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Quer fazer um intercâmbio de curta duração? Veja 7 opções e como funcionam

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Mala de viagem azul escura com passaporte europeu

Se você trabalha, estuda, tem família para cuidar etc, mas tem o sonho de ter uma experiência acadêmica no exterior, o seu ideal pode estar em um intercâmbio de curta duração. 

Quando se fala em intercâmbios, muitas pessoas já imaginam algo de, no mínimo, três meses. Ou até mesmo intercâmbios enormes, que duram um ano ou mais.

Mas a verdade é que é, sim, possível ter uma experiência no exterior por um tempo muito menor. E esta é uma ótima saída para quem não pode ficar tanto tempo fora. 

Se quer saber se vale a pena fazer um intercâmbio de duas semanas, por exemplo, e ainda conhecer opções para investir, continue lendo o artigo!

Saiba que muitas das opções que listamos a seguir são simples de passar e não exigem inglês fluente. Além disso, é possível encontrar programas gratuitos ou muito baratos.

5 opções de intercâmbio de curta duração: duas semanas

Um intercâmbio de curta duração pode ter o tempo variável. Afinal, o que é “curto” para uns, pode não ser para outros. 

Por exemplo: existem pessoas que não podem ficar mais de duas ou três semanas fora do país. Isso parece pouco, mas pode valer a pena para quem almeja o sonho e não tem tempo. 

Por isso, dividimos a lista em duas partes: esta aqui tem experiências internacionais que levam a partir de duas semanas. Na segunda parte, listamos aquelas que levam a partir de um mês.

Um destaque importante: a lista apresenta categorias de intercâmbio e o tempo médio que eles costumam durar. Assim, você tem um guia para iniciar sua pesquisa para aquele que mais se adequa aos seus objetivos. 

Porém, cada agência de viagem ou escola internacional tem seus próprios programas e prazos. Então é fundamental checar essa informação na hora de contratar um pacote e alinhar com a sua disponibilidade.

+ Entenda como se planejar financeiramente para um intercâmbio

Intercâmbio de idioma – a partir de 2 semanas

Ao contrário do que muitos pensam, o intercâmbio de idiomas pode ser uma opção de curta duração. Isso vai depender de qual é o tipo de programa que você contrata e quais são seus objetivos. 

Se a ideia é começar do zero e se tornar, no mínimo, avançado em uma língua nova, é claro que duas semanas não serão o suficiente. 

Mas se você já fala uma língua, como o inglês, por exemplo, e deseja apenas aperfeiçoá-la, pode escolher cursos mais curtos.

Existem muitas pessoas – principalmente profissionais que só têm um mês de férias ou não podem deixar o negócio por muito tempo – que adotam essa estratégia. 

Inclusive, há pessoas que fazem mais de um intercâmbio de curta duração, ao invés de permanecer por um longo período fora. 

Se vale a pena? Conversamos sobre isso no final do artigo!

Summer Courses e Summer Camps – de 2 a 8 semanas

Cursos de verão são mais uma opção de intercâmbio de curta duração para quem não pode ficar muitos meses fora. Porém, a diferença é que esses programas são voltados para estudantes, em geral de 12 a 18 anos. 

Dependendo da escola, esse tipo de programa pode durar de 2 semanas a 2 meses. Quanto menos tempo, mais barato fica. 

O Summer Courses são cursos propriamente ditos, nos quais o aluno pode aprender sobre os mais variados assuntos. 

Já Summer Camps é um “Acampamento de Verão”, mas também proporciona a realização de cursos e aprimoramento do idioma.

Intercâmbios voluntários – você decide a duração

Muitas pessoas que procuram um intercâmbio de curta duração não se ligam nessa informação, mas o trabalho voluntário é um grande aliado de quem tem os dias limitados. 

Afinal de contas, o trabalho é voluntário. Logo, você pode decidir quanto tempo vai durar na maioria dos casos. 

Esse tipo de experiência internacional também pode sair mais barata, isso se você não participar de algum programa gratuito. 

Mas o ponto de atenção aqui é: o programa escolhido precisa estar alinhado com os seus objetivos. Ao contrário de outros tipos de intercâmbio, o voluntário geralmente está focado em prestar serviço e aprendizado cultural. 

Cursos de extensão – 1 semana a 2 anos  

Os cursos de extensão no exterior ou intercâmbios de extensão são muito variados. E a duração dos programas também é variada, como dito no tópico: pode ir de uma semana até dois anos, aproximadamente. 

Então é também uma oportunidade para quem busca um intercâmbio de curta duração. Esta opção, contudo, é mais focada em quem já concluiu o ensino superior ou está cursando. 

Em relação a uma pós-graduação, por exemplo, eles podem ser bem mais baratos e, claro, mais rápidos. 

Pequena lousa escrito: Do you speak english? e ao lado, um vaso com lápis e bandeira do Reino Unido
Intercâmbio de curta duração por ser oportunidade para quem trabalha ou estuda

Intercâmbio de curta duração: a partir de um mês

Summer job – até 3 meses

Os Summer Job (trabalho de verão) têm o mesmo princípio dos cursos de verão: acontecem durante as férias nessa estação do ano. 

Porém, como envolvem o trabalho propriamente, têm um tempo médio de duração um pouco maior. Algumas pessoas chegam a fazer três meses, mas é possível encontrar um intercâmbio desse tipo com curta duração, a partir de quatro semanas. 

Geralmente, o summer job oferece trabalhos de meio período. Por isso muitos intercambistas aproveitam as férias para realizá-la e, além de ter a vivência cultural, conseguem experiência profissional e uma renda extra.

Uma coisa muito legal do summer job: o programa pode até não sair gratuitamente, mas você pode ganhar em dólar dependendo do país. Considerando a cotação atual, é uma boa troca.

Bônus: também existem os “Winter Jobs”, que seguem a mesma fórmula, mas são realizados no inverno. Neste caso, você precisaria considerar passar as férias de fim de ano longe da família, dependendo do país onde realizar o intercâmbio.

+ Confira o que é mais vantajoso: curso de inglês no Brasil ou intercâmbio?

Bootcamps –  3 semanas a 4 meses

Um Bootcamp é como se fosse um curso intensivo (o famoso “intensivão”). Ou seja, uma ótima oportunidade para quem quer se aperfeiçoar na área de atuação profissional, mas não tem muito tempo disponível. 

