Início Site Página 305

Pessoas com câncer têm direito a quais benefícios previdenciários? Confira!

0
paciente sendo consultado pelo médico

Quem sofre de câncer têm direitos especiais na legislação, como tratamento fora de domicílio, saque do FGTS e até mesmo auxílio por incapacidade temporária. Mas para ter direito aos diversos benefícios previdenciários é preciso ser contribuinte do INSS.

E ter acesso a esses benefícios é fundamental, já que essa é uma das doenças mais críticas que uma pessoa pode ter. Isso porque ela afeta diversos órgãos do corpo de forma severa, além de deixar a pessoa mais fraca.

Quem tem câncer tem direito aos seguintes benefícios previdenciários:

-> Aposentadoria por invalidez;

-> Auxílio-doença;

-> Auxílio-acidente.

Um ponto importante é que quem sofre de câncer tem isenção de carência nos benefícios acima. Sendo assim, não é necessário cumprir o tempo mínimo que é estipulado em Lei. 

E por que isso é possível? Porque o câncer é considerado uma doença grave e pode ter essa exceção. 

Como funciona cada benefício previdenciário para quem tem câncer?

Se você quer entender melhor como funciona cada benefício previdenciário para quem tem câncer. Confira abaixo os auxílios de forma detalhada.

Aposentadoria por invalidez

Quem solicita a aposentadoria por invalidez precisa passar por uma perícia médica no INSS. Isso é necessário para que o perito ateste a sua incapacidade total ou permanente para exercer o seu trabalho.

Mas o que isso significa? Que a doença impossibilita você de trabalhar até mesmo em outras profissões. Mas caso o perito perceba que você pode trabalhar em outras áreas da empresa, a aposentadoria por invalidez não é aceita.

Porém, se o câncer não te impossibilita de realizar qualquer atividade, o benefício deverá ser concedido pelo INSS. E isso acontece principalmente para quem já está com o câncer em estágio mais avançado, onde a pessoa pode estar acamada ou possui dificuldades em exercer as atividades cotidianas.

Auxílio-doença

O auxílio-doença também é conhecido como Auxílio por Incapacidade Temporária. Como o próprio já diz, esse benefício previdenciário acontece quando a pessoa fica incapacitada para exercer o trabalho de forma total e temporária.

O tratamento de câncer costuma ser pesado, deixando a imunidade do paciente mais baixa, fazendo com que ele fique incapacitado de exercer a atividade total de forma temporária. 

E assim como a aposentadoria por invalidez, é necessário passar por uma perícia médica. Ao marcar, lembre-se de levar todos os laudos e exames que você já realizou em relação a doença

Caso o perito avalie que você está incapacitado para o trabalho, o INSS concederá o Auxílio-Doença. Além disso, é preciso que você tenha qualidade de segurado na hora do requerimento do benefício.

Auxílio-acidente

Esse benefício é oferecido aos segurados que possuem uma redução na capacidade laboral por conta da doença. Mas para isso, é preciso que você tenha sequelas que irão te afetar pelo resto da vida.

Sendo assim, é para os pacientes que tiveram a capacidade de trabalho diminuída, mas ainda assim conseguem trabalhar. E o pagamento é realizado justamente por conta dessa redução de capacidade.

fachada do inss
Os benefícios previdenciários é um direito dos pacientes com câncer

Um exemplo comum de Auxílio-Acidente para as pessoas com câncer é o caso da pessoa que realiza a mastectomia (remoção de uma ou ambas as mamas). Esse procedimento pode causar uma limitação de movimentos nas seguradas de modo que possa reduzir sua capacidade para o trabalho.

Benefícios previdenciários: auxílio acidente x demais auxílios

Muita gente confunde o auxílio acidente com o auxílio doença, mas eles não são semelhantes. Pelo contrário, o auxílio acidente pode contrapor os outros dois citados acima.

Diferentemente dos demais, o auxílio acidente tem a sua natureza indenizatória e é pago normalmente junto com o salário. E mais, mesmo que a pessoa saia do emprego, ela continua recebendo o auxílio acidente, por conta das sequelas que reduziram a capacidade até o término da sua vida.

Geralmente, o trabalhador somente perde o auxílio acidente caso venha a falecer ou conquiste a sua aposentadoria. 

No caso dos demais, tanto auxílio doença quanto a aposentadoria por invalidez, caso voltem a trabalhar, o benefício é cessado.

Nunca contribui com o INSS, tenho direito aos benefícios previdenciários?

Sim! Mesmo que você nunca tenha contribuído, ainda sim terá direito, mas não a esses mesmos benefícios previdenciários acima.

Neste caso, você terá direito ao Benefício de Prestação Continuada (BPC). Já ouviu falar?

O BPC geralmente é destinado aos mais idosos, acima de 65 anos, ou até mesmo defcientes de qualquer idade, que comprovem não conseguir mais se sustentar ou tampouco serem sustentados por suas famílias.

Este benefício também é esticado para os indivíduos com câncer, pois eles conseguem ser enquadrados como pessoas com deficiência. Entretanto, precisam comprovar um impedimento a longo prazo, seja ele de qualquer natureza.

Também é necessário que essa deficiência, no caso o câncer, o impede de participar de maneira plena e efetiva da sociedade em condições iguais dos demais indivíduos. 

Mas, e como solicitar? O processo também é feito pelo INSS e o vai ser um profissional de perícia médica o responsável por comprovar essas informações. Além disso, você precisa ser de baixa renda, já que deve ser comprovada incapacidade financeira para se sustentar ou ser sustentado por familiares.

Este conteúdo te ajudou? Então complemente a sua leitura e confira no nosso site se é possível receber duas aposentadorias ao mesmo tempo e como isso funciona.

Leia mais no FinanceOne:

+ STF aprova licença-paternidade de 180 dias para pai solo. Entenda!
+ Gratuidade de justiça para MEI e EI: confira como funciona
+ Veja como fazer um pedido de demissão com 5 dicas

Confira aqui quais são as coberturas do seguro residencial e como funcionam

0
Casal com uma criança no colo olhando um imóvel

Você deseja ter um seguro residencial mas tem dúvidas sobre o assunto? Isso é comum, porque são diversos fatores que você precisa analisar e saber antes de contratar esse tipo de garantia.

O seguro residencial é uma forma de você proteger a si mesmo, a sua família e a sua casa. Isso porque imprevistos podem acontecer a qualquer momento e ter um suporte nesses momentos é essencial.

Vale ressaltar que cada empresa de seguro residencial oferece um tipo de cobertura para que você possa escolher. Além disso, é preciso que você saiba quais são as suas necessidades em relação a esse seguro para que a opção escolhida seja a correta.

Algumas das coberturas que esses tipos de seguros oferecem são para danos elétricos, furtos, incêndios e chuvas fortes. Nessas situações, o proprietário do imóvel pode solicitar a ajuda do seguro residencial.

