Início Site Página 493

Produtividade no home office: 7 ferramentas que podem ajudar

0
Mulher sentada usando notebook

Para continuarem em funcionamento, muitas empresas adotaram o regime remoto durante a pandemia da Covid-19. Porém, quem não estava acostumado com esse modelo pode estar com dificuldades quanto a produtividade no home office.

Afinal, isso porque em casa existem mais distrações ao longo do dia em comparação ao escritório. Além disso, a dificuldade em alcançar bons resultados no trabalho também é outro problema quando o assunto é a produtividade.

Caderno, notebook e café sobre uma mesa: home office
É possível manter a produtividade no home office sem muita complicação!

Por isso, é necessário que os trabalhadores adaptem à rotina para que a produtividade no home office não seja afetada. 

Então, se você é uma das pessoas que estão pouco produtivas, saiba que é possível reverter essa situação. Saiba que existem diversas ferramentas que podem te ajudar a organizar as suas atividades. Há também plataformas que permitem melhorar a comunicação com a equipe, manter a concentração, entre outras tarefas do dia.

Conheça algumas ferramentas para manter a produtividade no home office

Quer saber quais ferramentas podem ajudar você e a sua equipe a manterem a produtividade no home office alta? Confira.

1) Asana 

Em primeiro lugar, a Asana é uma plataforma que permite que você se comunique com toda a sua equipe, além de garantir o bom andamento dos projetos de forma eficiente. Uma das vantagens da ferramenta é que evita a troca de e-mails e, consequentemente, a demora nas respostas.

A plataforma ainda permite realizar as divisões de tarefas e definir as prioridades para as atividades de cada membro da equipe. Sobretudo, você também consegue acompanhar os prazos a serem cumpridos de cada tarefa.

É importante ressaltar que existe uma versão gratuita para que as empresas possam utilizar a ferramenta. Mas caso queiram mais recursos é necessário pagar um valor mensalmente, que varia de acordo com o plano escolhido.

2) Trello

O Trello já é conhecido por algumas empresas por ser uma plataforma de fácil manuseio. Uma das vantagens é a possibilidade de gerenciar projetos, sejam da equipe ou individuais.

A interface do site também é bem intuitiva, o que ajuda no aumento da produtividade no home office. Isso porque o design é em formato de quadros, o que permite uma melhor visualização das tarefas a serem realizadas.

Como resultado, é possível avaliar o que já foi realizado, o que ainda precisa ser feito e qual o prazo para isso. Além de ainda poder colocar as urgências de cada atividade a ser realizada.

3) Slack

Está com saudades de conversar de maneira mais informal com os colegas de trabalho? O Slack pode ser a solução. A plataforma funciona como um escritório virtual, já que os participantes podem manter as conversas tanto em grupo quanto em janelas privadas. 

Com o Slack você ainda impede as distrações das redes sociais, já que pode se comunicar com os seus colegas de trabalho pela ferramenta. 

Por fim, quem quiser adotar a plataforma, pode acessá-la de forma gratuita. Mas caso queira mais funções é necessário adquirir um dos planos oferecidos pelo Slack.

4) Momentum

Antes de mais nada, o Momentum é uma excelente dica para quem quer atrelar a produtividade e organização. Você é daqueles que têm dificuldade de lembrar de tudo o que tem para fazer? Essa é uma ferramenta que pode acabar com os seus problemas de forma fácil.

E você nem vai ter muito trabalho para baixar e/ou administrar. O Momentum é uma extensão do Google Chrome. Fácil, prática e não pesa o seu navegador.

Ela age substituindo a página do Google toda vez que você abre uma nova aba. Nesse sentido, você vai se deparar com uma página de imagem neutra, contendo hora, dia da semana e uma frase inspiradora.

Portanto, o Momentum permite que você adicione a principal tarefa que precisa executar naquele dia e as secundárias que ficam ali registradas. Elas somente são retiradas da tela se você marcá-las como concluídas.

5) Workplace

O Workplace é a rede social corporativa do Facebook e já está disponível para os usuários há mais de cinco anos. Ela facilita a comunicação entre grupos maiores com mais de 50 pessoas.

Então, para os profissionais que precisam tomar ações e decisões, realizar reuniões, fazer comunicados, de forma rápida e fácil, basta realizar uma ligação pelo Workplace. 

6) Buffer

O Buffer é outra ferramenta que vai facilitar e dar uma mobilidade ainda maior ao seu home office. A sua produtividade pode ser maior se você considerá-lo uma opção viável.

Ele é muito utilizado pelos profissionais de Marketing e Comunicação, pois é uma ferramenta excelente para análises de métricas das redes sociais.

Com o Buffer, você consegue calcular envolvimento, reunir contatos e outras opções. As alternativas da ferramenta são dinâmicas e fáceis de compreender. O que facilita um retorno imediato ao seu cliente – além de organizar as suas tarefas.

7) Google Drive

Quem tem um Google Drive? Se você não, então talvez já tenha e nem saiba. Isso porque todo mundo que tem uma conta do Google ou Gmail tem um drive para chamar de seu.

Com o Drive, você pode armazenar documentos, fotos, vídeos e vários outros arquivos. Ele te ajuda muito no assunto mobilidade.

Você que precisa, às vezes, ter acesso rápido a um documento na rua, no transporte público, ou de qualquer cômodo da casa, o drive tem esse benefício.

Além disso, ele permite armazenar arquivos em nuvem, fazer edição e compartilhamento com qualquer pessoa, mesmo que ela não tenha um drive.

Parecido com o drive, você também tem como opções o Dropbox e o OneDrive para compartilhar arquivos e pastas e colaborar arquivos.

+ Aplicativos para se comunicar no trabalho além do WhatsApp

Pesquisa revela em números as vantagens do home office

O home office é uma opção viável e produtiva. A modalidade já era vista com bons olhos antes da pandemia e após o coronavírus ficou ainda mais essencial. Em números, tem disparado como vantajoso para empresas e funcionários.

Há quem diga que no papel é fácil afirmar tudo isso, mas você pode comprovar com dados e depoimentos. Afinal, se você trabalha em home office sabe das vantagens.

Recentemente, por exemplo, uma pesquisa realizada pela Indeed revelou que o home office reduz:

  • 52% a taxa de turnover;
  • 50% a taxa de absenteísmo;
  • 50% os custos operacionais para as empresas;
  • 31% os custos com benefícios;
  • o tempo no trânsito para os trabalhadores;

Além disso, aumenta em 57% o engajamento e permite a flexibilidade de horários de trabalho; aproximação com as pessoas da família; redução do dress code.

Gostou do nosso conteúdo? Confira agora técnicas para aumentar a produtividade do seu trabalho através da gestão de tempo.