Esse tipo de intercâmbio de curta duração costuma durar a partir de três semanas, período durante o qual o profissional realiza uma imersão em um determinado tema. 

Como sugerido, é um programa mais focado em profissionais já formados. Uma coisa legal, é que muitas vezes o profissional que participa dessas imersões recebe até mesmo propostas de emprego no exterior. 

Vale a pena fazer um intercâmbio de curta duração?

Se você pensa em fazer um intercâmbio de curta duração, seja ele de duas semanas ou mais, talvez se pergunte se vale a pena. E a resposta é: depende. 

Do ponto de vista financeiro, não. Acontece que, de modo geral, a relação custo-benefício dos programas no exterior sai mais vantajosa quando são contratados maiores períodos de estudo.

Ou seja, quanto mais tempo de duração tem o programa, mais barato sai cada dia no exterior (embora o valor total do pacote saia mais caro).

Mas existem alguns “poréns”. 

Por exemplo: se o seu objetivo maior é viver a experiência de um intercâmbio e você não tem perspectiva de quando conseguirá um período maior de tempo, por que deixar de fazer apenas por ser “pouco” tempo?

Além disso, duas semanas pode parecer muito pouco, mas dependendo do tipo de programa e do seu objetivo, é o suficiente (ou mais que o suficiente). 

Se você quer ter a experiência de viver uma cultura, fazer um trabalho voluntário, por exemplo, não precisa de meses para valer a pena.

E o mais importante: existem programas que, mesmo sendo curtos, terão muito peso no seu currículo. É o caso de um curso de extensão e de uma imersão ou Bootcamp, por exemplo. 

Sem falar na experiência cultural e no crescimento pessoal a que você terá acesso.

Agora, se você acredita que terá mais tempo para fazer um intercâmbio mais completo se esperar mais um pouco (quando terminar a escola ou se pretende largar o emprego, por exemplo), neste caso vale a pena esperar e fazer um pacote mais longo.

E aí, vai fazer do jeito que dá agora ou vai esperar? Conta aqui nos comentários qual é a melhor escolha para você! 

Você gasta dinheiro por culpa da sociedade

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Mulher idosa olha assustada para um extrato bancário

Se você tem qualquer rede social sabe que a pauta quente da vez não são 14 milhões de desempregados e sem dinheiro, nem alta da inflação, muito menos a subida da taxa de juros ou a queda da bolsa.

A pauta quente é: Big Brother Brasil 2022.

Você pode reclamar que o programa é superficial, que retrata o pior do ser humano e que é entretenimento ruim. Mas é o que está na boca do povo. As pessoas gostam mesmo é de acompanhar o comportamento dos outros para se identificar e julgar.

Como apaixonada por economia comportamental eu entendo: observar o comportamento humano é realmente fascinante.

Por mais que já tenham tido 21 edições anteriores do programa e de todo elenco saber qual é a receita para vencer o tal reality: na prática, a teoria é outra. E é assim com dinheiro também.

Só educação financeira não basta

Nos últimos dias, recebi um direct de uma seguidora contando que atuava no mercado financeiro há muitos anos e que tinha todo o conhecimento sobre investimentos e preceitos de uma vida financeira saudável.

Com todo esse conhecimento a seu dispor, era de se supor que sua vida financeira estaria no mínimo organizada (assim como o BBB novato que sabe a acha que sabe a receita para vencer). Todavia, a seguidora me relatou que mesmo tendo educação financeira ela contraiu uma dívida de mais de 20 mil reais.

Segundo ela “vejo que tudo que sabia não era suficiente, pois as minhas decisões relacionadas com dinheiro eram péssimas”.

A origem da dívida tinha raízes mais profundas: uma crença familiar de que pobre não tem nada sem fazer empréstimo.

Outra me confessou que achava que muito dinheiro era algo ruim. Perguntei se alguém da família tinha alguma frase pronta sobre dinheiro. Acertei na mosca: a avó reproduzia o ditado de que era mais fácil um camelo passar por um alfinete do que um rico entrar no céu. E ela me disse: “eu morria de medo de não entrar pro céu”. 

Essas seguidoras não estão sozinhas.

Uma pesquisa encomendada pelo Itaú chamada Dinheiro Tabu (2017 e 2021) demonstra que a relação do brasileiro com o dinheiro é mal resolvida. Alguns números demonstram esse conflito:

– 60% dos entrevistados ainda tratam o dinheiro como um assunto tabu;

– 97% acreditam lidar mal com o dinheiro;

– 83% dizem que pessoas que ganharam muito dinheiro perderam seus valores morais.

Apesar da versão 2021 da pesquisa apontar para uma melhora na relação do brasileiro com as finanças, o caminho ainda é longo. O tabu em relação à vida financeira foi construído ao longo do tempo em quatro dimensões: cultural, social, familiar e individual.

A conclusão é de que isso vem principalmente de crenças e normas sociais sobre dinheiro.

Então a culpa não é minha, mas da sociedade?

Em economia comportamental estuda-se bastante o papel das normas sociais e seu impacto nas decisões do indivíduo.

Por exemplo: comprar um presente.

A norma social diz que você deve escolher um presente que irá agradar o presenteado ao invés de fazer um PIX. Além disso, presentes são vistos como demonstração de afeto ou status social, o que obviamente impacta na vida financeira.

Uma pessoa com educação financeira e recursos escassos para gerenciar deveria pensar: posso dar esse presente? Qual valor cabe no meu orçamento? Mas poucos se rendem de fato a tal racionalidade propagada pela educação financeira.

Como demonstra a história da seguidora endividada, é muito difícil a pessoa desapegar das crenças e normas sociais. Nós as reproduzimos de forma tão automática, que certos comportamentos acabam fazendo parte da nossa identidade.

Primeiro: reconhecer a irracionalidade

Na referida pesquisa, identificou-se alguns perfis de entrevistados e dentre eles existem “alienados” e os “incomodados”. O primeiro grupo é daqueles que vivem em estado de negação sobre as consequências do mau uso do dinheiro e segundo são aqueles que sabem que tem problemas em lidar com dinheiro, mas cedem a antigos hábitos (soa familiar?). 

