Quem vai viajar para o exterior nos próximos meses já deve começar a realizar a troca da moeda, principalmente por conta da oscilação do valor no mercado. Mas a boa notícia é que é possível encontrar opção de cartão crédito com dólar mais barato.
Apesar disso, muitas pessoas ainda ficam receosas ao utilizar o cartão de crédito para fazer compras internacionais ou até mesmo adquirir o dólar. Isso acontece principalmente por conta das taxas cobradas pela operadora, como é o caso do IOF.
E é claro que para encontrar o cartão crédito com dólar mais barato é preciso pesquisar e comparar as opções existentes no mercado. Até porque cada operadora trabalha com uma taxa diferente, por isso é possível encontrar opções mais baratas e mais caras.
Cartão crédito com dólar mais barato: como calcular?
A primeira coisa que você precisa saber é se o cartão de crédito que você usa realiza o cálculo da cotação do dólar no dia da compra ou no dia do fechamento da sua fatura. Isso pode influenciar bastante no valor a ser pago.
Atualmente muitas financeiras usam a cotação no dia da compra e, se a moeda estiver com um valor mais baixo, consequentemente você pagará menos pela compra.
Agora se o seu cartão usa a cotação do dia do fechamento da fatura, por mais que o valor do dólar esteja baixo no dia da compra, mas quando a fatura fechou a moeda subiu, você pagará mais caro.
Isso sem contar o valor do IOF a ser pago, que também vai variar de acordo com a instituição financeira. Por isso, o mais indicado é procurar a sua operadora para ter acesso a essas informações.
5 opções de cartões de crédito com dólar mais barato
Quer saber quais são as opções existentes de cartão crédito com dólar mais barato? Confira a lista abaixo e escolha o seu.
1) Cartão Pão de Açúcar Itaucard
Essa opção de cartão de crédito pode ser considerada a melhor para quem quer fazer compras no exterior ou comprar dólar. Isso porque ele não cobra spread nas transações em moedas estrangeiras.
Mas o que isso significa? Que você pagará somente o valor do dólar cotado no Banco Central no dia da compra. E o melhor é que a cotação pode ser feita no próprio internet banking ou aplicativo do Itaú.
Além disso, o cartão ainda acumula um ponto a cada real gasto, para quem tem a versão Gold ou Platinum, que podem ser convertidos em milhas nos parceiros do banco.
2) Cartão Unicred
Outra opção de cartão de crédito com dólar mais barato é o da Unicred, que também não tem a cobrança de ágio para compras com a moeda estrangeira.
Mas o que isso quer dizer? Isso significa que você pagará somente a conversão das suas compras conforme o câmbio. Além disso, a consulta pode ser realizada diretamente no aplicativo.
É preciso comparar as opções de cartão de crédito
O valor da anuidade pode ser alto, mas varia a cada modelo, mas o cliente recebe uma pontuação a cada dólar gasto e poderá ter acesso a várias vantagens para ele e seu acompanhante.
3) Cartão Sicoob
A Sicoob também possui cartão de crédito para quem busca comprar internacionalmente com dólar mais barato. Esta é mais uma opção que não cobra ágio sobre a cotação oficial do dólar e pode facilitar a sua vida no momento da comprar.
4) Cartão Sicred
O Sicredi tem várias opções de cartão para você escolher. Mas, diferentemente dos listados acima, ele cobra 1% de ágio na cotação oficial do dólar.
Mas, a boa notícia é que este percentual é considerado bem abaixo no mercado em comparação a outros cartões e cooperativas, ou bancos mais tradicionais.
Seja pelo app ou site do banco, o cliente consegue ter acesso a cotação do dia e várias outras informações sobre a moeda e a compra no exterior. Ele também premia com pontos a cada valor gasto e tem acesso às salas VIP com descontos e benefícios.
5) Inter
Clientes do Banco Inter, um dos mais queridos do momento, também podem conseguir adquirir cartão de crédito com dólar mais barato. Ele também cobra 1% em cima das compras internacionais.
Uma diferença do Banco Inter para os demais é que as suas opções de cartões não acumulam pontos, mas todos são isentos de anuidade. Além disso, têm cashback e a possibilidade de investimentos na instituição.
O cashback desse tipo de cartão do Banco Inter vem como crédito na fatura.
Gostou dessas opções? Este conteúdo te ajudou? Então compartilhe com seus amigos que estão em busca de cartões para usar o dólar mais barato na viagem.
Conforme previsto na legislação brasileira, todos os meses as empresas devem entregar à Receita Federal a DCTF. Se você não está por dentro do prazo de contribuição e do passo a passo sobre como enviar a declaração, confira este artigo para saber todos os detalhes.
A Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF) é uma obrigação para as empresas. É por meio dela que a Receita Federal tem acesso às informações sobre os tributos federais e seus correspondentes créditos.
Dentre os tributos que devem ser declarados na DCTF estão: IRPJ, IOF, COFINS, IRRF, CPSS, entre outros. No entanto, devem ficar de fora as contribuições previdenciárias declaradas em GFIP e DCTFWeb.
Vale destacar que a DCTFWeb trata-se de um outro tributo: Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais Previdenciários e de Outras Entidades e Fundos. Este deveria ser enviado no dia 15 deste mês.
Qual é o prazo para a declaração da DCTF?
Esta obrigação deve ser cumprida por todas as empresas pertencentes ao regime de contribuição Lucro Real ou Presumido. Também têm essa obrigação empresas do Simples Nacional, com possibilidade do INSS sobre a Receita Bruta.
O prazo para realizar a declaração costuma confundir contribuintes. Mas a regra é simples: o prazo mensal para a entrega da DCTF é o 15º dia útil do segundo mês subsequente ao mês de ocorrência dos fatores gerados.
Por exemplo, supondo que os débitos e créditos a serem declarados são referentes ao mês de janeiro, a DCTF deve ser entregue em março. Os envios após o prazo geram uma Multa por Atraso na Entrega de Declaração (MAED).
Como enviar a declaração DCTF?
