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O que é a Ibovespa futuro? Entenda como esse índice funciona

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Moedas empilhadas em cima de um gráfico

Você sabe o que é o Ibovespa Futuro? Não? Neste artigo vamos explicar o que é como operar no índice no mercado futuro.

Contudo, antes de abordarmos sobre o Ibovespa Futuro em si, é importante entender o que é o Ibovespa, que a ele é atrelado. O Ibovespa é o principal indicador que avalia o desempenho das ações negociadas na Bolsa de Valores brasileira, a B3.

E o que é o Mercado Futuro? Ele é o ambiente da Bolsa de Valores onde os contratos de compra e venda de ativos são negociados. Mas eles serão liquidados somente em uma data futura.

Esses contratos incluem diversas categorias, como moedas, taxa de juros, commodities e o próprio Índice Bovespa.

Portanto, o Ibovespa Futuro, também chamado de INDFUT, é um investimento em renda variável, e os seus ganhos ou perdas atrelados são ligados à variação do Ibovespa ao longo do tempo. Por isso, ele é considerado um investimento de alto risco.

Ao investir em uma ação, a pessoa sabe que irá ganhar dinheiro com isso, quando os papéis forem valorizados e subirem de preço. E o risco de perder dinheiro também é real, quando as ações sofrem desvalorização e os valores das cotas caem.

Mas a lógica no Ibovespa Futuro é diferente. Neste caso, os contratos são negociados baseados em uma expectativa do resultado do Ibovespa futuramente. Portanto, ele é medido em pontos.

Ficou curioso? Então acompanhe os tópicos com atenção.

Como funciona o Ibovespa futuro?

Como dito, o Ibovespa Futuro é um dos índices futuros mais importantes, negociado sob o ticker IND ou INDFUT. Este ativo é negociado com base na expectativa do resultado do Ibovespa numa data futura.

Com ele, o investidor pode negociar expectativas futuras do mercado de ações sem ter que comprar toda a cesta de ações que integram o Índice Bovespa.

Além disso, a partir do Ibovespa futuro é possível montar estratégias para proteção contra a exposição da volatilidade da renda variável.

+ Quais são os tipos de ações disponíveis na bolsa de valores? Entenda!

Também existe o Minicontrato do Ibovespa Futuro, indicado para pessoas físicas e pequenas empresas que desejam adquirir um contrato com um lote de negociação menor em relação ao Ibovespa Futuro cheio.

O mini índice torna a aplicação mais acessível, uma vantagem para quem está começando a investir em índices futuros, e é negociado sob o ticker WIN ou WINDFUT..

Códigos

A lógica dos códigos de contratos futuros são diferentes dos tickers de ações. Por meio deles, é possível identificar o tipo de contrato, o mês de vencimento e ainda o ano de vencimento.

Sendo assim, a primeira parte do código é composta por três letras que indicam se o contrato é cheio (IND) ou mini (WIN).

Depois disso, temos mais uma letra que indica o mês de vencimento e, para finalizar, vem dois números indicando o ano em que o contrato irá vencer. Os meses de vencimentos são representados por letras, sendo elas:

  • G – Fevereiro;
  • J – Abril;
  • M – Junho;
  • Q – Agosto;
  • V – Outubro;
  • Z – Dezembro.

Portanto, se pegarmos como exemplo o código: INDG22 temos que: IND é um contrato cheio, G é o mês de vencimento em fevereiro e por fim 22 é o vencimento no ano de 2022.

Como investir no Ibovespa Futuro?

Os contratos do Ibovespa Futuro são negociados por meio de corretoras.

Os investidores com menos experiência podem arcar com grandes prejuízos nesse investimento, pois são aplicações de maior risco e complexidade do que a negociação direta de ações ou títulos públicos.

Por isso, algumas instituições permitem a negociação apenas para investidores mais acostumados com o mercado.

Entre as principais finalidades de operar nesse mercado, está se proteger de oscilações (hedge).

Ao apostar na queda do mercado, o investidor pode utilizar os contratos futuros como uma espécie de seguro para se proteger da volatilidade do mercado e da oscilação do portfólio.

+ Confira 5 mitos e verdades sobre a Bolsa de Valores

Assim, mesmo que a cotação de suas ações caia, poderá ganhar dinheiro com o Ibovespa Futuro.

Os contratos também podem ser utilizados para especulação, o que envolve riscos maiores. O investidor busca prever qual é o movimento futuro do mercado para tentar lucrar com a operação.

Esse tipo de aplicação é mais atrativo para os especuladores, pois permite a alavancagem do investimento, uma vez que para a negociação é exigida apenas uma margem de garantia.

5 vantagens do Mercado Futuro

1 Facilidade:

As transações são padronizadas e realizadas exclusivamente na Bolsa de Valores.

2 – Flexibilidade:

Existem diferentes formas de lucrar com o Mercado Futuro, fazendo estratégias vencedoras tanto para a alta quanto para a baixa do ativo.

3 – Alavancagem:

Ao se operar alavancado, você consegue potencializar seus ganhos sem precisar ter uma grande quantia disponível em conta.

Hedge: Além de ser um mecanismo interessante para especulação, muitos utilizam os futuros para se proteger de flutuações imprevisíveis de preços, a fim de garantir estabilidade e previsibilidade dos negócios.

4 – Liquidez:

É possível encerrar a posição a qualquer momento, mesmo antes do vencimento do contrato.

tela do gráfico tesouro direto
O Ibovespa Futuro (INDFUT) é uma aplicação de renda variável, com ganhos e perdas relacionados à variação do Ibovespa ao longo do tempo

Quais os riscos do Mercado Futuro

Ao investir no Ibovespa Futuro, você tem algumas desvantagens. São elas:

1 – Risco de mercado:

As variações de preços podem provocar prejuízos imediatos.

2 – Ajuste diário:

A cada dia é feito o ajuste diário pela Bolsa de Valores. Se o seu resultado for negativo, você vai precisar compensar esse prejuízo. Assim, é fundamental ter caixa disponível para arcar com eventuais perdas.

