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Entenda quais são as obrigações mensais e anuais de uma empresa

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mulher no telefone e lendo um papel

Quem começa a empreender sonha em ter a sua própria rotina, não precisar cumprir horários e, o melhor de tudo, não ter um chefe. Porém, o que muitos esquecem é que empreender não é uma tarefa nada fácil, principalmente porque existem obrigações mensais e anuais da empresa.

Sim, ao começar a empreender você precisa cumprir algumas obrigações. Neste momento você deve estar pensando “mas nunca me contaram sobre isso”, certo? Nós sabemos disso e, é por este motivo que viemos te explicar tudo.

Até porque normalmente as pessoas costumam falar somente sobre os pontos positivos de empreender. Mas ninguém te fala quais são as obrigações mensais e anuais de uma empresa.

Quais são as obrigações mensais e anuais de uma empresa?

Durante todo o ano você precisa cumprir algumas obrigações, sejam elas mensais ou anuais, por isso é importante estar atento. Isso porque ao não cumprir uma dessas obrigações você pode ter complicações no futuro.

Para te ajudar, separamos as principais obrigações que você precisa saber. Confira!

A primeira coisa que você precisa fazer é legalizar a sua empresa. E esse fator é importante por diversos motivos, mas o principal deles é que o seu negócio precisa ser levado a sério. 

Por isso, você precisa ter um CNPJ e arcar com todos os custos que a sua empresa vai ter. Além disso, é necessário que você decida qual será o tipo societário e realizar todos os registros em cada órgão.

E se registrar em todos os órgão é fundamental, apesar de muitos empreendedores acabarem esquecendo de alguns. É comum que ao abrir o CNPJ, os outros documentos sejam deixados de lado, mas não faça isso.

Homem fazendo anotações em um caderno e usando notebook
Saber quais são as obrigações que a sua empresa tem é fundamental

Lembre-se que você precisa se cadastrar ainda na Junta Comercial, Receita Federal, no Estado e na Prefeitura, entre outros órgãos que seja necessário para o seu negócio.

Obrigações mensais de uma empresa

Se você já trabalhou presencialmente e de carteira assinada deve ter visto de perto como a vida de quem trabalha no Departamento Pessoal de uma empresa é agitada. São muitos compromissos. 

+ Alteração contratual da empresa: como e quando fazer? Saiba tudo sobre!

E não somente empresas grandes, mas quem tem um comércio pequeno também sofre, inclusive pequenos empreendedores. 

Alguns dos compromissos mensais são:

Folha de pagamento: este é um compromisso mensal do Departamento Pessoal que diz respeito a todas as informações referente ao salário do seu funcionário, bem como comissões, recolhimento de FGTS e outros pagamentos.

SEFIP: este é um guia de recolhimento do FGTS e de informações relacionadas à previdência. Ela é emitida pela Caixa para que a empresa possa realizar o pagamento do fundo de garantia, devendo ser feito até todo sétimo dia útil do mês posterior à remuneração do trabalhador.

+ Saiba o que pode acontecer se a empresa atrasar o salário do funcionário

GPS: é uma guia de recolhimentos previdenciários dos funcionários. A empresa deve realizar o pagamento dessa guia até o dia 15 do mês seguinte ao de referência.

Caged: é um cadastro dos trabalhadores, que deve ser realizado até o sétimo dia do mês subsequente.

DARF: guia de pagamento que deve ser paga para arcar com tributos ou encargos com a Receita Federal. O vencimento do boleto costuma vir sempre para o dia 20.

Alguns dos compromissos anuais são:

Informe de rendimento: anualmente a empresa deve fornecer os informes de rendimento até 28 de fevereiro para que ele possa ser usado na declaração do Imposto de Renda como pessoa física.

Rais: sigla referente à ‘Relação Anual de Informações Sociais’ que traz dados dos trabalhadores que têm carteira assinada. As empresas em 2022 tiveram até 12 de abril para cadastrar as informações no sistema.

Compromissos final de ano

Além dessas obrigações anuais e mensais de uma empresa, existem aqueles compromissos que costumam surgir apenas no final do ano. E você já deve saber de qual estamos falando.

Por isso mesmo é sempre bom ficar atento aos seguintes pagamentos:

  • Pagamento do 13º salário;
  • Concessão de férias coletivas ou individuais;
  • Pagamento das férias, se necessário.

Continue a sua leitura e veja como calcular o valor do décimo terceiro salário!

O que são growth stocks? Saiba como encontrar ações que podem crescer

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imagem de várias moedas empilhadas

Você sabe o que são growth stocks? São companhias listadas na Bolsa de Valores, que apresentam altos índices de crescimento, apresentando assim um alto Compound Annual Growth Rate, ou CAGR.

Boa parte das empresas envolvidas são do setor de tecnologia. No entanto, bancos digitais, pet shops e aluguel de automóveis também costumam estar mais presentes entre as ações de crescimento.

Afinal, elas estão inseridas em setores de alto crescimento que consequentemente atingem bons resultados. Algumas alcançam evoluções entre 50% e 100%.

Ficou interessado no retorno que essas empresas podem oferecer? Calma, é necessário se ter cuidado antes de se investir neste tipo de negócio, pois é possível que o valor pago seja acima do custo real da empresa.

Após compreender o conceito, é possível que você queira saber quais são as opções disponíveis no mercado financeiro, certo? Portanto, siga conosco e não deixe de ler até o fim para entender tudo sobre growth stocks.

+ Confira o Guia completo: como investir na Bolsa de Valores

Quais empresas que apresentam growth stocks

Para ajudá-lo a escolher seus investimentos, vamos listar algumas empresas que apresentam growth stocks. Vamos lá: como dito anteriormente, boa parte dessas companhias costumam ser do setor de tecnologia e situadas nos Estados Unidos.

Se você imaginou empresas como a Amazon, Google, Apple e Facebook, acertou, essas são as principais. Entretanto, aqui no Brasil temos alguns exemplos. São eles: Banco Inter (BIDI11), Petz (PETZ3) e Locaweb (LWSA3).

Vale destacar que esses exemplos não se tratam de uma indicação de investimentos. Cabe a você avaliar essas e outras alternativas de acordo com os seus critérios ao investir.

Portanto, a dica é: analise os fundamentos das vias de crescimento. Isso inclui:

  • cenário do setor de atuação;
  • elevação do PIB (produto interno bruto);
  • ganho de participação no mercado.

Esses são aspectos que impactam as possibilidades de manter os resultados e ajudam a perceber se a companhia pode ser uma boa alternativa para investir.

Portanto, em suma, a estratégia de crescimento é baseada em alto crescimento (alta taxa de crescimento de lucro, vendas, valor patrimonial e fluxo de caixa) e em preços elevados (alto índice de Preço/Lucro e baixo índice de pagamento de dividendos).

Veja como comprar ações na Bolsa de Valores em 4 passos

Caneta riscando gráficos em uma folha de papel
Ao investir em growth stocks, a ideia é escolher ações de empresas com potencial de crescimento

Diferenças entre Growth Investing e Value Investing

Agora que você já sabe o que é growth stocks, fica mais fácil entender a diferença entre Growth Investing e Value Investing.

