Em todas as cidades e em grande parte das estradas é possível encontrar pedágios de diversos valores. Mesmo sendo uma obrigatoriedade, é comum ver por aí a evasão de pedágio acontecendo em todo país.
E não existem motivos que explicam essa evasão, até porque quem toma essa atitude pode sofrer algumas consequências. Uma delas é perda de pontos na carteira de motorista e a outra o pagamento de uma multa.
Não há como negar que as duas consequências acabam saindo mais caras do que pagar o pedágio em si.
E se você já cometeu alguma evasão de pedágio e não sabe como pagar a multa aplicada pela infração ou quantos pontos perdeu na carteira de motorista, é importante procurar se informar. Para te ajudar, preparamos este artigo com as principais informações.
Afinal, o que é evasão de pedágio?
É claro que não são todos os motoristas que cometem a evasão de pedágio e, muitos não sabem nem o que significa o termo. Para não ter mais dúvidas, a primeira coisa que vamos fazer é explicá-lo.
Para quem ainda não sabe, a evasão de pedágio é quando o motorista do veículo passa por um pedágio e não realiza o pagamento imposto pela concessionária que administra a via. Mas como isso acontece?
Bom, existem diversas formas que o motorista pode cometer a evasão de pedágio, sendo as duas principais delas:
Ao passar pela cabine em alta velocidade, quebrando a cancela que está abaixada por conta do não pagamento;
Ao aproveitar que o motorista da frente realizou o pagamento e passar junto com ele pela cancela.
Vale ressaltar que os pedágios possuem câmeras nas cabines, o que facilita a identificação da placa do veículo que não realizou o pagamento da tarifa.
Qual é a multa para evasão de pedágio?
Você, motorista, precisa ficar muito atento sobre as multas e penalidades caso um dia realize uma evasão de pedágio – ou conheça alguém que tenha passado por esta situação. Afinal, é uma infração, que acarreta em:
tipo de infração: grave
penalização: perde 5 pontos na carteira
multa: R$195,23
É importante dizer que a evasão de pedágio está enquadrada como uma infração de trânsito prevista no artigo 209 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). E o motorista é advertido independentemente de como ela aconteça.
A evasão de pedágio faz com que você perca pontos na sua carteira de motorista
Mas, de qualquer forma, a dica é: nunca realize uma evasão de pedágio. Cuidado com as passagens automáticas ou tentar “passar direto” pela cancela só porque ela está levantada.
Como pagar a multa de evasão de pedágio?
Você realizou uma evasão de pedágio e foi enquadrado por essa infração. A notificação chegou e você não sabe como vai pagar, e agora? O que fazer?
Caso haja tempo de voltar atrás e corrigir o erro, volte o carro, estacione e vá até a cabine explicar a situação ao fiscal da empresa responsável. Ele emitirá uma guia.
Esta guia precisa ser preenchida e você terá que realizar o pagamento do valor da tarifa daquele pedágio, sem qualquer valor adicional.
Mas, caso você vá embora, não retorne e esqueça dessa infração, certamente será notificado e terá os pontos aplicados na sua carteira. Neste caso, só lhe restará pagar a multa.
O artigo te ajudou? Foi útil? Então compartilhe com seus amigos motoristas para que eles fiquem cientes e não passem por esta situação.
Quem nunca sentiu medo na vida? O medo é um sentimento único, primitivo. Uma pessoa pode ter medo de algo específico como viajar de avião, filmes de terror ou até dormir no escuro. Por outro lado, o medo pode ser um medo comum, como uma grande crise econômica ou uma guerra, por exemplo.
Existe um medo comum que ronda todos os investidores de renda variável e de criptomoedas: o medo de perder dinheiro! Mas será que podemos mensurar o medo? No mercado financeiro sim!
Como é formado o VIX
O medo no mercado financeiro é medido pelo índice VIX. Ele mede a volatilidade das ações do índice S&P 500, que consiste nas 500 maiores empresas listadas na bolsa norte-americana.
A volatilidade assusta os investidores, pois traz um sentimento de incerteza e movimentação brusca de capital, gerando um medo geral nos investidores e por isso este índice leva o apelido de índice do medo.
