O presidente Jair Bolsonaro sancionou a Lei 14.297. Ela estabelece regras de proteção para entregadores de apps. A proposta havia sido aprovada pelo Congresso Nacional no ano passado.
O texto sancionado obriga a empresa de aplicativo de entrega a ter um seguro contra acidentes, sem franquia, para o entregador cadastrado.
O seguro deve abranger, obrigatoriamente, acidentes pessoais, invalidez permanente ou temporária e morte.
Contudo, vale destacar que se o entregador prestar serviços para mais de um aplicativo, a indenização será paga pelo seguro contratado pela empresa para a qual ele estava trabalhando no momento do acidente.
Auxílio Covid para entregadores de apps
Outra exigência da nova lei está relacionada ao diagnosticado com covid-19. Os entregadores de apps deverão receber uma assistência financeira por parte da empresa de aplicativo durante o período inicial de 15 dias.
Esse prazo poderá ser prorrogado por mais 2 períodos sucessivos de 15 dias, mediante apresentação de exame RT-PCR ou laudo médico que constate a persistência da doença.
O valor a ser pago deve corresponder à média dos 3 últimos pagamentos mensais recebidos pelo entregador.
Além disso, as empresas devem reembolsar os gastos com equipamentos de proteção pessoal, como máscaras e álcool em gel. A punição para o descumprimento das regras vai desde uma advertência até multa administrativa de R$5 mil por cada infração.
A lei também estabelece que o contrato de trabalho deve informar, expressamente, as hipóteses de bloqueio, suspensão ou exclusão da conta do entregador da plataforma.
Contudo, antes da exclusão, deve haver uma comunicação prévia aos entregadores de apps, com antecedência mínima de três dias úteis, explicando as razões de forma fundamentada.
Se houver ameaça à segurança e à integridade do aplicativo, dos fornecedores e dos consumidores, esse prazo de comunicação não precisa ser respeitado.
O presidente da República decidiu vetar o dispositivo que estabelecia que a empresa de aplicativo de entrega poderia fornecer alimentação ao entregador por meio dos programas de alimentação do trabalhador.
Segundo o Planalto, a medida “acarretaria renúncia de receita sem acompanhamento de estimativa do seu impacto orçamentário e financeiro e das medidas compensatórias”.
Isso porque as empresas podem deduzir o dobro do valor dos programas de vale-alimentação do lucro tributável para fins de Imposto de Renda.
De acordo com nova lei, empresas devem contratar seguro contra acidentes, sem franquia, para o entregador cadastrado
Responsabilidade dos estabelecimentos atendidos pelos aplicativos
Os restaurantes, bares, lojas e demais estabelecimentos que usam os serviços dos aplicativos de entregas também foram incluídos na lei.
Eles devem adotar as medidas necessárias para evitar o contato do entregador com outras pessoas durante o processo de retirada e entrega de produtos e serviços.
Além de permitir que os entregadores de apps utilizem as instalações sanitárias do estabelecimento e tenha acesso a água potável.
O estabelecimento também deve adotar medidas para que o entregador não tenha contato com o consumidor final.
Durante a pandemia, os aplicativos e estabelecimentos devem oferecer a forma de pagamento pela internet.
Contudo, caso seja necessário utilizar dispositivo eletrônico ou outro meio de pagamento, o estabelecimento deve adotar todos os cuidados para assegurar o mínimo contato do entregador com o consumidor final.
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Quem não gosta de fazer compras? Com descontos então, a sensação de adquirir o produto desejado é ainda melhor. Por conta disso, é cada vez mais comum encontrar clubes de descontos que oferecem diversos benefícios para os usuários.
Mas como é possível ganhar esses descontos? Existem diversos clubes de descontos que você pode participar e, consequentemente, ganhar muitos benefícios, como em programas de fidelidade e milhas.
Se você ainda não conhece e nem sabe como participar dos clubes de vantagens, pode respirar aliviado. Este artigo é totalmente voltado para te ajudar nessas e outras dúvidas. É só continuar lendo!
O que são os clubes de vantagens?
O mercado de clubes de vantagens está crescendo cada vez mais. Isso acontece tanto em lojas de ecommerce e farmácias quanto em aplicativos de delivery. Porém, muitas vezes esse benefício é oferecido para os clientes fiéis das marcas.
Ou até mesmo para fidelizar os consumidores. O objetivo é fazer com que eles voltem a adquirir produtos da marca.
Mas afinal, o que são esses clubes de vantagens que são oferecidos aos consumidores? Eles são nada mais do que programas de fidelização de clientes, como foi dito acima.
Como funcionam esses clubes de vantagens?
Ao se cadastrar, os consumidores passam a ganhar descontos, ofertas especiais e até mesmo brindes nas compras.
A ideia é justamente surpreender o cliente de forma positiva, para que ele volte a adquirir os produtos da loja. Além disso, os dois lados saem ganhando ao fazer o uso dos clubes de vantagens.
Os consumidores ganham descontos e preços especiais, economizando na compra, e as marcas passam a vender mais e, consequentemente, ganhar mais.
Vale ressaltar ainda que existem diversos tipos de clubes e, você deve se cadastrar no que combina com o seu perfil de consumidor. Não adianta você se cadastrar em um programa de milhas, mas não viajar tanto.
Consumidores poderão obter descontos com bônus na conta de luz a partir de setembro
Então, isso deve ser levado em consideração na hora de começar a participar em um desses programas que oferecem descontos.
Entenda melhor sobre os clubes de descontos ou de vantagens
São vários os clubes de descontos ou de vantagens que existem por aí. Para você não ficar perdido ou confuso, veja a seguir um pouco sobre cada um deles e do que melhor pode se encaixar para a sua empresa ou negócio.
Programa de fidelidade
Os programas de fidelidades costumam ter excelentes retornos e feedbacks positivos por parte dos consumidores. Para fazer parte, basta o usuário realizar um cadastro no site ou app da loja para começar a ter acesso aos descontos e/ou benefícios.
Uma das principais vantagens do programa de fidelidade é você ter a chance de acumular pontos de acordo com a sua utilização no consumo naquela determinada marca ou loja.
A troca dos benefícios costumam ser diversas, desde abatimentos em futuras compras, ou descontos, como também ganhando mercadorias e produtos das determinadas lojas parceiras.
Há vantagens para os consumidores, como também para as empresas. Isso incentiva o consumo/utilização, como manter o cliente sempre por perto e fidelizar a marca.
Funciona da seguinte maneira: o cliente faz compras no cartão de crédito e, a cada real gasto, ganha uma determinada pontuação. Ela é convertida em milhas e você pode trocar por passagens aéreas.