Apesar de a nossa relação com o dinheiro ser pautada por crenças familiares e normas sociais, a mudança destas dependem do comportamento individual.

Calculadora, moedas espalhadas e cofre de porquinho em um ambiente de madeira
Gastar dinheiro está diretamente ligado a normas sociais e culturais

Pra começar, reconhecer o que é seu e o que foi herdado talvez seja um dos primeiros passos para sair da ditadura das crenças (ruins) com dinheiro.

Proponho então uma rápida reflexão sobre três perguntas:

– Alguma pessoa próxima teve alguma experiência negativa com dinheiro?

– Algum filme ou novela que tratava de questões financeiras te marcou?

– Quais as frases prontas sobre dinheiro existem na sua família?

Com os resultados em mãos você pode ter um verdadeiro Raio-X da origem das suas crenças financeiras. Mas como mudar?

Como alguém que mudou muito recentemente de crenças financeiras (eu era do tipo “quem casa, quer casa”), eu me atrevo a dizer que você deve começar criando a sua própria bolha.

Um bom começo seria mapear amigos com hábitos financeiros saudáveis pra puxar conversa e usar as redes sociais para seguir alguns educadores financeiros (aqui é importante beber de várias fontes com pontos de vistas diferentes para não correr o risco de sofrer com o viés de confirmação).

Agora que você chegou até aqui: não vale mais usar a desculpa do título!

Conheça Carol Velloso, colunista do FinanceOne

Com experiência em finanças comportamentais, Carol Velloso é a nova colunista do FinanceOne. Ela terá textos publicados a cada 15 dias. Fique de olho!

Carol é advogada com experiência em propriedade intelectual e políticas públicas, incluindo de educação financeira.

Depois de se tornar mãe, ela passou a organizar a vida financeira da família e, desde de 2019, produz conteúdo sobre finanças comportamentais no perfil @neuro.economia, pois para ela a raiz dos problemas financeiros está no cérebro.

Confira outros textos de Carol Velloso, colunista do FinanceOne:

Fiat Pulse 0km: saiba quanto custa e onde comprar

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Fiat Pulse andando na rua

O Fiat Pulse é o carro que o primeiro líder do Big Brother Brasil 2022 ganhou como prêmio na prova. Se você também achou o carro tão lindo, já deve estar pensando na possibilidade de comprar um para chamar de seu.

Como você não está no BBB22 para ganhar o carro da Fiat, deve estar afim de saber quanto ele vale, certo?

Para começar, o Fiat Pulse deste ano era um dos modelos mais aguardados no mercado nacional no ano passado. Toda essa expectativa não foi à toa, já que a própria marca da montadora criou toda uma campanha para lançar o primeiro SUV desenvolvido e produzido aqui no Brasil.

Se você tem interesse no veículo, é bem provável que você já esteja se perguntando qual é o valor do carro. É exatamente isso que você vai descobrir lendo este artigo!

Fiat Pulse 2022 já teve reajuste

Antes de falarmos sobre o valor do Fiat Pulse, que foi lançado em outubro do ano passado, é importante deixar claro que ele mal chegou no mercado e já teve reajuste. Então se você acha que o veículo ainda está no preço de lançamento, está muito enganado.

Para se ter uma ideia, a Fiat aumentou os preços entre R$2 mil e R$4 mil, nessa linha de carro. Vale ressaltar que todas as versões do veículo ficaram mais caras com a virada do ano.

+ 5 dicas para trocar de carro em 2022

Mas qual foi o motivo do aumento nesse modelo de carro? Ainda não se sabe ao certo o que teria levado a marca a elevar o valor desse modelo. Porém, ele chegou para competir no mercado que mais tem crescido aqui no Brasil.

imagem de um modelo do fiat pulse
O valor do Fiat Pulse é a partir de R$83.990

Na época, a estratégia foi lançar o veículo com um preço competitivo frente aos principais concorrentes de modelos SUV. Mas, a Fiat decidiu que chegou o momento de atualizar o valor da linha agora em 2022.

Afinal, quanto custa o Fiat Pulse?

Após saber que ele já teve reajuste, chegou a hora de descobrir quanto está custando o Fiat Pulse. Os valores de um carro 0km são mais puxados, afinal, ele não estará rodado e sai novinho, de fábrica.

Veja os preços de acordo com os modelos:

  • Fiat Pulse Drive 1.3 MT – R$83.990;
  • Fiat Pulse Drive 1.3 CVT – R$93.990;
  • Fiat Pulse Drive 1.0 Turbo CVT – R$101.990;
  • Fiat Pulse Audace 1.0 Turbo CVT – R$109.990;
  • Fiat Pulse Impetus 1.0 Turbo CVT – R$119.990.

Como você pôde ver, o essa linha de carro está disponível em cinco versões diferentes e em dois tipos de motorização: 1.0 e 1.3. O motor 1.3 Firefly compreende somente a configuração Drive, seja manual ou automático.

Ele gera 107 cv de potência com etanol e 134 Nm. As demais versões do Fiat Pulse têm motor 1.0 Turbo 200 Flex. Esta segunda opção gera 130 cv de potência com etanol e 125 cv com gasolina.

Outra característica inovadora é que o Fiat Pulse com motor Turbo 200 Flex consegue acelerar de zero a 100km/h em 9,4 segundos.

Mais características do Fiat Pulse

Um carro como o novo Fiat Pulse tem características de sobra para você botar na ponta do lápis e comparar se entre na sua lista de pré-requisitos. O principal é o seu autêntico SUV com design italiano.

Além disso, ele é bastante atraente e moderno, com linhas bem arrojadas e um estilo único se comparado a outros modelos e marcas do mercado.

+ Financiamento de carro sem entrada: veja como conseguir

Ele tem faróis e lanternas em LED de série, transformando em um visual requintado. O modelo Pulse conta com um estilo musculoso nas laterais e grandes arcos nos arredores da caixa de rodas.

O carro ainda conta com acabamento diferenciado sob os vidros, juntando elegância e robustez. Ele ainda conta com rodas de liga leve e desenho todo exclusivo, de acordo com as diferentes versões. A sua traseira conta com lanternas tridimensionais, comparadas às lâminas flutuantes.

