Com a pandemia da covid-19 e o fim do auxílio emergencial, ficou ainda mais difícil de manter as contas em dia. Muitas famílias, inclusive, têm sofrido com baixo orçamento e bate aquele medo de cortar a luz por falta de pagamento.
Principalmente para quem perdeu a sua fonte de renda de uma hora para a outra e que ainda vê de longe uma retomada e aquecimento da economia.
Há também, quem prefira pagar com atraso as contas básicas por conta da multa e dos juros mais baixos, em comparação com outras despesas, como cartões de crédito. Mas é preciso tomar cuidado para que essas dívidas não se tornem uma bola de neve!
Ao contrário do que se pensa, não existe um número mínimo de contas não pagas para que a sua energia seja suspensa. A partir da primeira, você já corre o risco de ficar sem luz.
O corte de serviços básicos, como a energia elétrica, é permitido segundo a lei, e pode trazer muitas dores de cabeça com a interrupção e restabelecimento do serviço. Seu nome pode ser incluído no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e dificultar sua vida futuramente.
Até 2020, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) havia aprovado temporariamente a proibição do corte de energia em todo o território nacional. Entretanto, em agosto, os cortes voltaram a ser efetuados para os inadimplentes, com algumas regras.
Confira quais são as regras:
A interrupção de fornecimento de luz só pode ser realizada com aviso prévio.
O aviso de corte de energia vem por escrito na fatura, sendo assim, olhe atentamente.
A companhia de energia deve informar o prazo máximo em que a interrupção será realizada. Normalmente, o prazo mínimo é de 15 dias e o máximo de 90 dias após o vencimento da conta.
O corte de luz também deve ser feito dentro do horário comercial, de 8h às 18h.
É proibido que o corte de luz seja realizado em sextas, sábados, domingos, em feriados ou vésperas de feriado.
Vão cortar a minha luz, e agora?
Você está em uma situação em que estão prestes a cortar a sua luz ou já cortaram? Então calma! A situação é delicada, mas você vai descobrir agora o que fazer.
O passo mais importante a ser feito nesse momento é efetuar o pagamento da fatura em aberto. Mas se você não tiver o valor, existem duas opções: pagando a fatura com o cartão de crédito ou renegociando a dívida com a fornecedora de energia.
Em São Paulo, a Enel entendeu que inadimplência aumentou entre seus clientes e ofereceu a possibilidade de parcelamento de fatura em até 12 vezes. Logo, é essencial que você verifique com a fornecedora de energia de onde reside para checar quais as opções viáveis para você e para o seu bolso.
Renegociar ou parcelar o valor da conta pode ser uma saída para o reestabelecimento de energia
Após o pagamento, entre em contato com a companhia para solicitar o restabelecimento de energia. O prazo para o retorno de energia pode ser de até 24h em áreas urbanas ou de até 48h para áreas rurais.
Atenção: a companhia de energia pode cobrar taxas para religar o serviço suspenso. O que somado a multa e aos juros, pode trazer um prejuízo que não vale a pena. Por isso, evite chegar a esse ponto e seja transparente com a fornecedora de energia.
O ideal é entrar em contato com a empresa e comunicar sua situação antes do vencimento. Assim, vocês podem chegar a um acordo comum para que não prejudique ambas as partes.
Dicas para economizar e evitar um novo corte de energia
• Mude para a Tarifa Social: A Tarifa Social é um benefício do governo federal que oferece descontos para pessoas que consomem até 220 kWh por mês. No entanto, existem alguns pré-requisitos! Confira aqui quais são eles. • Migre para a Tarifa Branca: A Tarifa Branca é uma boa opção para quem consome energia nos chamados horários fora de ponta. Contudo, é preciso avaliar a situação, pois caso opte pela tarifa branca e consuma energia nos horários de alta demanda, sua conta pode aumentar mais que na tarifa convencional. • Peça a revisão da conta de luz: Caso considere que o valor cobrado não condiz com seu consumo, procure a concessionária de energia e em caso de inconformidade, busque o Procon. • Faça uma planilha de orçamento doméstico: Porque equilíbrio é tudo! Tenha todos os seus gastos anotados para que nada fuja mais de seu controle.
Vez ou outra vemos algumas polêmicas sobre investimentos na Bolsa de Valores e o mercado de ações. Por isso, aprenda como tudo isso funciona, quando não vale a pena investir em ações e tenha certeza se vale investir nestes ativos.
Diferentemente da famosa caderneta de poupança, o mercado de ações possibilita uma rentabilidade maior para o investidor.
Nele, as pessoas se dirigem para comprar ou vender suas ações no capital aberto e, consequentemente, amplificar os seus patrimônios. Aplicar o seu dinheiro na bolsa de valores significa que você, de algum modo, tem uma participação na empresa que está investindo.
Assim que você adquire os seus ativos você passa a se tornar um acionista dela. Para isso, é preciso identificar seu perfil de investidor e se esta é uma boa opção para seu estilo.
É arriscado investir em ações. Mas o que aumenta tais riscos não são as ações em si, mas a forma como as pessoas investem.
Os cuidados que devem ser tomados são constantes e o investidor precisa estar ciente de tudo isso. Os resultados financeiros a longo prazo são muitos, basta apenas agir com inteligência e cautela quando decidir aplicar.
Carteira de investimentos diversificada facilita sucesso ao investir em ações
Concentrar todo o seu capital em um investimento apenas pode não ser muito inteligente para quem deseja ampliar a sua rentabilidade.
A recomendação para quem pretende investir no mercado acionário é ter reservas em outras aplicações, como o CDB (Certificado de Depósito Bancário), ou o Tesouro Selic.
Sendo assim, você diversifica seus investimentos e se prepara para o mercado de ações. Assim, não corre o risco de ter que vender suas ações por qualquer valor para se capitalizar – é só resgatar a reserva de outras aplicações.
Saiba quando não vale a pena investir em ações
Como é realizada a negociação?
Todas as negociações das ações são feitas através das corretoras imobiliárias habilitadas pela CVM (Comissão de Valores Imobiliários). Então, se o seu desejo é investir, é imprescindível que você se cadastre em alguma corretora.
As corretoras possuem profissionais especializados que têm a função de acompanhar e analisar as empresas e o momento do mercado.
Elas auxiliarão você mostrando quais ações estão disponíveis para comprar ou vender e o período correta para o investimento.
Apesar disso, é bom lembrar que o próprio investidor é o responsável por todo o desempenho dos seus ativos. O quesito valer a pena ou não dependerá muito de como será o seu poder de gerenciar os investimentos.
É possível optar livremente em seguir as orientações da corretora ou decidir algo diferente do que for recomendado.
Investir em ações é seguro?
Assim como há ações seguras em que o investidor ficará exposto a menores riscos, há também aquelas com as quais você precisa ser mais audacioso se realmente quiser aplicar o seu dinheiro.
Vale lembrar, no entanto, que saber diferenciá-las não tem segredo algum. Para isso, basta você buscar informações precisas e tomar conhecimento delas por meio de fontes de pesquisa.
Pergunte, também, a pessoas que já estão minimamente acostumadas a investir nessas ações.
