10 x 0,5 (50%) = R$5,00;
  • valor da hora extra: 10 + 5 = R$15,00.

Por fim, basta multiplicar esse valor pelo total de horas extraordinárias realizadas no mês. Usando o mesmo exemplo, se o empregado fez 10 horas extras, ele deverá receber R$150 (15 x 10).

Porém, existem algumas particularidades quando a hora extra é feita em hora noturna ou em domingos e feriados, veja só!

2. Hora extra e adicional noturno

A jornada de trabalho das 22h às 5h da manhã do dia seguinte é considerada noturna para o trabalhador urbano. Nesse caso, as horas são remuneradas com um adicional de 20% no valor da hora normal e a hora é reduzida, tendo apenas 52 minutos e 30 segundos.

Quando a hora extra é trabalhada nesse período, o cálculo deve considerar o adicional noturno e a redução da hora. Assim, o primeiro passo sempre será fazer a conversão das horas extras noturnas em normais.

Uma forma simples de fazer o cálculo é essa: basta multiplicar o total de horas por 60 e, em seguida, dividir por 52,5. Supondo que o empregado fez 14 horas extras em período noturno no mês, o cálculo é assim:

  • 14 x 60 = 840;
  • 840 ÷ 52,5 = 16.

Ou seja, as 14 horas extras em período noturno equivalem a 16 horas diurnas. O próximo passo é acrescentar o adicional de 20% da hora normal e, em seguida, o adicional de 50%. Usando o mesmo exemplo dos tópicos anteriores, funciona assim:

  • valor do adicional noturno: 10 x 0,2 (20%) = 2;
  • total da hora noturna: 10 + 2 = 12;
  • valor da hora extra noturna: 12 + 50% (6) = 18;
  • total devido: 16 x 18 = R$288.

3. Horas extras em domingos e feriados

Quando as horas extras são prestadas em domingos ou feriados, o adicional é de 100%. Aqui, o cálculo é simples: basta multiplicar o valor da hora por dois. Se o trabalhador prestou cinco horas extraordinárias nessas datas, o cálculo é assim:

  • 10 (valor da hora) x 2 = 20;
  • 20 x 5 (total de horas) = R$100.

Contudo, vale destacar que os cálculos de horas extras foram feitos de forma simplificada e com exemplos que facilitam a compreensão.

Na prática, eles se tornam mais complexos devido à variação do valor do salário, das horas trabalhadas e demais fatores. Por isso, você pode usar nossa calculadora de hora extra para fazer esse cálculo.

Não se esqueça de verificar se as normas coletivas de trabalho não trazem outras regras, como adicionais superiores ao previsto na lei.

Este texto foi útil para você? Então compartilhe-o em suas redes sociais e ajude outras pessoas a entenderem como funciona a hora extra e adicional noturno.

Orçamento 2021 aprovado: entenda os principais pontos

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Tesoura cortando uma nota de 10 reais ao meio

O Congresso Nacional aprovou o Projeto de Lei 28/2020, que tem como base o orçamento 2021 da União. No Senado, foram 60 votos a 12, com uma abstenção, enquanto na Câmara dos Deputados a matéria foi aprovada por 346 votos a favor e 110 contrários, com uma abstenção.

O parecer aprovado é do relator geral, o senador Márcio Bittar (MDB). Além do parecer, foram apreciados dois destaques, do PSol e do Partido Novo, ambos rejeitados.

A apreciação do projeto deveria ter ocorrido em 2020. No entanto, foi adiada por conta da pandemia da Covid-19, das eleições municipais e por desavenças políticas.

As receitas foram estimadas em R$4,324 trilhões, das quais cerca de R$2,576 trilhões são para o refinanciamento da dívida e as empresas estatais. O teto dos gastos é de R$1,48 trilhão.

Ainda de acordo com o texto aprovado, se somadas, as receitas e as despesas são de R$4,324 trilhões.

O rompimento do setor público deve alcançar R$251,1 bilhões (incluindo empresas estatais, estados e municípios). O teto dos gastos é de R$1,48 trilhão e o déficit primário pode chegar a R$247,1 bilhões.

Orçamento 2021 é criticado por parlamentares

Parlamentares de oposição criticaram os cortes no Orçamento 2021 e reclamaram das dotações para áreas que consideram estratégicas. As principais críticas são cortes em diversas áreas sociais.