3 – Alavancagem:

Operar alavancado é uma vantagem e um risco simultaneamente, por potencializar os ganhos, mas também as perdas do investidor. Assim, tenha cautela ao aplicar e não assuma um valor que não consiga compensar em caso de perdas.

Quando optar pelo mercado futuro?

Agora que você já conhece as principais características do mercado futuro pode estar se perguntando quando vale a pena fazer operações neste ambiente. Na prática, esta resposta depende dos seus objetivos em relação à renda variável.

De maneira geral, vale a pena realizar operações no mercado futuro para diversificar portfólio, proteger sua carteira (hedge) ou buscar por melhores rentabilidades no curto prazo.

Para este último objetivo, é importante ressaltar a alta liquidez do mercado futuro – que eleva as possibilidades para quem deseja especular.

Ficou interessado em investir no Ibovespa Futuro? Então confira o guia completo de como investir na Bolsa de Valores

Dei baixa no MEI e deixei um DAS sem pagar. E agora?

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um porquidinho de moedas por cima de um calendário

Muitos brasileiros optaram por se tornar um Microempreendedor Individual (MEI). Contudo, alguns acabam se atrapalhando em relação aos tributos do modelo, o que gera problemas na hora de solicitar a baixa do CNPJ.

Um dos principais esquecimentos é o pagamento das parcelas obrigatórias do DAS, que deve acontecer até o dia 20 de cada mês.

Após essa data de vencimento o MEI terá que gerar um novo boleto que constará os juros e multa por dia em atraso. Aliado a isso, pode ocorrer o cancelamento automático do MEI.

Fato é que com a não faz a quitação dos seus débitos faz com a dívida continue em aberto gerando impostos e pode ocasionar possíveis penalidades ao titular do CNPJ.

E essa situação pode ainda resultar em um processo administrativo ou judicial, devido às irregularidades praticadas.

Contudo, fique tranquilo, vamos explicar como proceder nesses casos neste artigo. Continue a leitura!

Como dar baixa no MEI?

O MEI deve encerrar seu registro no Portal do Empreendedor. O processo é rápido e pode ser realizado no site. Confira o passo a passo:

  • Na seção “Já sou”, selecione a opção “Baixa” e, depois, “Solicitar”;
  • Informe sua conta única de acesso gov.br e, em seguida, seu Código de Acesso do Simples Nacional;
  • Preencha o formulário para solicitar o encerramento do MEI;
  • Gere e salve o Certificado da Condição do Microempreendedor Individual (CCMEI) – Situação Baixado;
  • Em seguida, é necessário fazer a Declaração Anual do Simples Nacional – Situação Especial (extinção).

+ MEI é obrigado a emitir nota fiscal? O que acontece se não emitir? Entenda!

Como quitar o DAS?

Como dito, antes de cancelar o MEI é preciso efetuar o pagamento do DAS. Caso esteja nessa situação, fique tranquilo, pois também é bem fácil.

Basta acessar o Portal do Empreendedor e na seção “Já sou”, selecione a opção “Pague sua contribuição mensal”. E, depois, “Boleto de pagamento”.

Confira se existem DAS MEI atrasados e, em caso positivo, gere as guias para o pagamento. Contudo, vale destacar que se a baixa for no último dia do mês, é necessário pagar o DAS do mês seguinte.

Outro ponto importante é que é possível parcelar os débitos do seu MEI. Os débitos podem ser parcelados em até 60 vezes, caso você esteja com as suas declarações em dia, sendo a parcela mínima de R$50.

Após o pagamento da primeira parcela o parcelamento será confirmado, e caso fique 3 meses sem pagar, será automaticamente cancelado.

Calculadora e moedas enfileiradas com uma lupa em cima
O ideal ao dar baixa no MEI é evitar pendências com a Receita Federal

É possível encerrar o MEI mesmo com dívidas?

Sim! É possível encerrar um MEI que possua dívidas no seu CNPJ, mas essas dívidas não sumirão.

A partir do momento em que você solicitar a baixa do seu CNPJ através do Portal do Empreendedor, esses débitos serão automaticamente direcionados para o seu CPF, então é importante que a partir do momento em que você decidir deixar de usá-lo você já encerre, para que não sejam gerados mais débitos.

+ Veja 3 erros que o MEI deve evitar ao empreender

Quero reabrir o meu MEI, o que eu faço?

Assim como para dar baixa em sua inscrição, para se reinscrever no serviço não existe taxa. Porém não é possível voltar a ser MEI e manter o mesmo CNPJ anterior. Você terá de abrir uma nova inscrição, como fez quando se formalizou pela primeira vez.

Com a nova inscrição, você conseguirá ter todos os benefícios que tinha antes de cancelar a sua inscrição anterior. Mesmo nestes casos, é importante guardar todos os documentos, principalmente a solicitação de baixa da última inscrição para não ter nenhum problema em caso de erros.

A formalização e a baixa sem custos é apenas uma das vantagens de se cadastrar como MEI. O empreendedor pode cancelar sua inscrição a qualquer momento, sem nenhum problema, mesmo se estiver com carnê de DAS atrasadas.

MEI terá novas obrigações trabalhistas em 2022. Veja as mudanças!

Como funciona o desconto do vale-transporte? Saiba como fazer o cálculo

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Homem de roupa social com carteira na mão mexendo em dinheiro

Todo trabalhador celetista, ou seja, aqueles que trabalham de carteira assinada com regência da Consolidação de Leis Trabalhistas possuem direito ao vale-transporte. Mas você sabe como funciona o desconto do vale-transporte?

Pois é. Mesmo com bastante experiência no mercado de trabalho, existem muitos trabalhadores que não se atentam ou não sabem calcular o valor do vale-transporte. E isso acontece porque esse valor já vem descontado no contracheque, sendo um fator de menor importância quando comparado ao salário.

No entanto, torna-se extremamente necessário conhecer como acontece o cálculo dessa despesa e qual o valor exato de desconto do vale-transporte. Afinal, essa é uma conquista do trabalhador e vale a pena entender se ele está sendo cumprido à risca.

