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Quanto custa o iPhone SE 2022 no Brasil? Veja se vale a pena

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modelos de iphones SE

Os fãs da Apple já podem comemorar. A famosa empresa da maçã lançou na última terça-feira, 8 de março, o novo iPhone SE. E, claro, como em todo lançamento da marca, todos já estão querendo saber mais sobre o celular.

Além disso, outra dúvida que sempre surge é se vale a pena ou não comprar o novo iPhone. Isso porque o dólar tem estado em alta nos últimos meses, o que acaba influenciando no valor do aparelho aqui no Brasil.

Vale ressaltar, ainda, que essa geração de celular da Apple é voltada justamente para quem não curte muito os aparelhos com telas muito grandes. O novo iPhone SE tem uma tela menor, assim como o valor, do que os celulares comuns da Apple.

Além disso, a marca também traz novidades e melhorias no celular, como bateria uma maior duração, conectividade 5G e mais processamento.

Mas afinal, quanto vai custar o novo iPhone SE aqui no Brasil? Será que vale a pena comprar ou esperar mais um pouco? É o que você vai descobrir lendo este artigo!

Quando será possível comprar o novo iPhone SE?

Quem já é cliente da Apple sabe que após um produto da marca ser lançado ele não começa a ser vendido imediatamente. É preciso esperar um pouco para conseguir adquirir seja telefone, computador, relógio ou qualquer outro produto da empresa.

Mas afinal, quando será possível comprar o novo iPhone SE? O aparelho estará disponível para compra, oficialmente, a partir do dia 18 de março nas lojas da marca.

É provável que as grandes empresas de varejo realizem uma pré-venda do produto, o que já é comum nos lançamentos da Apple. 

Quanto vai custar o novo telefone da Apple?

O que todos querem saber é os valores do novo iPhone. Como já foi dito acima, os preços aqui no Brasil costumam ser um pouco mais elevados por conta da alta do dólar. E nessa nova geração de telefone, não seria diferente.

+ Saiba qual é o melhor seguro para celular com estas 4 opções

Vale ressaltar que os valores variam de acordo com a quantidade de memória que cada aparelho possui. Sendo assim, quanto maior a capacidade de armazenamento, mais caro é o iPhone SE.

Agora vamos ao que de fato interessa, os valores:

  • iPhone SE (64 GB): R$4.199;
  • iPhone SE (128 GB): R$4.699;
  • iPhone SE (256 GB): R$5.699.

Vale a pena comprar o iPhone SE 2022?

Para saber se vale a pena ou não comprar o novo iPhone SE 2022 você precisa ter em mente qual é o seu objetivo e a sua preferência com um celular. 

Como foi dito acima, o iPhone SE é destinado a quem curte o sistema operacional iOS e celulares da Apple, mas não gosta daquelas telas gigantes. São os adeptos por algo mais discreto e menor.

modelos de iphones SE
A venda do iPhone SE começa no próximo dia 18

Se você se identifica com este perfil, então pode gostar do que o iPhone SE traz como especificações. Mas, se preferir um aparelho maior, com uma tela mais espaçosa, não vai te atender e não vale o custo-benefício.

O que já se sabe sobre o novo iPhone SE 2022

Embora ainda não tenha sido lançado oficialmente para venda e os interessados ainda não tenham como testar o aparelho, já se sabe algumas informações importantes.

Saber detalhes do produto pode fazer com que quem ainda não tem um iPhone SE queira comprar um ou quem já tem um antigo opte por atualizar a versão.

Dimensão e design

Comparando com o modelo lançado em 2020, o design do iPhone SE 2022 não teve muitas alterações e novidades. É basicamente o mesmo layout inspirado no antigo iPhone 8 da linha tradicional, com as mesmas dimensões da versão anterior:

138,4 x 67,3 x 7,3 mm, sendo respectivamente altura, largura e profundidade

A principal diferença ficou por conta do vidro usado na construção, com material que promete maior resistência.

Cores

O novo iPhone SE deve ser comercializado nas cores branco, preto e vermelho.

Tela

A tela também não sofreu muitas alterações. O display é o de retina de 4,7 polegadas, com resolução de 1334×750 pixels. O modelo de 2022 trará as mesmas especificações de contraste e brilho.

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Processador

O modelo do iPhone SE 2022 trará uma versão mais recente de processamento, com o A15 Bionic, um chip bastante recente, que está sendo aplicado nas versões de iPhone 13. Essa é considerada uma das principais mudanças.

Câmera

O modelo permanece com um sensor único de 12 MP e abertura de f/1.8. Muita gente reclamou da falta de atualização da câmera, mas a Apple promete fotos com qualidades melhores graças ao avanço no processamento do novo chip A15.

Gostou deste conteúdo? Então continue lendo e saiba quanto custa o iPhone 13 no Brasil e as principais informações.

Saiba de 6 situações em que você não pode ser demitido

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Homem digitando no computador

Um dos maiores medos do brasileiro é a demissão. Apesar das boas expectativas da empregabilidade em 2022, ninguém quer passar por esse período de incerteza. Pensando nisso, confira quais situações em que você não pode ser demitido.

Os trabalhadores, geralmente, podem ter algumas dúvidas em relação aos seus direitos. Por outro lado, os empregadores também podem não ter conhecimento sobre esses processos. Sendo assim, é importante entender como proceder em cada situação.

Situações em que você não pode ser demitido

As leis trabalhistas regulam os direitos e deveres dos empregados. Confira quais contextos são assegurados por elas:

Acidente de trabalho ou doença ocupacional

A lei garante que o trabalhador que sofreu acidente e doença incapacitante relacionada ou não ao trabalho tenha estabilidade.

Nesse caso, cabe ao colaborador acionar o INSS e, caso seja concedida uma licença de mais de 15 dias, ele receberá auxílio-doença e seu cargo deverá ser garantido por pelo menos 12 meses após o fim do benefício.

+ Entenda o que é a Síndrome de Burnout e o que fazer para prevenir

Gravidez ou aborto involuntário

Seguindo os moldes da Constituição que visam proteger os direitos da maternidade e da infância, não é permitido demitir mulheres grávidas sem justa causa desde a comunicação da gravidez até cinco meses após ao parto.

