O número de fintechs de crédito no Brasil está em crescimento. Elas oferecem crédito de modo rápido, fácil e sem as burocracias comuns das instituições financeiras, além de taxas menores que as do mercado.
Isso acontece devido a enxuta estrutura física e equipe que geralmente atua nesse tipo de serviço financeiro.
Para se ter ideia, de acordo a Prestho, uma das primeiras fintechs do Brasil, o empréstimo online cresceu 28% e cerca de 67,7% das solicitações foram realizadas por meio de dispositivos móveis. No mês de outubro de 2020, a empresa registrou um aumento de 84% nas solicitações.
Outro dado interessante é que, em 2020, os empréstimos triplicaram nas fintechs de crédito. Os dados são da Associação Brasileira de Crédito Digital (ABCD) e a Associação Brasileira de Fintechs (ABFintehcs).
Ou seja, para o cliente, a dívida pode ficar mais barata, porém ainda assim é preciso ter alguns cuidados. Veja quais:
1 – Verifique a veracidade do site
O primeiro cuidado é verificar se a fintech de crédito está cadastrada no Banco Central. A consulta pode ser feita no próprio site do BC.
Depois, é o momento de verificar se o site da instituição é seguro, pois existe a possibilidade de ser falso.
Para tanto, verifique se há um cadeado na barra de endereços do site acessado e se o endereço começa com “https”. Isso indica que a conexão é segura e criptografada, o que evita o furto de seus dados. Se for só “http”, suspeite.
Confira ainda se o site informa o CNPJ, endereço físico, telefone, canais de contato direito com o consumidor (chat, e-mail e SAC). Se nenhum dado estiver disponível, desconfie.
2 – Pesquise a reputação da empresa
Consulte se há reclamações contra a instituição em sites de reclamação de consumidores. As redes sociais também podem te dar informações sobre a veracidade do site da empresa, assim como uma simples busca na internet.
Basta colocar o nome da empresa em um site de buscas para encontrar informações do endereço fixo e contato oficial da empresa. Além de comentários de quem já solicitou empréstimos àquela empresa.
Lembre-se que empréstimos online são realmente mais fáceis e mais rápidos que os convencionais. No entanto, sempre uma análise de crédito irá ser solicitada pois é a forma mais segura ao de validar o contrato.
3 – Não pague nada antecipadamente
As instituições autorizadas pelo BC para operarem com empréstimos via internet não podem exigir nenhum pagamento antecipado. Se houver pedido de depósito da primeira parcela do valor a ser concedido ou o pagamento de taxas, fuja, pode ser golpe.
Nunca deposite nada na conta de pessoas físicas. Elas não estão autorizadas a conceder empréstimos online.
Fintechs oferecem crédito de modo rápido, fácil e sem burocracias
Os fraudadores utilizam do argumento de que é necessário pagar taxas para que possam conduzir a negociação do empréstimo. Depois, somem do mapa.
De maneira geral, instituições financeiras confiáveis solicitam comprovantes de renda e histórico de crédito, antes de seguirem com a negociação.
4 – Não passe senhas e acesso a conta bancária
Ao contratar o empréstimo em fintechs de crédito ou em bancos tradicionais não é necessário informar nenhuma senha de uso pessoal (informação sigilosa). Geralmente essas instituições pedem documentos básicos como RG, CPF, comprovante de endereço e comprovante de renda.
Além disso, não deixe dados pessoais expostos como endereço, CPF, RG e telefone em comentários abertos de redes sociais.
Fraudadores podem usar os dados e até mesmo ligarem se passando pela empresa. As análises de crédito são feitas através dos sites oficiais e aplicativos.
5 – Peça e leia o contrato
Antes de fechar o empréstimo via internet, solicite à empresa o contrato e leia atentamente todos os termos antes de assinar.
Atenção para as condições estabelecidas e verifique se o documento detalha o CET (Custo Efetivo Total) do empréstimo, que inclui juros e taxas incorporadas ao valor solicitado.
Você já escutou falar em calendário de controle financeiro? Essa é uma ferramenta muito utilizada nas empresas. Mas você pode adaptar esse calendário para ser aplicado nas suas finanças pessoais.
Manter a organização das suas finanças é fundamental para quem quer economizar e até mesmo guardar dinheiro. Lembre-se que se você não realiza o monitoramento da sua vida financeira, fica mais fácil perder o controle dos gastos.
Por isso, é importante que o monitoramento seja diário, semanal ou até mesmo mensal. Dessa forma, é possível evitar que você crie novas dívidas.
E qual é a importância de ter um calendário de controle financeiro? Essa resposta é simples!
Se você não tem uma ferramenta que te ajude a acompanhar as suas finanças, isso pode fazer com que você perca os vencimentos das contas.
Consequentemente você acabará pagando por juros e multas devido ao atraso do pagamento. E é claro que você não quer isso, certo?
Dicas para montar o seu calendário de controle financeiro
Está precisando montar um calendário de controle financeiro mas não sabe por onde começar? O FinanceOne te ajuda com o passo a passo abaixo!
Comece estudando as suas finanças
Para colocar as contas em dia e ter uma estabilidade financeira, é necessário estudar o seu orçamento. Além de um pouco de esforço para você mudar a forma como lida com as suas finanças pessoais.
Não adianta você guardar dinheiro se depois compra um produto por um valor acima do que ele normalmente custa. É preciso avaliar se realmente o produto é importante para você.
Avalie se a compra é por impulso ou não. Dessa forma, será possível evitar que você fique em uma situação financeira desconfortável.
Por isso, veja o calendário de controle financeiro como o começo da sua relação saudável com o dinheiro. E como em toda mudança, essa também será de adaptação, disciplina e foco.
Escolha como será o seu calendário
Para começar a montar o seu calendário de controle financeiro você pode utilizar diversas ferramentas. Lembre-se que o mecanismo dele é bem simples e não é necessário muito para montar um.
Ele deve permitir que você organize todas as suas receitas e despesas, de acordo com as datas de vencimento e os valores de cada conta. Assim, você consegue realizar o monitoramento de forma cronológica e não esquece de nenhuma conta.
Mas onde criar o seu calendário? Pode ser em uma folha de papel, uma planilha do Excel ou até mesmo um aplicativo no seu celular. Veja qual dessas ferramentas funciona melhor para você e use.
É importante que você consiga utilizar o calendário de controle financeiro, por isso teste e avalie qual opção é a melhor. Existem pessoas que fazem em formato de tabelas, outras usam o calendário tradicional.
Independente do que você escolha, é importante que consiga ter uma visão clara da sua situação financeira de um determinado período.
