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Começa o prazo para reservar ações da Eletrobras com o FGTS. Veja como fazer!

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fachada da eletrobras

Quem quiser comprar ações da Eletrobras utilizando o FGTS já deve realizar a reserva dos papéis. O prazo para fazer isso começa nesta sexta-feira, 3, e vai até o dia 8 de junho. 

Fazer essas reservas ainda não significa que o trabalhador está comprando as ações, mas é necessário para confirmar o interesse pelos papéis da estatal. As compras, efetivamente, só poderão ser realizadas quando for realizado o leilão da companhia.

A desestatização da Eletrobras foi aprovada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) no último dia 18 de maio e deverá ser concretizada entre junho e meados de agosto.

A compra das ações da empresa utilizando os recursos do Fundo de Garantia foi autorizada pelo Conselho do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), no ano passado. 

Isso será possível por meio de aportes em fundos de investimento do tipo FMP-FGTS – Fundos Mútuos de Privatização ligados ao FGTS. São fundos que reúnem o valor arrecadado e compram papéis da estatal.

Quer saber como isso vai funcionar? Então continue lendo o artigo!

Como comprar ações da Eletrobras com o FGTS?

O primeiro passo, antes mesmo de fazer a operação de reserva, é autorizar que as instituições financeiras (bancos, corretoras) consultem o seu saldo do FGTS. 

É possível fazer no aplicativo do Fundo de Garantia, seguindo o passo a passo:

  1. Acesse o app FGTS (disponível para celulares Android e iOS) e faça login
  2. Procure pelo botão “Autorizar bancos a consultarem seu FGTS” e clique
  3. Em seguida, escolha a opção “Aplicação nos fundos mútuos de privatização FGTS”
  4. Selecione a opção “FMP Eletrobras” 
  5. Escolha um banco ou corretora que opera o FMP. Vão aparecer dezenas na lista, mas a escolhida deve ser a mesma em que o trabalhador fará a reserva dos papéis

Pronto, assim a instituição financeira escolhida estará autorizada a consultar o FGTS do trabalhador. 

Esse procedimento é necessário para que o banco ou corretora consiga fazer a reserva dos valores para aplicação no FMP-FGTS. 

Depois de realizar o passo a passo acima, na mesma tela é possível simular uma aplicação. 

Como fazer a reserva das ações?

O segundo passo para conseguir comprar as ações da Eletrobras com o FGTS, quando elas estiverem disponíveis, é realizar a reserva dos papéis até o próximo dia 8 de junho. 

Esse pedido de reserva deve ser feito diretamente nas páginas de um banco ou corretora que mantêm Fundos Mútuos de Privatização ligados ao FGTS (FMP-FGTS). 

As próprias instituições financeiras têm páginas na internet com o prospecto preliminar e os avisos ao mercado. Basta procurar por eles no seu banco ou na sua corretora.

Lembre-se que a reserva deve ser feita na mesma instituição que você autorizou pelo aplicativo do FGTS, como mostrado no passo a passo acima.

Quando será possível usar o FGTS para comprar ações da Eletrobras?

O trabalhador poderá comprar as ações da Eletrobras com FGTS somente quando for realizado o leilão da companhia elétrica, desde que tenha autorizado o banco a consultar o seu fundo e feito a reserva dos papéis no prazo, como ensinado acima. 

A privatização da empresa já foi autorizada pelo TCU e deverá acontecer entre junho e meados de agosto. 

Qualquer trabalhador poderá comprar ações, mas serão priorizados os empregados e aposentados da Eletrobras e de suas subsidiárias. 

Isso quer dizer que, para essas pessoas, será disponibilizado até 10% do total das ações ofertadas.

boneco segurando celular na página do FGTS
CPPI permite usar FGTS para comprar ações da Eletrobras

Como vai funcionar a compra das ações com o Fundo de Garantia?

Como já explicado, a compra das ações da Eletrobras com FGTS será possível por meio de aportes em fundos de investimento do tipo FMP-FGTS – Fundos Mútuos de Privatização ligados ao FGTS.

Porém, existem algumas regras:

  • O trabalhador só pode usar até 50% do seu saldo disponível
  • Esse valor pode ir de R$20 mil a R$50 mil 
  • se o empregado tem mais de uma conta no FGTS, poderá usar até 50% do saldo de cada um
  • Só é permitida a aplicação com valores inteiros, de modo que saldos com valores quebrados devem ser arredondados para baixo, desconsiderando os centavos

E quanto vão custar as ações da Eletrobras? Ainda não se sabe. 

O preço das ações na oferta será definido somente em 9 de junho, um dia após o fim do prazo de reserva. Segundo informações da Agência Brasil, a ação da estatal encerrou o dia 2 de junho cotada em torno de R$43 na bolsa.

Mas esse valor não é o mesmo da oferta, que só será definida após negociações entre os fundos de investimento (entre os quais os FMP), os bancos e a Eletrobras. As pessoas físicas não participam do processo.

Vale destacar que, quem quiser, também pode participar do leilão sem o FGTS, comprando ações diretamente.

Vale a pena usar o Fundo de Garantia para comprar ações?

Agora que você já sabe que será possível usar o FGTS para comprar ações da Eletrobras, a questão é: vai valer a pena?

A maioria das corretoras recomendam a compra dos papéis da estatal. Porém, assim como na compra de qualquer ação, é fundamental saber avaliar o mercado.

Para se ter uma ideia geral e básica do que é esperado, entenda: hoje, a Eletrobras é controlada pelo governo.

Com a gestão privada e o controle acionário pulverizado, espera-se que a companhia tenha ganhos de eficiência.

Ou seja, a empresa conseguirá recursos para o crescimento dos negócios. Logo, as suas ações são atrativas.

Mas comprar ações requer uma análise além disso. Principalmente se você é um investidor iniciante, alguns cuidados e observações merecem sua atenção:

  • Você estará trocando renda fixa por renda variável. Ou seja, vai retirar o seu FGTS, que tem um rendimento de 3% a.a, e o aplicará em uma ação que, assim como qualquer outra, vai sofrer oscilações.
  • O rendimento do FGTS é baixo, mas previsível. Por isso você sabe com quanto e quando pode contar com ele. Se comprar uma ação da Eletrobras e precisar deste dinheiro com urgência, correrá o risco de resgatá-lo (vender os papéis) em um momento de baixa.

Por causa da situação listada acima, é que uma carteira diversificada é importante. Se o seu FGTS é o único dinheiro com o qual pode contar em momentos de aperto, é melhor não colocá-lo todo em renda variável.

Analisando as ações pelas ações, vale a pena usar o Fundo de Garantia para comprá-las! Isso porque o histórico de quem comprou ações em outras situações de privatização, foi um bom negócio.

Mas o mais importante é olhar para a sua realidade financeira e saber qual é o papel do FGTS nela.

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+ Privatização da Eletrobras e conta de luz: entenda qual a relação

Descubra os 8 principais motivos que levam o INSS a negar benefícios

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fachada do inss

Diversos motivos podem levar o INSS a negar benefícios, como auxílio doença e aposentadoria. Algumas situações são mais simples de resolver. Outras podem requerer a abertura de uma ação judicial.