Ficou curioso para saber um pouco mais sobre esse assunto? Então continue a leitura! Vamos explicar detalhes referentes a esse benefício e outras informações pertinentes ao desconto do vale-transporte. Confira a seguir.

Para quê serve o vale-transporte?

Como mencionado anteriormente, o vale-transporte é um direito concedido a trabalhadores formais, de carteira assinada. Ele é amparado pela Lei 7.418/85, assinado pelo então presidente da República, José Sarney.

Nesse sentido, esse benefício precisa contemplar os deslocamentos diários, de casa para o trabalho e do trabalho para a sua residência.

Também é obrigatório que o empregador custeie todo o percurso de todos os trabalhadores. Em caso de não cumprimento, o próprio empregador arcará com esses trajetos adicionais de deslocamento, tanto intermunicipal quanto o interestadual.

Além disso, o pagamento do vale-transporte só não vai acontecer caso o empregador custeie um transporte gratuito para todos os trabalhadores. É o caso de empresas que possuem seu transporte fretado por ônibus ou por vans, por exemplo.

+ Novas regras para o auxílio-alimentação

Bilhete único, vale-transporte do Rio de Janeiro
No Rio de Janeiro, por exemplo, o vale-transporte utilizado é o cartão laranja | Imagem por Tomaz Silva – Agência Brasil

E como fica o desconto de vale-transporte?

Antes de mais nada, o desconto de vale-transporte deve ser de até 6% na remuneração do trabalhador. Caso ultrapasse esse valor, é o empregador quem terá que completar o dinheiro da sua passagem.

Vale lembrar também que o desconto de vale-transporte é ancorado pelo valor do seu salário e pela quantia gasta no seu deslocamento. Isso porque, ao entrar em uma empresa, o trabalhador diz o deslocamento realizado e valor gasto até o local.

Ainda assim, vale lembrar que mesmo que você realize uma mudança para mais próximo ou para mais longe, o local de trabalho possui a obrigação de atualizar o local de sua residência e acrescentar ou diminuir a passagem, caso seja necessário.

Então, para descobrir o valor direcionado ao seu deslocamento, basta pegar o seu salário bruto e acrescentar o desconto de 6%. Para exemplificar, observe a situação abaixo:

Vamos supor que dona Maria receba um salário mínimo de R$1.100. E que ela gasta mensalmente cerca de R$300 de deslocamento. Esse valor não será descontado todo do salário dela.

Isso acontece porque 6% (que é o valor máximo a ser descontado) é R$66. Então os R$234 que faltam para completar o translado dela como funcionária terão que ser arcados pela empresa.

Assim como um funcionário que receba mais e seu deslocamento não chegue a comprometer os 6% destinados, terá a porcentagem proporcional ao valor gasto.

Outras informações sobre o vale-transporte:

De acordo com a legislação, o desconto de vale-transporte não faz parte da remuneração do empregado e não possui caráter salarial. Então descontos referentes ao FGTS, contribuição previdenciária e de imposto de renda não são aplicados a esse valor.

Por fim, agora que você já sabe como funciona o valor de desconto de vale-transporte, que tal conferir se o valor descontado bate com o seu salário bruto, hein? Além disso, aproveite também e saiba mais sobre suas leis trabalhistas.

O que fazer quando o cartão de crédito é roubado? Veja como se proteger!

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Homem segura um cartão de crédito para empresa

Quem já passou pelo transtorno de ter o seu cartão de crédito roubado, sabe o transtorno que é. Além de cancelar tudo a tempo, ainda é necessário ficar de olho em vários processos para acabar não arcando com despesas que não são suas.

Por isso, é muito importante estar atento e entender como se dão esses processos. Confira agora o que fazer caso isso aconteça com você!

Primeiro passo: entre em contato com o banco

Antes de mais nada, assim que perceber que o seu cartão foi roubado, é necessário entrar em contato com a instituição financeira que lhe concedeu. Independentemente se for um banco tradicional ou uma fintech.

Nesse sentido, é necessário entender também como isso aconteceu. Por exemplo: existem situações em que o roubo do seu cartão de crédito acontece através de um roubo físico, mas também pode acontecer através de um roubo virtual, com o vazamento de dados.

Por isso, ao entrar em contato com a instituição, é necessário solicitar o bloqueio imediato do seu cartão. No caso do seu cartão ter um aplicativo que possibilite essa função, também é possível bloqueá-lo e entrar em contato pelos canais disponibilizados.

A partir do bloqueio, você pode solicitar também o cancelamento do seu cartão de crédito e o envio de outro. Além disso, também pode solicitar o cancelamento das compras realizadas no cartão e o estorno dos valores.

No caso do uso do seu cartão de crédito através de um vazamento de dados, acontecerá uma análise das compras para comprovar a veracidade dos dados. O mesmo acontece quando alguém usa o seu cartão de crédito para compras sem senha.

Agora, caso o seu cartão de crédito tenha sido roubado na rua, através de um assalto ou furto, é necessário prestar um boletim de ocorrência e enviá-lo para a administradora do cartão para comprovar que aquilo de fato não foi feito por você.

A recomendação é de que o usuário envie também uma cópia do boletim de ocorrência para órgãos de restrição de crédito, como o Serasa e o SPC. Assim, você corre menos chances de ficar com o nome sujo por uma dívida que não é sua.

pessoa incluindo seu cartão de crédito em um aplicativo financeiro
O cartão de crédito que você usa foi roubado? Saiba como se manter seguro!

Cartão de crédito roubado com senha, e agora?

Essa já é uma situação mais complicada para quem é o titular do cartão. Isso porque, quando utilizam os dados do seu cartão de crédito para compras na internet, por exemplo, a culpa fica com a administradora do cartão.

Como a instituição financeira é a responsável por manter seus dados à salvo, em caso de uso indevido eles possuem a obrigação de cancelar o seu cartão, estornar o valor e gerar um novo cartão que possa devolver a segurança para você.