Caso o empregador desconheça esse fato, ele terá que reintegrar a funcionária às rotinas da empresa ou pagar indenização correspondente. Contudo, vale lembrar que essa reintegração só poderá ser feita até os cinco meses (que compõem o período de estabilidade). Após isso, só haverá a opção de pagar indenização.

No caso do aborto, entende-se que a mulher que sofreu essa perda enfrenta um período de fragilidade e desgaste emocional. Sendo assim, ela terá duas semanas (15 dias) de licença sem direito à estabilidade.

+ Plano de saúde após demissão: saiba se é possível manter e conheça as regras

Uma mulher grávida sentada no sofá com a mão na barriga e um cachorro nos pés
Gestantes possuem direitos específicos para os processos demissionais

Período de pré-aposentadoria

Essa é mais uma situação em que o trabalhador não pode ser demitido. Dependendo das normas coletivas da categoria, o empregado pode ter o direito à estabilidade pré-aposentadoria. Nesse sentido, ele não pode ser demitido sem justa causa em um período de 1 ano ou dois antes de se aposentar.

Trabalhador que cumpre a função de dirigente ou suplente de sindicato

Nesse caso, a lei prevê estabilidade na intenção de prevenir que os trabalhadores sejam dispensados no caso de interesses políticos conflitantes. Além disso, a medida também considera os casos de represálias que podem surgir no ambiente sindical.

Assim, esses funcionários não podem ser demitidos desde o período da sua candidatura ao cargo até pelo menos um anos após o término do mandato.

Integrantes da CIPA

Essa é mais uma situação que onde os trabalhadores que integram a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) possuem direito a estabilidade durante o cargo. Sendo assim, a demissão só pode ocorrer mediante justa causa.  

Convenção coletiva 

Outra situação que impede a demissão do trabalhador, é o período de 30 dias antes da data base para convenção coletiva.  

Inclusive, caso ocorra a demissão nesse prazo, sem justa causa, a empresa deverá indenizar o empregado demitido com um salário mensal. 

Justa causa

As situações pautadas como justa causa são precedentes contidos em leis. Ou seja, são contextos em que ocorrem casos de condenação criminal, insubordinação, indisciplina, abandono das tarefas, embriaguez no serviço, comportamento sexual impróprio ou perigoso e questões afins.

Ou seja, são acontecimentos considerados como uma falta grave que um funcionário comete. Sendo assim, no caso dos empresários, é importante que a empresa mantenha uma documentação que prove a tomada de decisão no caso de justa causa.

De qualquer maneira, vale lembrar que em demissões sem justa causa que possuem motivações que excedem essas descritas ainda sim devem conter:

  • 13º salário; 
  • Aviso prévio;
  • FGTS;
  • Multa de 40%;
  • Saldo salário; 
  • Seguro-desemprego. 

Outros casos

Existem alguns casos que geram mais dúvidas sobre a demissão. Os portadores de HIV, por exemplo, não podem ser demitidos em situação que essa decisão seja tomada por questão de preconceito – e sem uma justa causa.

O mesmo é válido para funcionários com depressão e outras doenças que podem seguir a mesma linha.

Por fim, é importante dizer que se ocorreu alguma situação em que você não pode ser demitido, deverá contatar um advogado para resolver a questão conforme a lei.

Ficou alguma dúvida? Então comente e deixe a sua sugestão!

Conheça os 12 cartões que convertem criptomoedas em reais

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cartões visa e mastercard ao lado de uma moeda digital

Cada vez mais as criptomoedas estão se tornando mais acessíveis e adentrando o cotidiano dos brasileiros. Isso porque cada vez mais aparecem cartões que convertem criptomoedas em reais.

Já há empresas internacionais que disponibilizam cartões pré-pagos que podem ser recarregados em Bitcoin. Dessa forma o consumidor consegue comprar em qualquer lugar ou pode realizar saques nos caixas eletrônicos de qualquer lugar do mundo.

A Visa, por exemplo, abriu caminho para o uso de criptomoedas para pagamentos no Brasil por meio de sua rede. Uma das corretoras parceiras nessa empreitada é a Crypto.com, que comunicou recentemente o início da emissão do cartão no país.

A novidade chega ao país depois do lançamento do cartão criado pelas duas empresas em mercados como Cingapura, Estados Unidos, Europa, em alguns países da Ásia e Pacífico, além de Canadá e Austrália.

Com isso, os usuários poderão converter suas criptomoedas em reais para pagar suas compras ou serviços onde quer que a bandeira seja aceita.

Já a Mastercard anunciou recentemente uma parceria com a Wirex. Com isso, a empresa começou a emitir os cartões que suportam moedas fiduciárias e digitais.

Crypto.com e Visa lançam sete cartões que convertem criptomoedas em reais

O primeiro cartão que qualquer cliente poderá usar sem ter CRO se chama “Midnight Blue”, e terá um limite mensal de R$1 mil e cashback de 1%.

Para ter o “Ruby Steel”, os clientes deverão ter R$2.500 em CROs por seis meses. O modelo tem o limite de R$2 mil, cashback de 2% e oferece Spotify de graça para os portadores do cartão.

Já para os clientes terem o terceiro e o quarto cartão, “Royal Indigo” e “Jade Green”, respectivamente, eles terão que manter R$25 mil em CRO. Os benefícios são cashback de 3% e R$4 mil de limite.

Contudo, os clientes também terão Spotify e Netflix de graça, além de poderem acessar o saguão da Visa no Aeroporto de Guarulhos.

Já os cartões “Frosted Rose Gold” e “Icy White” custarão R$250 mil em CROs. O cashback será de 5% e o limite de R$5 mil. Além dos benefícios oferecidos pelos outros cartões, os clientes terão 10% de desconto na companhia de viagens Expedia.

O sétimo cartão, “Obsidian”, terá o custo de R$2,5 milhões em CRO, 8% de cashback e R$5 mil de limite. Este modelo oferece também 10% de desconto no Airbnb.