Para a oposição, a situação de crise humanitária causada pela pandemia de covid-19 exige mais investimentos sociais. Quem também saiu perdendo foi a Previdência Social, com R$13,5 bilhões a menos.

Outro ponto bastante questionado foi o destino de R$8,3 bilhões para investimentos do Ministério da Defesa. Ou seja, um quinto (22%) do total para todo o governo federal.

Aliado a isso, os militares também são a única categoria que deve ser contemplada este ano com reajuste, o que deve consumir outros R$7,1 bilhões dos cofres públicos. Enquanto isso, todo o restante do funcionalismo está com o salário congelado até dezembro.

Orçamento 2021
Corte do Orçamento 2021 pode inviabilizar Censo

Censo 2021 foi inviabilizado

O texto do orçamento deixa quase sem recursos o Censo 2021 e pode inviabilizar a pesquisa. Inicialmente, o orçamento pedido pelo IBGE era de R$3,4 bilhões, mas, após pressão do governo federal, o instituto teve que enxugar a pesquisa, e o custo passou para cerca de R$2 bilhões.

O Orçamento da União aprovado, no entanto, destina apenas R$71 milhões para a pesquisa – menos de 5% do custo acordado. Isso vai fazer com que o censo realizado no Brasil de dez em dez anos seja cancelado mais uma vez.

Afinal, o 13° Censo Demográfico estava previsto para ser realizado em 2020, mas foi adiado por causa da pandemia. A pesquisa é a fonte mais completa de informação sobre as condições de vida da população do país.

Projeto evidência pedalada fiscal?

Vinte deputados de partidos da base governista e da oposição enviaram uma carta para o presidente da República, Jair Bolsonaro. O texto cobra explicações sobre que medidas serão tomadas para cumprir o teto de gastos e evitar que se cometa crime de responsabilidade fiscal no orçamento 2021.

No documento, os deputados afirmam que a base governista concordou com as condições precárias do Orçamento. A avaliação é que isso exigirá medidas do governo federal para cumprir o teto de gastos e a meta fiscal, sem que se recorra às chamadas pedaladas fiscais.

Segundo os parlamentares, o Ministério da Economia enviou relatório alertando para um rombo de R$17 bi no Orçamento com despesas primárias.

No entanto, ignorando este fato, o Congresso cortou mais R$26 bilhões em despesas primárias obrigatórias para viabilizar o aumento de R$3 bi para R$30 bi no valor concentrado nas mãos do relator.

Este conteúdo lhe foi útil? Você gostou de saber dessas informações? Então aumente o seu conhecimento e confira o que esperar da economia brasileira em 2021? Veja aqui!

Consórcio ou financiamento: veja qual a melhor opção para cada perfil

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imagem de duas pessoas assinando um contrato de consórcio

Consórcio ou financiamento: qual é a melhor opção? Essa dúvida é muito comum para quem está pensando em comprar um carro, imóvel ou qualquer outro bem. Mas para saber o que é melhor para você, é preciso conhecer a diferença entre os dois.

Além disso, é muito importante entender como funciona tanto o consórcio quanto o financiamento, antes de tomar uma decisão sobre a forma que você irá adquirir o produto. 

O especialista Alexandre Gomes, sócio-diretor da Consorciei, explica sobre a importância de saber a diferença entre consórcio e financiamento: 

“A similaridade entre as modalidades de compra gera dúvidas no momento de decidir a melhor opção. Mesmo assim, existem diferenças com vantagens e desvantagens para cada perfil de consumidor”

Vale ressaltar ainda que a aderência aos setores de consórcio e financiamento aumentou consideravelmente em 2020, mesmo com a crise financeira no país. Para se ter uma ideia, a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio registrou aumento de 4,9% na venda de cotas em comparação ao ano anterior, batendo recorde de participantes ativos. 

Consórcio ou financiamento: conheça cada opção

Está na dúvida se deve contratar um consórcio ou financiamento? É preciso avaliar a melhor opção para você e sua família. Para te ajudar, Alexandre Gomes explicou o que é cada um dos tipos de contratação para que você realize a escolha da forma correta.

Independentemente se você vai optar pelo consórcio ou financiamento, é importante que a sua decisão seja feita de forma consciente, conhecendo todas as opções. Confira abaixo!

