Jogos online recompensam o usuário por meio da lógica de múltiplas tarefas. (Fonte: Divulgação)
O mercado de criptomoedas entrou em uma verdadeira expansão durante o ano de 2021. A tendência é que, agora, esse cenário continue se expandindo dentro de outras novas vertentes que vem surgindo… Por isso, nada melhor do que se antecipar a essas novidades, não é verdade?
Pois é! Pensando nisso, separamos quatro tendências no mercado de criptomoedas que prometem se expandir ainda mais em 2022. Assim, é possível entender melhor sobre as transformações e quem sabe, se adiantar quanto a chegada desse novo universo.
1. Metaverso
O metaverso chegou com tudo no ano passado. Tudo isso, graças ao Facebook. Com a mudança do nome da empresa para “Meta”, o conceito de metaverso passou a ser mais explorado e difundido no mercado de criptomoedas.
Como resultado, tokens que utilizam hoje essa forma de atuação explodiram e passaram a valer muito mais do que antes! Atualmente, não dá para prever muita coisa a respeito desse assunto, afinal, ele é muito recente. Mas há vários metaversos existindo e ganhando cada vez mais espaço no mercado.
Entre eles, destaca-se o “The Sandbox”. Esse é um projeto de metaverso em que é possível ser proprietário de imóveis digitais. Várias grandes empresas como a Tesla e a Adidas, por exemplo, já garantiram seu “pedacinho” no metaverso.
Recentemente, uma notícia que chamou atenção foi que um homem pagou cerca de R$ 2,5 milhões para ser vizinho virtual do rapper Snoop Dogg. Além disso, esse metaverso possui sua própria criptomoeda, a SAND e está em crescente expansão.
O metaverso é uma das tendências mais fortes dentro do mercado de criptomoedas
2. Web 3.0
Sim, ela está chegando! Depois de vivermos por alguns anos na Web 2.0, em 2022 teremos a chegada da Web 3.0. Mas se você não entende o que é isso, calma, que nós vamos te ajudar. Veja um resumo abaixo sobre as outras eras da web.
Web 1.0: reinou entre os usuários de internet de 1991 a 2004. Neste período, o advento da internet ainda era muito recente, ou seja, sem muito do que temos hoje. Como a internet ainda era novidade, os conteúdos existentes eram estáticos e pouco intuitivos, voltados apenas para o consumo.
Web 2.0: existente até os dias de hoje, a web 2.0 chama a atenção porque foi a partir da ascensão dessa era que passamos a priorizar a interação entre os usuários. Foi a partir dela que surgiram novas redes sociais que perduram até os dias de hoje, quase como uma relação de dependência.
Web 3.0: cada vez mais próxima, a Web 3.0 terá como característica principal a sua descentralização. Como resultado, será possível que o próprio usuário tome suas decisões e faça o que quiser! Além disso, há ainda a expansão da tecnologia de blockchain, comum no universo das criptomoedas. Por isso, é bom já ir se preparando para a sua chegada!
3. NFT
Também em expansão desde o ano passado, os tokens não-fungíveis (non-fungible token) vem ganhando cada vez mais espaço entre os usuários da internet.
Vários jogos play to earn utilizam esse conceito em seus games e por isso, vários usuários estão ficando ricos com essa novidade.
4. DeFi 2.0
Por último, mas não menos importante, 2022 pode ser marcado pela chegada de uma nova era das finanças descentralizadas. Conhecida pela abreviação DeFi (Decentralized Finance), é possível que daqui há algum tempo a rede de criptomoedas seja capaz de replicar produtos e serviços financeiros como empréstimos pela rede de blockchain. Para isso, é necessário ainda muito avanço, mas eles estão mais próximos do que se imagina!
Agora que você já sabe um pouco mais sobre as novidades do mundo de criptomoedas para 2022, que tal aprender sobre criptomoedas promissoras para 2022. Confira!
O governo federal vai pagar uma parcela complementar do Auxílio Emergencial para pais solteiros. Segundo o Ministério da Cidadania, o calendário será divulgado em breve.
Mas afinal, do que se trata essa medida?
Acontece que em 2020, quando o auxílio pandêmico foi aprovado, o presidente Jair Bolsonaro vetou o projeto de lei que incluía homens solteiros chefes de família no programa.
Por isso, enquanto estava em vigor, somente mães solteiras receberam o auxílio emergencial de R$1.200.
Porém, no último 24 de dezembro, o Congresso Nacional revisou o veto e o governo publicou a Medida Provisória (MP) 1.084, que destina R$4,1 bilhões à ampliação do benefício.
Desse modo, pais solteiros poderão receber o benefício que deixou de ser pago antes. É como se fossem parcelas retroativas, equiparando o valor recebido pelas mães monoparentais.
Qual é o valor do Auxílio Emergencial para pai solteiro?
O Auxílio Emergencial para pai solteiro equivale a até cinco parcelas de R$600. Ou seja,até R$3 mil, o mesmo valor que as mães solteiras receberam entre abril e agosto de 2020.
O complemento se refere às parcelas pagas entre abril e agosto de 2020. Se o beneficiário recebeu as cinco parcelas, por exemplo, terá direito a receber R$3 mil.
O complemento não será pago, caso haja mulher na família que teve direito à cota dupla (de R$1.200) em 2020.
Dessa forma, o governo vai equiparar o valor ao recebido pelas mães solteiras no período, que foi de R$1.200 também em cinco parcelas.
O Ministério da Cidadania estima beneficiar 1,28 milhão de famílias chefiadas por homens solteiros com esse valor.
Complemento do Auxílio Emergencial será pago a pais solteiros este ano
Quem tem direito a receber?
Para receber o Auxílio Emergencial para pai solteiro, o chefe de família deve ter sido beneficiário do programa pago entre abril e agosto de 2020.
Consequentemente, precisa atender ao seguinte perfil:
Família incluída no Bolsa Família em abril de 2020 com pelo menos um menor de 18 anos;
Registro atualizado no Cadastro Único (CadÚnico);
Estar desempregado;
Possuir renda mensal de até meio salário mínimo por pessoa da família (R$606) ou até três mínimos para toda a família (R$3.636).
