Mas como isso influencia no rendimento do FGTS? Ele sempre teve a teve rentabilidade menor que a poupança, agora remunera o cotista a uma taxa de 3% ao ano.
O que até pouco tempo atrás fazia com que esses 3% quase não tivessem representatividade perto da Selic que passava dos 6% ou 10% ao ano e sequer cobriam ainflação.
E com isso, o FGTS ainda continua rendendo mais que a Selic. Como boa parte das principais opções de investimentos de renda fixa do mercado acompanham a Selic, elas também sofrem oscilações com ela.
Como é o caso de investimentos como a poupança e o Tesouro Selic, que são diretamente atrelados a ela.
Outros que são prejudicados são: CDBs, LCAs e LCIs que acompanham o Certificado de Depósito Interbancário, uma taxa do sistema bancário que replica de perto a Selic.
O que fazer com o FGTS?
FGTS para quitar dívidas
O FGTS é um fundo composto por um dinheiro depositado pelas empresas a seus funcionários e é administrado pela Caixa Econômica Federal. Os recursos são usados, entre outras coisas, para financiamentos a obras de saneamento, habitação e infraestrutura. São dessas atividades que vêm os lucros.
Portanto, já que agora o FGTS rende mais que a Selic, a dica é só sacar em caso de dívida ou demissão. Ou seja, caso não esteja nessas suas situações, deixe o dinheiro render.
Além disso, também é válido retirar o FGTS para formar uma reserva de emergência, se for o caso. A reserva de emergência é um montante destinado a algum imprevisto e que deve cobrir pelo menos três meses de despesas fixas, por exemplo, em caso de desemprego ou algum acontecimento inesperado.
O FGTS segue rendendo mais com a taxa Selic baixa
Existem ainda duas possibilidades para o saque do dinheiro. Desde do ano passado, a Caixa permite que o trabalhador possa sacar uma parte do saldo de qualquer conta ativa ou inativa do fundo a cada ano, no mês de aniversário, em troca de não receber parte do que tem direito em caso de demissão sem justa causa.
Rendimentos do FGTS nos últimos anos
De acordo com dados dos últimos três anos, a rentabilidade do FGTS foi de:
7,14% a.a em 2017;
5,59% a.a em 2018;
6,18% a.a em 2019;
4,5% a.a em 2020.
A boa notícia não fica apenas no fato que o FGTS rende mais que a Selic. Ano passado, o governo federal anunciou que 100% dos rendimentos do FGTS serão repassados aos contribuintes.
Ou seja, com a alteração, não sacar o fundo de garantia pode ser mais rentável a curto prazo do que todas as opções de investimento em renda fixa, por exemplo.
Algumas dessas opções são até bem conhecidas. Como por exemplo, para pagar a casa própria ou caso a pessoa tenha alguma doença grave, como um câncer. Porém, recentemente, foram acrescentadas mais opções.
É o caso da retirada do FGTS através do saque-aniversário. Essa possibilidade foi liberada no ano passado pelo governo federal.
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Você sabe o que é o capital social da empresa? Sabe como definir esse valor? Não? Então confira neste artigo as respostas que vão te ajudar a administrar melhor seu negócio.
Para se ter ideia, entre 2014 e 2018, o país perdeu cerca de 382,5 mil empresas e 2,9 milhões de pessoas assalariadas. Comércio é o setor que mais perdeu empresas. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Para começar, vamos iniciar pela primeira pergunta. O capital social nada mais é que o poder financeiro de uma empresa, o montante investido pelos sócios quando o negócio ainda estava no início de suas atividades.
Esse é o valor utilizado para manter a empresa aberta enquanto ela não está resultando em lucro ainda e significa o quanto tem de patrimônio. Essa quantia servirá para situações como:
Ou seja, quando você ouve dizer que uma companhia vale determinada quantia de dinheiro, saiba que parte desse valor está diretamente ligado ao capital social. E se a empresa continuou de pé, isso significa que seu capital social foi bem administrado e até começou a obter lucros.
Como definir o capital social?
Toda organização nasce sem lucros, apenas tem à disposição os recursos dos sócios. Nesse sentido, na hora de definir o capital social de uma empresa, é importante pensar de forma estratégica.
Resumidamente, o capital social é a quantia que irá sustentar o fluxo de caixa da organização até que ela comece a obter lucros.
Então, é preciso considerar desde a matéria-prima e publicidade até a folha de pagamento dos funcionários. Por isso, planejar as despesas é essencial para manter a contabilidade alinhada.
O plano de negócio auxilia na tarefa de chegar ao valor de investimento necessário para as operações funcionarem, uma vez que ele prevê todos os custos até que o empreendimento comece a faturar.
Dessa forma, saber o que significa capital social e como defini-lo é fundamental para evitar problemas na contabilidade.
No entanto, o capital social não abrange somente a moeda oficial, além dela também podemos incluir:
1 – Bens tangíveis
Referente a recursos físicos, palpáveis. Os bens tangíveis são ativos absorvidos pela empresa para gerar benefícios econômicos a ela. Além disso, esses bens possuem uma vida útil, posto que são bens materiais.
Os exemplos mais comuns de bens tangíveis são: carros, imóveis e matérias-primas em geral.
2 – Bens intangíveis
Esses bens são mais abstratos, não necessariamente objetos materiais. Sua vida econômica pode ser definida, entretanto, há diversos exemplos de bens intangíveis perpétuos, sem limitação na vida útil.
Além disso, os bens intangíveis precisam se submeter a diversas regras e normas impostas previamente para serem reconhecidos como tais. No mais, o que diferencia os tangíveis dos intangíveis é apenas a sua existência corpórea.
Sendo assim, marcas, domínios na internet, nomes comerciais, patentes e vários outros itens podem ser considerados bens intangíveis.
O capital social é o investimento inicial feito pelos sócios ou acionistas de uma empresa para colocá-la em funcionamento
O que deve conter nesse levantamento?
Nesse momento, algumas perguntas devem ser feitas:
Quais são os custos fixos e variáveis do negócio?
Quais são os projetos necessários nos primeiros meses para alavancar a empresa?
Em quanto tempo a empresa vai atingir o ponto de equilíbrio financeiro?
Por quantos meses o investimento inicial dos sócios vai manter a empresa?
