Início Site Página 356

Como transferir o título de eleitor pela internet? Veja o passo a passo

0
pessoa segurando título de eleitor perto da urna

Se você mudou de cidade e deseja transferir o título de eleitor, saiba que o prazo vai até o dia 4 de maio para solicitar a transferência do domicílio eleitoral. As eleições 2022 terão cinco cargos na disputa: deputados estaduais, deputados federais, senadores, governadores e presidente da República.

O prazo de 4 de maio também é a data limite para fazer a mudança de local de votação dentro do mesmo município, serviço previsto na revisão do cadastro de eleitor. Outras alterações, como a inclusão de nome social, por exemplo, são permitidas até essa data também.

Além disso, até maio o eleitor pode pedir a solicitação da primeira via e regularização do título de eleitor e quem precisa acertar pendências e multas relativas a ausências em eleições anteriores.

O eleitor que não votou em três eleições consecutivas e teve o título cancelado também deve regularizar sua situação durante esse período.

Já os eleitores brasileiros que moram no exterior, a data também é limite para transferência de domicílio eleitoral, alteração de dados de cadastro e regularização do título.

A seguir, veja como transferir o título de eleitor pela internet

Passo a passo para transferir título de eleitor e mudar local de votação pela Internet

Antes de mais nada, vale lembrar que para fazer a transferência de título é necessário que o eleitor resida há pelo menos três meses no novo endereço e não tenha feito transferência de título, ou tirado a primeira via do documento, nos 12 meses anteriores.

No entanto, esse critério não se aplica ao servidor público civil, militar e autárquico, ou membros de sua família, que, por motivo de remoção ou transferência, tenha mudado de domicílio.

Confira o passo a passo para alterar o título de eleitor pela internet:

  1. O primeiro passo é digitalizar um comprovante de residência e um documento de identificação oficial com foto;
  2. Em seguida, entre no site do TSE, depois em “Eleitor e eleições”;
  3. Escolha a opção “Título eleitoral” e depois “Tire seu título ou altere seu título – Título Net”.
  4. Em seguida, vá até “Iniciar seu atendimento a distância” e preenche o formulário para atendimento.

Quais documentos são solicitados para transferir o título de eleitor?

  • documento oficial de identidade com foto (frente e verso);
  • comprovante de residência recente (no caso de transferência, prazo mínimo de três meses de residência no novo endereço);
  • documento que consta o pagamento de débito com a Justiça Eleitoral (quando houver débito);
  • comprovante de quitação do serviço militar, para o alistamento, sendo o requerente do sexo masculino (exigência a partir de 18 anos até 31 de dezembro do ano que completar 45 anos).

+ Documento nacional de identidade (DNI): veja como vai funcionar

mulher apontando o título de eleitor para a câmera
Eleições 2022: veja o passo a passo de como mudar o título de eleitor para outra cidade. Prazo será encerrado no dia 4 de maio

Eleições 2022: como identificar débito com a Justiça Eleitoral?

Antes de solicitar a alteração no cadastro domiciliar ou de outros dados pessoais, é necessário verificar se você possui débito com a Justiça Eleitoral. As multas são, normalmente, decorrentes de ausência às urnas ou aos trabalhos eleitorais.

Caso você confirme que tem débito com a Justiça Eleitoral, será preciso emitir um boleto e efetuar o pagamento no Banco do Brasil.

+ Clique aqui para consultar débitos com a Justiça Eleitoral

Após consultar os débitos, é necessário quitar a Guia no Banco Central. Em seguida, é preciso aguardar a identificação do pagamento na Justiça Eleitoral. Além disso, também será liberado o registro na inscrição pela zona eleitoral.

Caso haja urgência para regular o título, entre em contato com a sua zona eleitoral para orientações sobre a baixa da multa no sistema.

O contato telefônico pode ser obtido na página do Tribunal Regional Eleitoral da respectiva Unidade Federativa ou em consulta a zonas eleitorais.

Gostou deste conteúdo? Acha que ele pode ajudar outras pessoas?

Então compartilhe em suas redes sociais para que mais pessoas tenham acesso e saibam como pedir transferência do título de eleitor.

O que faz o Dólar subir ou descer em relação ao Real?

3
Nota de 1 Dólar e algumas de 100 reais

É muito comum ver pessoas que acompanham fielmente a alta ou a queda do Dólar.

Isso porque, essas variações acontecem todos os dias e até mesmo mais de uma vez. Em 2020, a moeda americana atingiu níveis históricos e, um dos motivos, foi a pandemia da Covid-19.

Mas, você sabe o que pode fazer o dólar oscilar tanto? Para entender sobre essa variação é necessário falar sobre a taxa de câmbio.

Essa é a relação entre duas moedas de dois países, que acaba resultando no preço de uma delas medido em relação à outra.

Existem diversos fatores que podem fazer o dólar valorizar ou desvalorizar a moeda em relação ao real. Quer saber quais são? Continue lendo o artigo e descubra!

Entenda como funciona a cotação do dólar

Antes de você saber quais são os fatores que influenciam na alta e na queda da moeda americana, é importante entender como funciona a cotação do dólar. E a cotação do dólar funciona de acordo com a taxa do câmbio.

É o câmbio que vai definir quantos reais são necessários para a compra de um dólar. Lembre-se que essa taxa é bastante flexível, assim como a moeda estrangeira.

Por isso, fatores políticos e econômicos costumam influenciar bastante as transações entre os países.

Mas, como a cotação do dólar influencia o mercado brasileiro? A resposta é bem simples, sabe a lei da oferta e procura?

É exatamente assim que funciona. E, como em qualquer produto, quando a oferta é maior que a procura o preço tende a cair.

Mas quando a demanda é maior que a oferta, o valor do produto sobe. O mesmo acontece com a moeda americana.