Em 2022, o sistema para envio da DCTF ganhou uma nova versão. É por meio do Programa Gerador da Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (PGD DCTF), que deve ser feito o preenchimento mensal da DCTF, original ou retificadora.
Incluindo, também, a declaração de pessoas jurídicas em situação de extinção, incorporação, fusão ou cisão, total ou parcial, relativa aos fatos geradores ocorridos a partir de 1º de agosto de 2014.
A versão 3.6 do sistema já está disponível para download no site da Receita Federal. O programa já conta com a tabela atualizada de códigos de receitas.
A própria Receita Federal orienta sobre a instalação do programa. Confira a seguir.
A primeira recomendação é verificar a compatibilidade com o windows 7, a fim de evitar falhas na execução do sistema.
Para isso, basta abrir a janela de propriedades do arquivo de instalação, acessar a aba “Compatibilidade”, marcar a caixa “Executar este programa em modo de compatibilidade:” e selecionar a opção “Windows 7”. Veja na imagem:
Além disso, a Receita Federal aconselha gravar as DCTF elaboradas em versões anteriores do programa, para que elas possam ser importadas.
Conforme divulgou a instituição, as declarações elaboradas na versão 3.5c do PGD DCTF Mensal podem ser recuperadas mediante a utilização da função “Importar” do menu “Declaração”.
Após verificar a compatibilidade do programa com o sistema operacional de seu computador, basta preencher as devidas informações no sistema e enviá-las à Receita Federal, por meio do programa Receita.Net.
O ReceitaNet valida e transmite, via Internet, as declarações de impostos e contribuições federais de pessoas físicas e jurídicas. Os envios podem ser realizados diariamente, das 5h à 1 hora da manhã do dia seguinte (20 horas diárias).
É importante acompanhar o processamento de envio para verificar a situação de entrega. Isso porque se a situação mostrar que a declaração está retida em malha, por exemplo, é possível fazer uma revisão e atualizar as informações, enviando uma declaração retificadora.
O extrato da DCTF e pendências na malha podem ser verificados no Portal e-CAC.
Cada país tem sua própria política monetária. Aqui no Brasil, uma das práticas que compõem essas regras é o Open Market. Você sabe o que significa esse termo?
O Open Market, ou “mercado aberto” em tradução livre, está relacionado às operações realizadas pelo Banco Central para controlar a circulação de dinheiro no país. Isso é feito por meio da compra e venda de títulos públicos.
O principal objetivo dessa operação é, justamente, adequar a quantidade de moeda disponível no sistema bancário. Esse controle pode causar impactos na taxa de juros Selic, refletindo, também, na inflação e no poder de compra da população.
Ficou curioso para entender melhor o que é o Open Market e como ele funciona? Então leia este artigo na íntegra para ficar atualizado sobre o assunto.
Entenda o papel da Política Monetária de um país
Para compreender o conceito do Open Market, primeiro é preciso entender o que é a Política Monetária. Basicamente, essa é a ferramenta que o Banco Central utiliza para controlar a economia do país.
A Política Monetária reúne um conjunto de medidas que na prática servem para ajustar a inflação. Vale lembrar que as metas de inflação são definidas no início de cada ano. Assim, as decisões tomadas ao longo do período visam a cumprir com essas definições.
Quem executa essas ações aqui no Brasil é o Banco Central do Brasil (BC ou Bacen), autarquia federal responsável pela definição da taxa de juros.
Além disso, o Conselho Monetário Nacional e o Comitê de Política Monetária do Banco Central (COPOM) atuam em conjunto com o Bacen na aplicação dessas regras. As entidades normatizam o trabalho desempenhado pelo Banco Central.
Open Market é estratégia prevista na política monetária do Banco Central
O que é e como funciona o Open Market?
Conforme já mencionado, o Open Market se dá com a compra e venda de títulos públicos. Essas transações ocorrem em dois níveis. O primeiro com os bancos comerciais do país e o segundo entre os bancos e investidores.
Somente grandes instituições financeiras, chamadas dealers, estão habilitadas para negociação de títulos públicos.
Tais títulos são emitidos pelo Governo com o propósito de captar recursos para pagamento de contas públicas. Assim, quando o Governo gasta mais do que arrecada com impostos, ele negocia títulos públicos para conseguir recursos a fim de arcar com essas despesas.
Na prática, o Open Market é uma estratégia comercial, prevista na política monetária do país, para que o Banco Central atinja a liquidez na economia, além de manter a taxa básica de juros alinhada ao previsto na meta da instituição.
Open Market é operado conforme as necessidades econômicas
No geral, as metas do Open Market são pautadas no médio prazo. A estratégia adotada se alinha aos objetivos do Banco Central para aquele ano e de acordo com o cenário atual.
Por exemplo, se o país estiver em crise, o BC compra títulos públicos para estimular o crescimento da economia.
Assim, a taxa Selic é reduzida, com o objetivo de diminuir os juros, estimular o consumo e aumentar o valor da inflação. Ou, pode ser adotada uma estratégia inversa com o aumento da taxa Selic e, consequentemente, o aumento dos juros.
Neste caso, o Banco Central incentiva a poupança dos bancos comerciais, mas como consequência há redução nos valores investidos em títulos.
Outra função do Open Market é controlar a volatilidade da economia, por meio da administração da quantidade de dinheiro em circulação. Assim, é possível ajustar as variações de mercado, que sem o devido acompanhamento poderiam prejudicar a economia do país.
O Open Market é uma das práticas mais usadas pela Política Monetária. Isso porque, pelo lado econômico, é a forma mais eficaz de manter o equilíbrio no mercado financeiro.
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Nesta terça-feira, 15, a Samsung anunciou o lançamento da linha Galaxy S22 5G no Brasil, composta pelos aparelhos S22, S22+ e S22 Ultra. Quer ficar por dentro de quanto custa e todos os detalhes sobre os smartphones? Continue lendo este artigo.
Além da compatibilidade com a conexão 5G, os novos smartphones da Samsung chegam ao mercado com processador de última geração e melhorias nas câmeras. Para o lançamento, a Samsung ainda oferece três kits especiais:
Kit Game;
Kit Bem-Estar; e
Kit Música.