Simples Nacional: saiba o que é e como funciona

0
imagem de uma calculadora para investimentos

Se você tem uma pequena empresa é bem provável que já tenha escutado falar no Simples Nacional. Mas você sabe o que é e como funciona?

Para quem não sabe, é um regime tributário diferenciado, que contempla as empresas com receita bruta anual de até R$4,8 milhões.

Esse tributo foi lançado em 2007 para descomplicar a vida dos donos de pequenos negócios, que pagavam muitos impostos.

Em 2018, o Simples Nacional passou por uma reformulação importante que contemplou uma elevação do faturamento, permitido, entre outras alterações.

Para entender mais sobre esse modelo de tributação, é essencial conhecer todos os anexos e como eles se dividem.

Além de ser necessário conhecer quais as faixas de tributação e se todas as atividades podem ser enquadradas, as vantagens e desvantagem desse tipo de imposto

Entenda o que é o Simples Nacional

O Simples Nacional é um regime tributário facilitado e simplificado para micro e pequenas empresas. Ele une os principais tributos e contribuições existentes no Brasil, tanto federais, estaduais e municipais em uma única guia.

Vale ressaltar que a alíquota é diferenciada, variando de acordo com o faturamento de cada negócio, que é separado em faixas de receita, até a bruta anual de R$4,8 milhões. Este limite entrou em vigor em 2018, atendendo a Lei Complementar nº155.

Antes desse tributo, os pequenos negócios pagavam impostos federais, estaduais e municipais por meio de guias e datas separadas. Além disso, as alíquotas era menos favoráveis, já que eram proporcionais às aplicadas às grandes empresas.

Com isso, esse regime deu um fôlego maior aos empreendedores de diversos setores, que começaram a aderir ao Lucro Presumido ou Lucro Real.

Desde 2007, diversos segmentos foram incorporados à lista de atividades e segmentos autorizados a aderir ao regime simplificado de tributação.

imagem de uma calculadora e papeis do imposto de renda
O Simples Nacional é um imposto que facilita a vida dos microempreendedores

Benefícios do Simples Nacional para a sua empresa

Uma das principais vantagens desse tributo é a simplificação na apuração dos valores. Ela é feita de acordo com a receita bruta, que é o faturamento, das empresas nos últimos 12 meses anteriores. 

Outro benefício é o recolhimento por meio de uma única guia, o DAS que é o Documento de Arrecadação do Simples Nacional. Além disso, é por meio desse regime que se elimina uma série de obrigações acessórias. 

Sendo uma delas o do Sistema Público de Escrituração Digital (SPED), obrigações que não são exigidas para os optantes do regime. 

Antes de fazer essa opção é necessário avaliar a alíquota de impostos, de acordo com a atividade. Além de levar em conta a faixa de tributação e o anexo em que ela está inserida.

É recomendado que se a faixa de tributação ficar muito próxima comparando o Simples com outra opção, ou até se a do Simples Nacional ficar uma porcentagem um pouco mais alta, pode ser que esse tributo ainda compense. 

+ Quais erros podem excluir uma empresa do Simples Nacional

Para quem é destinado o Simples Nacional?

Como já mencionado, o Simples Nacional é para um público específico e nem todas as empresas podem optar pelo seu enquadramento. Os motivos? Diversos, como faturamento, atividades exercidas, o tipo e entre outros.

Um dos requisitos principais para saber quem o Simples Nacional abrange é o porte da empresa, sendo destinado apenas a microempreendedores, Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, ou seja:

-> Microempreendedores (MEI): até R$81 mil de faturamento nos últimos 12 meses;

-> Microempresa (ME): até 360 mil reais de faturamento nos últimos 12 meses.

-> Empresa de Pequeno Porte (EPP): de 360 mil reais a 4,8 milhões de reais de faturamento nos últimos 12 meses.

Além disso, há ainda outras condições que precisam ser atendidas para que uma empresa se adapte a esse regime tributário, sendo elas:

  • Não ter outra empresa no quadro societário: apenas pessoas físicas podem ser sócias;
  • Não ser uma sociedade por ações (S/A);
  • Se os sócios possuem outras empresas, a soma do faturamento de todas elas não pode ultrapassar o limite de 4,8 milhões de faturamento;
  • Não possuir sócios que morem no exterior;
  • Não possuir débitos com a Receita Federal, Estadual, Municipal e/ou Previdência.

    + Restituição do Simples nacional: confira o que é e quem tem direito

Conheça o DAS, a contribuição única do Simples Nacional

Essa sigla precisa ser conhecida por todos que se encaixam ou irão aderir ao Simples Nacional. Você ainda não sabe o que é?

O Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) é a guia única de pagamento de impostos. Por meio dele, são recolhidos:

  • Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ);
  • Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL);
  • Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI);
  • Programa de Integração Social (PIS);
  • Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins); 
  • Imposto sobre Serviços (ISS);
  • Contribuição Patronal Previdenciária (CPP);
  • Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

A vantagem é que em vez de você precisar pagar várias guias separadamente, em datas diversas, confundindo você e todo o seu planejamento, o empreendedor paga apenas essa contribuição.

O vencimento do DAS do Simples Nacional é sempre no dia 20 de cada mês e o empreendedor paga referente ao mês anterior. Outra vantagem é que se o vencimento do dia 20 cair em finais de semana ou feriado, ele é prorrogado para o próximo dia útil. 

Em função do coronavírus, o pagamento do Simples Nacional foi adiado. Confira as novas datas.

Prova de vida do INSS volta a ser obrigatória: como fazer?

0
imagem da fachada do INSS

A prova de vida voltou a ser obrigatória para aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A obrigatoriedade está valendo desde do dia 1º de junho.

A verificação tem o objetivo de evitar fraudes e pagamentos indevidos, garantindo a manutenção do benefício. Desde do ano passado, a exigência para comprovar se o beneficiário está vivo estava suspensa devido a Covid-19.

A prova pode ser feita no banco onde o segurado recebe o pagamento e também sem sair de casa, via aplicativo.

+ Veja o calendário do 13º salário do INSS 2021

Segundo o presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Leonardo Rolim, “a grande maioria” conseguirá fazer o procedimento sem sair de casa.

Em entrevista à rádio CBN, ele informou que cerca de 24 milhões do universo de 35 milhões de segurados do INSS já fizeram a prova de vida. Faltam, portanto, em torno de 11 milhões.

Como fazer a prova de vida do INSS de forma presencial

O modelo convencional de atendimento do INSS é de forma presencial. Por isso, os beneficiários que precisam realizar a prova de vida presencial podem comparecer a alguma agência do banco que paga o benefício, portando um documento original com foto para realizar a comprovação.

Porém, muitos beneficiários acabam cometendo o erro de comparecer a uma agência do INSS, o que não é necessário. O comparecimento é realizado apenas no banco onde é pago o benefício ao segurado.

No caso dos beneficiários sem biometria, é possível ir à agência bancária com CPF e documento com foto.

