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Descubra como acabar com a dívida do cheque especial

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pessoa com lápis na mão em cima de uma nota fiscal e caderno

Perdeu o controle das finanças e está se perguntando como se livrar da dívida do cheque especial? Apesar da prática não trazer vantagens a longo prazo, é comum encontrar pessoas desesperadas com o saldo bancário após a solicitação do serviço.

O problema é que os juros do cheque especial são altíssimos, o que faz com que o cliente do banco se enrole no pagamento. Pedir dinheiro emprestado ao banco pode gerar, além de uma bola de neve, um ciclo vicioso autodestrutivo.

Pode parecer o fim do mundo, mas tem como você sair dessa situação. Separamos algumas dicas que te ajudarão a se livrar do cheque especial e assumir o controle das suas finanças.

Pessoa com lápis na mão em cima de uma nota fiscal e caderno

Como funciona o cheque especial

O cheque especial é um crédito pré-aprovado oferecido pelas instituições bancárias aos seus correntistas. Cada titular tem um limite que varia de acordo com a sua renda mensal.

Se você já emprestou algum dinheiro, certamente não teve certeza da devolução do mesmo. É exatamente por isso que os bancos cobram juros altos no cheque especial: eles não possuem garantia alguma se o cliente irá devolver ou não o dinheiro emprestado.

Mas para, além disso, as instituições financeiras disponibilizam o serviço para gerar lucro. Conheça alguns detalhes do cheque especial:

– Juros: são calculados com juros compostos, ou seja, juros sobre juros. Por isso, a dívida cresce rapidamente caso o cliente não pague rápido o débito.

– IOF: sigla para Imposto sobre Operações Financeiras. É recolhido mensalmente de quem utiliza cheque especial.

– Pagamento: é cobrado o valor utilizado do limite do cheque especial somado ao IOF mensal.

– Dias grátis: determinados bancos oferecem 10 dias de utilização gratuita. Ao final do prazo, se paga os juros dos dias anteriores.

O cheque especial é um serviço não obrigatório, então, assim como o banco pode se negar a oferecer, o cliente pode não aceitar.

Como acabar com dívida do cheque especial

Se a bola de neve já foi criada e você está com dívida do cheque especial até o pescoço, veja alguns passos para que o problema seja resolvido sem causar mais transtornos.

• Cancele o cheque especial: é a melhor opção para evitar mais descontrole nas finanças. Às vezes apenas pedir para diminuir o valor não é o suficiente.

• Procure seu gerente: converse com o gerente para entender, de fato, como está sua situação no banco pode trazer benefícios como facilidade de renegociação da dívida. Converse sobre os prazos de pagamento, valores e descontos caso o pagamento seja feito à vista.

• Parcele a dívida do cheque especial: para sair da dívida grande, o banco oferece a opção de parcelamento. No período até o pagamento, o serviço será suspenso. O benefício é que o cliente terá a oportunidade de se reorganizar financeiramente sem depender do crédito.

• Avalie utilizar o crédito consignado: o empréstimo pode ser vantajoso quando possuir juros menores que os do cheque especial. Em 2018, por exemplo, os bancos diminuíram os juros do crédito consignado. Faça as contas e veja a melhor solução para você.

• Portabilidade de crédito: você sabia que é possível transferir a dívida de um banco para outro com juros menores? Pois é. E se pode fazer isso gratuitamente. Uma das principais utilidades da portabilidade é a isenção do IOF.

• Pague à vista: em caso de pagamentos pequenos, pagar à vista a dívida é a melhor opção para sair do negativo. Não deixe acumular a dívida com o banco.

Passo a passo para reorganizar as finanças

Chega de desculpas, chegou o momento de reorganizar as finanças pessoais. O primeiro passo foi a busca de informações. Confira um passo a passo que te ajudará nesta jornada:

#Passo 1: Liste as dívidas. Tenha controle das suas dívidas e saiba exatamente quanto entra em sua conta mensalmente. Liste os gastos do mês para ter mais controle sobre eles.

#Passo 2: Organize o orçamento. Veja o que entra e o que sai todos os meses. O planejamento é o que fará você sair do vermelho. Enxugue o orçamento e lembre-se que sair das dívidas é prioridade.

#Passo 3: Controle as finanças. A maioria das pessoas entra no cheque especial por conta da falta de organização e planejamento financeiro. Entender o que é supérfluo á necessário para evitar gastos desnecessários.

#Passo 4: Tenha disciplina. Abrir mão dos prazeres momentâneos para conseguir sair das dívidas é questão de disciplina.

#Passo 5: Crie metas. Seu objetivo pode ser sair das dívidas ainda em 2018 ou início de 2019. Tenha em mente uma meta e pense em estratégias para conseguir chegar lá.

#Passo 6: Reserva de emergências. Separe cerca de 15% do salário para reserva de emergência. É uma boa alternativa para evitar fazer nova dívida do cheque especial.

#Passo 7: Se reavalie. O que aprendeu com essa experiência? Saia do problema refletindo sobre o que aconteceu para que a inadimplência não se repita no futuro.

Você já perdeu o controle utilizando o cheque especial? Conte para nós sua experiência com esta linha de crédito.

Delivery: adapte seu negócio e atraia mais clientes

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tela de aplicativo com fundo vermelho no celular

As medidas necessárias para conter o avanço do Coronavírus acertam em cheio os negócios, sobretudo os restaurantes. Negócios que antes atendiam somente em pontos físicos, agora estão precisando recorrer às entregas via delivery para seguir vendendo e manter clientes.

Além disso, quem já fazia entregas precisou redobrar a atenção para dar conta de todos os pedidos. Por isso, montar um negócio que entrega via delivery requer planejamento.

Atualmente, o delivery se apresenta como uma solução muito interessante para todos os tipos de negócio, que querem abrir novas frentes de venda e, ao mesmo tempo, conquistar clientes.

Por isso, elaboramos este texto com dicas interessantes sobre como conquistar clientes no delivery. Continue a leitura para saber mais!

Dicas para conseguir clientes no delivery

A seguir, confira as dicas de como conseguir adaptar seu negócio para o delivery e atrair mais clientes.

Defina como você vai entregar

Antes de mais nada, vale explicar que delivery não é tudo igual! Por isso, é importante escolher qual será a forma de atendimento. As três mais comuns são:

  • delivery tradicional: o cliente faz o pedido e recebe em casa;
  • take away ou retirada: o cliente realiza o pedido em casa, mas retira na loja;
  • drive thru: o cliente pode fazer o pedido em casa ou na loja, e retira sem nem precisar descer do carro.

Portanto, antes de definir sobre as vendas, deixe bem claro aos clientes como será o delivery. Isso evitará confusões.