E por que a oscilação acontece? Por diversos motivos, mas os principais são as taxas de juros, o turismo internacional, o superávit ou déficit comercial, entre outros fatores.

Notas de dólar enroladas em um papel com gráficos
O Dólar é apenas uma das muitas moedas que sofrem influência da Lei da Oferta e da Procura.

4 fatores que podem influenciar a alta e a queda do dólar

1) Câmbio flutuante

O sobe e desce tanto do dólar quanto de outras moedas estrangeiras podem acontecer por conta da entrada e saída dos fluxos de moedas internacionais na economia.

No Brasil, você já sabe que a taxa de câmbio costuma variar de acordo com o mercado.

Vale ressaltar, ainda, que essa taxa não é definida pelo Governo Federal. Mas, sim, que varia de acordo com o movimento do mercado.

Além disso, às vezes é necessário que o Banco Central intervenha quando a moeda atinge um valor muito alto ou muito baixo.

2) Reservas cambiais

Também tem outro fator que pode influenciar e ele se chama reserva cambial – que nada mais é do que o montante de moeda estrangeira e ouro acumulado por um país.

Vale destacar que elas são essenciais para negociações internacionais realizadas com a moeda americana.

Também se torna importante no pagamento de fornecedores. A sua queda pode, inclusive, provocar uma valorização na moeda.

3) Crises financeiras

É indiscutível como impactos externos podem interferir na queda ou ascensão do dólar, inclusive crises financeiras. E isso é independentemente, se são internas ou externas.

Mas, elas causam, sim, influência neste gráfico da moeda americana.

A explicação é que investidores não vão querer investir em uma economia que possa estar em risco. Com isso, eles acabam por: vender suas ações, convertê-las em dólar, retirá-las e, até mesmo, realocar em produtos menos voláteis.

4) Economia dos EUA e mundo

Dono de uma das economias mais fortes e importantes, os Estados Unidos acaba sendo um referencial.

Logo, tudo o que acontece no país impacta diretamente na cotação do dólar.

É muito importante estar atento às questões político-econômicas. Mas não só nos Estados Unidos, no mundo todo.

Por exemplo, embates comerciais e de territórios, como entre o país americano e os demais asiáticos.

Por isso, diretamente paira uma discussão e preocupação em cima dos efeitos e incertezas em cima de expectativas negativas com esses eventos que impactam a economia mundial.

Como converter o valor do seu dólar?

Quer converter o valor de uma moeda, mas não sabe como? Aqui no FinanceOne isso é possível de forma fácil, rápida e prática.

Com o novo conversor de moedas você consegue converter qualquer valor. Basta colocar o país de origem e de destino. Quer testar?

Esse conteúdo te ajudou? Então fique por dentro de todos os detalhes do mercado cambial.

Quanto devo guardar por mês do salário?

3
Cofre de porquinho em cima de uma mesa

É bastante comum encontrar pessoas que economizam dinheiro na poupança mesmo sem ter uma renda alta. No entanto, também é comum conhecermos aqueles que não conseguem poupar e acabam gastando tudo. Por isso, quanto guardar por mês do salário para não passar o famoso sufoco?

Independentemente da sua renda, é fundamental que você entenda a importância de economizar e quanto guardar do salário todos os meses.

Monitoramento de gastos, controle dos impulsos de consumo e mudança em alguns padrões de comportamento são essenciais para quem deseja começar a poupar.

Neste texto, daremos as principais dicas de quanto economizar do seu salário nos meses. Continue a leitura para saber mais!

Por que é importante guardar o salário?

Muitas pessoas não sabem, mas economizar dinheiro mensalmente é a forma mais fácil de conquistar independência financeira. Além disso, é possível ter mais qualidade de vida quando não estamos sempre preocupados com dívidas, por exemplo.

Por mais que você tenha um planejamento financeiro todo certo e controlado, imprevistos podem acontecer e te tirar do eixo. E é claro que estando preparado para esses acontecimentos, fica mais fácil de resolvê-los.

Imagina você ter um problema de saúde e não poder arcar com remédios, exames e médicos? Guardando uma quantia do seu salário todo mês, fica mais fácil de resolver e não fazer dívidas para arcar com os custos. 

E você pode até mesmo criar uma estratégia para poder guardar salário todo mês. Dessa forma, você poderá ficar mais tranquilo que terá uma reserva de emergência sendo criada todo mês.

Se você conseguir poupar uma parte do seu salário todos os meses será possível aplicá-lo em uma poupança ou até mesmo em outros tipos de investimento mais rentáveis.

Qual é o valor ideal do salário para economizar?

É comum que as pessoas não saibam ao certo qual valor certo para poupar todo mês. Muitos especialistas apontam que é recomendável aplicar pelo menos 10% do seu salário.

Vale lembrar que esse valor de 10% é referente ao seu salário líquido mensal. Portanto, se você recebe R$2 mil por mês, após o pagamento de suas contas, por exemplo, você deve economizar R$200, no mínimo.

Pessoa calculando salário para guardar por mês
Guardar dinheiro dá segurança para possíveis imprevistos financeiros no futuro

Entretanto, vale lembrar que esse valor não é uma regra, mas sim uma recomendação. Esse percentual economizado por mês pode variar de acordo com o seu rendimento e objetivos, por exemplo.

Quanto se deve guardar por mês?

Se você está decidido a guardar parte do seu salário todo mês, precisa pensar nisso como um estilo de vida e, também, um hábito a ser inserido na sua rotina. Além disso, é preciso deixar claro que não existe um valor certo para você guardar o seu salário.

Mas sim o que se encaixa melhor para as suas necessidades. Não adianta você querer poupar metade do seu salário se vai deixar de pagar alguma conta para isso, entende?

Existe até uma regra muito famosa que é a 50-15-35, esses valores são os percentuais que você deve guardar mensalmente. Você pode usar essa regra como um parâmetro para começar a guardar salário todo mês.