Vantagens
As principais vantagens na hora de investir em ações são:
possibilidade de poder investir mesmo que sejam quantias pequenas;
alto potencial de lucros e a diversificação da carteira.
Desvantagens
Contudo, há também as desvantagens que podem fazer com que não valha muito a pena, dependendo do que procura.
urgência de estudos constante para acompanhar o fluxo desse mercado que altera com muita frequência;
alta volatilidade.
Quando não investir em ações?
Se você está atrás de um retorno imediato ou teme olhar para sua conta e perceber que perdeu dinheiro, ainda que seja um valor irrisório, investir em ações não vale a pena para você. Por isso, não invista em ações quando:
1. Não tiver disciplina e paciência
A disciplina é a alma do negócio, mas não sozinha. Por conta dos investimentos a longo prazo serem mais vantajosos, a paciência para continuar investindo sem tirar o dinheiro do banco ou desanimar no meio do caminho faz a diferença no resultado final do investimento.
2. Não tiver dinheiro a perder
Por ser um tipo de investimento de alto risco, os investidores destes ativos devem ter uma reserva de dinheiro para casos de emergência. É o velho ditado: se a dor de perder R$50 é maior que a alegria de ganhar R$100, investir em ações não é uma boa alternativa.
3. Não gostar de economizar
Guardar dinheiro é o “pulo do gato” quando o assunto é investimentos. Se você é daqueles consumidores compulsivos, como conseguirá separar dinheiro investir? Lembre-se que não dá para investir em ações sem ter um capital.
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Conseguir falar de educação financeira infantil nem sempre é uma tarefa fácil. Questões como salário e trabalho, por exemplo, não fazem parte da rotina das crianças. Com isso, o valor do dinheiro torna-se, certamente, imaginável.
Muitas vezes, por exemplo, os pequenos dizem “é só pegar dinheiro no banco” ou “paga com o cartão”. Isso acontece porque eles não sabem de onde vem o dinheiro e como funciona.
Portanto, o melhor que se pode fazer para que eles se tornem adultos com uma vida financeira saudável, é começar a explicar sobre finanças desde cedo.
Por isso, confira abaixo as dicas que preparamos de como falar sobre educação financeira para crianças de acordo com a idade.
Muitas crianças adoram brincar de shopping, não é? Mas uma loja imaginária é muito mais do que apenas uma brincadeira para o pequeno exercitar a imaginação.
Ela pode ser uma alternativa para educar a criança sobre finanças. Ao trocar o dinheiro fictício por mercadorias, por exemplo, a criança começa a entender o básico do comércio.
Para isso, você pode usar frutas, tolhas de papel e roupas como itens. Juntos, finjam comprar e vender produtos até se cansarem.
Educação financeira para crianças de 4 e 5 anos
Antes de ir ao supermercado, que tal pedir para a criança ajudá-lo a fazer uma pequena lista com os produtos essenciais?
Quando estiver no estabelecimento, entregue e peça para ela ficar de olho nos produtos. Isso fará com que a criança sinta que está ajudando, e também é uma maneira fácil e divertida de você começar a explicar o porquê o mesmo produto pode ter preços diferentes.
Além disso, boa parte das crianças em idade pré-escolar gosta de brincar de restaurante imaginário. A brincadeira envolve e pode promover muitas habilidades, como arrumar a mesa, por exemplo.
Mas também é uma ótima opção para explicar a ela que, depois de comer, é necessário pagar a conta, explicando sobre receber e dar troco.
Educação financeira para crianças de 6 a 8 anos
Nesta faixa, você já pode começar a dar uma quantia de dinheiro para o seu filho. E ele precisará de um lugar para colocar o dinheiro, certo? Então faça essa viagem ao banco ser um evento.
Confira as dicas de como ensinar educação financeira para as crianças de acordo com a idade
Abra uma conta poupança, por exemplo, e incentive-o a fazer depósitos regulares. À medida que o saldo aumenta, você pode discutir o conceito de juros, por exemplo.
Essa também é uma boa idade para começar a juntar moedas. Para isso, crie um potinho da economia e permita que a criança tenha o prazer de ver as moedas se acumularem.
Educação financeira para crianças de 9 a 12 anos
Uma maneira de ensinar a comparar preços é ler os rótulos, observar o tamanho e o valor para fazer essa comparação. Não esqueça, por exemplo, de levar em consideração também a quantidade.
Por exemplo, uma semana compre toalhas de papel de marca. Na próxima semana, tente uma marca genérica. Em seguida, discuta as diferenças e decida em conjunto se o nome da marca vale o custo extra.
Educação financeira infantil a partir de 13 anos
A partir dessa idade, você pode começar a introduzir o adolescente sobre o mercado de ações, por exemplo. Você pode “fingir” um investimento em empresas com as quais a criança está mais familiarizada, como a Disney, por exemplo.
Faça disso uma atividade familiar, pedindo que cada membro escolha uma ação. Em seguida, assista as notícias financeiras juntos e discuta como os valores das ações escolhidas flutuam.
Por fim, entre o dinheiro do almoço, materiais escolares ou outros gastos, o dinheiro pode acabar rápido para os adolescentes. Por isso, ajude a planejar um orçamento financeiro, explicando sobre desejos versus prioridade.
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Você já escutou falar em seguro fiança? Sabe o que significa e como funciona? Então, calma, pois o FinanceOne te explica.
Esse tipo de seguro é utilizado para quem quer alugar um imóvel. Neste caso o que acontece é que locador precisa de uma garantia de que o inquilino irá cumprir com as obrigações, como o pagamento do aluguel.
Teoricamente, o seguro fiança substitui o fiador para aquelas pessoas que não têm um. Mas o que é o seguro fiança, de fato?
Ele funciona como se fosse uma mensalidade paga pelo inquilino que não tem um fiador. Além disso, tem como função cobrir todos os custos que surjam caso o aluguel não seja pago.
Além disso, há uma outra vantagem. Ela está ligada ao fato que esse tipo deseguro também oferece a cobertura total de possíveis despesas, como danos causados ao imóvel. Além de encargos, multas e até mesmo as taxas de rescisão.
Vale destacar, ainda, que o seguro fiança é regulado por normas específicas, incluindo a Lei do Inquilino, que define e limita as garantias de locação.
As regras gerais do seguro foram estabelecidas pela Resolução nº202, de 2008, do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP).
Entenda como funciona o seguro fiança
Agora que você já sabe o que é um seguro fiança, está na hora de saber como ele funciona. Assim como no seguro de um automóvel, nesse tipo de seguro você também pode escolher complementos para a cobertura do imóvel.
Dessa forma, existe uma possibilidade de abranger o condomínio e o IPTU, por exemplo. O seguro fiança pode ser considerado mais interessante que um fiador porque estabelece uma maior segurança para ambos os lados.
Isso porque quando é utilizado um fiador, se pede o valor de três aluguéis para a cobertura de possíveis prejuízos. Logo, se o imóvel for danificado e o inquilino não tiver como pagar, o proprietário irá usar o depósito caução para cobrir os gastos.