Escolha as melhores plataformas

Há poucos anos, não havia muitas empresas oferecendo serviços de entrega de comida entre clientes e restaurantes.

No entanto, com a facilidade de acesso à internet, hoje há uma grande variedade, como o iFood ou Uber Eats, duas plataformas muito conhecidas.

+ Uber Eats ou iFood: qual o melhor para seu negócio?

Por isso, antes de entrar em uma delas, veja as porcentagens das comissões sobre as vendas, pois isso vai impactar na sua lucratividade. Além disso, analise se há a possibilidade de diminuir custos para não repassá-los ao cliente final, de forma a manter o seu restaurante competitivo.

entregador de pizza delivery em uma moto amarela
Delivery tem se apresentado como solução para empresas em tempos de pandemia

Foque nos seus produtos mais vendidos

Toda empresa tem os produtos que são considerados “os melhores” e “carros-chefes” do negócio. Ou seja, os queridinhos dos clientes.

Por isso, dê foco para os produtos mais vendidos! Isso é uma grande vantagem estratégica e o ideal é dar uma atenção especial a eles, já que geram mais receita para o negócio.

Tire fotos profissionais dos produtos

Quem é que nunca “comeu com os olhos”? De fato, os olhos comem primeiro. Dito isso, considere fazer fotos profissionais para o seu negócio.

A relação custo-benefício vale a pena. O seu restaurante, por exemplo, pode produzir imagens de alta qualidade dos pratos oferecidos, deixando os clientes com água na boca.

Ofereça horários mais flexíveis

De acordo com o Sebrae, o novo coronavírus pode criar demandas em horários alternativos. Por isso, faz sentido que o seu negócio esteja disponível nos horários certos!

Em tempos de normalidade perder um cliente é ruim. Mas em tempos de crise o prejuízo é ainda mais significativo. Sendo assim, ajuste seus horários de acordo com o movimento.

Disponibilize várias formas de pagamento

Por fim, mas não menos importante, uma das formas de garantir a satisfação dos seus clientes, ainda mais no delivery, é oferecer uma boa variedade de formas de pagamento.

Além de oferecer as formas mais tradicionais, como dinheiro e cartões, hoje existem plataformas como PicPay, em que o consumidor pode pagar por produtos e serviços e ainda receber cashback.

E que tal também oferecer vale-refeição? Algumas empresas, por exemplo, já estão adotando o iFood Refeição, que tem como funcionalidade ser um vale-refeição digital para funcionários.

Pela perspectiva do estabelecimento pode não parecer tão vantajoso, mas para os clientes isso significa mais versatilidade e mostra que a sua empresa está atualizada em relação às tendências de consumo.

Gostou do nosso texto? Acha que ele pode ser útil para alguém? Então compartilhe em suas redes sociais e ajude outras pessoas!

Economia doméstica: saiba como equilibrar seu orçamento

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a economia brasileira

A vida do brasileiro está cada dia mais apertada. Isso pode ser um indicativo da falta de economia doméstica nas despesas. Investir em educação financeira, portanto, é essencial para as famílias.

Gestos simples hoje podem representar um ganho no futuro. Não existe fórmula mágica para equalizar os gastos. O bom mesmo é entender onde está o foco do problema e passar a economizar.

A seguir, veja dicas que separamos para você começar a fazer uma economia doméstica agora mesmo! Boa leitura.

7 dicas para começar a fazer economia doméstica

1. Começa agora

Você já ouviu aquela frase “não deixe para amanhã o que pode fazer hoje”? É isso: não perca tempo e comece agora a fazer sua economia doméstica.

Faça uma avaliação minuciosa das finanças da sua família e saiba por onde pode começar a cortar gastos. Desta forma, você perceberá onde estão as maiores despesas e partirá para um plano de ação efetivo que vai te ajudar a atingir seu objetivo.

Sozinho você não vai conseguir este feito. Será preciso o engajamento de toda família no melhor estilo “unidos venceremos”.

2. Apoio familiar

É muito importante que toda família esteja unida nessa fase de economia doméstica. Afinal de contas, a união faz a força, não é verdade?

Convoque uma reunião familiar para expor a situação, mostre a planilha de despesas e conscientize-os sobre a importância de entrar com você nesse propósito.

Se cada um fizer a sua parte e seguir no plano, portanto, os resultados aparecerão rapidamente.

3. Use planilhas

Essa é a melhor ferramenta de organização. Seja em folha de caderno, um software, aplicativo para Smartphone ou Excel. O importante é você começar a anotar tudo que diz respeito ao seu dinheiro para começar a organizar seu orçamento.

Anote tudo, até o cafezinho. Comece criando uma planilha simples com quatro blocos divididos em: Despesa fixa, preço, despesas avulsas, preço.

+ Saiba como criar uma planilha de organização financeira

Após criar a planilha, você vai preenchê-la com todos os gastos da na sua casa e na rua. Não deixe nada de fora. Tudo deve entrar na planilha.

Some todas as despesas e subtraia pela renda mensal da família. Você verá o quanto entra, quanto sai e para onde sai.

Com o mapeamento das finanças em mãos ficará muito mais fácil colocar em prática um plano para enxugar suas despesas e economizar.

É possível investir pouco dinheiro e ter retorno?
Entenda como a economia doméstica pode ajudar no controle das suas finanças

4. Corte gastos

Você já se organizou, criou uma planilha de gastos e buscou apoio da família, agora é hora de colocar seu plano em prática.

Verifique os gastos mensais e classifique-os por ordem de importância. Desta forma você saberá aquilo que é mais urgente e o que pode cortar.

Normalmente gastos com TV a cabo e linhas de telefone celular podem ser cortados ou reajustados. Tudo depende da sua necessidade de uso.

Veja 3 aplicativos de gastos para auxiliar no controle financeiro:

  • Guiabolso;
  • Organizze;
  • Minhas Economias.

5. Faça pesquisas

Uma regra básica da economia doméstica é pesquisar sempre. Não compre nada por impulso.

Segundo pesquisas do SPC Brasil e do CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) quase 60% dos consumidores realizam compras por impulso.

Comparar preços te dará uma visão macro de como o mercado está operando. Existem muitas ferramentas que te ajudam a fazer essa pesquisa.

Veja 5 plataformas de pesquisa e comparativo de preços para te ajudar a poupar:

6. Pague à vista

Evite qualquer tipo de parcelamento, cartão de crédito ou cheque. Esses são os maiores vilões dos endividados e de quem busca fazer economia.

Prefira sempre pagar as despesas à vista. Lembre-se que parcelar significa postergar gastos.

7. Peça descontos

É hora de deixar a vergonha de lado e pechinchar. Você poderá conseguir preços mais interessantes adotando essa prática. Isso vale para produtos e serviços.