Já no caso de um cartão roubado junto com a senha, acontece uma situação diferente.

A senha do cartão de crédito é um dado pessoal e intransferível. Por isso que, quando o seu cartão vence ou quando enviam um novo cartão para sua residência, o dado referente a senha chega em separado, nunca junto com o cartão.

Além disso, todas as instituições financeiras recomendam que os usuários não mantenham a senha junto com o cartão de crédito. Existem outros locais de segurança para o usuário manter dados.

Por isso, caso comprovem que a pessoa que realizou compras em seu cartão de crédito fez isso portando uma senha pessoal e intransferível do usuário, é possível que o dono tenha que arcar com as despesas feitas no cartão.

Nesse sentido, vale lembrar que manter a senha junto com o cartão pode te trazer graves consequências. Aqui, também vale a dica de não emprestar o seu cartão para terceiros, pois seu nome pode ficar sujo.

Agora que você já sabe o que fazer caso seu cartão de crédito seja roubado, que tal conferir também como escolher o melhor cartão de crédito para você!

5 dicas para trocar de carro em 2022

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imagem de um voltante de carro

Uma pesquisa da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) revela que 75% dos brasileiros pretendem trocar de carro em 2022.

Esse desejo aumentou durante a pandemia, mesmo com a grave crise econômica. Contudo, antes de colocar o sonho em prática é preciso, primeiramente, pesquisar e ir em busca da melhor opção que se enquadre no seu perfil de motorista.

O primeiro passo para fazer um bom negócio na troca do carro é providenciar um bom planejamento e organização financeira. Afinal de contas, não se trata de um bem barato e, por isso, é preciso estar com todos os cálculos muito bem-feitos.

Comece colocando no papel todos os seus gastos mensais. Depois, inclua a receita familiar, considerando todas as rendas. E, por último, acrescente os custos referentes ao carro.

Dicas para trocar de carro em 2022 sem prejudicar o orçamento doméstico

Preparamos 5 dicas para que você saiba como trocar de carro em 202 sem precisar abrir mão de outros gastos rotineiros. Acompanhe!

#1 Vá atrás de opiniões

Procure, pesquise e consulte. Principalmente, escute! Se essa for a sua primeira compra ou troca, então, não deixe de cumprir essa dica.

Veja na internet ou com algum conhecido mais próximo como funciona o esquema de trocar de carro.

Veja se o tipo de movimentação que você está pensando em fazer é confiável e se o custo-benefício para o tipo de automóvel que possui é real.

Colete feedbacks de pessoas que já passaram pela mesma experiência para saber como deve se sair, não vá para a sua primeira experiência totalmente sem informação.

+ Entenda como funciona o consórcio de carros

#2 Escolha o tipo de carro

Essa é mais uma etapa muito importante, do ponto inicial, que também exigirá bastante trabalho de pesquisa.

É preciso ter bastante cuidado ao escolher o tipo de carro, pois nem sempre o mais barato é o mais vantajoso e lhe trará ótimos resultados – ou boas lembranças.

Embora saibamos que a manutenção é algo que faz parte da rotina de um automóvel, ninguém compra um carro já pensando em consertá-lo.

Logo, quanto mais minuciosa for a sua pesquisa, melhor será a sua escolha.

Além disso, é preciso adequar o estilo e tipo de carro que pretende pegar ao seu perfil de motorista. Leia-se sua rotina e vida como um todo.

Por exemplo, se o seu objetivo é utilizá-lo bastante em viagens e passeios em família, é preciso um carro com bastante espaço para bagagens.

Mas se você só quer o carro para viagens curtas, individuais, ou trabalho, não necessariamente precisa de um carro enorme, que tem um custo tecnicamente maior.

O primeiro passo para uma escolha eficaz é saber definir quais são as suas necessidades, e exatamente as suas (quem utilizará o carro).

#3 Antes de ir até a loja, pesquise preços

Nesse ramo de automóveis, a pressa é mais uma vez inimiga de quem almeja a perfeição. Por isso, além de coletar feedbacks e pesquisar os melhores modelos de acordo com o perfil, fique de olho nos preços.

Tenha uma lista de comparações. Se preferir monte uma planilha, com as recentes variações anuais de valores de acordo com a tabela para os modelos que tenha escolhido como os mais adequados para o seu perfil.

Não deixe para conhecer os valores somente no ato da negociação. Saiba o quanto outras lojas estão cobrando e qual a média de preço dele no mercado.

O vendedor saberá que você não é um comprador inexperiente. E certamente vai pensar duas vezes antes de tentar lhe enrolar com descontos e promoções abusivas.

Se possível, pergunte sobre valores ou vá no dia da troca/compra com alguém experiente, mesmo que você já tenha anos de direção. Ter uma segunda pessoa é bom para dar segurança.

Nos casos de troca, principalmente, saber sobre preços é essencial. Você precisa saber quanto está custando o seu carro, se ele está totalmente desvalorizado ou se ainda está valendo ser negociado a um preço considerável.

Isso claramente vai refletir no valor das suas parcelas do novo automóvel.

Pessoa entregando chave do carro para outra
Seja qual for o veículo escolhido, também é fundamental que você faça revisões periódicas

#4 Se for preciso, pechinche

Pedir ou “chorar um desconto” não é nenhum pecado. Pelo contrário, vai aliviar ainda mais a sua situação e evitará que você fique enrolado ou entre em uma dívida sem fim. Tente sempre negociar um desconto.

Veja, também, se é possível adequar a sua troca de carro em 2022 com algum programa de vantagem. Mas mesmo assim é possível ainda ir atrás de outros descontos.

Algumas taxas impostas são flexíveis e os próprios vendedores, em sua maioria, optam por retirá-las quando percebem que o cliente está disposto a negociar.

+ Saiba quais fatores avaliar antes de comprar um carro usado

#5 Seja realista

Cuidado com o encerramento. Você pode estar feliz e com o carro dos sonhos, mas esteja certo de que a parcela final estará dentro da sua realidade e você terá como arcar com esse valor.