Ao definir o capital social da empresa, pense em uma reserva em dinheiro, já que o valor de bens e direitos não estará disponível imediatamente em caso de necessidade.
Além disso, garanta que o valor investido por cada sócio seja compatível com a declaração do IRPF, já que o capital deve ter origem comprovada.
Cada tipo
A legislação contábil impõem normas para a definição do capital social de acordo com o tipo de empresa. Confira, então, quais as regras para as diferentes modalidades empresariais.
1 – MEI, EPP e EI
O Microempreendedor Individual, a Empresa de Pequeno Porte e o Empreendedor Individual não têm leis específicas sobre o registro do capital social. Porém, a informação pode ser solicitada no ato de cadastro da pessoa jurídica.
No caso do MEI, é possível informar um capital social a partir de R$1 na sua formalização.
2 – Eireli
A Empresa Individual de Responsabilidade Limitada tem um requisito quanto ao capital social. O empreendimento precisa comprovar a integralização de, no mínimo, 100 vezes o valor do salário-mínimo vigente no país no ato de sua formalização.
3 – S/A
O capital social da sociedade anônima fica dividido em ações – sendo estas negociadas no mercado financeiro como capital aberto, fechado ou em debêntures. As regras específicas devem ser avaliadas caso a caso.
4 – Sociedade LTDA
As sociedades limitadas restringem a responsabilidade de cada sócio ao capital social integralizado individualmente. Todos eles, no entanto, respondem solidariamente pela integralização do capital social.
E quem não possui sócios?
Existem dois tipos de empresas individuais que não contam com sócios: o empresário individual (EI) e a empresa individual de responsabilidade limitada (EIRELI). Para cada um desses tipos de empresa, o capital social é tratado de forma diferente.
No caso do EI, não existe uma exigência de capital mínimo para que a empresa seja constituída, por isso não existe a figura do capital social aqui.
Já no caso da EIRELI, como o patrimônio da empresa é diverso do patrimônio do sócio, existe a necessidade de se determinar o capital social desse tipo de empresa que deve totalizar, pelo menos, 100 salários mínimos.
Muitos brasileiros têm o sonho de conquistar o diploma da graduação, já que essa é a chance de se realizar profissionalmente e aumentar as chances de conseguir um bom emprego. Mas quem não pode pagar pela faculdade acaba optando por programas de financiamento estudantil.
E dependendo do curso desejado pelo estudante, o alto valor das mensalidades pode ser um fator que impede a realização desse sonho.
Mas opções de programas de financiamento estudantil não faltam no mercado. E como escolher com tanta variedade? Somente pesquisando sobre as opções existentes você saberá qual é a que melhor atenderá às suas necessidades.
3 programas de financiamento estudantil
Quer saber quais são as opções existentes de programas de financiamento estudantil? O FinanceOne preparou uma lista com os principais tipos para você escolher. Confira!
1) Fies
O Fundo de Financiamento Estudantil (Fies)é o programa do Ministério da Educação, em vigor desde 2001.Ele é uma parceria do Governo Federal junto com a Caixa Econômica e o Banco do Brasil, que oferecem linhas de crédito com condições exclusivas para os estudantes.
O FIES já foi a principal porta de entrada para as faculdades particulares, era o financiamento mais procurado pelos alunos. Porém, a modalidade tem visto a procura cair por conta das regras mais rígidas que o governo tem proposto.
Para se ter uma ideia, em 2014 foram mais de 20% dos financiamentos realizados pelo FIES. Em 2017, a porcentagem chegou a somente 5,7%
O programa tem sofrido algumas alterações, atualmente o programa de financiamento estudantil funciona dessa forma:
-> Pode se inscrever no processo seletivo o candidato que participou do ENEM a partir da edição de 2010. Também é preciso ter tido uma média aritmética das notas nas provas igual ou superior a 450 pontos e nota superior a 0 na redação.
-> Para se inscrever nas modalidades FIES e P-Fies, é necessário que o candidato tenha renda familiar mensal bruta, por pessoa, de até três salários mínimos.
-> Durante o curso, o estudante financiado deve pagar mensalmente o valor da coparticipação, diretamente ao agente financeiro. Quando terminar os estudos, realizará o pagamento do saldo devedor de acordo com sua realidade financeira. Caso a pessoa não tenha renda, ela fará apenas o pagamento mínimo.
-> O FIES é uma forma de ingresso, ou seja, o candidato não precisa fazer o Vestibularda instituição de ensino superior. A nota do ENEM será um dos itens avaliados.
-> O processo seletivo do FIES ocorre no início e no meio do ano. É importante acompanhar o site para ver as novidades, editais e prazos.
Outra opção é recorrer ao financiamento dos bancos, que oferecem diversas modalidades de auxílio aos estudantes. Esta é uma forma privada de garantir uma vaga em universidades.
Para quem não pode pagar uma faculdade particular, os programas de financiamento estudantil são uma opção
Diferentemente do FIES, muitos financiamentos estudantis de banco não são atrelados com a nota do Enem. Essa notícia é muito importante, pois amplia os horizontes de acesso e dá a possibilidade para qualquer pessoa.
Mas, por outro lado, os financiamentos privados exigem vínculo com o banco e avaliação de crédito. Desse jeito, é muito importante ter um score na média e não estar com o nome negativado, por exemplo. Assim, suas chances de arrumar um crédito universitário serão maiores.
Alguns bancos que possuem créditos de financiamento privado são: Bradesco, Santander e Banco do Brasil.
3) Pravaler
O Pravaler é mais um programa de financiamento universitário privado do Brasil. Muitos enxergam como um dos maiores, após o Fies. O estudante realiza o pagamento das parcelas diretamente a ele.
Muitos escolhem o Pravaler pela praticidade e facilidade no processo de contratação, que é bem menos burocrático e mais flexível.
Basta realizar o cadastro no site do programa e passar pela avaliação de crédito. Feito isso, o Pravaler vai confirmar os seus dados acadêmicos com a instituição de ensino. Se tudo estiver certo, basta enviar os documentos para partir para a assinatura do contrato e esperar o e-mail de confirmação do financiamento.
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Antes de mais nada, a pandemia afetou grande parte dos brasileiros que seguem tentando se recuperar economicamente, e uma forma encontrada pela população é a realização dos consórcios. Mas você sabe quais são as vantagens em adquirir um consórcio?