Negocie diretamente com vendedores, faça acordos comerciais e use seu histórico de relacionamento para pedir uma redução.

Saiba que em países do Oriente Médio e da Ásia, pechinchar é uma prática muito comum. Eles, inclusive, se sentem ofendidos caso você faça uma compra sem pechinchar.

É comum sentir dificuldades para se adequar a nova forma de consumo. Porém, quando os resultados aparecerem, é possível ver que todo esforço valeu a pena.

O importante é dar o primeiro passo, buscar entendimento de como funcionam as finanças na sua casa e colocar o plano em prática.

E você, já realiza uma economia doméstica em casa? Lembrou-se de outras dicas? Divida conosco, e com os demais leitores, a sua opinião sobre o assunto!

Plano de saúde para animais: saiba se existe e entenda como funciona

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imagem de um cachorro sendo segurado no colo pelo humano

Se você tem um animal de estimação é comum que você se preocupe com a saúde e o bem-estar do bichinho. Mas você sabia que existe plano de saúde para animais?

Poucas pessoas conhecem esse tipo de serviço, mas que pode ser considerada uma alternativa válida em algumas situações. 

Ao contratar um plano de saúde para animais você os protege sem gastar muito. Isso porque levá-lo ao veterinário muitas vezes pode acabar saindo caro. Então, como contratar um plano de saúde? Quais as vantagens de ter um?

Todas essas questões são válidas, já que esse é um serviço que poucas pessoas conhecem. É importante frisar que ao ter um plano de saúde é possível ter acesso a clínicas, hospitais veterinários e até mesmo laboratórios.

Você pode tratar o seu animal de estimação e preveni-lo contra doenças e mal-estar. Se interessou e quer saber como funciona, valores e vantagens? Confira abaixo.

Opções para plano de saúde de cachorro
Ter um plano de saúde para animais permite que você economize em casos de emergência

Entenda como funciona o plano de saúde para animais

Primeiro, você precisa saber que o plano de saúde para animais é um serviço que pode ser oferecido por operadoras de planos de saúde animal ou clínicas veterinárias.

Além disso, é bastante parecido com um plano de saúde para humanos, onde se paga uma mensalidade para ter acesso a alguns serviços.

De acordo com o plano contratado, o animal de estimação passa a ter uma rede credenciada de saúde. E ela costuma ser formada por clínicas, hospitais e pet shops. O bichinho pode ser atendido em consultas, exames e até mesmo cirurgias.

Vale ressaltar que assim como nos planos de saúde de humanos, os atendimentos são realizados com horários agendados. Mas é importante ressaltar que a maioria dos planos cobrem situações de emergências.

Conheça as coberturas do plano de saúde para animais

Tenha em mente que a cobertura do plano de saúde para animais dependerá do que foi contratado. Isso porque existem planos mais simples e mais completos, desde os que disponibilizam consultas e exames simples até os que oferecem acesso a cirurgias e vacinas.

Alguns planos também cobrem microchips para animais. Por meio desses dispositivos, que são colocados nos pets, é possível ter uma identificação e todo o histórico de atendimento do animal. Ainda existem planos que oferecem acupuntura e serviços de pet shop.

Vale lembrar que na hora de contratar o plano de saúde para os animais é recomendado verificar junto à operadora quais são os atendimentos disponíveis e se eles irão atender às suas necessidades.

Ainda é possível personalizar as coberturas, para que o serviço mais adequado esteja disponível para o seu animal de estimação.

Não esqueça de verificar se as clínicas e veterinários que estão credenciados no plano tem o registro no Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV). O que lhe dará maior segurança de que seu animal será tratado por profissionais capacitados.

Lembre-se ainda que a maioria dos planos oferecem apenas cobertura regional ou estadual. Sendo assim, se você for viajar com o seu animal de estimação pelo país, será necessário contratar um plano de abrangência nacional.

Os valores de um plano de saúde para animais de estimação

O preço do plano de saúde para bichinhos de estimação costuma ser mais em conta do que o dos humanos. O custo depende da empresa que está oferecendo e das coberturas contratadas.

No mercado é possível encontrar opções com valores a partir de R$27 por mês. E mesmo os planos com preços mais altos acabam sendo vantajosos financeiramente para você. 

Isso acontece porque é possível economizar em comparação a pagar um tratamento particular para o seu animal de estimação. Principalmente em emergências, no qual o atendimento costuma ser mais caro

Por exemplo, a consulta com um veterinário custa em média cerca de R$130 e um exame de ultrassom R$140. Se fosse necessário realizar esses dois procedimentos, os gastos já seriam de R$270.

Com esse valor, você consegue pagar várias mensalidades do plano de saúde para animais e ter acesso a muitas coberturas. Vale ainda ressaltar que o preço varia com as características do seu bichinho de estimação.

Entre os fatores a serem avaliados estão o tipo do animal, como cachorro, gato, coelho, a raça, porte e idade. Quanto maior e mais velho o bichinho de estimação, mais caro fica o plano de saúde.

Por isso, na hora de contratar o plano é necessário que você avalie bem o custo X benefício oferecido pela empresa escolhida. Dessa forma, será mais fácil contratar um serviço que valha a pena de verdade para você.

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Veja como funciona o refinanciamento de imóvel

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Pessoa escrevendo e outra com uma pequena casa amarela em uma das mãos
Taxas adicionais dos bancos podem incidir mesmo sobre a antecipação das parcelas. (Fonte: Divulgação)

Pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) aponta que mais de 66% dos brasileiros começaram 2021 endividados. Ou seja, o refinanciamento de imóvel pode ser uma alternativa para colocar as contas em dia.

Essa é uma modalidade de empréstimo muito comum no mercado financeiro. Afinal, nele a garantia de pagamento é feita com seu imóvel.

Todavia, vale destacar que a partir do momento em que você assina o contrato de um refinanciamento imobiliário o seu imóvel passa a ter dois donos: você e o banco.

Resumindo, na prática não muda nada em sua vida. Fique tranquilo que o dono do banco não irá morar na sua casa.

Entretanto você fica impossibilitado de vender o imóvel até que o refinanciamento seja totalmente pago.

Contudo, o mais importante é que você mantenha todas as parcelas do seu empréstimo em dia e assim evite problemas com o banco, que por ser o “dono indireto” poderá leiloar o imóvel para que a dívida seja paga.

Como fazer o refinanciamento de imóvel?

O interessado em fazer um refinanciamento de imóvel deve se dirigir a uma instituição bancária que oferece o empréstimo para simular o valor e as parcelas de pagamento do empréstimo.