Já os aposentados e pensionistas que tiverem a biometria bancária cadastrada poderão usar qualquer caixa eletrônico para fazer a prova de vida.

Entre os maiores bancos do país, apenas o Banco do Brasil oferece a opção de fazer a verificação por meio do aplicativo (saiba mais abaixo).

imagem do aplicativo do INSS na tela inicial
Prova de vida INSS: Calendário para regularizar situação vai até dezembro. A prova de vida estava suspensa desde o ano passado por causa da pandemia da Covid-19

Calendário para realização da verificação

É importante lembrar que o INSS divulgou novo calendário para realização do exame, ou seja, os beneficiários não precisam correr para fazer o exame de comprovação de vida. Veja as datas do calendário:

Mês em que a prova de vida venceuMês em que deve ser feita
Março e Abril/20Junho/21
Maio e Junho/20Julho/21
Julho e Agosto/20Agosto/21
Setembro e Outubro/20Setembro/21
Novembro e Dezembro/20Outubro/21
Janeiro e Fevereiro/21Novembro/21
Março e Abril/21Dezembro/21
Calendário de prova de vida do INSS – Fonte: INSS

+ Motorista de aplicativo agora terá que recolher INSS

Veja o processo dos bancos para a prova de vida

Caixa Econômica Federal

A prova de vida do INSS pode ser feita em toda a rede de agências da Caixa Federal. Para os beneficiários que já cadastraram a biometria, também é possível fazer a operação na rede de autoatendimento.

A realização de saques nos terminais de autoatendimento com uso da biometria é caracterizada como prova de vida. O serviço não está disponível por meio de celular.

Banco do Brasil

Correntistas e poupadores do BB que recebem o benefício do INSS na modalidade crédito em conta corrente podem realizar a verificação por meio do aplicativo BB. O segurado deve acessar o menu “Serviços”, depois “INSS”, em seguida “Prova de vida INSS”, e então tirar foto do documento de identificação, frente e verso, e fazer uma selfie. 

O serviço está disponível desde o dia 5 de março. Após a análise do banco, o beneficiário pode acompanhar pelo próprio app se sua prova foi aceita e qual o prazo de validade.

Bradesco

Quem recebe o benefício do INSS pelo Bradesco pode realizar a verificação nas máquinas de autoatendimento Bradesco e Banco 24Horas. 

É necessário possuir a biometria cadastrada. Caso não tenha a biometria, será preciso realizar a prova de vida na agência, diretamente no caixa. Todas as transações realizadas com o uso da biometria são acatadas como reconhecimento caso o benefício esteja no mês de provar vida.

Santander

Já no Santander, o beneficiário poderá fazer nos terminais de atendimento com o uso da biometria. Beneficiários também podem realizar a comprovação na agência com o gerente ou no guichê de caixa, com ou sem o uso da biometria.

Itaú Unibanco

O banco oferece a prova de vida do INSS de forma automática, mediante uso da biometria em transações caixas eletrônicos ou nos guichês de caixa; e também de forma presencial, nos guichês de caixa das agências bancárias.

É possível fazer a prova de vida em domicílio?

Além da comprovação diretamente nos bancos, o INSS permite a prova de vida realizada em casa. Para isso, será necessário a visita de um funcionário do órgão à residência do beneficiário.

Esse direito é assegurado nos seguintes casos:

  • segurados de qualquer idade que não estejam em condições de se locomover
  • todos os segurados maiores de 80 anos, com ou sem condições de se locomover

No caso dos segurados sem condições de se locomover, eles devem ligar no 135 ou acessar o site Meu INSS para agendar a prova de vida. É preciso comprovar essa condição de saúde por meio de documentos médicos.

Além disso, o INSS também liberou para alguns beneficiários a prova de vida de forma digital. De acordo com o órgão, cerca de 5,3 milhões foram escolhidos para fazer a comprovação através de biometria facial.

O INSS, em parceria com a Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia, a Dataprev e o Serpro, iniciou em fevereiro um projeto piloto para que esses segurados façam a prova de vida sem sair de casa.

No entanto, a prova digital não é destinada a todos os beneficiários neste primeiro momento. Para realizá-la, o beneficiário deve receber uma mensagem de texto ou e-mail fazendo a convocação.

Gostou desse artigo? Compartilhe com alguém que precisa saber dessa novidade e ficar bem informado acerca da prova de vida do INSS.

Auxílio Emergencial no IR: confira as regras para quem foi vítima de fraude

0
Celular com a tela do aplicativo da Receita Federal para informe de rendimento e restituição do Imposto de Renda

Com 2020, veio a pandemia. E com a pandemia de Covid-19, vieram também os golpes. Vieram à tona muitas denúncias a respeito de fraudes com o Auxílio Emergencial.

Para isso, quadrilhas especializadas utilizavam o CPF de pessoas que não haviam solicitado o auxílio e desviavam para contas de pessoas diferentes, para não causar nenhum tipo de suspeita.

A demanda pelo auxílio emergencial foi muito alta no início, por isso, a chance de ocorrerem falhas aumentou. Como resultado, pessoas que solicitaram indevidamente receberam a aprovação e pessoas que precisavam do auxílio com urgência receberam uma negativa.

Há ainda outros casos de pessoas que não precisavam e não solicitaram o auxílio emergencial, mas que tiveram seus CPFs usados para esse tipo de golpe. De início, houveram denúncias para que chegassem até os suspeitos.

Entretanto, com a notícia de que quem conseguiu se restabelecer financeiramente após solicitar o auxílio emergencial deveria devolver o benefício através do IR, surgiram dúvidas para esse público, vítima de uma fraude.

Como devolver um dinheiro que não foi utilizado por mim? E como comunicar a Receita Federal que eu não vou pagar esse valor, já que eu fui vítima de um golpe?

Antes de mais nada, para entender como funcionará esse tipo de situação, continue lendo abaixo.

Casal conferindo o Imposto de Renda após o Auxílio Emergencial
Quem teve o CPF indevidamente utilizado para solicitação do Auxílio Emergencial deve comunicar a Receita

Como proceder com a cobrança de devolução do Auxílio Emergencial no IR?

Antes de mais nada, você terá que comunicar a Receita Federal de que foi vítima de uma fraude. E para isso, o Governo Federal criou alguns canais.

Um deles funciona através do Ministério da Cidadania. Clique no campo Declaração IR 2021. Em seguida, acesse o Informações ou Reclamações sobre devolução do Auxílio em razão do IRPF 2021. Depois, clique em Iniciar.

Após esse passo a passo, o site vai te redirecionar para o acesso a sua conta do site do Governo Federal. Sendo assim, você terá a chance de informar que foi vítima de um golpe e uma nova forma de não efetuar o pagamento de devolução do Auxílio Emergencial.