Porém, se o valor da perda for maior que o deixado em caução, o dono do imóvel terá que arcar com todos os gastos. Agora, com o seguro, a garantia é muito mais sólida para o proprietário, até mesmo caso o condomínio não seja pago pelo inquilino.
Nesses casos, o proprietário ainda é cobrado pela administração do imóvel e tem que assumir mais esse gasto.
Ter um seguro para a casa é ideal
Quem contrata o seguro fiança: proprietário ou inquilino?
Leu essa pergunta e ficou em dúvida também? Normal, pois essa é uma pergunta comum para quem está pensando em contratar esse tipo de serviço.
Como o proprietário exige que uma determinada quantia seja apresentada, quem contrata o seguro é o inquilino. O seguro pode ser realizado tanto por pessoa física quanto jurídica. Mas, há um ponto importante a ser destacado.
A única diferença é na documentação que é exigida, que varia dependendo do regime de contratação do profissional ou do tipo da empresa. Normalmente, para pessoas físicas os documentos são uns e para jurídicas há mudanças.
Pessoa física
-> Identidade; -> CPF; -> Cópia do Impostode Renda; -> Cópia dos três últimos recibos de aluguel (caso já resida no imóvel); -> Comprovante de rendimento.
Pessoa jurídica
-> Contrato social; -> Cópia do Imposto de Renda; -> Balanços e balancetes dos dois últimos exercícios.
Conheça as vantagens do seguro fiança
Para esse tipo de serviço ser considerado bom, ele precisa atender às necessidades de ambos os lados, inquilino e imobiliária.
Confira abaixo algumas vantagens para cada um dos envolvidos no seguro fiança.
► Inquilino
Dispensa a busca por um fiador;
Maior agilidade na aprovação do contrato;
Evita o desembolso imediato do seguro;
O valor a ser pago pode ser parcelado;
Existe o desconto progressivo na renovação do seguro;
Algumas seguradoras oferecem coberturas extras para os inquilinos;
Possibilidade de assistência jurídica da seguradora;
Maior rapidez no recebimento do valor do aluguel do imóvel pelo seguro;
Garantia da locação até o término do contrato;
Elimina o risco de fiadores profissionais;
Cobertura adicional de danos de risco ao imóvel.
► Imobiliária
A análise do cadastro é dispensada e passa a ser realizada pela seguradora;
Possibilidade de assistência jurídica da seguradora;
A certeza do recebimento do aluguel garante a regularidade no recebimento da taxa de administração do imóvel;
Existem vários corretores de seguros especializados no ramo.
Qual é o valor do seguro fiança?
Ficou interessado e quer fazer um seguro fiança? Então, você deve estar curioso para saber qual é o valor desse tipo de serviço, certo? Fica ligado nas informações a seguir para esclarecer essas dúvidas.
Geralmente, o preço costuma ser de duas a três vezes o valor de um mês de aluguel do imóvel. Mas, é importante destacar que essa é uma informação bem relativa e que varia, de caso a caso.
E, diferentemente do cheque caução de aluguel, o seguro fiança não é pago de uma única vez. Pode ser parcelado em 12 parcelas que correspondem a um ano de contrato.
Desse modo, ele precisa ser renovado anualmente, devido aos reajustes que podem surgir. Mesmo com a possibilidade de parcelar o valor do seguro, o inquilino também pode optar pelo pagamento do valor em uma única parcela.
Mas cabe ao corretor fazer essa imediação e verificar se é vantajoso ou não, e se é possível realizar essa alternativa para ambas as partes.
E aí, gostou dessas informações? Este conteúdo te ajudou a conhecer mais sobre o seguro fiança? Então compartilhe com outras pessoas e consulte sempre que quiser o site do FinanceOne para ficar por dentro de tudo sobre o mercado financeiro.
O número de cartões de crédito em 2019 atingiu a marca de 123 milhões de unidades no Brasil, segundo o Banco Central. Contudo, boa parte dos seus donos não sabe a diferença do cartão Gold, Platinum e Black.
Definidas pelas bandeiras Visa e Mastercard, tais modalidades de cartões são destinadas a públicos com renda um pouco mais alta e oferecem mais benefícios, como os programas de pontuação.
Cada opção tem as suas especificações e, por isso, o perfil do usuário dirá qual a melhor modalidade de cartão a adquirir. Já que as diferenças não são muito conhecidas, alguns clientes podem acabar escolhendo uma variante que não se encaixa ao seu perfil.
Para não ter mais dúvidas, vamos explicar a seguir qual a diferença entre os cartões Gold, Platinum e Black.
Cartão Gold, Platinum e Black: benefícios, anuidade e renda mínima
Assim como o cartão internacional, os cartões Gold, Platinum ou Black possibilitam compras nacionais e internacionais. No entanto, oferecem outros benefícios aos seus clientes. Veja as características dessas modalidades:
1 – Gold
O cartão Gold é oferecido para pessoas com renda superior a R$2.000 ou 2.500 (variando entre bandeira e instituição). Sua anuidade que custa por volta de R$300.
O cartão Gold é um dos mais usados pelas brasileiros
Portanto, esse cartão é para aqueles que buscam um pouco além do básico dos cartões de crédito. Mesmo com uma anuidade um pouco mais alta, ele compensa por possuir inúmeras vantagens, algo de poder variar de empresa para empresa.
Embora tenha variação entre instituições financeiras e também bandeiras algumas coisas são comuns a maioria dos cartões Gold como o serviço de saque para emergenciais e a opção de usar no exterior.
2 – Platinum
Já o Cartão Platinum foi feito para pessoas com renda um pouco maior. Normalmente, superior a R$5.000 ou R$6.000.
Sua anuidade custa por volta de R$450 e costuma ter todas as vantagens do cartão Gold e ainda mais.
3 – Black
Esse tipo de cartão não é para qualquer um. Ele foi pensado para pessoas com poder aquisitivo mais alto.
Afinal, para obter um cartão Black sua renda deve ser superior a aproximadamente R$15.000 (isso varia de banco para banco) e a anuidade é por volta de R$1.200.
Além disso, por ser mais exclusivo é mais comum que ele seja oferecido para clientes com investimentos no banco. Para ter um cartão desses geralmente é preciso receber um convite do banco.
Como escolher entre as modalidades?
Como visto, não é uma escolha possuir o cartão Gold, Platinum e Black. Tudo depende da sua renda.
Contudo, se você possui a opção de escolha, é importante levar em consideração se os seus hábitos seriam favorecidos com os benefícios de cada um.
Se você viaja muito, por exemplo, a anuidade mais alta será compensada pelo tanto que vai usufruir das vantagens. Mas se esse não é o seu caso, pode ser que um cartão tradicional já atenda às suas necessidades.
Além disso, já ensinamos como montar uma planilha de orçamento doméstico. Agora, nosso foco é para você que quer começar a investir. Aprenda de uma vez por todas a fazer sua planilha financeira pessoal.
A seguir, veja qual a diferença das planilhas e aprenda a montar a sua. Boa leitura!