Gostou deste artigo sobre o novo Fiat Pulse. Então compartilhe com seu amigo que é fã de BBB e também estava curioso para ter mais detalhes desse carro.

Saiba se o FGTS pode ser usado para financiamento de veículo

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Carteira de trabalho e algumas notas de cinquenta reais

Você já pensou em utilizar o dinheiro do FGTS para o financiamento de veículo? Essa pode ser uma alternativa principalmente para quem deseja comprar um veículo e quer dar uma entrada de valor.

Mas será que é possível utilizar o Fundo de Garantia para abater o valor do carro?

A resposta é não. As regras do FGTS não permitem que o trabalhador utilize o dinheiro para o financiamento de veículo. Nesse sentido, a permissão que existe é para quem deseja comprar a casa própria ou construção e reforma do imóvel com o recurso.

No entanto, as últimas liberações de saque do FGTS permitido pelo Governo Federal fez com que muitos brasileiros tivessem o interesse de investir o dinheiro na compra de algum bem.

Por isso, ainda há quem use o recurso para ser aplicado em algum tipo de investimento.

Em qual momento posso utilizar o FGTS?

Você já sabe que não pode usar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço para financiamento de veículo, mas então quando é possível sacar o dinheiro? Afinal, essa é uma dúvida muito comum que os brasileiros costumam ter.

Contudo, a modalidade mais comum é quando o trabalhador é demitido sem justa causa. Nesse caso, é possível pegar parte do dinheiro para que você possa usar como manutenção da sua renda nesses primeiros meses desempregado.

Além disso, outro momento que você pode realizar o saque é no fim do contrato de trabalho por prazo determinado. Portanto, além de rescisão de contrato por extinção da empresa e supressão de parte das atividades. 

Também existem outras formas de ter acesso ao dinheiro, por exemplo, o falecimento do empregador ou decretação de nulidade do contrato de trabalho. Então, vale ressaltar que todas as possibilidades de saque do benefício são referentes às leis trabalhistas.

+ Saiba como utilizar o saque do FGTS para a compra de terreno

Para você saber todas as situações possíveis para ter acesso ao dinheiro do FGTS, preparamos uma lista completa.

Confira a lista:

  • Dispensa sem justa causa;
  • Rescisão por acordo entre empregador e empregado;
  • Compra da casa própria;
  • Complementar pagamento de imóvel comprado por meio de consórcio;
  • Complementar pagamento de imóvel financiado pelo SFH (Sistema Financeiro de Habitação);
  • Rescisão por término de contrato por prazo determinado;
  • Por fechamento da empresa;
  • Trabalhadores ou dependentes portadores de HIV;
  • Rescisão por culpa recíproca (empregador e empregado) ou por força maior;
  • Rescisão por aposentadoria;
  • Trabalhadores com 70 anos ou mais;
  • Em caso de desastres naturais;
  • Se um trabalhador avulso, empregado através de uma entidade de classe, fica suspenso por período igual ou superior a 90 dias;
  • Trabalhadores ou dependentes diagnosticados com câncer;
  • Trabalhadores ou dependentes que estejam em estágio terminal por causa de uma doença grave;
  • Empregados que ficam três anos seguidos ou mais sem trabalhar com carteira assinada;
  • Em caso de morte do trabalhador, os dependentes e herdeiros judicialmente reconhecidos podem efetuar o saque.

Melhores bancos para financiamento de veículo

Agora que você já sabe que não dá para usar o FGTS para o financiamento do seu veículo, o FinanceOne resolveu trazer algumas opções de bancos que podem te ajudar nesta missão.

Pessoa segurando cartão cidadão com algumas notas de reais para usar o FGTS
O FGTS só pode ser utilizado para compra de imóvel e reforma de casa

E para saber quais são os melhores, bastou avaliar os que proporcionam melhores taxas e facilidades. Em seguida, também analisamos as melhores condições para refinanciamento de veículos. São eles:

  • Caixa Econômica
  • Santander
  • Banco do Brasil
  • Bradesco
  • BV Financeira
  • Creditas
  • Banco Daycoval

Quer ter ainda mais facilidade neste processo? Então tenha ainda mais visibilidade e noção de valores com a calculadora de financiamento de veículos do FinanceOne.

Para utilizar, é bem fácil. Com ela, você consegue calcular o custo efetivo do financiamento de forma gratuita e simples. Basta informar os seguintes dados:

  • valor do veículo;
  • entrada;
  • número de parcelas;
  • valor da entrada;
  • data da primeira parcela.

Como contratar o financiamento de veículo?

Antes de tudo, saber como funciona o financiamento de veículo é essencial para não ter dúvidas e avaliar as condições. Além disso, saber quais são as condições avaliadas no momento do financiamento é muito importante.

Em primeiro lugar, você precisa procurar a instituição bancária em que você tiver conta. Em seguida, consulte as condições de financiamento do veículo. Depois faça uma análise de mercado e utilize os dados para negociar com o seu gerente.

Nesse sentido, se você não conseguir chegar a um acordo com o banco, tente fazer contato diretamente com algumas financeiras para conseguir o financiamento.

Por fim, para a aprovação, será avaliado se o seu nome está limpo, além de renda para comprovar. E, por último, a idade mínima e máxima para o financiamento – que é de 18 e 70 anos, respectivamente. 

Dicas de como conseguir um financiamento de veículo

Infelizmente, é comum encontrar pessoas que têm dificuldades em conseguir a aprovação de um financiamento de veículo e isso pode acontecer por diversos motivos.

Sendo assim, você precisa entender que as instituições financeiras precisam estar seguras a respeito do retorno do dinheiro que será emprestado para a compra do carro.

Por isso, alguns fatores são avaliados com bastante critério, mas com algumas dicas é possível conseguir o financiamento do carro próprio. Confira algumas abaixo!

  • Tenha uma boa pontuação de score;
  • Tenha o nome limpo;
  • Dê um bom valor de entrada;
  • Escolha parcelas que caibam no seu bolso;
  • Opte por carros populares e de marcas mais conhecidas.

Este conteúdo te ajudou? Se sim, compartilhe com alguém que precisa dessas informações para realizar o financiamento de veículo.