Entender o VIX é muito fácil, quando há alta volatilidade no mercado, ele sobe de forma repentina e muito rápida. Um exemplo de uma ocasião em que o VIX disparou foram o os primeiros dias de lockdown devido ao início da pandemia de coronavírus.
Como nem os investidores, nem ninguém, tinha alguma ideia de qual seria o futuro da pandemia e os impactos do lockdown no lucro das empresas, muitos investidores entraram em estado de pânico e realizaram vendas neste momento, causando alta volatilidade no mercado e consequentemente um aumento repentino do VIX.
Por outro lado, quando o cenário é mais tranquilo e o mundo está girando nos conformes, não há tensões entre países, não há um grande problema de saúde global, o índice VIX se acalma e se mantém baixo, assim como a volatilidade do mercado.
Relação entre o VIX e o Bitcoin
O Bitcoin não interfere no índice VIX, porém desde 2017, ano de grande adoção do Bitcoin, é possível traçar uma correlação entre o VIX e o valor da criptomoeda. Não é novidade que o Bitcoin é um investimento de altíssimo risco. O risco e o medo andam juntos muitas vezes, e aqui é o caso também.
Nos últimos anos foi possível ver que quando o índice VIX aumenta, o preço do Bitcoin cai, ou seja, existe uma correlação inversa do índice com o valor da criptomoeda.
Isso mostra que quando há medo no mercado, além de se desfazerem de ações de empresas, os investidores também vendem seus Bitcoins como parte de uma venda procurando a segurança da renda fixa.
Panic Selling: o medo no mercado
Esta venda em momentos de pânico e medo no mercado é conhecida como “panic selling”, quando o “efeito manada” puxa os investidores para um mesmo caminho que os outros investidores também estão indo de forma totalmente irracional e com pensamento de curto prazo.
Investimentos em renda variável e em criptomoedas têm alto risco e devem ser pensados a longo prazo
Neste momento, investidores pacientes, com foco no longo prazo, aproveitam para comprar e encontrar barganhas nos preços de ativos que estão a venda com desconto.
O que fazer perante o aumento do índice do medo?
Duas frases célebres do bom velhinho do mercado financeiro, Warren Buffet, definem as minhas rações ao aumento do VIX.
Buffet, apesar de não gostar muito das criptomoedas, mostra que seu conhecimento no mercado de ações pode ser replicado no mercado de criptomoedas, a primeira fase diz: “Seja ganancioso quando todos estão medrosos, e seja medroso quando todos estão gananciosos.”.
A segunda frase é: “O mercado financeiro é uma ferramenta de transferência de renda das pessoas pacientes para as pessoas impacientes”.
Estas duas frases resumem bem o que eu acredito que o investidor deva fazer, ou pelo menos mentalizar. O medo é bom, nos evita problemas, porém quando o medo é resultado de uma comoção popular irracional, ele deve ser visto como oportunidade!
Conheça Renato Carvalho, colunista do FinanceOne
Com vasto conhecimento sobre o mercado de moedas digitais, Renato Carvalho é colunista do FinanceOne. Semanalmente, ele traz informações importantes sobre criptomoedas. Fique de olho!
Renato é administrador com experiência como executivo do setor de educação internacional e empresas de consultoria empresarial e auditoria “BIG 4”.
Investidor de renda variável desde sua adolescência, produz conteúdo de educação financeira, mostrando o que faz com o seu próprio dinheiro “skin in the game”. Especialista em criptoativos e negócios disruptivos.
É Bacharel em Administração pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Université Libre de Bruxelles (Bélgica) e mestre em Administração pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC).
Confira outros textos de Renato Carvalho, colunista do FinanceOne:
Você sabe como acompanhar o valor do FGTS pelo celular? Todo trabalhador de carteira assinada faz jus ao Fundo de Garantia e a Caixa Econômica resolveu facilitar a vida criando um aplicativo com diversas funcionalidades.
Século XXI e em um mundo completamente tecnológico é inevitável encontrar alguém que não tenha um smartphone. Dessa forma, um aplicativo torna as consultas e transações ainda mais fáceis e ágeis.
