O preço da gasolina no RJ vai cair. O Governo do Estado do Rio de Janeiro cortou o ICMS — Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços — de 32% para 18%. Com isso, o litro do combustível deve ter a sua média regional reduzida em mais de R$1.
O ICMS é o imposto estadual que representa mais de 20% do preço final da gasolina. Com a sua alíquota sendo reduzida, os preços nos postos de combustíveis também caem para o consumidor.
A medida está no Decreto 48.145, publicado nesta sexta-feira, 1º de julho, em edição extra do Diário Oficial do estado.
“Fica fixada em 18% (dezoito por cento) a alíquota máxima do ICMS para operações e prestações internas com combustíveis, energia elétrica, comunicações e transporte coletivo, preservadas as alíquotas inferiores estabelecidas na Lei nº.2.657/1996, para as mesmas operações e prestações.”
A redução está saindo por decreto, mas ainda vai passar pela Assembleia Legislativa do Estado (Alerj) como projeto de lei.
Estima-se que o estado deixe de arrecadar cerca de R$3,9 bilhões este ano com a redução do imposto. Apesar disso, o governador disse que medida não fere o regime de Recuperação Fiscal do Rio de Janeiro.
De acordo com o governador, Cláudio Castro, a redução no preço da gasolina do RJ será, em média, de R$1,19. Na prática, os preços nos postos devem sair da casa dos R$7,80, aproximadamente, para a casa dos R$6,61.
“O preço médio [do litro] da gasolina no Rio de Janeiro hoje é R$7,80. Acreditamos que, com essa redução, haverá uma diminuição de R$1,19, fazendo com que o preço médio seja de R$6,61”, estimou o governador.
É importante destacar que esses valores representam uma média regional. Portanto, não quer dizer que todos os postos devem comercializar o litro da gasolina a R$6,61, mas sim, que a redução deve ser proporcional ao corte do imposto.
Governador quer redução no preço da gasolina do RJ a partir da segunda-feira (Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil)
Para garantir que a redução do preço será efetiva, o Procon RJ vai iniciar na próxima segunda-feira, 4 de julho, a Operação Lupa na Bomba. O órgão vai verificar se a redução foi repassada para os consumidores.
De acordo com informações da Agência Brasil, a ação terá apoio das forças policiais civis e militares. “Quem não estiver, segunda-feira, com o preço novo, será multado”, afirmou o governador Cláudio Castro.
“Porque é o seguinte: quando a Petrobras aumenta, aumenta no mesmo dia. Ninguém fala de estoque. Então, hoje tem que ter um compromisso das distribuidoras e dos postos, A gente está dando aí 3 dias para eles se adequarem. A partir de segunda, ou é preço novo ou é fiscalização e multa em cima.”
Governador Cláudio Castro
Quais outros estados reduziram o ICMS?
O preço da gasolina no RJ não é o único que sofre corte do ICMS. Além do Rio de Janeiro, outros estados já reduziram a alíquota do imposto sobre a gasolina (e, em alguns casos, sobre outros produtos também):
Esse movimento segue uma definição do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), que alterou as regras do ICMS após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) para que as alíquotas fossem uniformes no país.
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Você já ouviu falar sobre trader? Sabe o que é? O trader é um investidor do mercado financeiro. Ele busca ganhar dinheiro com operações de curto prazo, aproveitando-se da volatilidade do mercado. Mas será que é possível conseguir lucrar como Day Trader?
De fato, são comuns as críticas e o preconceito com a prática do Day Trade atualmente. Afinal de contas, pesquisas e especialistas apontam que 95% das pessoas que operam não conseguem obter lucros. No entanto, os outros 5% conseguem ganhos de R$500 a R$1000 em um único dia!
Para Carol Paiffer, especialista em Day Trade, empresária do programa Shark Tank Brasil e CEO da Atom S/A, entrar para esse grupo de vencedores não é algo inalcançável ou de sorte, como muita gente pensa, e lista algumas dicas valiosas para quem quer chegar lá.
Saiba como conseguir lucrar como Day Trade
“Trago algumas recomendações, mas já adianto que todas elas envolvem dedicação, estudo e treino. Levo sempre comigo para compartilhar com investidores traders iniciantes que me perguntam como ganhar dinheiro com a bolsa de valores. A estes, lembro sempre uma famosa frase de Abraham Lincoln que diz: ‘se eu tivesse oito horas de relógio para cortar uma árvore, eu passaria seis horas afiando o meu machado’. Então, o primeiro passo é começar a se preparar com o apoio de bons profissionais”, disse a empresária.
A seguir, veja quais são as dicas que ela deu sobre como conseguir lucrar como Day Trader no mercado financeiro.
1 – Nunca pare de estudar
A primeira dica não poderia ser diferente, já que para atuar no mercado financeiro exige muita dedicação e estudos diários.
Segundo Paiffer, gerenciar o tempo para conseguir aperfeiçoar as estratégias é fundamental. Isso porque algumas plataformas disponibilizam simuladores próximos do comportamento real do mercado financeiro. Portanto, mão na massa!
Carol ainda acrescenta que “estudar as estratégias e aplicar no simulador permitem coletar dados para uso na prática, ajudam a adquirir bons hábitos e, principalmente, testar o emocional. Então, para se tornar um Trader profissional é necessário dedicação, disciplina e constância. E uma recomendação de ouro que eu tenho é estudar principalmente os gráficos e as análises técnicas. Elas são usadas por traders profissionais para entender, acompanhar e mapear o mercado.”
2 – Use a cabeça e tenha calma para lucrar como Day Trader
“Como diria Alexandre Elder, ‘apenas os amadores ficam eufóricos ou deprimidos com suas negociações’. Eu acredito que o grande diferencial de um Trader profissional para um amador é o fator emocional. O Nobel de Economia em 2002 foi entregue para Daniel Kahneman. Na sua base, tinha a ideia de que as pessoas se comportam diferentemente quando se trata de investimentos, quando elas estão ganhando e quando elas estão perdendo dinheiro”, destaca Paiffer.
Ela acrescenta também: “Quem é maior? O prazer de ganhar R$10 mil ou a dor de perder R$10 mil? Sabemos a resposta. A percepção negativa tem muito mais impacto quando não estamos devidamente preparados emocionalmente”.
Carol Paiffer, especialista em Day Trade, dá dicas para quem deseja lucrar e ter sucesso
3 – Aprenda com profissionais em salas ao vivo
Outra dúvida muito comum que surge na área é como conseguir acelerar esse caminho, para que os rendimentos sejam mais altos e as perdas minimizadas. Segundo Paiffer, “um dos caminhos mais fáceis para isso é replicar, ou seja, copiar mesmo, de forma instantânea as operações vencedoras de um profissional que tenha conhecimento e siga uma metodologia já validada como eficaz em suas recomendações de variações do dólar e índice futuro”.
De acordo com Carol, uma das formas de se aprender com profissionais é acompanhá-los em salas de operações ao vivo. Porém, é necessário cautela na hora de escolher quem você vai acompanhar.
Isso porque segundo ela, “é uma prática muito comum pessoas sem conhecimento para operar e, muito menos, para fazer qualquer tipo de recomendação criarem transmissões ao vivo em plataformas de streaming como se fosse um jogo de vídeogame, ou seja, sem qualquer compromisso com o resultado de quem o acompanha”.
Por isso, busque por transmissões que sejam confiáveis, como a da Atom S/A, que tem uma sala composta por profissionais excelentes e certificados para essas recomendações.
Quem se inscreve na sala de operações ao vivo da Atom S/A pode acompanhá-la todos os dias, de segunda à sexta-feira, das 8h30 até o meio-dia. Para conhecer e fazer parte, acesse: Sala Ao Vivo de Operações – Atom.
“É importante lembrar que uma sala de operações ao vivo é indicada para quem já deu os primeiros passos e tem algum conhecimento da operação como day trader. Quem tem interesse em entrar para essa atividade e ainda não teve nenhum contato, recomendo iniciar em aulas para esse perfil de novo investidor”, recomenda Carol.
Conheça mais sobre a Atom S/A
A Atom S/A é conhecida por ser a empresa de traders e também de conteúdos educacionais sobre o tema em toda a América Latina.
A empresa utiliza uma metodologia própria bastante didática e acessível. Além disso, conta com autores e mentores que vivem o dia a dia de uma operação na Bolsa de Valores.
Na liderança da empresa e também como autores e mentores estão Carol Paiffer – co-fundadora e CEO da Atom S/A que atua no mercado financeiro desde 2005 e empresária do programa Shark Tank Brasil – e Joaquim Paiffer – co-fundador e presidente do conselho de administração da empresa que também atua no setor desde 2005 e é especialista em operações estruturadas, juros futuros e Day Trade.