Um outro modo de efetuar essa reclamação ao Ministério da Cidadania é através de uma ligação. O serviço está disponível no número 121. A ligação é gratuita e é também um outro jeito de informar a fraude em seu CPF.

A princípio, a partir do registro da reclamação e verificações preliminares, o Ministério da Cidadania comunica eletronicamente à Receita Federal do possível não recebimento do auxílio emergencial pelo próprio cidadão.

Assim, o pagamento da devolução do auxílio emergencial deixa de ser emitido pela Declaração de Ajuste Anual do IR, bem como a declaração pelo contribuinte do recebimento do auxílio como rendimento tributável deixa de ser exigida pela Receita Federal nos controles pós-entrega (malha fiscal e fiscalizações).

Ou seja, ainda há jeito de não precisar pagar esse valor, mesmo que o prazo de entrega do IR já tenha acabado. Então, tome logo providências para não cair na malha fina!

Fraudes com o Auxílio Emergencial em números

Conforme dados do Tribunal de Contas da União (TCU), cerca de 42 bilhões de reais foram pagos indevidamente somente até agosto de 2020. Isso significa que os números desse rombo são muito maiores!

De acordo com a Polícia Federal, a maior dificuldade de chegar até esses grupos se dá pela descentralização do crime. São várias quadrilhas, sem nenhum tipo de ligação, realizando o mesmo tipo de golpe.

Então, para se prevenir desse tipo de problema, o próprio Governo Federal criou mecanismos para evitar esse tipo de dano. Foi extinta a modalidade de pagamento fora de contas que não fossem da Caixa Econômica.

Por isso, todos passaram a receber o Auxílio Emergencial através da conta do Caixa Tem e a retirada do dinheiro não poderia ser imediata. Assim, todos os contribuintes passaram a pagar contas através do app e efetuar compras através do cartão digital.

Portanto, não deixe para depois e corra atrás de seus direitos, ok?

Gostou do nosso conteúdo? Confira agora como não cair em golpe ao realizar o saque emergencial do FGTS.

Dinheiro na NuConta ou poupança: saiba qual rende mais

0
imagens de cartões de fintechs de crédito

Na hora de guardar o dinheiro, é comum que as pessoas fiquem em dúvida, pois existem diversas opções de investimentos. E uma das dúvidas que podem surgir é: NuConta ou poupança? Qual dos dois têm mais rendimentos? 

Para começar, você precisa saber que a NuConta é a conta digital gratuita da Nubank, que tem como uma das funcionalidades “guardar dinheiro”. E é nessa parte que o dinheiro do cliente começa a render.

Mas como escolher entre NuConta ou poupança para aplicar o dinheiro? Existem alguns critérios que podem te ajudar a decidir qual dos dois tipos de investimentos é o melhor para você aplicar. Sendo um deles o rendimento de cada um.

É importante frisar que toda pessoa precisa guardar dinheiro para eventuais problemas que possam surgir. Dessa forma, você não precisará se desesperar por não ter a quantia necessária. Além de não precisar recorrer a empréstimos.

Quem rende mais: NuConta ou poupança

Antes de escolher entre NuConta ou poupança, você precisa saber qual deles rende mais. Isso porque, por mais que você queira apenas guardar o seu dinheiro, é importante que mesmo parado ele renda um determinado percentual.

Para começar você deve saber que o rendimento da poupança está, agora, de acordo com a Taxa Selic, com um rendimento de 2,45% ao ano. 

Enquanto a NuConta rende 100% do CDI, diariamente. E quando o dinheiro é aplicado na conta, ele já começa a render na hora, em títulos públicos. 

Além desse alto rendimento, a NuConta não tem taxa. Mas, inicialmente, o valor pode parecer menor porque o aplicativo do Nubank mostra o saldo líquido do Imposto de Renda e também do IOF. 

Outra diferença entre as duas é que na NuConta o rendimento é diário, enquanto na poupança é mensal. Sendo assim, o rendimento é maior na conta do Nubank, já que o dinheiro irá render um pouco mais do que na poupança. 

nuconta
NuConta ou poupança? Qual tem o rendimento maior? Descubra aqui qual é o melhor lugar para guardar o seu dinheiro

Entenda como a NuConta rende

Uma dúvida comum de quem guarda o dinheiro na NuConta é como ele rende. O Nubank não é um banco, mas sim uma Instituição de Pagamento (IP), que é outro tipo de organização supervisionada pelo Banco Central (BC).

Sendo assim, a NuConta não é uma conta corrente, mas uma conta de pagamentos. Assim, em vez de ter cobertura do Fundo de Garantidor de Créditos (FGC), as contas de pagamento ficam segregadas do patrimônio da IP responsável, sob o CPF do correntista.

E mesmo sem FGC os recursos deixados em contas de pagamento não se misturam ao patrimônio das IP, mantendo-se a salvo caso a instituição passe por qualquer tipo de apuro financeiro.

Diferentemente do que acontece com os recursos deixados em contas bancárias, que podem ser usados pelos bancos para concederem crédito aos clientes. Enquanto o dinheiro que fica em contas de pagamento só pode ficar parado no Banco Central ou ser aplicado em títulos públicos,

E é assim que surge o rendimento da NuConta. Isso porque o Nubank escolheu a opção de investir os recursos dos correntistas em títulos públicos federais. Estes ficam custodiados no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic), possibilitando a isenção de qualquer tipo de taxa.

NuConta ou poupança: conheça as vantagens de cada uma

Para você se decidir entre NuConta ou poupança, separamos algumas vantagens de cada um. Confira!

Vantagens da NuConta

Uma das vantagens da NuConta é não cobrar a taxa de administração. Além de permitir que os clientes realizem transferências da conta para outros bancos sem custo por isso. Outro benefício é a possibilidade de pagar a fatura pela NuConta, dentro do aplicativo.

Essa pode ser uma ótima opção para os clientes que gostam de organizar o dinheiro durante o mês. Você ainda pode acumular o valor das faturas dentro da NuConta, para pagamento após a data de fechamento.

Vantagens da poupança

Um dos benefícios da poupança é a liquidez, já que os valores depositados podem ser sacados a qualquer momento. Porém, mesmo que a liquidez desse investimento seja boa, ela é perdida caso o dinheiro seja sacado antes do aniversário de 30 dias após o depósito.

Esse investimento é isento de taxas administrativas, já que os bancos não cobram por guardar o seu dinheiro. Além de não haver tributos incidentes, como o IOF ou IR, em ganhos de caderneta.

Outro ponto que é levado em consideração pelos investidores é que não há grande risco na realização de investimentos na poupança. As contas com até R$600 mil na poupança são 100% restituídas em casos de liquidação ou falência do banco.

Gostou do nosso texto? Então continue conosco e leia agora mesmo: confira os melhores investimentos para junho de 2021. Assim, você fica por dentro sobre o mundo dos investimentos.