Identifique as receitas e despesas recorrentes
Você precisa entender também sobre como funciona o mecanismo do calendário de controle financeiro. Por exemplo, o êxito dele vai depender muito do seu empenho em identificar os seus ganhos e despesas.
O calendário de controle financeiro te ajuda a manter as contas em dia
Isso ajuda muito para que os dados das ferramentas estejam 100% alinhados e coincidam com a devida realidade. O preenchimento deve ser algo bem ágil, prático e fácil. Facilite isso da melhor forma.
Uma forma de tornar esse fluxo bem favorável é identificando quais são os gastos que você tem mensalmente, ou até por semana, se for o caso. Isso evita que qualquer item possa ficar de fora da lista e atrapalhe o seu resultado.
Busque sempre monitorar o calendário
Para algumas pessoas, algumas contas e gastos fixos se concentram na data de pagamento. Mas, em alguns casos, os gastos podem ser distribuídos ao longo do mês e isso pode sair da sua visão.
Dessa forma, é sempre bom que você acompanhe e monitore o seu calendário. Desenvolva esse hábito e faça isso de forma periódica. Com isso, será possível acompanhar e estar sempre identificando se a sua renda mensal é compatível e suficiente para cobrir os gastos.
Isso também vai te ajudar a tomar decisões conscientes e importantes, de modo que não faça nenhuma mudança ou investimento sem saber se há um gasto pendente ou acumulado.
Faça ajustes necessários
A ação anterior vai te ajudar a dar equilíbrio ao seu controle financeiro. Por isso, sempre que precisar faça ajustes pontuais e necessários.
Mas, para isso é preciso sempre observar a existência de quantia sobrando ou pendências prestes a serem concluídas.
Planeje para investimentos
A depender do seu cenário, já pode ser possível pensar em fazer investimentos a longo prazo. Isso ajudará a você conseguir ter um rendimento maior e alcançar possíveis metas elencadas com antecedência.
E aí, este texto te ajudou? Você conseguiu identificar neste passo a passo a importância e como montar o seu calendário de controle financeiro? Então compartilhe com outras pessoas e comente aqui o que achou.
A TransferWise facilita o envio de dinheiro para o exterior. É uma ferramenta online que permite enviar quantias de forma rápida, barata e segura.
A empresa, sediada em Londres, foi criada por dois amigos cansados de perder tempo e dinheiro enquanto tentavam administrar suas contas bancárias, uma em Euros e outra em Libras Esterlinas.
A ideia por trás da empresa é permitir o envio de dinheiro usando o câmbio verdadeiro do dia. Ou seja, aquele que a gente consegue como resposta ao pesquisar no Google, sem cobrança por spread ou taxas escondidas.
Ao final, cada transferência no TransferWise pode sair até 8x mais barata do que pelos métodos tradicionais.
TransferWise: o que é e como funciona?
O TransferWise tem contas bancárias abertas em diversos países do mundo, utilizando as mais diferentes moedas.
Quando um usuário quer transferir valores, por exemplo, de Reais para Euros, ele gera um boleto na moeda brasileira e o dinheiro cobrado fica armazenado na conta do Transferwise no Brasil.
Logo depois, a conta europeia da TransferWise envia o valor em Euroscorrespondentes (usando a taxa de mercado da data de envio) para a conta do destinatário cadastrado.
Desta forma o dinheiro nunca sai de fato do país de origem ou entra no país de destino, evitando as taxas normalmente cobradas no processo. É um modo completamente diferente de lidar com as transferências internacionais.
O processo pelo TransferWise, da saída do dinheiro do Brasil até o recebimento no exterior é rápido. Ele dura, no máximo quatro dias (mas costuma ser ainda mais rápido que isso).
Qual a diferença entre TransferWise e Bancos?
Ao fazer uma ordem de pagamento internacional utilizando os bancos tradicionais, o cliente deve verificar as seguintes taxas:
tarifa de envio;
taxa de câmbio;
Imposto sobre operações financeiras (IOF).
Além de outras despesas que podem ser somadas ao valor total – e até cobradas do destinatário.
Portanto, veja abaixo um comparativo do custo de uma transferência internacional para um terceiro usando a TransferWise versus o mesmo montante enviado por instituições bancárias.
A tabela tem como exemplo o envio de uma remessa de R$1.000 para conta de outra pessoa no exterior.
Quando falamos de dinheiro, é essencial saber se os serviços que adquirimos são de confiança. Por isso, a primeira questão que nos vem à cabeça é saber se enviar dinheiro pela TransferWise é seguro.
Em termos de segurança, usar a TransferWise para transferências internacionais é tão confiável quanto recorrer a um banco.
A principal vantagem, no entanto, é o custo mais reduzido. E o fato de se saber exatamente quanto o beneficiário irá receber.
Atuando no Brasil em parceria com os bancos MS Bank e Banco Rendimento, a TransferWise opera como um correspondente cambial.
O resultado é que o cliente usufrui do melhor de dois mundos: preços mais baixos, com a segurança de utilizar um serviço regulamentado pelo Banco Central.
Fundada pelo primeiro funcionário do Skype, a TransferWise conta hoje com mais de 3 milhões de clientes que utilizam sua plataforma para enviar dinheiro de forma segura, e possui mais de 1.000 funcionários em nove escritórios ao redor do mundo.
Como usar a ferramenta?
É simples e seguro usar a TransferWise para enviar dinheiro para o exterior. Para isso, os passos a seguir são:
1. Confira a taxa de câmbio primeiro: os bancos cobram uma taxa de câmbio diferente do câmbio médio definido pelo mercado. Ao câmbio comercial, adicionam uma margem, tornando o câmbio mais caro.
A TransferWise usa o câmbio médio do momento para converter o dinheiro, não fazendo qualquer alteração ao câmbio comercial. Pode conferir os valores em sites como Google, XE ou Yahoo Finance.
2. Crie uma conta gratuita: você pode usar sua conta do Facebook ou do Gmail para criar seu perfil TransferWise, ou inserir seu e-mail pessoal e uma senha. Basta ir no site da TransferWise.
3. Inicie a transferência: selecione as moedas de origem e de destino e escolha o valor que deseja enviar. A TransferWise mostra quanto o beneficiário irá receber e qual a comissão a pagar: o IOF já está incluso e não existem custos extras – o preço total é totalmente transparente.
4. Especifique o beneficiário: informe os dados bancários da pessoa para quem você irá fazer a transferência, ou se a conta de destino for sua, informe seus dados bancários no exterior.
5. Pague pela transferência: finalize a operação pagando o valor da transação. Se enviar dinheiro do Brasil para o exterior, o pagamento pode ser feito via boleto bancário ou por transferência TED.