Gostou dessas dicas? Você já sabia sobre a área de Day Trade? Compartilhe conosco, e com os demais leitores, a sua opinião sobre o assunto!
Donos de micro e pequenas empresas já podem, a partir desta segunda-feira, 25, a contratação de empréstimos por meio do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe).
Novas regras da concessão do crédito foram publicadas no Diário Oficial da União, no dia 30 de junho. De acordo com o que foi determinado, agora têm acesso ao programa:
Microempreendedores individuais (MEIs); e
Empresas com receita bruta anual de até R$ 300 milhões.
Mas, as micro e pequenas empresas continuam sendo o principal foco do programa. Essas terão acesso a 70% do total dos recursos destinados ao Pronampe.
Além disso, as empresas não têm mais a obrigação de apresentar documentos, como certidões de regularidade fiscal; Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS); e Relação Anual de Informações Sociais (Rais).
Vale ressaltar que em maio deste ano, o Governo Federal já havia prorrogado a data de contratação da operação de crédito do Pronampe até o final de 2024.
O projeto foi aprovado no Senado em abril e amplia em três anos o prazo para que o governo devolva os recursos do Fundo Garantidor de Operações (FGO), que garantem o programa de crédito.
A devolução será feita a partir de 2025. A estimativa é que R$50 bilhões possam ser emprestados nesta nova fase.
Em 2020, o governo emprestou R$37 bilhões a 517 mil empresas. Em 2021, os R$25 bilhões previstos para o ano se esgotaram em poucos meses.
A taxa de juros anual máxima aplicada sobre o valor total do crédito continua sendo a da Selic, atualmente em 13,25%, mais 1,25%. O prazo de pagamento também é o mesmo: 36 meses.
Quem pode participar do Pronampe?
Podem participar do Pronampe:
Microempreendedores individuais (MEIs);
Microempresas (ME) com um faturamento anual de até R$360 mil;
Empresas de pequeno porte (EPP) com faturamento entre R$360 mil e R$4,8 milhões por ano;
Empresas de médio porte com faturamento de até R$300 milhões;
As empresas enquadradas em alguma das categorias acima. Desde que não tenham sido condenadas por ter condições de trabalho análogas à escravidão ou trabalho infantil.
Finalidade do crédito
O Pronampe disponibiliza empréstimos a juros mais baixos e com período maior para pagamento. As operações de crédito poderão ser utilizadas para investimentos e capital de giro isolado ou associado ao investimento.
Isso significa que as micro e pequenas empresas poderão usar os recursos obtidos para realizar investimentos e/ou para despesas operacionais.
Portanto, é proibido o uso dos recursos para distribuição de lucros e dividendos entre os sócios do negócio.
Pronampe estará disponível até novembro
Período sem demissões
Um dos objetivos do Pronampe é evitar o corte repentino de colaboradores.
Ou seja, as empresas que solicitarem o empréstimo não poderão demitir nenhum de seus colaboradores no período de até 60 dias do fim do recebimento do empréstimo. Caso isso aconteça, o vencimento da dívida será antecipado.
Além disso, para consegui-lo é necessário deixar uma garantia pessoal com o valor total da dívida, incluindo os juros.
Para as empresas com menos de um ano de funcionamento, a garantia precisa ser maior e pode chegar a 150% do valor da dívida total.
Quem pode oferecer o crédito do Pronampe?
Estão autorizadas a oferecer o crédito do Pronampe as seguintes instituições:
Bancos públicos, como Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Banco do Nordeste;
Instituições financeiras estaduais;
Bancos privados;
Agências de fomento estaduais;
Cooperativas de crédito;
Bancos cooperados;
Instituições integrantes do Sistema de Pagamento Brasileiro;
Fintechs;
Organizações da sociedade civil de interesse público de crédito.
Ainda segundo a lei, as instituições financeiras participantes terão o prazo de até três meses para fazer essas operações de crédito. Entretanto, pode ser prorrogado por mais três meses.
Quanto cada empresa poderá contratar?
A empresa poderá tomar empréstimos de até 30% da receita bruta anual registrada em 2020.
Na prática, um microempreendedor individual que teve faturamento anual de R$40 mil em 2019 poderá receber um empréstimo de até R$12 mil.
Já uma pequena empresa que faturou R$4,8 milhões terá um financiamento de até R$1,44 milhão.
Para empresas com menos de um ano de funcionamento, o limite de empréstimo será de até 50% do capital social ou até 30% da média do faturamento mensal, o que for mais vantajoso.
Uma empresa com capital social de R$50 mil terá direito a até R$25 mil de crédito. Outra, com faturamento médio mensal de R$170 mil, pode contratar um crédito de até R$51 mil.
Pronampe: empresário deverá compartilhar as informações de faturamento da empresa
Se você tem interesse em solicitar a linha de crédito do Pronampe, saiba que a Receita Federal informou que para conseguir o empréstimo os empresários precisam compartilhar os dados de faturamento da empresa.
Todo esse processo de compartilhar as informações é realizado de forma digital, sem a necessidade de ter que se deslocar. E por onde esses dados devem ser enviados? Você deverá acessar o e-CAC, que está disponível no site da Receita Federal.
Será necessário que você clique que autoriza o compartilhamento de dados da sua empresa. Ao finalizar este processo, você já estará apto a negociar o crédito com a instituição financeira.
Mas atenção: pode acontecer de no momento que você compartilhar os dados, a instituição financeira não esteja na relação de possíveis destinatários. Nesse caso, é necessário que você entre em contato com o banco e veja se há uma previsão de adesão ao sistema.
Como solicitar a adesão ao Pronampe?
Se a sua empresa está enquadrada no Simples Nacional e você quer solicitar o Pronampe, basta entrar no site oficial do Simples Nacional. Em seguida, é só abrir a aba “Serviços/Comunicações”.
Depois de preencher as informações, a página será direcionada ao e-CAC. Se sua empresa pertencer a algum outro regime tributário, basta entrar diretamente na página do e-CAC.
O Tesouro Nacional já transferiu bilhões para o Fundo Garantidor de Operações (FGO), administrado pelo Banco do Brasil.
Esse dinheiro servirá como garantia para até 100% das operações. Desde que todos os empréstimos feitos pela instituição não tenham uma taxa de inadimplência maior que 85%.
A Grayscale, maior gestora de fundos cripto do mundo, entrou com o pedido de autorização através da SEC para o tão esperado lançamento do ETF de Bitcoin na bolsa norte-americana. A SEC – Securities and Exchange Commission, é basicamente a CVM – Comissão de Valores Mobiliários, que regula o mercado nos Estados Unidos.
Um ETF – Exchange-traded fund é um fundo passivo que basicamente replica índices ou possui uma carteira de ações de um setor específico. É uma maneira fácil de investimento, pois é negociada na bolsa, portanto pode ser comprada através de bancos e corretoras e, quando autorizado pela SEC, regulado por um órgão competente do mercado financeiro.
A negativa da SEC não surpreendeu o mercado. Muitos outros pedidos de autorização para um ETF de Bitcoin já aconteceram nos últimos anos, o que também sempre aconteceu até agora é a negativa da SEC para estes pedidos.
A novidade com a Grayscale é que a gestora decidiu levar a negativa da SEC para a justiça e o jogo desta vez pode virar.
Qual o argumento da Grayscale para colocar o caso na justiça?
O acionamento da justiça por parte da Grayscale foi realizado apenas 12 horas após a negativa da SEC. Ou seja, a Greayscale estava preparada para o contra-ataque. Não é comum que órgãos reguladores sejam processados ou cassados, até porque, esta é basicamente a função deles.
O argumento da Grayscale, que é bastante válido na minha opinião, é de que a SEC vem aprovando ETFs de contratos futuros do Bitcoin, ou seja, onde o investidor pode apostar numa queda ou numa alta do ativo, algo que é muito mais arriscado para os investidores do que um ETF somente de Bitcoin.
Por qual razão a SEC aprova ETFs de futuros de um ativo e não aprova um ETF do ativo? Fica a questão.
Porém sabemos como é a justiça, nem sempre bons argumentos vencem e existe a possibilidade da SEC não liberar tão cedo um ETF de Bitcoin. A Grayscale, sendo a maior gestora de criptoativos do mundo, também não deve desistir tão cedo.
O que acontece com o preço do Bitcoin caso o ETF seja aprovado?
A resposta é simples, caso seja aprovado, ao menos no curto prazo o preço do Bitcoin vai pra cima. A aprovação do ETF traria para a prateleira de ações do mercado tradicional a possibilidade de o investidor comprar Bitcoin de forma simples.
O mesmo gerente de banco que oferece um consórcio para o seu tio, vai poder oferecer investimento em Bitcoin.