Planilha pessoal x planilha de orçamento doméstico
Uma das diferenças entre a planilha de controle financeiro pessoal para a planilha de orçamento doméstico é como ela é feita. Enquanto a segunda leva em conta toda a renda familiar, ou seja, o quanto entra de dinheiro de todas as pessoas da casa, a primeira planilha é só sua.
Se você mora com seus pais, por exemplo, provavelmente são eles quem controlam os gastos da casa. Porém, você deve saber que a educação financeira deva ser praticada por todos.
Afinal, não adianta apenas o responsável pelas contas se preocupar com os gastos enquanto os outros não “têm controle”. Por isso, é muito importante que a educação financeira seja ensinada desde criança.
Para estabelecer a sua planilha de gastos, você deve estar totalmente familiarizado com suas finanças. Deve saber toda a sua renda e, principalmente, todos os seus gastos mensais.
É claro que existem os gastos fixos, como o aluguel, condomínio e a conta da TV a cabo, por exemplo. Agora gastos como alimentação, conta de luz e água são variáveis. Portanto, você deve considerar os valores estimados para ter um controle correto.
Em seu caderno de Gestão de Finanças Pessoais, o Banco Central explica como funciona o orçamento em três fórmulas básicas:
Orçamento é Deficitário quando: Receita < Despesa
Orçamento é Neutro quando: Receita = Despesa
Orçamento é Superavitário: quando Receita > Despesa
A ideia é que, a partir do momento que você tem um controle financeiro pessoal, passe a ter um orçamento superavitário.
Itens de uma planilha de controle financeiro pessoal
Montar sua planilha financeira pessoal não é tão difícil. Esse controle deve conter todas as suas receitas, despesas e investimentos. Lembre-se que a ideia aqui é ter um orçamento superavitário, ou seja, para isso você precisa ganhar mais do que gasta.
Aumentar seus ganhos pode ser difícil, então você vai precisar enxugar o seu orçamento para gastar menos do que ganha. Percebeu a diferença?
Para fazer um investimento ou para ter um orçamento mais folgado, não significa que você precisa ganhar muito dinheiro. Basta ter controle dos seus gastos e reduzir e cortar aqueles que são desnecessários.
Voltado à planilha. Ao montar a planilha mensal, você precisa criar a coluna de Fontes de Receita, listando todas as suas fontes de renda, seguida pela coluna Ganhos, com os respectivos valores.
Em uma outra coluna você deve ter as Despesas, seguida pelos respectivos valores na coluna seguinte. Ali você deve considerar absolutamente tudo o que você gasta no mês. Contas de luz, água, telefone, celular, gás, aluguel, condomínio, TV a cabo, Netflix, supermercado, plano de saúde, gasolina, veterinário. Ou seja, anote absolutamente tudo.
Ter uma planilha é importante para visualizar o orçamento e o que pode ser cortado para melhorar as finanças
Só com esse exercício bem básico você já conseguirá ver qual tipo de orçamento você tem. Se deficitário, neutro ou superavitário.
O ideal é que você crie mais uma coluna para o quanto você irá poupar ou aplicar por mês. Afinal, essa é a ideia aqui. Mas, isso provavelmente é uma preocupação para quando você conseguir organizar seus gastos e ter controle sobre eles.
O investimento, porém, deve ser levado a sério. Deve ser um compromisso que você tem consigo. Seja para aquele objetivo de comprar um imóvel, viajar ou até mesmo estudar no exterior.
Como falamos anteriormente, você não precisar esperar ganhar mais dinheiro para ter hábitos financeiros saudáveis.
Como montar a sua planilha financeira
Não vamos explicar aqui fórmulas de Excel para você montar sua planilha de controle financeiro. Até porque existem modelos prontos que você pode usar e até mesmo adaptar, que estão disponíveis gratuitamente.
Como? Nas próprias Planilhas do Google, sabia? Lá existem modelos pré-prontos que você pode copiar e usar, sem precisar criar uma planilha do zero na sua pasta do Drive.
A planilha de orçamento anual já está configurada para você colocar o valor de sua renda e depois, nas outras abas, detalhar suas despesas. As planilhas são totalmente editáveis para remover ou incluir linhas com itens. Depois de preencher seu “saldo inicial”, suas despesas e sua renda, um resumo gráfico será apresentado.
Na planilha de orçamento mensal, você planeja todos os seus gastos para depois colocar quanto realmente você gastou. Assim, consegue ver a diferença e perceber o quanto pode melhorar. O espaço para seus investimentos também não ficou de fora.
Controlando os seus gastos, você passa a observar melhor o preço das coisas e saber fazer escolhas melhores. Não que você vá mudar radicalmente seus hábitos de consumo. Apenas adotando melhores práticas que você vai perceber a diferença tanto no seu bolso quanto no seu dia a dia.
Os motoristas neste ano estão com uma dúvida comum: o seguro DPVAT pode ser cobrado? E esse questionamento vem se dando principalmente porque a diretoria da Superintendência de Seguros Privados (Susep) aprovou a indicação de prêmio zero para o DPVAT em 2021.
O próximo passo é que a proposta seja encaminhada para o Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP). Vale lembrar que o seguro DPVAT é obrigatório e é utilizado para indenização de vítimas de acidente de trânsito no país.
De acordo com a própria Susep, neste ano não haverá cobrança. Isso porque o seguro DPVAT tem dinheiro em caixa suficiente para a operação deste ano. Como isso é possível? O dinheiro faz parte dos valores pagos nos anos anteriores e que não foram utilizados.
Por conta da decisão, o seguro segue existindo, mas os motoristas não precisarão pagar o DPVAT neste ano. Porém, para o ano de 2022 a decisão ainda precisará ser tomada pelo conselho.
O objetivo de zerar o valor da apólice é resolver o problema de divergência com a Seguradora Líder. Isso porque a seguradora entende que o valor excedente como recursos privados não devem ser devolvidos ao governo. O que também contraria o entendimento do Ministério Público Federal.
É importante ressaltar ainda que sem a arrecadação, a tendência é que os recursos sejam consumidos com o pagamento das indenizações por acidentes nos próximos anos.
Valor do seguro DPVAT passou por redução em 2020
No final do ano de 2020, o seguro DPVAT sofreu uma redução no valor a ser pago, ele passou a ser de R$5,21 para os carros de passeio e táxis e R$12,25 para motos. A redução foi de 68% e 86%, respectivamente, em relação a 2019.
Isso porque o valor do seguro, até o final de 2020 era de R$16,24 para os carros e táxis e de R$84,58 para as motos.
Vale lembrar que antes da redução do valor do seguro DPVAT ser anunciado, o presidente Jair Bolsonaro chegou a comunicar os brasileiros sobre a extinção do seguro. Porém, a medida foi revertida pelo Supremo Tribunal Federal.
E a distribuição do valor arrecadado é da seguinte forma:
-> 50%é destinado ao pagamento das indenizações;
-> 45% vai para o Ministério da Saúde, para realizar o pagamento do atendimento médico das vítimas;
-> 5% são dos programas de prevenção à acidentes.
O que é o seguro DPVAT e para que serve?
Você sabe o que é o seguro DPVAT e para que serve? Muitos motoristas ficam perdidos, afinal são tantas taxas e documentações para deixar em dia, que às vezes confunde. Mas, é fácil entender o que significa, como funciona e para que serve.
