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Entenda como funciona a aposentadoria para MEI

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Dois idosos lêem documento

Quem é microempreendedor individual pode ficar com inúmeras dúvidas sobre seus benefícios. E uma das principais é sobre como funciona a aposentadoria para MEI.

Quem torna-se microempreendedor individual tem diversos benefícios, sendo um deles a aposentadoria. Porém, algumas pessoas ainda não sabem disso. 

A aposentadoria para MEI é diferente das pessoas físicas.

Um exemplo disso é que o MEI paga somente a contribuição mensal e não tem direito à aposentadoria por tempo de contribuição.

Quer saber mais? Nesta matéria você lerá sobre:

MEI tem direito a aposentadoria?

É comum que os trabalhadores com carteira assinada tenham medo de largar o emprego e perder o direito de se aposentar.

Enquanto outras não sabem se a contribuição da categoria da empresa é alta e até mesmo quanto vão receber. Da mesma forma, muitos não sabem quais são os benefícios do MEI.

É importante destacar que a aposentadoria para MEI existe. Para ter direito a ela, é necessário pagar mensalmente a guia DAS, além de respeitar o tempo de contribuição de 180 meses.

Com isso, o microempreendedor individual terá direito ao benefício quando tiver a idade correspondente, de acordo com o gênero. 

Além disso, pode ser aposentado por invalidez.

Qual valor da contribuição do MEI?

Como você viu acima, para ter direito à aposentadoria o MEI precisa recolher o valor mensal referente a esse benefício. O microempreendedor individual faz isso com o chamado DAS MEI – que é o Documento de Arrecadação do Simples Nacional.

Veja a seguir quais são os valores a serem pagos por cada categoria:

  • comércio e indústria: R$61,60, sendo R$60,60 do INSS e R$1 do ICMS;
  • prestação de serviços: R$65,60, sendo R$60,60 do INSS + R$5 de ISS;
  • comércio e serviços: R$66,60, sendo R$60,60 do INSS + R$1 do ICMS + R$5 de ISS.

Em suma, o recolhimento do INSS costuma a ser equivalente a 5% do salário mínimo vigente.

O Microempreendedor Individual tem direito a aposentadoria do MEI por idade ou invalidez. Além disso, o MEI ainda recebe benefícios, que são:

Tipos de aposentadoria para MEI

Para quem não sabe, existem dois tipos de aposentadoria para MEI, sendo eles:

  • idade ou invalidez
  • tempo de contribuição.

Porém, assim como os trabalhadores com carteira assinada, a aposentadoria para os microempreendedores tem alguns requisitos. Confira:

Por idade ou invalidez

Quem quiser se aposentar por essa modalidade precisará cumprir alguns pré-requisitos, que são:

  • 62 anos para as mulheres;
  • 65 anos para os homens;
  • Para ter o direito reconhecido, é necessário ter contribuído, no mínimo, durante 180 meses;
  • Caso a invalidez não seja decorrente de acidente de trabalho, o prazo de carência é de 12 meses.

É importante que o microempreendedor saiba que caso a invalidez não seja decorrente de acidente de trabalho, existe um prazo de carência de um ano. Mas se o acidente for de trabalho essa carência deixa de existir.

Se você já contribuía para a Previdência Social antes de virar MEI, esse tempo também será considerado para a concessão do benefício.

Sendo assim, você não perde o que já havia pago anteriormente.

Além disso, caso você exerça outra profissão, deve continuar recolhendo a contribuição previdenciária nas duas atividades

E mesmo aqueles que já são aposentados por idade ou por tempo de contribuição, não estão isentos do pagamento da taxa cobrada mensalmente.

fachada de uma agência do inss
Os microempreendedores possuem direito de aposentadoria

Ao registrar-se como MEI, o aposentado por invalidez perderá o direito do benefício.

Isso porque ao formalizar-se para desenvolver atividade como microempreendedor, a Previdência Social entende que ele se encontra recuperado e apto ao trabalho.

Tempo de contribuição para MEI

De acordo com a legislação, o microempreendedor não tem direito à aposentadoria por tempo de contribuição ou Certidão de Tempo de Contribuição (CTC), que pode conceder o benefício de forma integral ou parcial.

Para passar a ter direito à aposentadoria em uma dessas duas modalidades, o MEI deverá:

  • complementar a contribuição mensal, que atualmente é de 5% com mais 15% sobre o salário mínimo, totalizando 20%.
  • complementar os 11% referentes à alíquota cobrada no período antes da formalização, mais 9% do salário mínimo.

Como funciona a aposentadoria para MEI?

Se você é um microempreendedor e não sabe como funciona a aposentadoria para MEI, não se preocupe, pois o FinanceOne te ajuda.

Para começar, como já foi dito, o microempreendedor precisa ter no mínimo 240 meses de contribuições por meio do DAS.

É importante ressaltar que esse tempo de contribuição é de acordo com a reforma da previdência. 

Ao realizar o pagamento do DAS, o microempreendedor realiza uma contribuição de 5% para o INSS. Garantindo assim o direito à uma aposentadoria de um salário mínimo para o MEI. 

Sendo assim, para o aposentado pelo regime do MEI o valor da aposentadoria não será somado com outras contribuições. 

Além disso, o MEI ainda tem a opção de pagar uma guia complementar do DAS de até 15% para a previdência.

Assim a sua contribuição como MEI pode ser somada com outras contribuições, podendo ter direito a um valor diferenciado de aposentadoria.

Caso você pague 20%, DAS + guia complementar, não irá perder a contribuição se fechar o MEI e abrir outro. Com isso, as contribuições podem ser somadas. Agora se você pagar somente 5%, a contagem zera.

Sendo assim, o que foi contribuído no MEI que deu baixa não é somado com a contribuição do novo. Começando a contar do zero tudo de novo.

Quanto um MEI recebe de aposentadoria?

Uma dúvida muito comum entre os microempreendedores é qual o valor da aposentadoria para MEI.

Todo o benefício previsto para o MEI corresponde ao valor de um salário mínimo, que atualmente é de R$1.212. 

Esse valor só será maior caso o microempreendedor exerça outra atividade em paralelo e contribua com a Previdência Social em ambas.

Para esses casos, o tempo das duas contribuições será somado para a concessão do benefício.

Existe uma faixa de referência, que deve mudar conforme o aumento de expectativa de vida dos brasileiros, para calcular o tempo de contribuição. Essa faixa é a seguinte:

Valor maior -> fórmula para o tempo de contribuição -> expectativa de vida dos brasileiros.

+ Sou MEI e empregado CLT: preciso pagar INSS duas vezes?

Aposentadoria para MEI com a reforma da previdência

Com a reforma da previdência aprovada, é importante estar atento ao que muda e o que permanece na aposentadoria para MEI.

Isso porque conhecer e entender essas mudanças evita que você seja pego de surpresa.

Tempo de contribuição

Para entrar com o processo de aposentadoria, os microempreendedores deverão atingir a idade mínima indicada pela nova previdência.

Atualmente, os brasileiros se aposentam com 60 anos para as mulheres e 65 para os homens. 

Com a reforma da previdência, as mulheres precisarão ter 62 anos e os homens 65 anos. Além de, no mínimo, 20 anos de contribuição.