Lembre-se que a transferência tem de ser paga com sua própria conta bancária.
6. Recebimento confirmado: depois de a TransferWise sinalizar o recebimento do valor na conta, o valor é convertido e enviado para a conta bancária do beneficiário.
O destinatário não precisa ter uma conta cadastrada na TransferWise, basta ter uma conta bancária ativa no país de destino da remessa.
Serviço permite enviar quantias para o exterior por taxas menores
Manter o controle também é importante: durante a operação, a TransferWise envia e-mails para você saber exatamente em que estado está sua transferência. Você pode também verificar isso no site ou no app deles.
Como funciona a TransferWise no Brasil?
No Brasil, a TransferWise tem parceria com os bancos MS Brasil e Banco Rendimento, atuando como um representante de câmbio dessas instituições, estando regulamentadas pelo Banco Central.
Preços da TransferWise
A TransferWise trabalha com uma tarifa de envio que varia de acordo com vários fatores. Em seguida, você poderá ver de que forma o preço das transferências é estruturado.
É bom lembrar que a TransferWise não possui tarifas adicionais ou ocultas: todas as vezes que fizer uma simulação ou envio, o cliente pode ver quanto paga exatamente e quanto o beneficiário recebe. É possível entender os preços melhor na ferramenta que a empresa disponibiliza aqui.
TransferWise – IOF
O IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) é um imposto do Governo Federal aplicado às movimentações financeiras internacionais. Essa taxa varia de acordo com o tipo de operação.
Assim como as outras instituições financeiras, as transferências da TransferWise cumprem os regulamentos locais quanto a IOF:
– 0,38% nas transferências para titularidade diferente: uma pessoa que envia dinheiro do Brasil para o exterior, para conta bancária de um amigo ou familiar;
– 1,1% nas transferências para conta de mesma titularidade: uma pessoa que envia dinheiro do Brasil para o exterior, para conta bancária em seu próprio nome;
– 0,38% em transferências para o Brasil: se enviar do exterior para o Brasil, o IOF estipulado pelo Governo é sempre de 0,38%;
Pagando na TransferWise: boleto ou TED
Ao fazer uma transferência com a TransferWise, são mostradas, no último passo, as duas maneiras de pagar pela transação:
– Boleto bancário: este método tem a cobrança de uma taxa pela emissão do boleto. Se optar por este, a TransferWise enviará um e-mail com o boleto no momento em que o requisitar. Fique atento à data de vencimento.
– Transferência TED: você pode transferir direto para a conta da TransferWise – este método é normalmente mais rápido. Porém, verifique com o seu banco se ele irá cobrar você por efetuar uma TED.
Limites de transferências via TransferWise
Para enviar dinheiro do Brasil para o exterior, você terá de ter em atenção alguns limites:
– Limite mensal de R$9.000: esse limite zera no primeiro dia de cada mês.
– A partir de R$30.000: pode continuar transferindo dentro do limite mensal de R$9.000, porém será necessário enviar:
> Comprovante de renda no Brasil;
> Comprovante de residência (Brasil ou exterior).
Além destes documentos, será necessária a verificação de identidade, que pode ser feita com RG, Passaporte ou CNH.
Todas as instituições financeiras que têm o funcionamento autorizado pelo Banco Central do Brasil, assim como os bancos cambiais parceiros da TransferWise, devem implementar políticas internas e medidas de controle para prevenção de fraudes e práticas criminosas (Lei nº 9613 de 03/03/1998).
Transações comerciais
Por enquanto, os usuários da TransferWise no Brasil estão aptos a fazer transferências apenas de Pessoa Física para Pessoa Física, para utilização com fins pessoais.
Isso serve tanto para transferências do Brasil para o exterior, como para transferências do exterior para o Brasil.
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Entender sobre criptomoedas é o que muita gente vem buscando. Afinal, a possibilidade de enriquecer com essa moeda parece ser real para algumas pessoas.
Por isso, se você quer entender como funciona o mundo das moedas digitais, blockchain e companhia, veja a lista de filmes sobre Bitcoin abaixo.
Com uma ajudinha do Internet Movie Database, o IMDB, selecionamos alguns dos filmes sobre a moeda já lançados – muitos estão em produção – que você deve conhecer. Confira a lista e comente no final o que você achou!
1- Bitcoin – o fim do dinheiro como conhecemos (Bitcoin: The End of Money as We Know It)
O filme de 2015 é na verdade um documentário criado nos Estados Unidos para falar da controversa moeda virtual. Em uma hora, é traçada uma história do dinheiro e expostas as práticas dos bancos centrais e dos atores financeiros. É destacado como o governo influencia no processo de criação do dinheiro e como a inflação é causada.
Algumas questões levantadas no documentário são se o Bitcoiné uma alternativa às moedas locais, se as criptomoedas vão levantar uma revolução em transações monetárias, se é um presente para criminosos, entre outros pontos.
2 – Banking on Bitcoin
Outro documentário lançado nos Estados Unidos, em 2016, Banking on Bitcoin fala sobre essa criação disruptiva desde a invenção da própria internet.
Além disso, um dos aspectos do filme é tratar uma “batalha ideológica” entre utópicos e capitalistas e como a tecnologia das criptomoedas vão moldar as vidas no futuro.
3 – O Surgimento e a ascensão do Bitcoin (The Rise and Rise of Bitcoin)
Mais um documentário norte-americano, criado em 2014, para tratar da mais famosa das criptomoedas. Fala de um programador de 35 anos que vive em Pittsburgh e fica fascinado pela Bitcoin.
Essa adoração e envolvimento com a criptomoeda acabam afetando sua vida no trabalho e em casa, com sua esposa e os três filhos.
Desde que descobriu o Bitcoin em 2011, o programador Dan engajou-se na comunidade da moeda e no documentário é possível acompanhar a jornada desde então. O mercado de mineração também será explorado no filme, que traz também depoimentos de empreendedores sobre o assunto Bitcoin.
4 – Life on Bitcoin
O documentário de 2015 fala da vida de dois recém-casados que precisam suprir suas necessidades diárias usando apenas criptomoedas. O casal Austin e Beccy Craig recebe um desafio após duas semanas de seu casamento.
Precisam descobrir como se virar adquirindo os itens necessários a sua sobrevivência com o pagamento das compras usando as criptomoedas.
É possível aprender sobre Bitcoin assistindo filmes
5 – Bitcoin Heist
A primeira ficção da nossa lista é um filme de ação. Com 1h50 de duração, o longa foi lançado em 2016 e produzido no Vietnã.