Neste caso, quanto mais você usar mais milhas irá adquirir. Em alguns casos, as passagens podem sair sem custo. Mas, as milhas também podem ser convertidas em outros produtos e/ou serviços.
Cupom de desconto
Quem nunca adquiriu um cupom de desconto para pagar menos? Essa é mais uma opção que pode ajudar na fidelização de clientes e aumento de vendas em determinado produto.
As empresas costumam oferecer este benefício a clientes que compram frequentemente ou, também, para quem está há um tempo sem comprar e em determinada ação acaba voltando a adquirir um produto ou serviço. Os cupons de descontos também são bem utilizados em lançamentos e parcerias.
Quem nunca viu um influenciador pelas redes sociais oferecendo cupom de desconto de determinada marca? Isso funciona para atrair mais clientes e divulgação.
Geralmente, o cupom é inserido na aba de pagamentos, quando o cliente vai finalizar a compra.
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Há algumas semanas, demonstrei o tamanho do mercado de NFTs através dos cinco exemplos que mais movimentaram o mercado. Hoje vou falar sobre um projeto que acredito ter muito potencial de longo prazo no universo dos NFTs, onde atualmente vivemos um hype e pode-se dizer até que vivemos uma bolha especulativa.
Tenha em mente, que eu tenho uma visão enviesada deste mercado, pois investi meu próprio dinheiro em NFTs vendidos na plataforma VeVe, e sou entusiasta das criptomoedas e blockchain, portanto muito cuidado com decisões de investimentos que você não conhece.
O que gosto de lembrar é que apesar de ser um mercado de altíssimo risco, já dizia o ditado, quem chega mais cedo bebe água limpa, e eu não gosto de ver ou ficar esperando as oportunidades aparecerem, mas sim encontrá-las. Agora vamos ao que nos interessa!
O que é a plataforma VeVe?
A VeVe é uma plataforma de negociação e exibição de NFTs, criada pela empresa Ecomi de Cingapura. Nesta plataforma os usuários e investidores conseguem obter colecionáveis digitais com licenças de grandes marcas como Disney, Fox, Marvel, DC Comics, Cartoon Network e muitos ainda por vir, como por exemplo, o desenho mais amado de todos os tempos: o Pokémon!
VeVe tem licenças de grandes marcas como Disney, Fox, Marvel
A plataforma possui uma ferramenta de realidade aumentada que permite aos colecionadores, colocarem seus itens colecionáveis em fotos ou em ambientes reais e baterem fotos para compartilharem em suas redes sociais ou até mesmo no feed da própria plataforma.
Os NFTs da VeVe estão conectados ao blockchain da Ethereum. A plataforma promete futuramente a função de negociação de seus NFTs fora da plataforma VeVe, podendo serem negociados diretamente e enviados de um usuário para outro através do blockchain da Ethereum.
E como comprar os NFTs?
Uma das grandes sacadas do VeVe é a possibilidade de realizar as compras utilizando um cartão de crédito, sem a necessidade de utilizar carteiras e endereços de criptomoedas, que é um processo bastante complicado ainda para a maioria das pessoas.
Com o cartão de crédito é possível comprar “gems” que são pequenos diamantes que equivalem a um dólar cada. Ao comprar os gems é possível utilizá-los dentro da plataforma, porém ainda não é possível transformá-los de volta em dólar, portanto muito cuidado, não existe liquidez imediata, apesar de a plataforma prometer esta função ainda em 2022.
A compra dos NFTs pode ocorrer por duas vias, a primeira são os “drops” que são as primeiras aparições dos NFTs. Os drops são extremamente concorridos e são lançados na plataforma às 13h de Brasília em ponto.
Eu jamais consegui pegar um drop, devido ao tamanho da demanda. A segunda forma é através do mercado secundário, onde usuários donos das NFTs as colocam a venda, claro que com um valor muito maior que o valor adquirido nos drops.
Quais colecionáveis eu estou de olho?
Se for falar de sonho de consumo, impossível não pensar num carrão, não é mesmo? Mas o carro dos meus sonhos não é um Camaro ou uma Ferrari, meu carro dos sonhos no atual momento é um NFT do DeLorean da franquia do De Volta para o Futuro.
Ele é vendido na VeVe pela bagatela de mil dólares. Ainda não fui corajoso o suficiente para investir mil dólares num NFT, mas tenho certeza de que este dia vai chegar.
NFT do DeLorean da franquia do De Volta para o Futuro
Outra coleção que gosto muito são as estátuas em homenagem aos primeiros desenhos do Mickey Mouse, acredito que estas peças terão valores bastante elevados, pois são as primeiras aparições do Mickey no universo dos NFTs e este é um dos personagens mais conhecidos do mundo, além de ter sido criação do brilhante cartunista, Walt Disney.
Além de estátuas e objetos também é possível adquirir e colecionar revistas, uma das revistas que possuo é a primeira edição do Homem-Aranha, também um dos desenhos mais famosos do mundo, esta revista no mundo real já foi leiloada por mais de 1 milhão de dólares.
Hoje o NFT vale aproximadamente 300 dólares, será que chega nos valores da peça física? Se chegar a 10% do valor já seria impressionante, não podemos duvidar de nada do mercado de NFTs tudo é possível.
O que eu penso da VeVe e do futuro da plataforma?
A VeVe conseguiu garantir parceria com marcas e franquias incríveis, fato que me chamou muito a atenção quando conheci a plataforma. Além de me dar a confiança de que eu não estava comprando algo sem valor e sem o apoio de algumas gigantes da área de entretenimento.
Gosto também do fato de que a compra é facilitada, sem barreiras de entrada, o que traz um fluxo de pessoas enorme para a plataforma, valorizando assim os itens vendidos na mesma, questão de oferta e demanda.
Estou correndo o risco da promessa de que um dia conseguirei transformar meus gems de volta em dólares, mas fico mais tranquilo em acreditar também que uma empresa que possui parceria com a Disney, cometeria um crime como este.
Além disso, os colecionáveis estão vinculados ao blockchain da Ethereum, o que me deixa ainda mais disposto a correr estes riscos.
Eu gosto muito da plataforma, sou fã de muitas franquias que estão ali e vou continuar utilizando a plataforma e adquirindo novos NFTs, vale lembrar que o interesse do investidor deve ser baseado em sua própria pesquisa.
Fico feliz em apresentar a ferramenta a um publico amplo, mas a decisão de investir e comprar NFTs é individual!
Conheça Renato Carvalho, colunista do FinanceOne
Com vasto conhecimento sobre o mercado de moedas digitais, Renato Carvalho é o novo colunista do FinanceOne. Semanalmente, ele traz informações importantes sobre criptomoedas. Fique de olho!