Pensão por morte

De acordo com a nova previdência, o beneficiário teria assegurado a pensão por morte com o pagamento previsto em 50% da aposentadoria do segurado.

Além de mais 10% por dependente, mas com um limite de até 100%.

O valor que é referente ao dependente que não tem mais direito à pensão, não poderá ser revertido a outros dependentes.

É importante estar atento, pois ainda há uma restrição no que diz respeito ao acúmulo de pensão deixado pelo cônjuge.

Pensão por invalidez

Para esse caso fica definido que o mesmo só terá direito ao valor integral, caso o motivo da aposentadoria seja por acidente de trabalho ou doença causada por ele.

Benefícios que o MEI pode receber do INSS

Todo microempreendedor individual fica assegurado, além da aposentadoria, dos outros benefícios do INSS. E isso é independentemente da alíquota que o MEI paga.

Além disso, esses benefícios são considerados uma vantagem para quem se formaliza como microempreendedor. Conheça abaixo que são eles:

  • Aposentadoria por Invalidez (precisa de ter carência mínima de 12 meses, mas se a invalidez for devido à acidente ou doença grave a carência não é levada em conta);
  • Pensão por Morte;
  • Salário Maternidade (precisa ter carência mínima de 12 meses);
  • Auxílio Reclusão (pago aos dependentes).

Não se esqueça que para receber a aposentadoria para MEI é preciso que você esteja com a documentação toda correta. Além de ter realizado os pagamentos da contribuição do DAS.

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*Colaboração: Camila Miranda

Rentabilidade no Tesouro Direto: saiba como calcular

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moedas dentro de pote

Grande parte das pessoas que desejam investir já sabem que o Tesouro Direto é tão seguro quanto a poupança. Porém, ainda existe muita desconfiança nesse tipo de aplicação e uma forma de acabar com isso é conhecendo a rentabilidade no Tesouro Direto.

Apesar de muitos brasileiros ainda preferirem a poupança para guardar o seu dinheiro, o valor atual da taxa Selic não é favorável para esse tipo de investimento. Já a rentabilidade do Tesouro Direto segue em alta. Para se ter uma ideia, os lucros do Tesouro Direto estão acima do CDI.

Se você tem vontade de investir nesse tipo de aplicação é preciso conhecer muito bem como ela funciona. Assim como em qualquer investimento. 

Descubra o que é o Tesouro Direto

Apesar de ser bem conhecido, o Tesouro Direto ainda pode causar uma certa confusão. Por esse motivo, vamos a explicação do que é esse investimento. 

Esta aplicação é um programa do Governo Federal que possibilita a emissão de títulos da dívida pública. A forma como funciona é bem parecida com a de um empréstimo.

Você empresta o seu dinheiro e em troca recebe uma taxa de juros. Essa é a rentabilidade do Tesouro Direto. E é no vencimento que o seu dinheiro é corrigido e você poderá sacá-lo.

+ Tesouro Direto com juros semestrais vale a pena? Como funciona? Entenda!

Mas, para que o Governo Federal pega esse “empréstimo” com você? Para o financiamento e investimento de diversos setores, como saúde, educação e infraestrutura do país.

Vale ressaltar ainda que os títulos do Tesouro Direto são oferecidos em três modalidades, sendo elas: Tesouro Selic, Tesouro Prefixado e Tesouro IPCA+.

Além disso, a grande vantagem de investir nesse tipo de aplicação é o valor baixo, com somente R$30 você já pode começar.

Qual é a rentabilidade do Tesouro Direto?

Se você quer começar a investir no Tesouro Direto, saber a rentabilidade dele é fundamental, certo? A primeira coisa que você precisa saber é que os lucros vão variar de acordo com determinados fatores, como o tipo de título, data de vencimento, comportamento do indexador e expectativas do futuro.

Mas vale ressaltar que grande parte dos ativos que estão disponíveis no mercado para a negociação contam com uma rentabilidade próxima de 4,25% ao ano.

Homem sentado usando uma calculadora
A rentabilidade do Tesouro Direto é maior do que da poupança

Além disso, quando existe uma expectativa de alta nos juros da economia, a rentabilidade do investimento aumenta e, consequentemente, o preço unitário diminui. E por que isso acontece? Porque a dívida pública ficou mais cara.

Com isso, o governo precisa oferecer um retorno maior aos investidores para compensar o risco. 

Como calcular a rentabilidade no Tesouro Direto?

Agora que você já sabe o que é o tesouro e a sua rentabilidade, que tal entender como se calcula? Primeiramente, vai precisar saber que a rentabilidade é anual e, por isso, para estimar o seu retorno mensal, basta dividir a taxa anual por 12.

Entretanto, mesmo assim, você precisa ficar de olho em algumas variáveis. Isso porque o resultado pode mudar, principalmente nos títulos que forem relacionados ao IPCA e prefixados.

+ Tesouro Direto: qual a melhor opção para você?

Mas, por que isso acontece? O motivo é a volatilidade do mercado desses ativos. Afinal, eles dependem do comportamento da Selic, e você sabe que ela está em constante oscilação.

Dessa forma, sabe-se que a rentabilidade no Tesouro Direto pode ser ou positiva ou negativa, de forma mensal. Mas isso não acontece no Tesouro Selic, em virtude da sua volatilidade.

Qual o prazo de liquidar a compra e venda do Tesouro Direto?

A liquidação da compra do Tesouro Direto, ou seja, a etapa final da transação de compra ocorre no dia seguinte ao da compra no site do Tesouro. Mas, algumas corretoras oferecem liquidação no mesmo dia.

Já a liquidação da venda pode ocorrer no mesmo dia do pedido do resgate. Para isso, o pedido deve ser feito até as 13h em dias úteis.

Pedidos de resgate feitos após as 13h, em fins de semana ou feriados, são liquidados no próximo dia útil.

Qual o valor mínimo para investir no Tesouro Direto?

Você sabia que dá para começar a investir no Tesouro Direto com apenas R$30? Isso mesmo, é possível começar com esse valor, que é o mínimo para começar a investir em qualquer título.

Saiba que os títulos possuem diferentes rentabilidades, podendo elas ser prefixada, ligada à variação da inflação ou à variação da taxa de juros básica da economia – Selic. Além disso, fique ligado pois elas contam com diferentes prazos de vencimento e de fluxos de remuneração.

+ Tesouro Direto: como investir pelo aplicativo?

Quer entender melhor sobre esse valor mínimo? É que para investir no Tesouro Direto, a quantidade mínima de compra é de 1% do valor de um título, desde que respeitado o valor mínimo de R$30. 

Dessa forma, o investidor pode comprar 0,01 título; 0,02 título; 0,03 título e assim por diante. É importante saber, também, que o valor máximo para aplicação é R$1.000.000,00 por mês. Para vender não existe limite financeiro.

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Investimentos no Tesouro Direto superaram resgate em maio

As vendas de títulos públicos no Tesouro Direto totalizaram R$3,9 bilhões em maio de 2022, contra R$2,14 bilhões de resgate. O saldo entre papéis emitidos menos os títulos resgatados, foi de R$ 1,76 bilhão.