Contudo, para entender as vantagens em adquirir um consórcio, é preciso saber como ele funciona. É considerado uma modalidade de acesso ao mercado de consumo, que é promovido por uma administradora do consórcio.
A princípio, a associação tem como objetivo oferecer aos participantes a oportunidade de adquirir tanto bens, quanto serviços, por meio de um autofinanciamento.
Além disso, participar de um consórcio também é uma forma de realizar uma poupança comum.
Esse tipo de negócio é considerado ideal para aqueles que não precisam imediatamente do bem que será adquirido. Além de poder aplicar uma determinada quantia da renda.
É importante frisar que assim como todo processo financeiro, é necessário entender bem como ele funciona.
O mercado de consórcios é muito diverso. Dá para adquirir carros, por exemplo.
Como funciona um consórcio?
O primeiro passo para aqueles que querem adquirir um consórcio é comprar uma cota. Para isso, procure uma administradora desse tipo de transação, que seja autorizada pelo Banco Central, maior autoridade financeira do país.
Após isso, é possível entrar em contato com uma das empresas e consultar quais planos estão disponíveis. Verifique quais são os melhores prazos e valores disponíveis para você e contrate-o. É importante frisar que antes de assinar o contrato é necessário ler todas as cláusulas. Consórcio ou financiamento: o que é melhor?
6 vantagens em adquirir um consórcio
Agora que você já sabe como funciona um consórcio, está na hora de conhecer as seis vantagens em adquirir um consórcio. De acordo com Sebastião Cirelli, diretor na BR Consórcios, existem seis motivos que levam as pessoas a aderirem a essa modalidade. São elas:
1) Planejar o seu futuro e de sua família
Primeiramente, essa é a essência do consórcio e do sucesso financeiro. Afinal, a aquisição de cotas, de forma programada e dentro das possibilidades, representa uma facilidade para você programar o futuro e o da sua família.
Por isso, é possível conquistar bens e ampliar o seu patrimônio, seja ele pessoal, empresarial ou familiar.
Sobretudo, outra vantagem é que poderá programar a compra de um carro ou uma casa nova, ou até mesmo a sede da sua empresa.
2) Diversidade de planos
Do mesmo modo, o contratante tem a possibilidade de ajustar as parcelas e o prazo. Além do valor que aplicará para adquirir o bem ou serviço em questão. Nesse sentido, uma vantagem é o poder de escolha do tempo máximo para receber a carta de crédito e a aquisição do bem. O que torna o consórcio mais flexível.
3) Baixos custos
Nesse tipo de sistema não existem juros. Sendo assim, você pagará somente a taxa de administração, que é a remuneração da administradora pelos serviços prestados aos consorciados na formação, organização e administração do grupo de consórcios, e o fundo de reserva.
Estes servem para garantir o funcionamento do grupo. Os valores variam entre as administradoras.
4) Poder de compra à vista
No momento da aquisição, quem adquirir o item terá o poder de barganha e de negociação para conseguir benefício. Além dos melhores preços, isso se dá devido a carta de crédito que receberá ao ser contemplado por sorteio ou lance equivale à compra de um bem ou serviço à vista.
Isso porque, no consórcio, o valor da carta de crédito é sempre atualizado anualmente para garantir o poder de compra do bem ou do serviço desejado.
5) Possibilidade de antecipar a contemplação
Além do sorteio mensal, você pode acelerar o recebimento da carta de crédito ofertando lances, que nada mais são do que a antecipação de prestações. Ou forma é diminuindo o prazo de pagamento ou o valor da parcela, conforme estabelecido em contrato.
6)Crédito para despesas
Em consórcios, existe ainda a possibilidade de poder pagar despesas relacionadas à aquisição do bem ou do serviço (como transferências de propriedade, tributos, registros cartoriais, instituições de registros e seguro). Usando até 10% do valor total de crédito recebido na contemplação.
Entenda como é possível adquirir uma casa ou carro no consórcio
Se interessou pelo consórcio e quer adquirir um bem ou serviço nele? Para isso é importante entender como funciona, principalmente se você quer obter uma casa ou carro. Além disso, existem diversas vantagens em adquirir um consórcio.
Para quem não sabe, o Banco Central divide o bem em quatro categorias. São elas:
Bens móveis: veículo automotor, aeronave, embarcação, máquinas e equipamentos;
Outros bens móveis, exceto os já informados anteriormente. Um exemplo são os eletrodomésticos;
No dia 2 de abril, a Dataprev, empresa responsável por verificar os dados dos benefícios e enviar à Caixa Econômica, liberou os primeiros lotes para consulta de quem receberá o benefício em 2021. Quem teve o auxílio emergencial negado, no entanto, poderá contestar a decisão.
Há dois tipos de motivos em que o auxílio emergencial 2021 poderá ser negado:
Inelegibilidade passível de recursos (pessoas que podem contestar): Nesses casos, quem discordar da análise e entender que a situação descrita nas mensagens do Governo Federal está errada ou já se alterou, deve fazer uma contestação.
Inelegibilidade definitiva (nesses casos, não é possível contestar): a situação que motivou o indeferimento não vai se alterar.
Você poderá ver o motivo exato pelo qual o benefício foi negado no site da Dataprev, ao realizar a sua consulta. A seguir, explicaremos como contestar o auxílio emergencial negado. Continue a leitura!
3º passo: na tela em que aparece a mensagem do resultado, clique no botão “contestar análise”. Esse botão aparece abaixo da informação do critério de não aprovação;
4º passo: a contestação precisa ser feita em até 10 dias corridos a partir da data em que a informação ficou disponível;
5º passo: não há informações sobre quando a contestação terá uma resposta, mas o resultado será informado no site ou aplicativo da Caixa Econômica ou Dataprev.
Quem pode contestar o auxílio emergencial negado
Pode contestar quem se encaixa nos critérios do auxílio 2021 mas, por algum motivo, está com os dados desatualizados ou errados na base de dados do governo – o que faz com que a pessoa pareça inelegível.
Por isso, em alguns casos, é necessário corrigir a informação em outras plataformas e contestar o benefício no próprio site da Dataprev.
Saiba como contestar caso o seu pedido do auxílio emergencial 2021 seja negado
Um dos critérios para receber o auxílio emergencial 2021, por exemplo, é ser maior de 18 anos, exceto para mães adolescentes.