Renato é administrador com experiência como executivo do setor de educação internacional e empresas de consultoria empresarial e auditoria “BIG 4”.
Investidor de renda variável desde sua adolescência, produz conteúdo de educação financeira, mostrando o que faz com o seu próprio dinheiro “skin in the game”. Especialista em criptoativos e negócios disruptivos.
É Bacharel em Administração pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Université Libre de Bruxelles (Bélgica) e mestre em Administração pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC).
Confira outros textos de Renato Carvalho, colunista do FinanceOne:
Não importa se você investe ou ainda está aprendendo sobre criptoativos, em ambos os casos, você precisa entender o que é uma ETF de criptomoedas. Afinal, trata-se de mais uma opção disponível para quem deseja investir nesses ativos.
A sigla ETF significa “Exchange Traded Funds”, em tradução livre para o português, seria algo como “fundos negociados em Bolsa”. Mas o nome mais comum dado à sigla é “Fundo de Índice”.
Em resumo, trata-se de um fundo de investimento constituído por cotas que são negociadas em Bolsa, instituído sob o modelo de gestão passiva. Dessa forma, tem como objetivo replicar na carteira de investimento a rentabilidade de um determinado índice de referência.
Nesse sentido, o ETF é um fundo de investimento cujos recursos são administrados por gestores especializados, com o intuito de render de forma semelhante a um índice específico.
Para isso, o ETF tem a carteira composta por ativos que também compõem a carteira teórica de seu índice de referência.
Portanto, quem adquire cotas em um Fundo de Índice passa a deter, indiretamente, os ativos que compõem tal fundo.
Isso proporciona certo grau de facilidade ao investidor, que não precisaria adquirir cada um, individualmente, para obter o retorno equivalente ao de determinado índice.
Contudo, é importante notar também que, visto que o ETF conta com gestão profissional, adquiri-lo pode oferecer certa tranquilidade a investidores iniciantes que, eventualmente, tenham dificuldade em analisar ativo por ativo e determinar critérios para escolha deles.
Quais os ETFs de criptomoedas listados na B3?
Os fundos de índice de criptomoedas são negociados pela bolsa de valores brasileira, a B3. Atualmente, são negociados 44 ETFs de renda variável, mas nem todos são de moedas digitais.
Quando citamos especificamente os ETFs de criptomoedas, as opções disponíveis são, até o momento:
BITH11;
HASH11;
ETHE11;
QBTC11;
QETH11.
Cada um deles tem suas características, sendo que a maioria acompanha os movimentos de uma moeda específica, como Bitcoin e Ethereum, enquanto o HASH11 é composto por uma cesta mais diversificada.
Novo ETF cripto foca em ativos do setor de DeFi
A Hashdex anunciou o lançamento de mais um ETF de criptomoedas na bolsa brasileira. Ele será o sexto fundo negociado em bolsa ligado ao setor lançado em menos de um ano, o quarto da gestora cripto carioca.
Batizado de DEFI11, o novo ETF, como o nome sugere, pretende garantir exposição ao ecossistema de finanças descentralizadas, conhecido por sua abreviação em inglês “DeFi”.
Inicialmente, segundo a Hashdex, o ETF contará com 12 ativos, divididos em três categorias:
1 – Protocolos de DeFi – que oferecem soluções para serviços financeiros, e que terá os criptoativos de Unisawap, AAVE, Compound, Maker, Yearn.finance, Curve, Synthetix e AMP;
2 – Protocolos de Suporte – que auxiliam protocolos DeFi com serviços de armazenamento e consulta de dados, verificação de identidade e soluções de escalabilidade, com os ativos de Polygon, Chainlink e The Graph;
3 – Plataformas de Registro – que são os blockchains nas quais as transações são validadas e registradas. Contudo, inicialmente contará com apenas um ativo, o ether, criptomoeda nativa da rede Ethereum.
É difícil trazer uma resposta única, porque tudo depende do que você procura. É importante considerar algumas questões antes de definir o melhor ETF para investir.
Primeiro, o ativo negociado.Outra questão são os fundos propriamente ditos, que têm características diversas.
Veja, na tabela a seguir, os detalhes resumidos de cada ETF de criptomoedas.
Código do ETF
Índice de referência
Composição
Taxa de adm
Patimônio Líquido
HASH11
Nasdaq Crypto Index (NCI)
8 moedas
1,3% a.a.
R$ 2,835 bilhões
BITH11
Nasdaq Bitcoin Reference Price (NQBTC)
100% Bitcoin
0,7% a.a.
R$ 146,7 milhões
QBTC11
CME CF Bitcoin Reference Rate
100% Bitcoin
0,75% a.a.
R$ 277,4 milhões
ETHE11
Nasdaq Ethereum Reference Price (NQETH)
100% Ethereum
0,7% a.a.
R$ 154,45 milhões
QETH11
CME CF Ether Reference Rate
100% Ethereum
0,75% a.a.
R$ 203,49 milhões
HASH11, ETF de criptomoedas já é o 3º em investidores na B3
Conheça em detalhes cada um dos ETFs de criptomoedas
HASH11
A gestora do HASH11 é a Hashdex, uma gestora de investimentos registrada na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
Aliás, a HASH11 está ligada ao NCI (Nasdaq Crypto Index), índice criado por essa parceria da Nasdaq com a Hashdex.
O ETF iniciou suas operações na B3 dando ao investidor exposição a seis criptomoedas. Recentemente, porém, ele passou por um rebalanceamento e agora oferece oito criptomoedas em seu portfólio, sendo elas:
Bitcoin (67,17%);
Ethereum (28,23%);
Litecoin (1,10%);
Chainlink (0,89%);
Bitcoin Cash (0,80%);
Stellar Lumens (0,53%);
Filecoin (0,59%);
Uniswap (0,69%).
BITH11
Anunciado como o primeiro ETF verde de Bitcoin do Brasil, o BITH11 é um fundo de índice focado totalmente nessa moeda.
Ele foi criado com o propósito de neutralizar as emissões de carbono geradas pela mineração da criptomoeda. Seu benchmark é o Nasdaq Bitcoin Reference Price (NQBTC) em reais, antes de despesas e taxas.
O índice da Nasdaq foi desenvolvido para embasar o preço de referência do Bitcoin em tempo real. Para alcançar esse patamar, 95% ou mais do patrimônio é aplicado em cotas do Hashdex Nasdaq Bitcoin ETF.
Esse fundo de índice aplica em ativos financeiros negociados e/ou emitidos no exterior ou em posições compradas no mercado futuro. A taxa de administração do BITH11 equivale a 0,7% ao ano e o patrimônio líquido é de R$146,70 milhões.
QBTC11
O QBTC11 foi o primeiro ETF da América Latina com 100% de exposição ao Bitcoin.
