Quando o assunto é investir em Bitcoin e outras criptomoedas, sempre rola aquele medinho ou insegurança. Principalmente porque, esse é um mercado autossuficiente. Ou seja, não possui instituições financeiras que regulam as transações.
Por isso, é de extrema importância que você entenda todos os passos e os trâmites necessários para a compra e venda de criptomoedas dentro dos ambientes de blockchain.
Então, se você tem interesse em começar a investir nesse mercado, você deve realizar estudos aprofundados para não cair nesse tipo de risco.
Você também pode começar pelo Guia completo para investir em criptomoedas, um manual preparado especialmente pela redação do FinanceOne com as principais dicas para quem quer começar.
Além disso, existem meios que podem facilitar a vida de quem não deseja se aventurar e desbravar esse universo sozinho.
As exchanges de criptomoeda, por exemplo, são um importante meio de facilitação na hora de adquirir Bitcoins, Dogecoins, Ethereum e outras moedas digitais.
Para entender mais sobre como comprar e negociar investimentos em criptomoedas com segurança, nos acompanhe. Basta continuar lendo este artigo para entender um pouco melhor sobre esse assunto que gera tanto medo em alguns investidores iniciantes.
Criptomoedas são um investimento variável, por isso, verifique se esse tipo de investimento é compatível com o seu perfil
Qual o melhor lugar para fazer investimentos em criptomoedas?
Antes de mais nada, para você que está dando seus primeiros passos com o investimento em criptomoedas, a melhor escolha é optar por uma corretora.
As corretoras de Bitcoin também são conhecidas pelo nome de exchanges e fazem a mediação de compra entre você e a criptomoeda.
Comprar criptomoedas através de uma corretora de moedas digitais é o melhor modo de não cair em golpes e problemas na internet. Mas, lembre-se: invista em exchanges que ofereçam o mínimo de garantia.
Mesmo que elas apresentem um preço melhor, neste caso, vale mais a pena investir em um local que possua garantia e recomendações.
Antes de colocar seu dinheiro para a troca de moedas físicas pelas moedas digitais, verifique o histórico da empresa e veja se ela cumpre as normas exigidas pelo Brasil.
Não deixe de ver também como ela age no caso de problemas com o consumidor.
Ao analisar todas essas informações, você consegue ter noção se essa corretora é uma boa opção ou não na hora de aplicar ou não os seus investimentos.
Tendo noção de que esse pode ser um momento difícil para a decisão, fizemos uma seleção com os melhores locais para você investir o seu dinheiro em moedas digitais.
Mercado Bitcoin
A Mercado Bitcoin foi a primeira corretora de criptomoedas do Brasil e é atualmente a maior exchange da América Latina.
Através de sua plataforma, você investe nas criptomoedas com a maior valorização do mercado atualmente. Entre elas estão o Bitcoin, Bitcoin Cash, XRP, Ethereum e outras.
Foxbit
A Foxbit é uma das maiores empresas no mercado de criptoativos no Brasil. Está em funcionamento desde 2014 e possui uma plataforma com diferentes modalidades de depósito.
Possui taxas atrativas e trabalha com as principais moedas do mercado de criptomoedas.
Binance
A Binance é atualmente, a maior corretora de criptomoedas do mundo. Tanto é, que a Binance possui a sua própria criptomoeda, a Binance Coin (BNB).
No Brasil, a Binance aceita depósitos e retiradas sem taxas por meio do Pix. Além disso, há a possibilidade de comprar os criptoativos utilizando cartões de crédito das bandeiras Visa e Mastercard.
Lá, você negocia a maior parte das moedas com bastante liquidez e rapidez nas transações. Já que seu sistema tem bons recursos de segurança, diversos tipos de produtos de investimento e taxas fixas por transação.
Por fim, a companhia é uma boa opção para os que buscam versatilidade e confiança para realizar as transações.
Quem nunca esqueceu de pagar uma conta, não é mesmo? Pois é. Por ser um método de pagamento propício para o esquecimento, torna-se necessário atualizar o boleto vencido.
Além disso, antes de atualizar o seu boleto, é necessário compreender se ele funciona de forma automática ou não.
Isso porque, quando um pagamento é feito em atraso, alguns bancos já utilizam tecnologias que se adequem ao boleto, independentemente de quando o pagamento será realizado: seja em dia ou em atraso.
Normalmente esses tipos de boleto possuem a aplicação de juros, multas e taxas extras no caso do não pagamento em dia. Vale lembrar que é possível negociar essas despesas com o banco, mas, para isso, é necessário comparecer na sua agência.
Já no nosso caso, vamos mostrar para você como atualizar o boleto vencido sem a necessidade de ir a sua instituição bancária. Para isso, basta utilizar apenas um celular ou computador com acesso a internet.
Sendo assim, nesta situação, cada banco possui sua própria maneira de atualizar o boleto vencido. Então é importante se atentar a qual banco pertence o seu boleto para gerar sua versão atualizada do jeito correto.
Estima-se que, apenas no Brasil, cerca de 4 milhões de boletos são pagos por ano
Bradesco:
O Bradesco disponibiliza vários canais para que o boleto vencido seja atualizado. Entre eles estão: o Internet Banking, Bradesco Celular, Fone Fácil, nas Máquinas de Autoatendimento ou Agências Bradesco.
Nesse sentido, a única exigência feita para que o dono do boleto tenha, pelo menos, o número do banco, o CPF/CNPJ do beneficiário e do pagador ou a linha digitável do boleto.
Para realizar essa operação, basta que o interessado se dirija para a seguinte área: Início > Produtos e Serviços > Serviços > Boletos.
Itaú Unibanco:
Uma das maneiras mais práticas de atualizar um boleto vencido é através do site do Itaú. Lá, você pegará o atalho Início > Serviços > Boletos.