Na dúvida, é possível consultar se você vai receber o auxílio pelo site oficial do programa ou pelo aplicativo (disponível para Android e iOS).
Quando os pais solteiros vão receber o Auxílio Emergencial?
Como mencionado no início do texto, o calendário do Auxílio Emergencial para pai solteiro ainda não foi divulgado.
Porém, de acordo com o Ministério da Economia, os pagamentos começam ainda neste início de ano.
Os homens que têm direito ao complemento devem acompanhar o noticiário e consultar o aplicativo do benefício. Assim como aconteceu em 2020, as datas de pagamento deverão ser definidas conforme o final do número do NIS de cada beneficiário.
O Auxílio Criança Cidadã é um dos programas de assistência social que está vinculado ao Auxílio Brasil. Ele é do âmbito da educação e é fornecido para as famílias que estão inscritas no programa.
O Auxílio Criança Cidadã, por exemplo, beneficia as famílias brasileiras que por algum motivo não conseguiram vagas em creches para as crianças que tenham idade entre zero e quanto anos incompletos.
Quer saber tudo sobre este programa do Auxílio Brasil? Continue lendo este artigo com todas as informações que você precisa!
Quem tem direito ao Auxílio Criança Cidadã?
Você acha que pode ter direito ao Auxílio Criança Cidadã, mas ainda não tem a certeza? Fique calmo, porque nós vamos te ajudar!
Como já foi dito acima, o pagamento do programa é concedido para as famílias que tenham em sua composição crianças com idade de zero até 48 meses incompletos, em 31 de março do ano em que for a matrícula na creche (em tempo integral ou parcial).
Mas não é qualquer família que tem direito ao benefício, já que é preciso que não tenha vaga na rede educacional pública ou privada convencionada com o poder público.
Além disso, a família precisa ter atividade remunerada, podendo ser autônomo, empreendedor individual ou profissional liberal, ou comprovar o vínculo em emprego formal.
O Auxílio Criança Cidadã é para as crianças com idade entre 0 e 4 anos
Caso a família deixe de atender alguns dos critérios de elegibilidade do Auxílio Criança Cidadã, o pagamento poderá ser mantido até que a criança faça quatro anos. Ou até o fim do ano letivo em que a criança estiver matriculada.
Mas para isso, é preciso que a família mantenha os dados atualizados no CadÚnico.
Também existem os casos excepcionais que o benefício continua sendo pago: é quando a criança completa os quatro anos de idade durante o ano letivo e não existe vaga em escolas da rede pública ou privada conveniada.
Uma informação importante é que a família não poderá receber outro benefício do Auxílio Brasil junto com o Auxílio Criança Cidadã.
Como será o pagamento do Auxílio Criança Cidadã?
De acordo com o Governo Federal, o Auxílio Criança Cidadã será pago diretamente aos estabelecimentos educacionais, na etapa creche, sendo elas com ou sem fins lucrativos. Isso ocorrerá quando não existirem vagas na rede educacional pública ou privada que tenham convênio com o Poder Público.
Para que isso ocorra, as unidades deverão estar regulamentadas junto aos conselhos:estaduais, distrital e municipais de educação ou autorizados pelo Poder Executivo local.
Além disso, é preciso que estejam constando como ativas no Censo Escolar da Educação Básica do ano anterior, neste caso, de 2021. Elas também não poderão ter convênio com União, Estados, Municípios e Distrito Federal.
Qual será o valor do benefício?
O decreto determina que o valor mensal do benefício será de:
R$200 para famílias com crianças matriculadas em turno parcial; e
R$300 para famílias com crianças matriculadas em turno integral.
Os recursos para este benefício serão provenientes do Ministério da Cidadania.
Este conteúdo te ajudou? Então venha conhecer mais sobre os outros benefícios do Auxílio Brasil:
“Estou com dívida do Simples Nacional, é possível parcelar?” Essa é uma das muitas dúvidas que surgem. Sendo bem direto, é possível sim parcelar os débitos do simples, e existem algumas formas para isso.
Mas, antes de explicar sobre os parcelamentos, vamos entender o que é Simples Nacional. Continue a leitura para saber mais!
O que é o Simples Nacional
Antes de mais nada, o Simples Nacional é um regime compartilhado de arrecadação, cobrança e fiscalização de tributos aplicável às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, previsto na Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006.
Por isso, abrange a participação de todos os entes federados: União, Estados, Distrito Federal e Municípios.
O Simples possui a administração de Comitê Gestor composto por oito integrantes: quatro da Secretaria da Receita Federal do Brasil, dois dos Estados e do Distrito Federal e dois dos Municípios.
Nesse sentido, para o ingresso no Simples Nacional é necessário o cumprimento das seguintes condições:
enquadrar-se na definição de microempresa ou de empresa de pequeno porte;
Programa Especial de Regularização Tributária das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte optantes do Simples Nacional (PERT-SN);
Parcelamento com dívida ativa;
Parcelamento convencional e especial.
No caso do PERT, geralmente são colocadas as dívidas de um determinado período, com prazo para ingresso e regras que variam entre uma campanha e outra. Esta alternativa apresenta condições especiais para o parcelamento de uma série de débitos, o que contribui para as empresas ficarem em dia com as suas obrigações fiscais.
Já o parcelamento com dívida ativa precisa que o empreendedor recorra à Procuradoria Geral da Fazenda para fazer a solicitação. Neste caso, as regras se parecem com as do parcelamento da Receita Federal.
Saiba como fazer o parcelamento de dívida do Simples Nacional
Além desses dois parcelamentos, há o parcelamento convencional, o qual pode ser solicitado a qualquer momento, sem prazo de cadastro. No entanto, é necessário ter um contador para identificar a melhor opção para o seu empreendimento.
Já o parcelamento de débitos com dívida ativa na União poderá ser solicitado em até 60 parcelas, desde que o valor mínimo da prestação não seja inferior a R$300.