Correção do FGTS: saiba se vale a pena entrar com uma ação

3
Carteira de trabalho e algumas notas de cinquenta reais

Em maio deste ano, esteve em pauta no Supremo Tribunal Federal (STF) o assunto da revisão dos valores do FGTS, mas o julgamento segue aguardando uma nova data. Enquanto isso, muitos trabalhadores começaram a se perguntar se vale a pena entrar com uma ação para realizar a correção do FGTS.

Isso porque muitos brasileiros não sabiam da possibilidade de solicitar a revisão do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e estão vendo essa novidade como uma oportunidade de ganharem um dinheiro extra.

Com isso, surgem dúvidas, por exemplo, se vale a pena entrar com uma ação ou não, além de como solicitar essa revisão para a correção do FGTS. Porém, antes de qualquer coisa é preciso entender o que é a correção do FGTS.

Você precisa saber que o índice aplicado pela Caixa Econômica para calcular o valor do FGTS é a Taxa Referencial (TR), desde 1999. Essa taxa esteve sempre abaixo da inflação, porém quando o trabalhador realiza o saque do FGTS, por algum motivo, acaba perdendo dinheiro.

E por que isso acontece? A resposta é bem simples: a inflação acabou superando os índices de correção do FGTS. Dessa forma, os trabalhadores brasileiros têm perdido dinheiro desde o ano de 1999.

Por esse motivo, a ação de correção monetária solicita que a atual Taxa Referencial seja alterada para um índice mais vantajoso, que é o que já acontece com o INPC ou o IPCA.

Aprenda a calcular o valor da correção do FGTS

A primeira coisa que você precisa saber é que não é necessário realizar nenhuma conta. Isso porque os números vão depender da decisão do STF, caso ela aconteça. Porém, é possível saber algumas estimativas.

+ Saiba os valores que os trabalhadores podem receber com a revisão

Elas foram realizadas pelo advogado Emmanuel Furtado Filho, em entrevista para o Diário do Nordeste. Confira os valores! 

-> Trabalhador com 10 anos de carteira assinada e rendimento de R$2 mil mensais pode ganhar R$5 mil.

-> Trabalhador com rendimento de R$8 mil mensais e 10 anos de contribuição ao FGTS pode receber R$20 mil.

-> O valor a ser recebido crescerá em proporção ao tempo de trabalho e aos valores depositados no Fundo de Garantia.

Como entrar com ação para corrigir o FGTS?

O primeiro passo para conseguir revisar o valor e começar o processo de correção do seu Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) é procurar um especialista. 

Isso mesmo, procure um advogado trabalhista de sua confiança para que ele possa te ajudar. É importante estar com todos os documentos necessários para ajudar nos procedimentos.

cartão cidadão da Caixa com notas de dinheiro do FGTS
É possível entrar com uma ação para realizar a correção do FGTS

Mas que documentos são esses? O trabalhador precisa estar com as cópias de RG, CPF, Carteira de Trabalho, comprovante de residência. Além do do extrato do FGTS. Esses são os documentos necessários para entrar com a ação.   

É importante destacar, ainda, que o extrato precisa estar completo, além de ser a partir de 1999, independentemente se tiver realizado o saque ou não. 

Como fazer para tirar o extrato do FGTS?

Tirar o extrato do FGTS não é algo que se faz todo dia e, por isso, muita gente acaba tendo dúvidas e não sabe como realizar o procedimento. Mas, é muito mais fácil do que se imagina.

Saiba que você pode retirar o extrato pelo site ou aplicativo, ambos de forma bem fácil e prática.

Pelo aplicativo:

  • 1º passo: acesse a loja de aplicativos do seu celular e busque por FGTS. Clique em instalar e baixe o aplicativo;
  • 2º passo: em seguida, clique na opção “Cadastre-se”;
  • 3º passo: feito isso, cadastre-se todos os dados solicitados: CPF, Nome Completo, Data de Nascimento, E-Mail e cadastre uma senha de acesso;
  • 4º passo: é importante destacar que a senha deve ser numérica, com seis dígitos. Se você já tinha o aplicativo, pode repetir o mesmo número de senha que usava antes;
  • 5º passo: o próximo avanço é incluir seus dados, clique no botão “Não sou um robô”;
  • 6º passo: depois você vai receber um e-mail de confirmação no endereço de e-mail informado por você. Clique no link que foi enviado;
  • 7º passo: concluído o cadastramento, abra o aplicativo e informe “CPF” e “Senha” cadastrada;
  • 8º passo: logado no aplicativo, aparecerão algumas perguntas adicionais sobre a sua vida funcional;
  • 9º passo: respondidas as perguntas, leia e aceite as condições de uso do aplicativo, clicando em concordar para que você possa retirar o extrato.

Para realizar pelo site, basta acessar o endereço da Caixa Econômica Federal direcionado ao FGTS e seguir o passo a passo intuitivo. 

Esse conteúdo te ajudou? Então compartilhe com alguém que precisa saber dessas informações e continue lendo sobre os benefícios sociais no site do FinanceOne.

Open Banking é realmente seguro? Confira!

0
mão clicando em painel com ícones de vários dispositivos

Mais uma novidade está chegando nos serviços bancários: o Open Banking – que tem como objetivo mudar a forma como as pessoas vão lidar com as instituições financeiras. E sempre que surge algo novo nesse setor é comum as pessoas começarem a ter dúvidas e, com isso, a se perguntar: o open banking é seguro?

Esses questionamentos e dúvidas acontecem por ser algo recente e que muitas vezes acabam envolvendo o compartilhamento de dados. Isso faz com que muitas pessoas tenham medo de fornecer informações confidenciais.

Mas o que é certo mesmo é que, sim, o Open Banking é seguro para todos os usuários. Porém, para que você se sinta mais seguro sobre todo o procedimento realizado por meio do Open Banking, é preciso conhecer um pouco mais sobre.

Por que é seguro?

Como já foi dito acima, sim. O Open Banking é seguro e você pode ficar tranquilo quanto a essa dúvida. De acordo com o Banco Central e com instituições financeiras, como o Nubank, o primeiro passo na criação de um sistema de Open Banking é garantir um ambiente seguro para todas as partes envolvidas.

É válido destacar, também, que o Banco Central garante que todas as instituições participantes devem cumprir uma série de requisitos para garantir a autenticidade, a segurança e o sigilo das informações compartilhadas. 

Além disso, você precisa, ainda, saber que Open Banking não significa que os dados de todo mundo serão ou passarão a ser públicos. E sim que as pessoas têm controle para levá-los para onde quiser – isso se dá por meio de APIs.

+ Descubra o que muda com a chegada do Open Banking

Mas, o que são as API’s? Nada mais do que uma tecnologia que permite que “essa conversa” aconteça de forma mais simples e barata.