Nessa área do site, você terá a opção de inserir o CPF ou CNPJ do pagador e as linhas digitáveis do boleto. Caso esteja correto, basta apenas clicar em “Gerar boleto“.
Caixa Econômica Federal:
Caso o boleto a ser atualizado seja da Caixa, é necessário entender qual seu fim. Isso porque, em seu site, é possível gerar boletos para empréstimos, habitação, Fies, cartão de crédito, negociação de dívidas, entre outros.
Sabendo qual a dívida vinculada ao pagamento, basta seguir com a opção que melhor representa o boleto. Em todas as opções disponíveis, a Caixa solicitará algum dado (como o CPF ou CNPJ) para identificar que aquele boleto pertence a você.
Por fim, basta seguir as instruções da instituição para gerar seu boleto atualizado.
Outra instituição financeira que também oferece a possibilidade de atualizar boleto vencido é o Banco do Brasil. Para realizar este trâmite, basta seguir o passo a passo:
Acesse o site do Banco do Brasil;
Selecione a opção “Produtos e Serviços“;
Em seguida, role a página para baixo até encontrar a opção “2ª via e atualização de boleto de cobrança emitido pelo Banco do Brasil“;
Ao clicar na opção acima, você será direcionado para uma nova página;
Nessa página, são disponibilizadas duas opções de emissão e atualização do boleto: através da Linha Digitável do Boleto ou do seu número;
Por fim, basta informar os dados solicitados pela instituição financeira e receber seu boleto atualizado para pagamento.
O mercado de afiliados tem crescido cada vez mais no Brasil e, junto com ele, diversos programas surgem para este setor. Mas será que existe alguma maneira de vender mais como afiliado?
A resposta é sim,e com algumas dicas você pode duplicar as vendas dos programas de afiliados que você participa.
Mas antes de você saber como vender mais como afiliado é preciso entender o que é um. Para quem não sabe afiliado é quem divulga o produto de uma empresa e em troca ganha uma comissão.
Dessa forma, tanto a loja quanto o afiliado são beneficiados nas vendas realizadas. Isso porque ambos estão procurando ter renda extra, mais visibilidade e aumento na quantidade de produtos vendidos.
E com a divulgação dos produtos gerando vendas, o empreendedor recebe o lucro e o afiliado ganha uma participação nos lucros, recebendo uma porcentagem de comissão.
5 formas de vender mais como afiliado
Se você é afiliado e quer vender mais, o FinanceOne separou algumas dicas que podem te ajudar. Confira!
1) Crie conteúdos relevantes nas redes sociais
Você pode até estar em diversos programas de afiliados, mas de nada adianta se você oferece somente produtos nas suas redes sociais. É preciso criar conteúdo de valor para o seu público.
É dessa forma que você se tornará uma referência no assunto e, consequentemente, vai vender mais como afiliado. E como criar conteúdo de valor? A gente te explica!
-> Ensine o seu público: faça tutoriais sobre os produtos, vídeos e até mesmo artigos tirando a dúvida ou ensinando a resolver o problema das pessoas.
-> Faça um conteúdo de qualidade: para isso, pesquise sobre o assunto que você deseja falar. Lembre-se que o mais importante é tirar as dúvidas do seu público, independente de quais sejam.
-> Tenha uma frequência nas redes sociais: quem quer ser lembrado precisa ser visto. Sendo assim, você precisa ter uma frequência de postagens nas redes sociais, defina esse número.
2) Defina uma área de atuação
Assim que você tomar a decisão de que vai se tornar um afiliado, a próxima etapa precisa ser escolher logo uma área de atuação. Um afiliado de sucesso é aquele que consegue se dedicar de forma específica e estratégica.
Com algumas estratégias é possível vender mais como afiliado
Para isso, é necessário se dedicar para uma área, em vez de abraçar todas de uma só vez. É importante que você saiba que alguns nichos, inclusive, já estão bem saturados ou são mais amplos do que se imagina.
3) Tenha uma persona
Para quem você quer vender? Quem é o seu cliente ideal? Ter uma persona é fundamental para o seu sucesso nas vendas. Afinal, você saberá exclusivamente para quem estará vendendo e produzindo conteúdo de valor.
Saiba que a persona é bem diferente do público-alvo. Persona é como se fosse um avatar, com todas as qualidades e características essenciais que o seu cliente tem e você poderá entender de forma estratégica para vender mais.
4) Escolha produtos estratégicos
Outra dica é escolher produtos que tenham potencial de vendas. É mais fácil conseguir vender com aquilo no qual você entende e saiba que o mercado está disposto a comprar.
É preciso saber se o produto tem procura, se tem qualidade e se tem pessoas disponíveis para comprar.
5) Defina canais de divulgação
Você precisa, também, definir quais serão os seus canais de divulgação. Como já foi dito acima, será impossível vender se você não estiver nas redes sociais. Por isso, um dos passos fundamentais é definir os canais de divulgação.
Quais serão as redes que você vai usar? Você vai prospectar presencialmente e no digital, em ambos ou só em um? Pretende fazer parcerias? É importante também saber sobre remarketing, uma estratégia de venda bem assertiva do mercado.
Outra opção é criar um blog. Você pode começar a escrever, produzir materiais falando sobre o seu produto e, nos próprios textos, divulgar o seu produto.
Baixe o e-book que vai te ajudar a vender mais como afiliado!
Que tal ter ainda mais dicas de como colocar tudo isso em prática e saber o passo a passo para ganhar dinheiro como afiliado? A Afilio pensou em você e preparou m e-book com todas as informações necessárias.
É o “Guia completo para ganhar dinheiro como afiliado digital“! Ele vai te ajudar a iniciar do zero e a ter excelentes resultados.
Isso mesmo, você vai ter em mãos o caminho de como começar, por onde e as estratégias que pode usar para começar a vender mais. E aí, vai ficar parado sem ganhar dinheiro?