O seguro DPVAT ajuda as pessoas que se envolveram em acidentes de veículos
Geralmente, ele é pago anualmente junto ao IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores).
Você sabia que qualquer vítima de acidente envolvendo veículo, inclusive motoristas e passageiros, ou seus beneficiários, pode requerer a indenização do DPVAT. Essas indenizações são pagas individualmente,sem importar quantas vítimas o acidente tenha causado.
É importante destacar que, mesmo que o veículo não esteja em dia com o DPVAT ou não possa ser identificado, as vítimas ou seus beneficiários têm direito à cobertura. Vale pontuar, também, que tanto vítimas quanto seus herdeiros (no caso de morte) têm um prazo de três anos após o acidente para dar entrada no seguro.
Indenização do seguro DPVAT: o que precisa para receber?
Você ficou interessado e quer saber como fazer para receber a indenização? O processo é bem simples e dispensa a ajuda de terceiros. Mas, tenha cuidado ao aceitar ajuda pois são muitos os casos de fraudes e de pagamentos de honorários desnecessários
Pode ser requerido pela própria vítima do acidente ou por seus beneficiários. Se for nomeado procurador, será necessário apresentar a procuração. Se você realizar o pedido de indenização, é preciso comparecer em um dos pontos de atendimento do DPVAT.
Você precisará apresentar os seguintes documentos:
1 – Indenização por morte
Certidão de óbito;
Registro de ocorrência expedido por autoridade policial competente;
Prova da qualidade de beneficiário.
2 – Indenização por invalidez permanente
– Registro de ocorrência expedido por autoridade policial competente;
– Laudo do Instituto Médico Legal da jurisdição do acidente ou da residência da vítima, com a verificação da existência e quantificação das lesões permanentes, totais ou parciais. Ele deve ser de acordo com os percentuais da tabela, constante do anexo à Lei 6.194/74.
3- Indenização de despesas de assistência médica e suplementares
– Registro de ocorrência expedido pela autoridade policial competente. Nele deverá constar, obrigatoriamente, o nome do hospital, ambulatório ou médico assistente que tiver prestado o primeiro atendimento à vítima;
– Prova de que tais despesas decorrem de atendimento à vítima de danos pessoais decorrentes de acidente envolvendo veículo automotor de via terrestre;
O Tesouro Direto é um dos investimentos mais utilizados e conhecidos pelos brasileiros. Um dos motivos disso é sua facilidade de uso aliada ao rendimento a longo prazo e segurança.
Neste texto você poderá conferir o que é, como funciona e um guia completo de como investir no Tesouro Direto.
Para começo de conversa, é necessário entender que este investimento é um Programa do Tesouro Nacional.
Desenvolvido pela BM&F Bovespa, o Tesouro Nacional foi criado em 2002 para democratizar o acesso a investimentos em títulos públicos pela população. Com ele é possível investir com apenas R$30.
Confira os seguintes pontos e fique por dentro das regras do Tesouro Direto:
O Tesouro Direto é um programa que tem por objetivo tornar o investimento em títulos públicos popular. Desde sua criação pelo Tesouro Nacional em conjunto com a Bolsa de Valores, centenas de milhares de carteiras de investimentos foram abertas.
Antes disso, as pessoas interessadas tinham que procurar instituições financeiras para conseguir aplicar o dinheiro em fundos de investimentos.
O Tesouro Direto é para as pessoas físicas, sendo possível investir online e de maneira direta. Os títulos públicos, em geral, são as opções mais seguras de investimento no mercado.
Eles são títulos de renda fixa, no qual a rentabilidade é definida (ou prevista) no momento da aplicação. Os investidores participam como ‘emprestadores’ de dinheiro ao governo. Como se fossem um banco, as pessoas fazem empréstimos ao governo que, em troca, fornece um título de crédito com prazo de vencimento já definido.
Ao fim do prazo, o governo devolverá o dinheiro com juros aplicados. O investidor pode escolher que título do Tesouro quer investir e decidir o prazo e o resgate do investimento, tendo, assim, mais controle sobre sua forma de investir.
Ele é mais acessível por apresentar variadas opções que se encaixam no perfil de investidor de cada um dos participantes.
Tesouro Direto é título de renda fixa, no qual a rentabilidade é definida no momento da aplicação
O que são títulos públicos
Títulos públicos são papéis emitidos pelo Governo Federal que captam recursos para financiar a dívida pública e demais atividades governamentais como os gastos com educação, saúde, lazer e outros.
Quem emite esses títulos é a Secretaria do Tesouro Nacional e os investidores podem comprar qualquer um deles pela internet, basta ser residente no Brasil e ter o número do CPF (Cadastro de Pessoa Física).
Os títulos públicos integram a categoria de investimentos em renda fixa, ou seja, que sua rentabilidade pode ser definida no ato da compra.
Além disso, pode ser pré-fixada ou pós-fixada (a remuneração deste segundo depende da taxa Selic ou IPCA).
Para quem quer adquirir um título público para compor a carteira de investimentos, as compras programadas são uma opção interessante.
Desta forma será possível fazer compras periódicas de títulos e reinvestir os que estão próximos do vencimento.
Riscos de investir em títulos públicos
Caso esteja se perguntando no motivo de alguém, em sã consciência, emprestar dinheiro ao Governo, a resposta é simples: os riscos de falência são extremamente baixos quando comparado aos riscos das empresas privadas.
Os títulos públicos são ativos financeiroscom menos riscos do mercado brasileiro, sendo garantidos pelo Tesouro Nacional.
Isso não significa que não existe nenhum risco ou possibilidade de perda, mas as chances de o Governo quebrar são mínimas.
Se, por exemplo, isso acontecer, os bancos privados serão os primeiros a entrarem em crise. É por isso que os ativos públicos são considerados livres de riscos e indicados para todos os tipos de investidores.
Dos conservadores até os mais agressivos, compor a carteira com títulos públicos dá mais segurança nos investimentos.
Títulos do Tesouro Direto
Para garantir boa rentabilidade no investimento, aguardar o vencimento do título é essencial. Se não for assim, é provável que o valor oscile e o retorno não seja o esperado pelo investidor.
Veja abaixo os tipos de títulos públicos oferecidos pelo Programa e as principais características de cada um.
Tesouro Selic
O Tesouro Selic é indicado para quem deseja rentabilidade pós-fixada de acordo com a taxa Selic.
Esta taxa é uma das mais conhecidas e importantes no mundo dos investimentos porque é a taxa de juros básica da economia do país.
A remuneração do investidor se dará pela variação da Selic registrada entre a compra do ativo até o vencimento dele. A rentabilidade tende a ser menor quando comparada aos outros títulos porque apresenta baixa volatidade.
Seu funcionamento é bem simples, sendo que o investidor compra o ativo e pode retirar o valor investido acrescido dos juros no fim da aplicação, quando saberá o valor total a ser recebido.
O Tesouro Selic sofre cobrança de Imposto de Renda dependendo do período de aplicação. Se for menos de 180 dias, a taxa é de 22,5%.