Entenda o que é o consórcio

O consórcio é a associação de duas ou mais pessoas, empresas, organizações ou governos, com o objetivo de participar numa atividade comum ou de partilha de recursos para atingir um objetivo comum.

Dessa forma, todos pagam mensalmente uma parcela que depende do valor da carta de crédito e também da duração desse grupo.

“Então, ocorrem sorteios e, quem for escolhido, e estiver com os pagamentos em dia, passa a ter a cota contemplada e fica liberado para usar sua carta de crédito na aquisição do bem desejado”, explica Alexandre.,

Para ser contemplado, você também pode dar lances, aumentando suas chances. É importante frisar que todos, mesmo quem teve suas cotas contempladas, devem continuar o pagamento até o final do grupo.

Saiba o que é o financiamento

Esta é uma operação financeira em que a financiadora fornece dinheiro para quem está financiando um bem. 

Porém, em grande parte dos casos, essa forma de pagamento não prevê o financiamento do valor total do bem. 

refinanciamento de veículos
É importante conhecer como funciona um financiamento e um consórcio para decidir qual é a melhor opção

Em alguns cenários, essa faixa varia de 60% a 90%. Por isso, é preciso ter um valor para dar de entrada. Quanto mais caro for o bem de interesse, maior será o valor da entrada. 

“É interessante notar que o financiamento apresenta a possibilidade de usar o bem imediatamente. Uma vez que a compra é realizada e que as condições sejam atendidas, ocorre a aquisição e você já pode começar a utilizar o imóvel ou automóvel”, afirma o especialista.

Qual é a melhor alternativa: consórcio ou financiamento?

Agora que você já sabe os conceitos de como funcionam, será que já é possível descobrir o melhor para cada perfil? É isso que o FinanceOne te conta a partir de agora. Afinal, qual dos dois é a melhor alternativa?

De acordo com Alexandre, tanto o consórcio quanto o financiamento podem servir para adquirir o mesmo bem, como uma casa ou um carro. No entanto, são muito diferentes. 

E são essas distinções que auxiliam a definir qual a melhor alternativa para cada realidade.

“Um ponto importante na tomada de decisão é a data desejada para adquirir o bem. Se quiser recebê-lo imediatamente, o consórcio não te atenderá, pois nele a data de contemplação é incerta. No entanto, se for fazer uma compra planejada, essa modalidade passa a ser uma opção tão boa ou melhor que o financiamento”, é o que comenta o especialista.

O especialista fala sobre o ponto de vista financeiro. Segundo ele,  embora o consórcio não conte com juros, como no financiamento, ele conta com a taxa de administração.

Essa taxa é paga mensalmente para a administradora de consórcios gerir o grupo. Com isso, Alexandre recomenda que deve-se comparar ambos os custos, juros e taxa de administração para decidir qual a melhor opção.

Especialista explica a comparação entre consórcio e financiamento

O especialista da Consorciei informa, ainda, que essa comparação não é simples. Mas, por que será?

Ele comenta que isso acontece porque no financiamento você tem direito ao crédito imediatamente. Enquanto isso, no consórcio, só é possível após a contemplação. 

Dessa forma, a comparação precisará ser feita considerando somente o prazo após a cota ter sido contemplada. E isso geralmente acontece se você for contemplado na primeira metade do prazo do grupo. 

Nesses casos, Alexandre conta que o consórcio será uma opção mais barata do ponto de vista financeiro. Caso contrário, nem tanto. 

“A comparação financeira pura entre essas duas modalidades assume que as pessoas terão a disciplina para poupar e dar uma entrada em um financiamento, o que nem sempre é verdade. O grande diferencial do consórcio é o incentivo que ele gera para as pessoas pouparem, através da necessidade de se pagar as parcelas, viabilizando, assim, uma compra planejada”, complementa o sócio-diretor.

Este conteúdo te ajudou? Você conseguiu identificar as diferenças e qual seria o melhor para cada perfil? Então comente o que achou e compartilhe com outras pessoas.

Quer ficar ainda mais por dentro e saber outros detalhes? Leia sobre o consórcio imobiliário.

Veja como conseguir estágio sem experiência

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várias carteiras de trabalho

Entrar no mercado de trabalho e iniciar a carreira é sempre aquela história: jovens, sobretudo se for de classe mais baixa, não conseguem um emprego porque não possuem experiência profissional. Mas como conseguir estágio sem experiência se não há ninguém para dar a primeira chance?