De acordo com o Boletim Estatístico da Previdência Social da Secretaria de Políticas de Previdência Social, o número de benefícios negados aumentou desde 2019. Só no ano passado foram 4.619.327 recusas.

No primeiro trimestre deste ano, foram 1.171.759 concessões, para 1.146.180 recusas. Ou seja, o número de benefícios negados apresentou queda em 2022, embora siga representativo.

Para evitar problemas, é preciso redobrar a atenção na hora de preparar os documentos para solicitar um benefício. Por isso, FinanceOne listou os principais motivos que levam o INSS a recusar benefícios. Confira!

carteira de trabalho em mãos
Erros na documentação é um dos principais motivos para benefícios negados pelo INSS (Foto: Divulgação)

8 motivos que levam o INSS a negar benefícios

1 – Falta de documentos ou problemas na documentação

O motivo n°1 para ter um benefício negado pelo INSS é a falta de documentação. Esta talvez seja uma das partes mais importantes na hora de solicitar um benefício.

Isso porque é através da documentação que você comprova os dados necessários para solicitar um benefício. Seja por meio do histórico de trabalho, laudos médicos ou outros.

Outro ponto de atenção é que esses documentos não devem estar rasurados, rasgados ou com qualquer dano que comprometa a legibilidade do documento.

A recomendação é ficar atento à lista de documentos necessários para solicitar seu benefício, especialmente os mais específicos, a fim de garantir que nenhuma documentação importante estará faltando na hora de fazer o pedido. As mais comuns, são:

  • Documento de identificação oficial com foto;
  • CPF;
  • Carteira de trabalho, carnês de contribuição ou outros documentos que comprovem contribuição ao INSS;
  • Documentos médicos (se for o caso);
  • Declaração assinada pelo empregador, com a data do último dia trabalhado (se for o caso);
  • Contratos de arrendamento, entre outros documentos que comprovem a situação de segurado especial (se for o caso).

2 – Falta de dados no Extrato CNIS

O extrato previdenciário, conhecido como CNIS, é um documento onde consta todas as informações profissionais. O extrato reúne dados como período de trabalho, valor dos salários, contribuições para previdência, entre outros.

Caso o extrato CNIS esteja desatualizado ou incompleto, você pode ter problemas na hora de solicitar um benefício no INSS. Neste caso, o ideal é que você tenha em mãos documentos que comprovem suas informações de trabalho.

3 – Não cumprir os requisitos necessários

Cada benefício requer que o cidadão cumpra alguns requisitos para que tenha direito a recebê-lo. Muitas vezes ao solicitar um benefício do INSS o segurado deixa de atender a um ou mais requisitos pré-estabelecidos e, por isso, tem seu pedido negado.

Por exemplo, o auxílio doença é concedido aos trabalhadores que têm alguma incapacidade temporária. Para isso, eles precisam:

  1. Estar incapacitados para o trabalho temporariamente, por mais de 15 dias seguidos; e
  2. Estar na capacidade de segurado.

O tempo mínimo de carência é referente ao número de contribuições mensais que o segurado deve realizar para ter direito ao benefício previdenciário. Na maior parte dos casos, esse tempo de carência é de 12 meses.

Para segurados especiais, é preciso comprovar 12 meses de atividades pesqueira ou rurícola em regime de economia familiar de subsistência.

Agora, quem solicita o benefício de incapacidade laboral precisa comprovar que essa incapacidade é temporária. Caso contrário, o ideal é requerer a aposentadoria por invalidez.

4 – Reprovação na perícia médica

O auxílio doença ou a aposentadoria por invalidez, por exemplo, são benefícios que para serem concedidos, o cidadão precisa provar incapacidade para execução do trabalho.

No entanto, se o segurado for reprovado na perícia médica do INSS, o benefício será recusado. Isso pode ser um erro e o cidadão pode pedir um recurso do resultado. Mas, este é um dos fatores que mais levam o INSS a negar benefícios.

Outro caso comum é quando o atestado médico não destaca a incapacidade do segurado. Além disso, também não são aceitos como comprovação atestados médicos considerados inválidos. Ou seja, que não contenham:

Assinatura, carimbo e registro do médico no Conselho Regional de Medicina (CRM);

  • Informações sobre a doença ou a respectiva numeração na Classificação Internacional de Doenças (CID); e
  • Prazo de repouso necessário.
  • Falta de qualidade de segurado, tempo de carência ou tempo de contribuição

Em relação à aposentadoria, se o INSS identificar que você não tem os requisitos de ‘qualidade do segurado’ e ‘tempo de carência’, ou ainda ‘tempo de contribuição’ seu pedido pode ser negado.

+ Pessoas com câncer têm direito a quais benefícios previdenciários? Confira!

5 – Atividade rural ou especial não considerada

Aqueles que exercem atividades rurais ou especiais podem ter essa atividade não considerada pelo INSS. Por isso a importância de manter toda a documentação comprobatória em dias.

Assim, você poderá abrir um recurso solicitando o reconhecimento de sua atividade.

6 – Falta de contribuição como autônomo

Mais um fator relacionado à aposentadoria, muitas pessoas deixam de contribuir com o INSS quando trabalham como autônomas. Dessa forma, o cidadão perde o direito ao benefício por não ter como provar as o tempo necessário de contribuição.

7 – Empresa não recolheu as contribuições ou não deu baixa na carteira

O que também pode acontecer é a empresa não recolher as contribuições dos funcionários como deveria, causando prejuízos aos contribuintes na hora da aposentadoria.

Neste caso, o cidadão deve comprovar que trabalhou na empresa, por meio de documentos como contracheques e carteira de trabalho ou até apresentar testemunhas.

Se a empresa não deu baixa na carteira após a demissão, o INSS também não concede aposentadoria, por entender que o vínculo empregatício ainda está ativo.

8 – Acúmulo de benefícios

Em alguns casos, o segurado pede aposentadoria, mas já está recebendo outro benefício previdenciário, como auxílio-doença, o que não é permitido. Nessa situação, o ideal é optar pelo benefício mais vantajoso naquele momento.

De acordo com o que diz a lei, não é permitido acumular:

  • Mais de uma aposentadoria;
  • Aposentadoria com abono de permanência em serviço;
  • Aposentadoria com auxílio por incapacidade temporária;
  • Salário-maternidade com aposentadoria por incapacidade permanente;
  • Auxílio-suplementar com aposentadoria;
  • Auxílio-acidente com aposentadoria;
  • Auxílio-reclusão para dependentes com aposentadoria.

O que fazer se o INSS negar o benefício solicitado?

O primeiro passo para resolver a questão é pedir a cópia do processo e entender os motivos que levaram o INSS a negar o benefício.

Só assim você terá conhecimento de quais documentos precisa reunir para entrar com um recurso administrativo solicitando a revisão da decisão.

Se o recurso administrativo não funcionar, é preciso entrar na justiça. Neste caso, a recomendação é contratar um advogado especialista em causas trabalhistas para te auxiliar no processo.

A recusa pode ser um erro do próprio INSS. Neste caso, é importante explicar no recurso o erro da instituição e solicitar a reconsideração do pedido. Um especialista também pode ajudar nesse caso.