A história mostra um agente da Interpol que, para pegar o bandido mais procurado do mundo, precisa montar um time de hackers de elite. O plano para pegar o ladrão é planejar um grande roubo de criptomoedas.
6 – The Blockchain and Us
É um curta, em formato de documentário, com duração de 31 minutos. Lançado em 2017, o filme não explica a tecnologia mas sim as implicações que ela pode trazer.
As entrevistas acontecem com desenvolvedores de softwares, criptologistas, pesquisadores e empreendedores, entre outros especialistas. Eles falam sobre o que muda na sociedade com as criptomoedas, entre outros tópicos.
7 – Bitcoin in Uganda e Bitcoin in Argentina
Na verdade, são dois documentários produzidos pelo projeto BitcoinFilm.org. O projeto é descrito como um time de voluntários que estão empolgados com a forma como o Bitcoin é usado pelo mundo.
O primeiro documentário fala da Ronah, uma jovem da Uganda que se muda para Massachusetts em 2011. Ela precisa enviar com frequência dinheiro a seu irmão de 20 anos para pagar as mensalidades do curso de Contabilidade e Finanças em Kampala.
Como as taxas de transferência são altas, seu marido decide começar a comprar Bitcoins, para ver se conseguem enviar dinheiro mais facilmente ao irmão.
O segundo documentário tem apenas oito minutos e fala sobre o impacto do Bitcoin na Argentina. Aponta os benefícios da transação da criptomoeda em comparação às com dinheiro em espécie, mais complicadas e arriscadas.
8 – The Rise and Rise of Bitcoin
Esse é um filme-documentário de 2014 que segue o programador Daniel Mross, que é um entusiasta ávido da moeda Bitcoin e seu irmão, Nicholas. O filme mostra que eles produziram o projeto pois acreditavam que as criptomoedas seriam o futuro definitivo da moeda mundial.
Durante o documentário, há várias entrevistas com empresas e pessoas que tiveram importantes papéis na expansão do Bitcoin. O filme está disponível na Amazon Prime.
9 – O menino da internet: a história de Aaron Swartz
O filme conta a história de Aaron Swartz, que é um programador que ficou conhecido pelo hackativismo, além da coautoria do feed RSS e sendo um dos cofundadores da rede social Reddit.
Ele já foi preso em 2011 por invadir o campus da faculdade de Harvard à noite. E também já foi acusado meses depois de fraude eletrônica e obtenção ilegal de um computador protegido.
Teve várias passagens posteriores pela polícia estadunidense, até cometer suicídio em janeiro de 2013.
O filme retrata a vida e o legado do programador, e é uma boa reflexão sobre a situação da liberdade política que, por sua vez, é um ponto de vista diretamente ligado aos fundamentos do Bitcoin.
Você quer começar um negócio mas não tem dinheiro para investir? Talvez uma alternativa seja solicitar um empréstimo para que você possa arcar com as despesas. Mas será que realmente vale a pena?
Para começar, essa pode sim ser uma boa ideia. Mas é preciso que você inclua as parcelas desse empréstimo nas finanças da sua empresa. Vale lembrar ainda que uma das maiores dificuldades de começar um negócio é justamente o dinheiro para dar o pontapé inicial.
Uma dica, antes de investir muito dinheiro no seu negócio, é começar de forma mais simples, com o menor custo possível. Quer um exemplo? Se você vai abrir uma loja de roupas, comece vendendo online em vez de já ter a sua própria loja.
Outra ideia é para restaurantes. Você pode começar realizando eventos diretamente na casa das pessoas ou até mesmo testar vender somente por aplicativos.
Lembre-se que todo empreendedor corre o risco de cometer algum erro no início. E, por isso, quem investe muito dinheiro de cara pode acabar perdendo muito mais. Tente investir o mínimo possível para que você não perca muito caso algo dê errado.
Além disso, quem está querendo começar um negócio, independente de qual seja o ramo, precisa se planejar para investir. É preciso que você já tenha o capital de giro necessário para abrir e manter a sua empresa durante os dois primeiros anos.
Mas caso isso não seja possível, a melhor opção é solicitar um empréstimo. Porém, isso pode aumentar o risco do seu negócio.
Quando vale a pena solicitar empréstimo para começar um negócio?
Antes de qualquer coisa, é preciso que você saiba quando é o melhor momento para solicitar um empréstimo ao abrir um negócio. Isso porque é necessário ter certeza do que você necessita para que a empresa comece a funcionar de fato.
Muitas pessoas não sabem quanto e nem do que precisam para contratar um empréstimo com o banco.
Por isso, a dica é começar montando o planejamento do seu negócio. Avalie o quanto é rentável, pesquise o seu público, veja os fornecedores e até mesmo os seus possíveis concorrentes.
E por que isso tudo é importante? Simplesmente ao solicitar um empréstimo, você precisará pagar as parcelas e para isso o seu negócio precisa ser rentável o suficiente para se manter sozinho e pagar o empréstimo.
Se achar que precisa de muito tempo para o seu negócio começar a gerar lucro, pense em outras possibilidades. Como procurar um sócio ou investidor ou até mesmo a opção de juntar dinheiro.
Além disso, o seu planejamento também deve considerar que pegar um empréstimo para abrir uma empresa é válido somente quando o seu negócio permitir ter rendimento suficiente para manter as atividades e pagar as parcelas do empréstimo.
Um empréstimo considerado bom tem parcelas que representam entre 20% e 25% do lucro líquido da empresa.
Quais são as possibilidades de empréstimo para começar um negócio?
Além de saber se é vantajoso ou não, é importante também conhecer alguns tipos de empréstimo que podem se tornar opção na hora de começar um negócio. Neste caso, é preciso sempre observar as condições para não ter prejuízo.
Solicitar empréstimo para começar um negócio pode ser boa alternativa para quem está sem dinheiro
Confira as três opções a seguir que podem te ajudar a decidir na hora de iniciar o seu projeto de ter uma empresa:
-> Empréstimo consignado: aqui você encontra uma das modalidades de crédito que conta com taxas bem pequenas de juros no mercado. Nessa opção, o pagamento é feito por meio de parcelas descontadas diretamente do holerite ou da aposentadoria da pessoa, o que facilita tanto para quem empresta o dinheiro quanto para quem recebe.
O consignado ainda tem um prazo de 72 meses para a quitação da dívida. Um dos pontos negativos é o fato de que somente pensionistas, aposentados do INSS, funcionários públicos e funcionários de instituições privadas que oferecem o consignado podem solicitar o crédito.
-> Empréstimo pessoal: aqui, você tem uma opção de empréstimo que possui uma das menores burocracias na hora da contratação. Além disso, pode ser contratado de forma totalmente online com apenas alguns cliques.