Saiba quanto custa abrir uma empresa

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estoque de logística com diversas caixas
A logística reversa contribui na qualidade de atendimento da sua empresa

Empreender continua sendo o sonho de muita gente em 2022. Estima-se que, pelo menos 50 milhões de brasileiros desejam abrir um negócio nos próximos três anos. Mas, afinal, quanto custa abrir uma empresa?

Essa é uma pergunta que possui muitas variantes. Isso tudo vai depender de mais informações como a área de atuação, porte da empresa, além do segmento em que a empresa atuará. Ou seja, abrir uma empresa requer um levantamento inicial!

Há ainda outros fatores como a existência de uma unidade física, o pagamento de impostos, despesas referentes a serviços básicos, entre outros.

No entanto, não veja todas essas variantes como cobranças ou impedimentos. Atualmente todas essas despesas estão cada vez mais facilitadas, colaborando para o surgimento de novos empreendedores no mercado.

Ficou curioso para saber o quanto custa abrir uma empresa no Brasil? Então continue a leitura. Vamos ajudar você a entender melhor como funciona esse processo e quais são as burocracias relacionadas a essa situação. Confira!

Pessoa abrindo sua própria empresa
Dependendo da sua área de atuação, é possível começar sua empresa de casa!

Conhecendo tipos de empresa:

Antes de mais nada, é preciso entender qual o tipo de empresa que você pretende abrir. Essa é uma etapa muito importante porque diz respeito à natureza jurídica da empresa assim como ao regime tributário.

Entre as principais opções ao abrir uma empresa estão:

  • MEI: uma das modalidades iniciantes de empresa, o Microempreendedor Individual é voltado para pequenos empreendedores. Possui regime tributário facilitado e não permite sociedade. Ideal para aqueles que possuem arrecadação anual de até 81 mil reais;
  • Microempresa (ME): já a microempresa é um pequeno negócio que possibilita a contratação de até 19 funcionários. Seu rendimento bruto anual precisa ser de até R$360 mil;
  • Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (EIRELI): outra possibilidade de empresa para aqueles que querem abrir uma empresa é a EIRELI. Esse é um tipo de empresa que não permite quadro societário, mas é aceita no Simples Nacional. Opção muito boa para quem quer empreender mas não se encaixa nos requisitos do MEI;
  • Sociedade Limitada (Ltda): já para quem possui a intenção de criar uma empresa com outras pessoas, as empresas de sociedade limitada são ótimas, mas envolvem um custo maior.

Cada uma dessas opções de empresa possui custos diferentes que variam de estado para estado. Por isso, vale a pena estudar todas as possibilidades de empresas existentes no Brasil para entender a que melhor se adequa a sua realidade de negócio.

Ainda assim, é possível que um empreendedor gaste em média de R$500 a R$1.500 para abrir seu CNPJ, incluindo já os custos de documentação e da contratação de um contador para dar início ao trâmite.

+ Balcão Único: o que é e como funciona

Principais gastos de uma empresa:

Ao abrir uma empresa, seus principais custos serão relacionados a documentação. Entre eles estão:

  • Documento de Arrecadação de Receitas Estaduais (DARE);
  • Documento de Arrecadação de Receitas Federais (DARF);
  • Junta Comercial;
  • Certificado Digital.

Há ainda os custos de aluguel, compra de equipamentos, contas básicas como energia, água e internet, salário de colaboradores e os impostos da empresa.

Como dito anteriormente, é impossível estimar os custos de abrir uma empresa. Mas existem três custos importantes e essenciais para colocar uma empresa em funcionamento.

Estimando o quanto você pode gastar com cada um, fica mais fácil colocar a mão na massa e abrir o seu próprio negócio. Confira!

  • investimento fixo: gasto correspondente à infraestrutura do negócio. Por exemplo: móveis, máquinas, decoração, estoque inicial, etc;
  • investimento pré-operacional: é relacionado a ações que devem ser tomadas para que a empresa comece a funcionar. Entre eles, estão: o registro de marca, aquisição de sistemas, legalização da empresa, treinamento, site, divulgação, entre outros;
  • capital de giro: é o valor que a empresa precisa ter em caixa para funcionar mensalmente, pagando os salários, contas , impostos, fornecedores e custos de produção.

Gostou do nosso conteúdo? Que tal compartilhar com alguém que pretende abrir uma empresa mas não sabe por onde começar?

Chave Pix: confira os cuidados que você deve ter ao compartilhar a sua

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celulares logados em aplicativos de pix
Sistema do governo federal centraliza o pagamento de taxas via PIX. (Fonte: Divulgação)

Nos últimos tempos, viralizou nas redes sociais uma espécie de corrente em que os internautas compartilhavam sua chave Pix para os seguidores na intenção de receber uma transação bancária inesperada.

No entanto, o problema é que muitos utilizam uma chave Pix com dados sensíveis como o CPF, facilitando a aplicação de golpes de pessoas mal intencionadas.

Ainda assim, mesmo que você não utilize o CPF como chave para transações instantâneas, é necessário ter muita cautela. Na última sexta-feira (21), o Banco Central informou o vazamento de 160 mil chaves Pix por parte de uma instituição financeira.

Por isso, é extremamente necessário tomar muito cuidado com tudo aquilo que é compartilhado na internet. Confira agora os cuidados que você precisa ter ao compartilhar sua chave Pix!

Segurança do Pix:

Apesar de todos os problemas como o vazamento de dados ou a aplicação de golpes, o Pix é sim uma alternativa segura para transações.

Instituído pelo Banco Central, a maior autoridade financeira do país, o Pix vem implementando medidas para evitar a aplicação de golpes e fraudes envolvendo essa tecnologia.

Entre elas, podemos citar a limitação de transferências entre às 20h e às 6h da manhã. O sistema de pagamentos passou a registrar a ocorrência de golpes como o sequestro relâmpago, que por sua vez pedia por valores altos.

Agora, as transações que ocorrem dentro desse horário estão limitadas ao valor de R$1.000, independente de quantas pessoas sejam. A medida também vale para microempreendedores individuais.

Além disso, o próprio Pix possui camadas de autenticação e criptografia para proteger o sistema. Fora as instituições financeiras que o adotaram que também precisaram implementar mecanismos de segurança para o uso da tecnologia.