No exemplo, os 50% representam os gastos essenciais que você tem todos os meses. É o que é necessário para viver, como alimentação, aluguel, vestuário, luz, água, entre outras contas. 

Os 15% devem ser destinados para as prioridades financeiras, podendo ser alguma dívida ou empréstimo que você tenha se comprometido. 

E os 35% restantes podem ser usados para o lazer, viagens, pedir comida e até mesmo ir ao cinema ou teatro. 

É claro que você pode adaptar esse percentual de acordo com a sua realidade financeira. Depois disso, é só aplicar a regra e tirar o percentual que você quer poupar. 

Quer outra dica? Comece a guardar o seu dinheiro aos poucos, não retire uma grande quantia do seu orçamento de repente. Um passo de cada vez. 

Como guardar dinheiro gradualmente?

A maioria dos brasileiros não tem o hábito de economizar dinheiro e, no começo, essa tarefa pode não parecer fácil.

Como cada caso é um caso e não temos uma maneira exata para começar a ter resultados positivos nessa empreitada, uma dica valiosa é começar aos poucos.

No 1º mês, em vez de poupar 10%, estabeleça um percentual menor e vá aumentando progressivamente.

Isso fará com que você comece a ter o hábito de se planejar e guardar o seu salário. Após alcançar a meta dos 10%, por exemplo, você pode começar a aumentar esse percentual.

Se gastou mais do que deveria em um mês, tente compensar no outro apertando os gastos, por exemplo.

E o mais importante antes de começar a poupar: não existe mágica que estique o seu dinheiro, mas hábitos que podem ser adotados à medida que você vai economizando.

Dicas para você começar a guardar salário

Como já falamos acima, o valor a ser guardado por mês do seu salário vai depender da sua realidade financeira. Mas existem algumas dicas que podem te ajudar a economizar para que você possa guardar dinheiro. Confira!

Tenha organização financeira

Essa é uma das dicas mais importantes para você começar a guardar o seu salário todo mês. Isso porque ao ter organização financeira, será possível entender quais são os seus principais gastos e a sua relação com o dinheiro.

E você pode fazer essa organização por meio de planilhas ou aplicativos, o importante é entender quanto entra e sai de dinheiro mensalmente da sua conta. 

Controle as suas finanças

Apesar de ser um pouco parecida com a dica anterior, nesta você deverá definir o valor que vai gastar para atender cada necessidade sua. Neste momento, também será possível ver o que você pode ou não contar.

Além disso, essa é uma ótima estratégia para você distribuir melhor a sua renda e ter o dinheiro disponível para outras necessidades. 

Faça avaliações a cada período

É fundamental que você faça avaliações a cada três meses ou mais para entender se o dinheiro que está sendo guardado  está fazendo falta para você ou não. 

Lembre-se que o valor que você determinou meses atrás pode não estar mais dentro da vida que está levando no momento. Pode ser que você tenha que passar a guardar menos ou até mais.

Mas para descobrir isso, é preciso realizar as avaliações e entender as suas finanças no momento em questão.

E aí, pronto para começar a guardar o seu dinheiro? Lembre-se que é muito importante ter disciplina e planejamento.

Gostou do nosso texto? Então continue a visita em nosso site e leia agora mesmo “7 aplicativos de controle financeiro para organizar seu dinheiro” para você conseguir dar o pontapé inicial.

FOFs: o que são Fundos de Fundos e como funcionam?

0
4 cofres de porquinhos, um do lado do outro

Fundos de investimentos são uma excelente opção para quem precisa diversificar a carteira e existem vários tipos deles. Mas talvez você ainda não conheça uma opção para multiplicar ainda mais os ativos: os FOFs – Fundos de Fundos. 

Um fundo funciona como se fosse um investimento coletivo. Algumas pessoas os comparam com condomínios, já que vários investidores pagam uma taxa de administração para um gestor que vai realizar as aplicações e depois dividir os rendimentos entre os cotistas. 

E existem fundos de diferentes tipos. Alguns aplicam ações, outros em títulos, há ainda os fundos multimercado, que são aqueles que variam os ativos. Até mesmo fundos de NFT estão surgindo.

Acontece que uma outra possibilidade é que essas “carteiras coletivas” não invistam diretamente em aplicações financeiras, mas indiretamente. É o caso dos FOFs.

Como funcionam os Fundos de Fundos?

Fofs é a sigla para o termo em inglês dos Fundos de Fundos: “funds of funds”. São exatamente o que o nome sugere: fundos que aplicam em outros fundos – e não diretamente em ativos finais.

Na prática, o funcionamento é muito parecido com os tradicionais: os investidores pagam uma taxa de administração para o gestor e ele é responsável por avaliar os fundos do mercado e comprar cotas daqueles que estão de acordo com o perfil da carteira.

Nas instituições financeiras, talvez você também se depare com a expressão “fundo de investimento em cotas de fundos de investimento”, cujas siglas são FIC ou FICFI. É mesma coisa.

Seguindo a regra da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), para um fundo de investimento ser considerado um FOF, ele precisa:

  • ter, pelo menos, 95% do patrimônio investido em cotas de outros fundos
  • devem ser classificados seguindo a mesma lógica dos fundos de investimentos, aplicando nas cotas de produtos da mesma categoria

Ou seja, se um Fundo de Fundo é de renda fixa, ele deve aplicar em outros fundos de renda fixa. 

A única exceção dessa segunda regra são os FIC (ou FOF) Multimercado. Assim como no caso dos fundos tradicionais, “multimercado” significa que a carteira diversifica o tipo de aplicação que realiza. 

Portanto, os Fundos de Fundos Multimercado podem investir em diferentes tipos de fundos e não apenas em outros multimercados.

Quais são os tipos de Fundos de Fundos?