Value Investing, ou investimento de valor, apostam na estratégia de comprar ações que estão sendo consideradas abaixo do seu valor intrínseco. Ou seja, que estão custando menos que seu valor real.

Mercado Futuro: o que é, como funciona e como investir

O principal objetivo desse tipo de investimento é encontrar empresas sólidas, com desempenho consistente, mas que estejam com suas ações subvalorizadas. Neste tipo de negociação, o preço é crucial para a escolha.

Portanto, percebe-se, então, que Value Investing e Growth Investing são estratégias completamente distintas.

A primeira tem por objetivo comprar a ação abaixo do valor, esperando que ela se valorize. O Growth Investing também espera valorização, porém, não tem como prioridade o preço das ações.

Entretanto, vale destacar que a escolha vai depender dos seus objetivos e perfil de investidor. E, inclusive, você pode usar as duas estratégias de modo complementar.

Para ter sucesso no mercado de ações é fundamental estar bem informado. Não deixe de acompanhar as notícias no FinanceOne!

Saiba como comprar imóveis em leilão judicial

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Martelo de juiz ao lado de uma casa amarela de miniatura

Comprar imóveis em leilão judicial pode ser uma alternativa muito interessante para quem quer economizar. Afinal, adquirir uma casa ou apartamento no mercado tradicional custa bem caro.

Os preços dos imóveis em leilões judiciais tendem a ser muito abaixo do mercado, chegando a ter, como lance inicial, 30% do valor avaliado. Os dados são de levantamento feito pela plataforma de venda de imóveis em leilões Resale.

O segundo ponto positivo dos leilões judiciais é que o imóvel já é transferido desembaraçado de qualquer ônus, quer dizer, livre de débitos.

Pela lei, quando o imóvel vai a leilão, ele será transmitido ao arrematante sem qualquer pendência financeira que esteja a cargo de quem foi penhorado.

Embora não tenha um funcionamento difícil, é importante entender alguns detalhes do leilão para evitar armadilhas que acabem com sua economia.

Como comprar imóveis em leilão?

Comprar imóveis em leilão pode ser via judicial ou extrajudicial. No primeiro, as propriedades são colocadas à disposição após passarem por disputas judiciais de qualquer ordem.

No segundo, por sua vez, os imóveis são leiloados sem que passem por processos na Justiça. Isso acontece, por exemplo, quando uma casa ou apartamento é tomado pelo banco por inadimplência.

Outra situação comum é quando uma pessoa física decide vender seu imóvel de forma mais rápida e opta por anunciar nas plataformas de leilão.

Além de casas e apartamentos, compradores também podem adquirir salas comerciais, terrenos, prédios, galpões e outros tipos de construções.

Quando estes imóveis vão à leilão, eles ficam à disposição nos portais leiloeiros, que recebem os cadastros dos interessados em oferecer lances. Cada site tem seus próprios critérios, entretanto, no geral, o passo a passo é o seguinte:

1 – cadastro;
2 – preenchimento de formulário;
3 – aprovação de cadastro;
4 – busca de imóveis;
5 – solicitação de habilitação de participação;
6 – busca de leilões do dia ou agendados;
7 – oferta de lance;
8 – acompanhamento online;
9 – final do leilão.

Quando o leilão termina, se você for contemplado, receberá novamente todas as informações a respeito dos pagamentos que devem ser feitos. Importante lembrar que essas informações estão disponíveis antes de que você decida participar da venda, por meio do edital.

+ Comprei! Conheça o novo site do Governo Federal para vender imóveis penhorados

Formas de realização dos leilões

Os leilões podem ser realizados de três maneiras distintas:

1 – online: o evento é virtual e todos os participantes disparam lances de onde quer que estejam, apenas utilizando um dispositivo conectado à internet;

2 – presencial: os leilões clássicos, realizados apenas presencialmente, descartando lances virtuais;

3 – presencial e online: são eventos mistos, realizados em sede física, mas com participantes remotos, que disparam lances virtuais e simultaneamente aos concorrentes presenciais.

Os lances são as práticas mais memoráveis do leilão, como já estamos habituados a ver em filmes, por exemplo. São dispositivos tão eficazes que foram “copiados” pelas administradoras de consórcio, que utilizam do mesmo conceito para definir quem deve receber a contemplação.

Geralmente, os leilões imobiliários consistem em apenas dois tipos de lance: o mínimo e o livre.

Como acertar na compra?

Separamos cinco dicas para você garantir um bom negócio e evitar problemas na hora de comprar imóveis em leilão.

Chaveiro com formato de casa na cor bege
Comprar imóveis em leilão pode significar uma economia de até 30% no valor avaliado

1 – Leia o edital com atenção

O primeiro passo para garantir uma boa compra é ler o edital com atenção. Esse é o documento que detalha todas as informações importantes sobre o imóvel, como estado de conservação, e também sobre como se dará o pagamento.

Você vai encontrar no edital:

  • critérios de venda;
  • estado de conservação;
  • lance inicial;
  • modelo de contrato;
  • comissão oferecida ao leiloeiro;
  • formas e condições de pagamento;
  • impostos e taxas que devem ser pagos pelo comprador.

2 – Avalie o preço dos imóveis disponíveis

A maioria dos imóveis em leilões está abaixo do preço do mercado. Mesmo assim, é importante que você compare o valor com os dos imóveis à venda na modalidade convencional.

Para ter a certeza de um bom negócio, você pode contar com o atendimento completo das empresas especializadas em leilões. Em caso de dúvidas, basta entrar em contato com os especialistas.

3 – Veja no edital se o imóvel tem dívidas

Para saber que você não terá problemas no pós-compra, é importante verificar no edital do leilão se existem pendências de IPTU (Imposto Predial Territorial Urbano) ou taxas condominiais, por exemplo.

Essas pendências não são impeditivas, mas devem ser previstas para que você se prepare para gastos extras.

4 – Marque uma visita antes de fechar o negócio

Faça uma inspeção minuciosa, se possível com a presença de técnicos especializados em obras e reformas. Afinal, o comprador não poderá devolvê-lo sob a alegação de problemas não-aparentes.

Se alguém ainda estiver morando no bem, é possível que ele se recuse a abrir a porta e permita a visitação dos interessados. Entre em contato com o leiloeiro e verifique se é necessário fazer um cadastro antes da visita.

5 – Contrate uma assessoria jurídica

É imprescindível consultar um advogado que ajude a levantar as dívidas do atual morador. O comprador pode ter que arcar com débitos deixados por ele.

O profissional também pode verificar se há ações judiciais contra a execução da negociação.

Vantagens e desvantagens de comprar imóveis em leilão

Como dito no início do texto, a primeira vantagem de comprar imóveis em leilão é o valor do imóvel. Outro benefício dessa modalidade de compra é a transparência.

No edital, é possível encontrar todos os dados que vão desde o lance mínimo, até a situação do bem. Portanto, dessa forma, não ocorre valorização da propriedade.