Mastercard também já oferece um cartão de pagamento ligado a criptomoedas

O cartão é fruto de uma parceria internacional da companhia com a emissora de cartões europeia Wirex. Os cartões permitem aos usuários converter suas criptomoedas em moeda fiduciária tradicional, que pode ser gasta em qualquer estabelecimento que aceite a bandeira.

Os clientes também se beneficiarão do programa de recompensas Cryptoback, que dá aos clientes automaticamente até 1,5% de cashback em bitcoin para cada compra feita.

celular logado no aplicativo da NovaDax com algumas moedas digitais ao lado
A NovaDAX é uma exchange que oferece várias opções de serviços para a negociação de compra e venda de criptomoedas

Para pedir o seu cartão faça um cadastro no site wirexapp.com/en ou baixe o APP Wirex disponível para Android e IOS. Você precisará depositar em sua carteira de Bitcoin Wirex e, posteriormente, converter o valor em dólar, euro ou libra para o cartão desejado.

Após a solicitação, o cartão será recebido no Brasil em cerca de duas semanas. Depois é só desbloquear e utilizar. A senha é encaminhada por e-mail e, por segurança, o portador poderá alterá-la em um caixa eletrônico se desejar.

+ Mastercard lança cartão com cashback em criptomoedas. Veja como vai funcionar

Outros 4 cartões de débito que funcionam com criptomoedas

Como vimos, Visa e Mastercard começaram a integrar o mercado de criptomoedas com os seus cartões usando bitcoin e outros novos ativos digitais. Contudo, listamos outros quatro cartões de criptomoedas do mercado brasileiro. São eles:

1 – NovaDAX

A Novadax também conta com um cartão completamente integrado à sua conta de criptomoedas na corretora.

Cadastro, anuidade, saques via TED, TEF e diversas outras funções são gratuitas. As vantagens aumentam quando o usuário já compra na corretora e movimenta mais de R$5 mil por mês (membro Silver), o que dá direito a três operações gratuitas de saques na rede 24 horas ou criação de boleto.

Há também campanhas de cashback incentivando o gasto de determinados criptoativos e promoções constantes e exclusivas para quem tem o cartão.

2 – Alter

A Alter é uma das empresas que mais cresceu no mercado nos últimos anos, principalmente devido a facilidade de comprar e vender ativos digitais por lá.

Com a proposta de ser uma ponte entre o mercado tradicional e o de criptomoedas, a empresa conta com um cartão integrado à conta Alter e que dá diversas vantagens para seus usuários, como cashback.

A abertura da conta e boa parte dos serviços oferecidos são gratuitos, sendo operados pela bandeira da Visa.

3 – Zro Bank

O Zro Bank vem com a proposta de uma conta digital operada via chat (chatbank), oferecendo cartão de débito Visa que pode ser carregado com bitcoins ou reais.

A empresa oferece 0,5% de cashback em bitcoin usando o cartão, além de saques gratuitos na rede 24 horas, emissão de boletos e TEDs.

Há planos futuros para integração de contas internacionais e a possibilidade do envio e recebimento de dólares via o sistema SWIFT.

4 – Gemini Credit Card

A Mastercard anunciou recentemente o lançamento de um cartão de crédito com um sistema de recompensas em bitcoin (BTC) ou em mais de trinta outras criptomoedas. O novo produto é fruto da parceria entre a empresa de pagamentos e a exchange Gemini.

Chamado de Gemini Credit Card, o cartão será lançado entre junho e setembro, mas ainda não há uma data definida. Inicialmente, será disponibilizado para todos os 50 estados americanos e, posteriormente, deve chegar aos demais países onde a corretora Gemini está presente.

Ficou interessado em obter uma cartão de criptomoedas? Veja aqui outras maneiras de como investir em bitcoin e outras criptomoedas!

Entenda como cancelar uma compra no Mercado Livre

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mulher pesquisando no mercado livre

Você realizou uma compra pelo Mercado Livre, mas agora se arrependeu? Quer cancelar uma compra no Mercado Livre e não sabe como? Então saiba que vamos te ajudar a solucionar essa questão neste texto!

Se você teve algum problema ou simplesmente se arrependeu da compra, e agora deseja cancelar, fique tranquilo.

É possível fazer o cancelamento sem maiores dificuldades. Aliás, de acordo com o Mercado Livre o reembolso é feito de forma integral, seja qual for o motivo do cancelamento. Mas para isso é preciso seguir algumas regras e condições existentes.

A seguir, saiba como cancelar uma compra no Mercado Livre.

+ Saiba como economizar nas compras online

Como conseguir cancelar uma compra no Mercado Livre?

Se o produto já foi enviado, você pode recusá-lo no momento em que a entrega for feita ou simplesmente não retirar nos Correios, se for o caso.

Nesse caso, após a recusa, a encomenda é devolvida ao remetente e o Mercado Livre informará a data do estorno.

Mas se o produto já chegou na sua casa, ou seja, se você aceitou, também existe a possibilidade de devolvê-lo.

Nessa hipótese, você precisa ir até o menu da compra e clicar em “Devolver grátis”. Após informar todos os dados necessários, o Mercado Livre enviará um código de postagem com validade de 7 dias. Mas, não se preocupe, é possível solicitar um novo código caso o prazo seja perdido.

+ Confira o passo a passo de como abrir conta no Mercado Livre

Quais são as regras para cancelar compras no Mercado Livre?

Para devolver um item comprado no Mercado Livre é preciso respeitar algumas regras. São elas:

  • objeto deve acompanhar todos os acessórios e manuais em bom estado;
  • a caixa do item deve estar inteira e sem rasgos;
  • notebooks, celulares, tablets e smartwatches devem estar desbloqueados;
  • não pode haver marcas de mal uso, como arranhões, por exemplo.