O cliente que adquirir um Galaxy S22, S22+ ou S22 Ultra de 15 de fevereiro a 20 de março de 2022 pode ganhar um smartwatch Galaxy Watch 4 ou cinco vouchers de R$400 (cada), totalizando R$2 mil, para gastar em jogos na Galaxy Store.
Os interessados em participar podem se cadastrar na página Samsung para você. As inscrições deverão ser realizadas entre os dias 21 de fevereiro e 3 de abril de 2022.
Além disso, quem comprar os aparelhos entre os dias 15 de fevereiro e 13 de março concorre a um ingresso Lolla Day, para o Lollapalooza Brasil, e um Galaxy Buds 2. Para esta promoção, os cadastros vão do dia 21 de fevereiro até 20 de março.
Mas afinal, quanto custam os novos smartphones Galaxy S22 no Brasil?
Os preços dos novos aparelhos Galaxy S22 variam de acordo com o modelo e a capacidade de armazenamento interna do smartphone. Os valores ficam entre R$5.999 e R$10.499.
Ou seja, o S22 com capacidade de armazenamento de 128G, modelo mais simples, custa R$5.999. Em contrapartida, o modelo mais robusto, o S22 Ultra com 512G de armazenamento, sai pelo valor de R$10.499.
Confira a tabela com os preços dos novos modelos Galaxy S22 no Brasil:
Modelo
Preço sugerido (128 G)
Preço sugerido (256G)
Galaxy S22 5G
R$5.999
R$6.499
Galaxy S22+ 5G
R$6.999
R$7.499
Galaxy S22 Ultra
R$9.499
R$10.499
De acordo com a página da Samsung Brasil, os modelos começam a ser vendidos neste dia 15. Mas as entregas estão previstas para iniciar a partir do dia 22 de fevereiro.
Os aparelhos S22 e S22+ estão disponíveis nas cores rosé, verde, preto e branco. Já o S22 Plus pode ser encontrado nas cores vinho, verde, preto e branco.
Sempre que um novo smartphone é lançado, surge aquela dúvida se valeria mais a pena comprar o aparelho nos Estados Unidos. É que por lá, os preços de lançamento costumam ser mais baixos.
Novo Galaxy S22 pode chegar a R$10 mil, mas sai mais barato nos Estados Unidos (Foto: Samsung)
Mas, vejamos se é vantajoso comprar um Galaxy S22 nos EUA.
O preço de lançamento do S22 nos Estados Unidos é de US$799. Considerando a atual cotação do dólar (R$5,19), o aparelho sairia por R$4.146,41. Ou seja, mais de 30% em conta.
Quando se compara o valor do S22 Ultra, por exemplo, a diferença é ainda mais impressionante. O preço do aparelho inicia nos EUA em US$1.199. Fazendo a conversão, sairia por R$6.222,21 no Brasil. Mais barato que um S22+ de 128G por aqui.
Veja o comparativo de preços:
Modelo
Preço nos EUA
Preço no Brasil
Galaxy S22 5G
US$799 (R$4.146,41)
R$5.999
Galaxy S22+ 5G
US$999 (R$5184,31)
R$6.999
Galaxy S22 Ultra
US$1.199 (R$6.222,21)
R$9.499
Ou seja, para quem estiver de férias pelos EUA, ou tiver algum conhecido que possa fazer a compra, vale a pena adquirir o aparelho por lá. Visto que os preços, mesmo com a conversão, são mais atrativos que os do Brasil.
Qualidade de imagem é a grande aposta dos novos aparelhos Samsung
Com os novos aparelhos, a Samsung promete experiências de câmeras e sensores mais inteligentes “para você tomar conta da noite”, com os novos recursos Nightography. Além da tecnologia Adaptative Pixel.
Basicamente, as novidades foram projetadas para permitir a entrada de mais luz nas câmeras, de modo que elas consigam captar mais detalhes e cores, mesmo no escuro.
Os modelos S22 e S22+ chegam ao mercado com câmera principal de 50MP, enquanto o S22 Ultra tem câmera principal de 108MP. Além disso, todos os aparelhos contam com o novo recurso de enquadramento automático.
Assim, ao fazer vídeos, a própria câmera é capaz de detectar e acompanhar até 10 pessoas, ajustando automaticamente o enquadramento para que todos sejam capturados.
Os três modelos ainda oferecem acesso exclusivo ao aplicativo expert RAW, que disponibiliza uma série de ferramentas de edição na câmera. Com o app, o usuário pode garantir uma experiência de imagem ao estilo DSLR.
Isso porque o app garante mais liberdade criativa na hora da foto, permitindo clarear ou escurecer as imagens com configurações ISO e ajuste na velocidade do obturador. Ainda é possível ajustar o balanço de branco para deixar a foto com tons mais quentes ou frios.
Conheça as especificações de câmeras dos novos Galaxy S22
O Galaxy S22chega ao mercado com tela de 6,1 polegadas com painel AMOLED Dinâmico 2X e resolução Full HD+. A taxa de atualização variável fica entre 10 Hz e 120 Hz.
Já o S22 tem tela de 6,6 polegadas, também com resolução Full HD+. O modelo estreia o Wi-Fi 6E, um protocolo que uniformiza o desempenho dos aparelhos, mas que exige roteador compatível.
Ambos modelos contam com as seguintes especificações de câmera:
Principal de 50 MP (f/1.8, 85º, Dual Pixel AF e OIS);
Ultra wide de 12 MP (f/2.2 e 120º);
Teleobjetiva de 10 MP (f/2.4, 36º, OIS e zoom ótico de 3x);
Câmera frontal de 10 MP (f/2.2 e 80º).