De acordo com os dados divulgados pela Agência Brasil, as aplicações de até R$1 mil representaram 59,99% das operações de investimento mensais. Porém, o valor médio por operação ficou em R$6.510,26.

Os investimentos no Tesouro Selic foram os que apresentaram maior demanda, com participação de 56,5%, seguido dos títulos indexados à inflação, ou seja, IPCA+ (32,7%) e dos prefixados (10,9%).

Em relação aos títulos resgatados, pouco mais de R$2,05 bilhões correspondem aos preços de mercado na data da transação. E, cerca de R$92,4 milhões são relativos à data de vencimento. Nesse caso, o investidor recebe o valor integral da rentabilidade definida no momento da compra.

+ Como resgatar uma aplicação no Tesouro Direto: vale a pena?

A maior parcela de vendas (79,99%) foi de títulos com vencimento entre 1 e 5 anos. Além disso, 17,94% refere-se às aplicações em títulos com vencimento acima de dez anos. Já os títulos com vencimento de cinco a dez anos representam 2,06% do total.

Ainda de acordo com o balanço do Tesouro Nacional, em maio de 2022 foram realizadas 600,12 mil operações de investimento em títulos do Tesouro Direto. Além disso, a plataforma atingiu 1,974 milhão de investidores com algum saldo em aplicações no programa de vendas de títulos públicos federais.

O total de cadastros cresceu. Foi registrada a entrada de mais 561,06 mil pessoas, o que totaliza 18,953 milhões de investidores. O número é 72,39% superior ao de maio de 2021.

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Veja também no FinanceOne:

Empréstimo consignado vale a pena? Quando é ou não é vantajoso? Entenda!

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pessoa segurando notas de real

Ao buscarmos alternativas para empréstimos, encontramos muitas opções distintas oferecidas pelas financeiras. Mas como saber qual é a mais vantajosa? Entenda, nesse artigo, quando o empréstimo consignado vale a pena e se torna uma opção melhor que as demais.

Ao solicitar crédito, esbarramos em opções que requerem, geralmente, uma garantia de que o pagamento do valor emprestado será realizado.

Ou, em alguns casos, cobra-se uma taxa de juros mais elevada para lidar com possíveis chances de inadimplência.

Sendo assim, de acordo com o Banco Central, o empréstimo consignado é uma modalidade que oferece como garantia o salário de quem o solicitou. Ou seja, o desconto das parcelas ocorre diretamente no no contracheque, holerite ou benefício do INSS.

Nesse sentido, é uma opção mais comum para os funcionários públicos, aposentados e pensionistas, pois há uma maior confiança de que vão receber seus salários.

As vantagens do empréstimo consignado

Antes de entender se o empréstimo consignado vale a pena, é preciso considerar as suas vantagens e desvantagens. Dessa maneira, vamos olhar inicialmente para quais benefícios o cliente possui ao solicitar essa linha de crédito.

Em primeiro lugar, vale destacar que como se trata de uma garantia, é uma alternativa que oferece taxas de juros menores em relação a outras opções de empréstimos encontradas no mercado.

mulher entregando dólar para homem
O empréstimo consignado oferece como garantia o salário ou benefício do cliente

Ainda pensando por essa ótica da garantia, percebemos outra vantagem: liberação rápida e fácil de crédito. Como o recebimento é mais provável nessa modalidade, a burocracia acaba sendo menor no momento da contratação do serviço.

Porém, deve-se ter muita cautela na hora de solicitar. É ideal que o valor das parcelas não comprometa mais que 20% do seu orçamento mensal.

Vale destacar também que o empréstimo consignado vale a pena também se considerarmos a concessão de prazos mais longos para pagamento. Ou seja, você possui mais tempo para quitar suas dívidas e se organizar financeiramente.

+ Empréstimo Bolsa Família 2022: veja como fazer e saiba qual o valor

As desvantagens do empréstimo consignado

Apesar de apresentar vantagens atraentes, a modalidade, assim como qualquer outra, também possui os seus “poréns”. Vamos entender quais são eles!

O primeiro é bastante óbvio, trata-se da possibilidade de você perder o emprego. Caso isso aconteça, você terá que quitar o empréstimo todo de uma vez ou trocar por outro tipo de crédito, o que pode sair bastante caro.

Contudo, essa desvantagem tem uma maior relação com aqueles que trabalham em empresas privadas, considerando que dentre funcionários públicos e pensionistas é uma ocupação menos estável.

Outra questão diz respeito ao comprometimento da renda. Logo, na hora de pensar se o empréstimo consignado vale a pena, é preciso entender o quanto o valor das parcelas afetará a renda mensal.

Como dissemos anteriormente, o ideal é que fique em cerca de 20% do que você recebe. Porém, deve considerar que esse valor será descontado por um bom tempo, então é preciso analisar se você conseguirá cuidar da sua saúde financeira com essa redução no orçamento.

Vale lembrar que no empréstimo consignado não é possível adiar o pagamento das parcelas. Isso significa que no momento em que a proposta é formalizada e há concessão do crédito, o desconto será feito diretamente no seu pagamento.

Ainda assim existe a opção de renegociação, caso seja necessário.

+ Quando será liberado o empréstimo consignado do Auxílio Brasil?

O empréstimo consignado vale a pena?

Entender se o empréstimo consignado vale a pena ou não depende muito da sua finalidade.

Porém, tudo deve partir da análise de se aquela quantia a ser descontada mensalmente cabe ou não no seu bolso.

Se considerar que sim, pode ser interessante, principalmente se tiver como finalidade o pagamento de dívidas em que os juros excedem os do empréstimo consignado.

Ou até mesmo para fazer uma reforma ou financiar algum tipo de negócio.

No entanto, a opção acaba não sendo adequada para o pagamento daquelas dívidas do dia-a-dia. Isso porque elas sempre aparecem e manter essa prática irá reduzir significativamente o seu orçamento.

Para esse caso, é melhor repensar os gastos e tentar reduzir alguns custos para quitar, devidamente, esse tipo de dívida.

Gostou de saber um pouco mais sobre o empréstimo consignado? Então fique de olho nos nossos conteúdos sobre outros assuntos relacionados às finanças! Veja mais: empréstimo com agiota: veja os riscos e opções mais confiáveis.

Faculdade XP: saiba como funciona, quais são os cursos e como se inscrever

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três pessoas estudando

O mercado de tecnologia vem crescendo cada vez mais ano após ano. O número de plataformas e aplicativos que estão surgindo é enorme, o que tem feito com que muitas pessoas procurem por cursos na área. Uma opção de faculdade é a XP Investimentos.

A ideia da empresa de criar uma faculdade voltada para o mercado de tecnologia surgiu justamente pela necessidade de ter profissionais capacitados no setor. Isso porque a demanda de pessoas que trabalham com tecnologia é grande.

Porém, o número de profissionais do setor não acompanhou a grande demanda que o mercado vem exigindo. E é justamente por isso que nasceu a faculdade XP.

A faculdade XP tem como objetivo ser uma aceleradora de carreiras que vai conectar os estudantes com as empresas que estão realizando a transformação digital. E como a própria marca diz, eles querem revolucionar a educação, como já fizeram com o mercado financeiro.