Essas regras são válidas para as categorias Celulares e Telefones; Games; Câmeras e Acessório; Eletrônicos, Áudio e Vídeo; Informática e TV. O prazo para troca nesses casos é de 7 dias.

centro de distribuição do mercado livre
Confira o passo a passo de como conseguir cancelar uma compra no Mercado Livre

Para outras categorias, o prazo é de 30 dias e as condições são menos exigentes. Veja os requisitos:

  • produto deve estar sem marcas de mal uso e nas condições de recebimento;
  • todos os acessórios, manuais e etiquetas devem acompanhar o item.

Aliás, vale lembrar que nem todos os produtos da plataforma podem ser devolvidos. Saber disso é essencial na hora de pedir o cancelamento. Por isso, antes de avançar para conferir o passo a passo, confira se o item que você comprou faz parte desse grupo.

Passo a passo para cancelar uma compra no Mercado Livre

Viu que o seu item pode ser devolvido? Então chegou a hora de conferir o passo a passo e saber como cancelar uma compra no Mercado Livre.

O cliente pode fazer a solicitação tanto pelo aplicativo da plataforma quanto pela versão da web.

Neste passo a passo, selecionamos a opção de pedir o cancelamento pelo próprio aplicativo. Mas não se preocupe, caso você queira realizá-lo através do site, também é muito parecido.

Confira o passo a passo:

1. Para começar, acesse o menu “Minhas Compras”. Em seguida, clique sobre o produto que deseja pedir o cancelamento;

2. Após isso, deslize até o final e selecione “Preciso de Ajuda”. Em seguida, clique em “Tenho um problema com o produto”;

3. Aparecerá algumas opções. Clique em “Quero cancelar a compra”. Caso o produto esteja com você, coloque “Sim, o recebi”. Caso não, selecione “Não, ainda não”.

Siga as instruções e clique em “Iniciar reclamação”. Caso já tenha recebido o produto, poderá combinar a troca ou devolução diretamente com o vendedor.

Qual é o prazo para solicitar o cancelamento de uma compra?

Segundo a legislação do Código de Defesa do Consumidor, o prazo para cancelar uma compra é de até sete dias corridos, contados a partir da data de recebimento. Se o pedido for dentro desse prazo não é necessário apresentar nenhuma justificativa.

Após esse período, no entanto, é necessário abrir uma reclamação. A possibilidade de cancelamento varia conforme o item e deve ser consultada no menu da compra. Caso a opção não esteja disponível, vale acionar o suporte para uma eventual negociação.

Viu, só? Cancelar uma compra no Mercado Livre não é tão difícil, mas é necessário seguir alguns requisitos.

Agora que você já viu sobre como conseguir cancelar um produto, que tal continuar navegando em nosso site? Leia agora mesmo: “Dicas importantes de Direito do Consumidor para compras online.

Proof of Work: entenda o que é e como funciona

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imagem que representa o Bitcoin Cash

Se você lê sobre criptomoedas, mais especificamente sobre mineração de criptos, já deve ter se deparado com esse termo: Proof of Work. Ou, na tradução para o Português, Prova de Trabalho. 

Mas, afinal, o que isso significa?

Também conhecida pela sigla, POW, esse é um fator fundamental no processo de mineração de criptomoedas. Diz respeito diretamente à forma como a mineração se dá. 

Inclusive, alguns dos principais ativos digitais, como o próprio Bitcoin e o Ethereum, utilizam o Proof of Work. Quer entender como isso funciona? Então continue lendo o artigo!

Como surgiu o Proof of Work?

O Proof of Work ou Prova de Trabalho é um processo digital que, hoje, é utilizado para minerar criptomoedas. Ele foi desenvolvido por Satoshi Nakamoto, junto com o Bitcoin. 

Mas esse método foi inspirado em outro semelhante que já existia e não tinha nada a ver com criptos. Era o mecanismo conhecido como Hashcash, desenvolvido pelo criptógrafo britânico Adam Back em 1997.

O objetivo do Hashcash era combater o envio de spams por e-mail. Funcionava assim: a cada e-mail, o remetente precisava fazer uma verificação computacional antes do envio. Era uma verificação simples e rápida de ser feita. 

Portanto, quem enviava apenas um e-mail, não tinha trabalho nenhum. Porém, quem enviava mensagens em massa tinha mais dificuldade para realizar as verificações.

Por isso ele tornava mais difícil o envio de spams. O criptógrafo Back batizou esse sistema de Hashcash. 

Criptomoeda Bitcoin com gráficos ao fundo
Proof of Work é utilizado na mineração de Bitcoin

Como funciona a Prova de Trabalho ou POW?

O Proof of Work, portanto, surge inspirado no sistema Hashcash de Adam Back. E ele tem, basicamente, duas funções:

  •  permitir o consenso na rede
  • garantir a sua segurança da rede

Consenso é utilizado na aprovação das transações, enquanto a segurança evita o problema do gasto-duplo – tipo de ataque que permitiria que as mesmas moedas fossem usadas várias vezes.

É isso que o POW faz. Ele é um algoritmo que trabalha para que a mineração das criptos seja segura e organizada. 

Ao invés de evitar Spams, como o Hashcash de Back, evita fraudes financeiras nas redes de criptomoedas.

Na prática, isso se dá da seguinte forma: na mineração, o usuário precisa provar que gastou uma determinada quantidade de energia para criar um bloco. Essa energia vem em forma de poder computacional. 

Cada minerador utiliza seu poder de processamento (o hashrate) para encontrar o hash do bloco antes dos demais. Então a máquina sinaliza para o resto da rede que o código foi encontrado.

É por isso que a mineração de Bitcoin e do Ether, por exemplo, consomem muita energia. 

Muitos fazem a analogia de que a Prova de Trabalho é como uma caça ao tesouro, junto com jogo de loteria. 

Proof of Work e Proof of stake

Os dois principais mecanismos de consenso utilizados na mineração são o Proof of Work e o Proof of Stake (Prova de Participação). Mas qual é a diferença entre eles?

A diferença é que, enquanto no Proof of Work o minerador precisa concluir a prova de trabalho para que um bloco seja aceito pela rede, no Proof of Stake o minerador precisa manter a rede, deixando uma quantia da cripto bloqueada como prova de sua participação.