Dívidas que não se enquadram no parcelamento do Simples Nacional
Como mencionamos, os impostos do Simples Nacional cobrados pela Receita possuem a possibilidade de parcelamento. Contudo, há algumas exceções que não fazem parte deste modelo. São elas:
Contribuição Patronal Previdenciária (CPP), em casos específicos;
ICMS e ISS transferidos para inscrição em dívida ativa estadual, distrital ou municipal, se houver convênio com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, segundo o termo § 3º do art. 41 daLei Complementar nº 123, de 2006;
ICMS e ISS lançados individualmente pelo estado, Distrito Federal ou município, na fase transitória, antes da disponibilização do Sistema Único de Fiscalização (Sefisc);
Multas por descumprimento de obrigação acessória;
Tributos ou fatos geradores não abrangidos pelo Simples Nacional, previstos no § 1º do art. 13 da LC 123/2006, inclusive os passíveis de retenção na fonte, desconto de terceiros ou sub-rogação – estes são pagos ou parcelados em outra modalidade;
Como parcelar a dívida do Simples Nacional e quem pode fazer
Em primeiro lugar, tanto o parcelamento do Simples Nacional quanto o reparcelamento devem ser feitos pelo site do Simples. Por isso, siga o passo a passo:
Acesse a página de serviços do Simples Nacional;
Na área de Parcelamento, selecione a opção “Parcelamento – Simples Nacional” usando o Código de Acesso ou Certificado Digital;
Depois, clique em “Pedido de Parcelamento”;
Confira as informações com atenção e, se estiver de acordo, confirme.
Além disso, no caso de reparcelamento do Simples, o sistema verifica automaticamente o histórico de débitos e define o valor da primeira parcela.
De acordo com a Receita Federal, o programa de parcelamento de dívida do Simples Nacional é destinado a qualquer contribuinte que tenha débitos apurados, os quais estejam vencidos e em cobrança.
O parcelamento pode ser feito inclusive pelo contribuinte que, no momento do pedido, não seja mais optante pelo Simples ou que tenha CNPJ baixado.
Agora que você já sabe como parcelar seus débito com o Simples Nacional, que tal entender melhor sobre a adesão desse regime de tributação? Confira!
Um dos participantes mais icônicos de toda a história do Big Brother Brasil – e, com certeza, o mais icônico do BBB 21 –, Gil do Vigor é economista e tem lições importantes sobre dinheiro para nos ensinar.
Às vésperas da estreia de mais uma edição do maior reality show do Brasil, vale a pena relembrar os ensinamentos que este “vigorento” nos deixou, tanto dentro quanto fora da casa.
Quer saber mais sobre o economista e quais são as principais lições de economia doméstica que o Gil tem para nos ensinar? Então continue lendo o artigo!
Quem é Gil do Vigor?
Gilberto José Nogueira Junior, de 30 anos, ficou mais conhecido como Gil do Vigor após participar da 21ª edição do Big Brother Brasil, da TV Globo. Mas se engana quem pensa que ele é apenas mais um ex-BBB.
Sua participação marcante no reality show, o transformou em uma das figuras de entretenimento mais conhecidas e comentadas do Brasil nos últimos meses. Porém, Gil tem muito mais que entretenimento para transmitir.
O “vigorento”, apelido dado carinhosamente pelos fãs, é um economista formado pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), onde também faz o doutorado. E agora faz PhD em economia na University of California, Davis (Universidade da Califórnia).
Por isso mesmo, por onde passa, Gil sempre tem lições relevantes sobre economia – doméstica e do Brasil – para ensinar.
Gil do Vigor já faturou mais que o prêmio do BBB após saída do reality show
1 Se ganha pouco, guarde o máximo que der
Uma das maiores dificuldades do brasileiro, principalmente aqueles de baixa renda, é poupar dinheiro. Muitas vezes o salário não é o suficiente para garantir uma vida confortável e, neste caso, a pessoa pode ficar perdida.
Se eu já ganho pouco, como organizar essa renda? Quando do meu salário devo poupar?
O economista Gil do Vigor, em reportagem do seu quadro no Mais Você, explica que não existe uma receita de bolo. Cada pessoa precisa olhar para a própria realidade financeira e avaliar prioridades.
“Não tem como eu dizer quantos por cento da sua renda você vai guardar. Vai depender dos seus custos básicos. Por exemplo, aluguel, luz, internet. São bens de primeira necessidade, para o seu trabalho, para viver. Então pense em quanto por cento da sua renda foi gasto nessas prioridades.”
A partir disso é que cada pessoa deve definir a quantia a ser poupada, tendo em vista os planos para o dinheiro que está sendo guardado.
Em torno de 20%, no caso de pessoas de baixa renda, é considerado um bom percentual. o caso daqueles que pagam as contas fixas e não sobra nada, a saída pode estar na renda extra.
2 Encontre habilidades e transforme-as em renda
É assim que se faz renda extra. Quando o salário do emprego não dá conta de arcar com o estilo de vida que se almeja, é fundamental procurar outras fontes de dinheiro.
Não precisa, necessariamente, ser um grande empreendimento. Cada pessoa pode encontrar meios simples de fazer um extra nos finais de semana, por exemplo.
Então se você sabe cozinhar, confeitar, construir, montar, escrever etc, tente transformar isso em dinheiro. Vendas seus produtos ou serviços para a sua comunidade.
Gil do Vigor alerta que, neste caso, faz toda a diferença aproveitar a internet para divulgar e fazer marketing. “Use os meios que a gente tem para divulgar seus produtos e vender mais.”
3 Evite gastar sem responsabilidade e prudência
Como Gil dizia quando estava no BBB, “o Brasil tá lascado!” Não são tempos fáceis, a crise financeira e a pandemia estão refletindo no bolso e na qualidade de vida dos brasileiros.
Embora os índices de vacinação já sejam altos, ainda há muito a ser superado para que o país realmente se recupere economicamente. Neste cenário, é fundamental gastar com prudência.
“No momento de incertezas que estamos vivendo, principalmente em relação à economia, é mais importante juntar para comprar, em vez de fazer dívidas.”