Saiba como funciona o seguro residencial

Muitos seguros costumam ser personalizáveis e podem ser adaptados de acordo com as suas necessidades. E por conta disso, existe a “cobertura básica” que tem o mínimo de serviços para a contratação do seguro residencial.

Esse tipo de cobertura já conta com danos por incêndio, explosão, fumaça e quedas de aeronaves. 

E a partir da cobertura básica, você consegue personalizar o seu seguro junto à empresa contratada. Lembre-se de levar em consideração o seu imóvel e a região que ele está localizado, assim você consegue encontrar o seguro ideal para você

Algumas das opções que as seguradoras costumam oferecer para os clientes são:

  • roubo e furto de bens;
  • danos elétricos;
  • prejuízos causados a terceiros;
  • vazamento de tubulações;
  • negócios em casa.

Uma informação muito importante é que o valor do seguro varia de acordo com o tipo de cobertura e serviços contratados. Além disso, a localização e a quantidade de bens também costumam influenciar no valor do seguro.

Além dos valores, o que pode variar são os serviços e as coberturas incluídas, o valor do imóvel, quantidade de bens que os moradores possuem e também a região onde a residência está localizada.

+ Imposto de Renda 2022: confira como declarar imóvel

+ Onde é mais barato e mais caro comprar imóvel no Brasil?

Governo lança novas regras para baratear o seguro residencial

No ano passado, o Governo Federal lançou novas regras para tentar baratear o seguro de automóveis e residenciais. As medidas começaram a valer a partir do dia 1º de março.

As seguradoras agora passam a ter total liberdade para ofertar combos aos consumidores. Isto é, pacotes de serviços com a combinação de vários tipos de cobertura em uma mesma apólice.

Casal recebendo chave de imóvel e dando entrada no seguro residencial
O seguro residencial pode ser ideal para quando acontecem imprevistos

Antigamente isso não era possível, já que todos os produtos precisavam de aprovação prévia da Superintendência de Seguros Privados (Susep).

Entretanto, o governo optou por liberar o mercado de seguros de danos, destinados a proteger o patrimônio das pessoas e das empresas, tais como: os de vida, residencial e de automóveis.

A Susep trabalha com a estimativa de, já no segundo trimestre, aparecer produtos com cara nova no setor. Com as mudanças, será possível fazer um seguro residencial para proteger a casa só quando o morador estiver fora, no trabalho ou em viagens, um sistema de liga-desliga.

Quais as vantagens de contratar um seguro residencial?

Certamente você já sabe que há uma grande importância na contratação da modalidade de seguro residencial. Por isso, o FinanceOne separou alguns benefícios para comprovar essa decisão

  • Custo-benefício;
  • Proteção em caso de imprevistos;
  • Praticidade na contratação;
  • Personalização;

Quando acionar o seguro?

Essa resposta vai depender do tipo de cobertura contratada e da sua eventual necessidade. Mas, de qualquer forma, seja como for, avalie sempre a situação e leia o contrato por completo.

Além disso, no documento você de forma precisa quais são as situações que permitem o acionamento do seguro e a respectiva indenização.

Confira algumas situações possíveis: eletrodomésticos queimados, incêndios ou pequenas explosões, vendavais, queda de granizo, danos causados a terceiros, quebra de vidros e roubo ou furto de bens, desde que as respectivas coberturas desses danos forem contratadas.

É possível comprar um imóvel sem entrada? Confira!

Todo brasileiro sonha com a casa própria, porém um grande impasse para a realização desse sonho é o dinheiro da entrada do imóvel.

E na hora de pesquisar pelo imóvel surge a dúvida: “é possível comprar um imóvel sem entrada?”. A resposta é sim. Quer saber como?

A opção de conseguir comprar um imóvel sem entrada é para quem não tem o valor da entrada da casa e/ou apartamento. Mas, para isso, é necessário financiar o valor total das parcelas. Esses valores variam de acordo com a renda mensal familiar. Veja mais aqui como conseguir financiar o imóvel sem entrada.

Este conteúdo te ajudou? Então compartilhe com alguém que precisa saber. Se quiser complementar a sua leitura, confira 5 motivos para fazer um seguro residencial.

*Colaboração: Camila Miranda

Veja como fazer um pedido de demissão com 5 dicas

0
Dois homens de terno apertam as mãos

Se você pensa em mudar de empresa, já pensou em como vai fazer o seu pedido de demissão? Essa é uma situação delicada e que precisa ser bem feita para que se mantenha uma boa relação com o empregador. 

Talvez você já tenha ouvido falar de pessoas que saíram de seus empregos de forma brusca, tensa etc. E, sim, muitos que trabalham em condições precárias até sonham com o famoso “pé na bunda” do patrão. 

Mas, acredite, por mais desafiador que seu trabalho tenha sido e por mais ansioso que você esteja para partir para outra oportunidade, vale a pena pedir demissão de forma amigável. 

Assim, você mantém um networking com seus colegas e empregadores, tem mais chances de conseguir novas oportunidades futuras com ele, além de evitar comentários negativos no meio e ficar com uma má reputação, até com outros empregadores. 

Como fazer um pedido de demissão? Confira 5 dicas!

A seguir, confira algumas dicas de como fazer um pedido de demissão profissional. Mas antes de fazer isso, tenha certeza da decisão que está tomando e consciência de que não terá os mesmos direitos trabalhistas de quem é demitido sem justa causa.

1 Tome uma decisão consciente

Se você estiver muito ansioso para deixar o emprego atual, tenha cuidado com reações impensadas. Fazer um pedido de demissão é algo que deve ser feito com cautela e não impulsivamente.

2 Converse amigavelmente

Mesmo que a motivação para fazer o pedido de demissão seja um acontecimento desagradável, a educação nunca é dispensável. Iniciar e terminar a conversa de forma amigável será melhor para ambos os lados, mas principalmente para quem sai.

3 Não minta no seu pedido demissão

Você não precisa enrolar, nem bolar um milhão de justificativas falaciosas para fazer um pedido de demissão. Seja direto e transparente com seu empregador, na medida do possível. 

Até mesmo se o pedido de demissão foi motivado por um problema interno da empresa, essa é a oportunidade perfeita para dar um feedback. Apenas faça isso com educação.

Pessoa guardando seus pertences do trabalho após pedido de demissão
Pedido de demissão pode ser realizado de forma amigável

4 Prepare-se para uma contraproposta

Não subestime o quão valioso você é para a sua empresa. Se é você que está prestes a fazer um pedido de demissão e não o contrário, significa que existe a possibilidade de uma contraproposta surgir. 

É interessante pensar sobre isso antes de ir fazer o comunicado. Assim, você já terá estabelecido quais são as propostas aceitáveis ou não. 

Se mesmo assim não souber na hora se deve aceitar a oferta ou não, peça uns dias. Só não tome decisões precipitadas.

5 Informe o tempo que permanecerá na empresa

Logicamente, faça isso respeitando o aviso prévio ou qualquer acordo que tenha sido estabelecido. De preferência, não avise sobre seu pedido de demissão às vésperas do último dia no trabalho. 