Se você entendeu como os FOFs funcionam, já deve imaginar: Fundos de Fundos são classificados com a mesma lógica dos tradicionais. 

Ou seja, eles podem ser multimercado – como exemplificado acima –, imobiliários, de renda fixa etc. A nomenclatura segue o tipo de ativo que é aplicado nos fundos nos quais se tem cota.

Porém, é mais comum encontrar FOFs multimercado e imobiliários. Isso porque a diversificação costuma ser ainda mais importante e valorizada nesses dois tipos de aplicação. 

Quebra cabeça em formato de nota de dólar com peças desencaixadas simula fundos de investimentos
Nos Fundos de Fundos, cotistas pagam taxa de administração um pouco maior

Vantagens e desvantagens do Fofs

Talvez você esteja se perguntando: por que aplicar dinheiro em Fundos de Fundos, se o investidor pode simplesmente ir direto a um Fundo de Investimento tradicional?

Na verdade, existem algumas vantagens em recorrer a esse tipo de aplicação. Assim como também existem riscos, como detalhamos a seguir.

Vantagens:

  • Diversificação multiplicada: com cota em apenas um fundo, o investidor tem acesso a diversos outros fundos, cada um deles com várias aplicações.
  • Menor risco: já que as aplicações estão submetidas aos cuidados de vários gestores e o risco fica “pulverizado”, se um dos fundos do FOF não for bem, a rentabilidade de outro pode compensar.

Desvantagens:

  • Custos mais caros: a taxa de administração de um Fundo de Fundo acaba agregando as taxas de todos os fundos nos quais possui cota.
  • Rentabilidade mais comprometida: justamente pelo mencionado no tópico anterior, uma parcela maior da rentabilidade pode ser levada pelo custo do fundo.

Como investir em FOF?

Da mesma forma que se investe em um Fundo de Investimento comum: por meio de uma corretora de valores. 

O primeiro passo, porém, é descobrir qual é o seu perfil de investidor para escolher um Fundo de Fundo que atenda aos seus objetivos financeiros. Tendo isso em mente, basta abrir conta em uma corretora que tenha FOFs incluídos na gama de produtos.

O que levar em consideração na escolha do Fof:

  • se os objetivos do fundo estão alinhados com seus objetivos financeiros (exemplo: se você é um investidor arrojado, por que focar em um FIC de renda fixa?)
  • avaliar os fundos que têm cotas compradas pelo FOF – informações sobre os gestores, performance da carteira, riscos de cada fundo que o compõe. Se precisar, peça ajuda para a instituição financeira
  • custos de taxa de administração 
  • histórico de rentabilidade do fundo

O que achou dos Fundos de Fundos? Você faria esse tipo de aplicação? Deixe suas dúvidas nos comentários e compartilhe o conteúdo!

Descubra se aposentado pode abrir empresa como MEI

0
senhor de idade mexendo no notebool

A adoção pelo trabalho mesmo após a aposentadoria tem se tornado hábito entre os mais velhos, seja por motivos de manter-se na ativa ou mesmo por necessidade de aumentar a renda mensal. Mas, afinal, será que aposentado pode abrir empresa?

A resposta é sim! Para isso, entretanto, é preciso que o aposentado ou pensionista siga regras específicas para a abertura de um CNPJ. Contamos a seguir quais são os critérios de avaliação e as exceções que não se enquadram para a abertura de empresa como Microempreendedor Individual (MEI). Confira!

Como funciona o MEI para aposentados?

Se você é aposentado por tempo de contribuição, temos uma ótima notícia: você pode abrir uma empresa como MEI sem que haja perda do benefício previdenciário. As etapas de abertura e oficialização do CNPJ são as mesmas para todas as idades.

O MEI permite que trabalhadores informais ou proprietários de pequenas empresas formalizem seus negócios de maneira prática e desburocratizada. O cadastro de abertura do CNPJ pode ser feito pela internet e leva poucos minutos para ficar pronto.

Regras de faturamento do MEI

No caso dos aposentados, a abertura de uma empresa pode afetar diretamente nos benefícios previdenciários, caso eles estejam ligados ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Ao formalizar um trabalho, o aposentado deixa de receber a aposentadoria pública – a regra não se enquadra para casos de aposentadoria privada.

Quanto às obrigações, o aposentado deve seguir a mesma legislação já estabelecida para outros públicos. Ou seja, precisa emitir e pagar a contribuição mensal do MEI, feita pelo Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS), além de emitir a Declaração Anual do Simples Nacional (DASN).

O faturamento máximo de uma empresa em regime MEI equivale a R$81 mil por ano – algo em torno de R$6.750 mensais. Entram na conta de faturamento todas as formas brutas de rendimentos, independentemente de gerarem lucro ou prejuízo durante os 12 meses do ano.

Tipos de aposentadoria permitidas para a abertura de MEI

Agora que você já sabe que aposentado pode abrir empresa, é importante conhecer as condições específicas que se enquadram nessa modalidade. Para que a renda da aposentadoria não seja prejudicada, é importante que o beneficiário se enquadre em dois tipos de aposentadoria:

  • Aposentadoria por idade: quando o contribuinte já atingiu a idade prevista em lei e passa a ter direito à aposentadoria de acordo com o tempo que contribuiu para a previdência; 
  • Aposentadoria por tempo de serviço: quando o beneficiário recebe de forma escalonada pelos anos de serviços prestados – vale lembrar que o limite de idade mudou com a aprovação da Reforma da Previdência.
pessoa segurando um celular logado no app da receita federal
O cadastro para abertura de CNPJ via MEI pode ser feito pela internet e leva poucos minutos. (Fonte: Divulgação)

Funcionário público ou pensionista podem ser MEI?

Por fim, a abertura de MEI pode afetar o benefício do aposentado a partir do momento que ele esteja ligado ao serviço público ou seja aposentado por invalidez, por exemplo. Nesses casos, é sim possível abrir empresa, desde que o beneficiário seja servidor estadual ou municipal e atenda aos critérios individuais de cada regional.

