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Confira quais os melhores e mais lucrativos produtos para revenda

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Mão masculina desenha ideias de negócios no papel

Já imaginou ganhar dinheiro vendendo produtos para revenda? Se você quer começar agora com esse tipo de negócio, você precisa conhecer quais são os produtos mais lucrativos na área de revenda.

No entanto, como em qualquer outro tipo de empreendimento, para iniciar um negócio é necessário ter uma estrutura bem organizada e estudada. Por isso, o primeiro passo é conhecer qual mercado você deseja atuar, além, é claro, de estudar sobre o seu cliente. Só assim será possível entender quais são suas dores reais e necessidades para oferecer o produto ideal para ele.

Quer saber mais quais são os melhores produtos para revenda? Então continue a leitura deste texto e descubra!

+ 7 ideias de negócios para ganhar dinheiro em 2022

O que é revenda e como funciona esse tipo de negócio?

Qualquer vendedor ou empresa que compra algum objeto ou serviço para venda e não para consumo próprio é considerado um revendedor.

Ou seja, não apenas representantes de marcas, mas também os atacadistas e varejistas são considerados revendedores.

No entanto, o foco aqui é falar sobre as vendas diretas, a qual tem ligação do vendedor e consumidor. Isso porque é uma grande oportunidade, tanto para quem precisa de uma renda extra, quanto para quem quer começar a dar os primeiros passos e saber como empreender.

4 produtos para revenda em 2022

Agora que você já sabe o que é um revendedor, chegou a hora de conhecer quais são as alternativas mais procuradas e que podem gerar muitos lucros. Continue a leitura para saber mais:

1. Cosméticos 

Perfumes, produtos para a pele, produtos para cabelo ou maquiagens… Todos esses itens costumam ter uma boa taxa de venda, já que acabam com certa rapidez e precisam ser repostos. 

Em geral, investir em cosméticos é uma das melhores ideias para quem quer começar a revender.

Se você quer avançar no processo e desenvolver sua própria marca, existem indústrias no mercado dedicadas a isso.

Além disso, um diferencial é estudar e levar em conta a transformação que vem ocorrendo no Brasil sobre raça. Por isso, um grande sucesso é atuar em nichos personalizados, como cabelos cacheados, peles escuras ou, em alguns casos, skin care para terceira idade.

2. Produtos para revenda de roupas íntimas

O segundo segmento da nossa lista é o de roupas íntimas, o qual se mantém aquecido, mesmo em períodos de grande incerteza econômica.

Nos últimos anos, as marcas estão investindo em causas sociais importantes e trazendo linhas focadas na diversidade e no bem-estar das mulheres, pontos que têm contribuído para o crescimento e para o sucesso desse mercado.

pessoa utilizando tablet com tela de computador de fundo para verificar os produtos de revenda
Produtos eletrônicos, peças íntimas, itens importados… Veja as opções que crescem no mercado de produtos de revenda em 2022

3. Itens importados

Um mercado que continua gerando lucro é o de importação. Vale lembrar, no entanto, que também é um mercado que exige muita atenção e conhecimento. Por isso, estudá-lo é fundamental.

Roupas, objetos como relógios ou óculos e perfumes são alguns dos itens importados que você pode utilizar como revenda.

4. Produtos eletrônicos

Não dá para falar sobre revenda sem falar sobre os eletrônicos e acessórios. Com o avanço tecnológico a cada dia que passa, cada vez mais pessoas querem adquirir produtos eletrônicos, como notebooks e celulares.

Seja vendendo importados novos ou se especializando em itens de segunda mão, esse mercado tem tudo para continuar crescendo ao longo de 2022, sobretudo devido ao home office.

Há também espaço para aumentar o leque dos negócios e oferecer manutenção dos eletrônicos, acessórios como películas para celulares, fones etc.

Viu, só? Para quem está pensando em começar um novo negócio ou ter uma renda extra, as revendas podem ser uma ótima alternativa!

Isso porque dessa maneira você aprende a gerenciar o seu negócio, além de conseguir conciliar com outro tipo de trabalho, se for o caso. Além disso, o baixo investimento inicial acaba chamando bastante a atenção de quem quer começar e costuma ser uma ideia muito atrativa.

Gostou deste texto? Quer conferir outras ideias de negócios para 2022? Então leia agora mesmo: ”confira 8 negócios que crescem mesmo na crise

Auxílio para entregadores de aplicativos: quem tem direito e como solicitar?

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Entregador do Rappi de costas, mostrando o logo da empresa

Após quase dois anos de pandemia de Covid-19 foi aprovado o auxílio para entregadores de aplicativos. A medida chega num período de ressurgimento de casos após as festas de fim de ano e pode facilitar a vida desses profissionais.

De forma resumida, a lei determina que empresas de aplicativos de entrega forneçam algum tipo de auxílio para aqueles entregadores que são acometidos pelo coronavírus.

A aprovação do projeto já havia acontecido em dezembro, pelo Congresso. No entanto, a sanção presidencial e a publicação no Diário Oficial da União (DOU) ocorreram apenas no início de janeiro.

Além de dispor e assegurar medidas de proteção para essa categoria, os entregadores agora terão que receber seguro acidente, auxílio financeiro em caso de Covid-19 e equipamentos de segurança contra a pandemia.

Vale lembrar também que o auxílio serve para todos os entregadores, independente do aplicativo em que atua. Por isso, entregadores do Ifood, Uber Eats, Rappi, 99Food, entre outras plataformas terão direito a esses benefícios.

Ficou curioso para saber um pouco mais sobre o auxílio para entregadores de aplicativos? Então continue a leitura. Vamos explicar melhor para você como essa lei funciona na prática. Confira!

Quais são os direitos garantidos aos entregadores?

Antes de mais nada, além do auxílio financeiro em caso de afastamento, existem outros benefícios segurados a essa classe. Confira a seguir:

motoboy de aplicativos fazendo uma entrega
Entregadores de aplicativo agora terão direito a auxílio em caso de Covid-19
  • Apoio financeiro: entregadores de aplicativo que tenham um exame de Covid-19 positivo terão direito a apoio financeiro por 15 dias, podendo ser prorrogado por 45 dias. O valor será a média dos três últimos pagamentos do aplicativo. Para solicitar esse auxílio, basta apresentar o resultado positivo através de exame RT-PCR ou laudo médico;
  • Seguro contra acidentes: os entregadores também terão direito a um seguro contra acidentes, desde que ele ocorra durante a retirada ou entrega do produto ou serviço. A cobertura vale para acidentes pessoais, casos de invalidez temporária ou permanente e de morte. Não existe especificação de valor, já que cada empresa será responsável pela proteção dos entregadores;
  • Itens de segurança contra Covid-19: as empresas de aplicativo também terão que fornecer máscaras de proteção e álcool em gel para os entregadores. Nesse sentido, o produto pode tanto ser distribuído aos entregadores quanto adquirido pelo entregador cabendo reembolso. Essa é uma medida válida até o fim da pandemia de coronavírus;

Como solicitar o auxílio financeiro?