O que Gil do Vigor quer dizer com isso, é que não se deve guardar dinheiro por guardar. Quem trabalha precisa, sim, guardá-lo. Mas isso deve ser feito com responsabilidade.
Compre, realize suas metas, mas faça isso com planejamento. Estabeleça um orçamento familiar e seja fiel à ele.
4 Não conte com auxílios sazonais e rendas incertas
Em novembro do ano passado, quando acabaram as parcelas do auxílio emergencial, milhões de brasileiros ficaram em situação difícil. Para muitos, o benefício correspondia a mais da metade da renda mensal.
Por conta disso, um conselho do Gil do Vigor é: não trate os auxílios sazonais como renda fixa. Esses auxílios são importantes e devem ser aproveitados por aqueles que têm direito, mas é importante ter sempre em mente que uma hora eles vão acabar.
Isso vale não apenas para o auxílio emergencial, mas também para o Supera Rio, por exemplo, o programa Bolsa do Povo, em São Paulo. Todos esses são exemplos de programas com prazo determinado, eles foram instituídos somente por causa da pandemia.
O mesmo vale para o Auxílio Brasil de R$400. O programa em si é permanente, mas esse valor mínimo não. As parcelas de R$400 vão acabar em 2022, a partir daí o auxílio ficará na média de R$224.
Então na hora de fazer o planejamento financeiro, pense: eu conseguiria pagar todas essas contas sem esse benefício sazonal? A resposta provavelmente é não, então tente buscar meios de fazer renda extra desde já, antes que as parcelas acabem.
5 Guarde dinheiro para a “cachorrada”
“Cachorra” é a gíria que foi popularizada por Gil do Vigor no BBB. Basicamente, ela quer dizer diversão, lazer.
E tão importante quanto investir, é aproveitar a vida. Portanto, respeitando o orçamento familiar, sempre reserve uma quantia para gastar como quiser.
“Deixe um dinheiro reservado para uma emergência, mas também para realizar um sonho, para fazer uma viagem, comprar um bem.”
Lembre-se: poupar dinheiro sem ter um objetivo em mente não é uma boa ideia. O dinheiro por si só não tem valor. O que dá valor a ele, é a finalidade para a qual é usado.
Gostou das dicas? Então compartilhe com seus amigos “vigorentos” que também querem ter um 2022 melhor financeiramente!
A solicitação para aderir ao Simples Nacional 2022 vai até 31 de janeiro. Contudo, o Ministério da Economia deve prorrogar o prazo de adesão para o dia 31 de março. Mas como esse novo prazo ainda não foi definido, é hora de correr!
O acesso é realizado por meio do portaldo Simples Nacional. O resultado final será divulgado em 15 de fevereiro. Ele é um regime tributário criado para facilitar o recolhimento de contribuições reduzindo a burocracia e custos para os pequenos empresários.
Vale ressaltar que para empresas em início de atividade, o prazo para a solicitação é de 30 dias do último deferimento de inscrição municipal ou estadual, desde que não tenham decorridos 60 dias da data de abertura do CNPJ.
Quando aprovada, a opção produz efeitos a partir da data da abertura do CNPJ. Após esse prazo, a opção somente será possível no mês de janeiro do ano-calendário seguinte.
A microempresa ou empresa de pequeno porte já optante pelo Simples Nacional não precisa fazer nova opção. Ela sairá do regime somente quando excluída, seja por comunicação do optante ou de ofício.
As empresas que escolhem esse regime tributário contam com uma cobrança simplificada de diversos impostos, feitos por uma guia única mensal, o Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS).
Quem se enquadra no Simples Nacional?
As empresas podem optar pelo Simples Nacional em dois momentos, seja na abertura do CNPJ, ou mesmo no primeiro mês de cada ano. Portanto, a estrutura da empresa é a seguinte:
Micro Enterprise-ME
Pequena empresa-EPP
Porém, para aderir ao Simples Nacional, é necessário verificar se não há entraves previstos na Lei Complementar nº123/2006, são exemplos de empresas que não se enquadram no Simples Nacional:
Possuir outra empresa como sócio do CNPJ;
Faturamento anual supera 4,8 milhões de reais;
Exercício de atividades comerciais, de banco de investimento, de desenvolvimento, etc;
Os pequenos negócios que foram excluídos do Simples Nacional têm até 31 de janeiro para regularizar as pendências e fazerem uma nova adesão ao regime, desde que não haja débito com a Receita Federal ou a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional.
Esse também é o último dia para os empreendedores que estão em outros regimes de tributação e quiserem aderir ao Simples Nacional, pela primeira vez, solicitarem a adesão. Caso contrário, o ingresso acontecerá somente no próximo ano.
Até 31 de março de 2022
A Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais (DEFIS), em regra, deve ser entregue até 31 de março do ano-calendário subsequente ao da ocorrência dos fatos geradores dos tributos previstos no Simples Nacional.
Até 31 de maio de 2022
O MEI deve apresentar, até 31 de maio de cada ano, a Declaração Anual do Simples Nacional do Microempreendedor Individual (DASN-SIMEI), relativa ao ano anterior.
Boleto mensal
O prazo para vencimento do boleto mensal, tanto para os empreendedores vinculados ao Simples Nacional quanto para os Microempreendedores Individuais (MEI), vence todo dia 20 de cada mês.
Entretanto, se cair em feriados ou finais de semana, o vencimento ocorrerá no primeiro dia útil subsequente.
Início de atividade
Para empresas em início de atividade, o prazo para a solicitação é de 30 dias contados do último deferimento de inscrição (municipal ou estadual, caso exigível). Todo o processo de adesão é feito exclusivamente pela internet, por meio do Portal do Simples Nacional.
Verificação de pendências
Após ser feita a solicitação de opção pelo Simples Nacional, é feita a verificação automática de pendências. Não havendo impasses com nenhum ente federado, a opção será aprovada. No caso de serem verificados impedimentos, ficará em análise.