Vale lembrar que, conforme já mencionado, o ideal é se atentar à documentação, antes de entrar com o pedido para evitar problemas. Verifique se todos os documentos necessários foram entregues, de acordo com as normas do INSS.

Ou seja, se todos os requisitos estão sendo preenchidos e se os documentos estão legíveis.

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Veja também no FinanceOne:

Veja 7 dicas para construir a sua casa própria com pouco dinheiro

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Mulher segura três casas de madeira em miniatura

Quem nunca sonhou em construir uma casa do seu jeito? Muitas pessoas ficam idealizando como fazer a sala, a cozinha e os quartos.

Pensam nos móveis, nas cores das paredes e nos pisos, além dos objetos de decoração. Porém, fazer uma obra do zero às vezes pode custar caro. Será que é possível gastar pouco dinheiro na hora de construir uma casa?

Sim, com algumas dicas é possível economizar. Mas antes das dicas, é preciso pensar exatamente em como você quer que seja a sua casa.

Pense no número de quartos, o tamanho de cada cômodo, pense também na área externa. Isso irá te ajudar a ter uma noção do quanto poderá gastar com a obra.

Além disso, planeje-se para construir uma casa. Quando decidir que quer fazer uma obra do zero, comece a juntar dinheiro para dar início à construção e à compra do material.

Outra informação importante é que as obras podem sempre reservar surpresas. E você pode acabar gastando mais do que o previsto inicialmente.

+ Onde é mais caro e mais barato comprar um imóvel no Brasil?

Agora que você já sabe que é necessário pensar na casa como um todo antes de começar a obra, e que também é preciso se planejar para construir uma casa, vamos às dicas!

Como construir uma casa com pouco dinheiro

A seguir, confira 7 passos para conseguir construir uma casa, mesmo que você esteja com pouco dinheiro.

1. A escolha do pedreiro e da mão de obra

Para começar a obra da casa você precisará contratar mão de obra. Busque por um pedreiro em vez de uma construtora.

Isso porque o pedreiro trabalha com menos ajudantes do que uma construtora, que tem toda uma equipe, fazendo com que o custo da mão de obra saia mais caro.

Mas antes de fechar com um pedreiro, peça orçamentos com vários e compare os valores de cada um. Além disso, veja também os trabalhos anteriores e decida qual é o melhor custo-benefício para o seu orçamento.

É importante lembrar também que nem sempre o mais barato é o melhor, por isso é necessário visitar as obras que o profissional já realizou.

Além disso, ao solicitar o orçamento, é ideal que você peça que o pedreiro coloque todos os serviços para que a casa fique pronta.

Quando escolher o profissional que vai construir a casa, negocie com ele e tente fechar um contrato com um valor atrativo para ambas as partes.

Uma alternativa é fechar a obra toda com o mesmo pedreiro em vez de realizar com diferentes profissionais e por etapas.

2. Pense em casas pré-planejadas

Os custos de uma obra podem variar muito conforme a mesma vai sendo realizada. Por isso é importante ter uma planta pré-planejada da casa. Muitos profissionais já possuem projetos base disponíveis para serem escolhidos.

Você precisará escolher um que seja o mais parecido com o que tem em mente e assim poderá modificá-lo de acordo com o seu gosto. Isso fará com que você economize uma certa quantia ao pensar nesse tipo de construção.

Além disso, você ainda terá muitas opções de casas para serem escolhidas e poderá até mudar algumas coisas do que tinha pensado anteriormente. Essa opção também é mais prática.

homem recebendo as chaves da casa própria
Construir uma casa do zero requer planejamento

3. O material de construção e a pesquisa de preços

A variedade de material de construção existente é enorme, assim como os preços desse tipo de mercado. Por isso, primeiro decida qual tipo de material será usado na construção da casa para conseguir o preço mais baixo.

Um exemplo de como os valores mudam é o piso. Dependendo de qual tipo será usado, ele poderá variar de R$12 a R$200.

Outros produtos e materiais que também variam bastante de valor são madeira, vasos sanitários, telhas e tintas das paredes, entre outros. Além da diferença entre um produto e outro, você também poderá encontrar valores diferentes de uma loja para outra.

+ Economia doméstica: 8 dicas para você economizar em casa

Para conseguir economizar no material de construção, tente comprar o que for de grande quantidade em uma única loja, assim você poderá negociar um desconto. Mas só compre o que for necessário, evite gastar com o que não será utilizado.

Um exemplo: compre a quantidade de pisos necessária e não sobrando muito, mas leve em consideração que alguns poderão quebrar.

Outra forma de economizar é comprando direto dos fornecedores, nesse caso você poderá comprar com preços mais em conta. Além disso, fique de olho nas promoções, muitas lojas de materiais de construção costumam realizar liquidações.

Aproveite e compre os produtos que são mais caros se estiverem em conta, como é o caso de janelas, portas e até mesmo revestimentos.

+ Novas regras para uso do FGTS na compra da casa própria

Outras dicas para gastar pouco na construção da casa própria

4. Feche o contrato determinando prazos

Muitos pedreiros não gostam de trabalhar com horários determinados ou com pessoas que não pagam por hora. Mas busque por profissionais que aceitem contratos com prazos fechados, assim você terá menos custos na obra.

Outro ponto importante para colocar no contrato é a multa caso a obra atrase. Dessa forma, a construção da casa seguirá o planejamento.

Esse fator é importante porque em contratos em que não existe tempo determinado, o profissional poderá acabar estendendo o prazo ainda mais, causando maiores custos devido a imprevistos.

+ Seguro residencial vale a pena? O que é e como funciona

5. Coloque a mão na massa

Se você quer gastar pouco ao construir uma casa, nada melhor do que colocar a mão na massa! Além disso, você ainda terá na sua residência espaços feitos por você mesmo.

Mas é importante lembrar que não se pode abrir mão do profissional. É preciso saber o que está sendo feito, para não ter prejuízos depois.

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+ Comprar uma casa própria não é um investimento? Descubra!

Caso você não seja um profissional da área de construção, busque realizar serviços básicos. São alguns exemplos: a pintura da casa, montar armários, colocação do kit do banheiro.

Além de realizar pequenas instalações elétricas e hidráulicas, entre outros serviços pequenos. Se tiver alguma dúvida de como fazer um serviço, a internet pode ser uma aliada para buscar como fazer.

Busque vídeos no YouTube que ensinem como realizar os procedimentos de maneira correta. Além disso, algumas lojas disponibilizam cursos para que os clientes possam realizar tarefas, por exemplo a Leroy Merlin.

6. Negocie os valores dos materiais e produtos de construção

Se você quer construir uma casa com pouco dinheiro é importante saber negociar os preços. Para isso, é preciso fazer muita pesquisa nas lojas e sites. Assim, será possível saber a média dos preços de cada material e item para a sua obra.

Com isso, você saberá o que está caro em cada loja e quando existe uma boa oferta ou promoção. Além disso, ao comprar diversos produtos no mesmo estabelecimento é possível tentar negociar um desconto.