Os servidores públicos federais estão impedidos de abrir MEI, já os aposentados por invalidez deixam de receber o benefício à medida que decidem voltar à ativa. Outro caso em que a abertura de MEI deixa de ser válida é quando há sócio ou administrador de outra empresa ligado ao solicitante do CNPJ.

Gostou do conteúdo? Aproveite para compartilhar com seus amigos e familiares, e confira outros textos sobre finanças pessoais aqui no portal da FinanceOne.

Entenda como declarar NFT no Imposto de Renda 2022

0
celular com tela aberta no aplicativo da Receita Federal

Já está aberto o prazo para enviar a declaração do Imposto de Renda 2022. E se você é investidor deve está querendo saber como declarar NFT. Sim, os tokens não-tangíveis precisam entrar no seu Imposto de Renda, isso se você não quiser cair na malha fina.

E com o boom que as NFTs sofreram no ano passado, a Receita Federal atualizou a declaração para incluir mais esse criptoativo. 

Outra informação importante é que a regra para declarar NFT é válida para todos os tipos de tokens não-tangíveis. E não como muitos pensavam que seria apenas para obras de arte digitais e colecionáveis, mas também será para NFTs de jogos. 

+ Como declarar aluguel no Imposto de Renda? Confira!

Agora que você já sabe que é preciso declarar NFT, deve estar se perguntando como fazer, certo? É o que você vai descobrir lendo este artigo!

Como declarar NFT no Imposto de Renda?

Bom, ao começar a fazer a sua declaração, terá um campo para ser preenchido com as suas NFTs adquiridas no ano de 2021. E para que você não erre nada e venha a ter problemas com o Leão, o FinanceOne preparou um passo a passo. Confira!

1º passo: acesse a ficha de “Bens e Direitos”, e procure o seguinte grupo “08 – Criptoativos”. Depois vá até o código “10 – Criptoativos conhecidos como NFTs (Non-Fungible Tokens)”;

2º passo: agora será preciso informar se quem tem as NFTs é você, titular, ou o dependente e a localização;

3º passo: na parte de “Discriminação” você deverá detalhar todas as informações sobre o NFT, como: tipo e a quantidade do ativo, nome e CNPJ da empresa onde está custodiado. Caso a custódia seja própria, informe o modelo de carteira digital usado (Ledger nano, Ledger X, Trezor, entre outras);

4º passo: no campo “31/12/2020” o contribuinte pode deixar zerado, caso a compra tenha sido feita em 2021. Já no campo “31/12/21” deve informar o valor de aquisição dos criptoativos, e não o valor atual de mercado.

Existem regras para declarar as NFTs?

Sim, e elas são as mesmas que as dos criptoativos em geral. Sendo assim, todos os lucros que você tem com negociação devem ser tributados quando as vendas totais superarem o valor de R$35.000 por mês.

Sendo assim, todas as vendas de até R$35 mil em NFTs são isentas de Imposto de Renda.

Ilustração com a sigla NFT
É preciso declarar no Imposto de Renda as NFTs que você comprou no ano passado

Vale ressaltar que em cima do lucro citado, é incidido nas regras gerais de ganho de capital. Veja a tabela de tributação anual de forma progressiva:

GanhosTributo
Abaixo de R$5 milhões15%
Entre R$5 milhões e R$10 milhões17,50%
Entre R$10 milhões e R$30 milhões20%
Acima de R$30 milhões22,50%

Qual é o prazo para declarar NFT no Imposto de Renda?

O prazo para declarar NFT no Imposto de Renda é o mesmo para os demais investimentos ou informações de rendimentos. A Receita Federal começou o período de declaração no dia 7 de março e ele vai até 29 de março.

Mas, aquela dica de todo ano é sempre válida: quanto antes declarar, melhor. Afinal, quem declara primeiro têm mais chances de receber a restituição nos primeiros lotes, caso a declaração seja feita sem erros e se você tiver direito.

+ Veja um Guia completo para declarar o Imposto de Renda 2022

Declarar nos primeiros dias também faz com que você tenha mais tempo para realizar correções e identificar erros. Isso é fundamental para que você não caia na malha fina.

Qual é o cronograma para restituição do IR?

Você sabia que tiveram algumas mudanças para a declaração do Imposto de Renda 2022? Mas, tem uma coisa que permanece igual aos últimos anos: requisitos para quem precisa declarar e que a restituição ocorrerá em cinco lotes.

Uma das mudanças para 2022 é que a declaração do Imposto de Renda poderá conter os testes de covid-19 que foram feitos ao longo de 2021.

+ Conheça os 6 golpes com NFT mais praticados e como evitá-lo

Além disso, a partir de 2022 o desconto simplificado é de 20% sobre a soma de todos os rendimentos tributáveis declarados. Tiveram, ainda, outras alterações e a Receita Federal já divulgou o calendário de restituição:

  • 1º lote: 31 de maio;
  • 2º lote: 30 de junho;
  • 3º lote: 29 de julho;
  • 4º lote: 31 de agosto; e
  • 5º lote: 30 de setembro.

Como de costume, terão prioridade: idosos, portadores de doença grave e deficientes físicos ou mentais. Em seguida, recebem aqueles que declararam primeiro e sem erros.

Este conteúdo te ajudou? Então continue lendo sobre a declaração do Imposto de Renda e veja como receber a restituição por meio do PIX.

Cartão de crédito Mercado pago: entenda como funciona e como solicitar

0
duas pessoas segurando o cartão Mercado Pago

Muitas pessoas já conhecem a conta digital do Mercado Pago, mas você sabia que também pode solicitar um cartão de crédito? Apesar de não ser novidade, há quem ainda não saiba todos os benefícios que o cartão crédito Mercado Pago oferece para os clientes.