Mas como se inscrever e quais são os cursos oferecidos pela nova faculdade? É o que você vai descobrir durante este artigo!

Quais são os cursos oferecidos pela faculdade XP?

Se você já está interessado em realizar um dos cursos oferecidos pela faculdade XP, o primeiro passo é saber quais estão disponíveis no momento, certo? 

Estão sendo oferecidos cinco cursos, sendo nas modalidades tecnólogo e bacharel.

Cursos tecnológicos (duração de dois anos e meio):

-> Análise e Desenvolvimento de Sistemas;

-> Banco de Dados;

-> Defesa Cibernética.

Cursos de bacharelado (com duração de quatro anos):

-> Ciência de Dados;

-> Sistemas de Informação.

Vale ressaltar, ainda, que todos os cursos são totalmente online e gratuitos. Sim, você poderá fazer a faculdade XP sem pagar nada por isso. 

Três estudantes olhando o caderno
A faculdade XP é para quem já terminou o Ensino Médio

Outra informação importante é que durante o curso você vai participar de treinamentos imersivos (bootcamps) e projetos aplicados. Além disso, também haverá módulos de Habilidades Pessoais e Sociais (People Skills) e Assessoramento & Empregabilidade.

Quem pode se candidatar a uma das vagas da faculdade XP?

Agora que você já sabe quais são os cursos oferecidos na faculdade XP, precisa saber quem pode se candidatar a uma das vagas oferecidas. Sim, assim como toda a faculdades é preciso cumprir alguns requisitos, como:

  • Ter concluído o Ensino Médio, vale frisar que quem já tem nível superior também pode fazer o curso;
  • Ser um estudante que quer ser protagonista da própria carreira;
  • Querer participar da transformação do mercado digital.

Se você se enquadra nesses quesitos, saiba que pode se inscrever para concorrer a uma das vagas da faculdade XP. E como fazer isso? É o que você vai ver no próximo tópico.

Como se inscrever na faculdade XP?

Ficou interessado em um dos cursos e possui os requisitos necessários? Então essa pode ser a sua chance de começar a se especializar na área pela faculdade XP.

+ Planejamento financeiro durante a faculdade: aprenda como fazer da melhor forma

Para se inscrever, o primeiro passo é acessar o site da XP Educação e clicar em “Quero me inscrever” para realizar o cadastro.

Em seguida, você será redirecionado para uma nova página e terá que inserir os seguintes dados:

  • Nome completo;
  • Nome social (opcional);
  • E-mail;
  • CPF; e
  • Telefone.

Em seguida, você clicará em “avançar” e receberá uma confirmação por e-mail da sua solicitação de inscrição para a graduação na Faculdade XP Educação.

Como funciona o processo seletivo?

E não é somente se inscrever. Este é só o primeiro passo para a seleção do candidato, sendo a manifestação do interesse em ingressar na faculdade. No entanto, haverá um processo seletivo.

  • 1° parte do processo seletivo: inscrição

A primeira parte do processo seletivo é composta pela inscrição, cujo prazo já foi aberto. Os interessados têm até o dia 19 de julho para se manifestar e preencher o formulário.

  • 2° parte do processo seletivo

Na segunda parte do processo, os candidatos respondem a um questionário de motivação. 

Além disso, haverá um minicampi com duração de duas semanas Em seguida, para finalizar, um teste comportamental e cognitivo. 

  • 3° parte do processo seletivo

A terceira e última parte é a continuação da anterior. Neste caso, o candidato poderá usar a sua nota do Enem ou realizar uma prova de conhecimentos gerais e redação.

Quantas vagas serão ofertadas na Faculdade XP?

Neste primeiro momento, a XP Educação oferecerá 400 vagas na Faculdade XP, que ocorrerá na modalidade online e com custo zero ao aluno.

Das 400 vagas previstas, a empresa deve separar 25% para negros/pardos e 25% para mulheres.

Gostou dessa novidade? Se você é da área, essa pode ser a sua chance de ouro. Mas, caso não seja e conhece alguém, compartilhe essa matéria e ajude a impulsionar o futuro de uma pessoa!

Leia também no FinanceOne:

Máquina de cartão Apag: confira se vale a pena adquirir

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compra sendo parcelada no cartão

Se você é pequeno empreendedor e está pensando em investir em uma maquininha de cartão de crédito, a máquina de cartão Apag é mais uma opção. Ela foi lançada pelo banco Carrefour, pela rede Atacadão, que faz parte do grupo. 

Com garantia ilimitada, sem necessidade de usar celular para utilização, chip gratuito, cashback para o empreendedor e ainda uma conta digital, será que vale a pena adquirir esse equipamento?

Se quiser saber, continue lendo! Contamos tudo sobre a maquininha!

Como a máquina de cartão Apag funciona?

A máquina de cartão Apag é a maquininha da rede Atacadão, sendo uma opção sem aluguel. Ela aceita cartões de crédito e débito das principais bandeiras brasileiras e está disponível tanto para pessoa física quanto para pessoa jurídica.

Bandeiras:

  • Master
  • Visa
  • Elo
  • Hipercard
  • American Express

A máquina não possui bobina, o cliente recebe o recibo por SMS no celular. A conexão é pelo chip gratuito 3G ou por Wi-fi, tem bateria de longa duração e pagamento por aproximação. Ela não precisa de celular para ser utilizada.

Além disso, a ferramenta tem teclado luminoso, o que pode ajudar em ambientes escuros, e é resistente a impactos, de acordo com a empresa. O produto acompanha um cabo carregador, base para carregar, adesivo das bandeiras e o manual de uso.

Um ponto muito importante: esta maquininha tem um limite de R$2 mil por transação e não é possível solicitar aumento do valor. Ela também acompanha uma conta digital gratuita e um cartão da bandeira Elo

Um diferencial é que ela oferece uma espécie de cashback, em que é possível ter 15% do valor da taxa de volta na sua conta. Ou seja, em cada venda feita pela Apag o empreendedor recebe uma parte da taxa cobrada — não do valor total da compra.

E quais são os valores dessas taxas? Confira a seguir!

Taxas

A máquina de cartão Apag não cobra aluguel ou mensalidade, mas são cobradas as taxas sobre os valores das vendas. Essas taxas podem variar de acordo com a região do Brasil, mas os valores divulgados pela empresa são:

Débito1,89% – Recebimento em 1 dia útil
Crédito à vista4,70% – Recebimento em 1 dia útil
Parcelado de 2 a 6 vezes7,50% – Recebimento em 1 dia útil
Parcelado de 7 a 12 vezes13,50% – Recebimento em 1 dia útil

* O prazo de recebimento em um dia útil é válido para transações ocorridas dentro do horário bancário

Quanto custa a máquina de cartão Apag? Como solicitar?

A máquina de cartão Apag tem valor de cerca de R$238 ou até 12x no cartão por 19,90. No entanto, é necessário consultar o valor da adesão diretamente em uma das lojas da rede Atacadão. 

Quem tiver interesse na ferramenta, pode se cadastrar no site e aguardar contato da empresa ou ir diretamente a uma loja da rede. De qualquer forma, a aquisição da maquininha, efetivamente, deverá ser feita presencialmente. 