Se o seu auxílio foi negado e o motivo que aparece é “menor de idade“, mas você tem 18 anos ou mais, isso significa que ou seu auxílio foi indeferido porque no momento da análise inicial você ainda não tinha completado 18 anos ou sua data de nascimento pode estar errada na base do governo.
Caso a sua data de nascimento esteja incorreta no sistema, é preciso atualizar a informação na Receita Federal pessoalmente ou no site.
Vale ressaltar, contudo, que no exemplo apresentado acima só pode contestar se, de fato, a pessoa tiver mais de 18 anos e as informações estiverem erradas. Se você não tem 18 anos, você não poderá receber o auxílio emergencial 2021.
Quem não pode contestar o benefício negado
Existem algumas situações em que o beneficiário não pode contestar o benefício negado. Em todos os casos, os detalhes aparecerão no site da Dataprev, ao fazer a consulta do seu status. Abaixo, veja alguns motivos que não podem ser contestados, de acordo com o governo federal:
MOTIVO DO BENEFÍCIO NEGADO
O AUXÍLIO FOI NEGADO PORQUE…
Família já contemplada
Uma pessoa da sua família já está recebendo o Auxílio Emergencial 2021. Como a Lei permite que apenas uma pessoa receba benefício, não há possibilidade de realizar contestação.
Renda tributável acima do teto
O Governo identificou que você declarou rendimentos tributáveis superiores a R$28.559,70 no IR do ano de 2019. A Lei não permite que pessoas que declararam estes valores recebam o auxílio.
Valor em bens acima do teto
Você declarou a posse ou a propriedade de bens ou direitos, incluída a terra nua, em valor superior a R$300.000,00 no Imposto de Renda relativo ao ano de 2019.
Dependente de titular com rendimento tributável acima do teto
Você aparece como dependente de alguém que declarou Rendimentos tributáveis superiores a R$28.559,70 no IR relativo ao ano de 2019.
Alguns motivos pelos quais o auxílio emergencial 2021 pode ser negado, segundo o governo
Benefício começará a ser pago já este mês
O auxílio emergencial 2021 começará a ser pago ainda este mês, em quatro parcelas, de acordo com o governo e com o calendário da Caixa Econômica Federal.
O calendário de pagamentos do auxílio mostra que os trabalhadores informais vão ser os primeiros a receber o auxílio e depois os beneficiários do Bolsa Família, que terão o calendário tradicional mantido.
Vale lembrar, contudo, que este ano não foram abertos novos cadastros para o recebimento do benefício. Por isso, só terá direito aqueles que já tenham recebido em 2020.
Serão pagas aos trabalhadores quatro parcelas com valor médio de R$250 – que pode variar de R$150 a R$375, conforme o perfil do beneficiário e a composição de cada família.
Segundo informações do governo, serão beneficiadas 45,6 milhões de pessoas, ou seja, 22,6 milhões a menos do que no auxílio emergencial de R$600, pago em meados do ano passado.
O auxílio emergencial teve início em abril de 2020 e ajudou famílias de baixa renda a se estabelecerem economicamente devido à crise provocada pela pandemia do coronavirus.
Caso você não esteja entre os brasileiros que receberão o novo auxílio, conheça outros 5 benefícios sociais. Verifique as condições e se tem direito aos valores.
O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, conhecido pela sigla FGTS, possui muitas funções. Uma delas é o uso do saldo disponível para um financiamento imobiliário. Desse modo, é possível abater até 80% do valor das parcelas durante 12 meses consecutivos.
Esse valor também pode ser utilizado, por exemplo, para dar entrada na aquisição do imóvel. Entretanto, para realização do ato, esse financiamento imobiliário deve ocorrer através do Sistema Financeiro de Habitação (SFH).
Contudo, antes de mais nada, é preciso compreender o que é o SFH e o FGTS e quais são o seu propósito. Por isso, entenda melhor sobre o assunto.
O Fundo de Garantia é um direito de todo cidadão que trabalha no regime CLT.
O que é o Sistema Financeiro de Habitação (SFH)?
O Sistema Financeiro da Habitação foi instituído pelo Governo Federal no ano de 1964 como uma maneira de reduzir o déficit habitacional brasileiro. Isso quer dizer que, por meio de um crédito a longo prazo, fica mais fácil conquistar uma casa própria.
Esse é um programa que beneficia muitas pessoas de baixa renda, por isso, essa modalidade de crédito possui uma taxa de juros mais baixos. O programa “Minha Casa Minha Vida”, por exemplo, também faz parte do SFH.
Dessa forma, utilizar o FGTS e até a Caderneta de Poupança é uma possibilidade para abater esses valores. Já que, às vezes, essa é a única forma que as pessoas conseguem guardar dinheiro.
O que é o FGTS?
De acordo com o Governo Federal, o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) foi criado em 1966 por meio de uma lei. A princípio, esse direito exerce a função de proteger o trabalhador demitido sem justa causa, mediante a abertura de uma conta vinculada ao contrato de trabalho.
É por isso que no início de cada mês, os empregadores depositam em contas abertas na Caixa Econômica Federal, em nome dos empregados, o valor correspondente a 8% do salário de cada funcionário.
O saldo da conta vinculada constitui-se pelos depósitos mensais realizados pelo seu empregador, acrescidos de correção monetária e juros.
Sendo assim, todo trabalhador que atua sob o regime de Consolidação de Leis Trabalhistas (CLT), ou seja, com carteira assinada, possui um determinado valor de FGTS.
Muitas vezes, esse valor fica acumulado em contas inativas. Isso significa que caso você não tenha sacado esse dinheiro quando saiu de uma empresa anterior, essa quantia permanece retida com a Caixa Econômica Federal.
Portanto, se você quer realizar um financiamento para realizar o sonho da casa própria, considere essa opção. Continue lendo para entender como providenciar essa documentação.
Como fazer o uso do FGTS para Financiamento Imobiliário?
Para realizar um financiamento imobiliário usando recursos do FGTS é preciso seguir alguns passos importantes. São eles:
Consultar o saldo disponível em suas contas inativas do FGTS;
Separartoda a documentação necessária para a aquisição do imóvel;
E por fim, iniciar a contratação do financiamento.