Para investimentos acima de 720 dias, o valor é de 15%. Independente disso, o rendimento é positivo e é considerado o título mais líquido do Tesouro Direto.
É interessante para o investidor que resgate o valor investido apenas na data de vencimento, mas é possível retirar antes, porém, com possibilidade de redução do lucro.
O Tesouro Selic é indicado para quem quer investir a curto e médio prazo; para pessoas que precisam do dinheiro com mais rapidez, mas com mais rendimento que a poupança.
Tesouro IPCA
O Tesouro IPCA possui rentabilidade alinha à variação do IPCA mais a taxa de juros fixa determinada no momento da compra. É extremamente seguro por estar ligado à inflação.
É indicado para investidores conservadores que visam se proteger das alternâncias da inflação durante os anos.
Ou seja, quem prefere investimentos a longo prazo são os mais indicados para a compra destes ativos. O resgate do valor investido pode ser feito apenas no vencimento do título.
Para ficar mais claro: caso compre um ativo com vencimento em 2021, a rentabilidade será em cima do IPCA do período + inflação.
Existem dois tipos de Tesouro IPCA, o Tesouro IPCA+ (NTN-B Principal) e o Tesouro IPCA+ Juros Semestrais (NTN-B).
Veja as diferenças:
Tesouro IPCA+ (NTN-B Principal): funciona como um investimento comum de renda fixa, sendo indicado para quem deseja se aposentar e garantir uma aposentadoriatranquila por manter o rendimento acima da inflação.
Caso o investidor esteja pensando em vender o título antes do investimento, esta é a melhor opção entre os demais de renda fixa.
Tesouro IPCA+ Juros Semestrais (NTN-B): semelhante ao IPCA+, mas com a diferença de que é possível utilizar o dinheiro investido antes do vencimento do título.
Neste caso, o pagamento dos juros é feito antecipadamente, a cada seis meses, e não apenas no fim do prazo.
É interessante para quem deseja retirar o valor ao longo dos anos sem perder rentabilidade.
Se não for precisar do dinheiro a cada seis meses, o ideal é deixar no NTN-B Principal porque o valor resgatado será maior nele.
Tesouro Prefixado
No Tesouro Prefixado, como o nome já sugere, a rentabilidade é definida no momento da compra do ativo.
O investidor sabe exatamente o que irá receber no vencimento assim que adquire o título.
Investidores que acreditam que a taxa prefixada será maior que a taxa básica de juros durante o período de investimento devem comprar este ativo.
Os investimentos são de médio e longo prazo, a partir de três anos.
O Tesouro Prefixado com Juros Semestrais é a mesma coisa que o prefixado comum, mas o investidor recebe semestralmente cupons de juros, possibilitando maior liquidez e chances de reinvestir o valor.
Por conta do pagamento do pagamento semestral, esta opção é adequada a quem precisa complementar a renda.
Custos do Tesouro Direto
A maioria das aplicações financeiras sofre a incidência de impostos e taxas.
No caso dos títulos públicos, os impostos são o IOF(Imposto Sobre Operações Financeiras) e o Imposto de Renda, além de taxas que podem ser cobradas pelas instituições financeiras (como a de custódia e a de administração).
Veja mais detalhes das taxas:
Taxa BM&FBovespa
A taxa BM&FBovespa é cobrada para custear as despesas dos ativos como a proteção, guarda, movimentação dos saldos e demais dados do mesmo.
Esta taxa é de 0,30% ao ano sobre o valor dos títulos.
Taxa da instituição financeira (de custódia)
Cada instituição possui um valor de cobrança definido diretamente e livremente com o investidor.
No site do Tesouro existe uma lista com o ranking das instituições com as taxas cobradas por cada uma, bem como as habilitadas para realizarem investimentos.
A taxa pode ser descontada anualmente ou por operação, sendo a decisão feita pela instituição em questão.
Ela é essencial no mercado financeiro porque garante que os títulos estarão seguros até quando o investidor solicitar retorno.
Além disso, ela traz agilidade nas negociações e as torna mais eficientes.
Os agentes de custódia, portanto, são instituições que lidam das contas dos investidores, sendo eles os bancos, corretoras ou demais instituições financeiras.
IOF (Imposto sobre Operações Financeiras)
O IOF é mais um custo do Tesouro Direto, mas é possível não pagar quando se fecha 30 dias com a aplicação.
Caso o investimento seja por um período menor, será descontado este tributo. O motivo disso é evitar que investidores realizem aplicações de prazo curtíssimo.
A taxa é regressiva, logo, diminui de acordo com o prazo.
Custo de Transferência Bancária
Este custo se dá pela transferência do dinheiro do banco para a corretora, e vice-versa.
Cada corretora cobrará um valor, devendo ser obrigada a divulgar todos os valores para o cliente antes da assinatura dos contratos.
É ideal que o investidor verifique os valores cobrados para compra e venda de títulos para que as transações valham a pena.
Se os custos forem altos, o investimento pode não trazer o retorno desejado.
Passo a passo de como investir no Tesouro Direto
Agora que você já entendeu como funciona e tem todas as informações necessárias sobre os títulos públicos, aprenda como investir no Tesouro Direto.
1. Pesquise e escolha a instituição financeira
A pesquisa da instituição é muito importante para o sucesso do investimento. Algumas cobram taxas muito altas ou são indicadas.
O site do Tesouro dispõe de uma lista de instituições financeiras (bancos, corretoras e afins) habilitadas. Confira antes de começar!
Abra uma conta corrente na que mais confiar com o seu CPF e a instituição terá a responsabilidade de intermediar as transações que serão feitas com o Tesouro Direto.
2. Conheça os riscos
Analise e escolha qual investimento é mais adequado ao seu tipo de investidor e na situação financeira que possui.
Há opções de investimentos a partir de R$30, então confira qual dos tipos se adaptam com seu planejamento financeiro.
3. Acesse o site
Entre no site do Tesouro Nacional e clique na seção do Tesouro Direto. Nesta página poderá ler todas as questões do Tesouro e acessar a área restrita.
Quando estiver cadastrado, a BM&FBovespa mandará uma senha provisória para o primeiro acesso e logo poderá alterar para uma mais confiável.
Escolha o título desejado, use o Orientador Financeiro e realize a compra do título. Para mais dúvidas, o Tesouro disponibiliza o passo a passo, bem como um simuladorpara possíveis compras.
Você pensa em investir no Tesouro Direito? Tem alguma dúvida sobre o investimento? Compartilhe conosco, e com os demais leitores, a sua opinião ou dúvidas sobre o assunto!
Você conhece empreendedores que ficaram ricos antes dos 30? Sim, eles existem. E são muitos! Eles conseguiram e inspiram aqueles que sonham em chegar à marca de US$ 1 milhãoainda jovens.
Conheça a trajetória desses jovens empresários que alcançaram o sucesso financeiro tão cedo. Porém, saiba que muitos deles usaram mantras do famoso investidor da bolsa Timothy Sykes.
De acordo com ele, é necessário ignorar as indústrias tradicionais. Timothy aponta também que todos devem se manter informados constantemente e nunca se deve parar de estudar. Segundo ele, com sacrifícios.