ETF de Bitcoin traria a possibilidade de o investidor comprar a moeda de forma simples
Além do gerente de banco, fundos de pensão e fundos multimercado também poderão diversificar seus investimentos parcialmente em Bitcoin. O fluxo de novos entrantes equivale ao aumento do fluxo de capital para o ativo. O que reflete em uma demanda maior pelo Bitcoin, demanda em ascensão, preço pra cima.
E se o ETF não for aprovado neste momento? Nada muda, já que esta já é a situação no momento.
No Brasil já temos alguns ETFs de criptomoedas, inclusive o HASH11 que possui 70% de sua carteira em Bitcoin. A diferença é que no Brasil temos um número muito pequeno de investidores, enquanto o mercado norte-americano possui investidores do mundo inteiro, por isso muito mais relevante que um ETF seja aprovado lá do que aqui.
Aos investidores e entusiastas, resta aguardar. A aprovação do ETF de Bitcoin nos EUA é somente uma questão de tempo.
Conheça Renato Carvalho, colunista do FinanceOne
Com vasto conhecimento sobre o mercado de moedas digitais, Renato Carvalho é colunista do FinanceOne. Semanalmente, ele traz informações importantes sobre criptomoedas. Fique de olho!
Renato é administrador com experiência como executivo do setor de educação internacional e empresas de consultoria empresarial e auditoria “BIG 4”.
Investidor de renda variável desde sua adolescência, produz conteúdo de educação financeira, mostrando o que faz com o seu próprio dinheiro “skin in the game”. Especialista em criptoativos e negócios disruptivos.
É Bacharel em Administração pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Université Libre de Bruxelles (Bélgica) e mestre em Administração pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC).
Confira outros textos de Renato Carvalho, colunista do FinanceOne:
Quando se pensa em investimentos, a primeira coisa que vem à mente é o retorno que ele irá lhe oferecer. E é por isso que muitos investidores preferem montar uma carteira de investimentos.
Mas você sabe o que é uma carteira de investimentos? Sabe para que ela serve? As vantagens e desvantagens?
Além disso, diversificar as suas aplicações é importante para reduzir os riscos e elevar o potencial de ganhos. Por isso, é essencial criar uma estratégia de rendimentos que faça com que o seu dinheiro cresça, independentemente do cenário econômico.
E se você está começando a investir, é comum que com tantas opções disponíveis no mercado se sinta perdido. Principalmente sobre qual é a melhor opção de investimento para você.
Por isso, ao montar uma carteira de investimento é ideal levar em consideração alguns requisitos. Que você irá conferir durante toda essa matéria.
Antes de você começar a pensar em como montar uma carteira de investimentos, é necessário saber o que é uma. A carteira de investimentos é o conjunto de aplicações do investidor, seja ele uma pessoa física ou jurídica.
Ela também é chamada de cesta e portfólio de investimentos e reúne todos os ativos financeiros que você escolhe para fazer o dinheiro render. E isso acontece tanto em renda fixa quanto na variável.
É importante ressaltar que todos os investidores devem montar uma carteira de investimentos, e não apenas os novatos nesse mercado. Isso porque qualquer pessoa que deseja fazer o dinheiro render, deve buscar mais informações sobre as melhores formas de compor a cesta de aplicações.
E ao diversificar os investimentos, você corre menos riscos, já que não está deixando o seu dinheiro em apenas uma aplicação. Sendo assim, ao dividir o capital em mais ativos você terá uma maior segurança financeira.
Como é composta uma carteira de investimentos
Ao decidir montar uma carteira de investimentos, é comum você se perguntar do que ela é composta. E para isso, você pode comprar bens ou direitos que constituírem uma carteira de investimentos.
Um exemplo são imóveis e terrenos que são ativos tangíveis mais comuns. Agora os intangíveis são os títulos imobiliários, ações de empresas, patentes, derivados e investimentos financeiros. Este último, como o CDB, fundos e títulos públicos.
Além disso, ainda é possível aplicar o dinheiro em moedas estrangeiras. Mas é importante ressaltar que as que têm uma maior liquidez são o dólar dos Estados Unidos, o euro e a libra esterlina.
E existe tanto a possibilidade de adquirir o papel-moeda quanto os fundos cambiais. Estes acompanham a cotação da moeda principal, porém dispensam a necessidade do investidor manter a posse física da moeda. Ele funciona como um fundo de investimento comum, negociado em cotas.
Descubra para que serve uma carteira
Você deve ter em mente que a carteira de investimentos representa a sua estratégia para ganhar dinheiro no mercado financeiro. E é por isso que a aplicação faz a diferença no desempenho dos seus investimentos.
Isso porque é fundamental ter rentabilidade positiva independente do cenário econômico. E com um portfólio mal estruturado os retornos podem não ser como o esperado pelo investidor. Como por exemplo, investir tudo em ações.
E ao contrário do que a maioria das pessoas pensam, para começar uma carteira de investimentos não é necessário aplicar muito dinheiro. Os investidores podem começar aplicando pequenos valores.
Para ter um bom retorno, a palavra-chave é diversificação. Isso porque com ela você pode atuar em diversas frentes e aproveitar o que cada tipo de aplicação tem de melhor e lucrar com ele.
Um dos principais motivos é garantir a diversificação das aplicações financeiras, fundamental para assegurar os ganhos e reduzir o impacto da volatilidade dos mercados sobre o patrimônio
Como montar uma carteira de investimentos
Para montar uma carteira de investimentos você deve analisar as suas finanças e a situação socioeconômica. Por isso, é necessário realizar um diagnóstico de toda a sua vida financeira para assim poder criar uma estratégia que faça com que o dinheiro renda mais sem riscos.
Vale ressaltar que a carteira de investimentos deve refletir a situação do investidor e as suas perspectivas. Por isso, no levantamento que você for realizar, é necessário levar em consideração quanto ganha mensalmente.
Além de colocar na ponta do lápis o quanto gasta, quais são as despesas a longo prazo e quaisquer outras informações que podem impactar na sua necessidade de capital.
Sendo assim, você não pode e nem deve ter como exemplo o portfólio de outro investidor, já que montar uma carteira é algo pessoal. O que faz com que o portfólio de outra pessoa acabe não servindo para você.
Para ficar mais fácil de entender,vamos a um exemplo. Você está investindo em ações e irá precisar do dinheiro daqui a três semanas, a chance de sucesso será baixa. Isso porque a Bolsa de Valores é um ambiente de volatilidade, que é favorável ao investimento de longo prazo.
Esse é só um exemplo. Outra informação que deve ser levada em consideração além da liquidez é considerar sua disposição nas oscilações. Também deve-se pensar na sua disponibilidade de tempo e no seu conhecimento em finanças, entre outros fatores.
E para montar uma carteira de investimentos é preciso levar em conta todas as variáveis envolvidas.
Por que devo ter uma carteira diversificada?
Você já deve ter escutado o seguinte conselho: “não coloque todos os ovos em uma cesta só”. Esse é um aprendizado essencial ao investir e diz respeito ao cuidado que se deve ter na diversificação da carteira.
Em outras palavras, a ideia é distribuir seu dinheiro em vários investimentos. Isso porque se você colocasse apenas em um ficaria muito dependente da performance ou da rentabilidade dessa única aplicação.
Com isso, os riscos seriam maiores, já que um problema na área em que você investiu prejudicaria muito seu patrimônio.
Como prevenir isso? Fazendo aplicações em vários ativos diferentes. Assim, sua carteira como um todo está mais protegida das variações do mercado, pois se algo acontecer em determinada área, você tem investimentos diferentes que não vão passar por essa dificuldade.
Imagine, por exemplo, alguém que pega todo o patrimônio e investe nas ações de uma mesma empresa. Essa pessoa pode ganhar muito dinheiro caso a empresa vá bem, mas, caso contrário,poderá ter um grande prejuízo também.
Por isso, o ideal seria ter investido em diversas empresas, para não ficar tão vulnerável a todas as variações de uma só.
O que levar em consideração ao montar uma carteira
Como já foi dito anteriormente, ao montar uma carteira de investimentos existem alguns requisitos que você deve levar em consideração.
Isso porque são eles que irão te ajudar a ter uma carteira ideal e não correr tantos riscos. Confira abaixo:
Perfil de investidor
Este é o primeiro passo para um investidor começar montar uma carteira de investimentos. E será dessa forma que você conhecerá qual é a sua tolerância para assumir os riscos de aplicar o dinheiro.
Existem três tipos de perfis de investidor, sendo eles: conservador, moderado e agressivo. E é a partir dele que você terá uma margem de diversificação ideal para obter bons retornos. Veja as características de cada um dos perfis existentes.
Conservador: a prioridade desse perfil é a segurança nas aplicações. Sendo assim, é comum manter a maioria da carteira em produtos de baixo risco. A característica principal é preservar o patrimônio e por isso ele opta por aplicações com pequenas oscilações e risco de prejuízo.