Por fim, o Galaxy S22 Ultra é o primeiro modelo da linha S com caneta embutida. Com 6,8 polegadas, o smartphone tem resolução Quad HD+, enquanto o painel AMOLED Dinâmico X2 permanece o mesmo dos demais. Veja as especificações de câmera:
Principal de 108 MP (f/1.8, 85º e Dual Pixel AF);
Ultra wide de 12 MP (f/2.2 e 120º);
Teleobjetiva de 10 MP (f/2.4, 36º e zoom ótico de 3x);
Teleobjetiva de 10 MP (f/4.9, 11º e zoom ótico de 10x);
Frontal de 40 MP (f/2.2 e 80º).
Smartphones Galaxy S22 são equipados com processador de última geração
Os novos smartphones da linha Galaxy são equipados com o mais recente processador Qualcomm Snapdragon 8 Gen 1, de 4nm, que possibilita processamento mais avançado de IA e aprendizado de máquina.
Com isso, o objetivo é oferecer aos usuários a melhor performance em necessidades de streaming e produtividade.
Além disso, a marca garante baterias que duram o dia inteiro e de carregamento rápido. O Galaxy S22 conta com bateria de 25W; e o S22+ e S22 Ultra com bateria de 45W.
Os lançamentos ainda têm vidro protegido pelo Gorilla Glass Victus e com certificação IP68. Isso possibilita que os aparelhos fiquem submersos por até 30 minutos a 1,5 metro d’água.
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O Ripple é um dos novos “queridinhos” do mercado de criptomoedas. Mas como ela funciona? Quais são suas vantagens? Vamos explicar tudo neste post.
Primeiro, claro, vamos detalhar o que é o Ripple. Ele é uma rede descentralizada que oferece um protocolo de pagamento digital para instituições financeiras.
O principal diferencial da plataforma é suportar em sua rede outros tokens, como moedas tradicionais e outros bens.
O Ripple conta com uma moeda nativa de seu sistema, a XRP. O objetivo do sistema é permitir pagamentos seguros e instantâneos.
Um dos fatores exclusivos dele é que todos os tokens da XRP são pré-extraídos. Ou seja, não há o processo de mineração.
Além disso, do mesmo modo que o Bitcoin, no Ripple há um limite de produção de criptomoedas. Já foram criados 100 bilhões de XRP, sendo que boa parte está em tesouraria com a própria Ripple. Atualmente são pouco mais de 43 bilhões de XRP em circulação.
Como o Ripple funciona?
Apesar de ter sido inspirado no Blockchain, usado pelo Bitcoin, o Ripple funciona de uma maneira totalmente diferente. Em síntese, o Blockchain armazena todas as transações em uma base de dados com blocos sequenciais, cuja conferência é pública.
No caso da mineração do Bitcoin, é preciso de um bom processador no computador, para que ele resolva problemas matemáticos e ganhe Bitcoins.
Por isso, as transações que usam Bitcoin podem demorar vários minutos para serem realizadas.
Em contrapartida, no protocolo Ripple as moedas associadas já foram mineradas, o que possibilita que sejam realizadas até 1.500 transações por segundo.
Já a validação das transações, ocorre por uma espécie de votação em diversos servidores, que confirmam ou não a sua autenticidade.
Uma semelhança entre o Ripple e o Blockchain, é que os dois funcionam de maneira descentralizada. Portanto, mesmo o Ripple pertencendo a uma empresa privada e trabalhando junto com outras empresas, ele ainda mantém a sua descentralização.
Quais são as diferenças para outras criptomoedas?
Podemos dizer que o Ripple se assemelha às instituições bancárias tradicionais. Isso porque ele aceita diversos ativos e facilita a realização das operações. Assim, o sistema se difere dos ideais das outras criptomoedas.
O objetivo é acabar com a dependência dos sistemas financeiros tradicionais para realizar transações.
Outra diferença para as demais criptomoedas, como o Bitcoin e o Ethereum, é que não há processo de mineração no XRP.
Saber o que é Ripple é importante para entender as novas tendências tecnológicas no campo das criptomoedas.
Além disso, conhecer suas características e particularidades é fundamental para investir cada vez melhor, caso você se interesse em criptoativos como a XRP.
Vantagens do Ripple:
O Ripple busca solucionar problemas dos pagamentos internacionais. Ao permitir a integração com sistemas financeiros tradicionais, sua principal vantagem são transações mais rápidas, seguras e baratas.
Como tem padrão-aberto (open source), permite conexão simples com as redes de pagamento. Aliado a isso, outras vantagens são:
1 – Transação rápida
As confirmações de transações no Ripple são rápidas e levam menos de cinco segundos em comparação com os dias que os bancos podem levar para concluir uma transferência internacional ou mesmo os minutos para que transações de Bitcoin sejam verificadas.
2 – Taxas baixas
O custo para concluir uma transação na rede Ripple é de apenas 0,0001 XRP, o que equivale a uma pequena fração de um centavo de dólar nas taxas atuais.
3 – Rede de troca versatil
A rede Ripple processa transações usando XRP, mas também pode ser usada para outras moedas fiduciárias, criptomoedas e commodities.
4 – Utilizado por grandes instituições financeiras
Grandes empresas também podem usar o Ripple como plataforma de transação. Santander, Axis Bank e Yes Bank são alguns dos usuários desta rede, demonstrando que ela já possui maior adoção no mercado institucional do que a maioria das criptomoedas.
Como comprar e negociar XRP?
Assim como qualquer outro ativo digital, a criptomoeda da Ripple deve ser comprada nas corretoras especializadas. Também conhecidos como Exchanges, esses locais se dedicam a fazer transações com criptomoedas, de forma segura e eficiente.
O Ripple é um protocolo de pagamento que tem como moeda oficial a XRP
Na medida em que você encontrar um local confiável para fazer as suas negociações, terá uma série de vantagens. Entre elas se destacam:
Maior segurança nas transações e na proteção de seu dinheiro com carteiras digitais;
Transparência e facilidade para fazer seus negócios com criptomoedas;
Seriedade e responsabilidade na forma como administra seus investimentos;
Opções de compra e venda de mais do que uma criptomoeda para você.
Com base nesse cenários, as principais exchanges para comprar Ripple são: Bithumb, Bitfinex, Poloniex, Bitstamp e Binance. Normalmente, é necessário pagar em Bitcoin ou dólar.