Se perceber que é um valor fora do seu orçamento, consulte pessoas de confiança antes de fechar. E tenha a garantia de que poderá finalizar a transação.

Não vá pela empolgação. Por isso, é muito recomendado começar todo esse planejamento com antecedência para configurar essa tentativa de troca com o orçamento mensal/anual.

Geralmente, quanto maior as parcelas, menores serão os prazos. É possível, até mesmo, fazer simulações virtuais.

E o custo da manutenção?

Gostou das dicas? Se você quer trocar de carro em 2022, não deixe de seguir a maioria delas (se possível, todas) para que possa obter sucesso.

Procure sempre um carro com o perfil econômico e verá a diferença, ainda mais em tempos de crise.

Ah, e tem mais. Além dessas cinco dicas muito importantes, não se esqueça da manutenção. Informe-se sobre o custo da manutenção do novo carro e compare com o que você gastava com o antigo.

Vai trocar de carro em 2022? Então confira 6 dicas sobre a manutenção de carro que vão te ajudar nesta escolha!

COE: entenda o que é Certificado de Operações Estruturadas

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Pessoa observando aplicações para diversificar investimentos

Já imaginou você investir com a segurança proporcionada pela renda fixa tendo a rentabilidade da renda variável? Pode parecer um sonho, mas isso já é real por conta dos Certificados de Operações Estruturadas ou COE. 

E essa combinação de investimentos não acaba, já que é possível ainda acessar diversos ativos internacionais. Essa é uma ótima alternativa para quem gosta de diversificar os investimentos.

Principalmente porque o COE permite que você atue em cenários que dificilmente conseguiria ganhos rentáveis sem correr grandes riscos. 

Vale ressaltar que esse tipo de investimento já é bem conhecido em outros países, como nos Estados Unidos. Mas aqui no Brasil, os Certificados de Operações Estruturadas só começaram a ser oferecidos a partir de 2016.

Por esse mesmo motivo, é comum encontrar pessoas que ainda não conhecem esse tipo de investimento. 

O que são os Certificados de Operações Estruturadas?

Se você se interessou no COE e está querendo começar a aplicá-lo, é preciso conhecer um pouco mais sobre estes certificados. Por isso, trouxemos a explicação para este investimento.

Para começar, este tipo de aplicação se parece muito com as notas estruturadas, que são bem populares nos Estados Unidos e na Europa.

Mas e na prática, o que significa o COE? Ele pode ser considerado o sonho de muitos investidores. Isso porque ele é um produto financeiro que combina os investimentos e as características de renda fixa e variável.  

+ Qual impacto da Selic na poupança e investimento de renda fixa?

E é bem provável que você esteja achando esse conjunto de ativos parecido com o Fundo de Investimento. Mas é importante ressaltar que existem diferenças entre eles.

A principal diferença é que o COE tem um valor mínimo de investimento e um indexador definido. Além disso, essa aplicação conta com uma data de vencimento e apresenta ao investidor uma série de cenários diferentes de ganhos e perdas.

Moedas empilhadas em forma de gráfico com as letras da palavra INVEST em cima delas
O COE proporciona uma maior segurança para os investidores

Outra informação importante é que os títulos são emitidos pelo banco e a rentabilidade se baseia na variação de ativos financeiros, que podem ser as ações, o câmbio, índices, entre outras opções. 

Como funciona o COE?

Primeiro você precisa entender e saber que este é um produto consideravelmente novo no mercado brasileiro, cujas características se diferenciam do que já existe atualmente no mundo dos investimentos.

Por este motivo, você precisa entender como estes certificados funcionam antes de decidir embarcar.

A emissão ocorre pelos bancos, com regulação da CVM. Além disso, todos precisam de registro que deve ser feito junto à B3. Os COE ‘s podem ser oferecidos publicamente, isso desde 2015, pois antes era tudo feito de forma privada. As instituições precisam fornecer o DIE (Documento de Informações Essenciais), que vem especificando quais são todas as características do COE.

Ali, vai precisar constar todas as explicações acerca do produto, bem como previsões, fluxos, riscos, garantias, prazos, expectativas e diversos outros dados. O investidor também precisa receber um termo de ciência de risco.

Feito isso, fique por dentro de tudo sobre a rentabilidade e quais são os tipos de COE. Afinal, eles são divididos em dois diferentes grupos:

COE de valor nominal protegido: quando o investidor tem uma garantia de que receberá, pelo menos, o valor que investiu inicialmente de volta.

COE de valor nominal em risco: quando não há nenhuma garantia

Além disso, ainda no processo de como funciona, os bancos conseguem criar estratégias para os COE’s, visando cenários de rentabilidade e desempenhos por indicadores. 

Vantagens e desvantagens do COE

Assim como qualquer outro investimento, o COE pode ser vantajoso para alguns e não muito bom para outros. Para isso, você precisa avaliar o seu perfil e analisar as condições comparando com outros que para você se encaixa mais. a

Uma das principais características do COE é possuir uma rentabilidade bem acima da média, principalmente quando comparado com a renda fixa. Além disso, tem o fator segurança ao seu lado que costuma prender os investidores e cativar.

Afinal, ela conta com um controle de riscos e atua de forma a evitar sofrer com as oscilações do mercado de renda variável.

Ela ajuda a manter o capital protegido e tem outras vantagens, como:

  • Flexibilidade em diferentes cenários;
  • Rendimento alto e risco baixo;
  • Tem sempre um bom potencial de valorização;
  • Sua tributação do IR é regressiva;
  • Zero custo de manutenção;
  • É fácil de acompanhar;
  • Baixo risco de crédito.

Também há pontos negativos, mas que nem se comparam com as inúmeras vantagens. Entre elas há o fato de não estar incluso no Fundo Garantidor de Crédito (FGC) e, por isso, caso o emissor quebre você corre o risco de não ter o seu capital de volta. Além disso, não há liquidez a longo prazo.

Este conteúdo te ajudou? Então comente o que achou e diga se ficou alguma dúvida! 