Será necessário fornecer alguns dados pessoais, como nome completo, data de nascimento, endereço, CPF ou CNPJ, e-mail e telefone. Não esqueça de levar um documento de identificação.

Qualquer pessoa física ou jurídica pode ter essa maquininha. Mas, embora a garantia seja ilimitada, ela não cobre defeitos por mal uso. Além disso, o atendimento do suporte da empresa não é 24 horas, apenas duas úteis em horário comercial.

Máquina de cartão Apag na cor verde, sobre um fundo laranja
Máquina de cartão da Apag tem garantia ilimitada, mas limite de transações é baixo

Maquininha Apag do Atacadão vale a pena?

A máquina de cartão Apag pode valer a pena para empreendedores que estão no público alvo. Ou seja, donos de pequenos negócios. Além disso, não é recomendada para quem vende produtos mais caros. 

Isso porque o aparelho só aceita transações de até R$2 mil, o que inviabiliza o uso para vendas com valor maior. Se é o seu caso, ela não dará conta da demanda. 

Além disso, a abrangência de bandeiras é boa, mas não contempla outras bandeiras menos populares. Na maioria dos pequenos negócios isso pode ser o suficiente, mas é importante avaliar. Vouchers e vales refeição não são aceitos, o que pode ser ruim para um restaurante, por exemplo.

Ainda está na dúvida? Confira algumas vantagens e desvantagens do produtos!

Vantagens:

  • Não precisa de celular para usar
  • Garantia ilimitada para defeitos
  • Taxas atrativas, em comparação a outras maquininhas
  • Cashback
  • Acompanha uma conta digital gratuita A Digital — com transferências, pagamentos, recarga de celular e recarga de bilhete único (São Paulo)

Desvantagens:

  • Site da empresa não fornece muitas informações técnicas
  • Só pode ser adquirida presencialmente
  • Limite de vendas é baixo
  • Não aceita muitas bandeiras, nem vale-alimentação ou refeição
  • Não tem suporte 24h;

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Sonha em pedir demissão? Você não é o único! Confira

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carteira de trabalho em mãos

Um levantamento da LCA Consultores registrou um número recorde de pedidos de demissão no país, considerando o período de maio de 2021 a maio de 2022. Ao todo, 6,175 milhões de brasileiros deixaram seus empregos.

O número elevado chama atenção, considerando a alta no desemprego após a pandemia de Coronavírus, além da dificuldade dos profissionais retornarem ao mercado de trabalho. Um dos motivos para esse aumento nos pedidos de demissão é a busca por trabalhos mais flexíveis.

Um estudo publicado recentemente pelo LinkedIn, por exemplo, aponta que 78% dos profissionais passaram a desejar mais flexibilidade no trabalho após a pandemia. Além disso, 30% dos entrevistados saíram de seus empregos por este motivo.

De acordo com o levantamento da LCA Consultores, que tem como base os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Cadeg), 33% do total de desligamentos no período foram por vontade dos funcionários.

Ou seja, um em cada três funcionários desligados das empresas pediram demissão.

carteira de trabalho física e digital
Existem vários motivos que podem fazer o trabalhador a pedir demissão. Veja!

São Paulo tem o maior número de pedidos de demissão

O número de pedidos de demissão aumentou em todas as unidades federativas. O estado de São Paulo foi o que apresentou mais demissões voluntárias. Foram 2.089.142 no total.

Em Minas Gerais, Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul também houve um volume grande pedidos de demissão ao longo dos últimos meses. Veja:

  • São Paulo – 2.089.142 pedidos de demissão;
  • Minas Gerais – 628.739;
  • Santa Catarina – 607.776;
  • Paraná – 584.494;
  • Rio Grande do Sul – 460.495;
  • Rio de Janeiro – 349.244;
  • Goiás – 232.379;
  • Mato Grosso – 183.215;
  • Bahia – 130.649;
  • Espírito Santo – 115.925;
  • Mato Grosso do Sul – 109.794;
  • Distrito Federal – 99.511;
  • Ceará – 97.884;
  • Pernambuco – 91.529;
  • Pará – 77.523;
  • Rondônia – 46.980;
  • Amazonas – 45.953;
  • Maranhão – 40.548;
  • Rio Grande do Norte – 33.408;
  • Paraíba – 30.894;
  • Alagoas – 28.272;
  • Tocantins – 24.964;
  • Piauí – 20.015;
  • Sergipe – 18.706;
  • Roraima – 10.006;
  • Acre – 9.431;
  • Amapá – 5.467.

Motivos para pedir demissão ao pedir demissão

Além do desejo de ter mais flexibilidade, muitas pessoas sonham em investir no seu próprio negócio. E, para isso, abrem mão de um emprego formal.

Vale lembrar que empreender pode ser um caminho para ter mais liberdade, flexibilidade e pode ser mais lucrativo também. Mas, para ser bem sucedido nessa empreitada é necessário planejamento.

O ideal é fazer uma reserva de emergência para utilizar caso o plano inicial não dê certo. Além disso, é importante estudar todos os aspectos do seu negócio antes de investir.

Benefícios de empreender

  • Flexibilidade de horário;
  • Poder ser seu próprio chefe;
  • Potencial de aumentar seus ganhos;
  • Aumentar a satisfação profissional.

Barreiras para abrir o próprio negócio

  • Altos custos de investimento inicial;
  • Insegurança sobre como começar;
  • Falta de informação de mercado e financiamento;
  • Receio de não ser bem-sucedido;
  • Receio de não ser um negócio lucrativo.

Como pedir demissão?

Mudar de emprego ou se abrir para outras experiências é algo incrível. No entanto, na maioria dos casos, pedir demissão ainda causa “frio da barriga” em muitos profissionais.

Por mais experiente que um profissional seja, se o momento não for desenrolado com cuidado, pode causar desconfortos.

Portanto, tenha certeza das suas motivações e saiba se é mesmo a hora de pedir demissão.

Contudo, antes de contar a decisão pelos corredores, converse com seu chefe para que ele não seja surpreendido com a notícia.

Não deixe para dar a notícia na última hora, não dando tempo para que seu chefe se planeje para sua saída.

Depois de falar com seu chefe, é hora de informar ao RH da empresa. Esse processo é mais simples e requer de você apenas a entrega da Carta de Demissão.

Por fim, lembre-se que por mais que você esteja insatisfeito com sua atual empresa ou que ela tenha problemas, ao pedir demissão, não saia falando mal dela.

Seus deveres ao pedir demissão

Uma vez que você realmente decidiu pelo pedido de demissão, é preciso estar ciente dos deveres que você tem junto à empresa.

Aviso prévio

O colaborador deve avisar à empresa sobre sua decisão de se desligar pelo menos 30 dias antes da data real da saída. Período durante o qual ele deve cumprir o famoso aviso prévio.

Caso o profissional não comunique com a antecedência necessária ou opte por não cumprir o aviso prévio, ele pode ter de pagar um valor à empresa, para cobrir possíveis danos.

Por isso, fique atento!

Exame e entrevista demissional

Antes de sair de um trabalho, assim como no momento da entrada, é preciso que o colaborador passe por um exame médico.

Esse exame é para atestar sua saúde ocupacional.