Moderado: este tipo de investidor se encontra no meio-termo entre os conservadores e os agressivos. Pessoas nessa classificação prezam pela segurança, mas aceitam riscos de longo prazo. Tendo como uma das principais características a versatilidade.
Agressivo: nesta classificação o investidor não tem medo de investir. Sendo assim, as pessoas entendem que as perdas a curto prazo são momentâneas. Isso porque eles acreditam que essas perdas são necessárias para que seja possível aproveitar os lucros altos a longo prazo.
E além dos riscos, o investidor também deve analisar a renda, o conhecimento sobre o mercado financeiro e o aporte que você deseja investir.
Identifique os objetivos
Agora que você já conhece o seu perfil como investidor, está na hora de pensar quais são todos os seus objetivos e metas. Você ainda deve considerar quanto tempo pretende atingir essas metas e quanto de dinheiro precisará ter no final.
O investidor deverá separar cada um desses objetivos em curto, médio e longo prazo. Assim, ficará mais fácil de saber como você irá direcionar as aplicações e as respectivas datas de vencimento.
Caso o seu objetivo seja viver de renda, é necessário uma cesta de produtos com uma estratégia bem definida, para alcançar bons retornos.
Vale lembrar que a diversificação é importante para quem investe a médio e longo prazo, como por exemplo a aposentadoria. Por isso, você deve começar a pensar em formas de proteger o dinheiro desde cedo.
Porém, se você está querendo economizar durante um tempo para realizar a viagem dos sonhos, pode ter uma carteira com vencimento curto para conseguir o valor desejado mais rápido.
Escolha o risco que deseja assumir
A tolerância ao risco é importante na composição da carteira de investimentos que você irá montar. Vale ressaltar que um portfólio como um todo não deve ter grande risco. Somente se você resolver assumir um investimento com potencial de perdas. Confira:
Alto risco: esta carteira está toda ou quase toda atrelada à renda variável, aquela cujo retorno não pode ser projetado no momento da aplicação. Nela podem constar ações de grandes e médias empresas. E até de empresas com alto potencial de valorização. E além das ações, o investidor pode aplicar parte dos recursos em derivativos.
Médio risco: a volatilidade ocorre, porém não na mesma intensidade. E além da renda variável parte dos recursos onde ficam concentrados na renda fixa. Isso pode garantir alguma previsibilidade no curto e médio prazo. Esse tipo de risco não se associa ao curto prazo, mas sim ao médio e longo.
Baixo risco: o investidor busca proteger o patrimônio antes de elevar os rendimentos. A parcela maior do capital fica restrita à renda fixa e uma fatia menor pode se situar em fundos de investimentos. Ele não está atrelado aos tipos de aplicações, mas ao longo prazo projetado para o retorno.
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Se você perdeu esse documento, é possível tirar a segunda via do cartão SUS de forma tranquila presencialmente ou mesmo pela internet. O mais importante é saber que quanto antes fizer isso, melhor.
Oficialmente chamado de Cartão Nacional de Saúde (CNS), é o documento de identificação do usuário no Sistema Único de Saúde.
Ele contém as informações dos indivíduos, como: dados pessoais (nome, nome da mãe, data de nascimento, etc), contatos e documentos (CPF, RG, Certidões, etc).
Muitos deixam para emitir o documento somente na hora do aperto ou sequer se dão conta que o perderam e precisarão solicitar uma segunda via.
Mas é fundamental estar atento a isso e, se necessário, pedir a emissão o quanto antes. Afinal, em caso de emergência você precisará tê-lo em mãos!
Como emitir a segunda via do cartão do SUS?
Existem algumas formas de emitir a segunda via do cartão do SUS, o CNS: presencialmente ou pela internet.
Para solicitar a emissão presencialmente, basta comparecer à Secretaria de Saúde da cidade ou a uma Unidade de Saúde que realize este serviço. Para saber quais unidades emitem o cartão, consulte o Departamento de Saúde do município ou a prefeitura.
O que precisa para tirar a segunda via do cartão do SUS?
Será necessário apresentar alguns documentos:
RG (identidade com foto)
CPF
Comprovante de residência
Cada unidade de saúde tem sua própria política de entrega dos cartões. Em alguns casos ele será emitido na mesma hora, em outros poderá ser necessário voltar na unidade alguns dias depois para buscar o documento.
Existem também unidades que disponibilizam a opção de envio do cartão pelos Correios, mas esse serviço é mais raro em algumas localidades.
Um ponto a se destacar é que, mesmo que você não receba o CNS no mesmo dia, já poderá utilizar os serviços que o exigem.
Basta pedir que o atendente informe o número do cartão. Você receberá um protocolo com o seu nome e o número do CNS.
Segunda via do cartão SUS pode ser emitida online
Como emitir a segunda via do cartão do SUS pela internet?
Também é possível baixar o aplicativo (disponível para Android e iOS) e fazer tudo pelo celular.
Siga o passo a passo:
Faça login no Conecte SUS (o mesmo login do Gov.br, se ainda não possui, basta fazer o cadastro);
Procure pela opção “Meus Cartões”
Selecione a opção “Cartão do SUS”
Pronto, a versão digital do documento aparecerá na tela e será possível consultá-lo. Você poderá, inclusive, emitir um QR Code do documento.
O próprio aplicativo do Conecte SUS Cidadão pode ser usado para substituir o Cartão Nacional de Saúde impresso. Se precisar apresentá-lo desta forma, basta clicar no ícone do cartão e depois na imagem do QR Code.
Como imprimir o cartão SUS?
Caso você ainda queira ter o cartão SUS de forma física, é possível imprimir pela internet. Para isso, você deve:
Acesse o Conecte SUS (o mesmo login do Gov.br, se ainda não possui, basta fazer o cadastro);
Preencha com seus dados;
Visualize o protocolo que o site vai gerar e confira os dados.
Selecione a opção de imprimir.
O protocolo é válido por 3 meses. Ainda é possível plastificar o documento caso seja de sua preferência.
Precisa pagar alguma coisa para emitir o CNS?
Não. A emissão da segunda via do cartão do SUS, assim como a primeira, é gratuita. Portanto, não ceda a possíveis cobranças para realizar este serviço.
O cartão do SUS ou CNS possibilita a criação do histórico de atendimento de cada cidadão no Sistema Único de Saúde. Assim, tanto usuário quanto o governo podem acessar e conferir as informações de suas internações, atendimentos, aquisição de medicamentos na Farmácia Popular etc.
Alguns dos benefícios de ter o CNS incluem:
Rapidez na identificação do usuário;
Localização do prontuário pelo número do cartão;
Vinculação de: profissional, usuário, estabelecimento de saúde e atendimento;
Registro dos atendimentos realizados;
Registro do agendamento e execução de consultas e exames;
Dispensação de medicamentos;
Atualização de dados cadastrais.
Ou seja, com o cartão do SUS todo o atendimento é facilitado. Além disso, dá ao cidadão a possibilidade de participar da fiscalização e do aprimoramento do SUS.
Quem quer se tornar um franqueado tem diversas opções, dos mais variados segmentos. Nesse setor, a franquia Havaianas tem feito muito sucesso.
São muitas as vantagens para o empreendedor investir nessa marca. É o que veremos a seguir. Já pensou em ser dono de uma franquia Havaianas?
Conheça a marca
A Havaianas é a marca de chinelos mais conhecida no Brasil. Ela pertence à empresa Alpargatas, que integra o grupo Itaú, a mesma do Itaú Unibanco e da Duratex, por exemplo.
Além de participar com 80% no mercado brasileiro de chinelos de borracha, a Havaianas comercializa os seus produtos para outros 100 países.
Embora as sandálias de borracha tenham sido lançadas nos anos 60, no Brasil, foi só no início da década de 1990 que ela começou a ganhar status de artigo de moda.
Isso foi o resultado de uma estratégia de marketing, desenvolvida para sair do período de crise em que a empresa estava. Para tanto, foi lançado o chinelo de apenas uma cor.
Como abrir uma franquia Havaianas?
Para se tornar um franqueado Havaianas é bem fácil. Inicialmente, é preciso entrar no site oficial para ter acesso aos termos e condições, que ficam disponíveis para download. Feito isso é preciso preencher o formulário com os dados necessários e aguardar o contato.
A Havaianas recomenda para que os interessados leiam os termos e condições antes de enviar seu formulário, com atenção. O formulário é composto por informações pessoais, dados profissionais, experiências e a relação com o negócio.
Quanto custa uma franquia Havaianas?
Tendo como base outros tipos de franquias e investimentos, o trabalho de franquia da marca Havaianas acaba que se torna econômico. O custo benefício torna-se acessível, e o retorno promete ser positivo.
O capital mínimo necessário para abrir uma franquia da marca deverá ser de R$300 mil a R$400 mil.