Lembre-se que pedir demissão e não cumprir o aviso prévio dá ao empregador o direito de descontar os valores correspondentes ao período. 

Mesmo que esteja disposto a arcar com esse prejuízo, é melhor não fazer nada de forma repentina. Assim, você tem mais chances de manter uma boa relação com aquela empresa. 

Se por causa de uma oportunidade imperdível você precisa sair sem aviso prévio, a melhor saída é ter uma conversa transparente com o empregador.

+ Pedi demissão: tenho direito de sacar o FGTS? Veja se é possível

Como fazer o pedido de demissão no RH?

Uma vez que você fez o comunicado e seguiu as dicas, é hora de efetivamente fazer o pedido de demissão no setor de Recursos Humanos. Ou seja, formalizar todo o processo. 

Não tem nenhum bicho de sete cabeças, basta comparecer a esse setor da sua empresa e realizar o comunicado. O profissional da área dará prosseguimento ao seu desligamento. 

Você precisará escrever uma carta de demissão, mas não se preocupe, o pessoal do RH o orientará sobre como fazer esse documento. Apenas atente-se ao fato de que esta carta deve conter:

  • Dados da empresa (nome, local)
  • Nome e assinatura do funcionário que está pedindo demissão
  • Nome do seu ex-gestor ou do responsável pelo RH
  • Cargo que você ocupava
  • Indicação se o aviso prévio será cumprido ou não
  • Data do pedido de demissão

Importante: converse com a sua gestão, ou seja, o seu chefe direto primeiro. Depois que ele já tiver sido comunicado, formalize o pedido no RH. 

O conteúdo ajudou? Desejamos boa sorte na sua nova jornada! Se ficou com alguma dúvida, deixe aqui nos comentários! Leia também: Entenda quais são os 5 tipos de demissão e suas diferenças!

Gratuidade de justiça para MEI e EI: confira como funciona

0
casal analisando papelada de empresa

No final de abril, a Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que a gratuidade de justiça para MEI e EI exige apenas declaração de falta de recursos. Mas você, pequeno empreendedor, entendeu o que isso significa e como ser beneficiado?

FinanceOne explica!

Antes de começarmos é importante entender que a justiça gratuita (ou gratuidade de justiça, como também é chamada) é um benefício já previsto tanto para pessoas físicas quanto para pessoas jurídicas. 

Por meio desse benefício, em um processo judicial, o requerente pode ser isentado do pagamento de custas judiciais, despesas com publicação na imprensa oficial, honorários do advogado e do perito etc.

Porém, digamos que, para empresas, é um pouco mais difícil conseguir esse benefício. 

A diferença é que para a pessoa física (natural), basta informar a sua condição de pobreza e ela será presumida pelo Poder Judiciário, até que se prove o contrário. Em cada caso, o juiz analisará a situação da pessoa e concederá ou não a gratuidade.

Já para a pessoa jurídica a condição de pobreza não é presumida. Ou seja, uma empresa precisa, antes, comprovar a falta de condição para arcar com o processo judicial, por meio de documentos. Demonstrada a impossibilidade financeira, cabe ao juiz deferir o benefício ou não. 

O que mudou com a decisão do STJ sobre gratuidade de justiça para MEI e EI?

Diferentemente de uma empresa de grande porte, o Microempreendedor Individual (MEI) e o Empresário Individual (EI) são pessoas jurídicas, porém menores. 

Por isso, o STJ entendeu que o benefício de justiça gratuita para esses tipos de empresa não deve ser concedido da mesma forma que nos demais casos de pessoa jurídica. 

Aconteceu o seguinte: em um processo judicial envolvendo uma transportadora e dois empresários individuais, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) concedeu gratuidade a esses dois empresários, os autores da ação. 

A transportadora, que era ré na ação de cobrança, impugnou, ou seja, contestou, essa concessão. Ela alegou que os dois pequenos empreendedores, por serem pessoas jurídicas, não tinham direito à presunção da condição de pobreza e teriam que comprovar com mais evidências. 

Mulher segurando um papel em frente a um computador
Após decisão do STL, gratuidade de justiça para MEI e EI requer apenas declaração de insuficiência financeira

Diante do caso, a Quarta Turma do STJ decidiu que, neste caso, a declaração de insuficiência financeira bastava, assim como bastaria para uma pessoa natural. 

O colegiado considerou, por unanimidade, que a caracterização do MEI e do EI como pessoas jurídicas deve ser relativizada. Primeiro porque não constam no rol do artigo 44 do Código Civil – que define quem são as pessoas jurídicas de direito privado.

Além disso, como defendeu a corte paulista, a empresa individual e a pessoa física se confundem nesse tipo de situação em que trata-se de um empreendedor ou empresário individual. 

O relator do caso, o ministro Marco Buzzi, inclusive explicou que o MEI e o EI são pessoas físicas que exercem atividade empresarial em nome próprio. Eles respondem com seu patrimônio pessoal pelos riscos do negócio.

Por isso, “não há distinção entre a pessoa natural e a personalidade da empresa – criada apenas para fins específicos, como tributários e previdenciários”.

Ainda fica reservada à parte contrária do processo a possibilidade de impugnar o deferimento desse benefício, como fez a transportadora. Mas agora, MEI e EI têm acesso à gratuidade de modo mais fácil que antes.

Como funciona a Justiça gratuita? Como pedir esse benefício?

A gratuidade de justiça existe para MEI, EI e também para pessoas jurídicas de qualquer tipo. E, é claro, também para pessoas naturais, como já explicado no início do artigo.

Para ter direito a esse benefício, é necessário ser financeiramente vulnerável. Ou seja, não ter condições de arcar com os custos do processo sem comprometer o próprio sustento. 

A verdade é que nenhuma legislação estabelece um valor exato de qual deve ser a renda para obter a gratuidade de justiça na maioria dos casos. Portanto, cabe ao juiz analisar o caso individualmente e conceder ou não o benefício.

A exceção acontece nos processos da Justiça Trabalhista. Nestes casos, para obter a gratuidade é necessário que a renda mensal seja igual ou menor que 40% do teto de benefícios do INSS. 

Em 2022, o teto do INSS é de R$7.087,22. Portanto, para conseguir a gratuidade este ano, uma pessoa que move processo trabalhista deveria ter renda mensal de até R$2.834,88. Essa renda deve ser comprovada com documentos. 

A gratuidade pode ser solicitada em qualquer momento do processo: na petição inicial, na contestação, na petição para ingresso de terceiro no processo ou em recurso. 

É possível solicitá-la mesmo tendo a assistência de um advogado particular, assim como de advogado dativo ou da Defensoria Pública.

Quem mente sobre a própria condição financeira para conseguir a gratuidade pode ter que pagar multa. O valor pode chegar a ser dez vezes maior que as custas judiciais do processo. Ela prescreve em cinco anos.

Este artigo não substitui a assistência jurídica especializada.