Você já ouviu falar em inteligência financeira? Não, não é a mesma coisa que educação financeira. Na verdade, é um conceito complementar, mas tão importante quanto.
Entender do que se trata e como desenvolver esse tipo de mentalidade ajuda as pessoas a pouparem muito mais dinheiro, realizar as metas e sonhos, além de torná-las mais propensas a enriquecer.
Acontece que a inteligência financeira está relacionada com saber como lidar com o seu dinheiro. Uma vez que o dinheiro está ligado a diversos aspectos da sua vida, essa mentalidade acaba beneficiando todos eles.
Quer entender mais sobre isso e como desenvolver esse tipo de inteligência? Então continue lendo o artigo e confira as dicas do Grupo Investidor Sardinha!
O que é inteligência financeira?
Diferente da educação financeira, que se refere ao conhecimento teórico sobre dinheiro e economia propriamente dito, a inteligência financeira se refere a uma mentalidade. Ou seja, à forma como a pessoa lida com dinheiro
Pessoas com essa mentalidade desenvolvida sabem gerenciar bem a própria renda, tomam boas decisões na hora escolher o que fazer com o próprio dinheiro, possuem mais facilidade em investir, não gastam de forma impensada etc.
Por exemplo, imagine duas pessoas que querem comprar uma casa daqui a 5 anos. Ambas possuem o mesmo nível de poder aquisitivo, nível de escolaridade e também foram educadas financeiramente (sabem a teoria).
Porém, uma dessas pessoas tem a inteligência financeira desenvolvida e a outra não.
Mesmo tendo as mesmas condições, provavelmente aquela que tem a mentalidade correta conseguirá comprar o imóvel primeiro e com menos sofrimento e desgaste no meio. Afinal, ela sabe gerenciar melhor seu dinheiro.
Já a segunda pessoa, embora (teoricamente) tivesse condições de comprar a casa, esteve mais propensa a gastar sem pensar nesses cinco anos, a furar o próprio orçamento, a procrastinar na hora de investir… E não conseguiu comprar a casa.
As características de quem tem inteligência financeira, geralmente, são:
Escolhas inteligentes
Atitude focada
Estratégia
Planos sólidos
A boa notícia é que essa mentalidade pode ser desenvolvida. Então se você já sabe toda a teoria sobre finanças, mas ainda não consegue lidar bem com seu dinheiro, siga o passo a passo a seguir!
Pessoas com inteligência financeira têm mais chances de enriquecer
Como aprender inteligência financeira em 3 passos
Para desenvolver a sua inteligência financeira, siga os passos abaixo. Saiba que o processo pode ser um pouco desafiador para algumas pessoas, mas vale a pena.
Lembre-se, contudo, que comprometimento é fundamental.
1 Entenda a sua realidade
O primeiro passo para desenvolver inteligência financeira é conhecer a sua realidade financeira. Afinal, só sabendo de onde você está partindo, poderá traçar uma rota rumo a onde quer chegar.
Isso significa que você deve verificar quais são as suas fontes de renda, qual é a sua receita mensal, analisar quais são os seus gastos fixos e variáveis. Ou seja, tomar consciência das suas finanças.
Sabe quando você pergunta a uma pessoa – por mais bem sucedida que ela pareça – quanto ela ganha por mês e ela não sabe responder?
Das duas, uma: ou ela está desconversando para não te contar ou ela não tem inteligência financeira. Pessoas com essa mentalidade desenvolvida têm total consciência sobre a própria carteira.
Dica: anote todos os seus dados em uma folha ou em uma planilha. Dessa forma, você consegue analisar a sua realidade com maior clareza e organizar a sua vida financeira.
2 Trace metas e objetivos
Você sabia que sonho e objetivo são coisas diferentes? Um sonho é algo no campo das ideias. Já um objetivo é algo que você planeja um caminho para ser realizado.
E esse é o segundo passo para desenvolver sua inteligência financeira. Na medida que for ganhando experiência em traçar e realizar metas, vai mudar a mentalidade e fará cada vez escolhas mais inteligentes financeiramente.
As metas são como passos que, ao serem cumpridos, te colocam mais perto da realização do seu objetivo.
Desse modo, quando todas as metas forem cumpridas, você terá alcançado o seu objetivo. Um detalhe importante é que as metas devem ser claras e mensuráveis.
Exemplo: ao invés de estabelecer uma meta de “ emagrecer”, simplesmente, torne-a mais específica: “quero emagrecer 10kg em dois meses. Para isso, vou ao nutricionista toda semana durante esse período e me matricularei na academia”.
Se aplicar esse hábito na sua vida, conseguirá desenvolver a inteligência financeira e também a disciplina necessária para realizar seus sonhos.
3 Estude e consuma bons conteúdos
Já falamos que inteligência financeira e educação financeira são duas coisas distintas. Porém, são entendimentos que se complementam: uma pessoa com esses dois atributos tem muitas chances de enriquecer.
Além disso, se educar financeiramente também contribui para o desenvolvimento de uma mentalidade financeira mais eficiente.
Então estude! Principalmente sobre investimentos, porque sem conhecer sobre eles, como você saberá qual o melhor ativo para você?
Dicas: consuma muito conteúdo sobre finanças e desenvolvimento pessoal:
Se você ainda não está convencido de que deve buscar desenvolver a sua inteligência financeira, saiba que ela é importante para realizar objetivos.
Não apenas te fará evitar gastos por impulso e a tomar decisões erradas, mas também terá um impacto positivo em todas as áreas da sua vida que são influenciadas pelo dinheiro de alguma forma.
Estas são algumas das vantagens em desenvolver a inteligência financeira:
Ajuda no hábito de poupar: gastar menos do que ganha e poupar uma parte é essencial para que você consiga realizar seus objetivos.
Te ajuda a ter foco nas suas prioridades. Com isso, as chances de você conseguir realizar seus objetivos são maiores.