Para comprar Ripple no Brasil, com Real, o método mais seguro é comprar BTC em exchanges populares como Mercado Bitcoin e Foxbit e depois trocar a moeda nas maiores casas de câmbio.
O Banco Central (BC) liberou a consulta de resgate dos valores Registrato, também conhecido como Sistema Valores a receber. Atualmente, existem R$8 bilhões esquecidos em instituições financeiras no Brasil.
Desse total, até R$3,9 bilhões podem ser resgatados por 28 milhões de pessoas e de empresas na fase inicial da ferramenta.
Caso tenha valores a receber, no momento da consulta, o sistema informa a data e o período para consultar e solicitar o resgate do saldo existente.
As datas serão agendadas de acordo com o ano de nascimento da pessoa ou da criação da empresa. Para quem nasceu ou abriu empresa antes de 1968, o período de agendamento para consulta do valor e resgate será de 7 a 11 de março.
Já para aqueles entre 1968 e 1983, o agendamento será entre 14 e 18 de março. Por fim, para quem nasceu ou criou uma empresa depois de 1983, poderá agendar o resgate entre 21 e 25 de março.
Contudo, para quem perder essas datas, haverá um período de repescagem um dia depois do fim do prazo.
Pagamento do resgate dos valores Registrato
De acordo com o Banco Central, o resgate dos valores Registrato ocorrerá em até 12 dias úteis, por meio de Pix, para a conta indicada pelo usuário. Contudo, nos próximos meses, o serviço será ampliado para outras modalidades de saque.
No caso da opção via Pix, o cidadão pode solicitar o resgate diretamente na conta indicada no Registrato, caso a instituição financeira do beneficiário tenha aderido a um termo exigido pelo BC.
No outro caso, o beneficiário informará dados de contato no sistema, a instituição e o meio de pagamento ou de transferência.
Nesta etapa, podem ser devolvidos recursos de contas-correntes ou poupanças encerradas e não sacadas.
Além de cobranças indevidas de tarifas ou de obrigações de crédito com termo de compromisso assinado com o BC e cotas de capital e rateio de sobras líquidas de associados de cooperativas de crédito e grupos de consórcio extintos.
Como saber se você tem Valores a Receber pelo site do BC?
Para saber se você tem algum resgate dos valores Registrato os passos são os seguintes:
Acesse “Minha Vida Financeira“.
Clique na subseção “Valores a Receber”.
Role a página até o final e clique em “Consulta ao Relatório Valores a Receber”.
Clique em “Iniciar consulta” e coloque o número do seu CPF ou CNPJ.
Se você tiver dinheiro a receber, isso aparecerá na tela. Se não tiver, é só encerrar a consulta.
Brasileiros esqueceram R$ 8 bilhões em bancos
Checando instituições e valores pelo Registrato
Caso haja valores disponíveis, você deverá checar, através do Registrato, em que banco eles estão. O portal permite que a população faça consultas de suas informações financeiras, como dívidas e empréstimos.
Caso você ainda não tenha cadastro será preciso criar um, do contrário é só fazer login com os dados pedidos pela plataforma.
Para criar a conta basta apenas preencher todos os campos informando seus dados pessoais.
Depois disso é só pegar a frase de segurança que o próprio serviço irá gerar. Essa chave deverá ser utilizada como validação na aba do Registrato do site do seu banco.
Finalmente volte ao site do BC para finalizar o cadastro e receber os valores.
Cuidado com os golpes do WhatsApp
Vale destacar que o Banco Central não envia links nem entra em contato com as pessoas para tratar sobre valores a receber ou para confirmar dados pessoais.
Aliado a isso, ninguém está autorizado a entrar em contato com o cidadão em nome do órgão ou do Sistema Valores a Receber.
Portanto, as pessoas não devem clicar em links suspeitos enviados por e-mail, SMS, WhatsApp ou Telegram. Elas também não devem fazer qualquer tipo de pagamento para ter acesso aos valores. Se esses pedidos ocorrem, são golpes.
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Quem está por dentro do noticiário sobre ativos digitais já deve ter ouvido falar do ataque 51% em criptomoedas ou ataque da maioria. Mas, você sabe o que isso significa e como acontece na prática? Então, confira!
Para entender o que é o ataque da maioria é preciso relembrar como funciona a tecnologia por trás das transações de ativos digitais. A blockchain ganhou popularidade, justamente, por conta de sua segurança e confiabilidade.
A tecnologia é como um livro-razão (ou livro contábil) que faz um registro criptografado das informações. Todos esses registros são compartilhados e imutáveis.
Dessa forma eliminam-se os riscos de atividades duplicadas, elevando o nível de segurança das transações. Além disso, os registros ocorrem em blocos e durante um determinado período de tempo.
No caso do Bitcoin, por exemplo, um novo bloco é iniciado, aproximadamente, a cada 10 minutos. Quando cada bloco é finalizado, não há como fazer alterações.
Esses blocos são identificados por uma impressão digital, chamada Hash, um código matemático único. Assim, se houver uma tentativa de alteração no bloco, essa seria facilmente identificada e rejeitada pela rede, constituída por mineradores e nodes (nós).
São esses os responsáveis por aprovar as transações e ajudar a manter a rede segura contra falhas.
O que é o ataque 51% em criptomoedas?
Outra característica importante das redes blockchain é a descentralização. Mesmo as grandes mineradoras não detêm controle absoluto delas.
Assim, o ataque 51% em criptomoedas acontece quando um grupo assume o controle de mais de 50% da rede, o que caracteriza um domínio. Dessa forma, o grupo teria maior autonomia para interferir no registro de novos blocos.
Além disso, poderia impedir as ações de outros mineradores, construindo um monopólio da mineração. Também seria possível, por exemplo, liberar o chamado gasto-duplo, que nada mais é do que gastar duas vezes a mesma criptomoeda.