O conteúdo ajudou? Então compartilhe e deixe sua dúvida sobre gratuidade de justiça para MEI e EI nos comentários! Leia também:

Independência financeira: quais os melhores investimentos para montar a sua

0
mulher segurando notas de dinheiro

Quem não sonha em ter uma independência financeira? Apesar de parecer algo impossível, com os investimentos certos esse sonho pode ficar mais fácil de ser realizado. Mas se você está pensando em colocar o seu dinheiro na poupança, não faça isso.

Apesar da poupança ser a queridinha dos brasileiros, essa não é uma opção rentável. Além disso, outra aplicação é o CDB, que também rende menos que 100% do CDI ou Fundos DI e, conta com elevadas taxas de administração.

E mesmo sabendo disso, os brasileiros seguem investindo nessas áreas por diversos motivos, como ter um perfil conservador, por não saber aplicar ou até mesmo pela falta de acesso à educação financeira.

Mas existem opções melhores que a poupança e o CDB para você investir e ganhar a sua independência financeira. E, para isso, é preciso pesquisar e avaliar as alternativas que melhor combinam com o seu perfil de investidor.

Além disso, também é preciso levar em consideração a inflação que tem sofrido aumentos constantemente, o que pode acabar fazendo o seu patrimônio ruir. Vale lembrar que os economistas, frequentemente, fazem novas projeções.

Para conquistar a independência financeira você precisa se arriscar nos investimentos

Com a atual situação econômica do país, muitos querem investir mas ainda possuem medo de perder o seu dinheiro. Isso é super comum, mas para quem quer de fato ter um retorno rentável é preciso apostar em investimentos com um pouco mais de risco.

O ideal mesmo é que você encontre aplicações que tenham rendimentos mensalmente ou semestralmente. E se você acha que não é possível encontrar esse tipo de investimento está muito enganado.

O FinanceOne separou algumas opções de investimentos para te ajudar a conquistar a independência financeira. Confira quais são!

Empresas que estão bem consolidadas no mercado

Pode parecer loucura e até mesmo arriscado comprar ações de empresas, mas a dica aqui é você procurar por aquelas que já estão consolidadas no mercado.

É possível encontrar marcas que realizaram investimentos ao longo dos anos e agora estão distribuindo os lucros em formas de dividendos. Um exemplo é a mineradora Vale, que é bastante conhecida.

mulher mexendo em um celular e em moedas que estão empilhadas em uma mesa
É possível conquistar a independência financeira investindo em ações

Mas vale ressaltar ainda que mesmo que as empresas sejam conhecidas, você ainda pode correr riscos. Isso porque se acontecer algum imprevisto, a empresa pode parar de distribuir os dividendos.

Por isso, é muito importante que você mantenha a sua carteira de investimentos sempre diversificada. 

Imóveis

Outra opção são os imóveis, que costumam ajudar os brasileiros que precisam conquistar de vez uma independência financeira e ter uma vida mais folgada quando o assunto é finanças.

E, neste setor, do mercado imobiliário, ainda tem muita gente que não conhece ou não sabe das vantagens de investir em imóveis para conseguir ter um rendimento ainda melhor.

Além disso, há diversas opções de fundos imobiliários, podendo o investidor escolher desde shoppings centers a prédios comerciais ou apartamentos. É possível ganhar com aluguel, venda ou até empréstimo.

Em todo este processo, procure sempre a ajuda de um especialista no início. É muito importante saber fazer a melhor escolha e ter a certeza do tipo de imóvel que estará escolhendo para investir.

Investimentos em renda fixa

Os investimentos em renda fixa são uma ótima opção para quem está em busca da independência financeira. Isso porque a rentabilidade deste tipo de aplicação acontece por meio de juros compostos.

Sendo assim, todo mês o dinheiro rende um percentual em cima do valor investido somado à rentabilidade que já foi acumulada. Porém, você só terá acesso ao dinheiro na data do vencimento do título.

Vale ressaltar que esse tipo de investimento proporciona uma maior segurança para os investidores. Já que ao aplicar o dinheiro, você já sabe qual será a taxa de rendimento, possibilitando que você saiba o valor que terá no final, quando puder resgatar o valor.

Independência financeira: quanto é necessário ter para viver de renda?

Muita gente deseja conquistar a independência financeira, mas não tem a mínima noção do quanto precisa ou necessita para viver de renda. O que seria o ideal para você, ter R$3 mil, R$5 mil, R$10 mil ou mais?

Esta resposta é bastante variável e vai depender caso a caso, de acordo com o seu perfil de investidor e social.

O primeiro ponto a ser levado em consideração é a sua realidade. Como você vive e quais são os seus principais gastos. O seu custo de vida é alto? O custo de vida no local onde você mora é alto?

Embora você ache que precisa de menos, às vezes será preciso mais, ou vice-versa, às vezes acha que precisa de mais renda, mas conseguiria se manter com bem menos. 

A partir disso, você terá uma noção melhor do quanto precisa ter investido e em quais tipos de investimentos, sejam conservadores ou não, de baixo risco ou não, e pelo tipo de rentabilidade: média, alta ou baixa.

Gostou deste conteúdo? Então continue lendo e veja se dinheiro é realmente o principal item para se ter uma independência financeira.

Leia também no FinanceOne:

+ Cartão Trigg Visa Batman: veja como solicitar o seu

+ Valuation: entenda o que é e como calcular

+ Confira quais documentos são necessários para abrir conta no banco

*Colaboração: Juliana Favorito

STF aprova licença-paternidade de 180 dias para pai solo. Entenda!

0
Homem sentado usando uma calculadora

Nesta quinta-feira, 12 de maio, uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) poderá impactar a licença-paternidade de algumas famílias. Acontece que a corte concedeu o benefício de forma estendida para um pai solo. 

O que aconteceu foi que o STF estendeu a licença-maternidade de 180 dias para pais solteiros servidores públicos federais.

A decisão foi tomada no caso de um servidor, pai solteiro de gêmeos. Os bebês são fruto de uma fertilização artificial e de uma barriga de aluguel realizada nos Estados Unidos.

A extensão do benefício foi sentenciada pela Justiça Federal. Mas o caso chegou ao STF após o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), órgão onde o pai trabalha, recorrer. 

Embora o julgamento seja de um caso específico, isso poderá impactar outros processos semelhantes que correm na Justiça e outros que venham a ser iniciados. 

Quer entender melhor? Então continue lendo o artigo!

+ Servidor público pode contribuir para o INSS? Entenda!

Servidores terão licença-paternidade de 180 dias?

A licença-paternidade dos servidores públicos, por lei, tem duração de cinco dias. Porém, esse é o benefício previsto para casos em que o pai e a mãe cuidam dos filhos. 

Por cuidar sozinho dos filhos, o servidor do caso em questão solicitou a equiparação com a licença-maternidade. E conseguiu, por determinação do STF. 

Embora a decisão da Corte tenha valor apenas para o caso julgado, o entendimento definido sobre a questão deverá ser seguido em todos os processos semelhantes.

As mulheres servidores públicas já possuem direito à licença de seis meses. Inclusive, essa foi uma das justificativas para a equiparação. 