A partir do momento que ocorrer o diagnóstico positivo de Covid-19, já é possível fazer a solicitação do auxílio para entregadores de aplicativos. A Lei está em vigor desde o dia 05 de janeiro, então a partir dessa data, você pode solicitar.

A lei não é específica quanto ao recebimento do laudo pelas empresas. Sendo assim, essa é uma medida que fica a caráter do aplicativo. Inclusive, é possível que muitas empresas passem a receber esses resultados pela sua própria plataforma.

Também não fica determinado na lei um período específico que a empresa possui para realizar o pagamento do auxílio para os entregadores. No entanto, caso esse direito não seja respeitado, cabe a aplicação de multa.

Nesse sentido, empresas que descumprirem a lei estão sujeitas a punições que vão desde advertência até o pagamento de multa administrativa de R$5.000 por infração cometida, em caso de reincidência.

Por isso, caso você esteja com Covid-19, vale a pena procurar seus direitos e o aplicativo para entender quais são as medidas para receber seu auxílio financeiro.

Agora que você já sabe um pouco mais sobre o auxílio para entregadores de aplicativos, que tal entender o que é necessário para ser um entregador da Loggi. Confira!

Veja como regularizar as dívidas do Simples Nacional

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Uma mão com caneta branca e outra com caneta azul e segurando uma folha de papel

O mês de janeiro já começou com tudo para os empreendedores, principalmente para aqueles que precisam regularizar dívidas do Simples Nacional.

Com o veto presidencial da lei de renegociação especial na última semana, microempresas (ME), empresas de pequeno porte (EPP) e microempreendedores individuais (MEI) terão outras duas maneiras de liquidar suas dívidas.

Com isso, profissionais autônomos e negócios associados ao regime tributário do Simples Nacional, poderão parcelar o débito com condições especiais e em mais de dez anos, com desconto nos juros e nas multas.

Ficou curioso para saber um pouco mais sobre quais são os programas para regularizar dívidas do Simples Nacional? Então continue a leitura! Vamos detalhar para você as diferenças e as vantagens de cada um. Confira!

Programa de Regularização do Simples Nacional:

Batizado com o nome de Programa de Regularização do Simples Nacional, essa oportunidade dá aos empreendedores a possibilidade de dar 1% do valor total da dívida como entrada dividida em até oito vezes.

O restante do valor pode ser parcelado em 137 meses (11 anos e 5 meses), com descontos de até 100% dos juros, multas e encargos legais. De acordo com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), o desconto está restrito a 70% do valor total da dívida ativa.

Mulher segurando um papel em frente a um computador
Empresas que fazem parte do Simples Nacional terão facilidades para quitar suas dívidas ativas com a União

Para aderir ao Programa de Regularização do Simples Nacional, é necessário analisar a capacidade de pagamento de cada empresa, já que esse piso também vai servir como base para o cálculo do desconto.

Nesse sentido, haverá ainda um limite mínimo para o valor da parcela, variando conforme o porte da empresa. Veja abaixo o valor mínimo de parcelas:

  • microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP): R$100;
  • microempreendedores individuais (MEI): R$25.

Transação do Contencioso de Pequeno Valor do Simples Nacional:

O outro programa anunciado após o veto do Relp é o Transação do Contencioso de Pequeno Valor do Simples Nacional. Apesar de ainda estar em processo de edital, essa modalidade vai permitir renegociação de dívidas inscritas no Simples Nacional até o dia 31 de dezembro de 2021, com valor igual a R$72.720, ou 60 salários mínimos.

Assim como o primeiro programa, este também terá o valor de entrada de 1% do total da dívida. No entanto, será permitido o parcelamento em apenas três vezes.

O que o diferencia é a forma de pagamento. Para quem aderir ao programa, terão prazos menores com descontos decrescentes.

Sendo assim, um dono de negócio poderá parcelar em 9, 27, 47 ou 57 meses, com descontos de 50%, 45%, 40% e 35%, respectivamente. Então, quanto menor o prazo, maior o desconto da dívida com o Simples Nacional.

Outra diferença importante entre um programa e o outro é que, enquanto o primeiro dá descontos em multas, juros e encargos, o segundo oferece descontos sobre o valor total da dívida em aberto.

Além disso, para aderir ao programa Transação do Contencioso de Pequeno Valor do Simples Nacional não é necessário análise. Cabe ao próprio empreendedor escolher a melhor opção para a realidade de seu negócio.

O limite para parcelas continua o mesmo no segundo programa:

  • microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP): R$100;
  • microempreendedores individuais (MEI): R$25.

Como aderir a regularização de dívidas do Simples Nacional?

Para você que é empreendedor e ficou interessado em aderir a um dos dois programas, saiba que é bem simples pois o processo é todo digital através do Portal Regularize da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), basta seguir as orientações do site para regularizar seus débitos.

Segundo a PGFN, atualmente 1,8 milhão de contribuintes estão inscritos na dívida ativa da União por débitos de R$137,2 bilhões com o Simples Nacional. Desse total 1,64 são micro e pequenas empresas e 160 mil são MEI.

Agora que você já sabe mais sobre os programas para regularizar dívidas do Simples Nacional, saiba também quais erros podem fazer uma empresa ser excluída desse regime de tributação.

Foi demitido? Saiba como e onde obter o seguro desemprego

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Dinheiro - Salvando

O seguro desemprego tem sido um recurso importante para milhões de brasileiros. Principalmente neste momento de pandemia, causado pelo novo coronavírus, em que muitos perderam o emprego.

Mas, você sabe como obtê-lo? É sobre isso que vamos falar neste artigo, além de tirar outras dúvidas, como quem tem direito, valores e mais!

Vale lembrar que o Governo Federal, em 2020, divulgou uma série de medidas para amenizar o cenário de desocupação.

Entre elas, permitiu que empregados suspensos do trabalho recebessem até 100% do auxílio.

Essa possibilidade fez parte do Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda, que previa a redução de salários e jornadas de trabalho.