Vale destacar que o ataque da maioria está mais atrelado ao controle da rede, do que necessariamente ao poder de implementar modificações. Isso porque a alteração de blocos mais antigos é muito difícil.
O grupo também não poderia reverter transações de outros usuários, impedir a criação e transmissão de novas transações, criar novas moedas, mudar a recompensa dos blocos ou roubar outras moedas virtuais que não os pertencessem.
Ou seja, a estrutura da rede seria preservada. Mas, a segurança e confiabilidade estariam comprometidas.
Ataque 51% em criptomoedas exige conhecimento técnico e tem custos elevados
Quais são as reais chances de um ataque da maioria?
Embora haja registros de recentes ataques a ecossistemas blockchain relacionados à moedas digitais, um ataque 51% em criptomoedas exige conhecimento técnico e custos elevados. Quanto maior a rede, maior o valor do investimento para realizar a invasão.
Além disso, como já mencionado anteriormente, os próprios mineradores e nós, cooperam para a proteção da rede. Assim, quanto maior o número de usuários de um ecossistema blockchain, mais difícil a possibilidade de um ataque.
No último ataque direcionado à Coinbase, por exemplo, um invasor (ou invasores) assumiu mais da metade do sistema de verificação das transações. A plataforma trabalha no armazenamento, compra e venda de grandes criptomoedas, como Bitcoin e Ethereum.
Na ação, diversos computadores foram usados remotamente para reescrever operações, direcionando-as a outros destinatários. Mas, no fim, o hacker não teve sucesso em sua investida.
Isso porque para ser bem sucedido, o grupo precisaria de um poder computacional muito forte para dominar os outros participantes. Outro fator importante é que quanto mais a rede cresce, mais difícil se torna alterar transações antigas.
Assim, os atacantes, provavelmente, só teriam capacidade de alterar blocos mais recentes e em um curto período de tempo, o que não justifica os custos de um ataque.
Um ataque 51% em criptomoedas poderia ter custos menores, no entanto, em outras redes com menor notoriedade. Ainda assim, não há garantias de que os lucros possam compensar a ação.
Do ponto de vista dos investidores, a melhor opção é sempre optar por redes robustas, bem descentralizadas e com alta capacidade de proteção.
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Mais de 8,5 milhões de brasileiros foram impactados pela clonagem de WhatsApp somente em 2020, muitos deles vítimas de golpes financeiros. O dado vem de projeções recentes feitas pelo dfndr lab, laboratório especializado em segurança digital da PSafe.
Ainda segundo a pesquisa, 26,7% dos entrevistados apontaram o vazamento de conversas privadas como o principal prejuízo da clonagem de WhatsApp.
Em seguida aparece o envio de links com golpes para outros contatos (26,6%). Por fim, solicitações de dinheiro aos amigos (18,2%), perda da conta do WhatsApp (18,0%); e chantagem (10,5%).
Contudo, os golpes financeiros explodiram durante a pandemia. É o que aponta uma pesquisa da Federação Brasileira de Bancos (Febraban).
Entre janeiro e fevereiro de 2021, por exemplo, o golpe da falsa central telefônica e do falso funcionário aumentaram cerca de 340%. Já os ataques de phishing, tipo de truque para enganar pessoas e coletar dados confidenciais, dobraram de um ano para o outro.
Golpes financeiros mais comuns no whatsapp
O aplicativo de mensagem é atrativo para cibercriminosos por ser um dos mais utilizados em todo o mundo, logo, se tornando um ambiente fértil para este e outros golpes financeiros. Confira os mais comuns:
1 – WhatsApp clonado
Existem duas formas de clonar uma conta no WhatsApp. A primeira delas é através da leitura de um QR Code – um procedimento muito parecido com o realizado quando se utiliza o WhatsApp Web.
Nesse caso, os criminosos se passam por empresas ou instituições e utilizam desculpas, como a atualização cadastral, para enviar um código fraudulento para a vítima.
Ao fazer a leitura deste código em seu celular, a vítima sem saber permite que seja feito um espelhamento de suas conversas no aplicativo.
A outra forma de clonagem é a partir do código de verificação do próprio aplicativo. Nessa situação, os criminosos entram em contato com a vítima através do número de celular (muitas vezes disponibilizado em sites de comércio eletrônico).
Por mensagem, afirmam que é necessário que as vítimas confirmem a própria identidade fornecendo o código que será enviado por SMS. Quando a vítima faz o que é pedido, os criminosos conseguem ativar o WhatsApp em um novo dispositivo e clonar a conta.
2 – WhatsApp duplicado
O golpe do WhatsApp duplicado visa ter vantagens financeiras sobre os contatos e conhecidos das vítimas. Nesta opção, os criminosos fingem ser uma pessoa utilizando foto e nome real da vítima.
Este golpe é viabilizado por meio de criminosos chamados Data Brokers (grupo dedicado a compilar informaçẽs e comercializá-las a terceiros).
Os golpistas utilizam esses dados comprados para, com outro número de celular, se passarem pelas vítimas. A tentativa sempre é a mesma: utilizar situações falsas para conseguir dinheiro.
Muitas das vezes, o estelionatário tenta se passar por um familiar, manda mensagem aos contatos próximos solicitando um depósito para comprar um remédio ou pagar uma conta.
Tudo parece muito real: os nomes utilizados batem e até a foto do perfil é a mesma que a pessoa em questão costuma usar. Porém, sempre há a desculpa de que houve uma troca de número do celular e que a transferência ou depósito precisa ser feita no nome de outra pessoa.
3 – Contas falsas
Conhecido também como “contas fakes”, nessa modalidade de golpes financeiros os criminosos se passam por empresas ou instituições financeiras alegando dívidas em atraso ou perto do vencimento.
Funciona assim: uma “empresa” entra em contato através do WhatsApp avisando que, por exemplo, a parcela de um acordo não foi paga e que por isso o cancelamento deste acordo será feito.
A pessoa que recebe a mensagem, muitas vezes realmente tem um acordo, e corre para efetuar o pagamento. Só que o dinheiro acaba indo para pessoas mal intencionadas que não têm nenhum tipo de relação verdadeira com a empresa falsamente utilizada no contrato.