O QR CME CF Bitcoin Reference Rate Fundo de Índice – Investimento no Exterior é um Fundo de Índice que acompanha o desempenho do CME CF Bitcoin Reference Rate.
Além disso, o produto, gerido pela QR Asset, cobra uma taxa de administração de 0,75% ao ano e tem como foco a neutralização da emissão de carbono.
De acordo com o site da gestora, o patrimônio líquido do Fundo é de R$277,40 milhões.
No quesito da rentabilidade, no último mês, ele apresentou uma valorização de 43,47%.
ETHE11
O ETHE11, conhecido também como Hashdex Nasdaq Ethereum Reference Price FI, tem 100% de exposição ao Ethereum.
O Fundo da Hashdex cobra uma taxa de administração de 0,7% ao ano e possui um patrimônio líquido de R$145,45 milhões.
Ademais, a rentabilidade do produto durante o último mês foi de 33,65%.
QETH11
É definido como o primeiro ETF de Ethereum da América Latina, tendo como referência o índice CME CF Ether Reference Rate, também utilizado pelo CME Group, como o anterior. Ele estreou na B3 em 4 de agosto de 2021, portanto ainda bastante novo.
A sua taxa de administração é de 0,75% ao ano e o patrimônio líquido fica em torno de R$203 milhões.
No fim de agosto, sua cota foi negociada a cerca de R$12, tornando o investimento em Ethereum bastante acessível aos investidores brasileiros.
Como investir em ETF de criptomoedas?
Agora que você já conhece os ETFs de criptomoedas disponíveis na B3, talvez tenha se interessado em investir em algum deles. Para isso, o processo é bastante simples:
1 – escolha o(s) ETF(s) de sua preferência;
2 – abra ou acesse sua conta em uma corretora de valores que esteja conectada à bolsa;
3 – acesse o seu home broker e digite o código do ativo escolhido (por exemplo, HASH11);
4 – escolha a quantidade de cotas que deseja comprar e o preço;
5 – clique em “comprar” e aguarde até sua ordem ser executada.
Pronto! Em 2 dias o ETF aparece na sua custódia na corretora. Caso deseje vendê-lo posteriormente, é só fazer o mesmo processo e clicar em “vender”.
Vale lembrar que ETFs não são isentos de IR e, por isso, uma alíquota de 15% do lucro se aplica na venda. Para pagá-la, o investidor deve gerar uma DARF online e fazer o pagamento no seu banco de preferência.
Para quem vale a pena?
Para o investidor que está iniciando no mundo das criptomoedas, pode ser interessante como uma porta de entrada, por ser negociado na bolsa.
Contudo, deve sempre ser observado o tamanho da exposição, pois investir no ETF de Criptomoedas de forma alguma é sinônimo de estabilidade, então é importante ter em mente que os investimentos em criptoativos estão sujeitos a forte volatilidade.
Sistema do governo federal centraliza o pagamento de taxas via PIX. (Fonte: Divulgação)
Na última sexta-feira (21), o Banco Central comunicou que cerca de 160,1 mil clientes foram vítimas de um vazamento de chaves Pix. A princípio, esse problema afetou principalmente aqueles que utilizavam a empresa de soluções de pagamento Acesso.
De acordo com a autoridade financeira, o incidente ocorreu entre os dias 03 e 05 de dezembro de 2021. Apesar do problema, o vazamento ocorreu apenas entre a parte de dados cadastrais dos usuários da instituição.
Sendo assim, dados de sigilo bancário (como o saldo, senhas e extratos bancários) não foram expostos. Ou seja, o problema não afetou a movimentação de dinheiro.
Ainda assim, o vazamento de chaves Pix é um problema grave. Essa já é a segunda vez que esse problema ocorre desde a criação do sistema de pagamentos instantâneo, em novembro de 2020.
No comunicado, o Banco Central relatou que a instituição está sujeita a multas e sanções, correndo o risco de sofrer a exclusão do sistema Pix.
Por mais que essa situação não afete a sua vida financeira, saiba que é muito importante manter seus dados bancários muito bem protegidos. Isso porque, quando seus dados ficam expostos, você se torna uma pessoa mais suscetível a sofrer ciberataques como, por exemplo, tentativas de golpes envolvendo o Pix.
Além disso, aqueles que tiveram seus dados vazados também possuem mais chances de cair em práticas de phishing elaboradas, que podem prejudicar você e te fazer perder dinheiro sem suspeitar do crime.
Em situações como o vazamento de chaves Pix, o usuário fica mais suscetível a cair em crimes virtuais
Como se proteger de vazamentos?
Antes de mais nada, não é possível prever quando um vazamento de dados como os que ocorreram em setembro (pelo Banese) e em dezembro (pela Acesso) de 2021. Afinal, manter seus dados protegidos é uma função da instituição financeira.
Por isso, é importante sempre prezar por bancos confiáveis para deixar o seu dinheiro. O Banco Central, por exemplo, possui uma relação com as instituições que possuem autorização para realizar determinados serviços financeiros.
Ou seja, antes de utilizar uma determinada plataforma ou utilizar um serviço de uma instituição nova ou desconhecida, vale a pena dar uma olhada nessa lista do BC.
O problema é que, nas mãos erradas, essas chaves Pix podem se tornar um “tesouro“.
Atualmente, os crimes virtuais estão cada vez mais elaborados. Isso significa que há muito mais facilidade de cair nesses tipos de golpes porque eles se assemelham a abordagens reais. Assim, é possível praticar o crime sem levantar suspeitas.
Então, não compartilhe suas chaves Pix com qualquer pessoa, principalmente com estranhos. Expor seus dados nas redes sociais, nem pensar.
E, caso precise expor, priorize as chaves aleatórias. Elas não estão imunes da tentativa de golpes, mas apresentam menos dados sensíveis, como o CPF.
O que fazer caso seja vítima de um vazamento de chaves Pix?
Caso você seja uma vítima desse tipo de transtorno, saiba que é possível ser indenizado. Afinal, é uma obrigação do banco ao qual você possui uma conta proteger seus dados.
Graças a Lei Geral de Proteção de Dados, os brasileiros ganharam mais direitos a respeito da exposição de dados sensíveis. Sendo assim, mais fácil de provar na Justiça que você foi uma vítima de um crime.
Por fim, a dica é: desconfie sempre de SMS, e-mails ou WhatsApp que se passem pelo seu banco para não ser mais uma vítima de um golpe utilizando o Pix.
Empreendedores de pequeno porte e microempreendedores individuais (MEI) em débito, terão até o final de março para regularizar a dívida do Simples Nacional – regime especial de tributação para micro e pequenas empresas.