Quem tem direito ao seguro desemprego

Em condições normais, tem direito ao seguro desemprego o trabalhador que:

  • foi dispensado sem justa causa;
  • estiver desempregado;
  • não possuir renda própria;
  • não estiver recebendo benefício de prestação continuada da Previdência Social, exceto pensão por morte ou auxílio-acidente; e
  • tenha recebido salários (de pessoa jurídica ou pessoa física) pelos seguintes períodos, sem interrupção:
  • primeira solicitação: por, pelo menos, 12 meses nos últimos 18 meses, imediatamente anteriores à data de dispensa;
  • segunda solicitação: pelo menos nove meses nos últimos 12 meses imediatamente anteriores à data de dispensa;
  • demais solicitações: cada um dos seis meses imediatamente anteriores à data de dispensa.

Como solicitar o seguro desemprego?

Para solicitar o seguro desemprego pela primeira vez o trabalhador precisa ter menos 12 meses de carteira assinada consecutivos antes de ter sido demitido.

Caso seja a segunda vez, precisará de, ao menos, nove meses consecutivos de trabalho com carteira assinada. No caso de terceira solicitação, seis meses de trabalho formal são suficientes.

Documentos necessários

Para solicitar o recebimento do seguro desemprego, é necessário que tenha a documentação em mãos. Confira a lista:

  • Identidade (RG);
  • Carteira de trabalho;
  • Certidão de nascimento ou casamento;
  • Comprovante de matrícula no PIS/PASEP ou o cartão cidadão;
  • Três últimos contracheques dos últimos três meses anteriores à demissão;
  • Requerimento do seguro desemprego SD/CD nas duas vias;
  • Termo de rescisão de contrato de trabalho;
  • Documento de levantamento do FGTS ou, se preferir, extratos dos depósitos.

Além disso, para cada modalidade de benefício existe um formulário específico que deve ser preenchido e apresentado no ato de solicitação do seguro.

No caso de demissão por justa causa, o empregador é obrigado a fornecer o formulário no ato de assinatura de documentos para a demissão.

Onde solicitar o seguro desemprego?

Com todos os documentos exigidos em mãos, você estará apto a dar entrada no seguro desemprego. O benefício pode ser requerido nos seguintes locais:

  • nas DRT (Delegacia Regional do Trabalho);
  • no SINE (Sistema Nacional de Emprego);
  • ou pelo site Emprega Brasil.

Antes de ir a qualquer unidade, procure saber se é preciso realizar o agendamento online para aquele local.

+ Seguro-desemprego de empregada doméstica: veja como funciona

Quais os prazos para solicitar o seguro desemprego?

O benefício do seguro desemprego tem um prazo para que o trabalhador possa solicitá-lo e recebê-lo adequadamente.

O profissional precisa estar ciente e atento aos prazos da perda de trabalho ou de seu impedimento para poder solicitar o benefício e ter seu direito atendido.

Veja os prazos a seguir:

– Trabalhador formal: do 7º ao 120º dia após a data da demissão;

– Pescador artesanal: durante o período de defeso, em até 120 dias do início da proibição;

– Empregado doméstico: do 7º ao 90º dia, contados da data da dispensa;

– Afastado para qualificação: durante a suspensão do contrato de trabalho;

– Resgatado: até o 90º dia, a contar da data do resgate.

seguro-desemprego
Veja quem pode solicitar o seguro desemprego

Como sacar o benefício?

Para sacar o seguro desemprego basta ir até uma agência ou um caixa eletrônico da Caixa Econômica Federal. Além de alguma casa lotérica vinculada à Caixa ou qualquer ponto de atendimento Caixa Aqui.

Lembre-se de levar seu Cartão Cidadão, a senha do cartão, e realize o saque. Caso vá até uma agência é possível fazer o saque do benefício apresentando ao atendente a sua Carteira de Trabalho.

Consulte na internet se você tem direito ao benefício: acesse o site da Caixa e vá até o Portal Cidadão. Insira seu NIS e vá até a opção “Seguro Desemprego”.

+ Seguro-desemprego: saiba se quem recebe tem direito recebe o Auxílio Brasil

Como é calculado o valor do benefício?

O valor a ser recebido pelo trabalhador demitido dependerá da média salarial dos contracheques dos últimos três meses anteriores à demissão.

No entanto, o benefício nunca será inferior ao salário mínimo vigente, que atualmente é de R$1.212. Da mesma forma, não poderá superar o valor de R$2.100, teto do benefício em 2022.

O seguro é pago em parcelas, de três a cinco. A quantidade varia de acordo com quantas vezes o trabalhador já fez o pedido e quanto tempo trabalhou antes da demissão.

+ Seguro desemprego negado: o que fazer e se é possível recorrer

O que fazer para o seguro desemprego render?

Sem emprego e com o orçamento apertado, é preciso ter criatividade e disciplina. Nesse momento delicado, corte os gastos supérfluos e economize o máximo possível.

Além disso, busque alternativas para ter uma renda extra enquanto você não consegue um novo emprego.

Planeje também abrir o próprio negócio, se esse for o seu sonho. Mas estude o cenário do mercado que pretende atuar para minimizar riscos e evitar problemas.

Não se esqueça de reservar uma parte do dinheiro da sua rescisão e seguro desemprego. O ideal é que a reserva seja suficiente para o prazo de pelo menos seis meses.

Você gostou desse conteúdo? Então o compartilhe com mais pessoas para que todos saibam das regras e sobre o benefício.

Saiba qual valor mínimo para investir em fundos imobiliários

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montagem de imagem de prédios e de cifrão

Investir em fundos imobiliários (FIIs) tem sido uma alternativa para quem busca aplicação com uma boa rentabilidade. Principalmente porque a renda fixa conservadora já não vem sendo mais tão lucrativa assim.

Vale ressaltar que os FIIs são considerados, por alguns, como híbridos de renda fixa e renda variável. Afinal, possuem características dos dois tipos de investimento: uma certa previsibilidade de retornos e a volatilidade nos preços das cotas, por exemplo.

Além disso, os rendimentos pagos por fundos imobiliários contam com uma vantagem extra, que lhes facilitam ainda mais ganhar da renda fixa conservadora. É a isenção de imposto de renda para a pessoa física.

Interessado em investir em fundos imobiliários? Confira quanto custa e como fazer!

Como investir em fundos imobiliários?

Investir em fundos imobiliários é bem simples. Confira o passo a passo:

1 – Cadastre-se em uma corretora de valores

As cotas dos FIIs são negociadas na B3. Portanto, é necessário que o investidor crie uma conta em uma corretora, pois somente através dela que será possível investir na bolsa de valores.

2 – Escolha o FII

É importante analisar alguns dados do fundo antes de escolher, como quais imóveis fazem parte da carteira e seu histórico de rentabilidade, por exemplo.