Para muitos, o paradoxo de conseguir o primeiro estágio sem experiência é um beco sem saída. E aí, se não enxergam nenhuma possibilidade ou solução para vencer esse impasse, acabam perdendo a motivação e deixando a busca de lado.

Você se identificou com isso? Está buscando opções para conseguir o primeiro estágio sem experiência? Para ajudar você a conquistar esse objetivo, separamos algumas dicas para impulsionar e você conseguir dar o start na sua vida profissional.

Como conseguir o primeiro estágio sem experiência

1. Seja o seu maior case

Se nenhuma empresa está disposta a oferecer uma oportunidade, por que você não cria a sua?

Para isso, você pode começar a tocar aquele projeto pessoal que sempre teve vontade, mas deixou para depois. Desta maneira, você poderá usá-lo para desenvolver suas habilidades e ganhar prática.

Além disso, na hora de conversar com um recrutador, por exemplo, você pode usar esse projeto como exemplo para falar sobre o seu perfil e apresentar resultados.

estágio-sem-experiência:

Outra possibilidade para iniciar sem experiência é começar a prestar serviço para outras pessoas como freelancer.

Para isso, existem plataformas online, como a Trampos.com, a Freelancer, a 99freelas e a Workana, que conectam empreendedores e profissionais autônomos, oferecendo um ambiente online no qual as partes podem trabalhar juntas.

2. Busque por trabalhos voluntários

Além de dar um ‘plus’ no currículo, os trabalhos voluntários são uma ótima alternativa para entender como funciona o mercado de trabalho e, além disso, colocar em prática o que se aprende na graduação.

Organizações internacionais, por exemplo, fomentam projetos com foco no empreendedorismo social. A AIESEC, que tem como objetivo desenvolver a liderança de seus membros por meio de experiências de gestão e intercâmbio, pode ser uma ótima porta para a entrada de jovens recém-graduados.

Além de ganhar a experiência prática que pode facilitar na hora de entrar no mercado de trabalho, é possível construir um networking sólido, o qual pode ser muito estratégico para conseguir um emprego por meio de indicações.

Outra opção é procurar por Organizações Não Governamentais em sua cidade que precisem de profissionais na área em que quer atuar.

Além das ONGs, existem outras possibilidades dentro do terceiro setor, como entidades filantrópicas e diferentes organizações sem fins lucrativos, como os clubes e os condomínios.

+ Como conseguir o primeiro emprego: dicas para se inserir no mercado
+ Estágio em 2022: saiba quais são as áreas com maiores salários

3. Procure se atualizar sempre que possível

Participe de eventos na sua área e faça o máximo de cursos que você puder. Aproveite, por exemplo, esses momentos para fortalecer a sua rede de contatos.

Além disso, durante os processos seletivos, saber apontar como determinado curso auxiliou a sua formação e dar exemplos de como a teoria pode ser aplicada na prática ou no contexto da empresa que você está realizando o processo faz com que os recrutadores valorizem ainda mais o candidato.

Lembre-se: existem cursos online que são gratuitos e possuem um conteúdo excelente. Para se capacitar, você só precisa de proatividade e disciplina!

Como elaborar um currículo para conseguir estágio sem experiência

Fazer um currículo para estágio, ainda mais sem experiência, pode ser considerado um desafio. No entanto, esse não é um problema caso o candidato saiba descrever outras atividades que sejam importantes para a vaga.

Para auxiliar você, montamos algumas dicas essenciais para tornar o seu currículo atrativo e apto para driblar a concorrência e ser visto pelos recrutadores.

É importante que o candidato a estágio forneça os dados pessoais necessários para que o recrutador entenda melhor sobre ele. Por isso, o seu currículo deve conter:

  • nome completo;
  • idade;
  • endereço completo;
  • contato telefone;
  • contato de e-mail;
  • se possui ou não carteira de motorista – mas só se a vaga tiver essa exigência, viu?

Outras informações ainda podem agregar ao elaborar o seu currículo, como disponibilidade para mudar de região, para viajar e também de horário.

Além de pretensão salarial, caso a oportunidade de estágio exija. Você pode destacar, além disso, as atividades – sejam voluntárias ou de freelas – e curso que realizou.