O último dia para colocar os impostos atrasados em dia, geralmente, é 31 de janeiro. Mas este ano o prazo foi prorrogado por mais dois meses: até 31 de março.
A nova data foi definida pelo Comitê Gestor do programa. A Receita Federal, que faz parte desse Comitê, informou que a medida tem como objetivo ajudar os negócios afetados pela pandemia de covid-19.
Mas vale destacar que esse prazo se refere à dívidas, apenas. Ou seja, as datas já estabelecidas para o pagamento do DAS mensalmente seguem as mesmas e cobram juros por dia de atraso.
Por outro lado, quem já está com débitos (tanto do DAS quanto da declaração anual) vencidos, terá esse novo prazo até final de março.
Outro ponto importante é que o prazo de adesão ao Simples Nacional continua sendo 31 de janeiro. Afinal, essa data está estabelecida na Lei Complementar 123/2006, que criou o regime especial, e não pode ser alterada.
O que acontece se não regularizar a dívida do Simples Nacional?
Quem não regulariza a dívida do Simples Nacional é retirado do programa. Todo ano acontece uma revisão a exclusão do empreendedor acontece sempre no dia 1º de janeiro.
Porém, mesmo essas empresas excluídas têm até 31 de janeiro para pedir o regresso ao Simples Nacional, desde que regularizem os débitos. Este ano, como informado acima, o prazo vai até 31 de março.
É importante ficar atento, pois se o empreendedor não aproveitar a oportunidade de negociar a dívida, ele pode ser inscrito na Dívida Ativa da União. Ou seja, será cobrado na Justiça e com juros.
Basta fazer login com os dados da empresa e requerer o certificado digital ou código de acesso. É possível pagar a dívida à vista, abater parte dela com créditos tributários – recursos que a empresa tem direito a receber do Fisco – ou parcelar os débitos em até cinco anos com o pagamento de juros e multa.
Dívida do Simples Nacional poderá ser regularizada até 31 de março de 2022
Entenda o que é e qual a função do Simples Nacional
Desde 2007, o Simples Nacional é uma forma diferenciada de pagar impostos e facilitar a vida de quem faz a gestão de pequenos negócios.
Em 2018, o Simples passou por uma reformulação e elevou o faturamento das empresas. Dessa forma, quem faz parte desse regime consegue emitir uma única guia de pagamento de impostos.
É importante frisar ainda que a alíquota é diferenciada e a receita bruta anual não deve ultrapassar o valor de R$4,8 milhões.
Antes do Simples Nacional ser criado, as empresas de menor porte precisavam pagar as alíquotas separadas. Sendo para impostos federais, estaduais e municipais.
Especialista analisa a crise do Coronavírus
Após os primeiros casos confirmados no Brasil, o assunto coronavírus ganhou força. Há quase 15 dias foi declarada uma pandemia mundial que alarmou uma crise na Saúde brasileira.
Com isso, diversos ramos foram afetados, incluindo o econômico. Em entrevista ao FinanceOne, o especialista em mercado financeiro, Álvaro Villa, classificou a crise como de ‘confiança social’.
Fato é que já impactou (e muito) a economia do país. O decreto de quarentena (isolamento social) fez com que praticamente todas as pessoas permanecessem em casa e ficasse aberto apenas os estabelecimentos essenciais (mercado, farmácia e hospital).
Até mesmo a bolsa de valores foi impactada nesse cenário. Na última semana, houve uma queda de 14,78%, a maior desde o ano de 1998.
Álvaro destacou os impactos na economia e avaliou dois aspectos importantes que serão importantes nesse momento de crise econômica: tomada de decisão e fluxo.
Segundo ele, para alguns setores esse momento será extremamente prejudicial, enquanto outros conseguirão a reposição. Ele explicou ainda que alguns consumos são reprimíveis, e outros desaparecem, comparando o café e a compra de um imóvel.
Confira outras medidas econômicas pós-coronavírus
A pandemia da Covid-19 pegou o país de surpresa. Para se adaptar a esse cenário e como uma forma de amenizar os impactos, diversas medidas têm sido criadas pelos órgãos e entidades oficiais.
O Governo Federal anunciou inúmeras ações, entre elas:
-> Antecipação da primeira parcela do 13º dos aposentados;
-> Suspensão da prova de vida dos beneficiários do INSS;
-> Redução do teto dos juros do empréstimo consignado.
-> Liberação de R$24 bilhões para a linha de crédito pessoal, com o objetivo de ajudar os trabalhadores autônomos, e R$48 bilhões para as empresas.
O Governo Federal ainda anunciou uma Medida Provisória (MP) que altera uma série de regras trabalhistas durante o período de calamidade pública. A MP tem como objetivo auxiliar as empresas e preservar os empregos.
É importante frisar que a Medida Provisória estabelece que acordos individuais terão preponderância sobre os demais instrumentos legais e negociais. E prevê a possibilidade de:
-> Adoção do teletrabalho, como por exemplo, o home office;
-> Antecipação de férias individuais e concessão de férias coletivas, com aviso ao trabalho até 48 horas antes;
-> Suspensão de exigências administrativas em segurança e saúde de trabalho;
-> Aproveitamento e antecipação de feriados;
-> Regime especial de compensação de horas no futuro, em caso de interrupção da jornada de trabalho.
Gostou do conteúdo? Então já aproveite para consultar e regularizar a sua dívida do Simples Nacional para não sair do regime! Compartilhe a dica com outros amigos empreendedores!
Quem começa a investir na Bolsa de Valores busca lucro, certo? E quando esse lucro é atingido, ótimo! No entanto, é necessário lembrar que, na maioria das vezes, o investidor que tem ações na bolsa precisa pagar Imposto de Renda. Ou seja, para não ter problemas com a Receita Federal é preciso pagar a DARF para investimentos.
Ao contrário dos investimentos de renda fixa, o investidor na Bolsa de Valores é o responsável por calcular e pagar o imposto de cada operação. Para isso, é necessário fazer o cálculo e emitir o DARF no site da Receita Federal.
Mas apesar de parecer um bicho de sete cabeças no início, não é! Para isso, basta guardar as informações importantes sobre os investimentos da Bolsa de Valores. A seguir, confira todos os detalhes e saiba como pagar DARF para investimentos.
O que é a DARF para investimentos?
DARF é o Documento de Arrecadação de Receitas Federais. Esse documento é utilizado tanto por pessoas físicas quanto jurídicas para pagamento de tributos federais, como impostos, taxas e contribuições.
Ou seja, pode ser usado para recolhimento de Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF), Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ), Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF), dentre outros.
Isso quer dizer que o documento é basicamente uma espécie de boleto, o qual deve ser emitido e utilizado por quem precisa recolher algum tributo devido ao governo federal.