Entretanto, esses valores são variáveis e dependem da localização da loja e do modelo de negócio que será escolhido para montar.
Esse valor, no entanto, pode ser ainda maior. Se o interessado escolher abrir uma franquia Havaianas por meio de quiosques terá um investimento que beira os R$50mil. Mas esse acaba sendo ainda mais lucrativo também.
Havaianas conta com 3 tipos de franquias
De acordo com a própria Havaianas, para adquirir uma franquia, o interessado deve possuir reserva capaz de cobrir, pelo menos, um dos modelos de investimentos permitidos. E são três:
Há uma taxa de R$40 mil agregada a um faturamento bruto de 2% com o fundo de propaganda. Este, no entanto, é feito pelo franqueado para ser aplicado em marketing local.
É preciso se atentar não somente aos valores, mas também ao espaço. Há uma área mínima a ser trabalhada para a montagem da franquia, sendo de 40 metros quadrados para lojas e 12 metros quadrados para os quiosques.
Qual é o faturamento e lucro de uma franquia Havaianas?
Todo mundo que investe dinheiro em uma franquia quer saber qual será o faturamento e lucro do negócio e, com a Havaianas não seria diferente, certo? Precisamos informar que a marca não informa qual é o faturamento das franquias.
Porém, de acordo com a Associação Brasileira de Franchising (ABF), o faturamento mensal é em média de R$80 mil. Mas esse valor é válido após 24 meses, que é o prazo para o retorno estipulado pela própria Havaianas.
Agora sobre o lucro da franquia Havaianas a média costuma ser de cerca de 10% sobre o valor bruto mensal arrecadado. Isso levando em consideração que a franquia está com o financeiro estável.
Qual é o perfil de um franqueado Havaianas?
Antes de embarcar nessa aventura de ser um franqueado Havaianas é necessário saber se possui o perfil desse tipo de negócio. Um dos pontos cruciais é saber quais são as exigências que a marca coloca para os seus franqueados.
É importante ficar atento a esses detalhes, para que a franquia seja um sucesso. Segundo a própria Havaianas, é necessário ter experiência com comércio varejista, além de conhecer o local onde pretende instalar a loja.
Algumas características que a marca busca em seus empreendedores:
Identificação com a marca;
Dedicação ao negócio;
Experiência no varejo;
Conhecimento regional;
Capacidade de investimento;
Disposição para aproveitar as oportunidades relacionadas ao negócio;
Facilidade de comunicação e relacionamento;
Espírito de equipe.
“Estamos em busca de parceiros que se identifiquem com a marca e seu conceito. Dedicação, dinamismo, habilidade de negociação e conhecimento na área comercial e varejo são fatores importantes para o nosso projeto. Preferencialmente com curso superior e experiência em administração.”
Como funciona o modelo de franquia Havaianas?
O empreendedor que escolher ser um franqueado Havaianas pode optar entre as tradicionais lojas ou quiosques. A primeira opção é classificada em lojas de rua ou de shoppings, sendo cada uma caracterizada pelo seu formato específico.
Para as lojas de rua, o franqueado deverá escolher um espaço com 60 e 80 metros quadrados, devendo estar localizada em áreas comerciais. Esse local deve ter alto fluxo de pessoas e facilidade para estacionamento, além de uma boa visibilidade.
A franquia Havaianas tem diversos benefícios
É importante levar em consideração todos esses detalhes, pois o ponto comercial escolhido passará por uma análise de viabilidade.
Já as lojas de shopping deverão ter entre 40 e 60 metros quadrados. Assim como as de rua, precisam ser localizadas em locais de boa visibilidade e com fluxo de pessoas.
A Havaianas tem negociações com várias administradoras de shoppings, o que facilita a escolha por parte do franqueado. Ela também auxilia a escolha do melhor ponto e no processo de negociação comercial.
Para abrir uma franquia Havaianas é preciso passar por processo seletivo
Com o objetivo de manter uma rede de franquias saudáveis, a marca criou um processo seletivo para escolher os seus franqueados. Assim, a empresa consegue conhecer melhor os interessados na Havaianas.
Além disso, essa é uma grande oportunidade para você conhecer e entender melhor os valores e paixões da marca.
E como é dividido esse processo seletivo? Em quatro etapas, que você vai conhecer cada uma delas abaixo!
Primeiro Contato
Nesta primeira etapa, será agendado um bate-papo entre você e os responsáveis pela marca. Dessa forma, será possível conhecer melhor você e alinhar as expectativas existentes sobre a rede.
Nessa conversa, serão abordados assuntos sobre a marca, explorar algumas das suas experiências, relembrar as informações-chave sobre investimento, conhecer quais as regiões de interesse para a sua franquia, além, é claro, de ajustar os próximos passos.
Análise Financeira
Depois você passará por uma análise financeira para que a marca possa entender um pouco sobre o seu porte financeiro disponível para gerir a operação. Isso possibilitará que você e a Havaianas cresçam em conjunto.
Essa etapa do processo, que dura de três a quatro dias úteis, consiste em reunir alguns documentos solicitados e analisá-los com cuidado pelas nossas áreas internas.
Análise Operacional
Com o resultado positivo da análise financeira, é feita também uma entrevista com os consultores e gestores responsáveis pela área de expansão.
Além disso, as expectativas sobre as informações recebidas até o momento e o plano de expansão da marca são discutidos nesta etapa, que visa a manutenção de uma rede de franquia sólida.
Aprovação
E finalmente chega o momento da aprovação. Com as informações sobre o primeiro contato, análise financeira e análise operacional reunidas, os dados são levados para que o comitê de avaliação da Havaianas possa fornecer o resultado do processo seletivo, que tem duração média total de 15 a 30 dias.
Quais são os benefícios de ser um franqueado Havaianas?
Confira os pontos apresentados pela marca como benefícios para quem quer abrir uma franquia Havaianas:
Uma das marcas mais fortes e conhecidas do país;
Solidez e transparência no relacionamento com investidores, consumidores, fornecedores, parceiros e funcionários;
Lançamento de novos modelos, desenvolvimento de novos produtos, criatividade e inovação fazem parte do conceito da marca;
Lojas com layout que facilita a experimentação e contato com o produto;
Mix completo de produtos Havaianas, modelos exclusivos, linha exportação, extensão e complemento de linhas;
Software de gestão exclusivo e desenvolvido para o controle total do negócio, tanto na frente de caixa quanto na retaguarda, integrado com a franqueadora e com o Help Desk próprio;
Programas de treinamento desenvolvidos especialmente para o modelo de negócio, com atualizações e reciclagens constantes;
Suporte total a operação (Consultoria, Marketing, Treinamento, Sistemas, Gestão e etc.);
Projeto arquitetônico exclusivo e diferenciado, criando uma experiência única de consumo;
Política comercial diferenciada;
Logística de compra e entrega de produtos desenvolvida especialmente para as franquias;
Projeto de Visual Merchandising exclusivo;
Customizações exclusivas e desenvolvidas especialmente para a rede de franquias;
Embalagens diferenciadas e modelos para presentes.
Quais são os serviços oferecidos pela rede?
Auxílio na captação, escolha e negociação do ponto comercial;
Estudo de viabilidade financeira;
Treinamento do franqueado e de toda a equipe;
Projeto arquitetônico exclusivo;
Acompanhamento da implantação;
Manuais e procedimentos operacionais;
Orientação para seleção e contratação de colaboradores;
Orientação para evento de inauguração;
Programas de Marketing Local;
Suporte operacional por meio da consultoria de campo;
Marketing Institucional agressivo em todo o território nacional;
Lançamento de novos modelos e produtos;
Exclusividade de produtos;
Política comercial diferenciada;
Materiais padronizados de marketing para todos os tipos de mídia local;
Campanhas em datas comemorativas com materiais específicos;
Site para informações ao consumidor sobre a marca e sobra a franquia;
Portal do Franqueado, desenvolvido para a comunicação do franqueado com a franqueadora e com a rede, com novidades, novas lojas, produtos, mercado;
Portal do Conhecimento, plataforma de e-learning que oferece cursos para o desenvolvimento do franqueado e de sua equipe.
Empresa oferece treinamento para as franquias
Uma vantagem para quem tem interesse em ter uma franquia Havaianas é que a empresa tem entre os pontos fortes o treinamento. Que ocorre tanto para o franqueado como também para os colaboradores.
A franquia Havaianas conta com um departamento de treinamento e desenvolvimento que se encarrega das atualizações e aprimoramentos dos manuais da franquia. Além do desenvolvimento de treinamentos especializados para os franqueados.
E isso acontece de forma periódica, quando a marca convida os franqueados a enviarem os colaboradores para uma reciclagem. Onde eles aprendem novas técnicas de vendas e para se atualizarem sobre novos produtos e diretrizes da marca.