Na prática, existem algumas diferenças entre esses dois sistemas:

POW:

  • é um algoritmo mais caro
  • proporciona mais segurança na confirmação de dados
  • requer maior gasto de energia

POS:

  • investidor pode ser validador caso tenha moedas suficientes
  • maior escalabilidade – maior quantidade de transações
  • não gera gasto de energia como o POW

Algumas moedas estão migrando para o consenso de prova de participação, como é o caso da rede Ethereum, que vai atualizar para ETH 2.0

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PPP: veja como emitir o perfil profissiográfico previdenciário

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pessoas assinando documento

Você já ouviu falar em PPP? Esta sigla quer dizer Perfil Profissiográfico Previdenciário. É o documento utilizado para comprovar que o trabalhador realizou alguma atividade especial, como insalubridade e periculosidade.

Por isso, para conseguir acessar a aposentadoria especial ou até mesmo para comprovar o tempo de atividade insalubre ao INSS é fundamental ter o documento em mãos. 

O PPP descreve a história de trabalho do contribuinte nas empresas por onde passa. Nele, devem constar, por exemplo, os cargos ocupados com descrição das atividades e se houve exposição a fatores de riscos.

O Perfil Profissiográfico foi criado em 2004. Desde então, ele passou a ser exigido para obter os benefícios decorrentes de periculosidade ou insalubridade na Previdência Social. 

Mesmo para quem trabalhou em períodos anteriores, se o pedido do benefício ocorre após 2004, a empresa é obrigada a fornecer o PPP´.

Como faço para pegar o PPP?

A emissão do Perfil Profissiográfico Previdenciário é uma obrigação do empregador. Ou seja, da empresa onde o contribuinte trabalhou. 

O documento deve ser fornecido ao empregado quando ele for desligado ou sair da empresa, ou mesmo quando ele for solicitado para a obtenção de algum benefício previdenciário. 

Portanto, para pegar o PPP, para ir até o RH – Recursos Humanos – da sua empresa. Geralmente esse é o setor que fica responsável pela emissão do perfil. 

Mas um ponto importante: ao fazer o pedido, procure formalizá-lo. Ou seja, peça à empresa algum meio de registrar que você fez a solicitação do PPP. 

Existem várias formas de fazer isso: um protocolo do pedido, uma carta com aviso de recebimento informando que o pedido do PPP foi feito, uma gravação da ligação (se o pedido foi por telefone) etc.

Acontece que, se por acaso o empregador não fornecer o PPP ao empregado – seja ignorando o pedido ou negando-se a fornecê-lo –  você pode provar ao INSS que pediu o documento e não foi atendido, o que pode fazer a diferença no pedido da aposentadoria.. 

No registro do pedido do PPP é importante constar os dados pessoais do solicitante, incluindo o número do NIT, o período que trabalhou na empresa e qual o propósito do PPP (se é para pedir a aposentadoria especial, etc).

Se o empregador descumprir a obrigação de emitir o documento, ele pode ser multado. 

mulher assinando contrato
Empregador é obrigado a emitir PPP do empregado

Informais e pessoas sem registro na carteira

Todo trabalhador tem direito ao PPP, mesmo que tenha trabalhado sem registro na CTPS. Neste caso, é possível conseguir o documento de algumas formas:

  • se é filiado a alguma cooperativa de trabalho, solicite o PPP a ela
  • se é trabalhador avulso, com intermediação do sindicato, solicite ao sindicato

Como funciona o PPP do contribuinte individual?

Quem é contribuinte individual e autônomo também tem direito à aposentadoria especial se foi exposto a agentes nocivos. Portanto, também pode e deve obter o PPP. 

Porém, neste caso, é o próprio profissional que tem a obrigação de emitir o seu documento. É comum em caso de médicos, por exemplo.

O primeiro passo para autônomos obterem o PPP, é contratar um médico ou engenheiro do trabalho, que vai elaborar o Laudo Técnico das Condições do Ambiente de Trabalho (LTCAT). 

Advogados trabalhistas recomendam que esses profissionais realizem esse laudo a cada três anos.

Com base nas informações do laudo LTCAT, o PPP do contribuinte será preenchido junto ao INSS. Na hora de preencher, será necessário prestar informações sobre:

  • dados administrativos da empresa
  • os registros ambientais
  • os resultados de monitoração biológica e
  • identificação do responsável pelas informações

Caso o contribuinte individual não consiga o LTCAT, em último caso ele pode tentar usar outras formas de provar atividade especial, como o PPP de outros com quem trabalhou naquela atividade.

Outra forma de comprovar a atividade especial é entrando na Justiça para tentar usar provas que o INSS não aceita, mas o Poder Judiciário pode aceitar.

Como será o Perfil Profissiográfico digital?

Uma novidade é que o Perfil Profissiográfico Previdenciário digital será implementado a partir de janeiro de 2023.

Por enquanto, as empresas estão passando pela adaptação. Mas a partir de janeiro de 2023 o PPP em meio eletrônico deverá ser definitivamente posto em prática. 

As regras são as mesmas, nada muda. Apenas muda o fato de que, ao invés de um papel, o documento passará a ser digital. 

Mas até que haja a efetiva substituição pelo eletrônico, os empregadores permanecem obrigados a cumprir a obrigação em papel.

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Growth investing: entenda o que é e como funciona

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imagem de uma pessoa apontando para uma tela com gráficos de investimentos

Você já escutou falar no termo growth investing? Provavelmente se você investe em ações já está mais familiarizado com essa nomenclatura, mas é comum encontrar quem não saiba o que é e muito menos como funciona.

O growth investing é uma estratégia utilizada por quem deseja obter lucros com a valorização de papéis de ações. Mas como isso é possível? Por meio da compra de ações das empresas que possuem potencial de crescimento.

E é claro que esse tipo de estratégia pode ser utilizada na sua carteira de investimento, até porque diversificar é a palavra de ordem quando o assunto é investir.

Mas atenção: é importante ressaltar que esse tipo de investimento é ideal para quem está buscando lucros a médio e longo prazo.

+ O que é um agente autônomo de investimento? Como se tornar um?