No entanto, essa invenção da Caixa ainda é pouco divulgada e compartilhada entre os clientes. Por isso, ficam os questionamentos e as dúvidas de como funciona e qual o seu objetivo real.
Para ajudar, o FinanceOne explica o passo a passo de como acompanhar, além de ensinar como adquirir o aplicativo para acompanhar o FGTS pelo celular.
O que é o aplicativo FGTS?
Ter um aplicativo para celular é sinônimo de mobilidade e praticidade. A função que o celular tem hoje na sociedade é completamente significativa, pois possibilita acessar tudo, a qualquer momento e de qualquer lugar.
O aplicativo FGTS da Caixa tem o intuito de ajudar o trabalhador a acompanhar sua conta FGTS pelo celular, de forma bem mais prática. O App tem a opção de consultar os depósitos em sua conta, atualizar o endereço, além de localizar os pontos de atendimento mais próximos.
Vantagens de ter o FGTS no celular
Acompanhar sua conta FGTS a qualquer hora, em qualquer lugar;
Contribuir para a sustentabilidade do planeta evitando a impressão em papel;
Visualizar o extrato do FGTS em PDF, salvar no aparelho ou enviar por e-mail;
Atualizar o endereço sem ter que ir a uma agência;
Consultar pontos de atendimento Caixa mais próximos de você;
Essa pergunta é bem fácil de ser respondida, principalmente porque você deve saber manusear bem um celular. O aplicativo FGTS não tem muito segredo, pelo contrário, é caracterizado por sua praticidade.
O primeiro passo para conseguir acessar é baixar o aplicativo. Para isso, verifique se o seu dispositivo é Android, IOS ou Windows Phone, vá até a galeria da loja de aplicativos e pesquise pelo nome FGTS.
É possível acompanhar o saldo do FGTS pelo celular
É preciso tocar no ícone branco com a marca do FGTS, clicar em instalar e depois confirmar a instalação do aplicativo. Feito isso, é só abrir, informar o NIS e começar a utilizar.
Passo a passo para acompanhar o FGTS pelo celular
1° passo: Acesse a conta do FGTS no celular
Para quem ainda não tem a senha da internet, obtida pelo site da Caixa Econômica, será necessário escolher a opção do “Primeiro Acesso”. Ela aparece na parte inferior da primeira tela do aplicativo do FGTS. Aqueles que já têm cadastro podem realizar direto o login.
2º passo: Aceite os termos de contrato
O próximo passo será aceitar os termos do contrato. Após clicar nesta opção, é necessário que você leia e aceite as condições que são estabelecidas no contrato da Caixa para continuar.
3º passo: Coloque o número do NIS
Nessa etapa você deverá digitar o seu NIS (PIS/Pasep), que é o número de identificação social do trabalhador. Ele pode ser consultado nos extratos do próprio FGTS, podendo ser encontrado no Cartão do Cidadão ou na carteira de trabalho. Depois disso, digite os números sem pontos e hífen.
4º passo: Preencha os dados pessoais
É preciso preencher os dados pessoais, como nome completo, nome da mãe, CPF e data de nascimento, entre outros. É importante frisar que o nome da mãe deve ser exatamente como está na carteira de trabalho. Além disso, o número do RG deve ser preenchido sem o último dígito.
5º passo: Crie a senha
Você deverá criar uma senha que contenha entre seis e oito caracteres com letras e/ou números, assim como foi criada para o site da Caixa Econômica. Atenção: será necessário digitar a senha duas vezes, por isso certifique-se de que digitou certo. Depois clique em “cadastrar”.
6ª passo: Conta cadastrada
Agora que o cadastro já está feito, digite o número do NIS (PIS/Pasep) e, em seguida, a senha. Aqueles que não tiverem a senha da internet poderão utilizar a senha do Cartão Cidadão.
7º passo: Atualização do endereço
Nessa etapa é preciso atualizar o seu endereço. Para isso, clique no ícone posicionado no canto superior esquerdo do celular e acesse o Menu. Depois, clique em “Atualizar endereço” e digite o CEP da sua residência. Clique em “salvar endereço”.