É recomendado que o cliente leve documentos pessoais e de sua renda para facilitar a simulação do empréstimo pelo banco. Geralmente, os documentos solicitados pela maioria dos bancos são:

  • CPF
  • Documento de identidade
  • Comprovante de residência
  • Comprovante de renda
  • Matrícula do imóvel

Além de pedir documentos pessoais, normalmente, as instituições financeiras também seguem os seguintes passos antes de emitir o contrato para o refinanciamento imobiliário:

  • Análise de crédito: avaliação da renda fixa e perfil financeiro do cliente para ver se ele pode arcar com as parcelas sem se prejudicar. É levado em consideração, por exemplo, o score de crédito.
  • Análise jurídica: checagem de pendências judiciais. Aqui é verificado se as documentações do imóvel estão em dia, pois o processo não segue em frente caso existam pendências.
  • Análise do imóvel: avaliação do valor de mercado do bem para determinar o crédito disponível para empréstimo.

Depois, a instituição financeira fará uma proposta personalizada de acordo com as informações do cliente sem qualquer compromisso. As mais buscadas do mercado são:

  • Banco do Brasil
  • Bradesco
  • Caixa Econômica Federal
  • Itaú
  • Santander
duas pessoas escrevendo em um papel com canetas
O refinanciamento de imóvel também é uma alternativa para quem tem um imóvel financiado

Quando é vantajoso solicitar?

Ninguém gosta de ter dívidas, não é mesmo? E muitas vezes o melhor a se fazer é trocar um juros alto, como o do cartão de crédito, por um juros menor, como o do refinanciamento de imóvel.

E é justamente nesses casos específicos que você deve aderir a esse tipo de empréstimo. Caso ainda tenha alguma dúvida, procure o gerente do seu banco e converse com ele sobre as melhores opções disponíveis para o seu perfil.

Ou seja, o refinanciamento de imóvel é uma boa opção para pessoas que querem, por exemplo, abrir um negócio e precisam de capital de giro ou realizar grandes reformas. Ele também é uma alternativa para organizar o planejamento financeiro.

Nesse caso, as parcelas alongadas e juros menores do refinanciamento imobiliário podem ser uma boa troca em relação ao parcelamento de dívidas que costumam cobrar juros muito altos.

Esse artigo te ajudou? Confira mais um conteúdo que pode ajudar: o que é melhor – comprar imóvel ou ficar no aluguel e investir o valor?

Entenda o que avaliar antes de entrar em um IPO na Bolsa de Valores

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telas de computador mostrando gráficos de cotações

Quem investe em ações de empresas já deve ter escutado falar em IPO, mas você sabe o que é preciso avaliar antes de aplicar o seu dinheiro nesse tipo de investimento? Será que essa é uma boa forma de investir?

Antes de responder essas perguntas, é preciso entender o que é IPO, que em inglês significa “Initial Public Offering” ou em português Oferta Pública Inicial. Mas o que significa isso?

Quando você escutar a palavra IPO pode ter certeza que uma empresa ganhará novos sócios realizando uma oferta de ações ao mercado. Sendo assim, a instituição se torna uma companhia de capital aberto com papéis negociados no pregão da Bolsa de Valores.

+ Saiba quando não vale a pena investir em ações

Vale ressaltar ainda que as empresas que costumam abrir uma Oferta Pública Inicial já estão em uma fase de estágio de maturidade avançado nos negócios. Além disso, no Brasil essas vendas de ações costumam atingir milhões de reais.

E ainda existe uma expectativa de que no primeiro quadrimestre deste ano, exista um recorde de IPOs: se todas as ofertas forem concretizadas, o período pode terminar com 29 novas empresas e um volume de R$45,8 bilhões.

Saiba o que avaliar antes de investir em um IPO

Quer participar de uma Oferta Pública Inicial de alguma empresa mas não sabe o que é preciso avaliar? O FinanceOne preparou uma lista com os principais fatores que você precisa ficar de olho.

1) Procure saber o motivo da empresa estar abrindo capital

Existem diversos motivos que podem levar uma empresa a abrir o seu IPO, seja para investir no próprio crescimento ou para poder se recuperar economicamente. Também existe a possibilidade da instituição querer aproveitar o bom momento do mercado, mas não ter estrutura para tal.

E são por esses motivos que você precisa saber de fato porque a empresa está abrindo capital. Dessa forma, é possível evitar entrar em alguma furada e acabar perdendo o seu dinheiro.

2) Faça uma análise do momento econômico

Outro ponto a ser avaliado antes de investir em IPO é o cenário econômico. Qual é a perspectiva do mercado como um todo para o atual momento. Você vislumbra positivismo ou grande risco?

Faça uma análise do momento econômico e, se necessário, entenda o setor de atuação da empresa que está fazendo o determinado IPO. 

+ Dá para ganhar dinheiro com aluguel de ações?

Verifique qual a sua sensibilidade quanto às oscilações econômicas, bem como o estágio da maturidade, além da regulamentação que dá regimento ao setor e as barreiras de entrada.

Isso vai possibilitar que você conheça a empresa, o seu segmento e o ambiente. Assim, você consegue analisar e definir se ela te trará rentabilidade de acordo com o prazo que considera plausível para tal investimento.

telas de computador mostrando gráficos de cotações
Adquirir um IPO pode ser benéfico para os investidores

3) Confira o histórico

É importante também fazer uma pesquisa e avaliar o histórico dessa empresa. E o que pode te ajudar é que todas elas são obrigadas a emitir um prospecto, antes do IPO.

Esse é um documento que contém o histórico de todas as demonstrações contábeis dos últimos anos e, assim, você verifica a veracidade dos dados e se eles são consistentes.

4) Como o mercado vê essa empresa?

Além de verificar o histórico interno, qual o externo? É muito importante avaliar esse ponto também. Como o mercado enxerga essa empresa e o que tem sido falado sobre ela?

Para te ajudar, casas de research costumam emitir relatórios por meio de analistas sobre essas empresas. Com isso, você confere a opinião e análise mais pontual de quem enxerga pontos específicos e estratégicos.

Como participar de um IPO?

Caso você tenha interesse em participar de um IPO, saiba que o passo a passo é simples e você pode encontrar diversas ajuda em meios de comunicação.

Basicamente o processo funciona da seguinte forma:

-> Primeiro você abre a conta em uma corretora;

-> Em seguida, verifique quais são as empresas que estão abrindo capital;

-> Feito isso, faça um pedido de reserva;

-> Agora realiza o pagamento solicitado;

-> Por último, basta acompanhar o início das negociações.

Este conteúdo te ajudou? Então compartilhe com alguém que necessita saber sobre o investimento e siga acompanhando o FinanceOne diariamente para ficar por dentro de todo o mercado financeiro.