Outro ponto positivo é que caso o leilão seja anulado ou impugnado, receberá todo o valor pago. Além de ter a garantia de que as negociações são respaldadas, na maioria dos casos, por grandes instituições financeiras ou Tribunais de Justiça.

No entanto, existem algumas desvantagens. São elas: imóvel dividas, como IPTU, condomínio, se o imóvel está ocupado e se há ações judiciais sobre o imóvel.

Viu como comprar apartamento em leilão pode ser uma boa decisão para sua vida e seus investimentos? Contudo, para garantir um bom negócio, não deixe de contar com a ajuda de profissionais do ramo.

Empréstimo para pequenas e médias empresas: veja se vale a pena

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dois homens apertando as mão com notas de dinheiro

Por conta da pandemia, as pequenas e médias empresas sofreram vendo o faturamento cair devido às restrições. Foi necessário fechar os negócios, se adaptar para home office e, dependendo, começar a vender online. Porém, muitos ainda necessitaram em solicitar um empréstimo. 

Em abril de 2020, o Governo Federal anunciou empréstimos para as pequenas e médias empresas, com o objetivo de ajudá-las. Essa foi uma forma que o Ministério da Economia encontrou para que os empresários mantivessem os salários dos funcionários por dois meses.

Na época, foram disponibilizados no máximo R$20 bilhões por mês ou R$40 bilhões em dois meses. A previsão do governo era que 1,4 milhões de pequenas e médias empresas fossem beneficiadas com esse empréstimo.

Vale lembrar que essa linha de crédito emergencial era um empréstimo e que o dinheiro só poderia ser utilizado de forma exclusiva para pagar os funcionários

Governo Federal estuda um novo empréstimo para pequenas e médias empresas

Em fevereiro deste ano, o Ministério da Economia divulgou que estava preparando um novo pacote de concessão de empréstimo para as pequenas e médias empresas. A finalidade deste novo crédito é o mesmo do que aconteceu em 2020, dar um respiro para esses empreendedores.

Vale lembrar que este setor foi um dos mais afetados pela pandemia. Além disso, as pequenas e médias empresas são as responsáveis por grande parte dos empregos gerados no Brasil.

O assunto chegou a ser debatido pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, em um almoço com empresários. Na época, o ministro falou que poderia liberar até R$100 bilhões em empréstimos.

Quais foram as regras para poder solicitar o empréstimo em 2020?

Para quem tinha uma pequena ou média empresa e queria solicitar o empréstimo que o Governo Federal ofereceu, precisou seguir algumas regras. Sendo elas:

-> O empréstimo ficou disponível para as empresas com faturamento entre R$360 mil e R$10 milhões por ano;

 -> O dinheiro só poderia ser utilizado exclusivamente para a folha de pagamento;

-> Os juros pagos foram de 3,75% ao ano;

-> As empresas tiveram seis meses de carência para começar a pagar o empréstimo e de 36 meses para quitar a dívida.  

O programa foi implementado por uma Medida Provisória (MP). Além disso, foi possível solicitar o empréstimo nos bancos privados, os presidentes das instituições financeiras Bradesco, Santander e Itaú já afirmaram que vão oferecer a nova linha de crédito para as empresas.

Como foi o empréstimo oferecido pelo governo?

Segundo a autarquia federal, o programa funcionou por meio de uma Medida Provisória. É importante ressaltar que o empréstimo solicitado não foi utilizado como pagamento a outras empresas.

pessoa fazendo calculos em uma calculadora
As pequenas e médias empresas são as que mais geram empregos

A medida serviu apenas para o pagamento dos salários dos funcionários. O Banco Central explicou na época que o dinheiro cairia diretamente na conta do empregado, a ser indicado pelo empregador que solicitou o empréstimo.

Além disso, as empresas que optaram em adotar essa medida provisória não puderam demitir funcionários por, pelo menos, dois meses. O empréstimo também não cobriu todos os salários. O valor financiou, no máximo, dois salários mínimos por trabalhador, o que a época era equivalente a R$2.090.

+ Empréstimo em banco digital: como funciona e se vale a pena

SIM Digital é opção de microcrédito para quem é MEI

Recentemente a Caixa divulgou o microcrédito para pessoas físicas e jurídicas, neste caso MEI. O valor a ser solicitado é de até R$1.000 e R$3.000, respectivamente.

É importante ressaltar ainda que será cobrado juros para ambos os públicos. O valor é a partir de 1,95% ao mês com a possibilidade de parcelar o empréstimo em até 24 meses. 

E como solicitar o empréstimo? Quem for pessoa física poderá fazer o pedido no próprio aplicativo do Caixa Tem. Agora que é MEI só pode fazer a solicitação presencialmente até o momento.

Sendo assim, é preciso que você compareça em uma agência da Caixa e oficialize o interesse pelo crédito. Vale ressaltar que em breve o processo se torne digital, facilitando o pedido do microcrédito.

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Saiba se Pensão atrasada pode ser parcelada

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3 pessoas em uma mesa e um homem assinando o divórcio

Quando o assunto é pensão alimentícia sempre surgem dúvidas, por exemplo, se é somente o pai que deve pagar ou se pode parcelar a pensão. Os questionamentos são comuns, mas agora o FinanceOne vai te ajudar a decidir sobre parcelar ou não a pensão atrasada.

Além de gerar muitas dúvidas, a pensão alimentícia costuma ser um assunto polêmico. Mas antes de falar sobre a pensão atrasada, é necessário entender o que ela é.

A pensão alimentícia é um direito previsto no artigo 1.694 do Código Civil. Este artigo prevê que a pessoa que não possa por si só suprir todas as suas necessidades básicas poderá solicitar aos parentes uma ajuda.

Esse benefício tem como objetivo preservar o sustento e o bem-estar da pessoa necessitada. 

Uma informação muito importante é que apesar do nome ser pensão alimentícia, o valor a ser pago pode ser utilizado para moradia, educação, saúde, entre tantos outros.

Saiba quem tem direito de receber a pensão alimentícia

Está na dúvida se você ou seu filho têm direito a pensão alimentícia? Confira quem pode receber essa ajuda!

-> Filhos menores de 18 anos;

-> Os filhos maiores, até a idade de 24 anos, desde que estejam estudando em curso profissionalizante (curso técnico), faculdade ou até curso pré-vestibular;

-> O ex-cônjuge ou ex-companheiro;

-> Grávidas;

-> Outros parentes próximos, com necessidade comprovada.

Estou com a pensão atrasada, posso parcelar?

Antes de qualquer coisa, você precisa ter em mente que o pagamento parcelado é em relação às parcelas que estiverem em atraso – e não as que estão para vencer. É importante ressaltar isso porque algumas pessoas podem acabar confundindo.

Mas afinal, pensão atrasada pode ou não ser parcelada? Para responder essa pergunta, o FinanceOne trouxe o artigo 529, do Código de Processo Civil:

“Quando o executado for funcionário público, militar, diretor ou gerente de empresa ou empregado sujeito à legislação do trabalho, o exequente poderá requerer o desconto em folha de pagamento da importância da prestação alimentícia.”