As vantagens são ainda melhores para quem é cliente do Mercado Livre, como parcelar compras em até 18 vezes sem juros.

Se você está procurando por um cartão de crédito, mas ainda não achou o que mais combina com você, uma opção pode ser o do Mercado Pago. Mas, é claro, que para ter certeza, é preciso conhecer mais sobre o que esse cartão pode te oferecer.

+ Programa de recompensas do Mercado Pago: saiba como funciona!

Já sabe o que precisa para solicitar o seu cartão de crédito? Benefícios, saber se ele é internacional, valor da anuidade, taxas de juros, bandeira do cartão, esses e outros fatores você deve considerar importante e avaliar.

Quais benefícios o cartão de crédito Mercado Pago oferece?

Com tantas opções de cartões de crédito no Brasil, as empresas estão oferecendo diversos benefícios para se diferenciar dos demais. E o cartão de crédito do Mercado Pago não faria diferente.

Por esse motivo, o Mercado Pago conta com diversas vantagens tanto para quem já é cliente Mercado Livre, quanto para quem ainda não é. Confira algumas delas:

  • Ele é totalmente livre de anuidade, sendo assim você não paga nada para utilizar o cartão de crédito;
  • Você tem a possibilidade de parcelar as compras feitas no Mercado Livre em até 18 vezes sem juros;
  • Um cartão com duas funções: débito e crédito. Você escolhe qual é a melhor opção para realizar as suas compras;
  • A bandeira do cartão é Visa, o que permite que você participe dos benefícios exclusivos do Visa Gold;
  • Fez compras no Mercado Livre com o cartão de crédito Mercado Pago? Você ganha pontos em dobro no site;
  • Maior praticidade e segurança na hora de realizar as suas compras;
  • Você tem todo o controle financeiro do seu cartão de crédito pelo aplicativo.

Com tanta vantagem fica difícil não querer ter esse cartão de crédito, certo? Quer saber como solicitar o seu? É o que você vai descobrir mais abaixo neste artigo! 

mão segurando o cartão Mercado Pago
O cartão Mercado Pago oferece diversos benefícios para os clientes

Como solicitar o cartão de crédito Mercado Pago?

Leu todos esses benefícios e ficou com vontade de ter um cartão de crédito Mercado Pago? Então saiba que não é algo tão imediato assim e existe uma lista de espera.

Isso mesmo, é preciso acessar o site da instituição e se cadastrar para ser um cliente e entrar na lista de espera – manifestando desejo de ter o cartão. Esta é uma medida de segurança e organização.

Entrar na lista de espera para ter um cartão de crédito Mercado Pago é bem fácil, rápido e grátis. Basta acessar o site e se cadastrar.

O Mercado Pago realiza essa lista de espera para estruturar os seus clientes e não prejudicar a qualidade do serviço prestado. Caso a sua solicitação for aprovada, você receberá um contato via e-mail e aplicativo para receber a liberação.

Como funciona a lista de espera do cartão Mercado Pago?

O cliente fez o cadastro no site do Mercado Pago para entrar na lista de espera e ter um cartão de crédito. E agora? Como funciona o processo seguinte?

Assim que ele confirma o cadastro na lista de espera, autoriza que o Mercado Pago e sua instituição financeira realizem a consulta de dados necessários para conhecer melhor o cliente.

+ 5 formas para ganhar dinheiro no Mercado Pago. Confira! 
+ Mercado Pago passa a oferecer saque e depósito via PIX: saiba como funciona

Essa consulta, além de saber se você está apto para ter o cartão do Mercado Pago, também vai ajudar a definir o melhor limite de crédito e compras. Além disso, você receberá as melhores condições e opções.

Vale informar que o cadastro na lista de espera e toda e qualquer movimentação pode ser feita via app ou site.

Gostou do conteúdo? Então continue a sua leitura e veja como funciona a compra de criptomoedas pelo Mercado Pago.

Alteração contratual da empresa: como e quando fazer? Saiba tudo sobre!

0
casal tentando abrir uma empresa pelo computador

Imagine que sua empresa precisou mudar de endereço ou precisou acrescentar uma atividade, enfim, teve algum tipo de modificação. É super comum que, em algum momento, precise alterar os dados cadastrais da empresa. E aí que é necessário realizar a alteração contratual.

Essas alterações precisam ser registradas e formalizadas de forma correta, o que pode acabar tornando o processo mais burocrático. Mas não se assuste. Sabendo um pouco mais, você vai entender como conseguir fazer uma alteração contratual.

Continue lendo este texto para saber como fazer alteração contratual de uma empresa! Boa leitura.

O que é a alteração contratual?

De forma resumida, uma alteração contratual nada mais é que uma atualização dos dados da empresa. Sabe as informações que você registrou para abrir a sua empresa? Então, quando há alguma alteração nelas é preciso fazer a alteração contratual para deixar sua documentação em dia.

Na prática, o processo de alteração contratual pode ser um pouco burocrático quanto a abertura de uma empresa, até tendo os mesmos custos dessa operação. 

Isso acontece porque o empreendedor precisará renovar o cadastro nos órgãos que inscreveu sua empresa, tais como: Junta Comercial e Receita Federal, por exemplo.

Deste modo é preciso se preparar novamente para nada sair errado e deixar tudo em dia com os órgãos responsáveis.

Caso contrário, alguns problemas poderão surgir e gerar uma boa dor de cabeça ainda maior.

Os tipos mais comuns de alteração contratual

  • Alteração de endereço dentro do mesmo município;
  • Mudança de endereço entre estados;
  • Alteração de atividade;
  • Enquadramento da empresa;
  • Transformação do tipo jurídico (Empresário Individual, MEI, Limitada ou Eireli);
  • Correção na Receita Federal;
  • Mudança de sócios.
  • Aumento de capital.