Seus direitos

Além dos deveres, é importante que você entenda a respeito dos direitos que tem em um possível caso de demissão.

13° proporcional – Você tem direito ao 13° salário proporcional aos meses em que trabalhou na empresa.

Férias – Férias proporcionais nada mais são que um direito do trabalhador referentes ao descanso remunerado em situações de rescisão de contrato.

Elas devem ser pagas de acordo com o valor relativo ao período aquisitivo incompleto das férias, na proporção de 1/12 por mês de serviço ou fração superior a 14 dias.

Saldo de salário – Ao pedir demissão, é importante saber também que todo colaborador tem direito a receber o salário de forma proporcional à quantidade de dias em que trabalhou no mês.

O que fazer antes de tomar a decisão?

O Brasil passa por uma crise econômica. Atualmente, o país possui mais de 13 milhões de desempregados, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Diante disso, claro que não é indicado que você simplesmente largue a carteira assinada sem se preparar e ter planos um pouco mais concretos. Afinal, não está nada fácil encontrar uma ocupação.

Portanto, estude e se prepare para ser um empreendedor. Atualmente, existem vários cursos online gratuitos que podem ajudar nesse sentido.

Planejar com antecedência é essencial para pedir demissão e empreender de modo menos arriscado. Grandes mudanças não acontecem de uma hora para a outra.

Você precisa ter uma reserva financeira para garantir a sua estabilidade por algum tempo, por exemplo.

Um bom planejamento também ajuda a evitar que você “dê um passo maior do que a perna”.

O ideal é estabelecer metas e objetivos para ir cumprindo aos poucos até concretizar o empreendimento.

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Colaboração: Letícia de Jesus

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Bienal do Livro SP: saiba quanto custa o ingresso e como comprar

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bienal do livro

No último sábado, 2 de julho, teve início a Bienal do Livro SP. O evento, que reúne diversas atividades para os amantes de literatura, acontece na Expo Center Norte, na Vila Guilherme, Zona Norte do estado.

Se você ainda não foi visitar a 26° Bienal Internacional do Livro de São Paulo, calma que ainda dá tempo. O encerramento está marcado para o próximo domingo, 10 de julho.

Além da tradicional feira de livros, com estandes das principais editoras do país, a Bienal do Livro SP também conta com uma programação cultural para todos os públicos, incluindo palestras e sessões de autógrafos com autores.

Agora, se você está se perguntando quanto custa o ingresso para a Bienal do Livro em São Paulo e como adquirir o seu, continue lendo este artigo para saber os detalhes!

+ Conheça 11 livros para ganhar mais dinheiro em 2022

Quanto custa um ingresso para a Bienal do Livro SP?

O ingresso para a Bienal do Livro SP custa R$30 a inteira e R$15 a meia. Tem direito à meia entrada: estudantes, pessoas com deficiência, jovens de baixa renda e aposentados residentes na cidade de São Paulo.

Para maiores de 60 anos e crianças com idade de 0 a 12 anos, a entrada é gratuita. A documentação para comprovar os benefícios será exigida na entrada da bienal.

A compra pode ser feita pelo site ou diretamente no local do evento. No site é cobrada uma taxa de serviço de R$3, para inteira; e R$1,50, para meia entrada.

Cada ingresso vale para um dia de visitação. Vale ressaltar que está liberada a venda de, no máximo, 10 ingressos por CPF.

Conforme já mencionado, o evento ocorre até o próximo dia 10 de julho. O horário de funcionamento varia de acordo com o dia:

  • De 4 a 8 de julho: das 9h às 22h (entrada até as 21h);
  • Dia 9 de julho: das 10h às 22h (entrada até as 21h); e
  • Dia 10 de julho: das 10h às 21h. (entrada até as 19h).
homem segurando o cartão e olhando o notebook
Visitantes podem comprar ingresso para a Bienal do Livro SP online (Foto: Divulgação)

Como aproveitar o cashback do ingresso?

Este ano a Bienal do Livro SP preparou uma surpresa para quem comprou o ingresso online. Os que adquiriram a entrada até o dia 30 de junho têm direito a resgatar um cashback nos estandes dos expositores que aderiram ao programa.

O valor do cashback é de R$10, para ingressos de R$30; e R$5, para ingressos de R$15. O cashback foi creditado no CPF do comprador dos ingressos, que deve baixar e se cadastrar no aplicativo Zig Pay para usar o benefício.

O valor é válido, apenas, para compra nos estandes durante o evento. Não haverá reembolso para cashback não utilizado.

Como chegar ao evento?

A Bienal do Livro SP conta com um serviço de ônibus gratuito para quem vai ao evento. O ônibus começa a circular 1h antes do evento e encerra as atividades 1h depois do término da visitação.

A saída para a Expo Center Norte acontece na estação de metrô Tietê: Rua Voluntários da Pátria x Marechal Odilyo Denys, próximo ao estacionamento “Estacione Tietê”. Já a saída do evento é em frente à entrada principal do pavilhão.

Outra opção de transporte, mas pago, são os ônibus municipais da SPTrans, cuja tarifa é de R$4,40. Há três opções de linhas que passam em frente ao local da Bienal do Livro SP:

  • 1730/10 Center Norte (saída da estação de metrô Santana);
  • 2012/10 Vila Medeiros (saída da estação de metrô Tietê);
  • 2033/10 Vila Sabrina (saída no Shopping D).

Há, ainda, algumas linhas que passam pelo Shopping Center Norte, localizado a 10 minutos a pé da Expo Center Norte. São elas

  • 172N/10 Shopping Center Norte (saída da estação de metrô Belém);
  • 271F/10 Center Norte (saída da estação de metrô Belém);
  • 1775/10 Vila Albertina (saída das estações Santana e Carandiru);
  • 971D/10 Jardim Damasceno (saída das estações Santana e Carandiru);
  • 1745/10 Vila Nova Cachoeirinha (saída das estações Santana e Carandiru);
  • 971V/10 Jardim Vista Alegre (saída das estações Santana e Carandiru).

Quanto custa o estacionamento na bienal?

Há, ainda, a opção de ir ao evento de carro ou moto. Nesse caso, será preciso pagar o estacionamento no local.

O estacionamento da Expo Center Norte fica em frente à entrada principal, na Rua José Bernardo Pinto, 300. Também há uma entrada opcional pela Rua Miguel Mentem.

Ao todo, são 4.450 vagas, sendo 4 mil com acesso aos pavilhões azul, branco, verde e vermelho e 450 para o pavilhão amarelo.

Os valores cobrados referem-se a um período de 12h ou avulso. De acordo com a tabela disponível no site da organizadora, os preços são os seguintes:

  • Carro: R$55
  • Ônibus/Micro-ônibus: R$100
  • Motos: R$25
  • Demais/Fração: R$5

+ NBA House 2022: saiba quanto custa o ingresso e como comprar

Como economizar na Bienal do Livro SP?

Vale lembrar que na Bienal do Livro SP há uma praça de alimentação, com quiosques de diferentes empresas. Entre elas: Bob’s, Patroni, Cacau Show, Kibon, Seara e Nescafé. No entanto, seu passeio pode sair mais caro se optar por se alimentar no local.