É importante ficar de olho nas datas para não perder os prazos de pagamento e garantir que o negócio esteja legalizado de acordo com o regime tributário
Enquanto não vencer o prazo para a solicitação da opção, o contribuinte poderá regularizar as pendências que impedem o ingresso no Simples Nacional.
Durante o período da opção, é permitido cancelar a solicitação pelo Simples Nacional.
Na hipótese da opção pelo Simples Nacional ser indeferida, é possível protocolar uma contestação diretamente na administração tributária que apontou as irregularidades.
O que fazer no caso de débitos?
No caso de dívidas, além do parcelamento ordinário em 60 meses, a Receita Federal orienta as microempresas e empresas de pequeno porte a negociarem os débitos em dívida ativa da União com benefícios, como: descontos, entrada facilitada e prazo ampliado para pagamento.
O processo pode ser feito 100% online, no Regularize, o portal digital de serviços da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional.
As opções de negociação são nas seguintes transações excepcionais:
prevê desconto de até 100% sobre os acréscimos legais + entrada facilitada + prazo ampliado para pagamento em até 133 meses;
entrada facilitada + prazo ampliado para pagamento em até 142 meses;
transação de pequeno valor que prevê desconto de até 50% sobre o valor total + entrada facilitada;
Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse) que prevê desconto de até 100% sobre os acréscimos legais + entrada facilitada + prazo ampliado para pagamento em até 145 meses.
Porém, é preciso ter cuidado!
Para não ser excluída do Simples Nacional com efeitos a partir do dia 1º de janeiro de 2022, a pessoa jurídica deve regularizar todos os débitos constantes do Relatório de Pendências dentro do prazo de 30 (trinta) dias contados da ciência do Termo de Exclusão.
Você gostou deste texto e ele foi relevante para você? Então siga o FinanceOne nas redes sociais e esteja sempre atualizado sobre o mercado financeiro. Estamos no Facebook, Instagram e Linkedin.
Ser bem-sucedido na carreira e nas finanças é o objetivo de muitos que buscam por vidas estabilizadas. A busca por áreas que podem disponibilizar conforto, segurança e satisfação não para de crescer. Mas há alguns inimigos do investidor que não percebemos.
Baseados nesses princípios, as pessoas procuram dar início aos seus primeiros investimentos. Até porque, é através deles que o capital começa a ser movimentado, podendo aumentar e melhorar as condições atuais.
Um fato que poucos sabem é que esses investidores lidam constantemente com alguns inimigos que podem, inclusive, atrapalhar os seus negócios indiretamente ou mesmo de forma direta e devastadora.
Conheça os 5 inimigos mais recorrentes que você provavelmente esbarrará por aí, caso seja ou queira se tornar um investidor inteligente.
O que é um investidor inteligente?
“Será que existe uma diferença entre um investidor inteligente e um investidor comum ou só muda a nomenclatura mesmo?”
Talvez esse seja o seu principal questionamento nesse momento. E se há essa distinção, como identificamos?
A diferença é que o investidor inteligente busca priorizar a essência, ou seja, possui uma visão realista dos valores das ações que estão disponíveis. Ele costuma comprar ativos que estão abaixo da quantia habitual, como um limite de segurança.
Desta maneira, demonstra claramente que possui sabedoria para continuar com a sua atuação na Bolsa de Valores.
O investidor inteligente sabe diferenciar investimento de especulação
Agir de forma especulativa não é a melhor maneira de trabalhar em seus investimentos e decidir os seus negócios baseados em variações de preços do mercado não é recomendável.
Investir em ações de companhias que possuem boa saúde financeira com o objetivo de receber um retorno a longo prazo é a mentalidade que um investidor inteligente deve ter para tomar boas decisões.
Ele evita perdas utilizando as margens de segurança
Para escapar dos prejuízos em investimentos que não geram ótimos resultados, a melhor maneira de potencializar tais ganhos é comprando ações com “margem de segurança”.
E, desse modo, adquirir algumas ações abaixo do que elas realmente valem, como acontece em momentos de crises econômicas, por exemplo.
Agindo dessa forma, as suas possíveis dores de cabeça devem diminuir e as perdas podem não chegar muito bruscas, caso de fato ocorram.
Saiba o que é um investidor inteligente e quais são os inimigos do investidor para não cometê-los
Quais são os inimigos do investidor inteligente?
1. Falta de conhecimento
Para abrir a lista dos inimigos do investidor, a ignorância é o princípio de todos os males.
Não há como tomar decisões, principalmente essas que precisam de segurança, sem possuir o mínimo de conhecimento sobre o assunto.
Manter o seu foco apenas em expectativas a respeito do que os investimentos podem te oferecer como retorno não é a melhor decisão.
É preciso analisar todo o que está envolvido e ter o entendimento do que está sendo feito.
Esse esclarecimento pode vir através de muitas pesquisas, estudos sobre o caso e busca por informações precisas das empresas ou produtos financeiros.
O medo paralisa e quando falamos sobre investimentos nós envolvemos riscos o tempo inteiro, o que é contraditório. Um investidor inteligente não se conforma apenas em ficar na sua zona de conforto.
Ele experimenta, tenta cada vez mais investir em produtos maiores e melhores, obviamente sempre tendo a consciência de seus possíveis resultados.
Se você tiver medo e deixar com que ele domine, este pode ser um dos maiores inimigos do investidor que te impedirá de receber ótimos retornos financeiros.
3. Ganância
Está muito presente em novos investidores, tome cuidado.
A inquietação e o anseio por adquirir dinheiro rápido e fácil é um dos maiores inimigos para os investidores que pretendem agir com inteligência.
É necessário aprender a investir da maneira correta, sem criar expectativas irreais, mas sempre acreditando em seu potencial.
Diversifique os produtos em sua carteira de investimentos e saiba que os retornos podem variar de acordo com os riscos.
4. Esperança
Torcer a todo momento pelos investimentos que fez não é a melhor opção a ser tomada.
O investidor inteligente entende sobre a sua aplicação e respeita o prazo de retorno. Manter-se esperançoso e criar expectativas demasiadas não é recomendável, assim como já foi dito no tópico anterior.