Quando é necessário fazer uma alteração no cadastro da empresa?

Como falamos acima, são diversas situações que é necessário fazer uma alteração contratual. Neste texto, separamos alguns exemplos para você conferir:

Quando ocorre mudança na Razão Social

A razão social é o nome de registro da empresa. É o que consta nas notas fiscais emitidas, documentos legais, escrituras e em contratos firmados com terceiros, por exemplo.

Antes de fazer a cláusula de alteração de razão social, é importante checar se o novo nome já existe, pois o registro de nomes iguais ou similares não é possível.

Uma regra geral das Juntas Comerciais é a de que a Razão Social deve conter uma descrição objetiva do tipo de atividade realizada pela empresa, sob a pena de não ter o nome aceito.

mulher no telefone e lendo um papel
Alteração contratual é uma atualização dos dados da empresa. Saiba quando fazer e como!

Quando o Capital Social muda

Essa é uma outra situação em que há necessidade de fazer a alteração contratual.

Cada sócio deve definir a sua parcela de contribuição para o Capital Social de uma empresa e isso precisa ser registrado no Contrato Social. Quanto mais a contribuição de um sócio, mais cotas ele terá – ou seja, maior será o seu poder de decisão dentro da empresa.

+ Confira qual a diferença entre sócio e acionista de uma empresa

Além disso, é importante saber que ao alterar o Capital Social, esse valor só pode ser aumentado, nunca diminuído.

Quando é preciso trocar o endereço da empresa

Às vezes a empresa acaba mudando de endereço, certo? Nesse caso, também é necessário fazer a alteração contratual. Em alguns casos, é feita uma análise de viabilidade por parte da própria Prefeitura.

Além desses tipos de situações, há também outras, tais como: mudança de sócios, atividade exercida (CNAE) e outras.

Por isso, é fundamental contar com o apoio de um contador que poderá indicar quais são os documentos que precisarão ser atualizados, além de informar sobre as particularidades de cada caso. 

Agora que você já sabe como funciona a alteração contratual de uma empresa, que tal conhecer também algumas linhas de crédito disponíveis para pessoas jurídicas?

Descubra se aposentados que trabalham devem pagar INSS

0
idosos enchendo cofre de moeda

Muitos brasileiros voltam a trabalhar mesmo após se aposentarem. Geralmente, porque precisam complementar a renda ou querem empreender. Neste caso, será que o profissional ainda precisa pagar o INSS?

A resposta é bem objetiva: sim. Mesmo que já tenha se aposentado, é necessário continuar contribuindo com a Previdência Social, se continuar trabalhando. 

E isso vale tanto para empregado CLT que é aposentado, quanto para contribuintes individuais. A única diferença é que a responsabilidade de realizar a contribuição é de pessoas diferentes, como veremos a seguir. 

O que acontece se não pagar o INSS?

Se não pagar o INSS, o trabalhador (ou empregador) está cometendo um crime. Afinal, a contribuição previdenciária é um tributo, um imposto devido e obrigatório como vários outros. 

No Código Penal, está estabelecido que qualquer cidadão que exerce atividade remunerada deve contribuir com o INSS. Mesmo que já tenha se aposentado. 

Se não contribuir, ele está sujeito à pena de 2 e 5 anos de reclusão e multa. 

Vale lembrar que a responsabilidade de pagar o INSS é de pessoas diferentes, dependendo do tipo de vínculo empregatício:

  • no caso de empregado celetista, quem deve contribuir é o empregador (a empresa)
  • no caso de contribuinte individual que presta serviço para outra empresa, também é o empregador que deve realizar a contribuição
  • já contribuintes individuais que são autônomos ou MEI, ou seja, trabalham por conta própria, devem pagar a própria contribuição por meio da guia GPS ou o DAS-MEI

Se você não é o responsável por pagar a sua contribuição, não deve se preocupar. O empregador tem total responsabilidade sobre a regularidade desse pagamento e ele deve ser descontado automaticamente na folha de pagamento.

Continuar contribuindo vai aumentar a aposentadoria?

Se o trabalhador se aposentar e ainda pagar o INSS é fácil imaginar que isso poderá aumentar a aposentadoria dele agora ou no futuro. Porém, infelizmente, isso não acontece. 

A contribuição é obrigatória para todos que exercem atividade remunerada, mas não resulta em nenhum tipo de aumento, nem dá acesso a todos os outros benefícios previdenciários. 

O trabalhador aposentado que ainda contribui pode receber, além da aposentadoria:

  • salário família – benefício concedido aos celetistas que possuem filhos de até 14 anos ou com algum tipo de deficiência
  • reabilitação profissional

Até 2017 a Justiça brasileira discutia a possibilidade de conceder um aumento nesses casos. Havia trabalhadores que entravam com ação pedindo uma “troca” no modelo de aposentadoria para obter uma mais vantajosa. 

Isso era o que se chamava de desaposentação. Porém, naquele ano, o Supremo Tribunal Federal (STF), pacificou o entendimento de que isso não é possível.

Portanto, o aposentado que volta a trabalhar e contribuir não tem aumento. 

carteira de trabalho para inss
Aposentado que volta a exercer atividade remunerada deve contribuir com o INSS

Quem não pode trabalhar após se aposentar?

Vale destacar aqui que é possível voltar a trabalhar mesmo após se aposentar, mas em alguns casos há restrições. Mais especificamente, existem duas situações:

  • aposentadoria especial
  • aposentadoria de empregado público vinculado ao INSS

A aposentadoria especial é concedida quando o trabalhador já atingiu um limite definido por lei no exercício de atividades insalubres. Ou seja, é aquela dada a profissionais que trabalham com agentes nocivos ou em atividades de risco, por exemplo. 

Essas pessoas têm direito a se aposentar mais cedo, porque foram submetidas a trabalhos perigosos ou que podem prejudicar sua saúde. São trabalhos que se chamam de atividade especial.