Para realizar esse trâmite, você precisa procurar uma instituição que financie imóveis através do SFH. A Caixa Econômica é a principal intermediária para esse tipo de assunto.
Quais são as condições para o comprador realizar um financiamento imobiliário?
Para todo e qualquer tipo de financiamento, você precisa cumprir alguns requisitos. Confira abaixo quais são:
É essencial que o trabalhador tenha exercido atividade formal sob regime da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) por, pelo menos, três anos, sejam eles consecutivos ou não. Também não é necessário que todo o tempo de trabalho tenha sido executado na mesma empresa;
Não ter nenhum financiamento ativo no Sistema Financeiro de Habitação (SFH) em qualquer parte do território brasileiro;
Não ser proprietário de nenhum imóvel residencial urbano ou misto.
Por fim, não se esqueça de procurar uma instituição séria para realizar esse tipo de operação e procure entender bastante sobre o assunto. Afinal, trata-se de uma quantia grande de dinheiro, então todo cuidado é pouco para não ter prejuízo.
Se você compra uma mercadoria que logo apresenta defeito, será que é possível trocar? Será que a lei garante a troca de produtos com defeito? Quais são seus direitos nesse caso? Se você quer saber tudo isso, continue lendo até o final esse post.
Em primeiro lugar, a troca puramente de um produto não está prevista na lei nº 8.078 de 11 de setembro de 1990, conhecida como o Código de Defesa do Consumidor. O que existe é um prazo para desistência daquela compra. O CDC prevê esse direito de arrependimento, conforme consta no artigo 49:
“No prazo de 7 dias a contar de sua assinatura ou do ato de recebimento do produto ou serviço”.
Mas não funciona bem assim. Para trocar produtos, como um presente que você não gostou ou uma roupa que não coube adequadamente, a loja pode estipular seu prazo. E as regras.
Por exemplo, produtos em promoção não costumam permitir a troca posterior. Por isso, é importante observar atentamente as regras de troca da loja que você está para adquirir um produto.
Principalmente se for durante alguma liquidação ou promoção, em que a troca pode não ser permitida. Muitas lojas também exigem que a etiqueta permaneça no produto e, além disso, podem exigir cupom fiscal ou cupom de troca, um comprovante escrito que permita essa substituição.
Mas, produtos com defeitos fogem a essa regra. Se o produto possui algum vício, pode ser substituído em até 30 dias, segundo o artigo 18 da lei. Vamos entender melhor o caso a seguir.
Produto com defeito: o que fazer?
Sim, um produto com defeito tem o prazo de até 30 dias para ser trocado. Garantido por lei. Na verdade, esse prazo pode até mudar. Segundo o artigo 26 da lei que dispõe sobre a proteção do consumidor, o prazo para reclamar os vícios de produtos e serviços não duráveis é de até 30 dias.
Para produtos e serviços duráveis, esse prazo chega a 90 dias. A contagem desse prazo começa a contar da “entrega efetiva do produto ou do término da execução dos serviços”. Veja a seguir como consta o texto legal:
Art. 26. O direito de reclamar pelos vícios aparentes ou de fácil constatação caduca em: I – trinta dias, tratando-se de fornecimento de serviço e de produtos não duráveis; II – noventa dias, tratando-se de fornecimento de serviço e de produtos duráveis.
Uma forma de ter mais tempo para trocar é a garantia estendida, além do período que consta na lei. Porém, você deve ficar atento. A garantia estendida costuma ser feita por uma empresa de seguros e você pode optar ou não se quer comprá-la.
A venda casada, ou seja, sua venda imposta junto a do produto, é proibida! Entenda mais sobre os direitos do consumidor nessa matéria. Para eventuais reparos, existe também o prazo de garantia no contrato da compra do produto ou serviço, fornecido pelo fabricante.
Resumindo: produtos sem defeito dependem da política da loja para trocar. Produtos com defeito, o prazo de 30 dias é garantido pelo CDC. Mas há exceções.
O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor explica os casos em que pode haver troca de produtos com defeito. Isso segundo consta na legislação brasileira. Um desses casos é o de produto essencial, que consta no artigo 18. Segundo o Idec, produtos essenciais são geladeiras ou fogões, por exemplo.
Nesses casos, o consumidor não precisa esperar o prazo de 30 dias para reparo ou devolução do dinheiro pago. A troca, restituição imediata ou abatimento devem ser imediatos caso “a substituição das partes viciadas possa comprometer a qualidade ou características do produto, diminuir-lhe o valor ou se tratar de produto essencial”.
Quem adquiri um produto com defeito tem direito de troca até 30 dias
Outro caso de troca é de produtos com vício oculto e aparente, segundo o artigo 26 do CDC. O Idec explica que “vício aparente é aquele que pode ser constatado facilmente, como um risco na superfície de um freezer”.
Já o oculto é um defeito que surge repentinamente, com a utilização do produto, e não é decorrente do desgaste natural das peças. Exemplo disso é um problema no motor. O Idec ainda explica que o consumidor pode reclamar tanto com o fornecedor direto quanto com o fabricante.
Existe também a troca caracterizada como direito de arrependimento. Esses casos valem para compras fora do estabelecimento comercial, como a internet. O prazo é de até sete dias.
Art. 49. O consumidor pode desistir do contrato, no prazo de 7 dias a contar de sua assinatura ou do ato de recebimento do produto ou serviço, sempre que a contratação de fornecimento de produtos e serviços ocorrer fora do estabelecimento comercial, especialmente por telefone ou a domicílio.
Parágrafo único. Se o consumidor exercitar o direito de arrependimento previsto neste artigo, os valores eventualmente pagos, a qualquer título, durante o prazo de reflexão, serão devolvidos, de imediato, monetariamente atualizados.
Saiba como identificar produtos com defeito
Para solicitar a troca ou devolução de um produto com defeito você precisa identificá-lo, até porque as lojas costumam informar quais são os tipos de falhas aceitas para a devolução da compra.
Quer saber quais são eles? O Código do Consumidor estabelece no artigo 4º, inciso V:
“Incentivo à criação pelos fornecedores de meios eficientes de controle de qualidade e segurança de produtos e serviços, assim como de mecanismos alternativos de solução de conflitos de consumo.”