O relator, ministro Alexandre de Moraes entendeu ser inconstitucional não estender a licença ao genitor monoparental. Afinal, a Constituição confere proteção integral à criança e garante isonomia de direitos entre homem e mulher.

O voto do relator prevaleceu e foi seguido pelos ministros André Mendonça, Nunes Marques, Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Dias Toffoli, Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes e o presidente, Luiz Fux.

A questão aqui não se coloca na centralidade do pai, mas sim na centralidade da vida que brota deste gesto de amor. O benefício em questão busca possibilitar a construção de um ambiente familiar apto ao desenvolvimento sadio da criança. Isso é lei.

Ministro Edson Fachin, em seu voto

+ Salário maternidade: veja como funciona e quem pode receber

Pai e filha se abraçam
Licença-paternidade para servidor público federal pai solo pode durar 6 meses

Como funciona os 5 dias de licença para quem não é pai solo?

Embora o entendimento do STF deva servir de modelo para outros casos de famílias monoparentais, continua valendo a regra atual de licença-paternidade para pais casados que são servidores federais.

A licença é de cinco dias, concedida ao servidor em decorrência de nascimento ou adoção de um filho. Mas pode haver prorrogação por mais 15 dias.

Para isso, o servidor precisa requerer o benefício no prazo de dois dias úteis após o nascimento ou a adoção. Ela começará a contar no dia subsequente ao término dos cinco dias, ou seja, a partir do sexto dia, totalizando 20 dias de licença.

Durante a prorrogação, o pai não pode exercer qualquer atividade remunerada.

Nos casos de adoção por casal homoafetivo, em que ambos sejam servidores públicos federais, a licença é concedida somente a um deles.

Gostou do conteúdo? Então compartilhe com outros amigos e deixe um comentário! Leia também:

Entenda como calcular o valor do seguro de vida

0
casal de idosos fazendo contas

Se você chegou neste artigo é porque já sabe da importância de ter um seguro de vida e quer contratar o seu, certo? Porém, no mercado existem os valores mais variados, o que costuma confundir muitas pessoas. Por isso é importante saber como calcular valor seguro vida.

Entender como é calculado o valor do seguro de vida é fundamental para que você não contrate coberturas que podem ser consideradas desnecessárias. O que permite economizar na mensalidade.

Vale ressaltar que o seguro de vida é uma forma de garantir a situação financeira da sua família. E para descobrir qual é o seguro ideal para você, a dica é sempre fazer uma pesquisa dos principais que existem no mercado.

Primeiramente, o que é seguro de vida?

O seguro de vida nada mais é do que um dos vários tipos de seguros que existem no mercado. Ele é uma proteção contra eventos que podem acontecer com você ou com outra pessoa que está sendo coberta. Caso ocorra, é pago um valor de indenização.

No seguro de vida, quem contrata escolhe quem serão as pessoas a receber o valor da cobertura em caso da sua morte. Eles são chamados de beneficiários.

Além disso, o seguro de vida também costuma abranger acidentes e possíveis transtornos com o cliente. Por isso é importante ficar atento às condições contratuais.

O que o seguro de vida pode cobrir?

Além da morte do beneficiário ou dependente, o seguro de vida também pode incluir em sua cobertura:

  • Invalidez acidental permanente, total ou parcial;
  • Assistência funeral;
  • Despesas médico-hospitalares;
  • Diárias por internação hospitalar ou incapacidade temporária;
  • Doenças graves;
  • Entre outros casos.

Entretanto, essas opções podem variar de acordo com a seguradora que oferece o produto contratado. Em alguns casos, somente o falecimento pode ser motivo de indenização, pois é a cobertura básica e principal de um seguro de vida.

Como funciona o seguro de vida?

Primeiramente, você precisa entender que no seguro de vida existe: o titular, dependentes e seus beneficiários. Mas, quem são esses?

Titular -> é quem contrata o seguro, que pode ser referente à vida ou saúde. O titular pode ser a única pessoa no seguro, sendo ele um seguro individual, ou escolher entre mais pessoas, por exemplo, sua família.

casal analisando papelada de empresa
A idade pode influenciar no cálculo do seguro de vida

Dependentes -> são todas as pessoas escolhidas pelo titular para fazer parte do plano.

Beneficiários -> são as pessoas escolhidas pelo beneficiário para receber o valor do seguro caso ocorra o seu falecimento ou qualquer uma das causas mencionadas em contrato. Caso não seja informado nenhum beneficiário, receberá o valor aquele considerado herdeiro legal perante a lei.

Veja como funciona o seguro de vida:

1º passo: o titular realiza uma pesquisa para saber preço e calcula o valor do seguro de vida.

2° passo: o titular realiza a contratação e concorda com todos os termos do contrato imposto pela seguradora. Em seguida, recebe a apólice do seguro.

3° passo: agora, basta quitar o valor do seguro de vida.

O valor do seguro de vida pode ser mensal ou anual, de acordo com o que foi contratado e acordado com a instituição.

Como calcular o valor do seguro de vida?

Existem diversos fatores que podem contribuir no cálculo do seguro de vida e, é por esse motivo que não existe uma tabela fixa de valores. Vale lembrar que o ideal é que esse seguro caiba no seu bolso.

E quais são os fatores que são levados em consideração na hora de calcular o valor do seguro de vida? Veja a lista abaixo!

Idade: muitas empresas de seguro levam em consideração a idade do contratante, quanto mais jovem você é, menos problemas de saúde terá. Quanto mais velho, mais problemas de saúde. Por isso, os valores costumam ser mais altos para quem tem mais idade;

Saúde: como você já viu acima, o seu histórico de saúde também é levado em consideração, se você tem alguma doença ou fuma, isso poderá encarecer o seu seguro de vida. Para quem tem hábitos saudáveis, o valor fica mais em conta;

Prazo: o tempo de cobertura também é outro fator que acaba deixando o seu seguro mais caro. Para se ter uma ideia, quem contrata uma cobertura de 30 anos, pode pagar 23% a mais do que quem contrata por 20 anos;

Valor da cobertura: quer deixar a sua família segura em caso de morte e por isso deseja indenização alta? Os valores das mensalidades do seguro também vão ficar mais caros.

Sabendo disso, você consegue se programar financeiramente para pagar o seguro de vida. Além disso, é possível entender o que vai deixar a mensalidade do seu seguro mais cara ou mais barata.

Gostou do conteúdo? Você também pode continuar a leitura em 5 motivos para fazer um seguro de vida.

Leia também no FinanceOne:

+ Confira quais documentos são necessários para abrir conta no banco

+ Nubank e Duolingo fazem parceria e clientes terão benefícios

+ Bandeira verde até o final do ano deixará a conta de luz mais barata? Entenda!

Cartão Trigg Visa Batman: veja como solicitar o seu

0
pessoa retirando o cartão de crédito da carteira

Quem é fã de Batman pode ficar bem feliz com a notícia que viemos dar hoje. Já imaginou ter o cartão Trigg Visa Batman? É isso mesmo, agora é possível ter o Bruce Wayne estampado no seu cartão.