8º passo: Visualize o saldo do FGTS no celular
É necessário realizar o login com o número do NIS e a senha. Certifique-se de que as informações estão corretas, e depois disso você visualizará as contas e os saldos do FGTS pelo celular.
9º passo: Veja o extrato detalhado da conta do FGTS
Para aqueles que desejarem visualizar o extrato detalhado de cada conta, será necessário clicar nessa opção. Além disso, também é possível salvar o arquivo do extrato em PDF.
Em quais situações posso sacar o FGTS?
Agora que você já sabe como acompanhar o seu FGTS pelo celular, precisa saber em quais situações pode sacar o dinheiro. Até porque não é qualquer momento que você pode retirar o valor, por mais que tenha direito a ele.
Confira as situações em que é possível sacar o dinheiro do FGTS!
Dispensa sem justa causa;
Rescisão por acordo entre empregador e empregado;
Compra da casa própria;
Complementar pagamento de imóvel comprado por meio de consórcio;
Complementar pagamento de imóvel financiado pelo SFH (Sistema Financeiro de Habitação);
Rescisão por término de contrato por prazo determinado;
Por fechamento da empresa;
Rescisão por culpa recíproca (empregador e empregado) ou por força maior;
Rescisão por aposentadoria;
Em caso de desastres naturais;
Se um trabalhador avulso, empregado através de uma entidade de classe, fica suspenso por período igual ou superior a 90 dias;
Pessoas com 70 anos ou mais;
Trabalhadores ou dependentes portadores de HIV, diagnosticados com câncer ou que estejam em estágio terminal por causa de uma doença grave;
Empregados que ficam três anos seguidos ou mais sem trabalhar com carteira assinada;
Em caso de morte do trabalhador, os dependentes e herdeiros judicialmente reconhecidos podem efetuar o saque.
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Já pensou em investir em petróleo? Sim, realizar esse tipo de aplicação é possível para investidores comuns, embora seja mais recorrente entre empresas.
Essa commodity tão valiosa e importante para a economia mundial pode ser negociada de várias maneiras, direta ou indiretamente (como por meio de Ações). Mas como fazer isso?
Comprar ou vender petróleo parece algo fora de alcance, mas é perfeitamente viável, dependendo do seu perfil investidor. Quer saber mais? Então continue lendo o artigo!
Como investir em petróleo?
Uma das formas mais práticas de investir em petróleo é negociando futuros de petróleo, que está relacionado com o preço do barril.
Além disso, é possível investir em empresas ligadas ao setor petrolífero, por meio da compra de ações. Neste caso, o investidor tem a vantagem de não ficar diretamente exposto ao preço do ativo.
Outras formas são as Exchange Traded Funds (EFTs) e os Contratos por Diferença (CFDs). Esses últimos são altamente especulativos.
Para investir no petróleo, o primeiro passo é abrir uma conta em uma corretora ou banco de investimentos no exterior.
A instituição precisa ser credenciada pela Bolsa de Valores de Nova York – New York Stock Exchange (NYSE). Afinal, ela é a responsável por receber as negociações desse ativo.
No caso do investimento em ETF, a negociação ocorre por meio do home broker da corretora. Já para negociar os CFDs de petróleo, é preciso de um corretor de CFDs confiável.
Tipos de petróleo para negociar
Existem alguns tipos de petróleo, sendo esses os três principais: WTI, Brent e petróleo bruto.
Petróleo WTI – Wes Texas Intermediate –, muito utilizado pelos economistas do mundo como referência de preço no mercado, é produzido nos Estados Unidos. A negociação dele ocorre na New York Mercantile Exchange (a bolsa de NY).
O Brent do Mar do Norte, principal referência de preço no mundo, é extraído dos mares da Europa. Costumava ser mais barato devido à facilidade de extração, que ocorre no mar.
O petróleo Bruto de Dubai é extraído no mar da região do Golfo Pérsico. Em relação ao Brent e ao WTI, tem uma qualidade ligeiramente inferior. Isso por conta do maior teor de enxofre. Além disso, é um pouco mais pesado.