Se você investe em ações e tem lucro com elas na hora da venda, a depender do tamanho dessa quantia, você precisa recolher uma parte na forma de IR.Esse pagamento, portanto, é realizado por meio de um DARF.
Quais investimentos exigem o pagamento via DARF?
Como falamos, o pagamento via DARF é exigido para a maioria dos investimentos em renda variável e que são negociados na Bolsa de Valores.
Esse pagamento ocorre porque a Bolsa retém na fonte apenas uma pequena parcela desse imposto. Por isso, cabe à própria pessoa que investe fazer o cálculo e recolher o imposto que falta.
As principais operações que exigem o pagamento de impostos via DARF são:
ações;
BDRs;
fundos imobiliários;
contratos futuros;
ETFs de renda variável;
opções de ações;
termo de ações.
Quando um investidor precisa pagar a DARF?
Para quem opera com ações existe um detalhe importante: as vendas de até R$20 mil por mês são isentas de Imposto de Renda.
Ou seja, se as negociações que você tiver realizado em um determinado mês ficarem abaixo desse valor, não será necessário emitir um DARF no período específico, pois não haverá incidência do tributo até essa faixa.
Quem investe na Bolsa de Valores em renda variável precisa pagar imposto. Saiba aqui como emitir a DARF para investimentos
As alíquotas, no entanto, sofrem alterações de acordo com o produto e a modalidade de negociação. Veja as mudanças:
em operações de day trade (compra e venda no mesmo dia) com ações, a alíquota de IR é de 20%;
operações de mais de um dia com ações, a alíquota de IR é de 15%;
já em operações com ETFs (day trade ou não), a alíquota de IR é de 15%;
operações com fundos imobiliários (day trade ou não), a alíquota de IR é de 20%;
em operações de day trade com opções, a alíquota de IR é de 20%;
operações de mais de um dia com opções, a alíquota de IR é de 15%;
em operações com futuros (day trade ou não), a alíquota de IR é de 15%.
Como emitir e preencher o DARF?
Para conseguir preencher e emitir o documento é necessárioa entrar no site Sicalweb, um sistema oferecido pela Receita Federal. O passo a passo é:
Entre no site;
Vá até em “Geração e impressão do DARF” e depois clique em “Preenchimento rápido”;
Informe o seu CPF e data de nascimento caso seja pessoa física ou o CNPJ caso seja pessoa jurídica;
Em “Código ou nome da receita” preencha com 6015 para pessoa física e 3317 para pessoa jurídica;
Na parte de “Período de apuração”, coloque o mês da venda que teve o imposto;
Em seguida, informe o valor a ser pago;
Os outros campos podem ficar em branco;
Em seguida, clique em “Calcular”;
Selecione o DARF a ser pago e clique em “Emitir DARF”.
O código é aplicado tanto para operações swing trade como operações day trade. Após isso, o DARF será gerado e poderá ser pago diretamente pela internet, agências bancárias ou casas lotéricas.
Masp é um dos pontos culturais mais buscados na Avenida Paulista
Nesta terça-feira, 25, é comemorado o aniversário da cidade de São Paulo. Que tal aproveitar a data para realizar passeios gratuitos em São Paulo?
Afinal, a cidade mais populosa das Américas é um prato cheio para todos os tipos de turistas, mesmo os mais econômicos.
Com a sua imensa diversidade cultural, gastronômica e ambiental, é quase impossível alguém não encontrar nela um atrativo que goste e caiba no orçamento.
O destino vai de museus a passeios ao ar livre e locais de espiritualidade. Se você acha que fazer turismo gratuito em São Paulo é uma tarefa difícil, este artigo pode te ajudar!
Selecionamos dez passeios imperdíveis para você conhecer na sua visita à capital.
Conheça opções de passeios gratuitos em São Paulo
1 – Mercado Municipal
Construído na década de 30, o Mercado Municipal de São Paulo reserva diversos atrativos gastronômicos. Em seus quase 300 boxes há oferta de frutas exóticas, temperos, carnes e bebidas.
Destaque para o famoso sanduíche de mortadela que tem conquistado muitos fãs ao longo dos anos.
Além de ser uma ótima opção gastronômica, o Mercadão é uma das construções históricas mais interessantes da capital paulista, com suas colunas em estilo grego, claraboias e vitrais.
Onde fica: R. Cantareira, 306 – Centro Histórico de São Paulo
2 – Estação da Luz
Construída entre o final do século XIX e começo do século XX, a Estação da Luz ocupa mais de 13,2 mil metros quadrados de área.
Fachada da Estação da Luz está entre os principais passeios gratuitos em São Paulo (Foto: Prefeitura de São Paulo)
Por sua importância histórica é tombada pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico (Condephaat).
O endereço já passou por diversas reformas, mas preserva o estilo vitoriano.
A torre do relógio é o destaque para quem resolve visitar o local enquanto faz turismo em São Paulo.
Onde fica: Praça da Luz, 1, Luz
3 – Biblioteca Mário de Andrade
Só por ser a segunda maior biblioteca do Brasil já valeria a pena.
Entretanto, a Biblioteca Mário de Andrade impressiona por sua excelente programação cultural, mesmo sendo um dos passeios gratuitos em São Paulo.
Além de livros, o lugar tem atividades gratuitas para todos os gostos. Durante a pandemia, essas atividades são realizadas de forma online, mas voltarão ao normal assim que for permitido.
Ele promove periodicamente shows, encontros com autores, peças, debates e muito mais. Aos sábados, você também pode curtir uma tarde prazerosa ao som do projeto Chorinho no Terraço.
Esse não pode ficar de fora. Um dos cartões postais da cidade, o Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP) tem entrada franca às terças-feiras.
O museu fica na Avenida Paulista e encanta pelo acerto de obras de arte renomadas.
Se for visitar o local depois da pandemia, prepare-se para longas filas. Mas se pretende visitar ainda em 2021 talvez encontre o local mais vazio, devido à redução da capacidade máxima de visitantes.
Onde fica: Av. Paulista, 1578 – Bela Vista
5 – Edifício da Prefeitura de São Paulo
Mais uma opção entre os melhores passeios gratuitos em São Paulo, o Edifício Matarazzo foi aberto no final de 2015 para visitas monitoradas, com duração de aproximadamente 1 hora.
Ela começa em frente ao prédio, passando pelo Hall, depois por uma sala onde é exibido um vídeo e então a principal atração, o terraço.
No topo do edifício os visitantes podem curtir um jardim lindo, um lago com carpas e três mirantes com vistas incríveis do centro de São Paulo
O Templo Zu Lai é o maior templo budista da América Latina, com 10 mil metros quadrados de área construída e ocupando um terreno com 150 mil metros quadrados.