Para isso, tente comprar em grande quantidade, como piso, azulejos e os acabamentos na mesma loja. Dessa maneira, será mais fácil conseguir bons descontos com os vendedores.

Outra forma de ganhar descontos nas compras dos materiais é optando pelo pagamento à vista. Isso porque como a loja irá receber o valor na hora, não será necessário pagar taxas.

7. Tenha um bom planejamento

Para construir uma casa com pouco dinheiro é fundamental realizar um bom planejamento. Por isso, a dica é escolher tudo com antecedência, desde os materiais básicos até os acabamentos. 

Tenha em mente o tamanho do imóvel e o espaço exato que ele irá ocupar no terreno. Pense também na divisão dos cômodos, nos acabamentos e até mesmo na disposição dos móveis. 

Com isso, você já terá uma perspectiva do que vai gastar e no que vai ser possível economizar no momento das compras dos materiais. 

Agora, se você não tiver um planejamento, pode ser pego desprevenido com alguma situação que não estava prevista. Por isso, também tenha uma reserva de emergência para caso ocorra algum imprevisto.

Quer saber mais sobre reserva de emergência? Então continue a visita em nosso site e leia agora mesmo: qual melhor investimento para reserva de emergência?

Saiba o que é e como investir em debêntures

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uma mulher assinando um contrato e outra indicando local de assinatura

Você já pensou em investir em debêntures? Trata-se de uma aplicação com rentabilidade superior a muitos investimentos de renda fixa.

Ficou interessado, mas nunca ouviu falar? Calma, nada mais são do que títulos de dívida de empresas privadas.

Ou seja, quem investe em debêntures se torna um credor da companhia que emitiu o título. Financiando, assim, suas operações em troca do pagamento de juros.

Portanto, você empresta dinheiro para empresas. Em troca, recebe uma taxa de rentabilidade que é acertada na hora da compra.

Dessa forma, essas companhias pagam juros maiores do que instituições financeiras ofereceriam. Enquanto isso, a companhia faz a captação necessária para financiar projetos, aquisições ou pagar dívidas.

Contudo, as debêntures são regulamentadas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Esse mesmo órgão faz a organização e categorização dos ativos.

Neste artigo, falaremos sobre os seguintes tópicos:

Passo a passo para investir em debêntures

1- O primeiro passo para investir em debêntures é escolher uma instituição financeira de confiança para realizar a aplicação.

2 – Abra a sua conta na instituição.

3 – Depois, transfira o valor para investir em debêntures da sua conta bancária para a conta da corretora. Ele deve ser realizado através de TED de mesma titularidade.

4 – Entre na sua conta e escolha a opção Renda Fixa. Nela, você encontra todas as opções de debêntures disponíveis para investimento.

5 – Selecione as debêntures desejadas. No entanto, antes, avalie aspectos, como rating, taxa de rentabilidade e data de vencimento.

6 – Por fim, é só clicar em comprar. Para isso, insira o valor a ser investido e clique novamente em comprar.

B3 muda regra para investimentos em debêntures

A partir deste mês de junho, os investidores que logarem nas contas das corretoras vão perceber uma mudança na divulgação dos preços de referências dos debêntures.

Quem investe nesse tipo de ativo poderá conferir a oscilação diária nos preços dos investimentos. E o motivo para isso é a marcação a mercado, uma atualização diária tanto nos preços de títulos de renda fixa, quanto em Tesouro Direto e debêntures.

Segundo a B3, essa mudança vai contribuir para conscientizar, dar transparência e educar financeiramente os investidores sobre as oscilações nas taxas de juros e referência de preços para os ativos.

Conheça 8 tipos diferentes de debêntures

Antes de investir em debêntures você deve saber que elas estão divididas em diversas classes. Conheça tudo sobre cada uma delas:

Nominativa ou escritural

A classificação inicial de qualquer debênture se inicia em nominativa ou escritural. A primeira consiste no registro, controle e emissão da própria companhia emissora em nome do investidor.

Enquanto a escritura trata da forma mais comum, em que uma instituição financeira autorizada pela CVM faz a oferta, controle e registro da aquisição do investidor.

Depois disso, elas são classificadas quanto à forma de pagamento do rendimento das debêntures:

1 – Simples

O nome já diz: é o tipo mais simples para investir em debêntures. O objetivo é tornar o processo menos burocrático e acessível a todos os investidores.

Com ela, você detém do papel e recebe os rendimentos na data do resgate.

2 – Conversível

Essa debênture também é conhecida como Debênture Conversível em Ações (DCA). Nela, o investidor tem a opção de receber o valor investido em moeda corrente ou em ações da empresa emissora.

No momento da aquisição, a companhia precisa informar a proporção de conversão entre esses ativos e a classe de ações que será ofertada.

3 – Permutável

A debênture permutável é conhecida por trazer grande liberdade ao investidor. 

Na data de vencimento, ele tem a opção de escolher entre receber o valor investido em moeda corrente, ações do emissor ou papéis de outras empresas.

Portanto, ele já pode reinvestir o seu capital em uma gama de ativos maior em relação às demais categorias. Em alguns casos, o resgate da debênture é permutado em bens do emissor ou outros produtos financeiros.

Contudo, todas estas informações são repassadas ao investidor logo no momento da aquisição da debênture.

pessoa analisando graficos
Confira o passo a passo de como investir em debêntures e quais são os disponíveis no mercado

4 – Incentivada

Essa classe de debênture tem crescido muito nos últimos anos. Ela é emitida por empresas do setor da infraestrutura. Por se tratar de uma área estratégica, o governo isenta os emissores dos tributos.

Então, os investidores também são beneficiados por essa isenção. Ou seja, as debêntures incentivadas são investimentos livres de taxas.

Por fim, há classes especiais e as relacionadas à garantia:

5 – Perpétua

Essa debênture não possui prazo de vencimento definido. Assim, o emissor faz um acordo com o investidor quanto ao pagamento dos rendimentos e a sua periodicidade.

6 – Participativa

Nesta classificação, o emissor oferece parte dos rendimentos sob forma de participação nos lucros da empresa.

7 – Operação de securitização

Essa debênture é menos comum. O processo de securitização converte os contratos financeiros de recebíveis, por exemplo, pagamentos com cartão de crédito e mensalidades escolares, em títulos negociáveis no mercado.

Para isso, o emissor oferece garantias adicionais, como o pagamento de uma taxa de desconto sobre os fluxos destes recebíveis.

Assim, ele dispõe do dinheiro dos investidores de forma mais rápida.

+ Entenda o que significam 42 termos do mercado financeiro

Detalhes dos investimentos em debêntures

1 – Tributação

As debêntures são tributadas da seguinte forma:

  • Para prazo até 180 dias – 22,5%
  • De 181 dias até 360 dias – 20%
  • De 361 dias até 720 dias – 17,5%
  • Mais de 720 dias – 15%

2 – Risco

O risco de investir em debêntures está associado à credibilidade da pessoa que a emite. Portanto, existe o risco de crédito.

Afinal, a empresa pode deixar de pagar ou cumprir os compromissos assumidos. Principalmente se a empresa não tiver um fluxo de caixa bem estruturado para pagar os juros.