Por fim, o investidor de sucesso que tornou-se milionário aos 21 anos relata que devemos focar no que amamos e se concentrar sempre na solução de problemas. Para que tudo isso se torne realidade, Sykes pondera que precisamos da ajuda de amigos.
Os 9 empreendedores que ficaram ricos antes dos 30
1. Timothy Sykes
Vamos começar pelo rapaz dos conselhos. Ele é um investidor de sucesso na Bolsa de Valores.
Em 1999, ao completar 13 anos, recebeu de presente a quantia de US$12.415. Em poucos meses, ele conseguiu transformar esse valor em US$ 4 milhões.
Essa experiência o fez criar o Profit.ly, uma comunidade de mais de 84 mil traders que compartilham seu desempenho e negociavam abertamente.
Resultado: ele agora possui mais de 3 mil alunos em mais de 70 países. Muitos desses aprendizes se tornaram milionários. Timothy Sykes é um verdadeiro conselheiro para empreendedores que também ficaram ricos.
2. David Karp
Aos 14 anos, David já trabalhava como estagiário em uma produtora de animação. O objetivo, ao trabalhar neste local, era aprender sobre engenharia e programação. Logo conseguiu alcança-lo e rapidamente se tornou um funcionário interino da empresa.
O programador norte-americano David Karp criou o Tumblr em 2007 para ajudar as pessoas que desejavam compartilhar conteúdos online. Em pouco tempo o site já tinha milhões de usuários registrados e foi comprado pelo Yahoo em 2013, em uma negociação de US$ 1,1 bilhão.
Com isso, Karp passou a ser dono de uma fortuna de US$ 190 milhões aos 28 anos.
Diferente dos outros empreendedores, que esperam muito tempo até produtos, serviços e outros detalhes ficarem prontos e perfeitos, Karp foi se aperfeiçoando com o tempo. Essa atitude mostra que, às vezes, é necessário evitar dar desculpas e tomar ações rápidas.
Um dos mais famosos empreendedores que ficaram ricos. Sem sombra de dúvidas, a maior fortuna dos integrantes desta lista pertence ao norte-americano Mark Zuckerberg.
O fundador do Facebook, rede social que conta com 1,7 bilhão de usuários em todo o mundo, é um dos homens mais ricos do mundo na lista da revista Forbes, com mais de US$ 35 bilhões.
Somente no Brasil, cerca de 45% da população acessa a rede social todo mês. Além disso, nas duas primeiras semanas de exibição nos cinemas, 45 milhões de pessoas assistiram ao filme biográfico “A Rede Social”.
Muitos não sabem, mas Zuckerberg desde muito novo já mostrava um grande interesse por computadores. Por isso, ainda no ensino médio começou a aprender programação.
Foi nessa época que desenvolveu o “ZuckNet”, uma espécie de messenger instantâneo que permitia a comunicação entre todos os computadores da sua casa e do consultório do seu pai.
4. Eduardo Saverin
O brasileiro de 36 anos que ajudou a fundar o Facebook ao lado de Zuckeberg e Moskovitz conseguiu o primeiro milhão antes dos 30 anos.
Isso depois de uma longa batalha jurídica que o deixou com 5% das ações da companhia – dos quais vendeu mais da metade.
De acordo com o ranking de bilionários de 2018 da revista Forbes, Eduardo Saverin é a 148ª pessoa mais rica do mundo e 5ª do Brasil, com uma fortuna estimada de US$ 10,1 bilhões.
A ideia de que startups necessitam do “novo” para sobreviver faz com que o bilionário brasileiro analise potencial de crescimento no setor. Ideia corroborada por várias frentes do mercado.
Conheça os empreendedores que ficaram ricos antes dos 30
5. Mike Krieger
Mais uma história de um brasileiro, para mostrar o potencial do nosso país. Você sabia que o Instagram, a rede social de compartilhamento de fotos mais utilizada do mundo, foi cofundada por um brasileiro?
Pois é, seu nome é Mike Krieger, um engenheiro de software brasileiro nascido em São Paulo. Um dos empreendedores que ficaram ricos mais famosos do país.
Em 2004, Mike se mudou para a Califórnia, para estudar na Universidade de Stanford, e lá conheceu Kevin Systrom, que foi seu parceiro na criação do aplicativo.
A ferramenta foi disponibilizada na Apple Store em 2010, quando Krieger tinha 24 anos. Dois anos depois, foi vendida para Mark Zuckerberg por US$ 1 milhão, o que imediatamente colocou Krieger na lista dos milionários antes dos 30. Seu patrimônio atual está estimado em US$ 100 milhões.
6. Kevin Systrom
Após largar um emprego no setor de marketing do Google, Kevin Systrom foi para a Nextstop, uma startup comprada pelo Facebook que oferecia recomendações de viagens. Lá, ele programou apps para o site, incluindo um jogo baseado em fotos.
Assim começou a história de Kevin Systrom, cocriador do Instagram, que vendeu o aplicativo ao Facebook em 2012 por US$ 1 bilhão. Hoje ele tem uma fortuna estimada em US$ 280 milhões.
O motivo é simples. Aproximadamente 25 mil usuários criaram uma conta no Instagram nas primeiras 24 horas.
Em apenas um mês após o lançamento, o Instagram cresceu para 1 milhão de usuários, passando os 10 milhões de usuários um ano depois. Hoje, esta plataforma de mídia social tem mais de 400 milhões de usuários ativos.
7. Nick D’Aloisio
Este jovem inglês começou cedo! E foi com apenas 15 anos que criou a startup Summly, agregador de notícias que foi arrebatado pelo Yahoo!, em 2015, por US$ 30 milhões.
Além disso, o empreendedor criou, também para o Yahoo!, o The News Digest. Um app simples com um conceito bem interessante.
Ele cria um resumo das principais notícias do dia e solta uma nova edição em dois horários: às 8h e às 18h. Algoritmos do Yahoo! buscam informações em diversas fontes e montam um pequeno resumo dos eventos mais importantes das últimas horas. O conteúdo é bem completo.
8. Eden Full
A jovem empreendedora Eden Full resolveu largar a faculdade aos 19 anos para fundar a SunSaluter. Essa organização foi criada para transformar seu projeto de ciências do ensino médio em algo grande.
A SunSaluter fornece água potável e energia elétrica a baixo custo e de forma sustentável para comunidades carentes de diversos países. A inspiração que podemos tirar da Eden é a questão da persistência na busca pelo conhecimento.
Isso porque aos nove anos ela já começou a estudar sobre energia solar pelo próprio Google, o que a ajudou a criar o projeto. Um belo exemplo de empreendedores que ficaram ricos com ótimas ideias.
9. Ben Silbermann
Ele é nada mais nada menos que um dos fundadores do Pinterest. Trabalhou no Google antes de começar o projeto que tornaria essa startup (e rede social) muito famosa.
O site foi ao ar em março de 2010, mas, no primeiro ano, pouquíssima gente notou que ele existia. No final de 2010, a rede social havia conseguido apenas 10 mil usuários registrados. No entanto, muitos deles raramente iam ao site.