O templo não está localizado exatamente na capital, na verdade fica em Cotia. Mas o município está quase ao lado, ainda na Região Metropolitana de São Paulo, e tem fácil acesso pela Rodovia Raposo Tavares.
Grupos acima de 15 pessoas ainda podem reservar a visita guiada que são oferecidas, exclusivamente, entre terças e sábados.
Importante: por causa da pandemia, o templo está temporariamente com visitas suspensas. Antes de viajar, entre em contato para saber se as visitações já estarão abertas na data que pretende visitar.
Onde fica: R. São Fernando, 1461 – Parque Rincao, Cotia
Jardim Botânico é opção de passeio gratuito mais calmo e próximo da natureza (Foto: Prefeitura de São Paulo)
Passeios gratuitos em São Paulo ao ar livre
Além de opções mais urbanas e fechadas, a cidade de São Paulo também atende aqueles que preferem passeios gratuitos ao ar livre.
Na verdade, essas opções são uma boa pedida em 2021. Afinal a vacinação contra a Covid-19 está avançando, mas ainda é necessário manter o distanciamento social, o que é mais fácil em locais abertos.
Em meio aos arranha-céus de São Paulo está o Parque do Ibirapuera. Lá é possível praticar esportes, visitar museus ou simplesmente passar o dia relaxando e contemplando a natureza.
Dentro do parque também estão os Museus de Arte Moderna (MAM), de Arte Contemporânea (MAC) e o Afro Brasil.
Mas se for visitar um desses locais, é importante verificar a disponibilidade alguns dias antes da visita. Isso porque os horários, capacidade e até o funcionamento têm oscilado conforme a situação da crise sanitária.
Além disso, os visitantes do parque têm acesso a um grande playground para as crianças e restaurantes que atendem a quem se propõe passar o dia todo por ali.
Para quem vai fazer turismo em São Paulo com toda a família, o Ibirapuera vale a visita. É uma ótima opção para quem procura passeios baratos em São Paulo.
Onde fica: Av. Pedro Álvares Cabral – Vila Mariana
Quem pensa que São Paulo é um destino 100% urbano, somente com prédios e programação cultural, está enganado. O Jardim Botânico é uma ótima escolha para os amantes da natureza.
O Instituto de Botânica dispõe de uma biblioteca com cerca de 6.400 livros e um privilegiado acervo botânico.
Além disso, no Museu Botânico há amostras de plantas da flora brasileira, coleção de produtos extraídos de plantas e representações de ecossistemas do Estado.
No conjunto arquitetônico-cultural do local os visitantes podem aproveitar o Museu, duas estufas que abrigam plantas típicas da Mata Atlântica e exposições temporárias.
Há ainda o Jardim de Lineu, o portão histórico de 1894 e o marco das nascentes do riacho Ipiranga.
Justamente por ser um pouco diferente de outras atrações da cidade, acaba ficando em segundo plano para a maioria. Ou seja, não tem grandes chances de encher.
Onde fica: Av. Miguel Estéfno, 3031 – Vila Água Funda
9 – Avenida Paulista
Esse é considerado um dos melhores passeios gratuitos em São Paulo. Na avenida mais famosa da cidade existem inúmeros teatros, livrarias, museus, cinemas e parques.
Mas o grande destaque fica para os artistas de rua, que dão um show de humor, cantoria e contorcionismo nos finais de tarde. Esse tipo de atividade, no entanto, tem ficado mais difícil de encontrar na pandemia.
As barraquinhas de artesanato, que estão de ponta a ponta na avenida, também merecem sua atenção.
Aos domingos o trânsito da Paulista é fechado e a avenida é povoada por ciclistas, skatistas e todo tipo de gente que deseja estar ali apenas para curtir o dia.
Início: Praça Oswaldo Cruz, Bairro Bela Vista (Av. Pery Ronchetti, 500 – Pinheiros) Fim: Praça Marechal Cordeiro de Farias (2645, Av. Paulista, 2599 – Higienópolis)
10 – Beco do Batman
Basta caminhar pelas ruas de São Paulo para perceber que os traços coloridos e intensos dos grafites estão por toda a cidade. Entretanto, há um lugar que concentra o maior número de grafites por metro quadrado: o Beco do Batman.
O lugar fica na Vila Madalena, charmoso e boêmio bairro de São Paulo, que rende belos cliques coloridos.
Os grafites são renovados periodicamente, o que faz do beco uma galeria viva e um dos passeios gratuitos em São Paulo mais legais. Além disso, é super “instagramável” para quem gosta de tirar fotos!
Onde fica: Vila Madalena, entre as ruas Medeiros de Albuquerque e Harmonia
Programação gratuita na área cultural de São Paulo
No dia do aniversário de São Paulo, os paulistas poderão disfrutar de diversos passeios gratuitos, principalmente na área cultural. Isso mesmo, são várias as programações especiais para contemplara a festa na cidade da melhor forma.
Os museus estaduais da capital paulista terão várias programaçãoes especiais para o aniversário da cidade. Além disso, a Secretaria Estadual de Cultura, bibliotecas, Fábricas de Cultura e Oficinas Culturais também contarão com eventos especiais neste dia.
Veja algumas instituições que estarão comemorando o aniversário de São Paulo com passeios gratuitos:
Casa das Rosas
Casa Guilherme de Almeida
Casa Mário de Andrade
Museu Afro Brasil
Museu da Casa Brasileira
Museu Catavento
Museu da Imigração
Museu da Língua Portuguesa
Museu de Arte Sacra de São Paulo
Museu do Futebol
MIS-SP
Paço das Artes
Museu da Diversidade Sexual
Fábricas de Cultura
Oficinas Culturais e Biblioteca de São Paulo; e
Biblioteca Parque Villa-Lobos.
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O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, anunciou durante o evento Rio Innovation Week a criação da Rio Crypto. A moeda digital é o primeiro passo para o município se tornar um hub nacional no mercado de moedas digitais.
Paes que incentivar a criação de ativos e moedas digitais que podem ajudar a impulsionar a economia e finança de cidades como o Rio de Janeiro, que busca ampliar sua inovação e mercado financeiro.
Uma das ideias do governante é aplicar 1% do Tesouro em criptomoedas e dar desconto para IPTU pago em Bitcoin. “Vamos estudar o arcabouço jurídico para que a gente possa fazer isso”, afirmou o secretário Pedro Paulo, da Fazenda, em entrevista ao jornal O Globo.
A estratégia é semelhante à de Miami, nos Estados Unidos. A cidade adotou iniciativas semelhantes para atrair empresas do Vale do Silício para sua cidade.