Mas o que isso significa? Que todo produto e/ou serviço oferecido deve ser eficiente em atender a demanda no qual ele é proposto. Além disso, ele também deve ser seguro para os clientes.
E o que costuma acontecer, com frequência, são os casos de que produtos apontam problemas em sua utilização ou acabam sendo fonte de acidentes de consumo. Para esses casos, o Código do Consumidor protege os brasileiros.
Porém, são estabelecidas diferentes regras para o vício e o fato do produto. Confira abaixo!
Vício do produto
Esse tipo de defeito são as imperfeições que podem afetar o funcionamento do produto comprado. E o Código do Consumidor classifica em três categorias:
-> Que torna o produto/serviço inadequado ao consumo;
-> O que diminui o valor do produto/serviço;
-> Decorrente da disparidade das indicações do produto/serviço com aquelas descritas na embalagem ou na oferta publicitária.
E o que seria esse tipo de problema? Vamos pensar que você comprou uma televisão e do nada ela começa a desligar sozinha, esse é um vício do produto.
A partir disso, você pode procurar o fornecedor para que o problema seja resolvido. Mas o seu prazo é de somente 30 dias.
Fato do produto
Este é para quando o produto com defeito causa algum tipo de dano ou problema para o consumidor. Um exemplo disso é quando uma cadeira na qual você está sentado quebra e você acaba se machucando.
São sempre situações que os produtos com defeito levaram a um acidente.
Produtos com defeito têm devolução do dinheiro?
Sim, a devolução do dinheiro pode ocorrer caso o problema não seja resolvido em até 30 dias. É o que consta no artigo 18 do CDC. Existem três opções para o consumidor, caso o problema não seja resolvido dentro desse período: um produto similar, a devolução do dinheiro ou um desconto. Confira o que consta na lei:
§ 1° Não sendo o vício sanado no prazo máximo de trinta dias, pode o consumidor exigir, alternativamente e à sua escolha: I – a substituição do produto por outro da mesma espécie, em perfeitas condições de uso; II – a restituição imediata da quantia paga, monetariamente atualizada, sem prejuízo de eventuais perdas e danos; III – o abatimento proporcional do preço.
Conhece algum amigo que está precisando saber dos seus direitos na troca de um produto com defeito? Envie esse artigo para ele para que mais pessoas tenham acesso a essas informações.
Vender carro usado não é uma tarefa tão simples, mas pode ser considerado um ótimo negócio se for feito de maneira cautelosa. Para conseguir fazer realmente um bom negócio é necessário ter bastante cuidado para não perder dinheiro, caso contrário você poderá sair prejudicado e mal sucedido.
Há quem confunda a venda de carros usados com imóveis na mesma condição. No entanto, esta comparação é injusta tendo em vista diversos fatores, como o objetivo de ambos e valorização. Nem toda venda de carro está associada com desvalorização e/ou perda de dinheiro. Tudo depende do ponto de vista e estratégia do interessado.
Confira algumas dicas de como vender um carro usado
Quem deseja vender um carro usado costuma ter que optar entre ganhar mais dinheiro, vender mais rápido ou ter mais segurança na transação. Em alguns casos, por exemplo, é possível alcançar êxito em mais de uma dessas opções. Saiba se vale a pena converter o carro para GNV.
Especialista dá 3 dicas para vender o carro usado
É muito importante ouvir e ler dicas, além de pesquisar sobre este assunto antes de efetuar qualquer transação errada. Afinal, você não vai querer vender o seu carro usado por um valor muito abaixo do que comprou.
A desvalorização acontece e é natural, como em qualquer outra situação. Entretanto, você pode seguir alguns passos importantes para valorizá-lo e mantê-lo, ainda, com um preço compatível e atrativo no mercado. Dessa forma, o prejuízo não será exorbitante.
Para ajudar os interessados no assunto, Fabio Pinto separou três dicas super importantes, que ajudarão você a vender seu carro usado por um preço justo. Ele é especialista da indústria automobilística há dez anos e CEO da Carflix, startup que propõe uma melhor compra e venda de veículos por meio de sua plataforma online.
Fábio comenta que vender um carro usado pode ser um bom ou mau negócio, e isso será definido pela maneira pela qual o proprietário negocia o seu bem. Segundo o especialista, um dos maiores erros cometidos é quando o vendedor não sabe nem mesmo por qual preço vender o veículo. Confira quais são os carros mais econômicos do Brasil.
Para consertar este erro, é preciso estar sempre atento ao mercado automobilístico, principalmente o de seminovos. O intuito é o de entender como funciona esse tipo de transação: os melhores momentos para vender, negociar, além de saber ser transparente.
“Estar familiarizado com a marca e o modelo de seu automóvel, seu valor atual, quilometragem e seu histórico de serviço são fatores importantes na hora de vender um seminovo sem perder dinheiro”, explica Fabio.
#1 Considerar o mercado
A primeira dica do especialista é para que o proprietário do carro considere sempre o mercado. Para melhor visualizar, tente responder às seguintes perguntas: O seu carro está em demanda? Este é o momento certo para vendê-lo?
Resumindo, você precisa entender em que contexto o seu automóvel se encaixa. Por exemplo, embora os sedans familiares, não estejam em alta, costumam estar em crescente. Além de ser muito buscado por pessoas que precisam de transporte básico e barato.
Além disso, a valorização do seu carro ainda pode ser afetada de outras maneiras.. Se o carro tiver uma boa economia de combustível e o preço da gasolina estiver alto. É possível, portanto, pedir mais por ele.
#2 Pesquisar a tabela FIPE
Embora essa dica pareça óbvia, é preciso ter bastante atenção. Segundo o especialista, ainda tem muita gente deixando de conferir o valor do seu usado no mercado. E começando negociações sem pesquisar antecipadamente sobre o veículo e compras.
A tabela Fipe é uma excelente opção, por ser utilizada como referência pelos lojistas, comerciantes e vendedores na hora de determinar o preço de determinado carro novo ou usado. Dessa forma, antes mesmo de vender o seu carro usado procure pesquisar o valor dele no mercado.
#3 Fazer pequenos ajustes e invistir em bons anúncios
Para qualquer tipo de venda, estar sob manutenção é fundamental e faz a diferença na hora da escolha.Vários detalhes ajudam a tornar o carro ainda mais conservado.