Sendo assim, o pagamento pode sim ser parcelado, desde que ele esteja em atraso.

Quando posso ter a prisão decretada por conta da pensão atrasada?

Esse é um questionamento que muitos pais fazem ao atrasar a pensão do filho. A partir da primeira parcela que não for paga, a prisão já pode ser decretada. Para evitar a prisão, é importante que você não pague a parcela em atraso ou que apresente uma justificativa para o atraso.

E caso você seja notificado e não realize o pagamento no prazo de três dias, que normalmente é o fornecido pela justiça, o juiz poderá decretar a sua prisão civil. Vale ressaltar ainda que você também poderá ter os seus bens penhorados.

Vale ressaltar que a prisão civil é realizada para cobrar o valor máximo correspondente aos três últimos meses de inadimplência.

Outra informação importante é que mesmo preso, você precisa pagar a dívida da pensão. Uma coisa não exclui a outra. 

Até porque, após pagar o que está em atraso, o juiz decreta a sua liberdade imediatamente. Porém, caso o número de parcelas em atraso seja maior que três, o restante do valor deverá ser pago por meio da penhora de bens.

Como é feito o cálculo da pensão alimentícia?

Muita gente tem dúvida sobre pensão atrasada, mas nem mesmo sabe como funcionam outras regras sobre pensão alimentícia. Por exemplo, como é feito o cálculo para o pagamento?

Seja qual for a sua posição (filho ou cônjuge), saber sobre o cálculo do valor da pensão alimentícia é de suma importância.

Pessoa calculando pensão atrasada
É possível realizar o pagamento da pensão atrasada

Em suma, não há uma fórmula específica e tampouco um valor médio que sirva como parâmetro. Isso porque a pensão alimentícia sempre vai variar de acordo com cada caso.

Mas, como ele é definido? Quem impõe esse valor é o juiz, após análise da real situação e do caso concreto. Feita a consideração do magistrado, a justiça determina a quantia a ser paga ao alimentado.

Também é importante destacar que são três os fatores a se considerar nessa análise:

  • Possibilidade;
  • Necessidade;
  • Razoabilidade.

Com  base no Direito Civil (da família), a justiça avaliará qual a real necessidade de quem vai receber a pensão. Além da possibilidade do alimentante, ou seja, avaliam também os seus bens e salários.

Como ficou a pensão alimentícia durante a pandemia?

A pandemia do novo Coronavírus modificou e possibilitou flexibilização em pagamentos de benefícios e diversas obrigações. Mas, será que a pensão alimentícia também entrou nessa cota?

É importante destacar que, filhos menores de idade não conseguem prover seu sustento sozinhos. Logo, são considerados vulneráveis e dependentes de seus genitores.

Com isso, as suas necessidades são sempre constantes e, de acordo com a lei, independem de fatores externos, como a pandemia. Dessa forma, as suas obrigações permanecem iguais para com seu dependente – mesmo neste período.

Por isso, entenda que o fato de estar desempregado não o isenta de cumprir com as responsabilidades perante a Lei.

Além disso, o pagamento da pensão alimentícia mensal é respaldado por lei. E, se não for pago, o responsável pode ser preso após três meses de atraso, se comprovada a falta de pagamento.

A partir de quando a pensão atrasada é considerada atrasada?

Uma dúvida muito comum é sobre a partir de quando a pensão atrasada pode ser cobrada. Mas a resposta é bem simples: a partir do dia seguinte do pagamento da pensão alimentícia, ela já pode ser considerada estar atrasada.

Por exemplo, se o pagamento é realizado todo dia 10, no dia 11 a pensão já poderá ser cobrada caso ainda não tenha sido feito o pagamento.

+ Pensão alimentícia: saiba quando os avós devem pagar

Mas o ideal é que você espere ao menos 30 dias para entrar com uma ação. Lembre-se que imprevistos podem acontecer, neste caso você poderá conversar com quem paga a pensão para saber o que aconteceu.

Além disso, ao entrar com uma ação você terá custos a pagar para o advogado. Mas

Este conteúdo te ajudou a saber mais sobre pensão atrasada e as possibilidades: parcelamento e pagamento na pandemia? Então compartilhe nas redes sociais para que possa ajudar outras pessoas a esclarecerem suas dúvidas.

Confira o Guia completo para declarar o Imposto de Renda 2022

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Montagem de um leão ao lado de notas de reais

O prazo para os contribuintes declararem o Imposto de Renda 2022, que tem como ano-base 2021, foi prorrogado até o dia 31 de maio. O prazo anterior era até o dia 29 de abril.

De acordo com a Receita Federal, a prorrogação leva em conta eventuais efeitos decorrentes da pandemia da Covid-19. Este é o terceiro ano consecutivo que o prazo para envio das declarações é prorrogado por causa da pandemia.

A instituição entendeu que alguns contribuintes podem ter dificuldade com o preenchimento correto e envio das declarações, considerando que alguns órgãos e empresas ainda não estão com seus serviços de atendimento totalmente normalizados.

O vencimento do imposto a pagar apurado também foi adiado para o final do mês de maio, podendo ser pago até o dia 31 do referido mês. Mas, as restituições seguirão o cronograma anterior, sem alteração.

A Receita Federal ainda informou que as datas permitidas para a opção de pagamento via débito automático passam a ser 10 de maio, para a primeira cota, e até 31 de maio para as demais.

Dessa forma, as declarações enviadas após o dia 10 de maio, deverão ter o pagamento da primeira cota realizado com DARF.

Entenda o que é o Imposto de Renda

Se essa é a sua primeira vez realizando a declaração, pode ficar tranquilo. Apesar de muito temido, é possível passar pelo leão sem ter dores de cabeça.

Mas para isso, é preciso que você entenda o que é o Imposto de Renda. Ele é um imposto cobrado pelo Governo Federal sobre os ganhos dos cidadãos, como salário, aposentadoria, investimentos, entre outros.

Além disso, o valor do Imposto de Renda 2022 é pago de acordo com a renda de cada pessoa. Se você ganha pouco, vai pagar menos imposto. Agora, se você tem uma renda alta, pagará mais impostos.

Quer saber quais foram as mudanças no Imposto de Renda 2022 e o calendário? Além, de quem deve e como declarar o imposto? O FinanceOne preparou um guia completo com todas as informações atualizadas sobre o assunto. 

Neste artigo você vai saber mais sobre:

Ficou interessado em saber todos esses detalhes? Então fique ligado! 

Quando começa o Imposto de Renda 2022? Veja o calendário!

Uma informação muito importante que você precisa estar atento é o prazo para declarar o Imposto de Renda 2022. Este ano, os contribuintes têm entre os dias 07 de março e 31 de maio para cumprir com o seu dever. 

Vale ressaltar que quanto antes você realizar a declaração melhor. A vantagem é que ao entregar antes do prazo final, as suas chances de receber a restituição nos primeiros lotes é maior. Mas, é claro, que isso só acontece caso você tenha direito à restituição.