Investir em petróleo é possível mesmo para investidores comuns
Investir em petróleo vale a pena?
Isso depende do seu perfil investidor. Investir em petróleo é uma aplicação mais recomendada para investidores mais arrojados, que conhecem o mercado e estão dispostos ao risco.
Acontece que esse ativo tem uma grande volatilidade (principalmente o Brent e o WTI), o que é ótimo para Day Trade, por exemplo. Mas não é tão atrativo para investidores mais conservadores.
O investimento na commodity também tem alta liquidez – capacidade que um ativo tem de ser negociado, o que facilita a conversão em recurso financeiro –, o que é uma vantagem.
Existe ainda a possibilidade de fazer Hedge – mais comum entre produtores, distribuidoras de combustíveis, refinarias e outros grandes negociadores.
Quais são os riscos?
O petróleo se tornou um produto estratégico para o mundo todo. Logo, tem sido motivo de diferentes discussões entre governos. Consequentemente, isso gera instabilidades que podem interferir no preço do barril.
Por isso os principais riscos ao investir em petróleo estão relacionados às decisões e acontecimentos políticos dos países que o influenciam, como EUA. Isso pode impactar o preço dos barris, bem como a oferta e demanda sobre essa commodity.
Gostou do conteúdo? Então compartilhe com outros amigos interessados em investir em petróleo! Mas não deixe de conhecer seu perfil investidor e estudar o mercado primeiro.
O cartão de crédito Bradesco Neo é uma ótima opção para quem procura um cartão sem anuidade.
Ele é bandeira Visa, o que significa que sua aceitabilidade se dá em milhões de estabelecimentos e acesso ao programa Vai de Visa, seguros de compra, viagem, garantia de preços baixos e outros benefícios.
A anuidade que do titular é de 12x de R$20, que no total anual soma R$240. Contudo, a boa notícia é que temos a famosa política de isenção de anuidade. Para isso basta acumular no mínimo R$50 em cada fatura e ficar tranquilo quanto às taxas.
O cartão também oferece 50% de desconto em ingressos Cinemark e teatros, 15% de desconto em restaurantes parceiros e ainda dá a possibilidade do cliente conseguir a isenção da anuidade caso acumule R$50 em compras na função crédito todos os meses.
Você pode utilizar esse cartão tanto em carteiras virtuais como emitir sua versão virtual, o que garante mais segurança em compras online.
Cartão de crédito Bradesco Neo pode ser solicitado de várias formas
Como solicitar o cartão de crédito Bradesco Neo?
Ficou interessado em pedir um cartão de crédito Bradesco Neo?
O cartão de crédito Bradesco Neo pode ser solicitado de maneiras diferentes para quem é ou não é correntista Bradesco.
Ambos podem ser solicitados de maneira online pelo site ou aplicativo Bradesco Cartões disponível tanto para IOS ou Android na App Store ou Google Play respectivamente.
No caso do aplicativo, somente correntistas ou pessoas que possuam conta poupança podem fazer a solicitação por lá, enquanto clientes não correntistas devem solicitar o seu através do site enviando foto do RG ou CNH.
O cartão possui alguns pré-requisitos de perfil para o cliente poder solicitá-lo como ser maior de 18 anos e possuir renda própria de no mínimo um salário mínimo.
Aliado a isso, enquanto seu cartão físico não chega, é possível criar um Cartão Virtual para suas compras online, direto do aplicativo do Bradesco Cartões.
O cartão virtual é ótimo para fazer compras em sites de maneira mais segura. Afinal, ele protege seu cartão físico por ter um número diferente dele. Porém, as despesas tanto do cartão virtual e normal saem na mesma fatura.
Enfim, apesar de ainda não ser um cartão realmente sem anuidades, pois é necessário gastar R$50 por mês, continua sendo uma boa alternativa para quem quer um cartão simples para o dia a dia e que gaste o valor mínimo por mês.
O cartão de crédito Bradesco Neo oferece várias formas de pagamento bem atrativas, além do mais, os clientes têm até 40 dias para pagar a fatura.