O esforço começou a trazer os primeiros resultados na metade de 2011, quando sites especializados em tecnologia começaram a notar que o Pinterest existia.
No fim de 2011, a rede decolou e passou a crescer velozmente. Hoje, a base de usuários é estimada em 20 milhões de pessoas.
Se uma coisa ficou clara vendo ao analisar esses empreendedores, é: sem trabalho e um bom planejamento, nada acontece!
Se você precisa de ajuda para pensar em ideias para começar um negócio, não pode deixar de ver o artigo que preparamos com 8 negócios que crescem mesmo na crise.
É possível adquirir um imóvel por meio de cartas de crédito, crédito bancário ou também pela própria construtora. Nesta última opção, não há grandes mistérios: a negociação pode ser realizada e o pagamento feito normalmente durante os meses.
Independentemente da modalidade que escolherá, seja consórcio imobiliário, financiamento bancário ou com a construtora, que é o que estamos dando ênfase no momento, a compra do imóvel será como um empréstimo.
Por isso, você poderá ser avaliado de acordo com as regras para a aprovação. Lembrando que o método de análise pode variar entre uma instituição e outra.
Boa opção para quem não consegue aprovação de crédito
Para aqueles que têm certa dificuldade de conseguir um empréstimo em bancos e se deparam com algum tipo de resistência por parte dessas grandes empresas, a opção de realizar todos os trâmites com a construtora pode ser um ótimo negócio.
É sabido que a seleção feita pelas instituições financeiras para a liberação de créditos é cheia de pré-requisitos e exigem a comprovação de uma infinidade de papéis.
Geralmente, são solicitados os seguintes documentos: comprovantes de renda, comprovante de estado civil e certidões negativas.
As construtoras não costumam ser tão criteriosas e a avaliação geralmente é mais facilitada. Esse é mais um fator positivo para você, caso esteja pensando em financiar um imóvel em breve.
Em determinados casos, são pedidos e exigidos apenas RG, CPF e comprovante de residência. Algumas nem mesmo solicitam comprovações de renda.
Diferenças entre construtoras
Algumas regras podem variar de construtora para construtora. Não existe um formato fixo. Há aquelas que só financiam imóveis novos em fase de construção, ou seja, apartamentos ou casas que ainda estão na planta.
Em contrapartida, há outras que possibilitam ao cliente condições mais flexíveis para o financiamento.
Geralmente, as construtoras oferecem menos burocracia aos seus possíveis clientes. Até porque, elas são as maiores interessadas na venda dos imóveis.
Quanto mais facilidades houver, mais procura terá, mais contratos serão fechados e, consequentemente, suas vendas serão concretizadas com sucesso.
Como financiar imóvel direto com a construtora
Diferente dos bancos, que possuem operações de créditos mais trabalhosas e muitas vezes necessitam de terceiros para tornar o procedimento mais ágil (como correspondentes, despachantes, consultores ou assessores imobiliários), as construtoras não exigem mediadores financeiros.
O contato funciona diretamente entre ela e o seu cliente. No entanto, as taxas de juros inseridas nesse tipo de financiamento podem ser bem mais altas se comparada aos juros bancários.
Financiar um imóvel com a construtora tem diversas vantagens
Os prazos para o pagamento geralmente menores, com prestações de aproximadamente cinco a dez anos.
Além disso, o valor das prestações no financiamento com as construtoras não tem alteração durante os meses correspondentes, mas podem ter ajustes anuais.
Já para as negociações bancárias, essas prestações podem ultrapassar 30 anos.
Conheça as vantagens e desvantagens de financiar um imóvel com a construtora
Antes de você financiar um imóvel direto com a construtora precisa saber quais são as vantagens e desvantagens existentes para você. Saber isso te ajuda a fazer a melhor escolha e também evita futuras dores de cabeça.
E para começar é preciso primeiro falar das vantagens. A principal delas é que a construtora não cobra juros sobre o valor financiado. Mas atenção, isso é somente durante o período de construção do imóvel.
Já os bancos, em sua maioria, costumam financiar o imóvel somente após o término da obra.
Além disso, ao negociar algo que ainda não existe, não está pronto, as construtoras acabam oferecendo prazos mais flexíveis. E também são elas que estabelecem um valor mais baixo do que seria cobrado pela unidade pronta, para compensar os riscos.
Os bancos costumam ser mais burocráticos na aprovação do crédito. E é por isso, que as construtoras facilitam a concessão, para competir diretamente com as instituições financeiras e acabarem levando a melhor.
Além da facilidade em fechar o negócio, ainda existe uma alta probabilidade de valorização do apartamento. E talvez esse pode ser o principal motivo para você financiar com a construtora, já que quem compra o imóvel após a construção acaba pagando mais caro por ele.
Algumas empresas ainda permitem que os clientes customizem o imóvel. Não entendeu? Calma que o FinanceOne te explica, a construtora possibilita que o cliente adapte a unidade de acordo com as necessidades e os gostos, desde o acabamento até as instalações da cozinha e do banheiro.
Porém, no lado da desvantagem está o atual momento da economia brasileira, que precisa e deve ser levado em consideração.
Isso porque esse tipo de transação está atrelado a juros variáveis, com parcelas que são reajustadas por conta dos índices da inflação. Por isso, é importante que você faça uma comparação com as taxas de financiamentos de outros bancos para avaliar esse ponto.
E só assim você chegará a conclusão se vale a pena ou não financiar imóvel direto com a construtora.
FGTS pode ser utilizado para liquidar a dívida
Vale lembrar que, nessa situação, você não poderá utilizar o FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) para efetuar o pagamento da parcela, como muitos fazem ao financiar um imóvel com a Caixa Econômica Federal, por exemplo.
Contudo, se houver algum imprevisto que impeça o cliente de dar continuidade ao pagamento até quitar as suas parcelas, o FGTS pode ser utilizado para sanar a dívida do imóvel.
Se o financiamento fosse concretizado através de um banco, o consumidor poderia sacar o FGTS e pagar o valor total ou parcial da sua casa.
Desse modo, seria abatido o saldo que estivesse negativo e poderiam ser pagas as prestações do financiamento bancário.
Informações evitam problemas
Antes de fechar qualquer negócio com determinada construtora, você precisa estar atento a tudo o que ela fez ou está realizando no momento.
Faça pesquisas sobre essas empresas, busque informações precisas sobre o trabalho exercido por ela. Veja se não há reclamações e preste bastante atenção em suas ações positivas também, procure sobre ela no Cartório de Registro de Imóveis e na Junta Comercial.
A avaliação dela será fundamental para a tomada da sua decisão. Na hora de financiar um apartamento é importante lembrar que o principal negócio de uma construtora não é realizar transações financeiras, e sim construir e vender imóveis.
Você tem o direito de obter essas informações com muita clareza e precisão. É possível financiar um imóvel com uma construtora sem grandes empecilhos, como foi provado. Por isso, não deixe de avaliar a possibilidade.
Informe-se sobre tudo para que possa investir seu dinheiro em um sonho real e agradável, livre de preocupações.