Um homem encostado na parede mexendo no celular
O Open Bankin vai permitir que você leve todo o seu histórico bancário para outra instituição

“Países que já começaram a testar o sistema, como a Inglaterra, criaram várias leis e regras para impedir o mau uso das informações dos clientes – além de formas fáceis de cortar o acesso aos dados quando o cliente não quiser mais utilizar algum serviço ou produto. 

E não vai ser diferente aqui no Brasil”, diz o Nubank.

Descubra o que é o Open Banking

Open Banking para quem não sabe significa banco aberto ou sistema bancário aberto. Mas o que isso significa na prática? Sabe todo o seu histórico de crédito com as instituições financeiras?

Isso inclui desde salários depositados, contas pagas, cartões de crédito, prestações de financiamentos, entre outros.

Dessa forma, você consegue pegar todas as informações necessárias para qualquer banco, sem ter a necessidade de começar uma nova relação com a instituição. Até porque realizar qualquer processo com banco é burocrático.

Vale ressaltar que o cronograma para dar início a implementação do Open Banking está dividido em quatro etapas. A informação é do Banco Central. A primeira já começou em fevereiro deste ano.

+ 7 em 10 brasileiros não entendem o que é open banking

As demais vão acontecer nos meses de julho, agosto e setembro. E em cada fase acontece uma nova etapa para que o sistema operacional consiga funcionar entre todos os bancos. Isso vai desde especificações do sistemas até a liberação da funcionalidade para os clientes.

Entendendo melhor o Open Banking

Segundo o próprio Banco Central, o Open Banking é composto pelo:

  • Compartilhamento de dados, produtos e serviços;
  • Abertura e integração de plataformas e infraestruturas.

Além disso, já se sabe que os seus objetivos são:

  • Propiciar melhores produtos e serviços financeiros;
  • Aumentar a eficiência;
  • Aumentar a competição;
  • Incentivar a inovação;
  • Promover a cidadania financeira

E aí, esse conteúdo te ajudou? Gostou de saber se o Open Banking é seguro? Então continue a sua leitura e confira 3 fatos sobre a novidade.

Títulos públicos: saiba o que são e como investir

0
Moedas empilhadas em forma de gráfico com as letras da palavra INVEST em cima delas

Você tem interesse em começar a aplicar em títulos públicos? Por conta do baixo risco, muitos investidores têm colocado o seu capital nesse tipo de aplicação, afinal, é um investimento de renda fixa que atende tanto os perfis mais conservadores como os mais arrojados.

Por suas características, a modalidade é também uma ótima alternativa à caderneta de poupança. Além de render mais, os papéis públicos são seguros e simples de aplicar.

Quer saber mais sobre o tema? Então continue lendo este post! Vamos explicar o que são os títulos públicos, quais são as vantagens de investir nessa aplicação e muito mais. Vamos lá?

+ Vale a pena começar a investir durante a crise?
+ O que é o Open Market e para que serve?

O que são os títulos públicos?

Os títulos públicos são um tipo de aplicação em renda fixa. Por isso, todo e qualquer investimento em renda fixa – como também o LCI, LCA e CDB – tem as seguintes aspectos:

  • são emitidos por bancos/instituições financeiras/governo;
  • a emissão tem como objetivo recolher recursos;
  • há condições de remuneração e prazo pré-estabelecidos;
  • quando o título vence, o investidor recebe o dinheiro aplicado somado a rentabilidade acumulada.

Os títulos públicos, como o próprio nome sugere, são títulos emitidos pelo Governo Federal através do Tesouro Direto – um programa do Tesouro Nacional criado em parceria com a BMF&F Bovespa.

O Governo faz a emissão de títulos públicos com o objetivo de captar recursos para o financiamento de projetos de infraestrutura, educação, saneamento etc.

A compra dos títulos é feita através de sites das corretoras de valores. Para isso, é necessário realizar um cadastro em uma corretora, investir e depois acompanhar as aplicações no site da corretora.

Portanto, resumindo, quando um investidor compra títulos públicos ele está emprestando dinheiro ao Governo Federal. Em troca, após o vencimento dos títulos, o dinheiro é devolvido somado a um rendimento, o qual é acordado no momento da compra.

imagem de uma pessoa analisando um gráfico de investimentos
Saiba agora mesmo como começar a investir em títulos públicos

Os tipos de títulos

O Tesouro Direto, como renda fixa, estabelece duas diferentes formas de remuneração: taxa prefixada e pós-fixada. A seguir, você vai entender como cada um desses títulos públicos remuneram seus investidores:

Tesouro Prefixado

O prefixado paga os investidores com taxas fixas. Isso significa que, durante todo o tempo em que o valor está aplicado, o capital investido será remunerado sobre uma mesma alíquota.

Tesouro Selic

Já o Tesouro Selic é uma das maneiras pós-fixadas de remuneração do Tesouro Direto. E o que isso quer dizer?

Isso quer dizer que a Selic é a taxa básica de juros da economia brasileira. Ela é definida, por exemplo, pelo Comitê de Política Monetária – que também é conhecido como Copom. Isso ocorre de forma periódica.

Por isso, o Tesouro Selic é indexado ao valor da taxa Selic. Ou seja, o valor da remuneração deste investimento público pode variar conforme a taxa básica de juros.

Tesouro IPCA+

Por fim, o Tesouro IPCA+ também é um título público pós-fixado. O papel é indexado ao IPCA – Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo. O valor, portanto, verifica a inflação de preços do país e é calculado periodicamente pelo IBGE.

Como investir em títulos públicos?

Em 2002, o Tesouro Nacional desenvolveu parceria com a B3 – Bolsa de Valores  – e criou o programa Tesouro Direto. Por ele, qualquer pessoa física pode comprar títulos públicos federais de forma totalmente online.

Desta maneira, para conseguir investir em Tesouro Direto, basta seguir esse passo:

–> Abra uma conta em uma instituição financeira ou corretora de valores;
–> Escolha o título – entre as opções de rentabilidade e vencimento;
–> Transfira o dinheiro para a instituição ou corretora que você abriu a conta;
–> Comece a investir nos títulos públicos escolhidos.

Quais são as vantagens de investir em títulos públicos?

Existem muitas vantagens de investir no Tesouro Direto, mas algumas delas são:

  • Baixo investimento: é possível comprar ativos a partir de R$ 30
  • Atende objetivos variados: há opções de investimento de curto, médio e longo prazo
  • Liquidez diária: facilidade para resgatar o valor quando necessário
  • Investimento seguro: 100% dos títulos são garantidos pelo Tesouro Nacional
  • Fácil de investir: através da corretora de valores de sua preferência.[

Para fazer uma aplicação de qualidade, no entanto, busque ativos que consigam dar resultados dentro das suas expectativas – tanto da remuneração quanto do prazo. Além disso, é importante observar os riscos e custos envolvidos em cada operação.