Adicionalmente, é interessante também considerar o valor dos aluguéis dividido pelas cotas do fundo.

Assim, o investimento é considerado atrativo sempre que se aproximar ou ser maior que a taxa de referência de mercado, que é a do CDI – Certificado de Depósito Interbancário.

3 – Envie a ordem para a corretora

O envio da ordem é feito como no mercado acionário. Nesse sentido, o investidor consegue comprar pelo homebroker (programa que permite a compra e venda de títulos pela internet).

Basta digitar o código do fundo, a quantidade de cotas desejada e o preço. Deste modo, se houver alguém interessado em vender as cotas nessas condições, a transação é concluída.

Qual o mínimo para investir em FIIs?

Em primeiro lugar, os fundos imobiliários funcionam de uma maneira bem simples. As construtoras financiam suas obras, sobretudo investimentos em terrenos ou imóveis já acabados para uma gestora, que divide esses valores e cotas para o fundo.

Cada dono das cotas recebe um valor proporcional aos rendimentos que este acordo está proporcionando ao fundo. Além desses rendimentos, o investidor pode ganhar vendendo as cotas por um preço mais alto que o preço de compra.

Em linhas gerais, o FII pode ser indicado para quem tem dinheiro aplicado em renda fixa, mas quer entrar no mundo da renda variável e arriscar um pouco mais.

Montagem de casa feita de giz numa terra com fileiras de moedas e um gráfico em amarelo em forma de seta
Facilidade é uma das atrações para investir em fundos imobiliários

O interessante é que dá para qualquer pessoa investir em um fundo imobiliário já que existem cotas por menos de R$10.

Isso mesmo, há fundos cotados a R$2. No entanto, esses valores também podem estar acima dos R$4.500. Sobre essas quantias, as administradoras cobram taxas e outros custos para investir em fundos imobiliários.

Em linhas gerais, fundos com cotas mais altas atraem menos aplicadores e têm pouca liquidez. Enquanto os FIIs com cotas mais baixas possuem maior liquidez e um maior número de investidores. Uma vez que são mais acessíveis a pequenos investidores.

Quais são os custos e taxas para investir?

Existem hoje dois tipos de taxa de administração praticados em Fundos Imobiliários:

  • administração;
  • performance.

A taxa de administração sobre fundos de investimentos é cobrada sobre o valor que o cliente tem investido no fundo e gira, normalmente, entre 1% e 3%.

Ou seja, se você tem R$1.000,00 investidos e o fundo cobra 1% de taxa de administração, você vai pagar R$10,00 de taxa de administração para ter o seu dinheiro no fundo durante um ano.

Já a taxa de performance, mais comum em fundo de ações, também é presente em alguns Fundos Imobiliários.

Trata-se de um prêmio quando o gestor bate a sua meta e normalmente é definida por um percentual a partir da superação de um determinado índice ou benchmark.

Sendo assim, imagine que um fundo tem como Benchmark ganhar do Índice Bovespa que rendeu 20%, se você investiu R$10.000,00 neste fundo e que o mesmo rendeu neste ano 30%.

Se o fundo simplesmente igualasse o Índice Bovespa seu dinheiro teria se valorizado até R$12.000,00. Como ele valorizou 30%, rendendo seu dinheiro para R$13.000,00 o fundo irá cobrar 10% a diferença entre R$12.000,00 e R$13.000,00 que é de R$1.000,00.

Assim a taxa de performance será de R$100.

Momento pede diversificação da carteira

Os segmentos de atuação dos FIIs são bem diversos, o que ajuda os interessados em investir em fundos imobiliários a diversificar sua carteira, pulverizando seus riscos.

Por isso, os principais são:

  • Shoppings,
  • Lajes Corporativas – andares inteiros ou conjuntos comerciais,
  • Industriais,
  • Galpões de Logística,
  • Hotéis,
  • Fundos com lastro imobiliário, os que têm o objetivo de investir em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), Letras de Crédito Imobiliário (LCI), Letras Hipotecárias (LH), Cotas de FIIs, – SPEs e Ações de empresa do setor imobiliário,
  • Dentre outros.

O investidor tem também a oportunidade de acessar empreendimentos em diversas localidades e estados, o que ajuda a mitigar fatores regionais.

Conheça os mitos e verdades dos Fundos Imobiliários

Antes de mais nada, existem muitos mitos e verdades quando o assunto é investir em Fundos Imobiliários, o FinanceOne separou alguns para você não ter mais dúvidas. Confira!

Fundos Imobiliários são caros: MITO

Esse tipo de investimento é bem acessível. Isso porque o valor mínimo para aplicar varia bastante de fundo para fundo, como você já viu acima. Mas é importante lembrar que os Fundos Imobiliários possuem custos, assim como outras aplicações.

Quem investe em Fundos Imobiliários acaba precisando arcar com a taxa de administração. Nesse sentido, você também pode ter que pagar uma taxa de performance, que é o percentual sobre o lucro obtido caso ele seja superior ao indicador de referência, que costuma ser o Ifix.

É possível ter rendimento mensal ao comprar as cotas: VERDADE

A CVM determina que 95% dos lucros vindos dos Fundos Imobiliários sejam distribuídos mensalmente para os investidores todo semestre. E o que isso significa na prática? Que grande parte dos fundos pagam esses valores todos os meses.

Mas é importante que você busque informações sobre os rendimentos mensais e semestrais nas regras do Fundo Imobiliário, antes de realizar a compra das cotas. Além disso, o valor do rendimento pode variar de acordo com o período.

Os dividendos costumam ser taxados: MITO

Portanto, para quem não sabe, os Fundos Imobiliários não pagam Imposto de Renda ao vender os imóveis de suas carteiras e o ganho é distribuído aos cotistas também isento para pessoas físicas. 

Porém, isso só acontece se você respeitar três condições, são elas:

  • O cotista beneficiado precisa ter menos do que 10% das cotas do fundo; 
  • O fundo precisa ter no mínimo 50 cotistas; 
  • Cotas precisam ser negociadas exclusivamente em Bolsa de Valores ou mercado de balcão organizado.

Dessa forma, você acaba recebendo mais, já que não existe a cobrança do Imposto de Renda nos rendimentos. Já para o gestor, a isenção de imposto na venda dos imóveis do fundo amplia o lucro do produto e ajuda na estratégia.

Gostou do conteúdo? Compartilhe com um amigo que esteja pensando investir nesse tipo de fundo. Você também pode gostar de saber sobre os 5 passos para criar uma carteira de investimentos de sucesso.

Guia completo para ganhar dinheiro como afiliado digital. Confira!