Existe ainda a possibilidade de risco monetário. Isso ocorre quando ocorre uma alteração na taxa de juros.

Outro fator que pode gerar impactos negativos é o risco cambial. Acontece quando a empresa tem suas atividades muito associadas à moeda estrangeira.

3 – Aplicação Mínima

A aplicação mínima da debênture varia de acordo com o que é definido pelo emissor. Algumas debêntures exigem aplicação mínima de R$1.000.

Outras já exigem uma quantia maior. No geral, produtos com retorno acima da média e baixo risco irão exigir uma aplicação mínima maior por parte do investidor.

Quais as vantagens e desvantagens do investimento

Vantagens

  • Isenção do imposto de renda: válido apenas para as debêntures incentivadas;
  • Rentabilidade pode ser atrativa: especialmente quando comparado a outros ativos de renda fixa;
  • Diversificação: uma alternativa para diversificar a carteira de investimentos.

Desvantagens

  • Risco de crédito: não há proteção do Fundo Garantidor de Crédito (FGC);
  • Prazos longos: boa parte das debêntures possui longos prazos de vencimento;
  • Baixa liquidez: mesmo no mercado secundário, pode não ser fácil vender os seus títulos (o que ainda pode ser feito com deságio).

Veja dicas para investir em debêntures

É interessante falar com um assessor de investimentos de confiança sua. Afinal, ele estará por dentro dos mais diversos tipos de investimentos em debêntures.

Por mais que estejamos sempre estudando o mercado é difícil sabermos sempre das novidades. Principalmente se não estamos em contato com as pessoas que trabalham diretamente com isso.

Algumas informações, principalmente sobre investimentos melhores, acabam não sendo muito divulgadas.

Gostou deste texto? Você já investe ou quer investir em debêntures? Então continue aprendendo sobre investimentos e leia agora mesmo: “Investir a curto, médio e longo prazo: entenda como organizar suas aplicações.

*Colaboração: Camila Miranda

Câmara promulga MP que fixa o valor do salário mínimo 2022. Confira!

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pessoa segurando notas de real

A Câmara dos Deputados promulgou a Medida Provisória que fixa o valor do salário mínimo 2022. O texto foi aprovado pelo Senado em 26 de maio.

O valor do salário mínimo 2022 é de R$1.212 e já está valendo desde janeiro. A quantia foi estabelecida pela a MP nº 1.091, de 30 de dezembro de 2021, assinada pelo presidente da República, Jair Bolsonaro.

Embora já estivesse valendo, o texto precisava da promulgação do Congresso Nacional para se tornar, definitivamente, uma lei. Portanto, agora não pode mais expirar.

Além do salário mínimo mensal de R$1.212, a portaria estabelece o valor diário, que corresponde a R$40,40. Já o valor por hora é de R$5,51. Isso representa um aumento de R$112 em relação ao mínimo estabelecido em 2021.

Para calcular esse valor, foi utilizado como base o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Ou seja, a inflação prevista para todo o ano de 2021, que totalizou 10,02%.

Neste percentual, foram considerados os valores do INPC para os meses de janeiro a novembro e as projeções do Governo para o mês de dezembro.

Vale destacar que o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) aponta que o salário mínimo serve de referência para 50 milhões de pessoas no Brasil, das quais 24 milhões são beneficiários do INSS.

+ Salário mínimo São Paulo 2022: Alesp aprova reajuste estadual

Salário mínimo 2022 não tem aumento real

Em 2019, o governo acabou com a política de reajuste real do salário mínimo. Sendo assim, agora o valor se limita a seguir a determinação da Constituição, que fala em preservação do poder aquisitivo do trabalhador.

O ganho real do salário mínimo foi implementado informalmente em 1994, logo após a adoção do Plano Real. As gestões seguintes oficializaram a medida.

Agora, sem ganho real, o governo consegue um alívio financeiro, uma vez que o aumento reajusta automaticamente benefícios previdenciários e assistenciais.

Para cada aumento de R$1 no mínimo elevam-se em aproximadamente R$364,8 milhões as despesas com Benefícios da Previdência, Abono e Seguro Desemprego e Benefícios de Prestação Continuada da Lei Orgânica de Assistência Social e da Renda Mensal Vitalícia.

O valor ainda pode ser alterado de novo?

O valor não será mais alterado. Antes, foram divulgadas expectativas e especulações. Mas agora, com a lei publicada, R$1.212 é o valor definitivo do salário mínimo.

Pela legislação, o presidente da República é obrigado a publicar uma medida provisória até o último dia do ano com o valor do piso para o ano seguinte. E foi isso que aconteceu.

Homem guardando dinheiro dentro de uma carteira preta
Salário mínimo 2022 não terá aumento acima da inflação

Como é feito o cálculo do salário mínimo?

O salário mínimo é reajustado anualmente, todo 1º de janeiro. Para realizar o cálculo, o governo leva em consideração os dois principais índices econômicos do país:

  • PIB (Produto Interno Bruto) do ano anterior e retrasado
  • INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor)

Ambos os índices medem a inflação de um período específico. No cálculo, soma-se o percentual de crescimento real do PIC dos dois últimos anos ao INPC vigente.

O resultado obtido é aplicado ao valor atual do salário mínimo.

Tabela do salário mínimo de 2005 até 2021

Mês/AnoSalário mínimo (em R$)Norma legal
JAN/20211.100Medida Provisória 1.021/2020
JAN/20201.045Lei 14.013/2020
JAN/2019998Decreto 9.661/2019
JAN/2018954Decreto 9.255/2017
JAN/2017937Decreto 8.948/2016
JAN/2016880Decreto 8.618/2015
JAN/2015788Decreto 8.381/2014
JAN/2014724Decreto 8.166/2013
JAN/2013678Decreto 7.872/2012
JAN/2012622Decreto 7.655/2011
MAR/2011545Lei 12.382/2011
JAN/2010510Lei 12.255/2010
FEV/2009465Lei 11.944/2009
MAR/2008415Lei 11.709/2008
ABR/2007380Lei 11.498/2007
ABR/2006350Medida Provisória 288/2006
MAI/2005300Lei 11.164/2005

Achou esse post interessante? Confira aqui os top 7 maiores salários mínimos do mundo!

Colaboração: Tamires Silva

Como pedir reembolso em eventos cancelados? O que precisa?

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público assistindo show

O reembolso de eventos cancelados é um direito de todo consumidor. Na pandemia, as dúvidas em relação a este tema aumentaram, já que tantos shows e programações tiveram que ser suspensas. 

Tanto é, que em 2020 o Governo Federal editou uma Medida Provisória estabelecendo um prazo para reembolsos nesses tipos de situações. No último 1º, inclusive, a Câmara aprovou uma prorrogação nessas regras.

Vamos falar mais sobre essa MP ao longo do artigo. Mas não é apenas na pandemia que esse tipo de situação pode acontecer, certo? Diversos fatores podem contribuir para um cancelamento de um evento. 

Quer saber mais? Então continue lendo!

Quando é possível pedir reembolso em eventos cancelados?