Ficou interessado e quer saber mais sobre o que é e como funciona o growth investing? Continue lendo este artigo que vamos te ajudar!

Afinal o que é growth investing?

Como você já sabe, o growth investing é ideal para investir em empresas que possuem algum potencial de crescimento, principalmente os negócios pequenos.

É fundamental você entender que o investimento em crescimento, como também é conhecido esse tipo de estratégia, não é para lucrar com o recebimento de dividendos. Até porque essas empresas usam o valor que entra para aplicar nelas mesmas.

Então como você ganharia dinheiro? A médio e longo prazo, com a valorização dos papéis no futuro. Por isso, se você está querendo lucro de forma imediata, saiba que essa estratégia não é para você.

Além disso, quem investe nesse tipo de estratégia costuma ficar de olho nas empresas que estão surgindo no mercado, podendo ser nova ou pequena, que também é conhecida como small caps.

Pessoa observando aplicações para diversificar investimentos
O growth investing é uma estratégia para quem quer lucrar a médio e longo prazo

Mas como as empresas são escolhidas? O investidor avalia o espaço e potencial de crescimento delas no mercado em que estão inseridas.

E você deve estar se perguntando por que não apostar nas grandes empresas? Porque normalmente elas já atingiram o seu ápice e não tem mais para onde crescer. 

+ O que são growth stocks? 

Como funciona o Growth Investing?

Geralmente, investidores interessados em growth investing são aqueles que procuram investimentos em indústrias de rápida expansão – onde começam a ser desenvolvidas novas tecnologias e novos serviços.

Dessa forma, alcançam lucro através da valorização do capital. Isto é, ganham com os ganhos que obterão com a venda das ações – diferentemente de dividendos.

+ Entenda o que é CRA e como funciona esse tipo de investimento

O que muitos não sabem é que uma ação growth investing tem potencial para ser negociada a uma alta relação de: preço/lucro (P/L). 

Além disso, há probabilidade de cada uma apresentar ganho  no presente, já que espera-se que isso ocorra apenas no futuro, havendo uma antecipação.

Diferenciando Growth Investing e Value Investing

Muita gente confunde os investimentos Growth Investing e Value Investing. Será que são similares ou completamente diferentes? Entenda um pouco a seguir para saber separá-los, se preciso.

A definição de growth investing já viu acima. Já o value investing tem como significado investimento em valor. Dessa forma, pode ser identificado como uma estratégia onde o investidor quer identificar ações negociadas com preço abaixo do seu valor no momento.

  • Growth: focado em encontrar empresas com grande capacidade de crescimento futuro, mas sem que haja a necessidade de serem muito descontadas;
  • Value: focado em encontrar empresas negociadas a um preço descontado no mercado com múltiplos atrativos.

Continue lendo sobre o mercado de investimentos e confira o que é a Taxa Referencial e quais os seus impactos.

Comprovante de renda: entenda o que é e quais documentos são aceitos

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Imagem de uma conta de luz
Famílias de baixa renda terão desconto automático na conta de luz

Durante a vida, muitas vezes as pessoas precisam provar que possuem rendimentos suficientes para determinada ação. Pensando nisso, é importante que você saiba quais são os documentos que podem servir como comprovante de renda em diferentes casos.

O comprovante de renda nada mais é que uma garantia de que você pode arcar com alguma despesa. Algumas instituições, por exemplo, possuem esse requerimento na hora de conceder um empréstimo ou autorizar a emissão de cartão de crédito.

Dessa maneira, por meio dele a empresa saberá quais são seus ganhos mensais e disponibilizará, mediante aprovação ou não, um limite que faça sentido dentro das condições de ambas partes. Normalmente, entende-se que uma negociação não deve ocupar mais que 30% da renda mensal de uma pessoa.

Apesar de ser um conceito simples, muitas pessoas podem apresentar dúvidas sobre quais documentos são aceitos como comprovante de renda. Hoje, o FinanceOne vai te ajudar nessa. Acompanhe o texto e saiba mais!

Quais documentos posso utilizar como comprovante de renda?

Existem alguns documentos que podem ser utilizados como comprovante de residência. Um benefício dessa variedade é que atende diferentes pessoas em diversas situações. Confira quais são:

Carteira de Trabalho

Um dos documentos mais utilizados como comprovante de renda é a carteira de trabalho. Nela, constam a renda obtida em determinada ocupação, além do tempo e tipo de vínculo que possui com uma empresa – fatores que podem ser relevantes no processo de concessão de crédito dependendo do esquema da instituição.

Porém, caso você tenha uma renda extra não apontada pela carteira de trabalho e conta com esse valor para a aprovação de uma solicitação, terá que informar também.

Carteira de trabalho em cima de notas de reais e moedas
A carteira de trabalho é uma das opções mais utilizadas para comprovar renda

Holerite

O holerite também é conhecido como contracheque. Dessa maneira, exibe o salário líquido e bruto recebido por um funcionário em determinado mês. Ademais, também mostra os descontos que o valor recebido sofre. Para utilizar o holerite como comprovante de renda, é preciso apresentar pelo menos os últimos três emitidos recentemente.

+ Como declarar aluguel no Imposto de Renda? Confira!

Extrato Bancário

O extrato bancário também é uma ótima maneira de comprovar renda, ainda mais para profissionais autônomos ou liberais. Porém, é necessário se atentar que seus gastos estejam concentrados em uma única conta. Do contrário, você terá que emitir o documento de cada instituição para comprovar renda.

DECORE

A Declaração de Comprobatória de Percepção de Rendimentos (DECORE) é feita por um contador e também apresenta as suas movimentações financeiras. No entanto, para dar origem a esse documento, é preciso apresentar recibos e outras informações para que o contador discrimine todos os dados relacionados a sua vida financeira de forma correta.

Declaração de Imposto de Renda

A Declaração de Imposto de Renda também serve para tal fim. Nela você pode consultar todos os seus rendimentos do ano. Contudo, esse documento só vai poder ser usado por aqueles que costumam declarar o chamado “leão” todos os anos, seguindo os requisitos pré-estabelecidos.