Vale destacar, também, que o crédito pessoal é uma modalidade relativamente acessível. Isso acaba por ser uma boa opção caso precise de capital rápido. Pode ser citado como desvantagem o fato que as suas taxas de juros tendem a ser mais elevadas.
-> Empréstimo com garantia: parecido com o consignado, o empréstimo com garantia tem taxas menores no mercado. É possível fazer um empréstimo com garantia de veículo ou com garantia de imóvel.
Dessa forma, você usa um bem seu pessoal como segurança do pagamento do seu empréstimo. Logo, o risco da operação diminui para a instituição financeira, reduzindo também a taxa de juros do empréstimo.
Como desvantagem, o solicitante precisa ter um imóvel ou veículo para ser colocado como garantia na operação de crédito, além do risco de perder o bem caso não tenha condições de pagar o empréstimo.
Gostou dessas informações? O conteúdo te ajudou? Então compartilhe com alguém que esteja precisando dessas dicas e comente as suas experiências com empréstimo para gente!
Ótima notícia para os brasileiros: o Governo Federal liberou, na última semana, os calendários de pagamentos do FGTS e do Bolsa Família.
Vale ressaltar que o calendário do Fundo de Garantia que está disponível é referente às parcelas do saque-aniversário. Enquanto o benefício do Bolsa Família está com o pagamento na data regular.
O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) tem como objetivo proteger os trabalhadores brasileiros que são demitidos sem justa causa. Ele é um fundo que todo empregado tem e o dinheiro é depositado pelo patrão todos os meses.
Já o Bolsa Família é um programa que contribui no combate à pobreza e a desigualdade social do país. Vale ressaltar que existe um limite de renda para que as famílias possam participar do programa social.
Confira os calendários de pagamento do FGTS e Bolsa Família
Se você é beneficiário de um dos dois programas sociais do Governo Federal, o FGTS e Bolsa Família, precisa estar atento à divulgação dos calendários de pagamentos. Confira a seguir!
Calendário do Bolsa Família
Se você é cadastrado no programa do Bolsa Família, já sabe que o calendário é montado de acordo com o último dígito do número de Identificação Social, o NIS, que está impresso no cartão de cada titular.
É importante estar muito atento às datas, já que para cada final do NIS existe uma data que corresponde no mês. Veja o calendário.
NIS
Janeiro
Fevereiro
Março
Abril
Maio
Junho
Julho
Agosto
Setembro
Outubro
Novembro
Dezembro
1
18
11
18
16
18
17
19
18
17
18
17
10
2
19
12
19
19
19
18
20
19
20
19
18
13
3
20
17
22
20
20
21
21
20
21
20
19
14
4
21
18
23
22
21
22
22
23
22
21
22
15
5
22
19
24
23
24
23
23
24
23
22
23
16
6
25
22
25
26
25
24
26
25
24
25
24
17
7
26
23
26
27
26
25
27
26
27
26
25
20
8
27
24
29
28
27
28
28
27
28
27
26
21
9
28
25
30
29
28
29
29
30
29
28
29
22
0
29
26
31
30
31
30
30
31
30
29
30
23
Calendário do FGTS
Para os beneficiários do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, o calendário que há disponível é referente ao saque-aniversário.
Vale lembrar que o trabalhador somente poderá sacar um percentual da quantia disponível, de acordo com alíquotas e valores abaixo:
Faixas de Saldo – R$
Alíquota
Parcela Adicional
Até R$ 500
50%
R$ 0
De 500,01 até 1.000
40%
R$ 50
De 1.000,01 até 5.000
30%
R$ 150
De 5.000,01 até 10.000
20%
R$ 650
De 10.000,01 até 15.000
15%
R$ 1.150
De 15.000,01 até 20.000
10%
R$ 1.900
De 15.000,01 até 20.000
5%
R$ 2.900
Confira a seguir o calendário de pagamentos
Mês de nascimento
Período para saque
Janeiro
de janeiro a 31 de março
Fevereiro
de fevereiro a 30 de abril
Março
de março a 31 de maio
Abril
de abril a 30 de junho
Maio
de maio a 30 de julho
Junho
de junho a 31 de agosto
Julho
de julho a 30 de setembro
Agosto
de agosto a 29 de outubro
Setembro
de setembro a 30 de novembro
Outubro
de outubro a 31 de dezembro
Novembro
de novembro de 2021 a 31 de janeiro de 2022
Dezembro
de dezembro de 2021 a 28 de fevereiro de 2022
Saiba quem pode receber o Bolsa Família 2021
Está na dúvida se você pode receber ou não o Bolsa Família em 2021? Existem alguns pré-requisitos que você precisa seguir.
Um deles é que para receber as famílias precisam estar em situação de pobreza, ou seja, receber entre R$89,01 e R$178 por mês, ou extrema pobreza, onde a per capita é de R$89.
O calendário do FGTS e Bolsa Família já está disponível para consulta
Ainda é preciso que na família tenha gestantes, crianças e adolescentes, com idade entre zero e 17 anos.
Vale ressaltar ainda que só pode participar do programa social quem estiver inscrito no Cadastro Único, mais conhecido como CadÚnico, que é pertencente aos programas sociais do Governo Federal.
É importante ressaltar ainda que o membro da família inscrito no CadÚnico precisa estar sempre com os dados atualizados. De preferência essa atualização deve ser realizada a cada dois anos.
O cadastro é realizado pelo município, sendo que os agentes do Centro de Referência da Assistência Social (CRAS) vão até as casas das famílias que estão passando por necessidade para avaliar cada situação.
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Como definir os melhores investimentos para fevereiro? O primeiro passo é analisar o cenário econômico e político do país.
O mês começa na espera de respostas concretas do governo federal para alguns assuntos importantes. Principalmente sobre a imunização dos brasileiros, da inflação dos alimentos, do aumento do desemprego e do fim do auxílio emergencial.
Quanto a Selic, o Boletim Focus do Banco Central projeta o índice em torno de 3% ao ano no fim de 2021, mas vem aumentando a expectativa de inflação.
Em meio a esse quadro, o Congresso Nacional (Câmara e Senado) realizam eleições para presidência e Mesa Diretora. No cenário político mundial, há a guerra do 5G, uma das questões mais delicadas nas relações entre EUA e China.
Investimento imobiliário é uma boa opção para fevereiro
O coordenador do MBA de Gestão Financeira da Fundação Getulio Vargas (FGV), Ricardo Teixeira, destaca que o setor imobiliário é um dos investimentos para fevereiro mais indicados.