Contudo, mesmo que o Banco Central e as instituições financeiras colaborem para que o Pix não se torne um ambiente vulnerável, cabe também ao usuário a proteção de seus dados, assim como de sua chave Pix.

pessoa segurando um celular logado em um aplicativo de pix
Na primeira sexta-feira de janeiro, o Pix bateu recorde de transações: R$ 52,3 milhões

Quais são as principais medidas de segurança para adotar com a chave Pix?

Se você quer proteger a sua chave Pix, porém não sabe por onde começar, continue a leitura. Vamos mostrar medidas simples mas que fazem bastante diferença!

  • Não compartilhe sua chave Pix: em primeiro lugar, comece pelo óbvio que é não compartilhar sua chave Pix publicamente. E essa é uma dica que não vale apenas para o Pix. Através de determinadas informações é possível saber tudo a respeito de outra pessoa, então busque preservar ao máximo seus dados pessoais sigilosos.
  • Tome cuidado com phishing: outra maneira comum de cair em golpes é através do phishing. Essa é uma prática que simula canais oficiais de instituições bancárias, lojas e outros locais de compra, fazendo assim com que o usuário caia em fraudes. Por isso, é necessário se atentar sempre ao site, aplicativo e até mesmo as mensagens de SMS e WhatsApp.

Qual a melhor chave Pix para ser compartilhada?

Caso você precise realizar uma exposição da sua chave Pix (como em campanhas de crowdfunding, por exemplo) o ideal é que você opte pela chave aleatória do Pix.

A chave aleatória é uma sequência de letras e números que compõem o Pix de uma pessoa. Cada pessoa que opta pela chave aleatória recebe um código diferente, sendo assim uma opção mais segura para os usuários.

No entanto, a recomendação do Banco Central é de que os usuários evitem ao máximo expor seus dados. Mesmo com tantas camadas de proteção, ninguém está imune de sofrer um golpe. Por isso, muito cuidado, viu?

Agora que você já sabe como proteger sua chave Pix, que tal descobrir também maneiras de proteger seus aplicativos de banco? Confira!

Saiba quanto custa e como criar um NFT

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homem de óculos usando computador em uma montagem com símbolos do Bitcoin

Os NFTs se tornaram tendência em todo o mundo dos criptoativos em 2021. Para se ter uma ideia, o aumento foi de 55% nas vendas em relação ao ano anterior. Por conta desse boom muitas pessoas começaram a se perguntar como criar um NFT.

Além desse crescimento expressivo, esta tecnologia ainda transformou o mercado de artes digitais – o que tem aumentado o interesse de muitas pessoas em investir e criar um NFT.

Vale ressaltar que, para começar, não é preciso investir em equipamentos, sendo assim, você não vai precisar dar o pontapé inicial gastando. E ainda que você não entenda muito bem sobre criptografia é possível sim ganhar dinheiro neste mercado. 

Apesar disso, é importante entender o que é um NFT e como ele funciona, até porque você vai criar uma. 

Quer saber tudo sobre os NFTs e como criá-los? Continue lendo este artigo!

O que são os NFTs?

Para começar, os NFTs também são conhecidos como token não-fungível. Mas o que eles significam? São um registro digital que confirma a posse de um determinado ativo, sendo ele real ou virtual.

Mas por que do termo não-fungível? Apesar de parecer algo difícil, o termo significa algo bem menos complexo do que você possa imaginar. Ele representa algo que é único e insubstituível e que acaba perdendo o seu valor caso seja dividido.

Talvez você já tenha escutado falar no termo fungível, que pode ser substituído por algo similar ou dividido em partes menores sem perder o seu valor.

Mas como saber o que é um NFT e o que não é? Vamos ver alguns exemplos abaixo!

-> São NFTs: imóveis, camisa autografada, frase de uma celebridade, obra de arte.

-> Não são NFTs: bitcoin, dinheiro, gasolina, ações da bolsa de valores.

Vale ressaltar que a tecnologia utilizada pelo blockchain, para o compartilhamento de dados, é a mesma usada em um NFT. Sendo assim, você pode negociar ou colecionar ativos pelo valor que achar melhor.

Não existe a necessidade de depender de empresas ou servidores centralizados. 

Quanto custa criar um NFT?

Saber exatamente quanto custa criar um NFT não é uma tarefa tão fácil assim, afinal, os custos podem variar de acordo com a exchange e com o interesse do investidor.

Por exemplo, na rede Ethereum, que costuma ser a mais utilizada, geralmente o valor gasto em todo o processo pode variar entre 70 e 200 dólares. Mas, pode ser ainda maior dependendo do pico, do tipo de NFT e do montante.

homem de frente para o notebook comemorando
Os NFTs tiveram um boom em 2021

Em alguns lugares, inclusive, este processo pode ser gratuito. Por isso, muita gente tem criado NFT, porque é muito comum achar por um preço acessível ou até sem custo algum.

Geralmente as taxas cobradas são chamadas de “gás”. O dia da semana também pode influenciar no valor do NFT. Afinal, no fim de semana, por exemplo, quanto menos pessoas estiverem negociando, as taxas são significativamente mais baixas.

+ Staking de NFT: o que é e como funciona
+ Confira se é possível criar um NFT de graça e como fazer

Como criar um NFT?

Criar um NFT é mais fácil do que se imagina e isso pode ser feito de várias formas, inclusive pelo celular. 

+ Entenda como comprar e criar NFT

Além disso, não costuma ser necessário instalar nenhum programa, muito menos ter conhecimento avançado de criptografia. Qualquer pessoa pode criar uma arte digital registrada em NFT.

O processo é bem simples:

  • Acesse sua carteira virtual que seja compatível com os tokens da rede;
  • Em seguida, deposite uma quantia em sua wallet para pagar as taxas dos mineradores;
  • Feito isso, autorize a conexão da carteira com um mercado de intermediação;
  • Agora, é só clicar em “create” ou “criar”, de acordo com o idioma, campo que fica no canto superior direito;
  • O próximo passo é selecionar a opção “create collection” ou “criar coleções”;
  • Por último, valide o processo na própria plataforma.

É só isso, o seu NFT está criado. É bem rápido, fácil e sem burocracias.

Pelo celular, você pode criar um NFT usando o site de uma das plataformas de intermediação, ou marketplaces. Ou também pode através de um aplicativo, que são sem custos.