Comece, por exemplo, tirando coisas básicas como os arranhões e imperfeições que insistem em ficar na pintura. Outra tática é realizar um polimento no carro, substituir os tapetes (um truque fácil e barato). E até mesmo fazer uma lavagem no motor. Confira as dicas para economizar com a manutenção do carro.
Para alguém se interessar é preciso divulgar. Somente o boca a boca diário não levanta quórum o suficiente. Uma boa propaganda faz toda a diferença, ainda mais se for realizada pela internet.
Uma boa dica é: faça boas fotos do carro. Isso é importante, mas busque sempre ter o máximo de discrição possível. Para conseguir êxito é preciso ser verdadeiro em todas as informações.
Mais dicas para conseguir vender carro usado
Essas dicas acima já te ajudaram a entender melhor sobre como conseguir vender o seu carro usado? Então confira mais algumas que poderão te ajudar neste processo:
Defina um preço
Venda para uma loja
Venda para pessoa física
Anuncie na internet
Acompanhe a transferência do carro
Este conteúdo te ajudou? Então compartilhe nas redes sociais para poder ajudar outras pessoas. Se quiser complementar a sua leitura, confira a melhor forma de vender carro usado.
O Tesouro IPCA+ é o investimento ideal para quem deseja proteger o dinheiro da inflação, principalmente para quem quer fazer o dinheiro render a longo prazo. Esse é um dos tipos de títulos oferecidos pelo Tesouro Direto.
Além disso, esta é a plataforma utilizada para a negociação de ativos do Tesouro Nacional.
Para quem não sabe, o Tesouro IPCA+ é um investimento de renda fixa. Sendo assim, a aplicação paga juros anuais mais a variação da inflação oficial do Brasil.
E se você manter o dinheiro aplicado até o prazo final do vencimento terá a certeza de que o seu rendimento será real. Além disso, é bem provável que ele ultrapassará o Índice de Preços ao Consumidor Amplo.
Este ano, a aplicação voltou a ter juro real de 4%, o que é acima da inflação. Mas será que vale a pena investir no Tesouro IPCA+? A resposta você vai ver durante esse artigo, além de:
Mas o que é investimento do Tesouro IPCA? Como já foi dito acima, ele é um título público oferecido pelo Tesouro Direto. Sendo assim, é um programa de negociação de ativos públicos do Governo Federal.
Quem aplica o dinheiro nesse investimento consegue se proteger da inflação e ter um maior rendimento a longo prazo, isso tudo com total segurança.
E a principal característica desse investimento é o rendimento atrelado ao IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo). Ele é uma pesquisa da elevação da média dos preços, considerada a inflação oficial do Brasil.
Dessa forma, quem investe no Tesouro IPCA+ não sabe exatamente quanto receberá no final da aplicação. Porém, o seu dinheiro será valorizado com o juro definido na contratação do investimento.
Mas se você quer realizar o cálculo do rendimento líquido, a conta deverá ser realizada após o desconto do Imposto de Renda, que costuma ser de de 22,5% a 15% (de acordo com o tempo de aplicação) e as taxas.
Vale ressaltar ainda que os títulos do Governo Federal são os investimentos mais seguros que existem no país. E como isso é possível? Simples, porque todo o sistema financeiro depende do Banco Central e do governo.
E assim como em todo tipo de investimento é preciso conhecer o seu perfil para saber qual aplicação é indicada para você, com o Tesouro IPCA+ não é diferente. Ele é ideal para quem tem um perfil mais conservador.
É um ótimo investimento para quem tem metas a médio e longo prazo e é claro, para quem quer se proteger da inflação e evitar perder dinheiro. Isso porque os riscos são baixos devido a segurança dos títulos públicos.
O Tesouro IPCA+ é indicado para quem tem o perfil mais conservador
Mas caso você queira ter uma maior liquidez, uma boa opção é o Tesouro Selic. Principalmente porque é um investimento que pode ser resgatado a qualquer momento da aplicação.
Já os títulos públicos pré-fixados não devem ser considerados como opção de investimento, já que os juros são mais baixos do que as outras duas aplicações.
Como investir em Tesouro IPCA+?
É muito importante, nesses casos, saber como investir para poder entrar de cabeça neste novo objetivo. Primeiramente, você precisa se cadastrar em uma corretora ou banco de investimento.
Após o cadastro, você passará a ter acesso ao sistema do Tesouro. E, de acordo com a instituição escolhida, será através do mesmo site onde fez o cadastro que já poderá negociar os títulos.
Você também vai poder obter dados mais atualizados de cada papel. Mas, fique atento porque o ideal é abrir a conta em uma instituição financeira sólida. Procure uma que seja de confiança.
Outro ponto a ser levado em consideração é verificar aquela que tenha taxas atraentes, além disso que não cobre para que você invista em Tesouro Direto. Se ela oferecer assistência nos primeiros passos, melhor ainda, pois te dará segurança e valorização.
Quanto rende o Tesouro IPCA?
Outro ponto importante é saber sobre a taxa de rentabilidade. Você sabe quanto rende o título Tesouro IPCA?
Esse título tem uma taxa de rentabilidade que é composta por uma parte prefixada mais a variação do IPCA no período.
Vale destacar que, se o índice subir, os rendimentos aumentam. Agora, se acontecer o contrário, é possível ter a garantia de que receberá, ao menos, a taxa prefixada do ativo.
É importante pontuar que, quando se investe em Tesouro IPCA, se tem apenas uma previsão de quanto o seu dinheiro renderá até o vencimento. Vale pontuar, também, que não há como prever exatidão, já que dependerá do comportamento da inflação no futuro.
Algumas características do Tesouro IPCA+
Assim como diversos outros investimentos, o Tesouro IPCA+ também é recheado de características e vantagens. Uma delas, principalmente, é o fato de abranger o pequeno investidor.
Isso porque ele pode ser ofertado de diferentes maneiras. Por exemplo, com vencimentos de três, cinco e dez anos, a depender da forma.
Ao investir no Tesouro IPCA+ você está se protegendo da inflação
Por isso, antes de começar a investir, o ideal é descobrir qual é o título mais adequado para a sua carteira. Saiba de antemão que é possível ter uma grande diversidade com o Tesouro Direto.
Conheça algumas características básicas e rápidas do Tesouro IPCA+:
Nomenclaturas: também pode ser conhecido como NTN-B. A sigla consiste em Notas do Tesouro Nacional da série B.