Leia mais sobre investimentos de Renda Fixa:

+ Entenda como diversificar investimentos em renda fixa e as vantagens!

+ Saiba se é possível perder dinheiro com investimento em renda fixa

+ Veja como ganhar dinheiro com renda fixa

Precisa de autorização para viajar com menor de idade? Veja as regras!

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Menina sentada em frente a uma mala de viagem

Em meio às férias escolares, aumenta muito a demanda por viagens com crianças e adolescentes. Mas você sabia que, sem os responsáveis legais, é necessário autorização para viajar com menor de idade?

Mesmo que seja um afilhado, sobrinho, neto ou qualquer parente próximo, é fundamental ter os documentos certos para conseguir embarcar. E isso vale tanto para voos, quanto para viagens de ônibus ou qualquer outro meio de transporte.

Além disso, as regras e exigências mudam dependendo do tipo de viagem: se ela é nacional ou internacional. 

+ Confira 6 dicas para economizar na viagem de fim de ano

Quer saber todas as regras e o que você precisa fazer para obter as autorizações corretas? Então continue lendo este artigo!

Viajar com menor de idade requer autorização especial?

Sim! Viajar com menor de idade requer autorização, mesmo em viagens nacionais. Isso vale para as que vão viajar sozinhas ou acompanhadas por um adulto sem grau de parentesco.

Qualquer menor de 16 anos deve apresentar uma autorização. Se a criança ou adolescente estiver acompanhada de um parente de até terceiro grau, deve ser apresentado um documento que comprove o grau de parentesco. 

No caso de maiores de 16 anos, não é necessária autorização em território nacional. Mas em viagens internacionais sim, conforme detalhado a seguir.

A autorização dos pais ou responsáveis também é obrigatória para que a criança ou adolescente possa se hospedar, não somente para o trânsito em aviões e ônibus.

Viagem nacional 

Viajar em território nacional com menor de idade não requer autorização se a viagem for para a comarca do mesmo estado ou região metropolitana. Ou seja, viagens mais curtas.

Porém, a autorização é necessária para menores de 12 anos que forem viajar desacompanhados ou na companhia de pessoas que não sejam seus parentes até o terceiro grau (irmãos, tios e avós).

Se o adolescente for maior de 12 anos, não necessita de autorização para viajar no território nacional. Mas ele precisará portar documento de identidade original ou certidão de nascimento (original ou cópia autenticada).

Além deste caso, a autorização só é dispensável quando a criança estiver na companhia dos pais ou responsáveis. Se for ascendente ou colateral maior até o terceiro grau, é preciso comprovar o parentesco por meio de documentos válidos legalmente.

Viagem internacional

No caso de viagens internacionais, a autorização judicial é sempre obrigatória para viajar com menor de idade.  

E se o menor estiver viajando com apenas um dos pais, o outro precisa autorizar. Se estiver acompanhado de adulto sem parentesco, os dois devem assinar a autorização. 

Em todos esses casos, o documento deve ser reconhecido em cartório. Isso é muito importante, ou a autorização não será válida.

A autorização de viagem será dispensada quando o menor de 16 anos apresentar passaporte válido com autorização expressa para viajar desacompanhado para o exterior.

Pessoa segura um passaporte na frente de uma mala
Viajar com menor de idade requer autorização autenticada em cartório

Como obter autorização para viajar com menor de idade?

Basicamente, existem duas formas de autorização para viajar com menor de idade. 

Uma delas é a emitida por um juiz da Vara da Infância e da Juventude. Para solicitar, é necessário apresentar documento de identificação da criança (pode ser a certidão de nascimento) e dos pais ou responsáveis.

No caso de responsável legal, também é preciso comprovar a guarda ou tutela com a certidão do juízo que a concedeu.

Outra forma de autorização é com um documento escrito pelos próprios pais ou responsáveis. Mas nesse caso, ele deve ser reconhecido em cartório.

Pode ser um documento público ou particular, no caso de viagem nacional, ou escritura pública, no caso de viagem internacional. Em ambos os casos com firma reconhecida por autenticidade ou semelhança. 

Essas autorizações não necessitam de homologação pelo Juízo da Infância e da Juventude.

É possível encontrar vários modelos na internet, sendo os mais confiáveis aqueles fornecidos pelos próprios órgãos públicos. 

O Ministério Público de Goiás, por exemplo, tem vários modelos em seu site. Confira os modelos para cada tipo de autorização:

Quais documentos levar ao viajar com menor de idade?

Mas não para na autorização. Além dela, para viajar com menor de idade, é necessário portar mais alguns documentos. 

Em todas as situações, o documento de identificação com foto é fundamental. Mas as crianças e os adolescentes que não tiverem carteira de identidade podem viajar com a certidão de nascimento original ou autenticada.

Portanto, antes de sair de casa para viajar com crianças e adolescentes, certifique-se de ter:

  • identidade ou certidão de nascimento do menor
  • seu próprio documento de identificação com foto
  • a autorização (emitida pelo juiz ou feita pelos pais e autenticada em cartório)
  • além dos passaportes, quando for viagem internacional, é claro

O conteúdo foi útil? Então compartilhe com os pais do menor que você vai viajar e já os deixe informados sobre os procedimentos necessários!

É possível parcelar o 13º salário ao longo do ano? Entenda o que a lei diz

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Notas do Real Brasileiro espalhadas sobre mesa branca

Se você é trabalhador de carteira assinada, talvez já tenha pensado na possibilidade de parcelar o 13º salário ao longo do ano. 

Ou seja, receber o valor proporcional no decorrer dos 12 meses, ao invés de pegar a parcela total no final do ano. 

Mas será que é possível fazer algo desse tipo? Será que é legal? FinanceOne responde!

É possível parcelar o 13º salário ao longo ano?

A Lei 4.090/1962, que criou a bonificação natalina, e a Lei 4.749/1965, que estabeleceu todas as regras do benefícios, têm a resposta. Ambos os textos nos informam que a gratificação pode ser paga em duas parcelas. 