Investir melhor: você estuda sobre investimentos e passa a investir melhor.
Ajuda a decidir quais são os objetivos que você quer realizar e a se planejar para isso.
Diminui o estresse. Afinal, não ter controle das finanças é estressante. Com a inteligência financeira, você está no controle de tudo.
Gostou do conteúdo? Então deixe um comentário e compartilhe com seus amigos que, mesmo tendo dinheiro, não têm uma boa mentalidade desenvolvida para lidar com dinheiro.
Se você é pessoa com deficiência e tem um emprego formal, pode ter direito a receber o Auxílio Inclusão do governo federal. O benefício pode ser requerido diretamente ao INSS.
Esse auxílio é um estímulo à autonomia de pessoas com deficiência e um incentivo para que empresas privadas incluam a diversidade em seus quadros funcionais.
Ele foi instituído pelo Governo Federal por meio do Ministério da Cidadania e está em operação desde outubro de 2021.
Mas quem tem direito? Como receber o valor? Como funciona? Respondemos todas as perguntas neste artigo!
Quem tem direito ao Auxílio Inclusão?
O Auxílio Inclusão é voltado para pessoas com deficiência que ingressam no mercado de trabalho formal. Mas para requerer é necessário ser beneficiário ou ex-beneficiário do BPC – Benefício de Prestação Continuada.
Além disso, o salário do trabalhador precisa ser de, no máximo, dois salários mínimos, o Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) precisa estar atualizado, dentre outros requisitos, listados a seguir.
Pode requerer o auxílio no INSS quem:
possui trabalho formal
recebe remuneração de até dois salários-mínimos (R$ 2.424)
é titular do BPC concedido à pessoa com deficiência
recebe ou já recebeu o BPC em algum momento nos últimos cinco anos e continua atendendo aos critérios de manutenção do Benefício de Prestação Continuada
Para receber o auxílio, o BPC não precisa estar necessariamente ativo. Ele pode estar suspenso ou ter sido cessado nos últimos 5 anos anteriores ao início da atividade remunerada; ou suspenso pelo próprio ingresso ao mercado de trabalho.
Mas o trabalhador com deficiência que é contemplado com o auxílio, deixa de receber o BPC. Caso ele perca o emprego ou a renda adquirida, volta a ter o Benefício de Prestação Continuada automaticamente (perdendo o auxílio inclusão).
O Auxílio Inclusão é pago em parcelas equivalentes a meio salário mínimo. Portanto, em 2022 o valor é de R$606.
Vale destacar que essa quantia não entra no cálculo da renda familiar per capita mensal para fins de manutenção do BPC.
Ou seja, se o Benefício de Prestação Continuada tiver que ser concedido a outra pessoa da mesma família, os R$606 não serão considerados no cálculo da renda.
Auxílio Inclusão paga meio salário mínimo para pessoas com deficiência no mercado de trabalho formal (Foto: Sérgio Moura/ Min. Cidadania)
Como pedir a liberação do Auxílio Inclusão ao INSS?
Assim como outros benefícios do INSS, o Auxílio Inclusão para pessoas com deficiência pode ser solicitado pelos canais digitais de atendimento da Previdência:
pelo site www.inss.gov.br
pelo aplicativo Meu INSS
pela central telefônica gratuita 135 (de segunda a sábado, das 7h às 22h)
Para pedir a liberação do Auxílio Inclusão ao INSS pelo app ou site, siga o passo a passo:
Para acompanhar a resposta do seu processo e também consultar o Auxílio Inclusão, basta acessar o Meu INSS e seguir os passos:
Clique no botão “Consultar pedidos”
Encontre seu processo na lista
Se quiser ver mais detalhes, clique em “Detalhar”
Até 30 dias úteis é o tempo estimado para a prestação do serviço. Em caso de dúvidas, basta ligar para o número 135.
O que é BPC é quem tem direito?
O Benefício de Prestação Continuada (BPC) é um auxílio no valor de um salário mínimo (R$1.212) por mês concedido a:
idosos com idade igual ou superior a 65 anos
pessoas com deficiência de qualquer idade com impedimentos de natureza física, mental, intelectual ou sensorial de longo prazo (com efeitos por pelo menos 2 anos)
Para receber o BPC não é necessário ter realizado nenhuma contribuição ao INSS. Ele é diferente de outros benefícios previdenciários, o que inclui não pagar 13º salário e não deixar pensão por morte.
Para ter direito, é necessário que a renda por pessoa do grupo familiar seja igual ou menor que 1/4 do salário mínimo (R$303).
As pessoas com deficiência também passam por avaliação médica e social no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Assim como o Auxílio Inclusão, é possível solicitar o BPC nos canais digitais do INSS. Mas ele não pode ser acumulado com outro benefício previdenciário ou de outro regime, a não ser com assistência médica, pensões especiais indenizatórias e contrato de aprendizagem.
O conteúdo foi útil? Então compartilhe com seus amigos e deixe um comentário!
Para quitar as dívidas ou realizar algum investimento, muitas pessoas acabam recorrendo ao empréstimo com garantia de moto.
Por meio desta opção, o veículo fica alienado à empresa que concedeu o crédito até que a dívida seja quitada, mas ainda sim é possível usufruir do bem.
Para dar entrada na modalidade, o primeiro passo que você precisa dar é escolher a financiadora e providenciar os documentos necessários.
Contudo, vale ressaltar que normalmente para empréstimos dessa modalidade as financeiras exigem que a moto esteja nas seguintes condições:
A moto precisa estar quitada e em nome do próprio solicitante; não ter pendências de impostos; não ter multas com pagamento pendente; ter no máximo 5 anos de fabricação.
Em relação aos documentos pessoais, são exigidos basicamente os mesmos que em outros tipos de empréstimo, como documento de identidade, comprovante de endereço e renda.
Quem pode fazer um financiamento de moto?