Veja como usar com sabedoria o cartão de crédito

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mulher com um cartão de crédito e um celular na mão

Muitos brasileiros utilizam o cartão de crédito para adquirirem bens e também para pagar algumas contas do dia a dia. Principalmente agora que muitas pessoas tiveram a renda mensal reduzida em função da pandemia da Covid-19.

Mas será que você utiliza o seu cartão com sabedoria? Sim, é possível usar o seu cartão de forma que ele seja seu aliado e não inimigo. 

Além disso, o cartão de crédito pode colaborar no controle dos seus gastos. Mas para isso é preciso que você utilize-o de forma consciente e com segurança. Dessa forma, você consegue evitar o acúmulo de dívidas, que podem se transformar em uma bola de neve.

+ Aprenda a economizar dinheiro em tempos de crise

E mesmo em meio a uma crise, dá sim para usar o cartão de crédito com sabedoria. Mas como isso é possível? Com algumas ações e atitudes ao utilizar o seu cartão.

Aprenda como usar o cartão de crédito como sabedoria

Se você quer utilizar o seu cartão de crédito da melhor maneira possível, confira algumas dicas que o FinanceOne separou para você.

1. Evite ter vários cartões de crédito em seu nome

Muitos brasileiros optam por ter várias opções de cartões para poder pagar as contas mensais de casa. Isso porque dessa forma, é possível dividir as contas em mais de um cartão.

Além disso, você também consegue ter mais tempo para pagar as suas despesas. Porém, por mais que isso pareça uma vantagem, não é aconselhado pelos especialistas. 

Usar o cartão de crédito com sabedoria te ajuda a evitar dívidas no futuro

Mas se ainda assim você quiser ter mais de um cartão, é preciso ter muita atenção e cuidado com as datas de pagamentos e os limites de cada um deles. Evitando que a fatura se torne um problema para as suas finanças.

Não se esqueça que os juros do cartão são altos e que um dia de atraso você já começa a ser cobrado.

2. Fique longe das dívidas

Ter cartão de crédito é bom, mas os juros são altíssimos. Por isso, cuidado para não cair em uma cilada e transformar a sua vida em um mar de dívidas.

Quer ter uma vida financeira saudável, procure sempre aquelas empresas que lhe proporcionam pequenas taxas, isenções e gratuidade. Além disso, procure pagar sempre em dia para não ter que tirar de uma conta para colocar em outra.

3. Controle todos os gastos no cartão de crédito

Anotar e controlar todos os gastos que você tem no seu cartão de crédito é fundamental. Não espere a fatura do cartão de crédito chegar para saber quanto você gastou, o ideal é ter uma noção do valor a ser pago antes de receber a fatura.

Muitas instituições financeiras permitem que os clientes acompanhem o valor da fatura do cartão por meio do aplicativo. O que torna o controle das compras mais prático e simples.

4. Pague o total

Um dos grandes erros de quem tem cartão de crédito é usar mais do que pode e no final não ter como pagar. Por isso, busque sempre utilizar o que você pode para conseguir pagar o valor total da sua fatura. Caso contrário, prepare-se para taxas altas e mais dívidas.

5. Ajuste o seu limite

É muito comum os bancos autorizarem altos limites, ainda mais se você tiver um bom histórico financeiro. Mas, cuidado para não se iludir com muito disponível e exceder nas compras.

Mesmo que você tenha muito disponível, agora as empresas disponibilizam, no aplicativo, a opção “ajustar limite”. Ali, você pode diminuir ou aumentar o que fica disponível para você quando quiser. Isso ajuda no autocontrole.

Para que você não perca o controle e acabe gastando demais com as compras, é importante estipular um limite. Por isso, a dica é analisar quanto você ganha mensalmente e definir um valor máximo para consumir por mês.

O próximo passo será ficar de olho nos valores e anotar as despesas. Dessa forma, você não ultrapassa o limite criado. Uma dica é utilizar a função de ajustes do limite do cartão.

6. Evite o parcelamento de fatura

Já falamos aqui sobre pagar o total da fatura. Logo, se você consegue sempre liquidar tudo, evita que o restante seja parcelado. Isso é fundamental, pois quando ocorre o parcelamento da fatura você paga juros altos e taxas pesadas. 

Aquele ditado que os juros de banco são altos é verdade e você não pode ficar brincando com esse perigo. Muita gente começa a entrar em mar de dívidas dessa forma.

7. Esteja atento ao vencimento da fatura

Um ponto fundamental para evitar dívidas no cartão de crédito é estar de olho na fatura e até mesmo pagá-la antes do vencimento. Isso porque os juros cobrados são muito altos e, se você esquecer de pagar a fatura do cartão, será o início do acúmulo de juros.

Por isso, é importante que você realize o pagamento sempre antes ou na data do vencimento da fatura. Dessa forma, você não vai precisar se preocupar com o valor da multa e dos juros.

Este conteúdo te ajudou? Tome cuidado e use com sabedoria o seu cartão de crédito. Compartilhe com outras pessoas para ajudar a quem também precisa saber dessas dicas.

Quer complementar a sua leitura? Então confira como conseguir cartão de crédito para menores de 18 anos: como conseguir?

Entenda como vender milhas de forma segura

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Aeromoça ajeitando bagagem dentro do avião e duas pessoas assistindo tv

Vender milhas pode ser uma boa maneira de conseguir uma renda extra. Se você está precisando de um dinheiro a mais e possui milhas de sobra, talvez essa possa ser uma ótima opção.

Fique atento às dicas, entenda um pouco mais sobre como isso funciona e saiba como fazer tudo de forma eficiente e segura. Neste artigo, confira o que são e como vender/comprar milhas para viajar!

O que são milhas?

Para quem não está muito a par do assunto, milhas são pontuações acumuladas em programas de fidelidade oferecidos pelas companhias aéreas.

O cliente poderá acumular esses pontos a cada vez que viajar através de voos da empresa proprietária ou que tenha parceria com esses programas.

+ Saiba o que as companhias aéreas oferecem pelo cancelamento do voo

Se a sua preocupação é quanto à legalização de tudo isso, fique tranquilo. A princípio, não há nada na lei que não garanta ou impeça a venda dessas milhas.

É possível emitir passagens aéreas em nome de terceiros, sem empecilhos, a menos que em algum local do contrato venha discriminando  que a pontuação é intransferível. Por esse motivo, leia com atenção todas as cláusulas existentes.

Como vender milhas com segurança

Não é necessário ter receio na hora de vender as suas milhas, mas é muito importante pesquisar e decidir qual empresa será a responsável para realizar todo o trâmite.

Opte sempre pelos sites que já são conhecidos pela maioria das pessoas e pesquise bem antes de tomar as decisões, algumas empresas possuem um processo muito burocrático, tente encontrar uma que possa facilitar todo esse trabalho e que te traga confiança.