A primeira, equivalente a 50% do valor, deve ser paga até o dia 30 de novembro de cada ano.  

Já a segunda equivale aos 50% restantes, mas com os descontos de INSS e Imposto de Renda. Essa parte pode ser paga até o dia 20 de dezembro do respectivo ano. 

Se as duas parcelas não caírem no prazo previsto, o Ministério do Trabalho pode multar o empregador.

Portanto, não é possível parcelar o 13º salário. No máximo, a empresa poderá dividir o pagamento em duas parcelas.

Empreendedor segura notas de dinheiro com a mão esquerda e faz sinal de positivo com a direita
Parcelar 13º ao longo do ano.Será que é possível parcelar o 13º salário ao longo ano? Confira a resposta no artigo e entenda como fazer isso.

Projeto pode permitir parcelar o 13º salário ao longo ano?

Mas a possibilidade de parcelar o 13º salário ao longo do ano não é impossível. Isso porque já existem até mesmo projetos de lei que preveem essa possibilidade. 

Um deles é o  Projeto de Lei 5.337/2019, de autoria do deputado Lucas Gonzalez. O texto solicita a autorização para parcelamento do 13º salário em 12 prestações.

+ A empresa não depositou o 13º salário no prazo? Veja o que fazer! 

Segundo a proposta, o valor seria depositado normalmente na própria conta do trabalhador. Além disso, o parcelamento ficaria a critério, podendo ser acordado entre empregador e empregado. 

Os impostos e descontos previdenciários também seriam recolhidos mensalmente.

Mas esse projeto de lei ainda não foi aprovado no Congresso Nacional, nem sancionado. Portanto, nada muda por enquanto.

Quem tem direito ao 13º salário?

Todo trabalhador com carteira tem direito ao 13º salário. Além disso, têm direito à gratificação natalina:

  • aposentados
  • pensionistas e
  • quem trabalhou com carteira assinada por, pelo menos, 15 dias no ano

O valor do benefício corresponde ao salário do funcionário. Porém, se o profissional não trabalhou por um ano inteiro (12 meses) receberá um valor proporcional. 

Para entrar na conta, cada mês deve ter sido trabalhado por mais de 15 dias. 

No momento, está em andamento a segunda parcela. Ao contrário da primeira, a segunda parcela do 13º salário sofre os descontos relativos ao IRPF e ao INSS.

Quem tem licença maternidade ou ficou afastado por doença ou por acidente, também recebe o 13º salário. As regras são as mesmas que as dos demais.

13º para quem teve redução de jornada ou suspensão do contrato

Com a pandemia, muitos trabalhadores fecharam acordo com as empresas e tiveram contrato suspenso ou a jornada reduzida.

No caso de jornada reduzida, tanto o 13º salário quanto as férias devem ser pagos de forma integral, seguindo o mesmo cálculo.

Mas se houve a suspensão do contrato de trabalho, o período não trabalhado será descontado do cálculo. 

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Precisa solicitar o saque do FGTS? Confira o passo a passo completo!

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Mão segura celular aberto na tela inicial do aplicativo FGTS

O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) é um fundo criado pelo governo federal. O objetivo desse fundo é criar uma reserva de dinheiro para o trabalhador que tem carteira assinada. O depósito é feito todo mês pela empresa e equivale a 8% do seu salário. Com isso, é possível realizar o saque FGTS caso o colaborador seja demitido da empresa.

Os depósitos mensais para o FGTS são de responsabilidade da empresa em que o funcionário trabalha e devem ser feitos, obrigatoriamente, na conta do FGTS de cada colaborador.

Por isso, quando a empresa começa a recolher o dinheiro para o fundo, a Caixa Econômica Federal abre uma conta do FGTS do trabalhador.

A seguir, veja como realizar o saque FGTS. Boa leitura!

Como funciona o saque digital do FGTS?

Agora é possível solicitar o saque FGTS totalmente digital. Esse tipo de saque é um novo serviço para que os trabalhadores consigam sacar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço com mais comodidade, ou seja, sem precisar ir até uma agência da Caixa Econômica.

Para isso, o funcionário deverá acessar o aplicativo do FGTS para consultar os valores já liberados e solicitar o saque. É necessário indicar uma conta de sua titularidade para receber o dinheiro.

De acordo com a Caixa, tudo é feito 100% digital, sem precisar ir à uma agência. A funcionalidade está disponível desde fevereiro de 2020.

+ A multa de 40% do FGTS em caso de demissão vai acabar? Entenda!

Quem pode fazer o saque digital do FGTS?

O saque FGTS digital está disponível a todos os funcionários que se enquadrem em uma das modalidades de saque previstas em Lei que possuam valor liberado para saque, inclusive os aposentados, a partir de janeiro de 2020.

Como funciona o saque digital FGTS?

Ao entrar no aplicativo do FGTS, por exemplo, é possível consultar os valores disponíveis para o saque. Após isso, basta indicar uma conta na Caixa Econômica ou em qualquer outra agência bancária para receber os valores. Não há custo para o trabalhador.

Após a solicitação, o valor estará disponível na conta após cinco dias úteis. Além disso, o trabalhador poderá ainda fazer upload de documentos, além de acompanhar as etapas entre a solicitação e a liberação dos valores para o saque.

Em quais condições é possível solicitar o saque FGTS?