Em tese, qualquer pessoa física pode pega um empréstimo com garantia de moto. Porém, para conseguir que o seu financiamento seja aprovado, será necessário passar por uma análise de crédito.
Cada banco tem sua forma de fazer essa avaliação. Mas, em geral, são estudados aspectos referentes ao score de crédito do consumidor (que mede as chances dele se tornar inadimplente) e a renda que ele tem para pagar as prestações.
Dessa forma, o financiamento de moto é uma realidade possível para vários tipos de profissionais, incluindo autônomos, servidores públicos e empregados domésticos, por exemplo.
O que o banco analisa no empréstimo com garantia de moto?
Cada banco ou instituição tem sua própria análise no empréstimo com garantia de moto, mas basicamente todas seguem um padrão, vamos colocá-las aqui pra te ajudar.
Análise do seu perfil:
Serão feitas pesquisas utilizando seu número de CPF para consultar seu score de crédito, nele contém sua relação com o mercado financeiro, como se você já solicitou empréstimo antes, se já foi negativado ou se ainda é.
Com base nisso, o banco consegue prever se você terá chances de conseguir o empréstimo ou não.
Análise do veículo:
Aqui sua moto será revisada e ela deve se encaixar nos padrões que o banco estipula, caso contrário o empréstimo será negado.
Normalmente a instituição leva em consideração coisas como, ano de fabricação, moto deve estar quitada e sem seu nome, quilometragem, valor de mercado e claro o estado de conservação da mesma.
Na hora de solicitar o empréstimo com garantia de moto, o interessado precisa apresentar alguns documentos à instituição financeira escolhida, são eles:
Comprovante de renda dos últimos três meses;
Documento pessoal com foto;
Comprovante de endereço e documento do veículo em nome do solicitante ou parente de primeiro grau.
O empréstimo com garantia de moto pode oferecer crédito com juros mais baixos
Vantagens do empréstimo com garantia de moto
Como a motocicleta está sendo colocada como garantia, a instituição tem mais confiança ao emprestar o dinheiro. Assim, os juros tendem a ser menores até quatro vezes em comparação ao crédito rotativo do cartão.
Outra vantagem é que os prazos para quitar o débito são mais flexíveis. Já os valores concedidos mudam conforme o valor do veículo colocado como garantia.
O prazo para o pagamento da dívida pode variar de acordo com a financeira.
No entanto, na maioria dos casos, o valor deve ser regularizado em 24 meses. Porém, há instituições que permitem o pagamento em até 62 meses.
Quando todas as parcelas do empréstimo forem quitadas, a motocicleta volta a estar em nome do tomador.
Quais as desvantagens?
Como nem tudo são flores, devemos nos atentar também aos riscos que teremos caso optemos pelo empréstimo com garantia de moto. Afinal, o banco estipula o valor da moto.
Muito cuidado com isso, como a instituição fica responsável pela vistoria e apuração do preço, o valor do empréstimo irá divergir do valor do mercado devido a fácil depreciação.
Outro problema é que a moto passa a ser do banco. Isso quer dizer que em caso de emergências, você não poderá vender o bem.
Estude a proposta enviada pelo banco
Após toda essa análise minuciosa e aprovação tanto do crédito quanto do veículo, a instituição financeira enviará uma proposta para você.
Esse documento deve conter todas as informações do empréstimo: valor do crédito, prazo de pagamento, taxa de juros, CET etc.
Portanto, leia o contrato com muito cuidado e veja se as prestações realmente cabem no seu bolso e se as condições oferecidas pelo banco estão dentro das suas expectativas.
Você gostou deste texto e ele foi relevante para você? Então siga o FinanceOne nas redes sociais e esteja sempre atualizado sobre o mercado financeiro. Estamos no Facebook, Instagram e Linkedin.
Muito tem se falado sobre Tesouro Direto ser um dos investimentos mais seguros para quem deseja aplicar no mercado. Além de ser uma boa opção para quem quer começar a investir pagando pouco.
Afinal, é possível entrar para este investimento com uma aplicação mínima a partir de R$30. Além disso, o Tesouro Direto foi criado em 2002 com o objetivo de democratizar o acesso aos títulos públicos.
Para quem não sabe, o Tesouro Direto é um programa do Tesouro Nacional que foi desenvolvido em parceria com a B3 para a venda de títulos públicos federais para pessoas físicas. E tudo pode ser realizado de forma 100% online.
Se você deseja aplicar neste investimento, precisa conhecê-lo bem, como qualquer outro. Para isso, nada melhor do que descobrir algumas curiosidades sobre o Tesouro Direto, certo?
Uma delas é que os títulos têm liquidez diária. Desse modo, ao investir neles você pode resgatar a aplicação quando quiser. O que é ótimo para quando acontece um imprevisto.
Ficou curioso e quer saber mais curiosidades sobre o investimento? Confira a lista que preparamos para você.
8 curiosidades sobre o Tesouro Direto
Quem não gosta de descobrir algumas curiosidades sobre um determinado assunto? O Tesouro Direto possui vários. Descubra abaixo!
1) O investimento é um empréstimo para o governo
Sim, o Tesouro Direto funciona como um empréstimo ao governo. Sendo assim, você empresta o seu dinheiro para o governo, em troca de uma taxa de juros. Com isso, é possível contribuir com a dívida pública brasileira.
2) O Tesouro é conservador
Quem não tem medo de investir e acabar perdendo dinheiro? Isso é normal, mas essa aplicação é um dos títulos com menor risco do mercado. Por esse motivo, ele é considerado um investimento de aplicação conservadora.
E como se sabe que é um investimento de baixo risco? Pelo fato que o Tesouro Direto tem como garantia o governo.
O Tesouro Direto é um dos investimentos mais seguros do mercado
Isso porque como o governo emitiu os títulos, é pouco provável que você não consiga receber o seu dinheiro de volta ao investir.