+ Saque imediato da restituição do Imposto de Renda pode ser golpe. Entenda!

Cuidado na hora de arrumar um comprovante de renda

Não existe um problema específico na hora de emitir um comprovante de renda. Porém, algumas pessoas acreditam que é uma boa ideia prezar por modelos editáveis, encontrados na internet para apresentar na hora de conseguir crédito.

Só que essa prática deve ser frequentemente desencorajada, visto que consiste em falsificação e pode gerar muitos problemas. A instituição financeira, seja ela qual for, dispõe de meios que podem captar essa tentativa de golpe e vetar a sua avaliação.

Outrossim, como se trata de um crime, pode também acionar os órgãos de justiça e gerar problemas com a lei para quem aplica esse tipo de prática. Dessa maneira, siga corretamente as orientações e traga efetividade e maiores chances de aprovação para o seu requerimento.

E aí, que tal compartilhar esse artigo para que seus amigos e familiares também tenham acesso a esse tipo de informação? Veja também

Veja dicas de como ganhar comissão por venda online

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Notebook aberto na plataformas de afiliados

De uns tempos para cá, a maneira de como vender e conseguir ganhar comissão por venda online se modernizou. Além do conhecido e-commerce, o marketing de afiliados surgiu como opção para obter lucro através da venda de produtos ou serviços, e tudo isso sem precisar de casa.

Para começar a atuar como afiliado não há necessidade de grandes investimentos, contudo, é necessário ter planejamento para trabalhar a divulgação dos produtos.

Isso porque os clientes estão cada vez mais exigentes, e querem produtos ou serviços que superem as suas expectativas.

Quer saber como ganhar comissão por venda online e como funciona o mercado de afiliação? Continue lendo este texto, pois vamos explicar tudinho para você!

Como funciona o Marketing de Afiliados

O marketing de afiliados envolve três negociadores: o produtor, o afiliado e os consumidores.

O produtor, que pode ser uma pessoa ou empresa, conta com a ajuda do afiliado para aumentar sua cartela de clientes e, consequentemente, as vendas.

o afiliado é quem usa estratégias de vendas, como técnicas de copy e SEO, para alcançar o maior número de clientes para vender, conseguindo uma comissão por venda online. Enquanto isso, os clientes são influenciados para fechar a compra e serão impactados pela estratégia feita pelo afiliado.

+ Como começar a ganhar dinheiro como afiliado

Para que você entenda melhor esse processo, resumimos o mercado de afiliação da seguinte maneira:

  • o produtor lança o produto/serviço;
  • o afiliado divulga o produto/serviço em seus canais de comunicação;
  • o cliente realiza a compra através de um link;
  • o link da venda é rastreado;
  • o produtor recebe o dinheiro da venda;
  • o afiliado recebe a comissão pela venda.

Agora ficou fácil, não é? Vale lembrar que se você está buscando uma renda extra, se tornar um afiliado pode ser ainda mais vantajoso, principalmente neste período de isolamento social, no qual muitas pessoas buscam por novas formas de conseguir uma graninha extra.

+ TOP 8 plataformas de afiliados para ganhar dinheiro na internet

Qual o valor da comissão por venda online?

Existem diversas possibilidades para conseguir faturar um extra como afiliado digital, já que também é possível indicar produtos de lojas físicas para o público.

Além disso, os afiliados também podem recomendar cursos, aplicativos, serviços e muito mais.

homem contando dinheiro que recebeu da comissão por venda online
Trabalhar por comissão em vendas online tem cres~cido nos últimos tempos

A comissão, no entanto, pode variar conforme a plataforma e o produto que está sendo veiculado.

Sendo assim, a comissão por venda online pode oscilar de 1% em alguns casos e até 89% em outros. A Afilio Brasil, líder no mercado de performance há 10 anos, trabalha com comissão para afiliados.

Além disso, as plataformas de infoprodutos como a Hotmart e Monetizze podem pagar comissões de até 80% aos afiliados.

Já sites de produtos físicos como Ebay, Amazon, Submarino, Netshows e Magazine e Luiza oferecem, normalmente, comissões de até 16% por venda.

Dicas de como vender produtos e ganhar comissão por venda online

Quer ter sucesso e obter comissão por venda online? Veja algumas dicas que separamos para você de como vender os produtos pela internet.

-> Conheça o produto antes de anunciar: não basta somente acrescentar que o produto é “o melhor do mercado” nas divulgações para despertar o interesse do consumidor, é preciso transmitir confiança para garantir a venda.

-> Escolha um programa para se afiliar: de nada adianta aprender sobre comissão por venda online, se você não fizer parte de um bom programa de afiliados.

-> Estude quem é o seu público: para criar estratégias e conseguir comissão por venda online, você precisa saber com quem está se comunicando e quem é seu cliente ideal.

-> Utilize mais de um canal para divulgar: faça um estudo para descobrir em que lugar o seu público ideal se encontra, e qual o tipo de conteúdo – vídeos, artigos, fotos etc – ele acessa com mais frequência.

Tipos de produtos para ganhar comissão por venda online

As possibilidades de conseguir comissão por venda online são muitas, no entanto, para você não ficar à deriva neste imenso mar, listamos alguns produtos para vender na internet.

Mas, atenção: o que listamos abaixo são ideias, o ideal é você buscar aquele que mais tem a ver com você!

1. Ebook

Os ebooks são livros digitais. A facilidade na distribuição deste infoproduto é um dos principais atrativos para os afiliados.

O produtor, por exemplo, pode fazer isso e depois divulgar o seu produto em plataformas de afiliados. Já para quem tem nichos de atuação iguais, basta revender o produto para ganhar a comissão.

2. Membership

Memberships ou programas para membros são sites com conteúdo privado e exclusivo para membros autorizados.

Estes sites são responsáveis por hospedar uma série de infoprodutos e outros conteúdos, os quais os consumidores têm acesso por meio do pagamento de uma adesão. Com isso, quem revende este tipo de produto consegue uma porcentagem sobre cada adesão.