Divulgação de dados

Escolher uma empresa em que confie conta muito justamente porque você precisará expor alguns dos seus dados pessoais para o preenchimento de um cadastro.

Tenha atenção às regras e políticas de comportamento das empresas, procure saber quais são os principais benefícios e se ela tem como prioridade a sua privacidade e segurança.

Vender milhas acumuladas próximo ao vencimento

Uma boa estratégia para ganhar mais vantagens na hora de vender milhas de forma segura é vender as milhas acumuladas, caso ela esteja próximo da data de validade, e comprar novas passagens áreas que sejam mais baratas.

Assim, você poderá adquirir um rendimento com as milhas vendidas e ainda acumular novos pontos nos programas de fidelidade que devem ser utilizados nas próximas vendas.

As milhas precisam ter, no mínimo, 60 dias de validade para serem aceitas. Por esse motivo, mantenha sempre a sua atenção aos prazos de validade para que não perca a oportunidade de vender.

Como vender milhas de forma segura
É possível ganhar um dinheiro com as vendas de milhas

Resgate de milhas

Você precisa fazer uma viagem com urgência, mas no momento as milhas que você possui não são suficientes para fazer a reserva de uma passagem aérea? 

A situação mais fácil e vantajosa, nesse caso, é vender esses pontos acumulados e com o valor recebido comprar o seu bilhete. No entanto, pesquise sempre antes para ter conhecimento sobre o valor da passagem.

Se você realiza poucas viagens no decorrer do ano, mas sempre compra as suas passagens áreas através do cartão de crédito, por exemplo, vender essas milhas poderá trazer benefícios.

Os seus pontos sempre estarão acumulados e se não fizer uso trocando por novos bilhetes, poderá vender, conseguir uma renda extra e ainda auxiliar outra pessoa que terá a possibilidade de comprar passagens mais baratas do que as disponibilizadas pelas companhias aéreas.

Como e onde vender milhas?

Existem sites que realizam essas compras ou fazem a intermediação entre você que é o vendedor e o comprador interessado na sua proposta.

Cada empresa possui uma política de venda e isso significa que você precisa buscar o máximo de informações possíveis sobre elas para decidir qual a que melhor se adapta ao que você está procurando.

As empresas compram as pontuações acumuladas e solicitam os dados pessoais do vendedor para que sejam reservadas as passagens do comprador.

+ 6 sites para você encontrar passagens aéreas baratas

Após esse procedimento, o vendedor recebe automaticamente o valor referente às milhas vendidas sem grandes burocracias.

Já as empresas que trabalham com a intermediação, fazem da seguinte forma: os dados são coletados para a busca de seu cadastro nos programas de fidelidade e realizam a emissão dos bilhetes para em seguida efetuar o pagamento através de depósito na sua conta bancária.

Esses sites possuem um espaço reservado para que o vendedor exiba as suas milhas sem que um valor seja estipulado.

milhas aereas
Quem vende milhas conta com alguns benefícios

Elas apenas informam quais são os maiores e menores preços anunciados em seu site para que você tome as próprias decisões sobre o valor que pretende vender a sua pontuação.

Utilizar o serviço de acúmulo de pontos e venda de milhas não é tão difícil e, além de conseguir um rendimento extra, você poderá ajudar outras pessoas.

Agora que já sabe como funciona e a melhor forma de fazer tudo em segurança, não deixe mais as suas milhas paradas e aproveite a oportunidade seguindo as orientações acima.

É válido lembrar que não há um número exato de milhas para realizar a venda, mas existem algumas plataformas que podem auxiliar estipulando um valor.

Aqueles que têm pontos cumulativos são os que mais se beneficiam desse serviço.

Conheça os principais benefícios ao vender milhas

Quem vende milhas de passagens aéreas conta com diversos benefícios e uma delas é a oportunidade de ganhar uma renda extra. Isso é possível devido ao crescimento de vantagens oferecidas pelas empresas aéreas.

Essa é uma forma que as companhias encontraram de favorecer e criar uma experiência positiva para quem gosta de viajar. 

Quer saber quais são os principais benefícios para quem vende milhas? Confira a lista abaixo!

Ganhar uma renda extra

É importante que você saiba que a venda das milhas não conta com uma cotação exata para ser utilizada como base na hora de vender. Mas ainda assim é possível encontrar em plataformas e sites um valor estipulado para quem oferece esse tipo de serviço.

Vale ressaltar que as pessoas que se beneficiam em vender milhas são aquelas que possuem pontos acumulados. Porém, elas não podem planejar uma viagem antes do vencimento estipulado pelos programas de fidelidade e correm o risco de perder o investimento.

Quem vende milhas, ganha dinheiro para uma nova viagem

Está pensando em viajar e usar as suas milhas para comprar a passagem? Vender milhas e comprar uma passagem sai muito mais em conta. Não, você não leu errado, por mais que isso pareça um pouco contraditório. 

Isso é possível porque você pode vender as milhas acumuladas que estão próximas de vencer e comprar passagens mais em conta. Além da possibilidade de acumular novos pontos no programa de fidelidade.

Essa também é uma estratégia para você ganhar milhas com um prazo de validade maior e poder se planejar com mais calma. Outra vantagem é que você consegue um dinheiro extra e adquirir uma passagem com um valor menor.

Você pode recuperar parte do que gastou em passagens

Em alguns momentos é possível encontrar passagens aéreas mais baratas em outras companhias ou comprar trechos durante promoções. Dessa forma, você acaba não utilizando as milhas acumuladas.

E para cobrir os gastos com promoções ou outras passagens você pode vender as milhas acumuladas e receber o dinheiro de volta, diminuindo os custos da sua compra.

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FGTS ou poupança: veja qual rende mais

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Tela com informações de investimentos

O Governo Federal estuda liberar uma nova rodada de saque emergencial do FGTS como no ano passado. Mas se te perguntassem o que rende mais: FGTS ou poupança? O que você responderia?

É bem provável que a resposta seja a segunda opção. Mas será que a resposta está correta?

Anteriormente, o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço rendia menos que a poupança e grande parte dos especialistas recomendava sacar o dinheiro em todas as oportunidades. No entanto, hoje a situação é diferente.

Isso porque o retorno do FGTS tem superado, com folga, a poupança e até mesmo boa parte dos investimentos de renda fixa mais conservadores. Mas como isso é possível? O FinanceOne te explica.

Com a Selic nos atuais 2,75% ao ano, a parte fixa do rendimento do FGTS supera essa taxa básica de juros. E essa é a principal referência sobre o rendimento das aplicações de renda fixa do mercado.