3) O Tesouro rende mais do que a poupança
É verdade esse bilhete: o Tesouro Direto rende bem mais do que a poupança. Dessa forma, se você está deixando seu dinheiro na poupança, consequentemente está deixando de ganhar dinheiro.
Isso acontece por conta da forma como o rendimento da poupança funcionaa:
-> Se a Selic estiver mais alta que 8,5%, o rendimento é: 0,5% ao mês + Taxa Referencial;
-> Se a Selic estiver abaixo ou igual a 8,5%, o rendimento será de: 70% da Selic + Taxa Referencial.
Como a taxa Selic está em 9,25% no momento e a Taxa Referencial está zerada, o rendimento da Selic é de 0,5% ao mês. Enquanto os títulos do Tesouro Direto que oferecem um retorno de 10,82% ao ano.
4) Dá para investir todo mês
Alguns investimentos têm um prazo maior para voltar a investir, enquanto outros você investe apenas uma vez. O Tesouro Direto pode funcionar como uma aplicação mensal.
O que isso significa? Simples, que você, assim como a poupança, pode investir todos os meses e aumentar as chances de maiores rendimentos. Por exemplo, comprando frações do título, encontrando uma similar ou com retorno maior.
5) Aplicação inicial bem baixa
Como você já viu no início deste texto, dá para começar a investir no Tesouro Direto com bem pouco: apenas R$30. Essa aplicação inicial baixa é o que costuma conquistar muitos investidores para o título.
Este é um bom incentivo principalmente para investidores iniciantes, que não querem ousar por não conhecer o mercado e desejam uma tacada um pouco mais tímida.
6) Aplicação fácil e sem complicações
Outra curiosidade é que o Tesouro Direto tem uma aplicação bem fácil e descomplicada, sendo este outro fator essencial para os investidores iniciantes. Diferentemente de outros investimentos que requerem burocracia, este título não tem muitos segredos.
Para começar a investir, basta abrir sua conta, podendo ser através de corretora. A partir daí, basta começar a acompanhar e resgatar.
7) Várias opções de títulos
O Tesouro Direto, para quem não sabe, possui várias opções de títulos para quem deseja investir e busca variedade. As opções são: prefixados, pós-fixados e híbridos.
Dessa forma, você tem como escolher aquele que mais se assemelha com a sua necessidade e objetivos para o seu perfil de investidor.
E, para fechar, tem também a curiosidade envolvendo a liquidez do Tesouro Direto. Muitos não sabem, mas ela é diária. Isso facilita a vida dos investidores na hora de realizar o resgate de uma aplicação.
Gostou dessas curiosidades? Você conhecia alguma delas? Então compartilhe com seus amigos para que eles também fiquem por dentro de tudo!
Sempre que se pensa em uma aplicação financeira, há interesse também em saber qual a rentabilidade. Afinal, através dele, é possível saber se vale a pena ou não investir. Mas você sabe como isso funciona com criptomoedas?
Pois é. O universo de criptomoedas possui sua própria dinâmica, o diferenciando até mesmo dos tradicionais investimentos de renda variável.
Mas, voltando à rentabilidade, esse é um indicador que representa o lucro de um investimento.
Quando dizemos, por exemplo, que a caderneta de poupança apresenta uma rentabilidade muito baixa, é porque o dinheiro que lá fica aplicado poderia render mais em outro tipo de aplicação financeira.
Já no mercado de criptomoedas, a rentabilidade funciona de maneira diferente. Isso acontece porque, aplicando em ativos digitais, você não possui garantia de que aquele dinheiro vai render.
Então você pode se perguntar: “Mas por que esse é um mercado tão lucrativo?“. E a resposta é bem simples: os lucros da aplicação se dão de outra maneira.
Ficou curioso para saber um pouco mais sobre rentabilidade de criptomoedas? Continue a leitura. Vamos explicar como isso funciona para tokens e ativos digitais. Confira!
O Bitcoin, por exemplo, é uma das criptomoedas mais procuradas quando o assunto é rentabilidade
Afinal, como se dá a rentabilidade de criptomoedas?
O grande segredo para entender como fica a rentabilidade de criptomoedas é justamente desapegando deste termo. Isso porque, como adiantamos no tópico anterior, ele não é garantido a quem investe.
A Oferta e Procura é um princípio econômico que diz que, quanto maior a procura, maior o seu preço. E, quanto menor a procura, menor o preço.
Utilizando novamente o Bitcoin como um exemplo para essa situação, essa é a criptomoeda mais valiosa do mercado segundo o ranking do CoinMarketCap. E, por possuir um estoque limitado de ativos, sua procura é muito alta.
Essa relação entre a escassez de Bitcoin disponível no mercado, aliado a alta procura faz com que esse seja a mais valorizada entre outras criptomoedas.
Por isso, é possível dizer que a aplicação em criptomoedas é mais alta e mais rentável. Mas, apesar de ser mais lucrativa, ela também é mais arriscada. Caso uma aplicação seja feita numa criptomoeda que se desvalorize, você pode perder tudo.
Mas, para quem conhece o mercado de renda variável, é possível compreender que é impossível encontrar alta rentabilidade sem riscos. Nesse sentido, é muito importante apostar em criptomoedas valorizadas e estáveis no mercado.
Quando essa escolha é feita de maneira correta, é possível viver as oscilações e variações do mercado. Contudo, ainda assim, o suficiente para compreender que este é um momento passageiro que várias outras criptomoedas enfrentam.
Caso você já tenha realizado aportes em criptomoedas e gostaria de saber qual a rentabilidade desse investimento, é necessário realizar um cálculo em específico.
Para isso, é importante saber qual o valor da aplicação feita inicialmentee qual o valor final de resgate. A partir desses dois valores, é possível realizar uma subtração e encontrar qual foi o retorno que o investimento em criptomoedas trouxe a você.