Os títulos conseguem trazer retornos financeiros seguros para investidores. Para os mais conservadores, por exemplo, ele é uma das principais escolhas.

Gostou do nosso texto? Então continue conosco e leia agora mesmo: confira os melhores investimentos para junho de 2021. Assim, você fica por dentro sobre o mundo dos investimentos.

Confira 11 dicas valiosas para começar um delivery do zero com sucesso

0
Ilustração de uma pessoa fazendo pedido de delivery pelo tablet

Vários brasileiros mudaram seus hábitos alimentares durante a pandemia e começaram a comprar por delivery. Isso fez com o que o país se destacasse em um levantamento realziado pela Statista, empresa especializada em dados de mercado e consumidores.

De acordo com a pesquisa, o Brasil foi responsável por quase metade dos números do delivery, 48,77%. Em seguida estão México e Argentina, com 27,07% e 11,85%, respectivamente.

As previsões para 2021 são ainda melhores. Tudo indica que mais crescimento e um movimento de aproximadamente US$ 6,3 trilhões do delivery em todo o mundo até dezembro.

Afinal, os gastos com delivery cresceram 149% no último ano, segundo a Mobills, startup de gestão de finanças pessoais. A empresa analisou as despesas dos usuários com os três principais aplicativos de entregas — Rappi, Ifood e Uber Eats.

O serviço também foi o plano B para muitos brasileiros impactados pela pandemia do coronavírus. Tanto para donos de estabelecimentos que tiveram suas portas fechadas, quanto para desempregados.

Pensando nisso, o FinanceOne elaborou um material com 11 ideias essenciais para se manter funcionando nesse período instável.

Como fazer com que seu delivery seja um sucesso?

Para montar um delivery de sucesso, não basta começar a entregar comida a domicílio: é preciso planejar e organizar as operações. Confira nossas dicas:

1 – Avaliação do negócio

É preciso avaliar alguns fatores antes de abrir um negócio. O primeiro é o real interesse dos clientes. Às vezes, a proposta de um estabelecimento não combina bem com a do delivery, e os clientes preferem visitar o restaurante a receber a comida em casa.

Se a procura é homogênea. O movimento no delivery tende a ser maior nos finais de semana. Caso ele não seja vantajoso nos demais dias, você pode restringir o serviço apenas às sextas, sábados e domingos.

O retorno financeiro trazido pelo delivery. Se, em seu teste, o serviço nem ao menos se pagou, ele provavelmente não vale a pena.

2 – Planejamento financeiro

Mesmo que a intenção seja iniciar um delivery pequeno, é preciso realizar o planejamento financeiro. Usar todo o salário, acerto ou reserva de emergência em uma coisa só, não é a melhor atitude.

Por isso, certifique-se de colocar no papel tudo o que é necessário para abrir o seu negócio em casa.

3 – Estrutura

Primeiramente, é preciso ter estrutura adequada para fazer um delivery em casa. Porém, antes disso, aconselhamos fortemente que você saiba o que vai vender no seu delivery como, por exemplo:

  • Comida caseira;
  • Pizza;
  • Doces;
  • Hambúrguer.

Decidindo o produto que deverá ser vendido, pesquise sobre os materiais necessários para montar o espaço para prepará-los.

4 – Encontre fornecedores

Será necessário obter produtos e ingredientes de boa qualidade para abrir um delivery de comida de sucesso. Muitas vezes, conseguir esses produtos no mercado pode sair mais caro, ou não ter o mesmo padrão de qualidade.

O essencial é conseguir um fornecedor que ofereça ingredientes frescos e de qualidade.

5 – Organização interna

Quando você oferece a opção de delivery, precisa compreender que haverá mais trabalho em sua cozinha. Afinal, além de atender os pedidos das pessoas que foram até o local, também precisará cumprir a demanda dos pedidos para entrega.

Portanto, para que não ocorram erros e que ambas as modalidades de atendimento sejam satisfatórias, é preciso redesenhar o fluxo de trabalho da cozinha.

Para isso, estabeleça um esquema de prioridades, como uma espécie de linha de produção. Caso seja necessário, deve-se investir também na ajuda de familiares ou amigos ou na contratação de pessoal.

6 – Segurança dos alimentos

Como você já sabe, o ramo de alimentação exige uma série de cuidados no que se refere à higiene e à manipulação dos produtos. Por isso, é necessário garantir a segurança na condimentação e transporte dos itens vendidos por delivery.

As embalagens devem ser de muita qualidade, totalmente descartáveis e de fácil manipulação. Também deve ser escolhida uma opção de recipiente que garanta o transporte sem que ocorram avarias no produto entregue ao cliente.

7 – Diferencie-se da concorrência

O delivery pode ser uma verdadeira mina de ouro. Portanto, se você pretende se lançar a este mercado, saiba que a concorrência será acirrada!

Deste modo, uma das suas missões mais importantes é buscar dar ao público motivo para usar o seu serviço ao invés de ir aos concorrentes.

Brindes, descontos, compromisso com uma entrega rápida… Estude os estabelecimentos que competem com você e analise uma necessidade que eles não cobrem. Ela pode ser a oportunidade que você procurava para expandir os negócios!

imagem de um motoboy de delivery
Aliar-se aos aplicativos de entrega é uma boa saída para potencializar o alcance do seu delivery

8 – Decida a forma de entrega

Atualmente, existem aplicativos que são específicos para a entrega de comida. Cadastrar a sua empresa, mesmo que seja um delivery pequeno, é uma ótima forma de atrair olhares de consumidores que buscam algo diferente e delicioso.

Atualmente, os aplicativos mais conhecidos são o iFood, UberEats, entre outros. Além disso, os aplicativos proporcionam uma ótima possibilidade de expansão dos seus atendimentos. Dessa maneira, engloba-se uma quantidade bem maior de clientes.

9 – Fidelização de clientes

Lembre-se que o seu delivery não é exceção. Você não quer que seus clientes peçam apenas uma vez: quer que eles sejam assíduos!

O primeiro passo é, obviamente, oferecer um serviço de alto nível. Entretanto, este é só o começo: contar com um programa de fidelização é importantíssimo.

E você nem precisa ir assim tão longe! Oferecer um brinde para pedidos acima de um valor específico ou uma refeição grátis a cada dez consumidas são ações simples, mas com um efeito poderoso.

10 – Mantenha o cardápio atualizado

O cardápio é a principal ferramenta de vendas para um Delivery. Portanto, ele precisa de boas fotos e descrições detalhadas para atrair os clientes.

Lembre-se que não há problema algum em remover determinados itens do menu: você, como empresário, tem que tomar uma atitude.