Gostou e quer saber mais? Leia o artigo de Renato Carvalho e veja quais são as NFT’s que mais movimentam o mercado.

Saiba o que é Subscrição e como funciona

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imagem de uma tela com gráficos analisando a bolsa de valores

Já ouviu falar em direito à subscrição de ações? Se você está começando no mundo dos investimentos de renda fixa, já deve ter escutado esse termo ou até recebido um e-mail da corretora falando a respeito. 

Acontece que alguns investidores têm direito a essa tal subscrição, a partir do momento que já adquiriram ações – ou cotas de fundos – de uma empresa. 

Na prática, isso significa que você pode comprar mais cotas daquela empresa por um valor mais baixo. Quer entender mais? Então continue lendo o artigo!

O que é a subscrição de ações?

O direito de subscrição é como se fosse uma vantagem concedida aos investidores que já são acionistas de determinada empresa.

Essa vantagem é a preferência para comprar mais ações ou cotas quando a empresa abre mais capital na Bolsa de Valores. Além disso, pode significar comprar a um preço mais abaixo daquele que será oferecido ao restante do mercado. 

Muitos entendem a subscrição como uma forma de “programa de fidelidade” ou incentivo da empresa. 

Em resumo, ela é um privilégio na hora de comprar mais ações ou cotas de empresas e fundos nos quais você já investe e que abriram mais capital.

Imagine que uma empresa ou fundo imobiliário na qual você já investiu precisa captar mais recursos financeiros e emite novas ações e cotas no mercado.

Ela pode dar preferência para a compra dessas cotas aos seus investidores, inclusive você. Ou seja, direito à subscrição. 

Quais são as vantagens de aderir a essa preferência?

Como mencionado, as empresas se beneficiam ao conceder o direito à subscrição. Afinal, mantém a fidelidade de seus acionistas ao mesmo tempo que captam mais recursos. 

Mas para o investidor também há vantagens:

  • alcança melhores resultados na carteira de investimentos
  • aumenta o capital na Bolsa
  • adquire ativos por um valor muitas vezes menor do que o de mercado
homem segura celular com gráfico que mostra oscilação da Bolsa de Valores
Investidores com ações na Bolsa podem ter direito de subscrição

Como realizar a subscrição?

O investidor que tem o direito de subscrição pode receber um e-mail informando isso. Ou, ele pode por conta própria entrar em contato com a corretora e informar o desejo de subscrever. 

O processo em si vai variar de acordo com a instituição financeira. Mas será necessário já ter em mão o capital necessário para comprar a ação ou cota. 

Depois da compra, um recibo de subscrição com prazo será adicionado à carteira do investidor. 

Vale destacar que não há custos para ter direito à subscrição. Nem corretagem, emolumentos, taxa de liquidação ou ISS. 

Porém, se você negociar esse direito (compre ou venda), serão cobradas as taxas – de corretagem, emolumentos, taxa de liquidação, ISS – no processo.

Como vender meu direito à subscrição?

Se você recebeu um comunicado da corretora informando que tem direito de subscrição, mas não pretende usá-lo, você pode negociar esse benefício com outros investidores, desde que as regras da empresa permitam. 

Basta vendê-lo no pregão da Bolsa de Valores. Lembre-se que esse direito tem um prazo e deve ser negociado dentro dele.

Assim como as ações, eles serão identificados por um código – quatro letras referentes à empresa, seguidos pelo número 1 ou 2, dependendo do tipo de ação. 

A negociação acontece da mesma forma que uma negociação no mercado à vista. Ou seja, basta procurar os direitos pelos seus respectivos códigos e realizar a operação desejada. 

Os recibos de subscrição também podem ser negociados – também serão identificados por meio de um código. Porém, somente enquanto eles não foram efetivamente convertidos na ação, é claro. 

Depois que o direito é exercido, as operações são liquidadas. 

Compra e venda no mercado secundário

É possível comprar e vender direitos de subscrição no mercado secundário. Ou seja, negociar diretamente com outros investidores por meio de uma home broker. 

Mas no caso da compra, a operação pode levar até dois dias úteis para ser processada pela Bolsa. Depois de comprar o direito de subscrição no mercado secundário, o comprador pode exercê-lo normalmente, dentro do prazo.

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Veja como vai funcionar o Auxílio Inclusão Produtiva Urbana e Rural

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O governo federal definiu as regras de concessão do Auxílio Inclusão Produtiva Urbana e Rural. Para quem não sabe, esses são benefícios complementares do programa Auxílio Brasil que vai substituir o Bolsa Família.

Os programas vão conceder o valor de R$200 por mês. Aqueles que preencherem os requisitos podem receber um dinheiro a mais, além da renda básica do programa.

Para o governo federal, são consideradas famílias extremamente pobres aquelas que recebem de 0 a R$100 per capita (por indivíduo). Já as famílias pobres são aquelas com renda familiar per capita de R$100,01 a R$200.

Além disso, é necessário ter inscrição no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal e ter atualizado seus dados cadastrais nos últimos 2 anos.

Para conferir se o seu cadastro foi aprovado para receber o Auxílio Brasil é só fazer a consulta no site ou no aplicativo Meu CadÚnico (disponível para Android e iOS).

Outra alternativa é acessar o app Auxílio Brasil, que também está disponível para os sistemas Android e iOS.

+ Como consultar o saldo do Auxílio Brasil pelo celular? Veja o passo a passo!

Quem tem direito ao Auxílio Inclusão Produtiva Urbana?

De acordo com as regras, o Auxílio Inclusão Produtiva Urbana não poderá ser acumulado na família. Isso representa, de forma simples e direta, que apenas uma pessoa por núcleo familiar poderá receber esse tipo de pagamento.

Para ter acesso ao Auxílio Inclusão Produtiva Urbana, será necessário que o solicitante:

  • Tenha inscrição no Auxílio Brasil;
  • Comprove vínculo empregatício.

O valor do benefício complementar será de R$200 por mês. Além disso, é importante destacar que a inscrição no Auxílio Brasil será feita automaticamente, com base nos dados do Cadastro Único.

Para isso, o beneficiário que vai tentar requerer o programa social precisa ter os registros atualizados junto ao governo federal.

agricultor, que recebe o auxílio inclusão produtiva rural, cuidando de uma plantação
A identificação das famílias com direito ao Auxílio Inclusão Produtiva Rural será realizada com dados das bases utilizadas nos diversos programas do Governo Federal

E o Auxílio Inclusão Produtiva Rural?