3. Produtos físicos

Um dos itens que garantem um dos maiores leques de possibilidades aos afiliados digitais é a venda comissionada de produtos físicos.

As gigantes, como Magazine Luiza, Lojas Americanas, Submarino, entre outras, oferecem alternativas de vendas comissionadas.

Como pôde perceber, existem diversas opções de conseguir comissão por venda online. E com pouco investimento já é possível conseguir algum retorno através dos programas de afiliados digitais.

Marketing de Afiliados: o que é e como começar?

Ganhar comissão por venda online é o processo final. Mas, antes disso, você precisa realizar uma série de procedimentos para conseguir lograr êxito na sua jornada. Por exemplo, já ouviu falar em Marketing de Afiliados?

Ele nada mais é do que uma estratégia de marketing digital que te ajuda a ter ainda mais resultados. Com ela, o afiliado divulga um produto da empresa em troca de uma comissão sobre a venda realizada.

Essa estratégia atua como benefício para ambas as partes: o vendedor e o empreendedor.

Mas, por quê? Afinal, se a divulgação for bem-sucedida e gerar vendas, o dono do produto recebe o lucro e o afiliado ganha uma participação, a comissão.

Nosso texto lhe ajudou? Então, continue em nosso site e leia agora mesmo: “primeira venda como afiliado: como fazer?” para ficar ainda mais por dentro do assunto!

O que é um agente autônomo de investimento? Como se tornar um?

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Pessoa observando aplicações para diversificar investimentos

Você já ouviu falar nos agentes autônomos de investimentos (AAI)? Recentemente, o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou a flexibilização das normas para a organização desses profissionais do mercado financeiro.

Agora eles podem organizar-se em sociedades empresariais com sócios não registrados na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Porém, é uma carreira sobre a qual ainda não se fala muito aqui no Brasil, embora seja muito atrativa: flexível, pode ser exercida de qualquer lugar e gerar ganhos significativos. 

Mas, afinal, o que são esses agentes? Continue lendo para descobrir!

O que faz um agente autônomo de investimento?

Os agentes autônomos de investimentos são pessoas que agem em nome de instituições financeiras, como corretoras e bancos, atuando na distribuição e na mediação de:

Esses profissionais podem exercer a função como pessoas físicas ou jurídicas. 

Em outras palavras, pode-se dizer que são pessoas que ajudam os investidores a tomarem melhores decisões sobre suas aplicações. São pessoas que conhecem as regras do mercado financeiro e tiram dúvidas e aconselham quem vai aplicar.

Embora muitos não conheçam, a profissão tem potencial de crescimento, uma vez que tem se mostrado fundamental no desenvolvimento do mercado de capitais do país.

Para se ter uma ideia, enquanto existem apenas aproximadamente 3 mil no Brasil, nos Estados Unidos há mais de 1,3 milhões ganhando a vida assim. Lá, são chamados de “financial advisor” (consultor financeiro).

Gerente do banco é fonte preferida do investidor
Gerente do banco é fonte preferida do investidor

Quanto ganha um agente autônomo de investimento?

Nos EUA, os financial advisors ganham uma média de US$90,2 mil (dólares) por ano. Mas os mais bem remunerados chegam a faturar US$1 milhão.

No Brasil, não existe uma pesquisa oficial que aponte a média de ganhos. Isso porque os rendimentos podem variar bastante, dependendo de alguns fatores. 

Os principais influenciadores dos ganhos são:

  • patrimônio investido dos clientes do AAI
  • o ROA – Return Over Asset ou Receita sob Patrimônio –, que se refere ao percentual do patrimônio do cliente sobre o qual o agente gera receita.

De acordo com a ModalMais, os ganhos do agente de investimento ficam em torno de 0,3% a.a. a 0,8% a.a sobre o patrimônio investido dos clientes.

Exemplo: se um AAI capta R$50 milhões dos seus clientes e possui um retorno de 0,5% a.a, ele terá um ganho mensal de, aproximadamente, R$20 mil. 

Mas, como mencionado, isso varia bastante. Em casos isolados o retorno pode chegar a mais de 2% a.a.

+ Carreira no mercado financeiro: saiba quais são os requisitos

Como  ingressar nessa profissão?

O agente autônomo de investimento atua em nome de uma corretora. Por isso, ele precisa  ter registro na CVM, que é o que atesta que ele está capacitado para exercer essa função. 

Porém, só é possível obter esse registro após ser aprovado na prova da Ancord – Associação Nacional de Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários, Câmbio e Mercadorias.

O exame certifica que o profissional tem o conhecimento técnico necessário.

Para realizá-lo, é necessário fazer inscrição no site da Ancord e pagar uma taxa que, atualmente, custa R$460. No endereço eletrônico também constam todas as orientações e o edital da prova.

O que mudou com a nova norma do CMN?

Até fevereiro, os agentes autônomos de investimentos eram obrigados a se organizar em sociedades simples, caso atuassem como pessoas jurídicas.

Nesse tipo de sociedade, a participação é restrita aos próprios agentes. Ou seja, se um deles viesse a falecer, um herdeiro que não é agente de investimento não poderia assumir a parte na empresa.

Com a flexibilização concedida pela CNM, agora os agentes podem organizar-se em sociedades empresariais com sócios não registrados. Desse modo, podem expandir o número de sócios e acabar com esses problemas de sucessão, em caso de herança;

Além disso, segundo o Ministério da Economia, a medida deve contribuir para que eles captem recursos no mercado e iguala a situação desses agentes a outros participantes do mercado que não enfrentavam as mesmas restrições.

A flexibilização das normas foi discutida em audiência pública na Comissão de Valores Mobiliários, com a aprovação dos representantes dos agentes de investimento. 

O Ministério da Economia destacou que já existem grandes escritórios de agentes pessoas jurídicas com estrutura profissional e empresarial. E alguns deles chegam a transacionar valores superiores a algumas corretoras e distribuidoras.

Mas a medida ainda depende da alteração de uma outra resolução do CMN que regulamenta a atividade dos agentes. A nova resolução será editada ainda este ano.

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