Entretanto, outro ponto positivo é que, mesmo com dificuldades, é possível realizar o parcelamento desses valores em até 24 vezes, uma boa opção para compras de alto valor.
Portanto, se você procura boas oportunidades de parcelamento e integração digital, o cartão de crédito Bradesco Neo pode ser uma das melhores opções para você.
Gostou das informações sobre o cartão de crédito Bradesco Neo? Compartilhe com mais pessoas para todos ficarem bem informados e não perderem a oportunidade de adquirir o seu.
O Financiamento EstudantilPrivado pode não ser tão conhecido se comparado ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), do governo federal.
Do Fies com certeza você já ouviu falar, principalmente quando as regras foram alteradas. Quem não se lembra de quando ficou mais difícil financiar um curso superior?
Um fato é: nenhum outro financiamento tem taxa de juros anuais tão atrativa como o Fies. Por isso, é preciso saber escolher uma opção privada para não se enterrar em dívidas.
Neste conteúdo, vamos entender melhor como funciona o Financiamento Estudantil Privado e como você pode conseguir o seu, para conquistar o tão sonhado diploma do nível superior.
O que é financiamento estudantil privado?
O Financiamento Estudantil Privado funciona como qualquer linha de crédito, oferecida por bancos e financeiras. É como um empréstimo.
Você contrata, recebe o dinheiro para pagar a faculdade e assume o compromisso de devolver esse dinheiro com juros e correção monetária. Além de possíveis taxas administrativas.
Há diversas instituições privadas que oferecem esse serviço, como Itaú, Bradesco e Santander. A Caixa e o Banco do Brasil também têm essa linha de crédito. Além de financeiras como a Ideal Invest (Pravaler Crédito Universitário).
Como em todo empréstimo, as taxas variam de banco para banco. Em geral, o valor máximo do financiamento não ultrapassa 50% do custo total do curso.
O que quer dizer que você terá de arcar com metade do valor cobrado pela faculdade. Todas as condições são estabelecidas na contratação do crédito.
Para solicitar esse tipo de financiamento, é preciso que a faculdade do seu interesse tenha parceria com a instituição que oferece o crédito. O produto pode ser contratado por quem já cursa o ensino superior ou por quem acabou de ingressar.
Financiamento estudantil privado x Fies: qual a diferença?
As diferenças entre o Financiamento Estudantil Privado e o Fies são grandes. Aqui, falaremos de quatro contrastes básicos que podem influenciar no seu orçamento.
Taxa de juros – Como já falamos, nenhum outro financiamento tem taxa de juros anuais tão baixa como o Fies. Para você ter uma ideia, enquanto o Fies cobra juros de 3,4% ao ano, a taxa praticada pelo Bradesco é de cerca de 28%.
Forma de pagamento – No financiamento privado, normalmente, o estudante precisa pagar uma parte do crédito enquanto ainda está estudando. Já no Fies, o pagamento pode ser feito ao término do curso, inclusive com o salário do emprego após o diploma.
Universidades parceiras – A lista de instituições varia do Fies para o financiamento privado. Antes de contratar, é preciso analisar a qualidade da faculdade parceira ou procurar um financiamento que atenda ao curso que você deseja.
Abrangência – Normalmente, o financiamento privado pode ser feito para pagar um semestre de curso, com prazo para quitação de 12 meses. No Fies, é possível financiar o curso inteiro.
Veja outras diferenças entre Fies e financiamento estudantil privado
Se você ainda está na dúvida, separamos as principais diferenças entre os dois tipos de financiamento que os alunos podem escolher. Confira!
-> Enem: o financiamento privado não precisa da nota do Enem, enquanto o Fies precisa e solicita isso do aluno.
-> Modalidade: para quem quer fazer o financiamento pelo Fies é só para os cursos presenciais, já o privado aceita tanto o presencial quanto o EaD (ensino a distância).
-> Juros: o Fies tem taxas mais baixas e não cobra juros, enquanto a modalidade privada tem cobrança de juros.