E é claro que esse não é o único benefício do cartão Trigg Visa Batman, ele conta com diversas outras vantagens para o cliente. Uma delas é que você passa a ter direito a descontos e ofertas exclusivas nos sites de parceiros.

Além disso, esse não é o primeiro cartão que a Trigg oferece com estampas de super-herói. O banco também possui as opções da Mulher-Maravilha e Super-Homem, além dos vilões Coringa e Arlequina. 

Quem é fã de Friends e do Scooby-Doo também pode ter os cartões personalizados com a série e o desenho, respectivamente.

+ Ingressos The Batman: saiba onde comprar e quanto custa

Mas voltando ao cartão Trigg Visa Batman, se você tem interesse nele e quer saber como solicitar o seu, taxas e benefícios, continue lendo este artigo.

Quais são as taxas do cartão Trigg Visa Batman?

Saber as taxas do cartão Trigg Visa Batman é fundamental para que você saiba quanto precisará pagar de anuidade e juros, caso não pague a fatura em dia. Veja abaixo a lista das principais taxas que você precisará pagar.

Anuidade: R$12,50 por mês;

Saque nacional: R$15 para cada transação;

Saque internacional: R$20 para cada transação;

Pagamento de conta usando o cartão: R$4,90 por conta;

Emissão de 2ª via de cartão: R$30 para cada pedido.

Quais os benefícios do cartão Trigg Visa Batman?

Agora que você já sabe quais são as taxas do cartão Trigg Visa Batman, chegou o momento de conhecer as vantagens que ele oferece aos clientes. Preparamos uma lista recheada para você. Confira!

  • Cashback: você pode ganhar até 1,3% nas compras com o cartão de crédito;
  • Cash protegido: seguro para o seu cartão, sua fatura e você ainda concorre mensalmente a R$5.000,00;
  • Para quem tem pet: assistência 24 horas para cães e gatos direto no aplicativo;
  • Dinheiro extra: saque planejado que pode ser pago parcelado na fatura do cartão;
  • Band Trigg: para vestir o cartão de crédito, a pulseira de pagamento;
  • Tecnologia NFC: pague aproximando o cartão ou a pulseira da maquininha;
  • Samsung Pay: pague com seu celular Samsung usando a Trigg.

Como solicitar o cartão Trigg Visa Batman?

Ficou interessado e deseja pedir o seu cartão da Trigg personalizado com estampa do Batman? Saiba que o processo é bem fácil.

Basta acessar o site da Trigg e clicar em “Pedir cartão”.

Feito isso, preencha o formulário com todas as informações solicitadas pela instituição. Neste momento, você estará fazendo um ‘pré-cadastro’ enviando informações pessoais para uma análise.

Em seguida, será encaminhado para o aplicativo, onde vai finalizar a solicitação. O app da Trigg está disponível para usuários de Android e iOS.

Pessoas fazendo compras com cartão de crédito
Com o cartão Trigg Visa Batman você pode ganhar cashback nas compras

Enviadas todas as informações, o banco realizará uma análise de crédito. Se aprovado, o cartão será enviado para o endereço cadastrado e você poderá desfrutar de todos os benefícios que o cartão Trigg Visa Batman possui.

Como funciona o cashback do cartão Trigg?

Atualmente, tem um critério que tem chamado bastante a atenção dos clientes quando o assunto é solicitar um novo cartão de crédito: ele tem cashback?

A proposta que começou com apenas algumas empresas foi se popularizando e agora praticamente todas as instituições já estão oferecendo. E, por isso, muita gente gosta de saber como funciona para analisar se é vantajoso.

O cashback nada mais é do que, no literal, “receber um dinheiro de volta”. Mas que dinheiro seria esse? Uma porcentagem do valor da sua compra.

Entretanto, é importante saber que cada banco possui as suas regras específicas. No caso do Trigg, os clientes podem receber de volta entre 0,25% e 1,30% do valor gasto na fatura do mês.

Mas como funciona e qual o critério para saber a porcentagem a receber o dinheiro de volta? Na prática, quanto maior o valor gasto, maior será o percentual de cashback.

Veja uma simulação da porcentagem de acordo com informações no site da Trigg:

  • gastos até R$2.999 recebem cashback de 0,25%. Ou seja, até R$2,50 por mês;
  • despesas entre R$3.000 e R$3.999 recebem 0,50%: até R$19,50 por mês;
  • quem gasta acima de R$4.000 a R$4.999 tem direito a receber cashback de 0,75%. Ou seja, até R$36,75 por mês;
  • acima de R$5.000 a R$6.999 rendem cashback de 1%, até R$69, por mês;
  • gastos acima ou mais de R$7.000 recebe cashback de 1,3% da fatura: R$325 por mês ou mais.

Gostou da novidade? Então compartilhe o conteúdo com um amigo seu! E continue a sua leitura vendo quais são as melhores opções de cartões de crédito com aprovação imediata em 2022.

Leia mais no FinanceOne:

+ Cartão Top: como fazer o agendamento online? Confira!

+ Nubank Cripto: banco lança serviço de compra e venda de criptomoedas. Confira!

+ Franquia Carlinhos Maia: conheça a B-Burgers, quanto custa e se vale a pena

Saiba se vale a pena investir todo o dinheiro em Bitcoin

0
Mulher de óculos segura uma moeda dourada com o símbolo do Bitcoin em frente ao rosto

O bictoin é o ativo que mais se valorizou no primeiro semestre de 2021, de acordo com o buscador de investimentos Yubb, que considera as aplicações mais populares entre brasileiros, ou seja, investir em Bitcoin foi uma boa aposta no ano passado;

Com isso, todo o mercado de criptomoedas retomou um marco que não era visto desde meados de abril: US$2 trilhões em valor de mercado total, conforme apontam dados do CoinMarketCap.

A criptomoeda acumulou alta de 19,65% no período, sendo o único ativo do levantamento a superar o IGP-M (Índice Geral de Preços ao Mercado, usado no reajuste dos aluguéis), que sobe 15,08% neste ano.

A disparada de 103% do bitcoin nos três primeiros meses do ano, com a entrada de investidores institucionais, superou a queda de 41,3% no segundo trimestre, com diversas pressões regulatórias sobre o setor.

+ Confira o que a recuperação do Bitcoin representa para o mercado

Setor cripto está mais robusto e maduro

Enquanto tweets de Elon Musk e especulações sobre possíveis políticas restritivas ao uso e comércio de criptomoedas eram mais que o suficiente para mover todo o mercado para cima ou para baixo ao longo do primeiro semestre de 2021, hoje a situação é diferente. De maneira geral, o mercado se demonstra menos influenciável por qualquer notícia.

Mesmo diante da aprovação de novas taxas e de um controle fiscal mais rígido sobre ativos digitais como parte do projeto de infraestrutura do Senado americano aprovado na semana passada, o bitcoin se manteve relativamente estável.