Além disso, você também passa a ter mais tempo para identificar e corrigir os possíveis erros na sua declaração. O que evita que o contribuinte caia na malha-fina.

Saiba quem precisa declarar o Imposto de Renda 2022

Saber se você deve ou não declarar o Imposto de Renda 2022 é sempre uma dúvida dos brasileiros. E isso é mais comum do que se pensa, afinal, muitas pessoas acham até mesmo que não precisam declarar o imposto.

Para acabar com essa dúvida de vez, separamos uma lista de quem precisa declarar o Imposto de Renda 2022. Vamos conferir se você precisa declarar o imposto?

  • Quem, em 2021, obteve rendimentos tributáveis superiores a R$28.559,70. Na atividade rural, a exigência vale para receita bruta superior a R$142.798,50. 
  • Quem, até 31 de dezembro de 2021, tinha a posse ou a propriedade de bens ou direitos de valor total superior a R$300 mil. 
  • Quem passou à condição de residente no Brasil em qualquer mês do ano de 2021 e nesta condição encontrava-se em 31 de dezembro de 2021. 
  • A pessoa física que obteve ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas.

A expectativa da Receita Federal é de que 34,1 milhões de declarações sejam entregues este ano. Até o último dia 6 de abril, 11.710.258 declarações foram preenchidas.

Como enviar o Imposto de Renda 2022? Veja orientações!

É nessa época que muitos contribuintes têm dúvidas. Isso porque muita gente arruma táticas piratas para burlar o sistema e acabam passando dicas que podem te fazer cair na malha fina.

A pergunta do momento deve ser sempre: eu sei declarar o Imposto de Renda 2022 ou precisa da ajuda de um especialista? Se precisar, procure um contador para que você possa fazer tudo da forma mais segura possível.

contador fazendo calculo de imposto de renda na calculadora
O Imposto de Renda 2022 teve mudanças, é importante estar atento na hora de preencher a declaração

Quer saber por onde começar? Fique ligado que a gente te conta!

São três as formas de fazer a declaração de Imposto de Renda, sendo:

• Online no e-CAC;

• Aplicativo (app) para celular ou tablet; ou

Baixando o programa no seu computador.

E como funciona o preenchimento? Assim como para declarar são três as opções, na hora de preencher também, veja: 

  • Preencher manualmente uma declaração em branco, do zero;
  • Fazer a declaração a partir da declaração do ano anterior; ou
  • Fazer a declaração pré-preenchida com dados atuais de outras declarações recebidas pela Receita Federal.

Vale destacar, também, que durante o preenchimento você ainda pode importar informações de rendimentos e despesas médicas, se os seus comprovantes forem eletrônicos

O que é a declaração pré-preenchida?

Uma das novidades do ano passado foi a chamada declaração pré-preenchida? Mas, o que seria ela? Como funciona e para que serve?

Lápis, calculadora e papel com vários gráficos
Existem três formas de realizar a declaração do Imposto de Renda 2022

Para você entender de forma rápida e prática, na declaração pré-preenchida estarão preenchidas para o contribuinte informações prestadas anteriormente à Receita por outras fontes. 

Além disso, as informações resgatadas são da declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (DIRF); da declaração de Informações sobre atividades Imobiliárias (DIMOB); e da declaração de Serviços Médicos (DMED).

Com ela, o cidadão deverá apenas verificar as informações e, se necessário, corrigir eventuais distorções e/ou complementar.

Vale ressaltar ainda que somente no ano passado, foram 400 mil declarações pré-preenchidas foram apresentadas. Para este ano, a previsão é entre 3 milhões e 4 milhões.

Limites para deduções e lotes de restituições

Quanto aos limites para deduções, serão mantidas as mesmas regras de anos anteriores. Aqui, as despesas por dependentes, com educação e com saúde, poderão ser deduzidas do valor total de imposto a pagar ou aumentar a restituição a ser recebida – sendo:

  • Por dependente, o desconto é de R$2.275,08, sem limite de dependentes.
  • Nos gastos com educação, a redução pode ser de até R$3.561,50 por pessoa, sendo válidas tanto para o contribuinte, como para dependentes e/ou alimentandos.
  • Não há limite máximo para a dedução com despesas de saúde. No entanto, elas precisam ser comprovadas com notas fiscais.

A Receita Federal também já divulgou que, assim como nos anos anteriores, serão cinco lotes de restituições. Estas, serão pagas nas seguintes datas:

  • 1º lote: 31 de maio;
  • 2º lote: 30 de junho;
  • 3º lote: 29 de julho;
  • 4º lote: 31 de agosto; e
  • 5º lote: 30 de setembro.

Como de praxe, os contribuintes com direito à restituição e que enviarem a declaração no início do prazo, sem erros, omissões ou inconsistências, certamente receberão as restituições mais cedo. 

É importante sempre lembrar que há prioridades para idosos, portadores de doença grave e deficientes físicos ou mentais. 

Entenda as principais mudanças que aconteceram no Imposto de Renda 2022

Todos os anos, a Receita Federal realiza mudanças na declaração do Imposto de Renda e, este ano, não poderia ser diferente. A primeira novidade está na possibilidade do contribuinte pagar as cotas do IR por meio do Pix.

Além disso, também será possível receber a restituição pelo Pix. Na prática, essa mudança vai trazer mais comodidade para o cidadão que poderá realizar os pagamentos com código de barras e QR Code.

Outra mudança está no novo formato, mais integrado, na hora de declarar o Imposto de Renda. Agora, você poderá realizar o envio do documento tanto no computador quanto no seu smartphone.

E o melhor é que você pode começar a declaração no seu celular e terminá-la no programa instalado no seu computador.  

Acha que as novidades acabaram? Está muito enganado. Neste ano, o contribuinte também poderá declarar no Imposto de Renda os testes de covid-19 que foram realizados no período.

Mas é claro que a Receita Federal estabeleceu algumas condições. A primeira é somente os exames realizados em laboratórios poderão ser declarados, tendo o comprovante de pagamento. Os testes rápidos realizados na farmácia não poderão ser deduzidos.

E atenção: somente os testes realizados no ano de 2021 poderão ser declarados. Os de 2020 não poderão.

Regras para a declaração de criptomoedas segue sendo as do ano passado

Uma das mudanças que aconteceu no ano passado foi a alteração nos códigos para declarar criptomoedas. Elas já podiam ser declaradas de acordo com a legislação e os valores mínimos. Mas para esse ano, a Receita criou mais três tipos de criptoativos para a declaração.

“A falta de códigos específicos gerava muitas dúvidas sobre onde e como declarar os criptoativos. Era sempre em ‘outros’. Agora, resolvemos essa questão”, disse José Carlos Fernandes, responsável pelo programa de declaração do IR.

E para realizar esse tipo de declaração, é preciso que você vá até a ficha de “Bens e Direitos”. Lembre-se que agora existe três novos códigos, que são eles:

82 – Criptoativo Bitcoin (BTC);

82 – Outros criptoativos, do tipo moeda digital (altcoins, como Ether) e; 

89 – Demais criptoativos (não considerados moedas digitais, mas classificados como security tokens).