A Havaianas também auxilia no treinamento de novos colaboradores das unidades franqueadas, como forma de garantir a qualidade do atendimento e facilitar a gestão do negócio.
Como ser um franqueado de sucesso
Siga as regras e padrões orientados pela franqueadora, e as chances de sucesso já serão grandes. Acrescente aí uma porção razoável de tempo e dedicação. Isso te dará condições de avaliar todo o panorama da operação.
Assim, você conseguirá formar bons retornos que ajudarão a rede franqueadora a criar novas estratégias para ampliar o sucesso da marca.
Antes de mais nada, aprender a investir não é um bicho de sete cabeças, mas também não é tão simples. Quem consegue aplicar o dinheiro de uma maneira inteligente e cautelosa tem ótimos rendimentos.
Por isso, separamos alguns passos que você pode dar para começarno mundo das finanças e 8 cursos de investimentos para você aprender a investir. Confira abaixo!
Passo a passo de como aprender a investir
1. Tenha um objetivo
Em primeiro lugar, saiba o motivo e aonde quer chegar com os investimentos. Defina seus objetivos. Pode ser para viajar, comprar imóveis, roupas, ou até mesmo para garantir renda após a aposentadoria.
E, principalmente, ter um objetivo concreto vai te ajudar a não perder o foco!
2. Conheça seu perfil
Há três tipos de perfis de investidores: conservador, moderado e agressivo. Nesse sentido, o principal ponto é entender em qual você se encaixa.
O conservador é aquele investidor que prefere saber exatamente quanto seu investimento irá render. Isso porque, ele odeia correr riscos. E, normalmente, opta por investimentos a longo prazo.
O moderado se atrai por investimentos com rendimentos maiores em curto prazo. E, para ele, está tudo bem correr certos riscos desde que esse benefício valha a pena.
Por fim, o investidor agressivocorre mais riscos que todos os outros esperando que seu lucro seja superior em menos tempo.
Se seu desejo é aprender a investir, listamos 7 cursos que te ajudarão nesta jornada
3. Defina uma estratégia
O ponto de partida para o mundo dos investimentos é ter estratégia. Você prefere ganhar a curto ou a longo prazo?
Escolha os ativos que serão negociados, como irá acompanhar sua carteira, quando comprar e vender e os riscos a serem encarados.
Como resultado, o investidor saberá se comportar frente ao mercado, evitando a ansiedade e erros na execução de um investimento.
4. Tenha disciplina
O planejamento é importante, mas a disciplina é necessária para que se consiga pôr em prática as estratégias de investimento.
Se não for assim, é provável que você tenha insucessos em sua jornada. Pense a longo prazo e veja se os hábitos de consumo de hoje valem a pena e os corrija.
Abrir mão do que é supérfluo ou substituir por algo mais em conta pode trazer mais retorno para você, se o pensamento for a longo prazo.
5. Se especialize com cursos sobre investimentos
Ninguém nasce sabendo investir e, principalmente, com técnicas de investimento na ponta da língua. Portanto, estudar sobre finanças faz com que os tabus caiam por terra.
Por isso, adquira conhecimento nesse assunto e entenda como funciona o mercado.
Ou seja, os cursos listados ajudarão a expandir suas habilidades como investidor. Então, participe de workshops, leia livros e esteja sempre antenado sobre as novidades da sua área de interesse.
Cursos para aprender a investir
Há uma variedade de cursos. Sejam eles cursos gratuitos ou cursos pagos, e há opções para todos os gostos, desde os mais baratos até os cursos mais caros.
É possível escolher qual é a modalidade do curso (à distância ou presencial), ou em qual tipo de conhecimento deseja: há cursos de como aprender a investir em renda fixa, de ações, bitcoin ou dezenas de outras possibilidades.
Confira a lista com 8 cursos (pagos ou gratuitos) para aprender a investir:
Hub de Educação Financeira: espaço da Bolsa de Valores do Brasil (B3) para realizar cursos sobre várias áreas do mercado financeiro como Investimentos em Renda Fixa, Mercado de Ações e afins.
Aprenda na Bolsa de Valores: o objetivo deste curso é apresentar as possibilidades de ações disponíveis no mercado. Conteúdo pago.
Finanças pessoais: a finalidade desse curso é informar sobre como equilibrar as finanças para que se tenha mais qualidade de vida.
Como fazer investimentos: planejamento, consciência dos riscos e informações sobre diferentes aplicações. Curso gratuito e com continuação para a parte 2.
Kit do investidor: como organizar os investimentos de forma a melhorar a carteira e potencializar o retorno. Curso pago.
Investimento em renda fixa – Iniciante: curso totalmente gratuito que te ensina a investir em diversos tipos de renda fixa, como Tesouro Direto, CDB, LCI/LCA, entre outros. O curso tem duas horas de duração.
FinanceOne lança curso sobre finanças e investimentos
O FinanceOne acaba de lançar o primeiro curso sobre finanças e investimentos inteligentes, que é ideal para quem é iniciante e até mesmo já tem conhecimento sobre o mercado financeiro.
Com o curso “Finanças e Investimentos Inteligentes” você vai conseguir melhorar a sua saúde financeira e proteger o seu patrimônio financeiro. Além de impedir que você tenha perdas significativas nas suas aplicações.
O curso é dividido em 10 módulos, sendo eles:
-> Módulo 1: Introdução às Finanças Pessoais
-> Módulo 2: Introdução ao Mercado Financeiro
-> Módulo 3: Renda Fixa Pública
-> Módulo 4: Renda Fixa Privada
-> Módulo 5: Renda Variável Fundos
-> Módulo 6: Renda Variável Bolsa de Valores
-> Módulo 7: Estratégias de Operação em Bolsa
-> Módulo 8: Previdência Privada
-> (Bônus) Módulo 9: Montagem da Carteira de Investimentos
-> (Bônus) Módulo 10: Como lidar com Crises Financeira
Vale ressaltar que as aulas de todo o curso são gravadas e podem ser assistidas na hora que você desejar. Para saber o valor e formas de pagamento é só clicar no botão abaixo!
O mundo dos aplicativos para celular ou tablets cresce diariamente. Vez ou outra aparecem novas formas de fazer coisas, seja compras de roupas, bem como cursos de idiomas e, até mesmo, supermercado.
Do mesmo modo, existem dezenas de aplicativos para facilitar a organização das finanças. Conheça 5 deles:
GuiaBolso: permite controlar as finanças principalmente por meio de sua interação com cartão de crédito. Além disso, ele organiza os gastos automaticamente e disponibiliza informações sobre as transações realizadas.
Minhas finanças: permite marcar dívidas futuras no calendário e ainda gera gráficos de despesas. É um dos aplicativos mais conhecidos para gerir as finanças.
Organizze: ferramenta que relaciona as contas a pagar e receitas a receber. Fácil de manusear, possuindo versão paga e gratuita.
Mobills: um dos melhores aplicativos de finanças disponível para Android, iOS e Windows. Organiza as contas, envia notificações e lê informações do cartão em sua versão paga.
Minhas economias: tradicional e fácil. Também é possível acompanhar metas e gastos no cartão.
Você fez uma compra pela internet que estava desejando há muito tempo, mas quando o produto chegou não era o que estava idealizando. E agora? É importante saber como cancelar a compra com cartão de crédito.
Outra situação recorrente é quando, na sua fatura, há uma cobrança desconhecida e você não faz ideia de como proceder. Saiba que é possível resolver isso também cancelando a “compra”.
Mas não são em todos os casos que o estorno no seu cartão de crédito pode ser feito. Há situações pontuais em que dá para solicitar esse serviço.
Conheça algumas delas abaixo e saiba quais procedimentos são necessários em situações como essas.
É possível cancelar compra com cartão de crédito, mesmo as parceladas (Foto: Divulgação)
Quando posso cancelar compra no cartão de crédito?
1 – Desistência de compra online
De acordo com o Código de Defesa do Consumidor, é possível se manifestar contra a compra em até sete dias após o recebimento do produto.
Mas a solicitação do estorno só poderá ser feita quando o produto já estiver em suas mãos. Não há como fazer o pedido enquanto a mercadoria não for devidamente despachada.
2 – Falha na compra online
Percebeu que há uma cobrança diferente da que estava anunciada no site quando realizou a compra? É possível solicitar o estorno da diferença cobrada indevidamente.
Entre em contato com a empresa da compra e informe sobre o seu problema. Mas é sempre bom prevenir e se certificar de que está comprando em um site sério.
3 – Falha no pagamento de compra presencial
O valor descrito na sua nota fiscal ou na etiqueta do produto é diferente do que consta na fatura do seu cartão de crédito?
Neste caso, você também poderá solicitar o estorno do valor cobrado a mais sem problema algum.
4 – Compra indevida
Você tem a certeza de que não realizou determinada compra cuja cobrança veio listada junto com as demais que constam em seu cartão?