A postura do governo americano diante do bitcoin e das moedas digitais pode ser vista como problemática para muitos usuários e empresas que desejam investir em Bitcoin.

Contudo, há também uma visão mais otimista que indica que mais regulamentações e reconhecimento por parte de autoridades do mundo todo legitimam a tecnologia e o dinheiro digital, seja como investimento de risco ou como moeda de troca.

Vale a pena investir o dinheiro em Bitcoin?

A popularização do bitcoin não se deu à toa. Ele foi pioneiro: é a primeira moeda digital da história, que teve seu lançamento em 2009. Com isso, criou os principais pilares das criptomoedas, abrindo caminho para o surgimento de novas moedas digitais.

O funcionamento seguro e autônomo, independente de qualquer banco central, contribuiu para que o bitcoin consolidasse sua credibilidade no mercado financeiro.

Mas mesmo tendo sido lançada há mais de dez anos atrás, vale lembrar que o mercado de criptomoedas ainda é muito novo. E, por isso, como todo mercado novo, ele fica mais sujeito à volatilidade que os mercados tradicionais.

Portanto, apenas após avaliar qual é o seu perfil de investidor e o qual a sua relação com os investimentos em criptomoedas é que você poderá chegar à conclusão se vale a pena investir em Bitcoin. Por ora, nós podemos afirmar que: é um mercado promissor!

Diversificar a carteira é uma das dicas para quem deseja investir em Bitcoin

6 dicas para investir em Bitcoin

1 – Pesquisar é muito importante

Estude muito antes de investir em Bitcoin! Por ser novo, o mercado exige um investidor atento e muito informado. Devore notícias e informações reais sobre os criptoativos.

Além das milhares de criptomoedas, estamos tratando de um segmento com muitas peculiaridades que você precisa conhecer. Esse é o primeiro passo para quem quer investir com tranquilidade e segurança.

2 – Cuidado com falsos sorteios

Falsos brindes ou sorteios são formas de enganar e roubar criptoativos. Um dos golpes mais comuns é o anúncio de que o investidor ganhou um prêmio, mas precisa enviar uma fração de Bitcoin para desbloquear.

3 – Fique de olho nos e-mails Phishing

E-mails phishing são aqueles que apresentam alguns links e arquivos para baixar e, quando o usuário clica ou faz download, é infectado com algum vírus que danifica o aparelho.

Ou ainda é direcionado a um site fraudulento imitando o endereço original, para roubo de dados. Se não tiver certeza de que o e-mail é seguro e verídico, não clique em links.

+ Entenda agora como transformar Bitcoin em dinheiro de verdade

4 – Seja cauteloso:

Não coloque todo o seu capital logo na primeira vez de investir, seja em qual área for. É importante ter paciência e testar o investimento antes de aportar um valor maior. Confira os resultados antes de tomar qualquer decisão de dar continuidade aos investimentos.

5 – Empresas certificadas:

Na hora de escolher uma exchange para investir em Bitcoin, corretora ou empresa pela qual irá comprar ou vender criptoativos, pesquise o histórico no mercado, veja as garantias dadas, busque conversar com alguém que já investe há algum tempo e leia relatos de clientes reais.

Desconfie de negócios que acabaram de começar e precisam de investimento inicial alto. É importante conferir, também, se o endereço físico da empresa realmente existe e se ela é regulamentada por alguma instituição ou associação reconhecida.

6 – Especialista de confiança:

Tenha um profissional do mercado que você possa consultar em qualquer momento do dia. Aquela pessoa extremamente capacitada que vai acabar com suas dúvidas e preocupações.

Alguém que você possa falar abertamente sobre investimentos e que, principalmente, esteja preparado para te dar o suporte necessário de maneira objetiva.

Diversifique sua carteira quando for investir

Se você pretende investir todo seu dinheiro em Bitcoin, tenha cuidado. Movimentar quantias altas e armazenar seu estoque em uma única carteira pode aumentar a vulnerabilidade a diversos tipos de abuso.

Por isso, é aconselhável que você faça esses investimentos em carteiras diferentes e com quantidades menores.

Em resumo, a diversificação permite aproveitar com mais segurança a valorização dos ativos em momentos de alta, além de suavizar perdas em momentos de queda. Dessa maneira, o investidor tem mais chances de obter uma rentabilidade consistente no longo prazo.

Vai investir em Bitcoin? Veja o passo a passo completo elaborado pelo FinanceOne!

Você gostou desse texto e ele foi útil para você? Então siga o FinanceOne nas redes sociais e esteja sempre atualizado sobre o mercado financeiro.

*Colaboração: Camila Miranda

Valuation: entenda o que é e como calcular

0
pessoas em um escritório durante reunião

Você abriu o seu próprio negócio e não sabe o valor dele? Então é essencial saber o que é valuation (ou em português, avaliação).

Afinal, saber o valor de uma empresa é uma informação estratégica muito importante para o planejamento de seu futuro. Além de ser essencial para operações de compra e venda, total ou parcial, das suas cotas ou ações.

Com esse cálculo, você consegue ainda se planejar para o futuro, descobrir boas oportunidades para o seu negócio e até mesmo valorizá-lo, o empreendedor precisa ter uma noção completa sobre a empresa.

Para empreendedores, essa informação é essencial na hora de buscar investimentos para financiar os planos de crescimento da empresa ou até mesmo para a venda da operação.

No caso dos investidores da Bolsa de Valores, é importante ter a noção de média de preços das ações para entender se é a melhor hora para investir em determinada empresa ou se o preço está acima da média.

Importância do cálculo

Como dito acima, entender o significado de Valuation e saber calcular o valor da sua empresa tem grande importância para compreender onde ela se posiciona no mercado.

Além disso, é fundamental para relatórios fiscais, podendo ser utilizado para fins legais e tributários.

Com ele, é possível controlar algumas informações muito importantes, como:

  • Gestão de carteira;
  • Aquisição de novas empresas;
  • Finanças.

Entretanto, para compreender a importância do cálculo de Valuation, é necessário entender a diferença de 3 fatores. São eles: valor, custo e preço.

  • Valor: determinado pelo ponto de vista do usuário, é a utilidade e qualidade, atribuída a um produto ou serviço;
  • Custo: valor monetário necessário para se efetuar um processo de fabricação;
  • Preço: é o que se paga pelos produtos ou serviços que adquirimos.

+ Planejamento empresarial: saiba como fazer o seu. Confira!

Quais são os principais métodos de valuation?

Além de saber o que é valuation, é bem importante que você saiba também que existem diferentes metodologias que podem ser aplicadas para fazer a avaliação de um negócio.

Existem diversas metodologias de valuation, como: valor patrimonial ou contábil, múltiplos de negócios realizados anteriormente, valor de mercado de empresas semelhantes, valor de liquidação ou de reposição e fluxo de caixa descontado.

Entre os principais estão:

1 – Fluxo de caixa descontado

Um dos mais conhecidos e utilizados, esse método de valuation tem como base a avaliação do fluxo de caixa da empresa. Para isso, são considerados pontos como as suas receitas, despesas e custos da organização.