Conforme aponta a Lei nº 14.046/20, uma empresa só não é obrigada a reembolsar os consumidores se remarcar o serviço, evento ou reserva adiada ou cancelada. 

Ou se ela disponibilizar algum tipo de crédito para compra de outros serviços.

É o que muitas empresas de reserva de hotéis, por exemplo, fazem: se o cliente cancelar um pacote, o reembolso vira créditos dentro do próprio site para utilizar em outras viagens depois.

+ Quer viajar depois da pandemia? Confira as melhores dicas e destinos

Essa regra também vale para a pandemia. Pelo texto aprovado na Câmara, a desobrigação de reembolso é permitida caso haja:

  • remarcação 
  • disponibilização de crédito para uso 
  • ou abatimento na compra de outros produtos ou serviços, desde que não sejam cobrados valores adicionais pela alteração.

Antes de contratar qualquer produto ou serviço, vale a pena dar uma checada nas regras de reembolso em caso de cancelamento.

Como pedir e o que é necessário para o reembolso?

A forma de pedir o reembolso em eventos cancelados vai variar muito de acordo com o vento, já que cada um tem sua própria empresa organizadora, com seus próprios meios de atendimento. 

Na maioria das vezes, principalmente em produtos e serviços comprados online, é possível escolher pelo reembolso/ crédito/ adiamento nos canais digitais da empresa. Portanto, ligue para o serviço do consumidor e informe-se. 

Outra possibilidade, no caso de ingressos para shows e outros eventos culturais, é fazer a opção pelo próprio site da compra. 

Será necessário ter o comprovante de sua compra em mãos para conseguir um reembolso, a menos que ele já esteja registrado online, no site do requerimento.

Pessoa recebe dinheiro em espécie do PIX Troco na mão
Consumidores podem optar por reembolso de eventos cancelados em 2022 até o final de 2023

Câmara amplia prazo de reembolso de eventos na pandemia

Em março de 2021, no auge da pandemia, o governo editou uma Medida Provisória que prorrogava as regras para os organizadores cancelarem ou remarcarem eventos nas áreas de turismo e de cultura prejudicados pela pandemia. 

Tratava-se da MP 1036/21, que entrou em vigor em meados de março. De acordo com ela, se um serviço ou evento fosse adiado ou cancelado até 31 de dezembro de 2021, o consumidor que optasse pelo reembolso poderia usá-lo até 31 de dezembro de 2022. 

O mesmo prazo valia caso o consumidor optasse pela remarcação da data. Ou seja, quem comprou ingresso de um show cancelado por causa da pandemia, por exemplo, tinha até o final de 2022 para resgatar o reembolso. 

Se a empresa não conseguisse remarcar o evento (ou disponibilizar créditos), teria que devolver o valor recebido pelo consumidor também até 31 de dezembro de 2022.

Porém, no último dia 1º de junho a Câmara dos Deputados aprovou o texto prorrogando novamente as regras para os organizadores cancelarem ou remarcarem eventos culturais e de turismo. 

Com isso, em um evento adiado ou cancelado até 31 de dezembro de 2022, o consumidor pode optar pelo crédito de serviço ou adiamento até 31 de dezembro de 2023. O mesmo prazo limite vale para remarcação da data.

Gostou do conteúdo? Então compartilhe e leita também: Projeto prevê devolução de valores pagos a mais na conta de luz. Entenda!

Governo libera antecipação do BPC para desabrigados pelas chuvas. Veja como será

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pessoa com dinheiro na mão

O Governo Federal anunciou a antecipação do BPC para famílias residentes das áreas atingidas pelas fortes chuvas em Pernambuco. O Benefício de Prestação Continuada é pago a idosos e pessoas com deficiência.

Segundo informações da Agência Brasil, a previsão é que as chuvas continuem por mais dois meses, aproximadamente. Por isso, se faz necessária a adoção de medidas para auxiliar as famílias impactadas. 

Por determinação do presidente Bolsonaro, vamos colocar à disposição daqueles que desejarem, entre os beneficiários do BPC, que são os idosos e pessoas com deficiência, a possibilidade de fazerem a antecipação de uma parcela do benefício. Isso vai ser diluído ao longo de 36 meses sem nenhum tipo de encargo ou juros para essas pessoas.

Ministro da Cidadania, Ronaldo Bento

Quer entender como vai funcionar? Então continue lendo!

Como a antecipação do BPC vai funcionar?

O valor do BPC corresponde a um salário mínimo por mês. Portanto, é de R$1.212.

O beneficiário que desejar, pode antecipar uma dessas parcelas: ou seja, receber os R$1.212 do mês seguinte, antes. 

Mas não se trata de um auxílio a mais, é como se fosse um empréstimo sem juros. O valor será devolvido depois, por meio de desconto nas parcelas seguintes do BPC.

Quem optar por receber a antecipação, terá R$34 descontados nas 36 parcelas seguintes do benefício. Não haverá incidência de juros ou encargos. 

Adolescente em uma cadeira de rodas
Antecipação do BPC é liberada para afetados pelas chuvas em Pernambuco

Como receber a antecipação do BPC?

De acordo com o Governo Federal, a antecipação do BPC ficará disponível apenas para pessoas dos municípios que decretaram estado de calamidade pública. A medida precisa ser reconhecida pelo Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR).

Uma vez reconhecido o estado de calamidade, se o município tiver até 500 mil habitantes, a antecipação será automaticamente liberada para o beneficiário, por meio do INSS. 

Porém, nos municípios com mais de 500 mil habitantes, como Recife e Jaboatão dos Guararapes, é necessária a edição de uma portaria conjunta entre os ministérios da Cidadania e do Trabalho e Previdência.

Portanto, é necessário que o beneficiário informe-se no INSS a respeito da situação de sua cidade ou acompanhe o Diário Oficial. 

Quem tem direito ao Benefício de Prestação Continuada?

Para receber a antecipação do BPC, como já destacado, é necessário morar em um dos municípios afetados pelas chuvas em Pernambuco. Além, é claro, de já ser um beneficiário deste programa. 

O BPC nada mais é que um salário mínimo concedido ao idoso ou pessoa com deficiência de baixa renda. Para ter direito, é necessário:

  • possuir idade igual ou superior a 65 anos ou ser pessoa com deficiência de qualquer idade
  • possuir renda familiar igual ou menor que ¼  do salário-mínimo

No caso de PCDs, a deficiência tem de ser capaz de causar impedimentos de natureza física, mental, intelectual ou sensorial de longo prazo (pelo menos 2 anos). Deve ser uma condição que impossibilite a pessoa de participar de forma efetiva na sociedade, em igualdade de condições com os demais.

Crianças também podem receber o Benefício de Prestação Continuada, se atenderem aos critérios.

Passo a passo para solicitar o BPC

  1. Acesse o site Meu INSS
  2. Faça login no sistema (se não tiver um cadastro, crie um)
  3. Escolha a opção Agendamentos/Requerimentos
  4. Clique em “novo requerimento” e depois em “atualizar”
  5. Na página seguinte, cheque os dados e atualize que não estiverem atualizados (se já estiver tudo em dia, basta seguir para o passo seguintes)
  6. Clique em “avançar”
  7. No campo “pesquisar”, digite a palavra “deficiência” 
  8. Selecione o serviço desejado no menu suspenso e siga as orientações na tela

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Seguro de vida resgatável vale a pena? Entenda como funciona!