O problema é parar de vender um prato e não fazer a alteração correspondente no cardápio! Novamente, é algo que pode frustrar muito o cliente.

Portanto, mantenha o menu sempre atualizado. Não custa nada! Por mais que alguns clientes possam deixar de fazer pedidos com você, você preserva a reputação do seu estabelecimento.

11- Invista em Marketing Digital e nas Redes Sociais

Para ter sucesso, os consumidores precisam saber do seu Delivery. Nada melhor do que o Marketing Digital e o Marketing nas Redes Sociais para alcançar seu público.

Por isso, aproveite todo o potencial do ambiente digital para construir presença online e, claro, para vender. Crie perfis nas principais redes sociais e cadastre seu Delivery no Google Meu Negócio.

Poste fotos, vídeos e interaja com os seus seguidores. Entretanto, faça tudo com uma qualidade satisfatória. Assim, você irá conquistar muitos clientes para o seu negócio.

Gostou do artigo? Compartilhe com seus amigos ou nas redes sociais e ajude quem vai abrir um Delivery.

Festa junina na quarentena: como inovar e lucrar

3
Mesa com comidas típicas de festa junina (bolo de milho, pipoca, amendoim, paçoca)

Junho é um dos meses mais esperados do ano por conta das festas juninas. Quem não gosta das comidas típicas dessa época? Por conta da pandemia, as celebrações foram canceladas. Mas será que é possível lucrar com a festa junina na quarentena? 

A resposta é sim, mas para isso será necessário inovar e ter criatividade. Isso porque quem mora junto com os familiares pode sim querer fazer uma festa temática.

Além disso, as festas online caíram no gosto das pessoas. Muita gente já vem realizando festas de aniversário assim, então por que não fazer uma festa junina da mesma forma?

imagem de uma mesa de festa junina
É possível lucrar com a festa junina na quarentena inovando e tendo bastante imaginação

Agora você deve estar se perguntando, mas como irei lucrar com uma festa junina na quarentena? Existem diversas formas, uma delas é vendendo as comidas típicas e entregando por delivery.

Outra forma de lucrar mesmo no meio de uma quarentena é oferecendo a decoração para uma pequena festa.

É importante ressaltar que devemos evitar as aglomerações e respeitar o isolamento social. Sendo assim, nada de sair convidando as pessoas para a festa na sua casa. Caso queira que alguém participe, convide-o de forma online.

Como lucrar com festa junina na quarentena

Quer saber como lucrar e até mesmo inovar com a festa junina na quarentena? Separamos algumas dicas que irão te ajudar a aumentar as vendas nessa época do ano, em meio a uma pandemia. Confira!

1) Decoração da festa

Se o seu negócio é de decoração ou vendas de artigos de festa, essa pode ser a sua oportunidade. Isso porque a parte da decoração é a alma deste período, nos anos anteriores as lojas e ruas estavam decoradas.

Procure vender itens que sejam fáceis de fazer a decoração, como por exemplo, as bandeirinhas e os balões. Outra dica é vender o material para que as próprias pessoas possam criar a decoração. Como por exemplo, cartolina, barbante e papel crepom.

Caso o seu negócio esteja nas redes sociais, incentive os seus clientes a fazerem a festa e até mesmo a criarem a decoração como preferirem.

2) Aposte em cardápio com comidas típicas

Outra forma de se ter sucesso e conseguir lucrar com a festa junina na quarentena são os pratos típicos. Afinal, eles são características e presença confirmada nessa época.

O que fazer? Se o seu ramo é a culinária e você manda muito bem na cozinha, personalize o seu cardápio com opções típicas da época. Com certeza vai fazer muito sucesso.

Você pode vender unitário, porção, sob encomenda, em delivery – ou seja, de diversas formas.

O principal objetivo é adaptar no seu cardápio essas receitas, que muita gente espera chegar nessa época para poder comer. Entre as opções, você pode escolher:

Doces

  • Canjica;
  • Maçã do amor;
  • Algodão doce;
  • Pé de moleque;
  • Paçoca;
  • Bolo de milho;
  • Bolo de aipim;
  • Cocada;
  • Pipoca doce colorido
  • Doce de amendoim;

Salgados

  • Milho cozido;
  • Espetinhos;
  • Salsichão;
  • Caldo verde;
  • Sopa de ervilha;
  • Pipoca salgada;
  • Churrasquinho;
  • Queijo coalho;
  • Crepe.

3) Crie kits e pacotes 

Você pode aproveitar essa época para fazer os famosos kits, pacotes ou até mesmo o que chamam de combo. Nesses casos, além de vender a unidade é possível aproveitar para criar promoções que incentivem o cliente a adquirir mais de um produto.

Essa ação faz com que ele perceba vantagem, podendo até mesmo indicar o seu produto e promoção para outras pessoas.

Você pode investir em cestas com produtos sortidos. Além de criar itens de decoração e vendê-los como suporte para algumas comidas. O seu cliente pode amar e usá-los em casa como objeto de decoração.

O que usar? Por exemplo, você pode confeccionar barraquinhas manuais com materiais recicláveis, e nela colocar alguns doces. As crianças vão amar essa ideia.

Mais ideias para gerar renda com festa junina na quarentena

4) Faça kits festas

Esse período de quarentena está fazendo com que muita gente se reinvente e faça festas no lar, apenas com a família. Com isso, muitas empresas de buffet estão personalizando seus serviços.

Entre eles, personalizando kits para festas de acordo com o gosto do cliente. E você pode aproveitar a festa junina para entrar nessa onda e lucrar.

O que colocar? Você pode substituir o bolo tradicional, por bolo de milho ou de aipim, tradicional da festa junina. Oferecer pequenos potinhos com canjica, decoração simples com painel e itens para decorar o bolo, e os docinhos podem ser substituídos por paçoca e pé de moleque.

Geralmente esses kits são feitos de forma reduzida, apenas para os familiares. Eles costumam custar de R$100 a R$200 e poupam muito o trabalho de quem pede esse serviço. Ah, além da satisfação ser grande.

5) Campanhas publicitárias personalizadas

Além disso, você não pode deixar de fazer aquela campanha temática para alavancar o seu negócio. Mesmo que você não seja da área de decoração ou gastronomia, é possível fazer a sua empresa lucrar com a festa junina.

Quem nunca ouviu aquelas campanhas “arraial de promoções”, “Festança da Economia” e outras personalizadas para a época. 

Pois bem, se for possível que você adote alguma dessas para fazer uma promoção atrativa, honesta e vantajosa, não perca tempo.

E aí, o que você achou dessas dicas? Como você tem feito para poder lucrar nessa quarentena? Você também pretende usar a festa junina para amenizar os impactos da pandemia?

Gostou desse artigo? Então conta pra gente nos comentários qual a sua expectativa para o próximo mês e as festas que estão por vir. Vai lucrar ou deixar passar, sô?