5. Você mesmo
É preciso estar atento às decisões e saber qual a importância daquele investimento e o motivo pelo qual deseja apostar nele.
Será que ele trará mudanças significativas na sua vida?
As suas escolhas estão baseadas em estudos sólidos e responsáveis?
Está realmente disposto a vencer e se manter longe dos inimigos citados?
Responda a essas perguntas e assim conseguirá ter um bom discernimento sobre o que está fazendo e se de fato as suas decisões são compatíveis com o que deseja.
6. Pessimismo
Quem também é um grande inimigo do investidor iniciante é o seu lado pessimista. Sabe aquela sensação de que o tempo todo você acha que algo está dando errado ou não consegue enxergar o lado positivo de nada?
No mundo dos investimentos, isso pode te atrapalhar a conseguir enxergar novas oportunidades. E mais, a conseguir ser otimista ao ponto se não deixar se abalar por pequenos resultados negativos.
Estes inimigos do investidor não podem ser um impeditivo para te fazer dar o primeiro passo. Por isso, comece já a acompanhar o FinanceOne diariamente e tenha os melhores conteúdos sobre o mercado financeiro.
Você já ouviu falar em aposentadoria mista? Também conhecida como aposentadoria híbrida, essa forma permite aos trabalhadores somarem o tempo de contribuição em atividade urbana e rural.
Esse benefício do INSS também sofreu algumas mudanças com a entrada em vigor da Reforma da Previdência, em 2019. Mas em essência, essa é a definição mais simples.
Quer saber mais sobre esse tipo de aposentadoria? Então continue lendo o artigo!
O que é e como funciona a aposentadoria mista?
A aposentadoria mista ou híbrida permite que o trabalhador some o período de atividade rural ao de atividade urbana. Sendo assim, ele pode suprir a carência exigida para a concessão da aposentadoria.
Esse tipo de aposentadoria existe por causa do grande movimento de trabalhadores rurais que migram para a área urbana. Sendo assim, eles não perdem o tempo de contribuição na atividade inicial
A lei que regulamente esse benefício do INSS é a Lei 11.718/2008.
Um ponto de destaque é que a aposentadoria híbrida também está diretamente ligada à aposentadoria por idade. Acontece que ambas possuem regras de concessão bastante parecidas.
Quem tem direito a aposentadoria híbrida?
Como o próprio conceito explicado sugere, a aposentadoria mista é voltada para trabalhadores rurais que migraram para atividades urbanas.
Mas não basta isso para acessar o benefício. Na verdade, há dois critérios para a concessão: idade mínima e tempo de contribuição.
Esse segundo fator, o tempo de contribuição, é a soma do tempo em atividade urbana e o tempo rural (ou de pescador). Mas exige um para acessar.
Já o critério de idade segue as regras de aposentadoria, variando entre homens e mulheres.
Homens:
Ter 65 anos de idade;
Ter 20 anos de contribuição.
Mulheres:
Ter 62 anos de idade;
Ter 15 anos de contribuição.
Para o cálculo do tempo de contribuição, o INSS considera atividades do tipo: tempo de serviço em outros institutos; atividade especial; pescador artesanal; tempo rural em regime familiar; serviço militar; contribuição em carnês; e tempo em carteira de trabalho.
Aposentadoria mista ou híbrida permite somar tempo de contribuição de atividade urbana e rural
Como é o cálculo da aposentadoria mista?
Para calcular a aposentadoria mista é considerada a média de todos os salários de contribuição. A partir disso, aplica-se a fórmula de 60% + 2%.
A partir da média, a pessoa receberá 60% + 2% por ano que exceder 20 anos de tempo de contribuição para os homens ou 15 anos de recolhimento para as mulheres.
Como solicitar a aposentadoria mista?
É possível solicitar a aposentadoria mista do INSS por meio dos três canais oficiais: o telefone 135, o site ou o aplicativo Meu INSS. No caso do telefone, basta ligar e seguir as orientações do atendente.
Pelo site ou aplicativo do INSS, o trabalhador deve acessar o Meu INSS (basta fazer login com o seu CPF). Uma vez logado, siga o passo a passo:
Clique no botão Novo Pedido;
Digite o nome do serviço ou benefício que você quer;
Na lista, clique no nome do serviço ou benefício;
Leia o texto que aparecerá na tela e informe seus dados para avançar.
Depois disso, você precisará aguardar a análise do INSS. Para acompanhar e receber a resposta do seu processo, você pode acompanhá-lo também pelo Meu INSS (site ou app).
Para acompanhar o processo, o passo a passo é:
Entre no Meu INSS;
Clique no botão Consultar pedidos;
Encontre seu processo na lista;
Se quiser ver mais detalhes, clique em detalhar.
A resposta deve levar até 45 dias para chegar.
O conteúdo foi útil? Então compartilhe com seus amigos e deixe um comentário.
Horário de funcionamento da Bolsa de Valores começa às 10h
Se você está chegando no mundo dos investimentos agora, talvez tenha se deparado com a expressão marcação a mercado (MaM) e se questionado o que isso significa.
Não é nenhum bicho de sete cabeças. Mas é importante entender esse conceito, porque ele impacta diretamente nos seus investimentos, mesmo os de renda fixa.
Uma vez que entender como a marcação funciona, o investidor pode tirar melhor proveito de suas aplicações. Quer saber mais? Então continue lendo o artigo!
O que é marcação a mercado?
De forma simplificada, podemos dizer que a marcação a mercado é a atualização diária do preço único de investimentos. Por isso, impacta pessoas que queiram resgatar seus investimentos antes do vencimento.
A marcação pode impactar tanto os preços de títulos de renda fixa (como Tesouro Selic e CDBs), como produtos de renda variável. Ou seja, esses preços são ajustados para baixo ou para cima.
Em outras palavras, é o preço que você conseguiria se vendesse o seu ativo hoje. Por isso, é um conceito importante para quem quer pedir o resgate antecipado de um título, por exemplo.