Caso você queira saber a sua rentabilidade em números porcentuais, é necessário dividir o valor de retorno pelo valor de aplicação inicial. Assim é possível que uma aplicação feita em criptomoeda trouxe tantos por cento de rentabilidade para você.
Muitas pessoas buscam facilidade na hora de fazer uma transação financeira, principalmente com a rapidez do celular. Mas, às vezes, é preciso apelar para algo físico e presencial na correria do dia a dia. Por isso, a pergunta: depósito no banco 24horas é possível?
Essa é uma dúvida bem comum, afinal, é mais fácil você encontrar um caixa 24horas na hora da correria e necessidade do que um banco. Eles estão por toda a parte: mercados, farmácias e até mesmo shoppings.
Mas, é preciso entender que nem todos os serviços são disponibilizados nos caixas 24horas e você precisa ter essa informação para não fazer planos e ficar na mão.
Você já sabe que serviços são esses? Confira agora!
Pode fazer depósito no banco 24horas?
Embora estivesse nos seus planos querer uma resposta positiva, sentimos muito em dizer que infelizmente é NÃO!
Depósito é um dos serviços que não são contemplados para quem usa o banco 24horas. Um dos fatores é porque ele abrange vários bancos e não teria como ter envelope de todos eles à disposição.
São mais de 40 instituições que costumam ter serviços disponíveis em caixas banco 24horas e nenhuma delas ainda abraçou esta função. É importante mencionar que os clientes, nas agências, costumam preencher os envelopes e isso se tornaria inviável.
Atualmente, são mais de 20 mil caixas eletrônicos, em mais de 600 municípios espalhados por todo o Brasil. Por isso, é mais um motivo para tornar o serviço inviável para administrar, principalmente para reposição de envelopes.
Quais são os serviços disponíveis em um banco 24horas?
Você já sabe que não é possível realizar depósitos nos bancos 24horas, porém existem outros serviços disponíveis, que variam de acordo com o seu banco. Isso porque cada instituição financeira permite que os clientes realizem determinados tipos de transações.
E apesar de isso ser bem comum, muitas pessoas não sabem dessa informação que é tão importante. Já que ela pode evitar que você vá à toa em um caixa que não vai te ajudar a realizar a transação desejada.
Quer um exemplo disso que estamos falando? O Banco do Brasil permite que os clientes realizem o saque da conta corrente, da conta poupança e do INSS, além de consulta do saldo, emissão de extrato. Você ainda consegue fazer o pagamento de títulos e agendamentos destes pagamentos.
Só é possível realizar o depósito nos caixas eletrônicos das agências bancárias
Já a Caixa Econômica oferece somente duas opções para os seus clientes: o saque e a consulta de saldo para clientes da conta corrente.
Enquanto o Bradesco tem uma ampla variedade de serviços no banco 24Horas, que estão inclusos: transferências, prova de vida do INSS, contratação de empréstimo, ativação de Token, agendamento de pagamentos, entre outras opções.
O Itaú é outra instituição financeira que também oferece diversas possibilidades de serviços na rede do banco 24Horas, é possível até realizar a contratação de empréstimos.
Depósito no banco 24horas x agência: saiba como fazer
Se você não pode realizar depósitos na rede do banco 24Horas, onde fazer? Nos caixas eletrônicos das agências bancárias da conta da instituição financeira da qual você deseja depositar o dinheiro.
E para isso, você deverá ir até uma das agências e colocar o dinheiro dentro do envelope e fechá-lo. Depois é só realizar o passo a passo que o caixa eletrônico te informa e depositar o dinheiro.
Vale ressaltar ainda que, alguns bancos como o Santander e o Bradesco contam com caixas eletrônicos de depósito imediato. Mas o que isso significa? A primeira é que não precisa colocar o dinheiro no envelope e a segunda é que o dinheiro cai na hora na conta da pessoa.
Sendo assim, não é necessário esperar a compensação do depósito para que o dinheiro esteja disponível para uso. Mas atenção: ainda não são todas as agências que contam com esse tipo de caixa eletrônico.
Começar um financiamento de carro sem entrada é uma opção para quem não tem dinheiro imediato para a realização do sonho. Contudo, saiba que as parcelas podem ficar mais caras e os juros maiores.
Portanto, essa alternativa exige um planejamento financeiro bem estruturado para que você consiga pagar todas as parcelas em dia.
Entretanto, nem todo mundo tem esse privilégio. Para autorizar o financiamento de carro sem entrada, a instituição financeira faz uma análise de crédito um pouco mais rigorosa.
Onde fazer financiamento de carro sem entrada?
1 – Lojas de veículos usados ou concessionárias
É mais fácil conseguir financiar um carro sem entrada em uma loja de veículos usados do que em um banco tradicional. Isso ocorre porque na compra de carros usados, a valoração do carro é mais difícil.
Para tornar o financiamento possível, a loja passa para o banco um valor mais alto do que a avaliação de mercado aponta, usando a diferença do valor excedente informado como se fosse a entrada.
2 – Bancos
Para quem está planejando comprar um carro novo, a melhor opção é procurar o financiamento em uma instituição bancária.
No entanto, o processo pode ser um pouco burocrático, pois o interessado deve atender a um requisito de score de crédito, que varia de banco para banco.
Essa avaliação de score acontece pois os bancos precisam se precaver de eventuais prejuízos por inadimplência. Por conseguinte, a análise do financiamento sem entrada acaba sendo mais criteriosa para a liberação do crédito.
Principais formas de fazer um financiamento de carro
1 – Leasing
Com essa modalidade também é possível fazer um financiamento de carro sem entrada. No entanto, no leasing, o carro fica no nome da instituição financeira até você quitar o valor integral.
Ou seja, é como se as prestações fossem um aluguel. Só depois de pagar tudo que o veículo passa a ser seu.