A dica é levar seu próprio lanche de casa e uma garrafinha de água. Pela Expo Center Norte há bebedouros espalhados para uso dos visitantes.

Outra recomendação é deixar o carro em casa e usar o transporte público, para economizar o dinheiro do estacionamento.

Além disso, programe-se para as compras. Vale fazer uma lista com os livros que deseja comprar e conferir o preço deles nas lojas online, para garantir que está fazendo um bom negócio ao comprá-lo no estande da editora.

No evento também costumam ter muitos estandes com promoções ou condições especiais para quem compra em mais quantidade. Assim, vale pesquisar os preços antes de fechar uma compra.

Vai aproveitar a Bienal do Livro SP? Deixe nos comentários e compartilhe este artigo com aquele amigo que vai te acompanhar nesse passeio!

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Entenda o porquê do cancelamento dos voos na Europa

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passageiros na fila do aeroporto para viagem

A Europa vive uma onda de cancelamento dos voos desde sábado passado, dia 2 de julho. O caos aéreo é motivado pela greve de duas categorias: trabalhadores das companhias Ryanair e EasyJet, na Espanha, e da SAS, na Dinamarca, e dos bombeiros que atuam em aeroportos da França.

Os funcionários das empresas espanholas cruzaram os braços para exigir melhores salários e condições de trabalho.

O sindicato espanhol diz que o pessoal da Ryanair planejou paralisações em três períodos de quatro dias: de 12 a 15 de julho, de 18 a 21 de julho e de 25 a 28 de julho nos dez aeroportos espanhóis em que a empresa irlandesa opera.

Já os trabalhadores da EasyJet anunciaram greves durante os três primeiros fins de semana de julho para exigir melhorias nas suas condições de trabalho e que estas estejam de acordo com as de outras companhias aéreas europeias.

As mesmas exigências são exigidas pelos bombeiros franceses. Os sindicatos franceses, a greve no aeroporto Charles de Gaulle continuará nos dias 9 e 10 de julho, ocasião que começam as férias escolares de verão na França.

Fato que levará a um aumento no tráfego de passageiros nas estações ferroviárias e nos aeroportos.

Essa movimentação fez com que os aeroportos do Reino Unido e da Holanda também tivessem dificuldades para lidar com o aumento do tráfego.

Na Alemanha, o problema tem sido agravado pela falta de pessoal disponível nos aeroportos e no quadro de funcionários da empresa Lufthansa.

+ Entenda como funcionam as regras para cancelamento de viagem

Coronavírus ainda causa transtornos na Europa

O setor aéreo da Europa tem enfrentado um caos neste verão de retomada pós-pandemia, período de final do ano letivo no continente, com uma onda de cancelamento dos voos. Mas o que a Covid tem a ver com isso?

A crise imposta pela pandemia de covid-19 forçou milhares de demissões no setor. Além de intervenções estatais e processos de recuperação judicial para que as companhias aéreas pudessem sobreviver.

+ Cancelar passagem aérea: veja quanto custa nas principais companhias

Isso fez com que, até hoje, os passageiros dos aeroportos do continente ainda enfrentem os transtornos causados pela falta de pessoal.

Afinal, o número de contratações para suprir a demanda então reprimida não está acompanhando o ritmo e, por isso, centenas de voos estão sendo cancelados e até mesmo o acesso aos terminais está sofrendo restrições.

Para se ter ideia, Schiphol (AMS), o principal da Holanda, cerca de 15% de sua capacidade deixará de passar por ali por conta da falta de mão de obra.

Aliado a isso, os conflitos na Ucrânia e o fechamento do espaço aéreo da Rússia resultam na mudança de rotas de voos para o sudeste asiático e para países como Austrália e Japão. Com os desvios, os custos das viagens aumentam, fazendo com que a operacionalidade seja repensada.

saguão de um aeroporto
Europa e os EUA vivem onda de cancelamento dos voos

EUA também vive onda de cancelamento dos voos

A Europa não sofre sozinha com o cancelamento dos voos. Os Estados Unidos também tiveram problemas e os motivos são diversos.

Milhares de voos nos Estados Unidos já foram cancelados no final de junho devido a uma tempestade de neve e fortes ventos que afetam a costa leste do país. O fenômeno é particularmente intenso no nordeste do país e atinge as regiões de Nova York e Boston, antes de seguir curso pelo Atlântico.

Aliado a isso, a implementação da tecnologia 5G perto de aeroportos nos Estados Unidos está exigindo diversas adequações por parte das companhias aéreas.

As empresas aéreas dizem ter dúvidas sobre a segurança das aeronaves com a nova tecnologia, que poderia interferir no funcionamento dos aviões. Por conta disso, voos foram cancelados no país, segundo a FlightAware, empresa de dados de aviação.

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Greve nas companhias aéreas da Europa: quais são os direitos dos passageiros?

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várias bagagens

Se você vai viajar para a Europa já deve ter visto nos noticiários que está ocorrendo uma greve nas companhias aéreas. Por conta disso, muitos voos estão atrasados ou até mesmo sendo cancelados. Além disso, há relatos de malas sendo extraviadas.

Alguns dos aeroportos que estão sofrendo com a greve nas companhias aéreas são os de Lisboa, Paris e Madri. 

Como muitos passageiros foram pegos de surpresa com essa paralisação, que está fazendo com que os aeroportos fiquem com longas filas, é comum não saber o que fazer nessas horas.

Afinal, quais são os direitos que os passageiros possuem nesses casos? E como garantir que eles sejam cumpridos pelas companhias aéreas mesmo em situações de crise? Continue lendo o artigo para descobrir!

Qual o motivo da greve nas companhias aéreas na Europa?

Com tantos cancelamentos e atrasos em voos por conta da greve nas companhias aéreas, muitos não estão entendendo o motivo que levou os trabalhadores das empresas a fazerem a paralisação. 

Nas companhias Ryanair e EasyJet a greve é para exigir melhores salários e condições de trabalho. 

Mas o caos se instaurou principalmente por conta do início das férias europeias, no último final de semana.

Além disso, na França os voos foram cancelados por outro motivo. A greve é dos bombeiros, o que obrigou as autoridades locais a reduzirem o número de pistas por prevenção.

Como não existe uma expectativa de que as greves acabem, o melhor a fazer é saber quais são os seus direitos como passageiros. Outro ponto fundamental, é verificar se o seu voo está confirmado saindo do Brasil.

Isso é importante porque apesar dos aeroportos da Europa estarem com problemas, você pode evitar transtornos antes mesmo de sair do país. 

passageiros na fila do aeroporto para viagem
Os aeroportos da Europa estão com grandes filas por conta da greve nas companhias aéreas

Caso todos os seus voos estejam confirmados, é bom chegar ao aeroporto com antecedência, já que as filas para check-in e despacho de malas estão grandes. Além disso, é bom também ir com uma certa paciência para possíveis transtornos que possam aparecer pelo caminho.

Greve nas companhias aéreas: quais os direitos dos passageiros?

Bom, ocorrer greves é normal e todos podem reivindicar melhores condições de trabalho. Mas, se afetam os clientes, é preciso que você saiba quais são os seus direitos para não ficar no prejuízo ou perder tempo.