Se você vender um hoje, receberá o valor determinado pela marcação.
Como a marcação a mercado funciona?
Ainda está confuso? Ao entender como a marcação a mercado funciona vai ficar mais claro.
Para começar, essa marcação – ou seja, a variação diária no preço de um título – leva em consideração alguns fatores, como:
a demanda pelo (o quanto os investidores o procuram)
valor dos novos títulos que estão sendo emitidos no mercado
liquidez (quanto mais a liquidez do investimento, mais frequente será a marcação)
tipo de rentabilidade (se é pós-fixado ou pré-fixado).
Marcação a mercado estabelece variação diária nos preços dos títulos
O que é a curva de papel?
Esse termo costuma aparecer atrelado ao da marcação de mercado. Mas na verdade são ideias opostas.
A curva de papel é justamente o oposto da marcação, porque o valor do ativo não varia de acordo com o preço atualizado no dia.
Neste caso, o preço se baseia em uma regra que calcula o preço pelo qual você pagou o título multiplicado por 1+ os juros elevados no período.
Ou seja, o valor de compra é corrigindo dia a dia pela taxa acordada até o vencimento. Mas na prática esse método abre brecha para alguns problemas, como transferência de riqueza entre cotistas de um fundo.
Por isso, desde 2002, não se adota a marcação no modelo curva de papel. O Banco Central utiliza apenas a MaM como forma de marcação.
Exemplo de marcação a mercado
No exemplo a seguir fica ainda mais clara a forma como a marcação a mercado funciona. Imagine a seguinte situação:
Um investidor comprou um título do Tesouro Direto prefixado. Ele remunera 5% ao ano e custou R$1 mil – esse é o Preço Unitário (PU) dele.
Porém, dias depois a Selic subiu. Como consequência, outros títulos que pagavam mais foram lançados no mercado. Isso fez com que aquele título comprado a R$1 mil ficasse menos atraente.
Assim acontece a marcação a mercado, que reajusta o valor do seu título para baixo (neste caso em específico). Dessa forma, o PU do título passa a equivaler ao seu valor enquanto investimento.
Se o investidor vender esse título nesse momento, antes do prazo de vencimento, ele vai ganhar menos. Vai receber o preço determinado pela marcação daquele dia.
Neste exemplo, a marcação atua abaixando o preço do título. Mas o contrário também pode acontecer, se a taxa de juros cair, por exemplo.
Portanto, podemos dizer que o principal objetivo da marcação a mercado é reajustar, atualizar o preço de um ativo, seja ele de renda fixa ou variável. Assim, o investidor sabe quanto ganha se vender o título ou a cota em determinado momento.
O conteúdo foi útil? Então compartilhe com seus amigos que também são investidores iniciantes!
Taxas adicionais dos bancos podem incidir mesmo sobre a antecipação das parcelas. (Fonte: Divulgação)
Todo brasileiro sonha com a casa própria, porém um grande impasse para a realização desse sonho é o dinheiro da entrada do imóvel.
E é nessa hora que surge a dúvida: “é possível comprar um imóvel sem entrada?”. A resposta é sim. Quer saber como?
Comprar um imóvel à vista é raro. Por isso, a maioria das pessoas opta pelo financiamento.
O que acaba envolvendo os bancos ou as construtoras. E é nessa hora que surge a exigência do pagamento da entrada do imóvel.
A alternativa de comprar um imóvel sem entrada é para quem não tem o valor da entrada da casa e/ou apartamento.
Mas, para isso, é necessário financiar o valor total das parcelas. Estes valores variam de acordo com a renda mensal familiar.
É importante ressaltar que essa possibilidade é apenas para beneficiários do programa “Casa Verde e Amarela” que estão nas faixas 1 e 1,5. O programa vai até a faixa 3.
Quem pode comprar um imóvel sem entrada pelo “Casa Verde e Amarela”?
O programa ” Casa Verde e Amarela ” tem como objetivo diminuir o déficit habitacional no país. Por isso, só as pessoas contempladas na faixa 1 têm a possibilidade de comprar um imóvel sem entrada, já que essas famílias apresentam situações de renda mais precárias.
Já para os beneficiários da faixa 1,5, o programa oferece um subsídio para ajudar a quitar o valor da entrada. Em alguns casos, dependendo do preço do imóvel desejado, essa vantagem consegue pagar todo o montante inicial.
Além disso, aqueles que são contemplados nessas faixas do programa ainda têm a possibilidade de comprar o imóvel mesmo estando com o nome sujo. Isso porque tanto o Banco do Brasil quanto a Caixa Econômica não realizam consultas nos órgãos de proteção ao crédito.
Para facilitar a compra do imóvel, as pessoas que estão nas faixas 1 e 2 não precisam comprovar a renda mensal.
Mas porque isso ocorre? O motivo principal é que em muitos casos as pessoas têm o pedido de aprovação de financiamento do imóvel negado. O motivo na grande parte das vezes é porque não conseguem comprovar renda.
Como comprar um imóvel sem entrada pelo “CasaVerde e Amarela“
Você já sabe que para comprar um imóvel sem entrada é preciso estar enquadrado na faixa 1 do programa, além disso também é preciso considerar outros fatores para financiar o imóvel.
Um desses fatores é que o banco analisa o valor do bem e a região onde está localizado. De acordo com o programa “Casa Verde e Amarela“, o valor das parcelas não pode ultrapassar 30% da renda bruta da família.
Por isso, é importante escolher um imóvel que tenha um valor adequado para não ultrapassar este limite. Além disso, também é necessário participar de uma espécie de processo seletivo no município que vai contemplar as pessoas que poderão comprar um imóvel sem entrada.
Nessa modalidade é possível realizar o financiamento em, no máximo, 240 meses. Para participar do sorteio, é preciso estar cadastrado na Prefeitura, já que o programa consiste em uma parceria entre o Governo Federal, a Caixa Econômica e o município.
É possível comprar imóvel sem entrada
Dessa forma, a primeira coisa a ser feita é procurar a Prefeitura da sua cidade. Depois, se informe como é realizado o cadastramento para a participação dos programas habitacionais do município.