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mão segurando coração

Saber sobre seguro de vida resgatável é muito importante para não errar na escolha e, com isso, garantir a sua proteção e a de seus familiares caso aconteça alguma emergência.

Essa modalidade de seguros é conhecida há anos. Porém, não é tão conhecida e, por isso, há algumas dúvidas sobre ela. Portanto, se você ainda não sabe o que é um seguro de vida resgatável e como ele funciona, acompanhe este artigo para saber mais. Vamos lá?

O que é seguro de vida resgatável?

Muitas pessoas acham que contratar um seguro de vida é não ter o dinheiro de volta, uma vez que o seguro só será “usado” com a morte do contratante. Dessa maneira, muitos acabam enxergando o seguro apenas como um gasto no orçamento familiar.

No entanto, o seguro de vida resgatável é um produto financeiro que fornece todas as coberturas de um seguro comum, mas, como o próprio nome já sugere, com o benefício de ser resgatável.

+ Por que é importante fazer um seguro de vida? Confira 5 motivos!

+ Entenda como calcular o valor do seguro de vida

E funciona assim: você paga as mensalidades normalmente e consegue fazer o levantamento desse valor pago ainda em vida. Isso tende a ser muito útil caso surja alguma necessidade inesperada ou se você não quiser continuar com o contrato, por exemplo.

De toda a forma, é essencial verificar as condições do seguro de vida resgatável no momento da contratação do serviço. É necessário observar questões como a carência e o percentual de resgaste, por exemplo.

Quais fatores levar em consideração para escolher o melhor seguro de vida resgatável?

Se você está decidido que vai aderir ao seguro de vida resgatável, então saiba que é necessário levar em consideração alguns fatores. Listamos aqui alguns deles:

Resgate

Nossa primeira dica é: leve em consideração o tipo de resgate que a empresa oferece sobre o seguro. A primeira alternativa é quando o contrato estabelece a vigência da apólice, ou seja, permite que o segurado receba mesmo em vida.

Outra opção é o resgate de uma apólice vitalícia. Nesses casos, se não houver resgate, a apólice vale até a ocorrência de sinistro previsto em contrato. 

Coberturas e assistências

Outro ponto muito importante na hora de contratar um seguro é prestar atenção nas coberturas e assistências.

O objetivo principal de um seguro de vida é fornecer proteção em casos extremos, como morte e doença incapacitante, mas algumas empresas estendem a cobertura para mais ocasiões. 

Dependendo do contrato também há outros tipos de serviços, como o de assistência residencial, por exemplo.

Por isso, analise dentre as opções que o mercado oferece o que se adequa mais ao que você está buscando.

Valor

O valor de resgate pode variar de acordo com a apólice de seguro e também da empresa. Ou seja, é preciso ter atenção nessa parte também.

Fique de olho na porcentagem do valor resgatável, período de carência, parcela mínima do prêmio e veja se faz sentido com o que você está procurando.

mão segurando coração
Saiba se vale a pena contratar seguro de vida resgatável

Vale a pena contratar um seguro de vida resgatável?

Ao chegar até aqui você verificou o que é um seguro resgatável e tudo que precisa conferir antes de adquiri-lo, certo? Mas talvez ainda tenha dúvidas se vale a pena contratar ou não.

Para responder isso é necessário que você faça uma análise do que você quer no momento e qual é a sua situação financeira. Isso porque apesar do seguro ser resgatável e de acumular patrimônio, ele não é exatamente um investimento.

Portanto, é necessário que você verifique todos os pontos antes de contratá-lo. O seguro tende a ser bastante útil para proteger você ou seus familiares de imprevistos, como falamos lá acima. Por isso, pode ser interesse para quem busca maior proteção.

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Agora é possível conseguir crédito pessoal pelo WhatsApp. Veja como!

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pessoa conversando no whatsapp

A partir desta quinta-feira, 2 de junho, os clientes do Banco do Brasil poderão contratar crédito pessoal pelo whatsapp. Com a novidade, o banco se torna o primeiro do país a usar o aplicativo de mensagens para a contratação de empréstimos.

O BB já era considerado pioneiro em oferecer serviços por meio do whatsapp, de acordo com informações da Agência Brasil. Transações como consultas de saldo, extratos e faturas do cartão de crédito foram as primeiras em funcionamento no app. 

Depois, a instituição ampliou os serviços e implementou também operações de transferências, pagamentos, PIX e até renegociação de dívidas, entre outras, pelo WhatsApp.

O banco foi pioneiro em diversas soluções sem interação humana, como o envio do informe de rendimentos. Entre outras inovações, estão o entendimento de mensagens de voz pelo assistente de inteligência artificial e o oferecimento de assistente virtual especializado em pessoas jurídicas, além de serviços relativos ao INSS sem interação humana e cobranças bancárias pelo WhatsApp.

Quer saber como vai funcionar a contratação do empréstimo pelo WhatsApp? Então continue lendo o artigo!

Como contratar crédito pessoal pelo WhatsApp?

Para contratar o crédito pessoal do Banco do Brasil pelo WhatsApp basta, literalmente, chamar o banco para uma conversa. O cliente deve iniciar uma conversa com o número (61) 4004-0001.

Fique atento e suspeite de qualquer mensagem recebida sem comprovação de que o contato é realmente da instituição financeira. Além disso, antes de iniciar a conversa, verifique se digitou o número corretamente.

Ao iniciar a conversa, o assistente de inteligência artificial (mensagens automáticas) vai iniciar o atendimento. Será possível simular todas as condições do empréstimo, como data de vencimento, juros e valor das parcelas.

A contratação também acontece diretamente pelo WhastApp e, assim como presencialmente ou pelo aplicativo do banco, o cliente precisará apresentar documentos pessoais e estará sujeito à análise e aprovação do crédito. 

Oferta de crédito pelo WhatsApp será ampliada até o fim do ano

Por enquanto, apenas empréstimos pessoais são permitidos pelo WhatsApp. Mas, de acordo com o Banco do Brasil, até o fim do ano a instituição pretende ampliar a oferta de crédito incluindo:

  • crédito consignado
  • antecipação da restituição do Imposto de Renda
  • antecipação do décimo terceiro 
  • e crédito para veículos

Além de solicitar crédito pessoal pelo WhatsApp, os clientes que já têm empréstimo pessoal com o banco podem realizar consultas. Ou seja,  acompanhar o extrato das operações, parcelas etc. 

fachada de uma agência do Banco do Brasil
Banco do Brasil vai ampliar oferta de crédito pelo WhatsApp até o final do ano

Como evitar golpes de empréstimo pelo WhatsApp?

O crédito pessoal do Banco do Brasil pelo WhatsApp é seguro, um serviço oferecido pelo próprio banco. Porém, é necessário ter atenção para não cair em golpes de criminosos na internet

Em primeiro lugar, saiba que o único canal para solicitar o empréstimo pelo app de mensagens é no número informado acima, que foi divulgado pelo próprio banco. 