O atual prefeito local, Francis Suarez, entusiasta do bitcoin, criou a MiamiCoin e reduziu impostos para fomentar a inovação na região.
Rio Crypto, Porto Maravalley e incentivos fiscais para fintechs
Além da criação da Rio Crypto, Paes também citou durante o evento, o Portomara Valley, área do Porto Maravilha que tem isenção fiscal para empresas do segmento tech.
Para isso, assinou um decreto que cria um Grupo de Trabalho para propor ações relacionadas ao desenvolvimento deste mercado com o objetivo de impulsionar a economia carioca no universo cripto.
O Grupo de Trabalho será coordenado pela Secretaria Municipal de Fazenda e Planejamento em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Inovação e Simplificação.
Moeda Mumbuca completa 8 anos de benefícios à população de Maricá, no estado do Rio de Janeiro
Maricá já se destacam no setor
Quem acha que a Rio Crypto é uma novidade no estado do Rio de Janeiro, não conhece as iniciativas de Maricá.
No início do ano, a cidade, que fica próximo a Niterói, passou a oferecer um regime de tributação com taxas reduzidas para empresas ligadas a criptomoedas vinculadas a projetos sustentáveis e também para gestoras de fundos verdes.
Na prática, o novo regime diminui para 2% a alíquota dos impostos pagos por empresas que prestem serviços na área, como plataformas digitais de operações.
Incluindo ativos ambientais, fintechs, startups prestadoras desses serviços. Além de atividades de administração e gestão de fundos que se enquadrem nessa área de atuação.
Embora não seja citada diretamente na proposta, a medida deve estimular o uso da Mumbuca, uma espécie criptomoeda local distribuída para moradores de baixa renda da cidade.
A Mumbuca circula na região desde 2013 e é aceita na grande maioria dos comércios locais, como mercados e farmácias.
Países estudam a implementação de suas próprias moedas digitais
O Rio de Janeiro deseja entrar em uma seleta lista com a criação da Rio Crypto. Afinal, diversos países ao redor do mundo já trabalham para criar seu ativo digital. Os EUA, por exemplo, tem trabalhado ativamente em conjunto com outros bancos para lançar o dólar digital.
Com o planejamento, o objetivo é que cada americano tenha sua própria conta digital no FED podendo realizar transações por meio do sistema do banco.
A União Europeia também quer ir pelo mesmo caminho. Todos os países que utilizam o Euro poderão ter acesso à sua versão digital daqui uns anos. O Banco Central Europeu tem desenvolvido estudos e testes para adoção do Euro Digital e a previsão é que em 2021 estes ensaios sejam mais frequentes.
Desde 2016, a China planeja implementar sua própria moeda digital. O país possui grande interesse em lançar uma versão digital do yuan e por isso a potência está mais à frente neste projeto do que os EUA.
Mesmo com poucas informações detalhadas a respeito do cronograma de lançamento, a China poderá ter sua moeda mais cedo do que esperado, podendo ser utilizada oficialmente durante as Olímpiadas de Inverno, em 2022.
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A data de pagamento do IPVA e IPTU já está se aproximando em todo o país e, com tantas contas logo no início do ano, pode ser difícil arcar com tudo. Por isso, muitas pessoas decidem pagar IPVA e IPTU com cartão de crédito.
Porém, não são todos os municípios que permitem o pagamento destes impostos por meio do cartão. Até porque normalmente os boletos podem ser quitados nas agências bancárias, aplicativos de bancos ou caixas eletrônicos.
Vale lembrar que o IPTU e IPVA são impostos que devem ser pagos anualmente na virada de cada ano. Por isso, é importante se programar para evitar passar aperto logo no primeiro mês do ano.
Apesar de muitas prefeituras e estados permitirem pagar o valor no boleto de forma parcelada, muitos contribuintes desejam pagar IPVA e IPTU com cartão de crédito. Mas será que isso é possível?
A resposta é sim, mas para isso será preciso ter alguns aplicativos no celular. Quer saber quais são? Continue lendo este artigo!
4 apps para pagar IPVA e IPTU com cartão de crédito
Se você deseja pagar IPVA e IPTU com cartão de crédito, mas ainda não sabe qual aplicativo pode utilizar para isso, fique tranquilo. A nossa equipe preparou uma lista com as principais plataformas. Confira!
1) PicPay
A primeira opção de pagar IPVA e IPTU com cartão de crédito é o PicPay, que é bastante conhecido pelos brasileiros. Mas quem opta por pagar boleto pelo aplicativo no cartão de crédito, precisa se atentar à taxa cobrada na transação, que é de 2,99%.
Vale ressaltar que isso vale para qualquer pagamento em boleto.
Como é realizado o pagamento? O processo é bem simples, se você já tem o cartão cadastrado na conta do PicPay só precisará clicar em “pagar conta” e informar o código de barras.
É possível pagar IPVA e IPTU com cartão de crédito
Depois escolher a forma de pagamento, dinheiro ou cartão de crédito. Não se esqueça de conferir se o valor e os dados bancários estão corretos. Caso esteja, é só confirmar a transação.
Outra opção de aplicativo para pagar IPVA e IPTU com cartão de crédito é o Mercado Pago.
A vantagem do Mercado Pago em comparação aos outros apps é que ele não cobra tarifas para débitos com valores de até R$1 mil. Para boletos acima desse valor, haverá uma taxa de 2,49%.
É possível pagar IPVA ou IPTU 24 horas por dia no aplicativo, ou seja, a qualquer momento. Para isso, acesse o app do Mercado Pago e vá até a aba de “Boletos e Tributos”.
Em seguida, selecione o código de barras do seu boleto ou escaneie com a câmera do seu celular. Boletos pagos no mesmo dia, até as 20h, são confirmados em até dois dias úteis.
3) RecargaPay
Quem deseja pagar IPVA e IPTU com cartão de crédito tem também o RecargaPay como opção de aplicativo. Semelhantemente ao Mercado Pago, não há taxas para boletos de até R$1 mil.
Para boletos acima desse valor, há uma taxa também de 2,49% que é cobrada. O pagamento segue o mesmo processo, sendo feito através do código de barras, selecionando a aba “Contas e Boletos” no portal.
4) Ame Digital
A quarta e última opção para quem tem IPVA e IPTU pendente e deseja quitar com cartão de crédito é pelo Ame Digital.
Com ele, o usuário terá uma taxa de 1,99% para ser adicionada ao valor do boleto, sendo ela para qualquer transferência ou transação com cartão de crédito.
A boa notícia é que o boleto pago tem retorno em cashback e pode te dar um valor extra para ajudar em outras contas. Para realizar o pagamento, basta acessar o app da Ame e clicar na aba “Serviços Financeiros”.
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