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Se você já pesquisou formas de ganhar dinheiro com Marketing Digital, já deve ter se deparado com o termo afiliado digital. Essa é mais uma forma de renda que surgiu com a internet. 

Existem pessoas que recorrem a essa atividade como meio de renda extra, mas há quem consegue viver apenas disso. Sabia que alguns afiliados chegam a lucrar mais de R$10 mil por mês?

Pois é! Essa é uma atividade promissora, flexível e que não requer um grande investimento inicial.

E o FinanceOne preparou um guia completo, com tudo que você precisa saber para ingressar nesse mercado.

O que faz um afiliado digital?

Basicamente, ser um afiliado significa vender produtos de outras pessoas para ganhar uma comissão sobre cada venda. Até aí, nada de novo, já que essa atividade existe há muito tempo. 

Mas existem diferenças entre ser um afiliado digital e vender produtos de catálogos, por exemplo, ou ganhar comissão trabalhando em uma loja. As duas principais são:

  • Flexibilidade;
  • Atuação 100% online.

Sendo um afiliado, você divulga os produtos (ou serviços) de outra pessoa por meio de um link. Esse link pode ser compartilhado com amigos pelas redes sociais ou em conteúdos em sites, posts etc. 

Depois disso, para cada venda efetuada por meio daquele link, o afiliado ganha um percentual. 

Baixe o guia completo de graça

Divulgar um produto online e ganhar uma comissão por cada venda. Parece simples, mas se tornar um afiliado requer um pouco de conhecimento sobre o nicho. 

Por isso, o FinanceOne preparou um guia completo que vai te mostrar o passo a passo sobre como se tornar afiliado digital. Nele, você vai encontrar:

  • O que é ser um afiliado

O que realmente significa trabalhar como afiliado, como funciona a divulgação na internet, o que é preciso para se tornar um.

  • Quanto um afiliado ganha

Quanto um afiliado pode chegar a lucrar, quais são as oito formas de comissões e como cada uma delas funciona.

  • Como começar a trabalhar – passo a passo

Como estruturar o negócio, como escolher um nicho de mercado, o que estudar, por onde começar as vendas.

  • Melhores plataformas 

Indicações das melhores e mais confiáveis plataformas de afiliados para ganhar dinheiro, incluindo como cada uma delas funciona e as vantagens de cada.

  • Estratégias de Marketing de Afiliados

Nove estratégias para você aplicar na divulgação dos produtos e turbinar as vendas, além de uma explicação sobre qual a relação entre o Marketing e ser um afiliado digital.

Baixe gratuitamente o guia para se tornar um afiliado:

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Saiba qual é a relação entre a Web 3.0 e criptomoedas

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Várias criptomoedas espalhadas em um celular

Vem aí a terceira onda da internet, a Web 3.0! Ela promete habilitar uma série de recursos, que mais popularmente podem descentralizar o controle do conteúdo da Internet. Por isso, web 3.0 e criptomoedas tem tudo a ver!

Afinal, a fórmula usada pelos idealizadores da Web 3.0 é o blockchain. Ou seja, um registro vinculado através de criptografia, técnica utilizada para que a comunicação aconteça de forma segura, sem que terceiros saibam o que está sendo dito.

A ideia é oferecer um caminho com privacidade de dados, onde cada um tem a “chave” para o próprio conteúdo. Como seu nome sugere, ele é formado por uma corrente de blocos, onde cada um dos blocos possui uma informação criptografada do anterior.

“Enquanto na Web 2.0 somos o produto das redes sociais e dos conteúdos que interagimos, na Web 3.0 a ideia é de que os usuários serão donos da rede e das informações e dados que circulam na mesma”, explica o colunista do FinanceOne, Renato Carvalho, em seu artigo sobre o tema.

Dessa forma, a tecnologia torna-se resistente às modificações de dados. Afinal, depois que é criado o registro para um dos blocos, seus dados só poderão ser alterados se todos os outros do conjunto forem mudados também.

Qual a ligação da Web 3.0 e criptomoedas?

A correlação da Web 3.0 e criptomoedas é bem forte. Afinal, conceito de Web 3.0 como conhecemos hoje foi introduzido em 2014 por Gavin Wood, um dos criadores da Ethereum, plataforma descentralizada focada na execução dos chamados “contratos inteligentes”.

Na ocasião, Wood afirmou que a transparência e o caráter irrevogável da tecnologia blockchain permite descartar a necessidade de confiar nas “boas intenções” de terceiros na internet.

O colunista do FinanceOne e especialista em criptomoedas, Renato Carvalho, cita como exemplo o site de compartilhamento de vídeos Odysee.

De acordo com ele, enquanto no Youtube temos o Google por trás da empresa, da coleta de dados e até como dono e moderador de conteúdo, no Odysee os dados são compartilhados entre usuários.

Ou seja, os criadores de conteúdo recebem moedas digitais por fazerem uploads e nenhum conteúdo pode ser moderado, pois não há centralização de poder.

Portanto, neste cenário, com o blockchain protegendo a rede, os vídeos postados não ficam no servidor de uma empresa, mas sim em um blockchain que protege o vídeo de qualquer possibilidade de ser deletado.

Leia o artigo de Renato Carvalho na íntegra: O que é a Web 3.0? Saiba como será o futuro da internet

O que as criptmoedas já usam do conceito de Web 3.0?

O grande destaque da Web 3.0 é a chance de achar uma alternativa para a concentração de informações e dados pessoais nas mãos de grandes empresas, que podem ser vendidas ou até mesmo hackeadas.

Nas redes da Web 3.0, as aplicações descentralizadas (dapps) são criadas sobre as redes e com um código aberto. Sendo assim, ninguém pode controlar os dados, nem limitar o acesso. Além disso, o dinheiro é nativo à rede.

Ou seja, a dependência às instituições financeiras tradicionais ligadas a governos e restritas a territórios, não existe mais, pois o dinheiro se torna global e instantâneo.

E é nisto que entram os tokens e as criptomoedas. Na Web 3.0, eles podem ser usados para criar novos modelos de negócios e economias.

pessoa manuseando celular e acompanhando investimentos
A colaboração contínua entre homem e máquina promete uma experiência digital mais livre, segura e sem centralização de poder

É o caso do navegador Brave, que ao invés de vender os seus dados dos usuários como fazem as outras plataformas, os recompensará com o seu token nativo – o Basic Attention Token (BAT) – quando assistem a anúncios.

Como usar a Web 3.0?

Para acessar a Web 3.0, é necessário usar uma dapp. Algumas das mais populares estão ligadas às ferramentas de finanças descentralizadas (DeFi). Com essas ferramentas, os usuários podem fazer empréstimos, investir, negociar criptoativos e muito mais.