Neste caso é seu direito que seja feito o cancelamento dessa cobrança. E, caso já tenha pago uma parcela sem perceber, mesmo assim poderá solicitar a devolução do valor pago.
5 – Não recebimento de um produto ou serviço
Se você comprou um móvel pela internet e ele não chegou na sua casa mesmo tendo estourado o prazo de entrega ou adquiriu um pacote de cursos online, por exemplo.
Ou ainda que tenha passado a data para a disponibilização do link para o início das aulas, a empresa não enviou ao menos uma satisfação informando o ocorrido para o atraso no cronograma para o seu e-mail.
Nesses casos você também pode solicitar tranquilamente o cancelamento da compra e optar pela restituição do valor que foi acordado e pago por meio do seu cartão de crédito.
Qual o prazo para cancelar uma compra no cartão de crédito?
O prazo para cancelamento de uma compra no cartão de crédito varia de acordo com a operadora do cartão e o motivo do cancelamento. Mas, a recomendação é fazer o pedido com a maior antecedência possível para aumentar as chances de ter a solicitação aceita.
Se sua compra foi online, vale aquele prazo de sete dias, contados a partir da data de assinatura do serviço ou recebimento do produto. Nas compras físicas geralmente não há a possibilidade de desistência, mas sim de troca do produto.
Normalmente, as trocas podem ser feitas em um prazo de 30 a 90 dias, dependendo das políticas de cada estabelecimento.
Há ainda casos em que o consumidor precisa abrir uma contestação da compra. O recurso é usado, especialmente, quando há uma cobrança indevida na fatura.
Nesse caso, o cliente pode procurar o lojista para resolver o engano. Mas, se o estabelecimento não reconhecer o erro, a operadora do cartão, como a Visa ou Mastercard, por exemplo, assume a situação.
A partir daí é aberta uma disputa para apurar os fatos e definir o que será feito. Se o cliente vencer, é realizado um estorno do valor na fatura. Mas, se a loja ganhar a disputa, a operadora do cartão considera a cobrança devida e o cliente deve então fazer o pagamento.
Uma contestação pode ser aberta até 120 dias após a compra ou contratação de um serviço. Isso pode variar de acordo com as políticas de cada cartão. Por isso, é preciso ficar atento a esses detalhes.
Como cancelar a compra no cartão de crédito e solicitar o estorno?
No caso da compra indevida, o primeiro procedimento a ser feito é entrar em contato com a administradora do seu cartão de crédito. Pois ela é a responsável sobre isso e não o lojista.
Pode ter havido uma clonagem do seu cartão ou terem usado a sua senha sem a sua permissão. Então tente resolver esse problema imediatamente, caso não reconheça a compra.
Você pode ter sido vítima de uma fraude e esse é um procedimento muito sério. Em alguns casos será necessário ir a uma delegacia para fazer um registro de ocorrência.
Nas demais situações como: desistência da compra virtual e falhas na compra online ou presencial, o estorno pode ser solicitado assim que o produto chegar ou que você reparar o erro.
Passo a passo para solicitar cancelamento da compra
Solicitar o cancelamento de uma compra no cartão de crédito é bem simples. Basta seguir o passo a passo:
Primeiro, entre em contato com a loja onde você realizou a compra, informando o desejo de cancelar a mesma;
Entenda as políticas de cancelamento de compra do estabelecimento;
Siga as orientações passadas pela loja;
Lembre-se de guardar o protocolo de atendimento e documentos referentes às transações;
Pronto, basta aguardar o estorno, dentro do prazo estimado pela empresa.
Vale lembrar que o procedimento é o mesmo em casos de compras internacionais.
Cancelamento em casos de suspeita de fraude
Esse é o passo a passo caso você queira desistir de uma compra feita. Mas, se estiver suspeitando de uma fraude, o melhor é entrar em contato diretamente com a operadora do seu cartão e informar sobre a cobrança desconhecida.
A partir daí basta seguir as orientações da operadora do cartão e, se a fraude se confirmar, solicitar o estorno.
Nesses casos, as operadoras do cartão costumam investigar se você foi, de fato, vítima de um golpe; ou se alguém que já tem acesso a sua senha usou seu cartão sem pedir autorização antes, por exemplo.
Se for comprovado que você sofreu um golpe, pode ser preciso abrir um boletim de ocorrência e o bloqueio do cartão.
As faturas dos cartões de crédito são bem organizadas no sentido das datas. Assim, é possível solicitar o estorno hoje e a cobrança continuar vindo neste mês e o estorno no próximo.
Mas não se preocupe quanto a isso, pois é bastante normal. Posteriormente, esse valor que você terá que pagar constará como crédito.
Por exemplo: uma pessoa pagou cerca de R$200 hoje, na próxima fatura terá o desconto desse valor.
E se a compra foi parcelada?
Se o pagamento for feito em parcelas, a cada mês virá descrito as parcelas na fatura e ao lado o estorno que foi solicitado.
Vale lembrar que em muitos casos o lojista não possui a obrigação de aceitar a devolução e restituir o valor que foi pago.
Exemplos: se por algum motivo você realizou uma compra simplesmente por impulso em uma loja presencial; se só depois que chegou em casa percebeu que o produto não servia; ou se não era exatamente o que estava buscando e se arrependeu.
O arrependimento para compras presenciais não é assegurado por lei. Se ainda assim insistir em fazer a devolução, tente entrar em contato com a loja.
Embora diretamente quem pode te ajudar a efetivar o estorno de uma compra seja o banco, você não precisa procurar sempre ele de imediato. Afinal, em alguns casos ele não vai conseguir fazer muita coisa, a depender da sua demanda.
Primeiramente, recorra à loja, se o seu problema for apenas relacionado a produto e não sobre a compra, de fato. Dessa forma, é possível solucionar sem que seja preciso um estorno.
Com isso, pode-se dizer que o banco pode ser uma das últimas opções para que você procure, por exemplo, em casos de:
não gostar do produto;
compra de produto errado;
arrependimento da compra após ela ter sido concluída.
Tentei, mas não consegui cancelar. E agora?
Em alguns casos, o processo de cancelamento de uma compra por cartão de crédito e solicitação de estorno pode ser demorada. Às vezes, até interminável. Mas, a primeira dica é ter calma e tentar resolver pelos trâmites legais, de forma amigável.
Se o seu estorno não acontecer, contate a loja, para que ela possa ajudar. Caso não funcione, tente o seu banco, para que ele te direcione para a melhor ação a partir dali.
Mas, se ainda sim persistir em não dar o estorno para uma compra que você já comprovou não estar satisfeito e com todos os comprovantes, a dica é ir em busca dos seus direitos. Procure o Procon e siga as recomendações que constam no Código de Defesa do Consumidor.
Você já pensou em cancelar compra com cartão de crédito ou já cancelou? Comente!
A política de preços da Petrobras é um tema confuso para muitos brasileiros. Todos sabem que ela impacta diretamente no preço da gasolina, mas como funciona? Quem faz e como faz esse cálculo?
As dúvidas em torno do assunto crescem ainda mais em um momento como o atual, em que se vêem aumentos sucessivos nos combustíveis.
No início de junho, a estatal reajustou em 5,18% e 14,26% os preços da gasolina e do diesel em suas refinarias, respectivamente.
Então, vamos aprender de uma vez por todas que política é essa, como funciona, por que existem tantas críticas e também defensores dela? Continue lendo!
Onde se aplica o preço da Petrobras?
Antes de entender a política de preços da Petrobras, propriamente, é importante saber que a petroleira não define, sozinha, o preço final dos combustíveis nos postos. Isso porque ela é apenas uma parte da cadeia produtiva que faz a gasolina chegar ao seu carro.
De forma resumida: o petróleo é extraído do mar e separado nas plataformas. Depois é transportado para o litoral, onde segue para as refinarias da Petrobras.
Lá, esse petróleo passa pelo processo de refino — que transforma a matéria prima no combustível. O combustível sai quase pronto das refinarias e é vendido ainda sem aditivos para as distribuidoras.
As distribuidoras, por sua vez, adicionam o etanol anidro (na gasolina) ou biodiesel (no diesel), que são componentes obrigatórios. Esse produto final é distribuído para os postos de gasolina.
É na saída do combustível das refinarias que está o preço da Petrobras. Na gasolina, ele corresponde a cerca de ⅓ do preço final do produto. Já no diesel, mais de 60% do preço final corresponde ao custo da Petrobras.
Portanto, quando falamos na política de preços da estatal, estamos nos referindo ao preço que é cobrado pelo produto que sai de suas refinarias, repassado às distribuidoras.
E como a empresa define qual será esse valor? Vamos descobrir agora!
Como funciona a política de preços da Petrobras?