O procedimento específico vai depender de cada cidade. Vale lembrar que todo o processo poderá levar um tempo e, por isso, é fundamental fazer um planejamento financeiro.
Serão necessários documentos pessoais e da família, além do que a prefeitura exigir de acordo com o programa e o imóvel a ser financiado.
Como funciona o programa e como fazer parte
Este é um programa do governo feito para facilitar a compra do primeiro imóvel para milhares de habitantes do país, que sonham em construir o seu lar com a sua família.
Dito isso, foram formadas parcerias entre instituições públicas e privadas. Essa parceria teve como finalidade construir residências a serem adquiridas pelos beneficiários por meio de um financiamento subsidiado.
Conforme a renda familiar mensal, o programa conta com quatro tipos de benefícios:
pagamento de parte do valor de compra do imóvel;
pagamento de parte do valor de entrada do financiamento imobiliário;
redução do valor cobrado pelo seguro do financiamento;
redução da taxa de juros cobrada.
Mas, como fazer parte do programa?
É importante destacar que a principal restrição é a renda familiar. Isso porque há consenso de que as famílias com as piores condições financeiras se encontram em situação mais precária.
Dentro dessa perspectiva, somente quem tem faturamento mensal menor que R$9 mil consegue fazer parte do programa. Mas, quanto menor for a renda familiar, mais benefícios a família terá direito.
Para conseguir ser contemplado, é preciso atender aos seguintes requisitos:
o valor da parcela do financiamento não poderá ser superior a 30% da renda mensal familiar;
a renda mensal familiar não poderá ser superior a R$ 9.000,00;
o imóvel a ser adquirido deverá ser a moradia da família beneficiária;
a família beneficiária não poderá receber qualquer outro benefício de moradia do Governo Federal;
o titular do financiamento não poderá possuir outro imóvel em seu nome;
o titular do financiamento não poderá ter utilizado o FGTS para financiamento nos últimos cinco anos;
o titular do financiamento não poderá apresentar restrições de crédito — isso é válido apenas nas faixas 2 e 3 do programa;
o imóvel financiado não poderá ser alugado;
o imóvel poderá ser vendido apenas após a quitação do financiamento;
o imóvel deverá estar localizado na cidade em que o titular mora ou trabalha.
Pré-requisitos para comprar um imóvel sem entrada
Se você se interessou e se encaixa no perfil para comprar um imóvel sem entrada, ainda precisará preencher os pré-requisitos, conforme mencionado acima.
Para que você conheça melhor e fique por dentro de tudo, o FinanceOne detalhou alguns e pontuou as principais confeições para que você saiba os detalhes.
Ter mais de 18 anos
Esse é um dos principais pré-requisitos para comprar um imóvel sem entrada pelo “Casa Verde e Amarela”.
Se você não for maior de idade, não se desespere. Existe ainda outra alternativa, que é ter sido emancipado legalmente pelos pais.
Não ter outro imóvel próprio
Para comprar uma casa ou um apartamento pelo programa, o requerente não pode ter outro imóvel em seu nome nem ser proprietário.
Além de não poder ser cessionário ou detentor de outro financiamento em nenhum tipo de residência.
Utilizar o imóvel para morar
Essa é uma das regras fundamentais do programa ” Casa Verde e Amarela“.
Para comprar um imóvel sem entrada é necessário que essa moradia seja adquirida exclusivamente para moradia.
Sendo assim, a pessoa não pode comprar a propriedade para ter rendimentos com a locação, por exemplo.
Ao comprar um imóvel pelo programa, você não poderá vendê-lo até que o financiamento esteja totalmente pago.
Não ter usado outros programas
Não é possível comprar um imóvel sem entrada se o solicitante tiver sido beneficiado, em um outro momento, por outros programas habitacionais.
Existem diversas opções para comprar um imóvel sem entrada
Essa é uma forma de tentar ajudar mais pessoas.
Sendo assim, os favorecidos não podem ter recebido qualquer outro benefício vindo de recursos orçamentais com o intuito voltado para a habitação.
Morar ou trabalhar na cidade do imóvel
Esse é um pré-requisito que poucas pessoas conhecem.
Mas para comprar um imóvel sem entrada é necessário que a pessoa more ou trabalhe na cidade em que o imóvel está localizado pelo período de, no mínimo, três anos.
Outras formas de comprar imóvel sem entrada
Quer conhecer outras formas de comprar imóvel sem entrada? Confira as opções existentes para escolher a ideal para você.
Sistema de Financiamento Habitacional
O Sistema de Financiamento Habitacional (SFH) é ideal para quem quer comprar um imóvel sem dar entrada. Mas para isso, é necessário que o valor parcelado seja de até 80% do valor do imóvel.
Além disso, é possível utilizar o saldo do Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS) ou os recursos da poupança para pagar o restante do valor do imóvel.
O SFH torna-se uma opção de financiamento já que os bancos dificultam o financiamento da casa ou apartamento para quem não deseja dar a entrada. Além disso, as instituições financeiras cobram juros exorbitantes quando aprovam o financiamento.
Negocie com as construtoras
Sim, existe a possibilidade de comprar um imóvel sem entrada diretamente com a construtora. E todo o processo é bem semelhante ao do financiamento realizado com o banco.
Sendo assim, você passa por todo uma análise, simulação e aprovação de crédito para que, enfim, ocorra a liberação do financiamento.
Mas é importante estar atento: ao negociar com a construtora, é preciso que o seu saldo do FGTS seja de pelo menos 20% do valor do imóvel.
E com tanta condição especial, algumas construtoras ainda oferecem a possibilidade de parcelar o valor da entrada. Por isso, o ideal é consultar os empreendimentos da região que você procura morar para saber mais sobre essas condições.
Gostou desse conteúdo? Ele te ajudou a saber se é possível comprar um imóvel sem entrada? Então confira mais artigos como este no site do FinanceOne e compartilhe com outras pessoas para que elas também fiquem por dentro de tudo.