Este auxílio é uma forma de bônus disponibilizado para aquelas pessoas que receberam o auxílio emergencial e que tenham agricultores familiares. Portanto, é destinado para aquelas pessoas que sobrevivem daquilo que conseguem plantar, seja para consumo ou para venda.

O programa será pago por até 36 meses aos agricultores familiares inscritos no Cadastro Único e que morem em estados que firmem parceria com o Ministério da Cidadania para recebimento do benefício.

O valor a ser pago é de R$200 mensais e é liberado por família e não por pessoa.

+ Auxílio Brasil: veja o calendário de pagamentos e valores

Como fazer o cadastro para receber os benefícios complementares?

Para conseguir receber o auxílio inclusão produtiva rural e urbana é preciso fazer a inscrição no auxilio Brasil. O processo é semelhante ao que era feito no Bolsa Família, seguindo a lógica de utilizar os dados do sistema do CadÚnico.

O processo também será automático para quem não recebia o Bolsa Família. Contudo, inscrito no CadÚnico e cumpre os requisitos estabelecidos pelo programa.

Sendo assim, só precisa se preocupar em fazer um cadastro para receber o Auxílio Brasil quem ainda não faz parte do CadÚnico.

Atualmente, a inscrição no Cadastro Único não pode ser feita pela internet.

Um membro da família (maior de 16 anos) precisa ir até o Centro de Referência em Assistência Social (CRAS) da sua região com os documentos pessoais dos integrantes para realizar o cadastro.

No site do Cadastro Único você consegue descobrir qual é o Centro de Referência em Assistência Social (CRAS) mais perto da sua casa.

O conteúdo foi útil? Então compartilhe com outros amigos que também são beneficiários do programa!

PIS será pago em dobro este ano? Confira como será o pagamento do abono

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Várias notas de dinheiro e uma carteira de trabalho em cima

Antes de mais nada, você já ouviu falar que em 2022 o PIS será pago em dobro? Pois é. Apesar dessa ideia ser muito difundida desde o anúncio do calendário, trata-se de dois benefícios diferentes. São eles o abono salarial (PIS/Pasep) e o Fundo PIS/Pasep.

Sendo assim, nem todos terão direito ao pagamento dobrado. E o motivo é que o pagamento do Abono Salarial de PIS/Pasep pago neste início de ano só será concedido para aqueles que realizaram atividade remunerada durante o ano de 2020.

Outra ideia que pode confundir sobre o pagamento dobrado seria o acúmulo dos benefícios de abono salarial de 2020 e 2021. No entanto, isso também não vai acontecer já que o pagamento do ano passado (2021) acontecerá somente em 2023.

Nesse sentido, com o adiamento do pagamento do PIS e Pasep de 2020 somente em 2022, a ordem é que agora o próximo benefício siga a mesma lógica, passando para o ano seguinte.

Ficou curioso para saber como funcionará o pagamento do abono salarial neste ano? Então continue a leitura. Vamos esclarecer para você como acontecerá o pagamento e principalmente quais são as datas para saque do benefício. Confira!

Notas de 50 reais referentes ao saque do PIS/Pasep
O valor do abono salarial de PIS e Pasep podem chegar a até um salário mínimo

Quem tem direito ao PIS/Pasep em 2022?

Como mencionado anteriormente, o pagamento do abono salarial de 2022 corresponde ao ano de 2020. Ou seja, para receber o benefício, é necessário que o trabalhador tenha cumprido pelo menos um mês de trabalho de carteira assinada no ano-base.

Sendo assim, para receber e ter acesso ao PIS/Pasep, é necessário que o contribuinte esteja inscrito em um dos dois programas há pelo menos cinco anos. Além disso, seu salário mensal não pode ter ultrapassado o teto de dois salários mínimos.

Ainda que você cumpra todos os requisitos necessários para receber o abono salarial, é necessário entender se sua empresa (à época) informou seus dados de forma correta na Relação Anual de Informações Sociais, também conhecida como RAIS.

Então, caso esteja em dúvida, saiba que é possível consultar e confirmar essa informação através do site do Governo Federal.

Qual a diferença entre o PIS e o Pasep?

Além disso, outra dúvida que surge com frequência tem a ver com a diferenciação dos dois benefícios. Apesar de fazerem parte do mesmo programa, o PIS e o Pasep são diferentes.

O PIS, por exemplo, é o Programa de Integração Social. Por isso, seu pagamento acontece para trabalhadores assalariados – aqueles que possuem carteira assinada – e o depósito é feito através da Caixa Econômica Federal.

Já o Pasep ou Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público é uma espécie de PIS só que paga para servidores públicos. Os dois programas possuem as mesmas regras, no entanto, o pagamento do Pasep é realizado pelo Banco do Brasil.

Veja abaixo o calendário de pagamento do PIS e do Pasep em 2022!

Calendário de pagamento do PIS:

Nascidos em:Data de pagamento:
Janeirorecebem 8 de fevereiro
Fevereirorecebem 10 de fevereiro
Marçorecebem 15 de fevereiro
Abrilrecebem 17 de fevereiro
Maiorecebem 22 de fevereiro
Junhorecebem 24 de fevereiro
Julhorecebem 15 de março
Agostorecebem 17 de março
Setembrorecebem 22 de março
Outubrorecebem 24 de março
Novembrorecebem 29 de março
Dezembrorecebem 31 de março
Calendário do PIS 2022

Calendário de pagamento do Pasep:

Número final da inscriçãoData de pagamento:
Número final da inscrição 0 e 1recebem 15 de fevereiro
Número final da inscrição 2 e 3recebem 17 de fevereiro
Número final da inscrição 4recebem 22 de fevereiro
Número final da inscrição 5recebem 24 de fevereiro
Número final da inscrição 6recebem 15 de março
Número final da inscrição 7recebem 17 de março
Número final da inscrição 8recebem 22 de março
Número final da inscrição 9recebem 24 de março
Calendário do Pasep 2022

Agora que você já sabe como e quando cairá o abono salarial, que tal entender também a consultar o PIS de forma online e gratuita. Confira!