Veja também: Entenda como declarar fundos imobiliários no imposto de renda

Gostou desse guia completo para declarar o Imposto de Renda 2022? Então salve para consultar quando quiser e tenha dúvidas. E não deixe de compartilhar com alguém que possa estar precisando.

Mercado Pago passa a oferecer saque e depósito via PIX: saiba como funciona

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mão segurando telefone com a interfaced o Mercado Pago
Conta digital do Mercado Pago é atrelada ao Mercado Livre e pode ser aberta via aplicativo. (Fonte: Divulgação)

Novidade na área! Agora, o Mercado Pago vai se conectar às agências do Mercado Livre para oferecer saque e depósito via PIX.

Com a modalidade Express, agora será possível retirar itens vendidos no marketplace e, além disso, as agências também permitirão postagem de produtos. Os estabelecimentos também poderão ser utilizados para a recarga de celular com auxílio do aplicativo da fintech.

São Paulo será a primeira cidade a receber o projeto piloto, que já começou neste mês de abril. A novidade deve chegar a outras cidades ao longo de 2022, atingindo até 2.800 lojas que são conveniadas à rede.

Esses novos recursos fazem parte do cronograma de projetos aprovados para o primeiro ciclo do Sandbox Regulatório do Banco Central (BC).

A seguir, veja como vai funcionar o saque e depósito via PIX. Boa leitura!

Como vai funcionar o saque e depósito via PIX no Mercado Pago

Para ambas as funcionalidades, será sempre gerado QR Code pelo serviço Express

Pix Saque no Mercado Pago

  • É necessário ir até uma Agência Mercado Livre e, em seguida, solicitar ao caixa que seja feito um saque. Informe o valor desejado;
  • O caixa vai incluir o valor no app do Mercado Pago, via loja Express, inicia uma operação de Pix Saque e gera um Código QR;
  • O código deverá ser lido via QR Code. Após isso, o cliente revisa a transação e confirma;
  • Ambos receberão a notificação da transação em sua conta.

Depósito de dinheiro na conta Mercado Pago

Já o depósito de dinheiro em agências do Mercado Livre será feito da seguinte maneira:

  • No estabelecimento o cliente vai solicitar o depósito de dinheiro no Mercado Pago e informar ao caixa o valor desejado;
  • Em seguida, entregue o valor para o caixa e apresente o seu código QR;
  • O caixa fará a leitura do código e, após fazer a revisão, a operação será concluída. Não esqueça de confirmar o valor.

+ Cartão de crédito Mercado pago: entenda como funciona e como solicitar

+ Programa de recompensas do Mercado Pago: saiba como funciona!

De acordo com o Mercado Pago, a série de novos produtos e serviços foi apresentada para encurtar os caminhos da inclusão financeira e digitalização da população.

“Como uma das fintechs que mais impulsionam o Pix e o Open Finance no país, o Mercado Pago se apoia na agenda pública nacional para facilitar o acesso ao dinheiro a todo o Brasil”, explica Tulio Oliveira, vice-presidente do Mercado Pago.

Celular com o app do Mercado Pago e um cartão de crédito da instituição para saque e depósito via PIX
Agora é possível fazer saque e depósito via PIX no Mercado Pago. Saiba como funciona essa nova modalidade

Mercado Pago lança seguro para crimes por PIX. Saiba como funciona!

O PIX, meio de pagamento instantâneo desenvolvido pelo Banco Central, trouxe muito mais agilidade e praticidade para o dia a dia de muitos brasileiros. Mas com isso também aumentou a incidência de golpes e crimes financeiros.

Afinal, na mesma medida que o cidadão tem facilidade e rapidez para pagar, pessoas mal intencionadas conseguem acessar o dinheiro de forma mais rápida e, muitas vezes, irreversível.

Foi pensando nisso que o Mercado Pago, braço de finanças do Mercado Livre, criou um seguro contra crimes envolvendo PIX.

O seguro contra crimes com PIX vai cobrir quaisquer perdas em transações feitas por meio de pagamento instantâneo mediante coação.

Ou seja, inclui indenizações contra perda, roubo, morte ou invalidez em decorrência de crime feito com esse meio e pagamento em específico.

Clientes obrigados a transferir dinheiro por PIX, sob ameaça de danos físicos, serão indenizados em até R$10 mil, dependendo do plano contratado. Saiba mais aqui sobre o seguro para crimes por PIX criado pelo Mercado Pago.

Agora que você já sabe como funciona o saque e depósito via PIX no Mercado Pago, confira a diferença dessa carteira digital para a do PicPay.

Dicas incríveis de como ganhar o primeiro milhão antes dos 30 anos

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imagem de uma mão segurando várias notas de dinheiro

Quem nunca sonhou em ganhar o primeiro milhão que atire a primeira pedra. Pode parecer impossível isso, mas não é, somente é difícil. Você pode conquistar o seu primeiro milhão antes dos 30 anos. 

Para alcançar o seu objetivo de ganhar o primeiro milhão é preciso ter em mente que não existe fórmula nem receita de bolo certa. Mas existem estratégias e táticas que, bem executadas, fazem o seu dinheiro render mais.

E para ganhar tanto dinheiro antes dos 30 anos, você precisa ser persistente e disciplinado. Já que será necessário guardar um valor, mensalmente, para que esse objetivo seja cumprido.

Vale ressaltar que um dos pontos principais é que você invista o seu dinheiro. Mas é preciso que você realize esse processo de forma correta.

Isso porque ao investir em boas aplicações e fazendo uma economia dos seus ganhos, é possível alcançar o primeiro milhão antes dos 30 anos. Talvez seja necessário limitar o seu orçamento, mas pense que esses ajustes são temporários e que serão compensados no futuro.

7 dicas para você ganhar o primeiro milhão antes dos 30 anos

Ficou curioso para saber como ganhar o primeiro milhão antes dos 30 anos? Esse é o seu objetivo? Separamos algumas dicas para te ajudar.

1) Tenha um planejamento financeiro

Se você quer ganhar o primeiro milhão, a primeira coisa a ser realizada é um planejamento financeiro. Isso porque será com ele que você conseguirá saber como anda as suas finanças. E principalmente para onde o seu dinheiro está indo.

De acordo com uma pesquisa realizada pelo CNDL, o número de brasileiros que não tem controle das finanças é de 48%. Por isso, é tão importante que você realize um controle do seu dinheiro, saiba onde e com o que está sendo gasto.

E para fazer esse controle, você pode utilizar planilhas, cadernos e até mesmo aplicativos de celular. E não se esqueça de anotar até mesmo os gastos menores, como por exemplo, a compra de uma bala.

2) Reavalie o seu estilo de vida

Ao começar a controlar as suas finanças você saberá exatamente quanto está gastando. E será possível avaliar se você gasta mais do que ganha, caso a resposta seja sim, saiba que você nunca conseguirá ser rico.

O seu estilo de vida precisa estar adaptado a sua realidade financeira. Até porque como você está bem de vida se está cheio de dívidas? E se você gasta mais do que ganha, não conseguirá chegar ao seu primeiro milhão.