Muitas vezes, o golpe do boleto falso é utilizado nessa situação também. Dessa forma, as vítimas são levadas a acreditar que de fato possuem um débito e precisam resolver aquela situação o mais rápido possível.
E aí começa o problema, porque a pendência não existe e o dinheiro acaba indo parar nas mãos erradas.
4 – Cupons e Passagens
Esse é um golpe do WhatsApp clássico, inclusive é muito provável que você já tenha visto algo do tipo.
A premissa é a de que basta clicar em um link e será possível obter um super cupom com vantagens, um brinde ou concorrer a uma viagem incrível. Pois bem, esses links direcionam as pessoas para páginas suspeitas com publicidades e downloads enganosos infectados com malwares.
Os malwares são códigos, programas ou softwares mal-intencionados que têm como objetivo se infiltrar de forma ilícita no computador ou celular de alguém a fim de causar danos e roubos de informações. Ou seja, cair em um golpe desses é dor de cabeça na certa!
WhatsApp tem sido um os principais meios utilizados por cibercriminosos para atrair vítimas em golpe financeiros
5 – Phishing
O Phishing é um termo em inglês que designa o roubo de identidade online. Como você pode imaginar, essa é mais uma forma encontrada para aplicar um golpe do WhatsApp.
Esse golpe, apesar do nome diferente, também se assemelha aos já citados. Os criminosos espalham mensagens com ofertas como “mude a cor do seu WhatsApp” com o intuito de atrair vítimas. Diante disso, o fraudador precisa apenas que alguém abra o link enviado na mensagem para que o golpe seja aplicado.
Uma vez instaurado, o fraudador busca por informações bancárias confidenciais na tentativa de tirar vantagem das vítimas.
6 – Golpe da recarga ilimitada
Imagina ter créditos ilimitados e ainda pagar pouco por isso, existe oferta melhor? Por mais irresistível que pareça, esse é um dos golpes financeiros que podem custar muito caro!
Nessa fraude os estelionatários oferecem um serviço de recarga muito bom por um preço baixíssimo. Quem quer economizar e garantir a tal proposta só precisa baixar um aplicativo.
Ao fazer o download desse aplicativo, o celular da vítima passa a fornecer diversos dados pessoais e, às vezes, até a localização do usuário! Após isso, cartões de crédito podem ser utilizados para compras e pode ocorrer até mesmo chantagem.
Isso porque, os estelionatários podem ter acesso aos arquivos pessoais no celular, e utilizar fotos íntimas, por exemplo, como forma de extorquir o proprietário da imagem exigindo dinheiro para não publicá-las.
7 – Golpe do Whatsapp usa sistema do Banco Central
Esse é um novo golpe do WhatsApp que anda circulando. Funciona assim: um link malicioso é enviado por aplicativo para o usuário e automaticamente ele é redirecionado para sites falsos do sistema Registrato do Banco Central do Brasil, em que é possível conferir se existem valores para receber.
Em todos os casos, os sites maliciosos mostrarão que a vítima tem dinheiro a receber, com valores entre R$1 mil e R$4 mil.
O comunicado oficial informando sobre o golpe foi feito pela Kaspersky no início deste mês, e diz que as vítimas contam com valores a receber do BC. Os golpistas, por exemplo, prometem saque instantâneo do dinheiro via PIX.
Para evitar ser vítima, além da atenção, a Kaspersky recomenda:
olhar com cuidado o endereço do site, evitando compartilhar dados pessoais em sites diferentes dos oficiais;
avaliar cuidadosamente antes de aceitar as notificações. O ideal é permitir apenas programas essenciais, como os alertas de programas financeiros;
usar uma solução de segurança de confiança, como o Kaspersky Internet Security, para bloquear o acesso a esses sites fraudulentos.
Como se proteger dos golpes financeiros?
O diretor do dfndr lab, Emilio Simoni, afirma que alguns cuidados fundamentais são possíveis para evitar golpes financeiros no aplicativo. O primeiro deles é instalar uma solução de segurança em seu celular capaz de identificar tentativas de clonagem de WhatsApp.
Simoni explica que também podemos ativar a autenticação em dois fatores, dessa forma você poderá criar uma senha que será uma camada extra de segurança para sua conta de WhatsApp.
Outra dica do especialista é não deixar o celular desbloqueado perto de pessoas desconhecidas, pois é possível que elas se conectem ao WhatsApp Web e tenham acesso às suas mensagens. “
“Para verificar se alguém está acessando sua conta, clique nos três pontinhos no canto superior direito dentro do aplicativo e selecione “WhatsApp Web”. Se alguém estiver ativo, irá aparecer o nome do dispositivo no qual ele está conectado. Para sair basta clicar em “Desconectar de todos os aparelhos”, diz Emilio Simoni.
Gostou das dicas? Então compartilhe e ajude seus amigos e familiares a não caírem em golpes financeiros através do whatsapp!
O método de pagamento BNPL oferece parcelamento mesmo para quem não tem cartão de crédito. (Fonte: Divulgação)
O boleto está presente na vida de milhões de brasileiros. Afinal de contas, todo mês nós precisamos pagar contas, não é mesmo? Mas o que fazer se pagar um boleto errado? É possível cancelar o pagamento de um boleto?
Antes de saber como cancelar o pagamento de um boleto, é preciso saber em que se baseia esse tipo de pagamento. De forma resumida, o boleto bancário nada mais é do que um documento de cobrança que pode ser gerado por qualquer empresa.
Ele apresenta alguns benefícios, entre eles: possibilita às pessoas que não têm cartão de crédito – como falamos acima – ou que não possuem conta em banco a comprarem um produto ou determinado serviço.
Conseguir cancelar o pagamento de um boleto depende, em primeiro lugar, do status atual da transação. Ou seja, se o pagamento está em análise ou se o valor já foi pago integralmente.
Em um caso de agendamento, por exemplo, as instituições financeiras dão a possibilidade de anular a ação através do interner banking ou do próprio aplicativo oficial do banco.