FGTS-ou-poupança
FGTS ou poupança: é preciso saber qual rende mais para você deixar o seu dinheiro

FGTS ou poupança: ainda não é possível saber a rentabilidade

Entre FGTS ou poupança, ainda não se sabe sobre a rentabilidade exata do fundo em 2021. Isso porque o lucro do FGTS está de certo modo ameaçado, por conta do aumento do desemprego no Brasil. 

Mas ainda é incerto se o rendimento do FGTS não será o esperado por conta da antecipação dos saques, aprovada pelo presidente Jair Bolsonaro.

Como exemplo, nas últimas semanas, pesquisas publicadas pelo Conselho Curador do Fundo mostram a queda de quase 50% no lucro do benefício.

Dessa forma, o lucro distribuído voltou a ser parcial e o percentual a ser repartido com os trabalhadores passa a ser definido anualmente. Foi o que informou a saúde financeira do Fundo de Garantia.

Sendo assim, se o lucro distribuído volta a ser de 50% e, caso o resultado seja parecido com o dos anos anteriores, o rendimento do FGTS desse ano deve ficar perto de 4,5%.

Qual foi o rendimento do FGTS nos últimos anos?

Levando em consideração os dados dos últimos três anos, a rentabilidade do FGTS foi:

  • 2017: 7,14% ao ano;
  • 2018: 5,59% ao ano;
  • 2019: 6,18% ao ano;
  • 2020: 4,5% ao ano.

Como saber se vale a pena sacar o FGTS?

Essa é uma pergunta que muita gente quer saber e que geralmente não é fácil de se responder. Afinal, isso depende de uma série de fatores, uma vez que o novo FGTS é considerado emergencial.

E essa é a primeira pergunta que a considerar. Você possui contas emergenciais que precisam ser quitadas neste momento?

Há algumas dívidas ou pendências que precisam ser resolvidas que foram causadas ou acumuladas durante a pandemia?

Reinaldo Domingos, à frente do canal Dinheiro à Vista, destaca que, no momento, o rendimento do FGTS é maior do que a maioria dos investimentos que existem.

No entanto, mais do que somente essa análise de mercado, o trabalhador precisa avaliar as suas condições financeiras atuais.

Por isso, se feita essa avaliação, você considerar que está em uma situação confortável, o especialista recomenda não mexer no dinheiro e deixar ele rendendo, já que poderá ser vantajoso no futuro.

Se, por outro lado, você considerar que está precisando e em uma situação de muitas dívidas, Domingos aponta que o trabalhador deve, sim, sacar FGTS que ficará disponível na conta poupança digital.

Com isso, você conseguirá quitar algumas contas em atraso. Além disso, de acordo com o valor sacado, ainda consegue fazer ainda renegociação de dívidas ou então quitar o valor integral.

Você sabe quanto e como será pago o FGTS emergencial?

O Governo Federal está preparando uma nova rodada do saque emergencial do FGTS, que pode ter mudanças para o ano de 2021. Essa medida faz parte do plano de enfrentamento à pandemia da Covid-19.

Mas, vale ressaltar, que essa ação ainda está em estudo e pode ser adotada junto a outras iniciativas do Governo Federal. A intenção é justamente injetar dinheiro na economia do país, que tem sido afetada durante o período da crise.

Entretanto, o último calendário do novo FGTS divulgado em junho, seguiu os mesmos padrões de pagamentos do auxílio emergencial de R$600.

Então, o Governo criou uma conta digital para todos os beneficiários. E dividiu o cronograma em datas de crédito e saque, sendo o crédito apenas para pagamentos de contas e transferências na própria plataforma.

Por fim, as datas seguiram os meses de nascimento dos beneficiários. O valor do FGTS emergencial foi de R$1.045, sendo este o valor máximo e o trabalhador poderia optar em sacar um valor menor, caso não tivesse essa quantia disponível.

O cronograma seguiu com as datas de saque até o fim do ano de 2020, confira abaixo:

Janeiro: crédito em conta 29 de junho e saques a partir de 25 de julho;

Fevereiro: crédito em conta 06 de julho e saques a partir de 08 de agosto;

Março: crédito em conta 13 de julho e saques a partir de 22 de agosto;

Abril: crédito em conta 20 de julho e saques a partir de 5 de setembro;

Maio: crédito em conta 27 de julho e saques a partir de 19 de setembro;

Junho: crédito em conta 03 de agosto e saques a partir de 03 de outubro;

Julho: crédito em conta 10 de agosto e saques a partir de 17 de outubro;

Agosto: crédito em conta 24 de agosto e saques a partir de 17 outubro;

Setembro: crédito em conta 31 de agosto e saques a partir de 31 de outubro;

Outubro: crédito em conta 08 de setembro e saques a partir de 31 de outubro;

Novembro: crédito em conta 14 de setembro e saques a partir de 14 de novembro;

Dezembro: crédito em conta 21 de setembro e saques a partir de 14 de novembro;

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Auxílios emergenciais estaduais: veja as condições de cada um

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Uma nota de 100 reais e outra de 50 reais

Você sabia que os muitos Estados brasileiros se mobilizaram para proporcionar um auxílio aos habitantes? Não? Então continue lendo para descobrir como estão funcionando os auxílios emergenciais estaduais.

Antes de mais nada, o agravamento da pandemia de covid-19 no Brasil fez com que, novamente, brasileiros perdessem seus empregos. Por isso, mediante a uma incerteza de retorno do auxílio emergencial federal, muitos Estados tomaram providências e criaram um auxílio estadual.

Estes, funcionam de maneira complementar e independente do Governo Federal, ou seja, dependendo das regras, talvez até dê para usufruir dos dois ao mesmo tempo.

Mas, de modo geral, foram feitos para ajudar aqueles que não se encaixaram nos critérios do auxílio emergencial federal, que voltou a ser distribuído no dia 06 de abril.

Portanto, veja abaixo as regras para os Estados que já divulgaram as condições para os auxílios emergenciais estaduais.

nota de cinquenta e cem reais
Estados de todas as regiões do país se mobilizaram para prover auxílios emergenciais estaduais

Auxílio emergencial no Norte do país

O funcionamento no Acre:

Primeiramente, o auxílio emergencial acreano prevê uma bolsa de R$150 por até três meses para mais de 18 mil famílias.

A princípio, o programa que se chama “Auxílio do Bem” ainda precisa ser aprovado pela Assembleia Legislativa do estado (Aleac).

A previsão é que o documento vá para o plenário nos próximos dias, por isso, acompanhe as notícias em noticiários locais.

Por isso, vale lembrar que há um veto para famílias que recebem algum valor com origem em programas assistenciais ou previdenciárias, como o seguro desemprego, Bolsa Família, Benefício de Prestação Continuada e ainda o auxílio emergencial.