A única forma de viver de renda é se mantendo com menos do que você recebe. Para isso, evite gastos desnecessários e priorize o seu futuro. Comece a cultivar a disciplina e o autocontrole, abandonando o consumismo.

3) Se já economiza, economize mais

Agora que você já tem um planejamento e reavaliou o seu estilo de vida, é preciso colocar em prática algumas mudanças. Por isso, se já economiza, economize mais.

Como assim? É fácil, você pode não perceber de primeira, mas alguns gastos desnecessários podem permanecer sem que perceba, e apenas revendo tudo é que conseguirá retirá-lo. E pode apostar, é necessário.

quatro fileiras de moedas e um pote transparente com várias moedas dentro com planta em cima
Para conquistar o seu primeiro milhão é preciso realizar economias

Coloque em um papel e identifique quais custos ainda podem ser reduzidos ou eliminados, para que a sua despesa mensal se torne ainda menor. 

Uma boa dica pode ser estabelecer com sua família um orçamento mínimo mensal para a sua casa. Além disso, você pode consertar algo em vez de sempre pensar no novo.

4) Estabeleça um valor mensal

É a partir daí que entramos na dica quatro de como ganhar o primeiro milhão. Já economizando, você deve começar estabelecendo um valor mensal para gastar. Isso é importante para controlar o seu dinheiro e ter mais equilíbrio. 

Esse passo influencia de forma pontual no tempo em que levará para chegar ao seu objetivo, pois quanto mais dinheiro conseguir economizar maior será o seu resultado, em curto tempo. 

Mas, estabeleça um valor de acordo com o seu cenário e a sua rotina. Você precisa manter um padrão que não altere totalmente o seu estilo de vida.

Uma dica é ter uma planilha bem organizada com todo seu planejamento e dados alocados de forma bem visual e calculista.

5) Consiga uma renda ainda maior

Ah, e não basta apenas economizar né… Por mais que faça efeito a longo prazo, pode demorar. Por isso, se você deseja antecipar esse sonho de ganhar o primeiro milhão, a melhor saída é buscar uma renda ainda maior.

Entre as opções de uma renda maior estão: poupar, investir, pedir um aumento, mudar de emprego, ou buscar alternativas freelancers de ter um extra no fim do mês.

Você pode, por exemplo, se cadastrar em sites de freelancer, que divulgam vagas diariamente e também divulgam o seu trabalho, para pessoas que precisam dos serviços que você saiba desempenhar.

Além disso, uma alternativa é começar a investir em um negócio próprio, que você se identifique, como vendas, e-commerce, mercado de afiliados ou produzir por conta própria algum material ou produto.

6 – Tenha disciplina

Quem está querendo chegar ao primeiro milhão precisa entender que é fundamental ter disciplina e foco.

Dessa forma, você conseguirá se manter motivado e em busca dos melhores resultados para alcançar o seu objetivo.

Por isso, é válido separar uma quantia a ser poupada todo mês. Mas atenção: faça isso sem falta, já que quanto mais você guardar mais perto estará de conquistar o seu primeiro milhão.

7 – Evite usar o cartão de crédito e os parcelamentos

É claro que os parcelamentos e os cartões de crédito são uma forma de facilitar as compras, mas também podem ser considerados geradores de dívidas para quem não sabe usá-los da forma correta. 

Os juros do cartão de crédito são considerados os mais altos, por isso é bom evitar atrasar o pagamento da fatura. Além disso, dê sempre preferência para realizar o pagamento das suas compras à vista.

Assim, com o juros que você pagaria do parcelamento, pode ser usado para guardar o dinheiro e juntar o seu primeiro milhão.

Gostou dessas dicas? Precisamos destacar que essas são apenas algumas ideias e orientações para quem deseja sucesso e dinheiro antes dos 30 anos, mas tem muito mais a seguir, por isso, não deixe de acompanhar os conteúdos do FinanceOne.

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Cartão de crédito PicPay vale a pena? Conheça as vantagens e como solicitar

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Mulher segurando um PicPay Card

O cartão de crédito PicPay, ou PicPay Card, é mais uma opção sem anuidade e com cashback disponível no mercado. Mas será que vale mesmo a pena contratá-lo?

O produto está disponível exclusivamente para clientes da fintech. Ou seja, é necessário ter uma conta ou abrir uma para acessá-lo. 

E assim como para abertura da conta, a idade mínima necessária para obter o PicPay Card na função débito é de 16 anos. Porém para obter função crédito, é preciso ter 18 anos.

A aprovação do cartão de crédito fica sujeita à análise de crédito. Portanto, não é uma opção acessível para negativados e pessoas com score baixo. A fintech não informa se há exigência de renda mínima. 

Como funciona o cartão de crédito PicPay? Anuidade, cashback e mais

Ao contratar o cartão de crédito PicPay, o cliente obtém a versão física e também a virtual, para realizar compras online. Ele é aceito em milhares de estabelecimentos e permite parcelar as compras em até 12x.

O PicPay Card não tem anuidade e inclui um programa de cashback que estorna 5% do valor das compras em:

  • via QR Code em maquininhas Cielo, Getnet, Rede, Stone, Safrapay, Sicredi, Acqio, Bin, Caixa Pagamentos, Granito, Pop e Sipag
  • estabelecimentos cadastrados no PicPay Empresas
  • na PicPay Store
  • e em sites parceiros (e-commerces que aceitam o PicPay como forma de pagamento)

O emissor do PicPay Card é o Banco Original S.A. e a bandeira é Mastercard. Na função crédito, dá para fazer pagamentos em estabelecimentos nacionais e estrangeiros, sejam eles lojas físicas ou online.

Ele também permite o saque em qualquer caixa eletrônico do Banco24Horas, seja do valor disponível na sua carteira PicPay ou usando o limite de crédito disponível no cartão.

  • Anuidade: gratuita
  • Bandeira: Mastercard
  • Programas e benefícios: cashback
  • Precisa abrir conta no banco? Sim
  • Tem pagamento por aproximação? Sim
  • Tem acúmulo de milhas? Não

Como solicitar o cartão de crédito PicPay?

Se você já é cliente da fintech, é possível solicitar o cartão de crédito PicPay pelo aplicativo. Basta acessar o menu do app > Ajuda> PicPay Card.

Se não tiver crédito aprovado no momento, acompanhe as notificações do seu app, elas mostrarão quando o Card Débito ou Múltiplo estará disponível. 

As análises de crédito são realizadas anualmente, em parceria com o Banco Original.

Para quem ainda não é cliente da fintech, é necessário abrir uma conta antes. A PicPay funciona como uma carteira digital e o cadastro é gratuito. 

Para começar, você pode acessar o site e preencher a ficha disponível na página do cartão. Assim, já realiza a abertura e o pedido do Picpay Card simultaneamente. 

Será necessário informar alguns dados pessoais, como: CPF, nome completo, data de nascimento, e-mail e telefone. 

A análise de crédito pode demorar até 48 horas (dois dias úteis). Uma vez aprovado, a entrega do cartão ocorre em até 20 dias úteis.