Neste caso, se o trabalhador obteve aposentadoria especial ele não pode voltar a exercer atividade especial. Afinal, o benefício foi concedido justamente para que ele saísse daquela condição de insalubridade.

Ele até pode exercer outros tipos de atividade remunerada (e, neste caso, voltar a pagar o INSS), mas desde que não seja em atividade nociva ou com agentes insalubres como antes.

A única exceção a essa regra é a de agentes de saúde que foram trabalhar na linha de frente de combate à pandemia, conforme estabelece a Lei 13.979/2020.

No caso de empregado público vinculado ao INSS, aqueles que se aposentam após a Reforma da Previdência têm o seu vínculo de emprego extinto automaticamente. 

Portanto, até podem voltar a exercer atividade profissional, desde que não seja aquela que ensejou a aposentadoria.

O conteúdo sobre pagar o INSS após a aposentadoria foi esclarecedor? Então compartilhe e deixe sua dúvida nos comentários!

Saiba quanto custa estudar em Oxford e o que precisa para entrar

0
Faculdade de Oxford

Fazer uma faculdade no exterior é o sonho de muitos universitários brasileiros. Mas já imaginou estudar em Oxford? Apesar de ser uma realidade distante para muitos, é possível sim, estudar na universidade mais antiga da Inglaterra.

Mas é claro que para isso você precisará desembolsar um dinheiro. Até porque você vai precisar de passaporte, passagem, moradia, alimentação e transporte. Isso sem contar com as taxas de matrícula, material e outros valores extras que possam surgir.

Além disso, vale lembrar que a moeda lá é euro ou libra esterlina, o que pode acabar encarecendo ainda mais os estudos por conta da alta das moedas.

Porém, se ainda assim você sonha estudar em Oxford e quer saber quanto precisa juntar de dinheiro e o que precisa fazer para entrar na tão sonhada faculdade, nós vamos te ajudar.

Separamos as principais informações para que você possa correr atrás desse sonho. Está pronto? Então vamos ao que de fato interessa!

Quanto custa estudar em Oxford?

Tem muitas pessoas que não sabem, mas a universidade de Oxford não é pública. Por isso, é preciso arcar com o valor da mensalidade. A primeira coisa que você precisa saber é que existe diferença entre os valores de quem é estudante britânico e de quem vem de fora.

Um aluno britânico paga anualmente 9.000 libras, o que seria equivalente a R$59.388,66. Já levou um susto, né? Calma, porque o valor do estudante internacional é ainda mais caro. 

+ Quer fazer um intercâmbio de curta duração? Veja 7 opções e como funcionam

Agora o valor para os alunos internacionais é entre 15.295 libras e 22.515 libras por ano que seria equivalente a, respectivamente, R$100.927,74 e R$148.570,64.

Há, ainda, os gastos com moradia, alimentação, itens básicos de higiene, material de estudo, entre outros. Abaixo, vamos mostrar os valores dessas principais despesas que você terá para estudar em Oxford.

-> Moradia: 566 libras, o que é equivalente a R$3.733,52;

-> Alimentação: 265 libras, o que é equivalente a R$1.748,02;

-> Itens pessoais: 122 libras, o que é equivalente a R$804,75;

-> Custo de estudos: 40 libras, o que é equivalente a R$263,85;

-> Atividades sociais: 42 libras, o que é equivalente a R$277,05.

Vale frisar que esses valores podem variar de acordo com a região em que você vá morar e fazer suas compras. Além disso, é importante ressaltar que os valores citados são levando em consideração a cotação da libra no dia 11 de março de 2022

O que precisa para estudar em Oxford?

Agora que você já está por dentro de todos os principais custos para estudar em Oxford, chegou a hora de saber como ingressar. O que é preciso para entrar na universidade?

O processo para entrar em Oxford pode não ser tão simples assim e envolve diversas fases e requisitos. Além disso, ele é diferente para estrangeiros e britânicos.

Fachada da Universidade de Oxford
Para estudar em Oxford é preciso desembolsar um valor alto

Para os moradores do Reino Unido, o processo costuma envolver: a elaboração de uma carta de motivação, além de obter cartas de recomendações com professores e diretores, bem como resultados e testes padronizados: SAT ou ACT para graduação, ou GRE e GMAT para pós-graduação.

No caso da carta de motivação, o aluno deve externar motivos que o leva a desejar estudar na universidade e porque deseja se especializar para a área escolhida. 

Para brasileiros (estrangeiros), é preciso fornecer o documento de conclusão do ensino médio, ou seja, o diploma. Além disso, para graduação é necessário apresentar a nota do Enem, histórico acadêmico (para pós-graduação) e um documento de identificação com foto e em validade.

+ Como fazer mestrado no exterior: como e onde fazer 

Além disso, como os cursos serão ministrados em inglês, é obrigatório apresentar um certificado de proficiência para a língua estrangeira inglesa.

E não para por aí… é possível que o processo seletivo para estudar em Oxford também envolve uma entrevista com banca examinadora, com diversas perguntas.

Há bolsas de estudo para estudar em Oxford?

Sim! Existem diversos programas estrangeiros que oferecem bolsas de estudos para quem deseja estudar em Oxford. Um dos mais conhecidos é o Reach Oxford Scholarships. Ele costuma selecionar alunos, anualmente, sendo alguns estrangeiros.

As bolsas oferecidas são em sua maioria integrais e podem abranger qualquer curso da instituição, com exceção de medicina. 

Mas, vale destacar que as bolsas para estudar em Oxford costumam ser bastante disputadas e também há programas para quem deseja desconto para cursos de pós-graduação.

Gostou do conteúdo? Então compartilhe com aquele seu amigo que sonha estudar em Oxford, mas não sabe quanto custa e como funciona!