Como funciona o auxílio emergencial no Amapá?

O governo amapaense anunciou no início de abril medidas para amenizar o impacto da crise provocada pela Covid-19 no estado. Confira abaixo quais são, pois há categorias e rendas diferentes. 

Auxílio emergencial para empresas e transportadores escolares

O projeto prevê, sobretudo, o pagamento de um auxílio com parcela única de R$1.500 para donos de empreendimentos do ramo de alimentação, ambulantes e transportadores escolares. 

Não há possibilidade de se cadastrar para receber o benefício porque as regras delimitam que o pagamento será feito a empresas ativas que tivessem inscrição na Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) até 31 de março de 2021. A princípio, o valor será pago por Pix em conta única.

Agora, para os prestadores de serviço do Transporte Escolar devem se cadastrar na Secretaria de Estado da Educação e terem atuado no último ano letivo (2020). Então, para eles, o valor de R$1.500 será pago em cotas mensais, até que retomem as aulas presenciais no Amapá.

E o Renda Cidadã Emergencial?

Primeiramente, o Renda Cidadã Emergencial é um benefício do Amapá com parcela única de R$300. Ele tem destino a:

  • Pessoas já cadastradas no programa Renda Cidadã Emergencial de 2020 e que continuam em situação de vulnerabilidade social;
  • Artistas inscritos para concorrer aos editais relacionados à Lei Aldir Blanc (lei nº. 14.017/20) lançados pela secretaria de Estado da Cultura em 2020, que não foram contemplados durante o processo de seleção;
  • Guias de turismo que possuam o Cadastur, do Ministério do Turismo.

Auxílio emergencial no Nordeste

Para o Ceará:

O estado do Ceará anunciou o auxílio cesta básica, com valor de R$200 reais. Ele funcionará em duas parcelas de R$100, em um cartão que poderá ser utilizado no comércio local. 

Por enquanto, o recurso tem destino a cerca de 150 mil pessoas com as seguintes profissões: profissionais do transporte complementar, transporte escolar, ambulantes e feirantes, taxistas e mototaxistas, motoristas de aplicativos, bugueiros, guias turísticos, entre outros.

Por isso, o projeto de lei já foi enviado à Assembleia Legislativa e a expectativa é de aprovação nos próximos dias. Ainda assim, não há mais detalhes sobre a forma de cadastramento das pessoas que terão direito ao benefício. Então, você residente do Ceará, esteja atento às notícias locais para saber da liberação.

Como vai ficar o Auxílio emergencial no Maranhão?

O governo maranhense anunciou auxílios emergenciais destinados, em primeiro lugar, às famílias em situação de vulnerabilidade social, além de profissionais de eventos, turismo e transportes. Confira abaixo.

Programa Vale-Gás

O programa consiste em um vale-gás destinado às famílias cadastradas no CadÚnico. Ao todo, 115 mil famílias receberão esse auxílio. 

Profissionais de eventos também receberão auxílio

O setor de eventos foi um dos que mais foram impactados pela pandemia. Sendo assim, o Governo do Maranhão abriu inscrições para um auxílio destinado a essa classe. Para receber, você deve comprovar que trabalhou com eventos entre março de 2019 a março de 2021. 

O auxílio será de R$600, pago em parcela única e poderão se inscrever produtores, bem como promotores, garçons, decoradores, floristas, doceiros, cozinheiros, cerimonialistas e DJs.

Também fazem parte do programa outros dois auxílios: um auxílio de R$600 para profissionais do turismo e um auxílio combustível com valores entre R$80 e R$300 para profissionais do transporte. 

Auxílio emergencial no Centro-oeste:

No Mato Grosso:

O governo do Mato Grosso anunciou no fim de março o programa “Ser Família Emergencial”. O projeto destina R$150 para pessoas de baixa renda durante três meses por meio de cartões que podem ser usados no comércio local. 

O auxílio emergencial no Mato Grosso do Sul:

O Estado do Mato Grosso do Sul lançou o projeto “Mais Social” que concede um benefício mensal no valor de R$200 às famílias em situação de vulnerabilidade social.

O valor será pago por meio de cartão e poderá ser utilizado somente para a compra de alimentos e produtos de higiene pessoal.

Por fim, a relação das famílias beneficiadas, e também das excluídas, será publicada no Diário Oficial do Estado.

O auxílio emergencial na região Sul:

Como fica o Paraná?

O governo paranaense lançou um pacote econômico de socorro aos empreendedores afetados pela pandemia no estado.

O projeto contempla um auxílio mensal de R$250 que será destinado, exclusivamente, aos microempreendedores individuais (MEI), micro e pequenas empresas de setores como comércio de vestuário, bares e transporte de passageiros.

Nesse sentido, o benefício, dependendo do setor e do porte da empresa, será pago por dois ou quatro meses. No entanto, o pacote ainda não foi a votação pela Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), mas a previsão é que ele haja a votação nos próximos dias. 

O auxílio no Rio Grande do Sul 

Em seguida, o auxílio emergencial gaúcho tem destino a empresas, microempreendedores e desempregados das áreas de hospedagem e alimentação, além de mulheres provedoras de família. O valor depende de qual categoria você se encaixa.

Empresas dos setores de alojamento, alimentação e eventos, por exemplo, receberão duas parcelar de R$1 mil. A previsão é que os pagamentos comecem até a segunda quinzena de maio.

Auxílio emergencial na região Sudeste:

Como fica para residentes do Rio de Janeiro?

O estado do Rio de Janeiro criou o programa “Supera Rio”, que deve liberar entre R$200 mensais até o fim do ano para famílias carentes, dependendo do número de filhos – a cada filho será acrescido R$50, limitado assim, a dois dependentes. De acordo com o Estado, o benefício pode chegar ao valor máximo de R$300 mensais. 

O governo prevê o primeiro pagamento ainda para o mês de abril, no entanto, a plataforma para cadastro ainda está em processo de desenvolvimento.

Auxílio emergencial para o Estado de São Paulo:

O governo de São Paulo anunciou um auxílio no valor de R$500 mensais em benefícios por meio de um cartão físico. O valor corresponde a uma gratificação por quatro horas de trabalho para pessoas em situação de vulnerabilidade social.

Chamado de “Bolsa do Povo”, o programa pretende unificar projetos sociais já existentes no estado. Porém, ainda precisa ser aprovado na Assembleia Legislativa. 

Por fim, o objetivo é que os contratados atuem em setores como: educação, esporte, cultura, economia criativa, entre outras. Serão cerca de 115 mil contratados, sendo 20 mil nas escolas estaduais. A expectativa é que o cadastramento para o programa comece ainda no mês de maio. 

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