A política de preços da Petrobras é baseada em dois fatores principais:
paridade com o mercado internacional, também conhecida como Preço de Paridade Internacional (PPI) ou paridade de importação
margem de risco
O mercado internacional se refere aos principais mercados mundiais de negociação da matéria prima, como o Golfo do México, Estados Unidos e Londres.
Estar em paridade com esse mercado significa que a Petrobras se baseia nos preços de fora para precificar o produto que sai de suas refinarias. Mesmo que a maior parte dele seja produzido e comercializado aqui mesmo, no Brasil.
Ou seja, o preço das refinarias acompanha as flutuações do mercado cotado em dólar, com suas variações de câmbio. Além disso, inclui custos como frete de navios, custos internos de transporte e taxas portuárias.
Estar em paridade com o mercado internacional não necessariamente significa aumentar o preço do combustível. Dependendo da variação externa, isso pode significar também manutenção ou até diminuição do preço.
O segundo fator que faz parte da política de preços da Petrobras é a margem de risco. Nada mais é que uma margem aplicada no preço para remunerar riscos inerentes à operação.
Por exemplo: a volatilidade da taxa de câmbio e dos preços sobre estadias em portos e lucro, e também de impostos. Como um tipo de margem de proteção.
É baseada nesses fatores que a Petrobras define o preço do combustível em suas refinarias.
Qual é a fórmula da política de preços da Petrobras?
A Petrobras nunca divulgou uma fórmula ou o método estatístico utilizado para definir seus preços, uma vez que isso poderia ser uma vantagem para as empresas concorrentes.
O que sabemos é que esses preços nunca estão abaixo do praticado internacionalmente. Os reajustes também não têm uma periodicidade definida na política de preços da Petrobras.
Quando foi criada a atual política de preços da Petrobras?
A atual política de preços da Petrobras existe desde 2016. Ela foi adotada pela empresa a partir de outubro daquele ano, no governo do ex-presidente Michel Temer (MDB). Na época, o presidente da petroleira era Pedro Parente.
“A decisão do comitê executivo levou em conta o crescente volume de importações, o que reduz a participação da Petrobras, e também a sazonalidade do mercado mundial de petróleo”, disse a Petrobras, em nota, em 2016.
Antes disso, a variação do petróleo no mercado internacional era levada em consideração também, mas juntamente com os custos de produção de petróleo no Brasil. Isso fazia o impacto da oscilação externa ser menor para o bolso do brasileiro.
Quando a oscilação era muito significativa, no entanto, o lucro da estatal diminuía ou havia prejuízo. Isso era desvantajoso para os acionistas, incluindo o Governo Federal, que é o acionista majoritário.
Política de preços da Petrobras tem impacto no preço final do combustível
Por que aplicar a paridade com o mercado internacional?
Se o combustível é, em sua maior parte, produzido e comercializado aqui, por que se basear em dólar para precificá-lo?
Uma das justificativas é o fato de que o Brasil é autossuficiente em petróleo (passou a ser considerado assim em 2015), mas não em refino. Por isso, uma parte da nossa gasolina é importada.
Extraímos cerca de 3 milhões de barris de petróleo por dia, segundo dados do Governo Federal. Mas a importação ainda representa mais de 27% do total consumido.
Com os preços da Petrobras estando alinhados ao mercado internacional, outras petroleiras podem importar combustíveis e competir com os derivados produzidos nas refinarias da estatal de forma mais justa.
Se isso não acontecesse, alguns especialistas defendem que poderia haver escassez de combustível no mercado interno. Afinal, o refino nacional não é suficiente para atender toda a demanda brasileira, principalmente no caso do diesel.
Como assim?
Para entender a dinâmica, é importante lembrar que a Petrobras tem cerca de 80% do mercado. Os outros 20% vêm de refinadores privados e importações. Ou seja, a estatal é a maior, mas não é a única petroleira aqui.
Essas outras empresas importam e, ao contrário da Petrobras, possuem mais custos — que variam conforme a situação do mercado externo. Afinal, elas compram o barril do petróleo pelo preço lá de fora.
Logo, se a Petrobras não aproximasse seus preços do praticado no mercado internacional, automaticamente aquela outra parcela de refinadores parariam de importar, porque não valeria a pena.
A lógica é: se a maior concorrente do setor fizesse preços mais baixos, outras refinarias teriam prejuízo tentando concorrer com a Petrobras. Neste cenário, entra o risco de desabastecimento, que seria uma preocupação em regiões mais afastadas.
Lucros da Petrobras
Além do desabastecimento, o desempenho da Petrobras é outra, talvez a maior, preocupação. Pareando seus preços com o mercado internacional, a petroleira tem mais lucros e paga mais dividendos aos seus acionistas.
Aqui entra o ponto mais importante deste tópico: o maior acionista da Petrobras é o Governo Federal, que detém mais de 50% das ações ordinárias da companhia. O dinheiro que ele recebe desses dividendos deve ser utilizado em políticas públicas.
Além disso, a Petrobras também importa combustível. Logo, sem considerar os preços do mercado externo, a empresa teria prejuízo e isso pesaria para os investidores, inclusive para o sócio majoritário da empresa, o governo.
Sendo a principal empresa de um setor tão importante para o PIB — Produto Interno Bruto — do Brasil, seus prejuízos impactam nos resultados da economia brasileira como um todo.
Alguns especialistas defendem que, quando a política de preços da Petrobras suprimia esses custos internacionais, o custo acabava chegando para o consumidor no longo prazo, de forma mais elevada.
Antes da atual política ser adotada, uma prática mais comum era uma tentativa de segurar a inflação, contendo o preço do combustível por alguns meses. Mas depois isso ficava impraticável e o ajuste acabava sendo mais agressivo.
O que os defensores da atual política entendem é que o PPI tem um resultado negativo para o consumidor final no curto prazo, mas é melhor para o país como um todo no médio e longo prazo.
E quais são os argumentos contrários?
Críticas à política de preços da Petrobras
A política de preços da Petrobras atual acaba encarecendo a cobrança sobre o barril de petróleo prospectado no próprio país. Mesmo que mais da metade do lucro da petroleira venha da exploração no Brasil, que é bem mais barata que a exploração internacional.
Os críticos da política defendem que a estatal poderia, por exemplo, fazer uma média dos valores dos mercados interno e externo. No entanto, o que a empresa faz é emparelhar todo o valor que está transacionando baseado apenas no dólar.
Na prática, não adianta nada para o brasileiro que o país tenha uma empresa para produzir seu próprio petróleo. Continuamos pagando como se nosso petróleo fosse importado e não nosso.
Mesmo medidas como a redução do ICMS, não são capazes de realmente diminuir o preço final da gasolina sob esta política, apenas de conter os aumentos.
Outra crítica à política adotada pela Petrobras é que a estatal adota uma postura mais interessada em atender a demanda dos acionistas, sem considerar o impacto para o consumidor.
Em relação ao desempenho, muitos críticos apontam que a estatal não teve prejuízos quando adotou outra política, mas sim uma diminuição dos lucros. O fato de que a parcela do produto importado também é bem menor, é outro argumento.
Os preços mais altos nos postos também contribuem para aumento da inflação, o que deixa o governo federal insatisfeito em ano de eleições. O presidente Jair Bolsonaro chegou a declarar, no final de maio em entrevista à RedeTV, que a empresa não precisa “desses lucros escessivos”.
Mais recentemente, no dia 5 de julho, ele voltou a fazer duras críticas à estatal, em live nas suas redes sociais.
“O lucro de vocês é um estupro, é um absurdo. Vocês não podem mais aumentar o preço do combustível.”
Qual é a participação do governo nestas decisões?
Não é o Governo Federal que decide a política de Preços da Petrobras. Quem faz isso é o conselho executivo da estatal, cujos membros são eleitos pelos acionistas.
Os conselheiros também podem eleger quem será o presidente e os sete diretores executivos da Petrobras. Como acionista majoritária, a União pode indicar a maior parte dos conselheiros, direta ou indiretamente.
São esses profissionais que vão decidir a política de preços dos combustíveis, assim como eventuais reajustes — quando e quanto.
Qual é o impacto da política da Petrobras no preço da gasolina?
O preço final da gasolina é influenciado por toda a cadeia produtiva de sua fabricação e venda, como já mencionado no início do artigo. Mas, resumidamente, podemos dizer que esse valor é composto por:
9,5% são de impostos federais
13,2% é da adição do etanol anidro (obrigatório por lei)
14,3% são os custos de distribuição e revenda
24% é de ICMS (imposto estadual)
38,8% é do preço que a Petrobras cobra nas refinarias
Portanto, a política de preços da Petrobras tem impacto significativo no preço final da gasolina. Cerca de ⅓ do valor que o motorista paga vai para a petroleira.
No caso do diesel, este percentual é ainda maior: mais de 60%.
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