Texeira lembra que que alguns segmentos tiveram graves perdas em 2020, como foi o caso do setor de shoppings centers, que tiveram todo o seu processo paralisado.
Por outro lado, setores como o de logística estão saindo da crise repaginados, impulsionados pelo alto volume de vendas do comércio eletrônico.
De acordo com o especialista, hoje, com a taxa selic em 2%, a taxa mais baixa da história, os financiamentos estão com preços melhores.
“Boas opções de financiamento devem continuar positivo para empresas e consumidores. E, investir em um FII oferece a oportunidade de acesso a vários empreendimentos com um baixo custo — é possível entrar em alguns fundos com apenas R$ 100”, ressalta o professor da FGV.
Outros 5 investimentos sugeridos pelo especialista
Ricardo Teixeira diz que o ideal é diversificar os investimentos para fevereiro. Ele recomenda procurar produtos financeiros que são isentos de Imposto de Renda, por exemplo.
Especialista afirma que brasileiro terá de arriscar mais e apostar mais alto
Para isso, confira abaixo as dicas de cinco produtos financeiros no mercado.
1 – Títulos de Renda Fixa pós-fixados
Títulos cujo rendimento acompanha um indexador econômico como CDBs, LCI e LCA.
2 – Títulos de Renda Fixa indexados pela inflação
Investimentos com rendimentos compostos de uma parcela pré-fixada, que você conhece no momento da contratação, e de uma parcela pós fixada que acompanha o índice de preços ao consumidor (IPCA).
3 – Fundos multimercado
Fundos que mesclam diferentes tipos de investimentos como renda fixa, ações e câmbio, geridos por uma empresa administradora que faz a captação dos recursos em cotas visando maior rentabilidade.
Por serem administrados por terceiros cobram taxas de administração.
4 – Renda Variável
Categoria de investimento dinâmica que não possui retornos previsíveis e podem ser impactados por múltiplos fatores. Por exemplo, ações.
5 – Investimentos no exterior
Aplicações feitas em empresas de capital aberto sediadas e outros países, por meio de BDRs (Brazilian Depositary Receipts). Esses investimentos são interessantes, pois as aplicações são feitas em Real, mas a reserva é feita em Dólar.
É comum se sentir sem chão quando se para e pensa: fiquei desempregado, e agora? Perder o emprego pode te fazer entrar em pânico, mas não vai ajudar em absolutamente nada.
Além disso, a pandemia do novo coronavírus fez com que o fantasma do desemprego viesse a tona de uma forma intensa. Mas, após passado o baque da notícia da demissão é preciso dar a volta por cima.
Por isso, é preciso se manter motivado para que consiga enxergar a luz no fim do túnel. Pode acreditar, é possível dar a volta por cima. Veja por onde (re)começar!
Estar desempregado pode ser uma situação complicada. Entre as justificativas mais comuns dos últimos tempos está a crise. As taxas de desemprego no país atingem milhões de profissionais, índice que preocupa quem depende da verba para sobreviver.
O fato é que ninguém gosta de estar sem emprego e ter dor de cabeça para pagar as contas, certo? E quanto menos aparecem oportunidades, mais você começa a pensar que é o fim e que nunca irá conseguir outro emprego.
Acredite, encontrar a vaga ideal é questão de tempo.
Fiquei desempregado: 7 coisas para não fazer
1. Sentir-se constrangido. Você não está só e não tem motivos para se envergonhar. Isso pode acontecer com qualquer pessoa em algum momento da vida.
2. Desistir. Nunca decida chutar o balde. Muitas injustiças acontecem, mas desistir jamais (mesmo que esteja sentindo insegurança e decepção).
3. Ficar desanimado. Tudo bem ficar triste e se sentir vazio por alguns dias. Mas lembre de levantar e sacudir a poeira porque tudo vai ficar bem.
4. Esquecer que tem dívidas. Não tenha os mesmos hábitos de sempre. Evite gastar sem necessidade e anote todas as contas.
5. Gastar todo dinheiro. Caso já tenha recebido os valores da rescisão e seguro-desemprego, não torre toda a grana sem antes pensar no seu futuro. Esta é sua única garantia de verba para viver nos próximos meses.
6. Adquirir vícios. Não importa se é em álcool ou Netflix, qualquer vício é prejudicial. Use o tempo de maneira sadia se especializando online ou criando projetos. O foco é não se entregar.
7. Desesperar-se. Ok, existem milhões de desempregados e pode ser difícil se recolocar no mercado. Mas pense que esta é sua oportunidade de recomeçar.
Fiquei desempregado, e agora: o que fazer?
Primeiramente, pare e analise os ganhos no último emprego e o que pode ser descartado. Organize as finanças e pendências em geral, listando as dívidas fixas e pontuais.
Confira mais dicas de como se reestruturar emocionalmente e financeiramente!
Confira e planeje suas finanças
O período normal de recolocação no mercado é de até seis meses. Pensando assim, é necessário que se tenha uma organização para que não falte dinheiro para gastos mais essenciais. É importante fazer, nesta etapa, o planejamento dos próximos meses.
Renegocie determinadas dívidas e faça de tudo para que as parcelas sejam menores. O motivo disso é que, se preferir quitar, pode ficar sem dinheiro para pagamentos emergentes.
Então, a melhor alternativa é quitar os valores mais baixos e parcelar os que demandam mais verba.
Reflita sobre os pontos fortes e fracos
Com o tempo livre, foque em aprender mais sobre você. O autoconhecimento é o maior bem que tirará nesta fase, por isso, aproveite ao máximo para se conhecer profissionalmente e pessoalmente.
Quais são seus pontos fortes? Quais são os fracos? Quais atitudes precisam de melhoria o quanto antes? Faça uma análise e liste todas as suas características
Evite usar cartão de crédito
Usar cartão de crédito enquanto está desempregado é pedir para se enrolar. É bom evitar todo e qualquer tipo de financiamento, empréstimo e até o cheque especial.
Pense antes de consumir algo se o produto é essencial e se pode ser pago à vista. Caso as respostas sejam “não”, não compre.
Elimine gastos fúteis
Caso não tenha real necessidade de usar o serviço do telefone fixo, para que continuar pagando?
A mesma coisa acontece com TV, compras de mercado, roupas e demais contas que podem ser enxugadas ou até excluídas do orçamento.
Repense sobre o consumo consciente e faça com que apenas o essencial fique em sua vida.
Pense nas possibilidades
Saia da zona de conforto, um novo mundo de alternativas se abriu para você. É hora de arregaçar as mangas e seguir em frente.