Em suma, algumas das aplicações ligadas à DeFi são Uniswap, SushiSwap, MakerDAO, Curve, Aave, entre outras. E existem outras plataformas descentralizadas incluem a rede Ethereum, Bitcoin, Solana, entre outros.

Sendo assim, quanto aos projetos feitos para a Web 3.0, outros exemplos além do BAT são Filecoin (FIL) e Golem (GNT). O primeiro é um protocolo descentralizado que possibilita o aluguel de armazenamento excedente em computadores.

Já o segundo é uma plataforma de computação distribuída, que oferta o poder compartilhado de computação, que os usuários podem acessar através do pagamento de uma taxa.

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Soft Skills x Hard Skills: 6 habilidades para se destacar no mercado do futuro

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Três mulheres e um homem em reunião de trabalho

Se por um lado a pandemia global do Coronavírus afetou grande parte das esferas da economia mundial, por outro, ela acelerou o inevitável. No Brasil, por exemplo, o cenário ainda não é positivo para quem busca emprego.

Segundo dados mais recentes do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a taxa de desemprego no Brasil ficou em 14,1% no 2º trimestre de 2021, e ainda atinge 14,4 milhões de brasileiros.

Em paralelo com a dificuldade de colocação no mercado diante de uma economia fragilizada, a aceleração digital antecipou a urgência de se desenvolver para se destacar em um mercado em constante mutação.

De acordo com uma pesquisa global da McKinsey com executivos, as empresas aceleraram a digitalização de suas interações com clientes e cadeias de suprimentos e de suas operações internas em três a quatro anos, e a participação de produtos digitais ou habilitados digitalmente em seus portfólios acelerou em sete anos.

Diante de um cenário corporativo que exige novos e constantes aprendizados de habilidades para se destacar, quero pontuar a importância de se estar em permanente atualização, mas não priorizando somente, as habilidades técnicas que conhecemos.

Tradicionalmente, o mercado de trabalho sempre priorizou as habilidades técnicas em profissionais e candidatos, pois elas eram as únicas que podiam ser medidas e correlacionadas aos resultados esperados de tal profissional: ou seja, eficiência e produtividade.

Mas em um mundo predominantemente digital, o paradoxo é que as habilidades comportamentais, também chamadas de Soft Skills, se tornam cada vez mais importantes.

Primeiramente porque nos diferenciam da tecnologia (que já desempenha muitas habilidades técnicas de forma mais eficiente e produtiva do que humanos), e também porque se entende que, mesmo não de forma evidente, impactam positivamente os negócios.

Soft Skills precisam ser aceleradas

Enquanto o desenvolvimento das “Hard Skills”, ou habilidades técnicas, não aparenta ser um problema nas organizações, dados deste ano destacam a dificuldade das empresas em tratar as “Soft Skills” como prioridade

Uma pesquisa realizada com 264 líderes da área de RH de empresas no Brasil,- por mim e meu  time de pesquisadores do Metanoia Lab,-, procurou obter um maior entendimento de como as competências humanas são enxergadas e abordadas dentro das empresas.

Os resultados da pesquisa apontaram que há uma grande discrepância entre o nível de preparo das organizações no tema e as suas necessidades:  82% dos respondentes afirmam que existe um gap maior no que se refere às “Soft Skills” do que em “Hard Skills” entre seus colaboradores, mas apenas 42% afirmam que há um programa formal de treinamento de “Soft Skills” dentro da empresa.  

homem sentado trabalhando no computador
Mercado de trabalho passa a valorizar as habilidades comportamentais, as soft skills

Ao mesmo tempo, ficou evidente pela pesquisa a importância cada vez maior das Soft Skills em candidatos e colaboradores: 93% dos entrevistados declararam preferir um candidato que tenha boas Soft Skills, mas sem  conhecimento técnico o suficiente, a um que possua considerável conhecimento técnico, mas não boas Soft Skills.

Quais habilidades devo desenvolver e como fazer isso?

O Fórum Econômico Mundial [FEM] publicou no fim de 2020 “O relatório do futuro do trabalho”, que destaca essa dificuldade de desenvolver Soft Skills, principalmente na área de tecnologia.

“A capacidade das empresas globais de aproveitar o potencial de crescimento da nova adoção tecnológica é dificultada pela escassez de habilidades”, cita o relatório.

Nele, foram listadas  as 15 habilidades  essenciais (tanto técnicas como comportamentais) que vão estar em alta até 2025, e é a partir delas que, com devidos ajustes e adaptações, listo aqui seis Soft Skills principais em sua “Teoria das Forças Humana na era Digital”.

  • Metacognição: força humana que contempla a nossa habilidade de entender o propósito que nos move através do autoconhecimento, e que nos faz criar objetivos claros que perseguimos;
  • Colaboração: força humana que proporciona nossa habilidade de resolver os problemas complexos do mundo e dos negócios e impossíveis de serem resolvidos de forma individual, de forma colaborativa;
  • Adaptabilidade: força humana que permite reagir a mudanças externas com mudanças internas (pensamento e ação) proporcionais e correspondentes, para podermos evoluir diante de um contexto externo em mudança;
  • Pensamento crítico: força humana que desafia o status quo imposto por nossos sucessos do passado, e que nos faz atualizar nossas crenças diante de novas evidências que o mundo e o mercado nos propõem. 
  • Criatividade: força humana que nos permite encontrar soluções a problemas fora do repertório de nosso conhecimento, mas gerando ideias originais que não são moldadas por nossas experiências ou conhecimentos passados.
  • Agilidade: força humana que nos permite transformar nossas ideias em ações de forma rápida, na proporção que o nosso cliente ou usuário final espera, tolerando o erro que faz parte do processo de execução ágil.

Conheça Andrea Iorio, novo colunista do FinanceOne

Escritor best-seller sobre transformação digital, inovação e liderança, Andrea Iorio é novo colunista do FinanceOne. Os textos serão publicados mensalmente. Fique atento!

Iorio é economista formado na Universitá Bocconi na Itália, com Mestrado em Relações Internacionais pela Johns Hopkins University, palestrante profissional. Italiano radicado no Brasil, ele foi Diretor do Tinder na América Latina por cinco anos e Chief Digital Officer na L’Oréal.

Confira 6 opções para desbloquear cartão do Banco do Brasil

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fachada de uma agência do Banco do Brasil

Está precisando desbloquear o seu cartão do Banco do Brasil? Se tem essa dúvida, saiba que não está sozinho. 

Mas o passo a passo para realizar esse procedimento é bem simples. Vamos ensiná-lo para você a seguir. 