Conheça as situações nas quais você pode sacar o FGTS:

  • demissão sem justa causa, pelo empregador;
  • término do contrato por prazo determinado;
  • rescisão por falência, falecimento do empregador individual, empregador doméstico ou nulidade do contrato;
  • rescisão do contrato por culpa recíproca ou força maior;
  • aposentadoria;
  • necessidade pessoal, urgente e grave, decorrente de desastre natural causado por chuvas ou inundações que tenham atingido a área de residência do trabalhador, quando a situação de emergência ou o estado de calamidade pública for assim reconhecido, por meio de portaria do Governo Federal;
  • suspensão do trabalho avulso;
  • falecimento do trabalhador;
  • idade igual ou superior a 70 anos;
  • portador de HIV;
  • neoplasia maligna (trabalhador ou dependente);
  • estágio terminal em decorrência de doença grave (trabalhador ou dependente);
  • permanência do trabalhador titular da conta vinculada por três anos ininterruptos fora do regime do FGTS, com afastamento a partir de 14/07/1990;
  • permanência da conta vinculada por três anos ininterruptos sem crédito de depósitos, cujo afastamento do trabalhador tenha ocorrido até 13/07/1990;
  • doenças graves.
boneco segurando celular na página do FGTS
Confira em quais ocasiões é possível fazer o saque FGTS

Trabalhadores podem sacar FGTS através do saque-aniversário

Além do saque digital do FGTS, também é possível sacar o benefício através do saque-aniversário.

O saque-aniversário permite a retirada de parte do saldo da conta do FGTS, anualmente, no mês de aniversário. Para receber o recurso, no entanto, é necessário optar pela sistemática no site da Caixa Econômica.

+ Saque-aniversário do FGTS: veja o que ocorre na desistência

Como optar pelo saque-aniversário FGTS

A opção para conseguir ter acesso ao saque-aniversário pode ser realizada no aplicativo do FGTS, no site, no Internet Banking da Caixa ou indo diretamente em alguma das agências.

Vale lembrar, contudo, que a migração para o saque-aniversário não é obrigatória. Portanto, quem não escolher essa opção continuará sacando o benefício no saque-rescisão.

Além disso, os trabalhadores que optarem pelo método de saque-aniversário até o último dia do mês de seu aniversário poderão receber o valor no mesmo ano de opção.

Gostou deste texto? Está pensando em sacar FGTS? Então continue visitando o nosso site e saiba agora mesmo como baixar o aplicativo do FGTS e como funciona. Dessa maneira, você conseguirá realizar o seu saque.

Letras financeiras: o que é e como funciona?

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Papéis com gráficos de investimentos em uma mesa de madeira

Assim como os Certificados de Depósitos Bancários (CDB) e os títulos do Tesouro Direto, as Letras Financeiras também são um tipo de aplicação em renda fixa. Por isso, veja agora o que são letras financeiras e como investir!

A diferença de uma letra financeira para um CDB, por exemplo, é que esse tipo de investimento costuma funcionar bem para aqueles que pretendem fazer essa aplicação voltada para um retorno a longo prazo.

Seu funcionamento acontece de maneira muito semelhante a de outros títulos de renda fixa, que é através do empréstimo do dinheiro para instituições, em que você recebe esse montante acrescido de juros.

No entanto, as Letras Financeiras possuem diferenciais quando comparado aos CDBs, LCIs e LCAs. O que pode trazer uma rentabilidade maior para o bolso de quem realiza esse tipo de investimento e aplicação.

Ficou curioso para saber um pouco mais sobre o funcionamento das LFs? Então continue a leitura. Vamos te mostrar suas diferenças entre os demais investimentos, além do seu funcionamento. Confira a seguir!

Pessoa usando calculadora em uma mesa com vários papéis
As Letras Financeiras possuem uma rentabilidade diferente dos demais tipos de aplicação em renda fixa

Afinal, o que é uma Letra Financeira?

Como mencionado anteriormente, as Letras Financeiras são investimentos de renda fixa, assim como outros tipos de aplicação já conhecidos como o CDB, LCI e LCA. Por isso, ao investir em uma LF, é possível entender como funciona sua rentabilidade.

Isso porque, todo tipo de aplicação em renda fixa possui uma certa previsibilidade. Por exemplo, há investimentos em que já é possível saber o quanto você vai receber depois da aplicação ou ainda ter um indexador como referência para os rendimentos.

Nesse sentido, as Letras Financeiras merecem destaque para aquelas aplicações feitas como foco no longo prazo. Isso porque, o prazo mínimo é de dois anos de dinheiro aplicado nesse tipo de investimento.

Além disso, esse é um investimento menos acessível, já que o valor mínimo de aplicação é de R$150 mil. Então, ao aplicar seu dinheiro neste tipo de título é necessário ter em mente de que você ficará algum tempo sem mexer no dinheiro.

Para quem esse tipo de aplicação é recomendada:

Mesmo sendo uma aplicação financeira de renda fixa, as Letras Financeiras possuem um perfil específico de investidor. Ou seja, para investir em LFs, é necessário que o investidor seja poupador e possua um certo patrimônio em dinheiro acumulado.

Por isso, caso você seja um investidor que procura por um local de boa rentabilidade para deixar o seu dinheiro como uma reserva financeira, talvez seja melhor optar por outro tipo de aplicação com resgate mais rápido.

Além disso, as Letras Financeiras não podem ser oferecidas por qualquer local. Existe uma especificação de instituições que podem oferecer este tipo de investimento.

São elas:

  • Bancos múltiplos;
  • Instituições financeiras comerciais;
  • Bancos de desenvolvimento;
  • Bancos de investimento;
  • Sociedades de crédito, financiamento e investimento;
  • Caixas econômicas;
  • Companhias hipotecárias;
  • Sociedades de crédito imobiliário;
  • Cooperativas de crédito;
  • O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Então, mesmo que você tenha interesse em aplicar neste tipo de investimento, vale checar também se a instituição possui autorização para oferecer essa categoria.

Como funciona as Letras Financeiras?

Assim como outras aplicações, as Letras Financeiras também possuem seu rendimento atrelado ao Certificado de Depósito Interbancário (CDI) ou ao índice oficial de inflação no Brasil, que é o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Por fim, a vantagem de escolher uma Letra Financeira que possui o IPCA como indexador é que o seu dinheiro fica protegido da inflação. Sendo assim, em momentos com a inflação acima de 10% (como agora), você não perde dinheiro como acontece na poupança, por exemplo.

Agora que você já sabe um pouco mais sobre as Letras Financeiras, que tal saber um pouco mais também sobre o funcionamento do LCI e do LCA. Confira!