Se não recebê-lo, entre em contato com a Central de Cartões pelos números: 4003 3939 (para capitais e regiões metropolitanas) e 0800 800 3939 (demais localidades).

mão segurando um celular com a tela do picpay
Cartão de crédito PicPay é exclusivo para quem abre conta na fintech

Taxas e tarifas da conta PicPay

Como você precisará abrir uma conta para obter o cartão de crédito PicPay, vale a pena ficar de olhos nas taxas e tarifas:

SaqueR$6,90
Emissão ou reemissão do cartão de débitoR$9,90
IOF (cartão de crédito)6,38%
Saque nacional no créditoR$16,90
Saque internacional no créditoR$20

Algumas taxas podem variar de acordo com o tipo de conta, além de haver também os percentuais cobrados por transações como adicionar dinheiro com cartão de débito, taxa para adicionar dinheiro na carteira, entre outros. 

Todos os valores podem ser consultados na página de tarifas da fintech, de acordo com o tipo de conta que pretende abrir. A abertura e manutenção da conta, bem como a anuidade do cartão são gratuitas.

O PicPay Card vale a pena?

De modo geral, o cartão de crédito PicPay está entre as boas opções do mercado. Além de ser sem anuidade, tem o programa de cashback que pode ser vantajoso para quem quer economizar. 

Porém, vale uma pesquisa sobre outros cartões de crédito com cashback para saber se não há programas melhores. Além disso, um ponto de atenção é que alguns tipos de transações na conta PicPay podem ter cobranças. 

Vantagens do PicPay Card:

  • Anuidade gratuita
  • Cashback de 5%
  • Benefícios da bandeira Mastercard
  • A conta PicPay rende 105% do CDI
  • Cobertura internacional

Desvantagens:

  • Exclusive para quem tem conta PicPay
  • Sujeito à análise de crédito
  • Algumas transações da conta não são gratuitas
  • Pode haver lista de espera após o pedido

Atente-se às informações para saber se o cartão de crédito PicPay vai a pena para os seus objetivos financeiros. 

O conteúdo ajudou? Então leia também: PicPay Card ou Nubank? Confira o comparativo entre os cartões!

Vai migrar o CNPJ de MEI para ME? Veja como fazer a transição!

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empreendedores trabalhando em um coworking

Você já pensou em migrar o seu CNPJ de MEI para ME? Os motivos que podem levar um empreendedor a tomar essa decisão são inúmeros, sendo um deles o limite de faturamento.

É claro que tomar a decisão de migrar de um tipo de empresa para outro não é nada fácil. Até porque você vai ter mais responsabilidades e tributos a pagar. Por isso, muitos empreendedores analisam bastante antes de tomarem a decisão.

Mas se você já está certo de que quer realizar a migração da sua empresa de MEI para ME, precisa entender qual é o processo a ser feito para não ter erros. 

E é justamente isso que vamos te explicar neste artigo. Além, claro, de falar a diferença sobre esses dois tipos de modalidades empresariais.

Qual a diferença entre MEI e ME?

Para você ter certeza do que está fazendo e não acabar se arrependendo, resolvemos trazer as principais diferenças de quem é MEI e ME. Confira abaixo!

Microempreendedor Individual (MEI)

O Microempreendedor Individual é uma das formas mais fáceis de você começar a empreender de forma legal. Mas existem algumas pequenas regras que precisam ser cumpridas, como:

  • Faturamento de até R$80 mil por ano;
  • Possibilidade de, no máximo, um funcionário;
  • Você não pode ser sócio de outra empresa;
  • Só pode exercer apenas as atividades econômicas previstas no anexo XI da Resolução CGSN nº 140, de 22 de maio de 2018.

Microempresa (ME)

A microempresa é voltada para quem realiza atividades que não podem ser realizadas como MEI. E assim como a categoria anterior, esta também possui algumas regras, sendo elas:

  • Faturamento bruto de até R$360 mil por ano;
  • Você pode contratar até nove funcionário, para comércio, e 19 funcionários, para prestação de serviços;
  • Tem como opção os regimes tributários: Simples Nacional, Lucro Real e Lucro Presumido;
  • Possibilidade de escolher entre as categorias de natureza jurídica Empresário Individual, EIRELI (Empresa Individual de Responsabilidade Limitada), Sociedade Simples ou Sociedade Empresária;
  • Você passa a ter permissão para emitir notas fiscais de vendas, tanto para pessoa física quanto para jurídica.

Como migrar de MEI para ME?

Agora que você já sabe as diferenças e tem a certeza que essa é a decisão a ser tomada, chegou a hora de conhecer detalhes do processo. Afinal, como fazer para migrar de MEI para ME?

1) Solicite o desenquadramento

O primeiro passo a tomar é solicitar o desenquadramento lá no portal do Simples Nacional. É lá que você vai dar os primeiros sinais e manifestar o desejo de migrar de MEI para ME.

casal tentando abrir uma empresa pelo computador
Para migrar de MEI para ME é necessário arcar com taxas

Caso o seu motivo da alteração seja, de fato, o aumento do seu faturamento anual, vai ser preciso ajustar o valor que foi recolhido durante o ano anterior. Este processo será feito com a missão de um novo DAS.

2) Comunique a Junta

O próximo passo a ser tomado é comunicar a decisão à Junta Comercial do seu estado ou município, de acordo com o cadastro do seu Simples Nacional.

Será necessário apresentar os seguintes documentos:

  • comunicação de desenquadramento do Simei;
  • formulário de desenquadramento;
  • contrato social ou equivalente;
  • requerimento solicitando ao presidente da Junta Comercial o desenquadramento da sua empresa.

3) Atualize os dados 

No primeiro passo, você apenas modificou a sua inscrição. Agora, precisa concluir este processo atualizando os seus dados cadastrais.

+ Confira 7 dicas para montar o próprio negócio

Mas que dados são esses? Por exemplo, razão social, capital social, e outras informações. Isso também pode ser feito mediante à Junta Comercial, complementando a etapa anterior.

Caso seja necessário, comunique também aos demais órgãos que tenham o seu cadastro vinculado.

4) Pague os tributos e impostos

Agora que você conseguiu concluir o processo, não deixe de pagar os tributos e impostos necessários que são de sua obrigação enquanto microempreendedor (ME).

Quanto custa passar de MEI para ME?

Você irá arcar com alguns valores se decidir migrar de MEI para ME. Os gastos são com impostos, tributos e possíveis DAS em aberto. Em média, o gasto pode chegar a R$260.

+ Quais as mudanças para o MEI em 2022? Conheça as novas regras

E se eu não quiser migrar, o que fazer?

Caso você não queira passar por todo este processo, há uma segunda opção.

O “plano B” para quem deseja ir de MEI para ME é dar baixa no seu MEI, ou seja, encerrar atividades, e abrir um novo CNPJ como microempresa (ME).

Também é possível fazer o processo pela internet. Mas também é possível pedir a ajuda de um contador para tornar os trâmites mais fáceis e ágeis.

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