Antes, porém, você deve decidir por qual meio vai realizar o desbloqueio do cartão de crédito. É possível nos seguintes canais:

  • Internet Banking
  • App BB
  • App Ourocard
  • WhatsApp
  • Caixas eletrônicos
  • Central de Relacionamento BB

Esse é o primeiro passo para você conseguir começar a usar o seu cartão. Confira a seguir como desbloquear em cada um desses canais. 

Como desbloquear o cartão do Banco do Brasil no Internet Banking?

Se você quer desbloquear o cartão do Banco do Brasil pelo computador, precisa acessar o Internet Banking. Ou seja, fazer login na sua conta pelo site do banco.

Siga o passo a passo a seguir:

  1. Acesse a página de desbloqueio do cartão no site do BB
  2. Clique no botão “Libere seu cartão” do lado direito da tela
  3. Efetue o login da sua conta, informando a agência e senha
  4. Na tela seguinte, informe o número do cartão que deseja liberar no campo indicado

Outro caminho que você pode fazer, caso já esteja logado na sua conta corrente, é: Menu Cartões > Liberar o cartão > informe o número do cartão.

Como desbloquear o cartão do Banco do Brasil pelo celular?

Existem quatro formas de desbloquear o cartão do Banco do Brasil pelo celular. 

A primeira delas é ligando para a central de relacionamento. Mas também dá para fazer isso pelos aplicativos ou WhatsApp.

Pela central de Relacionamento BB

Basta ligar para a Central de Relacionamento do Banco do Brasil (CRBB) e informar ao atendente que deseja solicitar a liberação do seu cartão. Os telefones são:

  • 4004 0001 (capitais e regiões metropolitanas)
  • 0800 729 0001 (demais localidades)

WhatsApp

Para desbloquear o cartão do Banco do Brasil pelo WhatsApp, salve o número (61)4004-0001 no seu celular. 

Depois procure o contato no seu WhatsApp e envie a mensagem “liberar meu cartão”. Em seguida, a ferramenta automática do banco lhe enviará as orientações para liberação.

Desbloquear o cartão do Banco do Brasil pelo aplicativo

Se for pelo aplicativo do próprio banco (App BB), basta acessá-lo em seu smartphone – se já estiver instalado e logado – e seguir o seguinte caminho:

  • Menu Cartão > Liberar e bloquear cartão > Liberar cartão > informe o número do cartão

Pelo aplicativo Ourocard, o caminho é um pouco mais simples, porém similar:

  • Menu Cartões > Selecione o cartão que deseja liberar e clique em “Desbloquear”

Como desbloquear o cartão do Banco do Brasil no caixa eletrônico?

Se você prefere desbloquear o cartão do Banco do Brasil à moda antiga, pode fazer isso pelo caixa eletrônico mais próximo. 

Basta inserir o seu cartão na máquina ou informar seus dados, como se fosse usá-lo normalmente. Em seguida, clique nos seguinte botões na tela:

  • Menu Cartões > Solicitações Diversas > Liberação de cartões > informe o cartão que deseja desbloquear e pronto.
Mulher segura cartão de crédito na mão com apoiado notebook no colo usando app para pagar boleto
É possível desbloquear o cartão do Banco do Brasil sem sair de casa

Como solicitar um novo cartão do Banco do Brasil?

Desbloquear o cartão do Banco do Brasil é o primeiro passo para utilizá-lo. Mas se ele perdeu a validade ou foi cancelado, é preciso solicitar um novo. Veja como fazer a seguir.

  1. Acesse a sua conta no App BB, utilize a sua senha de oito dígitos, a biometria ou o reconhecimento facial.
  2. Vá ao menu principal e clique em “Cartão”
  3. Selecione a opção “Solicitar cartão de crédito” e escolha o tipo de pedido deseja efetuar. 

Depois, é só seguir as orientações que aparecerão na tela e escolher o cartão desejado. Você também poderá optar por criar um cartão virtual, o Ourocard-e, para usar em compras online enquanto o cartão físico não chega.

+ Aprenda a recuperar sua senha do Banco do Brasil com passo a passo

Se você ainda não tem conta no BB

Neste caso, precisa baixar o aplicativo primeiro. Depois, é só seguir o passo a passo:

  1. Acesse o App BB
  2. Selecione a opção “Produtos para mim”
  3. Informe o seu CPF e depois escolha o item “Cartão de Crédito”
  4. Informe o número do seu telefone para liberar o aparelho e siga as orientações e solicitações do aplicativo

Neste caso, é bom ter em mãos a CNH ou o documento de identidade (RG) válido. Além disso, a câmera precisa estar funcionando para tirar uma selfie para verificação facial e também fotografar os seus documentos.

O banco também vai exigir uma foto do comprovante de residência (emitido há menos de 90 dias) e comprovante de renda emitido nos últimos 3 meses. Caso seja estudante universitário, um comprovante de escolaridade será solicitado.

Depois do pedido feito, o banco vai analisar o perfil e enviará uma resposta por SMS ou pelo WhatsApp BB em até três dias úteis.

Assim que receber a confirmação, acesse o aplicativo novamente para concluir o pedido do cartão: 

  1. selecione a opção “Produtos para mim”
  2. Informe o seu CPF novamente
  3. Clique em “Cartão de Crédito” e siga as orientações dna tela para escolher o cartão desejado

E pronto! Depois que ele chegar, você vai precisar desbloquear o cartão do Banco do Brasil antes de usar, conforme ensinamos ao longo do artigo. 

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Compensa fazer empréstimo para quitar dívidas? Descubra!

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contrato de um empréstimo e uma caneta

Está com as contas atrasadas e não sabe como pagar? Está tentando encontrar uma alternativa para acabar com as dívidas? Algumas pessoas pegam dinheiro emprestado para pagar o que devem. Mas será que compensa fazer empréstimo para quitar dívidas?

Essa é a melhor opção para quem quer colocar a vida financeira em ordem? Isso vai depender de cada caso, porém é importante avaliar todos os pontos.

Além de ser essencial ter a certeza se, naquele caso específico, compensa fazer empréstimo para quitar dívidas. Primeiro, vamos pensar nos prós e contras ao pegar dinheiro emprestado.

Se você quer quitar as suas dívidas, a primeira coisa a se fazer é analisar qual é a sua real situação financeira. Isso porque dessa forma será possível buscar uma solução para o problema.

-> Primeiramente, avalie o quanto você ganha e quanto gasta por mês. É importante incluir a renda de todos os membros da família.