Por isso, a Associação Nacional de Defesa dos Direitos dos Passageiros do Transporte Aéreo – a ANDEP, explica sobre o assunto.

+ O que é melhor: fechar um pacote ou planejar viagem sozinho?

A entidade informa que, primeiramente, o primordial é haver informação. Da forma mais clara possível e a todos os passageiros. É necessário que as companhias concedam todo o tipo de orientação e suporte necessário. Ou seja, não pode faltar assistência.

Segundo a ANDEP, essa assistência deve contar desde a disponibilização de alimentação e hospedagem, em caso de cancelamento ou atraso dos voos, até mesmo remarcações e novos voos, em caso de desvio de rota.

O que o passageiro deve fazer?

A recomendação da ANDEP é que, caso o passageiro chegue no aeroporto e se depare com uma greve, a primeira ação é procurar o balcão de informações da companhia ou do próprio aeroporto. Lá, ele deve ser orientado de forma clara e precisa.

Ainda segundo a entidade, as empresas não podem usar a greve como desculpa para “abandonar” os passageiros sem informações adequadas, tampouco sem solução.

Além disso, ratifica que a assistência que será dada ao passageiro precisa acontecer de acordo com o tempo de espera e prejuízo, que deve ser medido a partir do momento em que houve o atraso ou cancelamento. 

Conforme regras da Anac:

  • Com 1 hora de atraso: deve ser fornecido ao passageiro internet e telefonemas;
  • Com 2 horas de atraso: deve ser fornecida alimentação ao passageiro;
  • A partir de 4 horas: deve ser fornecida acomodação, hospedagem e transporte do aeroporto até o local da acomodação.

Conhece alguém que foi prejudicado pela greve nas companhias aéreas? Compartilhe este artigo!

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Quem recebe o Auxílio Brasil pode receber o Bolsa do Povo SP?

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Tela de um computador aberta no site do Bolsa do Povo SP

O Bolsa do Povo é um programa social do Estado de São Paulo que visa auxiliar a população vulnerável. E como ele envolve transferência de renda, fica uma dúvida: quem recebe o Auxílio Brasil (antigo Bolsa Família) pode receber o Bolsa do Povo SP?

A resposta é: depende. Isso porque o Bolsa do Povo SP não é uma única linha de benefício, mas sim um programa que reúne diversas iniciativas voltadas às pessoas de baixa renda e nem todas elas oferecem transferência de renda (auxílio em dinheiro). 

Algumas dessas iniciativas são, por exemplo: Ação Jovem, Renda Cidadã, Bolsa Trabalho, Vale Gás etc. Ao longo dos meses, algumas dessas ações são encerradas e outras são abertas. 

Mas o ponto é: cada um dos benefícios do Bolsa do Povo tem seu próprio regulamento. Portanto, para saber se é possível recebê-lo simultaneamente com o Auxílio Brasil é necessário consultar as regras do benefício em específico. 

Quais benefícios do Bolsa do Povo não podem ser acumulados com o Auxílio Brasil (Bolsa Família)?

Atualmente, um dos benefícios que compõem o Bolsa do Povo tem essa restrição: o Vale Gás. De acordo com o regulamento, para receber o auxílio de R$300 é necessário:

  • ser família com renda por pessoa de até R$178
  • estar inscrita no CadÚnico 
  • não receber o Bolsa Família (atual Auxílio Brasil)

Portanto, quem recebe o Auxílio Brasil não pode receber o Vale Gás do programa Bolsa do Povo. O mesmo pode valer para outros auxílios financeiros do estado, sendo necessário consultar a regra de cada benefício em específico.

Na data de elaboração deste artigo, nenhum outro auxílio do Bolsa do Povo é restrito a quem não recebe o auxílio federal. 

Porém, como já informado, a lista de benefícios do programa paulista pode ser atualizada, com novos tipos de transferência de renda surgindo. Portanto, antes de realizar inscrição o beneficiário pode checar se é elegível mesmo recebendo Auxílio Brasil. 

Para checar as regras, basta acessar o site do programa, clicar em “como participo” e selecionar o benefício no qual deseja realizar inscrição.

Vale destacar que quem recebe o Bolsa Família e já requisitou algum dos auxílios que compõem o Bolsa do Povo não deve se preocupar com a interrupção do programa federal. O máximo que deve acontecer é o auxílio estadual ser negado.

beneficiário do auxílio brasil exibindo celular com aplicativo aberto
Beneficiários do Bolsa do Povo também podem receber o Auxílio Brasil (Foto: Governo de São Paulo)

Quais são os benefícios do Bolsa do Povo?

Atualmente, há 19 benefícios em operação no Bolsa do Povo, que são:

  • Ação Jovem Cidadã – inclusão social de jovens entre 15 e 24 anos de idade
  • Renda Cidadã – auxílio de R$100 para famílias vulneráveis em decorrência do desemprego ou subemprego
  • SP Acolhe – auxílio de R$1.800 para famílias de baixa renda que perderam um membro pelo Covid
  • Bolsa Empreendedor – curso de qualificação, auxílio financeiro e formalização para  empreendedores informais em situação de vulnerabilidade
  • Centro Paula Souza – contratação de responsáveis legais de estudantes matriculados nas ETEC´s
  • CTPS Estudantes – incentivo à presença escolar com bolsas de R$1 mil
  • Auxílio Moradia – benefício destinado às despesas com moradia para famílias removidas de suas residências involuntariamente, em razão de chuvas e/ou inundações
  • Via Rápida – capacitação profissional gratuita e bolsa
  • Bolsa Trabalho – qualificação profissional, uma bolsa de R$540 e oportunidades de emprego
  • Novotec Expresso – cursos de qualificação profissional a jovens de 14 a 24 anos e bolsa de R$600
  • Educação Estudantes – auxílio de R$1 mil para estudantes
  • Viva Leite – complemento alimentar para crianças e idosos em condição de risco nutricional
  • Bolsa Talento Esportivo – apoio financeiro para atletas 
  • Vale Gás – auxílio de R$300 dividido em três parcelas
  • Bolsa Prospera Família – capacitação para famílias de baixa renda
  • Educação – contratação de responsáveis legais de alunos
  • Acolhe Saúde – apoio financeiro para estudantes de baixa renda que estejam desempregados a 3 meses ou mais
  • VidAtiva –  prática de exercícios e atividades físicas e esportivas para idosos

Quem tem direito ao programa?

Como já mencionado, cada benefício do Bolsa do Povo tem suas próprias regras e também um um público alvo específico. Mas, de modo geral, as ações são voltadas para famílias de baixa renda inscritas no CadÚnico. 

Alguns dos auxílios podem requerer também a comprovação de matrícula de um dos membros familiares na escola ou a presença de criança, gestante, lactantes etc no núcleo familiar.

Para realizar inscrição, basta acessar o site do programa, clicar no benefício desejado, conferir as regras e realizar o cadastro. Em caso de dificuldades ou dúvidas, o beneficiário deve ligar para a Central de Atendimento: 0800 7979 800 (dias úteis de 8h às 18h).

Os benefícios que envolvem transferência de renda são pagos por meio de um cartão pré-pago, que é enviado pelos Correios. 

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