Geralmente, os golpes por WhatsApp acontecem assim: o cliente recebe uma mensagem com oferta de crédito pré-aprovado e uma taxa de liberação é cobrada, como uma espécie de garantia. Desconfie de situações assim!

Uma instituição financeira séria, seja ela banco tradicional ou fintech, não pede nenhum dinheiro como garantia dessa forma. Além disso, tome os seguintes cuidados:

  • Verifique se a fonte de contato é oficial do banco
  • Não forneça dados pessoais se não tiver certeza que é seguro
  • Prefira você mesmo entrar em contato com o banco quando precisar de um empréstimo e desconfie de oferta de crédito pré-aprovado
  • Não clique em links, pois eles podem conter vírus ou serem utilizados para roubar dados
  • Não pague taxas de liberação de empréstimo antecipadamente

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Empréstimo com garantia: veja 4 modalidades e como funcionam

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pessoa assinando um contrato

Contratar um empréstimo pode ser uma opção quando se tem uma emergência financeira, ou quando quer realizar um sonho, como comprar um imóvel. E você sabia que entre as alternativas, existe o empréstimo com garantia?

De forma geral, todo empréstimo envolve pedir um valor combinado para uma instituição e fazer o pagamento depois, com taxas de juros. Neste texto, vamos falar sobre o empréstimo com garantia.

A seguir, veja como funciona essa modalidade e, além disso, vamos apresentar algumas das opções. Boa leitura!

+ Compensa fazer empréstimo para quitar dívidas?

O que é um empréstimo com garantia

O empréstimo com garantia é uma alternativa em que o cliente oferece um bem à instituição e, assim, consegue juros mais baixos. Além disso, existem prazos maiores para pagar.

A garantia é um bem colocado no contrato do empréstimo. Ou seja, o bem do contratante pode ser vendido em caso de inadimplência.

Esse método permite que sejam oferecidas taxas de juros menores, já que o risco para a instituição financeira é reduzido.

As instituições podem aceitar diversos bens como garantia: o imóvel, o veículo e até mesmo o próprio salário do cliente.

Empréstimo com garantia: Câmara aprova marco legal

No dia 1º de junho, a Câmara dos Deputados aprovou o marco legal dos empréstimos com garantia. Isso deve dar ainda mais segurança e regulamentação para quem deseja fazer esse tipo de solicitação.

O projeto vai permitir, entre vários itens, a exploração do serviço de gestão especializado intermediando ofertas de garantias entre o tomadordo empréstimoe a instituição financeira.

A informação foi confirmada pela Agência Brasil. Segundo a reportagem, o texto segue para o Senado e ainda precisará ser regulamentado pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

Ao que tudo indica, o marco pode ser prestado por várias instiuições autorizadas pelo Banco Central, que irão fazer:

  • a gestão das garantias e de seu risco;
  • o registro nos cartórios, no caso dos bens imóveis;
  • a avaliação das garantias reais e pessoais;
  • a venda dos bens, se a dívida for executada;
  • e outros serviços.

O que levar em conta antes de contratar um empréstimo com garantia

Além de ter atenção aos juros, por exemplo, vale a pena pesar o que você oferecerá como garantia: será a casa da família ou um carro que não é essencial no dia a dia?

+ 3 bancos que oferecem empréstimos para autônomos

Entender as consequências da inadimplência, contudo, é fundamental para tomar uma decisão mais consciente sobre contratar ou não o empréstimo com garantia.

empréstimo com garantia
Empréstimo com garantia: instituição utiliza algum bem de quem contrata essa modalidade como garantia, como o carro.

4 opções de empréstimo com garantia

Agora que você já sabe o que é um empréstimo com garantia, vamos apresentar 4 alternativas. São elas:

1. Imóvel

A garantia de imóvel apresenta as menores taxas de juros do mercado. Nessa modalidade, portanto, a pessoa coloca a sua propriedade como garantia da operação.

A quantia solicitada está relacionada ao valor do imóvel, estipulado pela avaliação de um profissional de uma empresa especializada.

O processo para avaliar o crédito é detalhado, pois a instituição quer diminuir ao máximo os riscos de prejuízos.

Porém, um imóvel tende a se valorizar com o tempo, portanto, as condições de pagamento permitem o parcelamento do crédito em até 20 anos.

Mesmo com a propriedade em garantia, é necessária a comprovação de renda, já que é preciso provar a capacidade de arcar com as parcelas ao longo do período estabelecido.

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2. Veículo

O empréstimo de garantia com veículo é uma alternativa mais competitiva do que o empréstimo pessoal, por exemplo.

A documentação, no entanto, é mais simples do que na operação com imóvel e o cliente consegue o valor solicitado mais rapidamente, em média de uma semana.

Mas neste caso o cliente não pode ter restrições no CPF. Ao realizar o empréstimo com essa garantia, o dono do veículo pode permanecer usufruindo do carro, podendo até vendê-lo. Contudo, caso haja a venda, o valor deve ser destinado a quitar a dívida.

Lembrando que o automóvel tem que estar no nome do solicitante, ficando alienado à instituição até o pagamento da dívida.

As condições de pagamentos e juros estão relacionadas também à situação do automóvel, como estado de conservação e ano do modelo.

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3. Celular

De fato, a tecnologia abriu portas para todas as áreas e com o mercado financeiro não seria diferente.

Hoje, por exemplo, já é possível utilizar o celular como garantia de pagamento para um empréstimo. Esse tipo é muito comum no exterior, mas só chegou ao Brasil recentemente.

O cliente solicita o empréstimo por meio de um aplicativo, onde são realizadas a análise de crédito e a comprovação de documentos. O valor do montante, no entanto, é relativamente baixo se comparado aos outros empréstimos, podendo variar de R$300 a R$5 mil. 

Em caso do não pagamento das parcelas do empréstimo, o aparelho é bloqueado e fica indisponível para uso, a não ser para acessar o aplicativo da instituição financeira ou ligar para serviços de emergências.

4. Salário

Por fim, outra opção de empréstimo com garantia é o consignado. Nessa modalidade, o valor do pagamento das parcelas é descontado diretamente da folha de pagamento do beneficiário ou do benefício recebido pelo INSS

Há, no entanto, restrição para contratar: somente pessoas aposentadas ou pensionistas do INSS, além de funcionários públicos ou de empresas privadas.

+ O que é preciso para fazer um empréstimo consignado?

O valor do empréstimo, no entanto, não é tão alto e seu prazo pode variar de acordo com a instituição.

Além dessas opções, existem outras, tal como: empréstimo com garantia de joias, embora ainda não seja tão comum. No entanto, antes de solicitar qualquer tipo de empréstimo, verifica a sua situação financeira.

Isso porque quando um empréstimo não é quitado, a pessoa acaba contraindo uma dívida e fica inadimplente.

Portanto, para não entrar na estatística dos endividados, tenha um controle claro sobre as suas finanças e um bom planejamento financeiro.

Gostou do nosso texto? Então continue navegando no nosso site e leia agora mesmo o texto que separamos para você: 5 erros comuns ao montar um planejamento financeiro.