-> Anote também as dívidas especificando quais são os credores de cada uma, o valor e o tempo de atraso da conta. Lembre-se de anotar o valor com os juros que são cobrados.

-> Outro ponto a ser analisado é quanto aos bens que a família tem. Devem ser incluídos carros e casas, porque esses itens são vistos também como gastos.

Já pensou no custo da manutenção de um veículo, por exemplo? Por outro lado, os bens podem ser vistos como uma alternativa para o pagamento das dívidas.

Afinal, compensa fazer empréstimo para quitar dívidas?

Essa é a pergunta de um milhão de dólares e que muita gente quer saber. Na hora do sufoco, pode ser uma saída, mas é sempre necessário avaliar o momento atual. Isso é vantajoso para você. Mas, e a longo prazo, será prejuízo? É o famoso colocar na ponta do lápis.

Solicitar um empréstimo para poder pagar as contas pode ser uma alternativa em alguns casos. Um exemplo são as dívidas que têm taxas de juros altas. Outra situação é para pagar uma conta que você já tentou negociar, porém não chegou a um acordo que fosse vantajoso.

Mas antes de optar por pegar um empréstimo, seja em um banco ou em uma instituição financeira, procure outras opções para conseguir o dinheiro.

Um exemplo é consultar familiares ou amigos próximos, que possam emprestar o dinheiro com juros menores ou até mesmo sem juros.

Lembre-se de somar o valor de todas as dívidas. Dessa forma, você poderá solicitar um quantia que seja suficiente para pagar todas as contas em aberto. Você estará substituindo todas as dívidas pelo pagamento apenas da parcela do empréstimo solicitado.

A alternativa de pegar dinheiro emprestado com uma instituição financeira ou com parentes e amigos pode não ser uma situação agradável. Porém, dependendo de cada contexto, pode ser que compense fazer empréstimo para quitar dívidas. Veja alguns casos a seguir: 

1) Dívida com cartão de crédito ou cheque especial

Os juros do cartão de crédito e do cheque especial são considerados os mais caros do mercado. Assim como os encargos que são cobrados daqueles que não conseguem pagar a fatura do cartão de crédito em dia ou dos que usam o limite do cheque especial.

Por isso, quanto antes pagar a dívida, melhor. Se esse for o seu caso, você pode pesquisar por bancos que cobrem os juros mais baixos que o cartão e o cheque especial.

Um exemplo é o empréstimo consignado. É importante lembrar que nesse tipo de modalidade, o valor das parcelas é descontado diretamente do salário da pessoa.

vale apenas fazer emprestimo
Você pode fazer empréstimo para quitar as dívidas se for vantajoso para as suas finanças

Existem também outras opções para quem não puder contratar o empréstimo consignado, e uma delas é o empréstimo pessoal. Porém, são cobrados juros mais altos.

Porém, ainda assim, ele é considerado mais em conta do que estar em dívida com o cartão de crédito e/ou cheque especial.

2) Limpar o nome no SPC e Serasa

Esse caso é recorrente com as pessoas que estão com débitos há muito tempo, com o nome sujo no SPC e/ou Serasa. São diversos fatores que fazem com que ter o nome sem restrições seja importante, como por exemplo, um financiamento ou o aluguel de uma casa.

Se você está querendo adquirir algum bem, como um veículo, pode ser que compense fazer empréstimo para quitar dívidas. Mas lembre-se que essa deve ser uma alternativa caso você não consiga o valor da dívida para pagá-la.

3) Desconto na dívida se pagar à vista

O Serasa realiza todo ano o Feirão Limpa Nome, evento onde credores e devedores podem negociar descontos para quitar as dívidas. Dependendo de cada caso a dívida pode ser reduzida em até 90% do valor total.

Assim como no Feirão, também existem outras possibilidades de conseguir negociar descontos com as empresas credoras. Entretanto, em muitos casos existe a condição de que para as instituições darem desconto é necessário que o valor seja pago à vista, sem parcelas.

Para esse caso, compensa fazer empréstimo para quitar dívidas, isso porque o desconto da conta em atraso vale a pena.

Cuidados ao solicitar empréstimos para quitar dívidas

Se você decidiu pegar um empréstimo para quitar as suas dívidas, é preciso se atentar e ter alguns cuidados para não ter dor de cabeça no futuro e a solução virar outro problema. Para te ajudar, separamos algumas dicas para você. Confira!

Avalie a taxa de juros e outros encargos cobrados

A primeira coisa a ser feita antes de solicitar um empréstimo para pagar dívidas é realizar uma pesquisa e analisar a taxa de juros e encargos cobrados na operação de cada instituição financeira.

Caso a taxa esteja muito alta, as despesas com ela poderão fazer um estrago no seu orçamento no futuro.

Analise sua capacidade de pagamento

Antes de assinar o contrato do empréstimo, tenha a certeza de que o valor das parcelas do empréstimo realmente cabem no seu bolso, levando em consideração os juros e as amortizações.

E isso vai depender muito da estabilidade do seu rendimento, contando salário e todas as outras fontes de renda.

Tenha em mente que o ideal é que o valor destinado para o pagamento de dívidas não ultrapasse 30% da sua renda líquida.

Tenha cuidado com os golpes

Se você está preocupado e desesperado para conseguir o dinheiro necessário para quitar todas as suas dívidas, é comum acabar recorrendo a pessoas e/ou empresas pouco idôneas para ter a quantia em mãos rapidamente.

Mas não caia nessa armadilha! Se necessário, só pegue empréstimo de instituições financeiras conhecidas e leia com atenção o contrato para não ter dor de cabeça no futuro.

Como fintechs tornam o empréstimo mais barato?

As fintechs são uma boa alternativa para os investidores, porque tornam os empréstimos mais baratos. Esse tipo de mercado vem crescendo cada vez mais. Principalmente pelo fato de que as taxas de juros são menores comparadas às dos bancos tradicionais.

A chegada das fintechs, de fato, melhorou a vida financeira dos brasileiros, que agora pode ser administrada de maneira mais fácil. Além disso, o fato do crescimento estar sendo percebido em boa parte do mercado colabora para uma ascensão positiva.

O seu surgimento muda, por exemplo, a forma como as pessoas encaram e administram as suas finanças. Temos como exemplo:

  • Nubank: emissora de cartão de crédito;
  • Creditas: plataforma de empréstimo;
  • Biva: plataforma de empréstimos;
  • Guia Bolso: aplicativo gratuito;
  • Magnetis: consultoria de investimentos online.

E aí, gostou dessas opções e quer entender como as fintechs tornam os empréstimos mais baratos e os principais setores em que atuam? Conheça seis fintechs que oferecem empréstimos para pessoas físicas.