Atualize seu currículo e envie dezenas, centenas ou o quanto for necessário. Vá a workshops e mantenha contato com pessoas da área em que deseja atuar.
Fiquei desempregado, e agora? É possível dar a volta por cima. Veja por onde (re)começar
O ideal é começar algum curso, seja de línguas ou graduação. Também há possibilidade de investir tempo e algum dinheiro em aulas online.
A Fundação Getulio Vargas (FGV), por exemplo, oferece cursos de finanças pessoais gratuitos e à distância. Ficar antenado nas novidades no mercado é importante nesta nova fase de vida.
Motive-se diariamente
Mesmo que inicialmente seja difícil, a motivação fará a diferença neste processo justamente por conta da sua atitude.
Os problemas virão, mas lembre-se dos seus sonhos e projetos para o futuro. Não se desespere e siga o planejamento.
Formas de ganhar dinheiro desempregado
As vagas formais de emprego estão mais escassas, o que faz com que os profissionais usem a criatividade para conseguir ganhar dinheiro. Veja algumas ideias de novos negócios:
• Ser consultor de vendas: Jequiti, Avon, Rommanel e diversas outras de possibilidades de vendas;
• Criar um bazar online;
• Dar aulas em casa de reforço, artesanato, idiomas e até de culinária;
Após vários meses sem saber o que fazer com muita experiência nova durante a quarentena, já é possível fazer uma retrospectiva. Quais foram os ensinamentos?
Mesmo que a pandemia ainda não tenha chegado ao fim, é possível listar alguns fatores que colaboraram para tirar importantes lições financeiras, por exemplo:
-> É possível fazer muitas coisas de casa: o home office chegou com tudo para mostrar que é possível desempenhar muitos papeis à distância. E isso gera diversas economias.
-> É muito importante ter uma reserva de emergência. Se você ainda não tem, comece já a pensar nisso o quanto antes. A pandemia ensinou que a qualquer momento poderá ser preciso ter um dinheiro guardado.
-> Investir é uma forma de se manter seguro.
-> Gaste apenas o que tem e não exceda. Muita gente viu o quanto é importante economizar. Porém, mais do que isso é ser consciente e gastar apenas o que deve para não comprometer o orçamento, tampouco seu planejamento.
E aí, gostou dessas dicas? Qual lição você mais aprendeu com a pandemia e deseja compartilhar? Já precisou recomeçar alguma vez? Comente e divida a sua opinião, conosco e com os demais leitores, sobre o assunto!
O câmbio para viagem faz parte de toda a preparação para um passeio fora do seu país. Se você já foi ao exterior, provavelmente enfrentou algumas dificuldades.
E um desses desafios diz respeito à avaliação do melhor câmbio. Mas essa confusão é bastante comum.
O câmbio para viagem muda todos os dias e são várias as opções de troca. Por isso, é normal ter dúvidas de como garantir o melhor preço e não perder dinheiro. Afinal, prestes a viajar, a última coisa que alguém quer é perder dinheiro.
Antes disso, você vai precisar entender como funciona o câmbio para viagem. Isso será essencial para a avaliação do melhor preço e de como fazer essa pesquisa.
Neste texto, você vai aprender a fazer o melhor câmbio para viagem, com sete dicas preciosas! Continue a leitura para saber mais!
1. Entenda como funciona o câmbio para viagem
Um dos maiores motivos da perda de dinheiro é a falta de informação. Por isso, o ideal é entender o funcionamento do câmbio.
Nele, o dinheiro é uma mercadoria. Você não “troca” moeda, mas vende uma para comprar outra. Por isso há preços de venda e de compra.
É como se você vendesse uma mercadoria que não serve (a moeda inútil no país de destino) para comprar uma mercadoria que precisa (o dinheiro essencial no país de destino).
Essa transação não é muito justa se você considerar que compram sua mercadoria por menos do que vale e vendem com sobrepreço.
Mas é um prejuízo inevitável. O que você precisa é de meios para tornar esse prejuízo o menor possível.
Dica: nunca se deixe levar pela diferença entre os valores das cotações entre diferentes moedas. Quando você vê o dólar a R$3,90 e o peso mexicano a R$0,40, a vontade é de apostar tudo nos pesos, certo? Errado!
Entenda que o dólar é o parâmetro pelo qual o real é cotado frente todas as moedas. Se o dólar fica mais caro, todas as moedas ficam mais caras também.
2. Planeje o quanto pretende gastar
Viajar é bom demais. Mas, como qualquer projeto na vida, dá muito mais certo se for bem planejado.
Pense que, assim como o roteiro de lugares que você quer conhecer, é preciso estabelecer um guia para os gastos.
Planeje quanto pretende gastar, sempre colocando uma margem para imprevistos. Ainda mais quando se está em outro país.
O destino da viagem e a moeda local vão influenciar bastante nesse planejamento financeiro. E tenha certeza: nunca esse valor estipulado é exato, e sim uma estimativa de gastos.
Lembre-se das possíveis compras e dos contratempos. É legal pesquisar sobre o a país, a economia, gastronomia, os lugares que você irá visitar.
Adicione os gastos, se possível com uma estimativa diária, para ter uma ideia de quanto precisará na moeda local e, consequentemente, quanto gastará na sua moeda.
3. Pesquise e acompanhe o câmbio para viagem
Viagem ao exterior exige, pelo menos, seis meses de planejamento. Assim, você garante melhores preços de passagens e hotéis, podendo escolher com calma.
Experimente pesquisar o câmbio para viagem assim como você pesquisa esses outros elementos para o passeio.
Pesquisa é primordial para garantir a melhor cotação da moeda
Ver os preços todo dia, analisar quedas e altas. E assim poder escolher o momento certo para realizar a troca.
No site do Banco Central é possível acessar um ranking bem interessante. Ele mostra o quanto bancos e casas de câmbio cobram, em média, por uma moeda estrangeira no mês.
Os números se referem ao valor efetivo total (VET), que inclui a taxa de câmbio, as tarifas e o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). A lista pode ser usada como referência de locais que costumam vender a moeda mais barata.
Anote essa dica: lembre-se que casas de câmbio próximas a atrações turísticas ou em shoppings podem ser mais caras.
4. Não compre moedas fracas no Brasil
Pesos chilenos, colombianos, mexicanos, uruguaios e argentinos, além dos soles peruanos, são moedas fracas no Brasil. Também entram nessa lista os rands, florins, liras e quetais.
Moedas de países como Chile, Uruguai, Argentina, Japão, Noruega, Dinamarca, África do Sul e Tailândia são difíceis de achar no Brasil. E apresentam uma cotação desvantajosa.