Somado a esses critérios, é preciso estabelecer as taxas de desconto do negócio, percentual que indica a desvalorização do dinheiro que circula em longo prazo. A taxa de desconto pode levar em conta todos os custos do capital e os riscos do empreendimento.

Por fim, deve ser feita a soma do fluxo de caixa da companhia e subtrair desse valor as taxas de descontos identificadas. O resultado é o valuation do negócio.

2- Múltiplos mercados

Consiste em precificar o valor de uma empresa através da comparação com múltiplos de empresas do mesmo segmento de atuação. É a análise da atual precificação deste indicador com o múltiplo de uma empresa com o mesmo perfil.

O método de análise comparativa parte do pressuposto de que empresas com características parecidas deveriam ter múltiplos de mercado similares, pelo menos a longo prazo.

Para realizar uma análise comparativa você deve compilar primeiramente uma lista com os nomes das empresas que possuem características similares e que participem do mesmo setor de atuação.

O conhecimento sobre Valuation ajuda a minimizar eventuais erros. Para isso, você precisa ter as respostas certas para as perguntas.

Dessa forma, suas chances de obter um modelo de Valuation mais assertivo aumenta bastante.

+ Capital de giro: como obter para a sua empresa e por que é importante

3 – Liquidação de ativo

O valor de liquidação é o caixa líquido que uma empresa receberá se seus ativos forem liquidados e seus passivos forem pagos no dia de hoje.

O valor de liquidação é o valor dos imóveis, instalações, equipamentos e estoque da empresa. Os ativos intangíveis, como propriedade intelectual, boa vontade e reconhecimento de marca de uma empresa, são excluídos do valor de liquidação de uma empresa.

A liquidação, portanto, é a diferença entre o valor de ativos e passivos tangíveis.

casal analisando papelada de empresa
Valuation é um vocábulo do inglês, originado da palavra value, que tem como significado “valor”

Como calcular o valuation?

O cálculo do valuation varia conforme a metodologia escolhida. Para auxiliar no processo, mostramos alguns pontos que devem ser considerados ao realizar o processo. Aprenda a seguir!

1 – Renda ou FDC

Na avaliação focada no fluxo de caixa ou na renda, existem três etapas que podem ser observadas pelos empreendedores na hora de realizar o cálculo. Entenda quais são e como elas funcionam:

  • Projeção do fluxo de caixa, com o desconto dos gastos do montante recebido e considerando períodos futuros;
  • Definição da taxa de desconto, que visa representar a desvalorização que o dinheiro com o tempo;
  • Somar os resultados com os devidos descontos para encontrar o valuation.

Em startups e empresas novas no mercado, a taxa de desconto utilizada por investidores para realizar o cálculo costuma ser elevada. Isso porque há maior exposição à oscilações e incertezas. Esse é um mecanismo usado para aumentar a segurança dos investimentos.

Nesse caso, ao utilizar essa metodologia, é importante ter um embasamento para defender os descontos aplicados perante investidores. Isso pode ajudar no convencimento sobre a aplicabilidade dos seus resultados.

Alguns profissionais, para calcular a taxa de desconto, usam o rendimento médio da empresa na Bolsa de Valores. Mas é possível usar também a média de rendimentos das aplicações em renda fixa.

Na hora de calcular o valuation, é importante ter em mente que a taxa de desconto deve ser aplicada em cada ano. Por exemplo: se a estimativa de fluxo de caixa foi calculada com base em uma projeção de dez anos, a taxa deve ser aplicada a cada um desses anos.

Quanto maior o tempo analisado, menos precisas se tornam as projeções. Por isso, geralmente, o FDC usa entre cinco e dez anos (máximo).

Você vai perceber que precisará buscar alguns números nos balanços das companhias para fazer esse cálculo. Essas informações geralmente estão disponíveis nos sites de relacionamento com investidores das empresas. 

Feita a projeção de fluxo de caixa para cada um dos anos e definida a taxa de desconto, a soma dos fluxos de caixa trazidos ao valor presente indicam qual é o valor real de uma companhia.

Como calcular o FDC?

Confira este exemplo simplificado, elaborado pelo site Suno: uma empresa tem a seguinte projeção de lucro para os próximos quatro anos:

  1. R$20.600,00
  2. R$22.800,00
  3. R$27.400,00
  4. R$32.200,00

Supondo-se que a taxa anual de juros seja de 10%:

  1. R$20.600 / (1,1) = R$18.727,27
  2. R$22.800 / (1,1^2) = R$18.842,98
  3. R$27.400 / (1,1^3) = R$20.586,03
  4. R$32.200 /(1,1^4) = R$21.993,03

Somando o valor dos quatro anos, o resultado é de R$80.149,31. Esse é o valor aproximado da empresa no período, o valuation. 

Mas o número encontrado pode variar de acordo com a metodologia adotada. E mesmo com o cálculo correto, os resultados da empresa podem sair diferentes do previsto, o que afeta seu valor no mercado.

investidores olhando as telas de computador com as ações
Valuation é metodologia utilizada por investidores e empresários

2 – Mercado

Aqui, o cálculo da valuation é feito em duas etapas. Primeiro, calcula-se o resultado para o indicador escolhido, como o P/PVA (Preço sobre Valor Patrimonial por Ação).

Depois, é preciso encontrar companhias semelhantes e fazer o comparativo entre os múltiplos escolhidos.

Nas empresas que já têm o capital aberto, negociando os papéis na bolsa de valores, é mais fácil obter informações necessárias para calcular cada indicador e fazer os comparativos. Nos demais casos, ele dependerá da disponibilidade de dados de cada companhia.

3- Ativos

Nesse caso, basta somar todo o patrimônio e ativos da empresa para entender a situação contábil da empresa.

Pela limitação em relação às perspectivas, já que deixa de considerar outros fatores que influenciam no valor, ela é mais indicada para situações de crise e dificuldades. Isso porque esse será o valor obtido diante da liquidação do negócio.

Como calcular o valor justo de uma ação?

Um dos principais usos para o valuation é descobrir o valor justo de uma ação na Bolsa de Valores. Os investidores usam essa metodologia para entender quando vale ou não a pena comprar uma cota.

Para descobrir o valor justo de uma ação, basta dividir o valuation pelo total de ações emitidas no mercado. O resultado será o valor justo de uma única ação. 

Assim como o valor da empresa, o valor justo da ação é sempre aproximado. Afinal, ambas contas consideram critérios subjetivos e precisam ser utilizadas com cautela.

Além disso, o valuation não é o único indicador para escolher uma ação, outros fatores também devem ser considerados, como o desempenho da companhia, setor, etc. 

Você gostou deste texto e ele foi relevante para você? Então siga o FinanceOne nas redes sociais e esteja sempre atualizado sobre o mercado financeiro. Estamos no FacebookInstagram e Linkedin.

Leia mais no FinanceOne:

Colaboração: Tamires Silva