No entanto, caso o pagamento já tenha sido feito será necessário entrar em contato com a instituição financeira ou com o beneficiário para solicitar a devolução do valor.
Seja qual caso for, a nossa dica é: informe as instituições financeiras. Tanto a que você realizou o pagamento do boleto quanto a que emitiu o documento.
Cancelar o pagamento de um boleto depende da instituição financeira. Saiba aqui como conseguir cancelar
Como cancelar boleto que foi pago
Agora que você já sabe que é possível cancelar um boleto, montamos um passo a passo simples para você conseguir fazer. Veja, a seguir, como cancelar:
entre em contato com a instituição financeira que emitiu o boleto e também com o banco que fez o pagamento. Informe-se sobre como é feito o cancelamento;
em casos de boletos agendados, acesse o aplicativo Internet Banking ou app, vá em “agendamentos” e clique em “cancelar agendamentos”;
O que fazer em casos de pagamentos em duplicidade?
Se você pagou um boleto em duplicidade, ou seja, o pagamento de um mesmo boleto é feito duas vezes, o próprio beneficiário que emitiu o boleto pode reconhecer o erro. Com isso, o estorno é feito para a conta que você realizou o pagamento.
Mas se a devolução automática não ocorrer por algum motivo e o pagamento tenha sido efetivado com sucesso, é necessário entrar em contato com o beneficiário e solicitar a devolução do valor duplicado.
Vale lembrar que cada instituição financeira tem as suas características. Por isso, é importante verificar as regras com cada um dela para conseguir cancelar o boleto sem ter dores de cabeça.
Boletos em atraso: saiba como calcular multa e juros
Quem paga boletos em atraso sabe que tem que arcar com multas e juros estabelecidos pela empresa credora. Isso é comum acontecer, afinal, não é todo mundo que consegue seguir um planejamento financeiro, ainda mais com a crise financeira causada pelo Covid-19.
É claro que existe a possibilidade de colocar a despesa em débito em conta, mas ainda assim se você não tiver o dinheiro para pagar, os boletos ficarão em atraso. De qualquer maneira será necessário calcular o valor da multa e dos juros.
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Microempreendedor individual (MEI) tem o menor percentual de gasto com o INSS; valor descontado é de 5% do salário mínimo. (Fonte: Divulgação)
É microempreendedor individual ou quer se tornar um? Independentemente da sua resposta, é preciso estar atento, já que o valor da contribuição do MEI para o INSS vai aumentar a partir de fevereiro deste ano.
O reajuste é equivalente a 5% de um salário mínimo, que também sofreu aumento no início do ano e passou de R$1.100 para R$1.212.
Com isso, a contribuição do MEI para o INSSserá de R$60,60. Antes, o valor era de R$55. Vale ressaltar aqui que o valor só será cobrado a partir de março, porque ele será a cota referente ao mês de fevereiro.
Vale destacar que este novo valor é válido para todos os boletos que vencerão em 20 de fevereiro. Se você já realizou o pagamento antecipado deve ter deparado com o aumento.
Por fim, a alteração no valor também reflete diretamente no valor do Documento de Arrecadação do Simples Nacional, o DAS. Esse documento é referente principalmente à contribuição do INSS e aos tributos de cada categoria que precisam ser pagos.
Saiba como ficou o valor da contribuição do MEI por meio do DAS
Agora que você já sabe que a contribuição do MEI para o INSS sofreu aumento, está na hora de saber qual será o valor do DAS MEI. Por isso, confira abaixo os novos valores a partir de fevereiro, que somente serão pagos em março:
R$61,60 para Comércio ou Indústria (R$60,60 de INSS + R$1 de ICMS);
R$65,60 para Prestação de Serviços (R$60,60 de INSS + R$5 de ISS);
R$66,60 para Comércio e Serviços (R$60,60 de INSS + R$1 de ICMS + R$5 de ISS).
O valor da contribuição do MEI para INSS aumenta a partir do boleto com vencimento em 20 de fevereiro
Plataforma de serviços do MEI:
Se você já é um microempreendedor individual certamente já deve ter reparado que a plataforma de acesso está de cara nova. Conhecido anteriormente como Portal do Empreendedor, agora a plataforma possui um novo endereço.
Agora, é possível acessá-la agora pelo site www.gov.br/empresas-e-negocios/. Assim como você já estava acostumado, nela consegue realizar diversos serviços:
Abertura do MEI (que é gratuita);
Emissão de guias mensais para pagamento;
Alteração de dados cadastrais da empresa;
Nota fiscal Informações sobre;
Declaração Anual do Simples Nacional;
Microempreendedor Individual (DASN-SIMEI);
Informação sobre qualificação do MEI;
Informação sobre créditos;
Crédito emergencial devido à pandemia;
Informação sobre programas de incentivo ao empreendedor;
Atividades do MEI;
Legislação;
Estatísticas;
Parcerias;
Baixa do MEI.
Dispensa de alvará para o MEI será simplificada
Você sabia que o funcionamento e a abertura de pequenos negócios no Brasil foram simplificados?
Pois é! Sendo assim, se tornar um MEI ficará cada vez mais fácil com a dispensa de alvará para MEI, independentemente da categoria e do grau de risco.
Isso foi possível através da medida da Resolução nº59, que foi publicada em agosto de 2020 e aprovada pelo Comitê para Gestão da Rede Nacional para Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (CGSIM).
Agora, após você se inscrever no Portal do Empreendedor, será preciso manifestar sua concordância com o Termo de Ciência e Responsabilidade com Efeito de Dispensa de Alvará de Licença de Funcionamento.
Esse documento será expedido eletronicamente e permite o exercício imediato das atividades do MEI.
Dessa forma, a partir de agora, quem se inscrever como microempreendedor não vai precisar mais esperar pelo alvará e licença de funcionamento.
E aí, gostou dessa notícia? Você já sabia dessa facilidade e das novidades sobre o valor da contribuição do MEI para o INSS em 2022? Então compartilhe com outras pessoas agora mesmo!