Gostou do nosso texto? Então continue a visita em nosso site e leia agora mesmo: “6 cursos online gratuitos para turbinar o currículo.

Saiba como colocar as dívidas em dia durante a quarentena

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casal sentado no sofa analisando contas no SPC

O mundo passa por incertezas na Economia, sobretudo o Brasil, devido à pandemia do coronavírus. Muitas pessoas estão em isolamento social e, dentre elas, algumas acabaram perdendo o emprego ou tendo seus salários reduzidos. Mas então, como manter as contas e as dívidas em dia?

Com cada vez mais restrições como alternativa das autoridades para conter o avanço do vírus no país, a maioria da população brasileira busca por possibilidades para tentar manter as contas em ordem.

De acordo com dados divulgados pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o percentual de famílias endividadas alcançou 66,7% em fevereiro de 2021, uma alta de 0,2 ponto percentual em relação ao mês anterior e de 1,6 ponto em comparação a fevereiro do ano passado.

Por isso, traçar estratégias e fazer um planejamento financeiro para equilibrar as finanças precisam ser levados em consideração, principalmente para as famílias que desejam sair do vermelho.

Mas, como juntar dinheiro para quitar uma dívida ou fazer a reserva de emergência diante das incertezas provocadas pela pandemia?

Para Veridiana Lopes, educadora financeira formada pela DSOP, especialista em planejamento financeiro pessoal e criadora do Economia Diária, a primeira tarefa que a pessoa deve fazer é colocar no papel os valores atualizados de todas as dívidas.

“É preciso colocar no papel tudo aquilo que a pessoa tem de dívidas com bancos, financiamentos, cartão de crédito, contas de consumo como, por exemplo, água, luz. Depois que tiver claro o valor total da dívida, é hora de colocar no papel o quanto a pessoa ganha com renda fixa, renda extra ou até mesmo quanto tem guardado na reserva de emergência para tentar colocar as contas em dia”, destaca.

Planejamento para colocar as dívidas em dia

Ainda de acordo com a especialista em finanças pessoais, todos os brasileiros podem começar a fazer um planejamento financeiro, mesmo para as famílias que ganham até um salário mínimo.

“O problema não é o quanto a pessoa ganha, mas a forma como gasta. Por mais que seja complicado esticar um salário ao longo do mês, é necessário criar o hábito de poupar desde cedo com o quanto puder. Agora, caso não seja possível cortar custos, o ideal é buscar novas fontes de renda para complementar o salário”, orienta Veridiana Lopes.

+ 6 passos para ter uma renda extra na crise

dívidas-em-dia: Veridiana Lopes, educadora financeira, de blusa amarela sentada em uma mesa e de frente para o notebook sorrindo
Veridiana Lopes, especialista e educadora financeira, fala como se planejar para manter as contas e dívidas em dia

Especialista fala sobre cortar gastos mesmo com auxílio emergencial

De acordo com o Ministério da Economia, o valor médio do novo auxílio emergencial 2021 será de R$150 para quem mora sozinho, R$250 para famílias com mais de uma pessoa e R$375 para famílias chefiadas por mulheres.

Com previsão de que seja pago em abril, a especialista avalia que “as famílias de menor renda precisam adotar maior rigor na organização dos orçamentos domésticos. É preciso cortar o máximo de custos e priorizar o mínimo de sobrevivência”.

Renda extra para colocar as dívidas em dia

Uma das formas de liquidar parte das dívidas, segundo a especialista, é buscar uma fonte de renda extra para equilibrar as contas.

“Caso a pessoa não tenha aquele valor total para quitar a dívida, o ideal é buscar uma fonte de renda extra como, por exemplo, presentes personalizados, serviços, aulas particulares ou venda de doces. Há infinitas opções para levantar capital e, assim, iniciar as negociações com o banco”, ressalta.

Além da renda extra, começar a fazer uma reserva de emergência também deve constar no planejamento para o caso de algo inesperado, pois devemos estar preparados.

Veridiana pontua que “a reserva deve ser um valor de pelo menos seis vezes o custo de vida e investido em um local de fácil acesso e sem riscos. Deve ser destinada às situações de emergência, como acidentes, ajuda familiar, desemprego etc”.

E você? Já tem ou pensa ter uma renda extra? Se estiver procurando maneiras, leia agora mesmo o texto que separamos para você: “como conseguir renda extra com revenda de produtos?