Investimento mínimo: seu investimento inicial depende do preço unitário (PU), que varia diariamente, de acordo com as expectativas para os juros futuros da Economia.
Liquidez: possui liquidez imediata, ou seja, pode ser convertido em dinheiro rapidamente. Assim que você solicita o resgate, o governo compra o seu título. Em seguida, o valor líquido ficará disponível na sua conta no próximo dia útil.
Taxas e tributação: investindo, seus rendimentos ficam sujeitos à cobrança de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) nos primeiros trinta dias. Há, além disso, o Imposto de Renda (IR), que segue a alíquota regressiva.
Outras características
De acordo com o título, a remuneração pode ocorrer apenas no resgate ou a cada seis meses;
Tem incidência de Imposto de Renda conforme o tempo de aplicação, de menos de 180 dias (22,5%) a mais de 720 dias (15%);
Rendimento de um percentual fixo mais a variação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo no período;
Boa forma de se proteger da inflação ao manter a valorização atrelada a esse aumento dos preços da economia;
Diferentes vencimentos;
Pode sofrer variação em seu valor ao longo do tempo. Mas é possível carregá-lo até o fim para garantir a exata valorização prometida.
Este conteúdo te ajudou? Gostaria de saber mais sobre o título Tesouro IPCA+? Então comente as suas dúvidas e compartilhe o artigo com outras pessoas!
Se você deseja começar a empreender, deve estar procurando negócios promissores para 2021, não é mesmo? Talvez esteja pensando sobre o que vender na internet ou como usar alguma habilidade sua para conseguir ganhar uma grana.
Seja quais forem os seus motivos para decidir abrir o próprio negócio, queremos ajudar você! A seguir, vamos mostrar alguns tipos de negócios promissores para 2021. Por isso, continue lendo e confira as sugestões que separamos!
Ideias de negócios promissores 2021
Nossa lista começa um um negócio que requer um investimento inicial. Mas, é claro, que esse valor pode variar conforme o que você decidir fazer.
Confira abaixo algumas ideias de negócios promissores 2021 que separamos!
1. Lojas Virtuais
Nossa lista de ideias de negócios promissores 2021 começa com uma loja virtual, até porque as estatísticas do e-commerce mostram que as vendas online estão crescendo. Por isso, que tal vender pela internet os produtos que você mais gosta?
Você gosta e entende de óculos de sol? Ou prefere roupas? Não importa qual seja o produto, pode ser uma boa ideia montar uma lojinha virtual para transformar seu gosto em uma oportunidade de negócio promissor.
Talvez você esteja pensando na parte prática de como criar uma loja de e-commerce, achando que isso é muito complicado. Afinal, é necessário hospedar a loja virtual, encontrar os produtos para vender, cadastrar cada item, colocar um carrinho de compras etc.
Mas a boa notícia é que existem plataformas que facilitam todo esse processo, como é o caso da Shopify. Por isso, se você está procurando negócios promissores para empreender em 2021, considere a possibilidade de criar uma loja virtual.
2. Blogs
Em nossa lista de negócios promissores 2021, vale a pena citar o blog. Muitas pessoas usam o blog para escrever sobre o que gostam, mas talvez acabam não se dando conta de que ele pode ser uma oportunidade de negócio.
Quer entender isso melhor? Explicaremos:
Vamos supor que você adora livros e tenha o hábito de assistir diversos filmes no decorrer do ano. Isso significa que sua mente tem uma boa bagagem de conteúdo, certo? E que tal compartilhar isso com outras pessoas? É aí que você cria um blog para publicar, por exemplo, resenhas sobre os filmes.
Se você fizer um bom trabalho de divulgação e otimizar o conteúdo usando as melhores ferramentas de SEO para alcançar um bom posicionamento no Google, isso pode gerar tráfego para o seu blog, o que abre as portas para negócios online.
Uma alternativa, por exemplo, seria inserir anúncios no Google Ads no seu blog. Além disso, você também poderia recorrer ao marketing de afiliados.
Negócios promissores 2021: trabalhar com blog pode ser uma ótima alternativa. Confira outras opções
3. Clube de Assinatura
Ter assinaturas está mostrando ser uma tendência global, e 2021 promete ser o ano das empresas que usam o modelo de assinatura.
No Brasil, o mercado de clubes de assinatura cresceu 10% em setembro de 2020, um avanço impressionante para um cenário de pandemia e crise mundial —, segundo dados da Betalabspublicadosna Valor Investe.
Em 2015, por exemplo, existiam apenas 300 empresas nesse setor e, atualmente, o número estimado é de quase 4 mil clubes de assinaturas.
Confira quais segmentos de assinaturas se destacaram:
Livros (27%)
Bebidas (18%)
Alimentos (17%)
Cuidados pessoais (12%)
Pet (11%)
Outros (15%).
Aspossibilidades de clubes de assinatura são inúmeras: vinhos, cervejas, doces, produtos naturais, kits de maquiagem, acessórios para pets, itens para churrasco, cápsulas de café e qualquer produto de consumo frequente que o público possa receber em casa.
Ou seja, basta encontrar um nicho de mercado que ainda não foi explorado para abrir seu negócio!
4. Venda de cosméticos naturais ou artesanais
A consciência ambiental e a busca por produtos sustentáveis também vem aumentando na cabeça do consumidor. Por isso, os cosméticos naturais ganham destaque no mercado de beleza.
Segundo um estudo da plataforma Teads publicado em 2020 na Brazil Beauty News, 62% dos brasileiros acreditam que os cosméticos deveriam ser formulados apenas com ingredientes naturais e orgânicos.
Apesar de ser recente no Brasil, o segmento tem grande potencial de crescimento para este ano, pois está em sintonia com as mudanças de hábitos dos consumidores pós-pandemia.
Entre as opções de negócios promissores 2021 que acabamos de sugerir, uma delas pode ser exatamente o que você precisa para dar aquele pontapé inicial.
No entanto, é importante ter em mente que a incerteza continua dominando o cenário mundial, e que ainda não temos como prever o desempenho das empresas nos próximos anos.
Gostou das dicas? Acha que elas podem ser úteis para alguém? Então compartilhe esse texto nas suas redes sociais e ajude outras pessoas!