É possível ter um financiamento de carro sem entrada
Então, para quem gosta de trocar de carro todos os anos, o leasing não é uma opção. Além disso, se você não conseguir arcar com as parcelas e ficar inadimplente, o banco pega o bem de volta e você perde tudo que já pagou por ele.
É por isso que as taxas de juros do leasing são bem mais atrativas. O fato de não ter Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) também deixa o valor do carro mais baixo.
2 – Consórcio
No consórcio também é possível fazer um financiamento de carro sem entrada, mas você não tem garantia nenhuma de que terá a chave do bem logo que assinar o contrato.
No consórcio, um grupo de pessoas se reúne e cada um paga parcelas mensais para uma espécie de fundo de investimento. É o valor que está nesse fundo que vai subsidiar a compra de carros para todos os integrantes do grupo.
Mensalmente, um — ou mais — consumidores são contemplados por meio de sorteio ou lances. Os sortudos da vez recebem uma carta de crédito com o valor integral do carro a fim de comprá-lo à vista.
Esse processo se repete todos os meses até que o contrato seja finalizado e todos os integrantes sejam beneficiados.
Essa é uma das modalidades mais baratas do mercado porque não são acrescidos juros ao valor do carro. O que você paga a mais é pelas taxas administrativas e correções monetárias.
Por outro lado, você pode levar vários anos para conseguir comprar o carro. O prazo dos consórcios de veículos pode variar entre três e 10 anos.
3 – Crédito Direto ao Consumidor (CDC)
Essa é a categoria mais comum na hora de comprar um carro financiado.
Funciona assim: a instituição financeira libera o preço integral do bem para a compra à vista e o consumidor reembolsa esse valor ao banco de maneira parcelada e com acréscimo de juros — é como se fosse um empréstimo mesmo.
Quem pode financiar um carro sem entrada?
Nem todo mundo tem esse privilégio. Para autorizar o financiamento de carro sem entrada, a instituição financeira faz uma análise de crédito no Serasa um pouco mais rigorosa, uma vez que os riscos de terem prejuízos também são maiores.
Agora, você deve se perguntar: qual pontuação é considerada boa ou não pelos bancos? A escala é de zero a mil pontos e, no geral, os consumidores são divididos assim:
até 399 pontos — alto risco de inadimplência: dificilmente você terá crédito no mercado com uma pontuação tão baixa;
entre 400 e 599 pontos — médio risco de inadimplência: já dá para pegar cartão de crédito e outros serviços financeiros nessa categoria;
entre 600 e 799 — baixo risco de inadimplência: essa faixa de score já é considerada boa e o consumidor tem acesso às boas linhas de crédito se permanecer nela;
mais de 800 — baixíssimo risco de inadimplência: para tentar o financiamento sem entrada, o ideal é que você mantenha o seu score nessa zona.
Conheça as vantagens do financiamento de carro sem entrada
Grande parte das concessionárias pedem uma entrada de 20% do valor do veículo, porém não é todo mundo que tem esse dinheiro. E essa já é uma grande vantagem do financiamento sem entrada.
Mas é claro que esse não é o único benefício dessa modalidade de pagamento de um veículo. Quer saber quais são as outras vantagens? Confira abaixo!
Sem necessidade de juntar dinheiro para a entrada
Sabemos que nem sempre juntar dinheiro é uma tarefa fácil para os brasileiros. E desculpas e imprevistos para isso não faltam, o que dificulta ainda mais o processo para guardar o valor da entrada do veículo.
Para se ter uma ideia, uma pesquisa feita pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), mostrou que apenas 33,8% da população brasileira têm o costume de guardar dinheiro.
E se menos da metade da população consegue juntar dinheiro, como você pode conseguir o valor da entrada? Por este motivo, o financiamento sem entrada aparece como uma boa alternativa.
Afinal de contas, você não precisa juntar dinheiro antes de conseguir realizar o sonho de comprar um carro.
Você tem as chaves na mão de forma rápida
Muitas vezes ter um carro é uma necessidade ou um meio de ganhar dinheiro, como é o caso de quem é motorista de aplicativo.
E com o financiamento sem entrada, você pegará as chaves do carro mais rápido. Isso porque não é necessário juntar um alto valor para o investimento inicial. Ou seja, essa é uma grande vantagem para quem não pode esperar.
E quais são as desvantagens do financiamento de carro sem entrada?
Da mesma forma que existem as vantagens de financiar um carro sem entrada, também existem algumas desvantagens. Quer saber quais são? Confira abaixo!
Taxas de juros mais altas
No mercado financeiro a regra é clara: quanto menor o valor da entrada, maior é o juros. E se não existe entrada eles ficam exorbitantes. Mas por que isso acontece? Porque existe um risco de inadimplência alto.
E quando você deixa de dar a entrada em um financiamento de veículo, a instituição financeira entende isso como uma operação perigosa. E é por esse motivo que ela cobra taxas tão altas, para compensar possíveis perdas.
A vantagem de financiar um carro sem entrada é que você consegue pegar logo as chaves
Vale ressaltar que isso acontece mesmo que você tenha um score bem alto.
As parcelas ficam mais caras
Se não tem uma entrada e com os juros mais altos, as parcelas ficam mais caras. Até porque o prazo de pagamento não muda, pelo contrário, você pode até acabar pedindo que aumente o número de parcelas do financiamento.
Além disso, o valor a ser financiado é mais alto e você precisará dar conta de quitar as prestações.
Vale a pena não pagar entrada no financiamento?
Financiar um carro sem entrada pode ser vantajoso se você precisa adquirir o veículo rapidamente e não tem tempo para acumular a reserva financeira necessária.
Porém, as taxas de juros nessa modalidade são mais altas, e o preço total a ser pago pelo veículo pode aumentar consideravelmente.
Portanto, é de extrema importância que, além de entender como financiar um carro, sua organização financeira esteja atualizada. Dessa forma, você tem previsibilidade ao assumir o compromisso e não fica no vermelho ao fechar o contrato de financiamento.