Só vale comprar pesos argentinos no Brasil, por exemplo, em Foz do Iguaçu ou em lugares com colônia argentina, como Búzios e Bombinhas.
Ao viajar para esses países, é mais vantajoso comprar dólares americanos no Brasil e trocar pela moeda local no país de destino. Mesmo sendo taxado duas vezes, ainda assim a economia é grande.
5. Saiba onde o Real não é valorizado
A lista de lugares onde a cotação do Real é vantajosa deve ser considerada na sua viagem. Levar reais para Europa, Estados Unidos, Colômbia, Peru e México, além de outros destinos na Argentina, Uruguai e Chile, é perder dinheiro.
Até será possível que você troque reais, mas nunca com a cotação atrativa de uma moeda forte, como o dólar.
Em cidades onde o real não é valorizado, o turista perde dinheiro. Por isso, é muito melhor levar dólar ou outra moeda forte do local.
6. Prefira a moeda local ao realizar o câmbio para viagem
Com exceção de alguns casos, é sempre melhor trocar seu dinheiro pela moeda do local de destino. A dica é garantir o melhor preço pesquisando as cotações.
Fazer várias transações entre diferentes moedas acarreta duplas taxas e sobrepreço. Por exemplo, levar euro para os Estados Unidos ou dólar para a Europa.
Você será obrigado a trocar a moeda duas vezes, no Brasil e ao chegar no destino. A não ser que você já tenha esse dinheiro guardado de outras viagens, o que não é nada indicado.
É comum nos assustarmos com moedas tão caras, como a libra. Mas, não tem jeito. Se seu destino será esse, programe-se para conseguir a melhor cotação, mas trocando reais por libras.
Cuidado! O lugar onde você faz o câmbio para viagem faz toda a diferença no resultado final. E isso não só em relação à melhor cotação, mas também por segurança.
Portanto, é preciso tomar muito cuidado na hora de comprar moeda no Brasil e fazer câmbio para viagem no exterior.
Pesquise e trace um comparativo entre bancos e corretoras para economizar na compra. Todos os dias, você pode ver no mínimo 5% de variação entre as melhores e as piores cotações.
Na Europa, por exemplo, procure agências bancárias com setor de câmbio, que costumam ter melhor cotação que casas de câmbio de rua.
Em alguns lugares, inclusive, algumas casas de câmbio e cambistas de rua são até perigosos, pois praticam preços fora da realidade e ainda podem trabalhar com notas falsas.
Por fim, procure realizar a compra em horário comercial. É uma maneira de garantir a cotação vista no dia. Depois desse horário, não tem como saber se no dia seguinte a cotação vai estar mais alta ou mais baixa.
Portanto, antes de fazer o câmbio para a viagem, fique de olho nas variações na cotação da moeda. Isso é importante porque ela sofre variações diárias, o que acaba dificultando para definir qual é o melhor momento para compra.
Por isso, acompanhe todos os dias as cotações durante o período que antecede a viagem. E você pode fazer isso no nosso conversor de moedas.
“Seu motorista chegará em breve”. Com certeza você já leu essa frase quando pediu um aplicativo de transporte. Presente no mercado brasileiro desde 2014, esse é mais um indicativo de que apps como Uber, 99 ou Cabify estão cada vez mais inseridos na rotina das pessoas.
No entanto, eles são alvo de dúvidas por parte do consumidor e também de quem quer começar a ser um motorista particular. Afinal, entre essas três alternativas, qual é a melhor opção?
A seguir, listamos as funcionalidades desses três principais apps de transporte particular que estão no mercado. Continue a leitura para saber mais!
Muitas pessoas utilizam o Uber porque ele foi, de fato, o primeiro aplicativo de transporte particular a bombar. Até então, só existiam aplicativos que serviam para chamar táxis.
Inclusive, no Brasil, a primeira cidade a recebê-lo foi o Rio de Janeiro, em maio de 2014. Hoje, o número de cidades que possuem esta opção aumentou. Portanto, para verificar se a sua está incluída,confira no site do aplicativo.
Existem cinco opções de viagens no aplicativo da empresa. São eles:
UberX: viagens baratas para o dia a dia;
UberX VIP: viagens baratas, mas com os melhores motoristas;
SELECT: preços são mais elevados;
Uber Pool: a ideia aqui é poder compartilhar o espaço. Ou seja, você divide a corrida com até mais três pessoas com o mesmo destino;
UberBlack: viagens executivas e com preços mais elevados.
Além disso, o Uber também oferece as seguintes vantagens no aplicativo: você pode agendar viagens, adicionar paradas, conferir o histórico de viagens e avaliar os motoristas.
Avaliação: 4.7 na Apple Store | 4.2 na Play Store Formas de pagamento: PayPal, Uber pré-pago, cartão de crédito ou débito e dinheiro. Download: para iOS | Android
99 opera em 300 cidades
Há diversas vantagens na hora de utilizar a 99, desde funcionalidades amigáveis até a ampla possibilidade na hora de pagar.
Além disso, o aplicativo de transporte é o único da lista que oferece a escolha entre veículo particular ou táxi na hora da corrida. Isto quer dizer que, quando você decide chamar um carro pelo 99, pode escolher entre o 99POP, veículo particular, ou o táxi, chamado de 99TAXI.
Aplicativos de transporte se tornam fonte de renda para muitos brasileiros
A diferença entre os dois, no entanto, é o preço. Normalmente, o 99TAXI custa mais caro. Em um trajeto de 800 metros, por exemplo, a corrida feita com um táxi costuma custar em torno de R$9,50, enquanto que o trajeto feito com um veículo particular custa em torno de R$6,10.
Avaliação: 4.4 na Apple Store | 4.7 na Play Store Download: para iOS | Android Formas de pagamento: cartão de crédito e débito, dinheiro ou PayPal
O Cabify não é tão famoso quanto o Uber e 99, pois entre os dois foi o último a chegar. Em comparação com outras marcas, o aplicativo de transporte é o mais simples.
É relativamente fácil de encontrar e utilizar, por exemplo, todas as funcionalidades disponíveis dentro do app. Como por exemplo, reserva de viagens, contato com o motorista e inserção de descontos.
Um dos diferenciais do Cabify, no entanto, é a área “minhas preferências”, destinada para as preferências do passageiro. Nesta opção, é possível inserir informações relacionadas à música, condições do carro e se quer ou não ter interações com o motorista.
Na mesma área você também pode colocar seus endereços favoritos, bem como atualizar informações cadastrais a qualquer momento.
Avaliação: 4.6 na Apple Store | 3.5 na Play Store Formas de pagamento: cartão de crédito e PayPal Download: para iOS | Android