-> Início do pagamento: no Fies, você começa a pagar somente depois de concluir o curso. Já no financiamento privado o pagamento inicia, em média, em 30 dias após o fechamento do contrato.
Financiamento Estudantil Privado pode ser uma opção para o sonho do nível superior
O financiamento estudantil privado pode ser uma boa opção para o aluno que precisa pagar as mensalidades da faculdade.
Uma alternativa é considerar solicitar um empréstimo junto às fintechs, que pode ser mais vantajoso.
Como conseguir um Financiamento estudantil Privado?
Se você tem o sonho de cursar o nível superior, mas não conseguiu entrar no Fies e não tem outra saída, é hora de considerar a possibilidade de um Financiamento Estudantil Privado.
Com cuidado e muita pesquisa, você garante melhores taxas e condições.
É possível fazer uma simulação online em sites como Pravalere Fundacred. Nos bancos, geralmente é preciso ser correntista para conseguir contratar.
No pedido pela internet, o envio da documentação também é feito online. Em geral, o aluno precisa comprovar renda familiar mensal igual ou maior a duas mensalidades do curso.
Também é preciso informar os dados de um fiador, que pode ser um dos pais do estudante. Tanto o aluno quanto o seu garantidor devem ter o nome limpo.
Conseguindo o empréstimo, você pode usar o limite de crédito para pagar até duas mensalidades em atraso, no caso de curso em andamento. Ou pode também pagar o valor restante da mensalidade, no caso de bolsas concedidas pela instituição de ensino.
Quem pode contratar o financiamento privado?
Se você está pensando em contratar o financiamento estudantil privado e está na dúvida se pode ou não contratar, fique tranquilo. Isso porque o crédito estudantil é para quem precisa de ajuda para pagar as mensalidades.
Além de servir para aqueles que querem cursar uma pós-graduação, um curso técnico ou até mesmo um MBA. Enquanto o Fies financia apenas os cursos de graduação presenciais, o crédito privado vale para a modalidade a distância (EaD).
Sendo assim, é perfeito para as pessoas que precisam conciliar trabalho e estudos e não conseguem estar todos os dias na faculdade.
O financiamento estudantil ainda pode ajudar quem não conseguiu o Fies por não atender algum requisito. E ainda é possível obter crédito com juros zero, igual ao programa do governo federal.
Saiba quem pode contratar um financiamento estudantil privado
Está pensando em contratar um financiamento estudantil privado? Conheça as características de quem pode solicitar esse tipo de empréstimo.
-> Menores de 18 anos, com responsável legal;
-> Algum responsável ou representante que possa comprovar rendimentos ou de um fiador;
-> Seja portador de Declaração de Aptidão, este documento emitido pela universidade;
-> Pessoas com nome limpo junto aos órgãos de proteção ao crédito.
Como funciona o financiamento estudantil privado?
Para quem não sabe, o financiamento estudantil privado funciona como um empréstimo. Sendo assim, o estudante contrata o financiamento e recebe o crédito para pagar a faculdade. Tendo um prazo para poder quitar todo o valor da dívida.
Esse tipo de financiamento pode ser realizado para pagar um semestre do curso da faculdade e não o curso inteiro como é o Fies. Além disso, o prazo para o pagamento costuma ser de somente 12 meses.
Quando você somar todas as parcelas, perceberá que o valor é maior do que aquele que pegou emprestado. Vale lembrar que isso acontece porque o financiamento estudantil privado não é um benefício, mas sim um produto.
Dessa forma, você irá pagar pelo dinheiro que lhe foi emprestado. E esse pagamento pode vir tanto em forma de juros, quanto ajustes, além de taxas administrativas ou até mesmo de outros acréscimos.
Assim como acontece em outros financiamentos, é importante que você esteja atento e quite as suas obrigações em dia. Dessa forma, não irá acumular mais juros ou até mesmo ter seu cadastro negativado.
3 opções de financiamento privado para você conhecer
Como já foi dito acima, opções de Financiamento Estudantil Privado não faltam, mas é importante conhecer vários para escolher qual é o melhor para você. Além disso, você precisa ver com a faculdade se ela aceita o banco para realizar o financiamento.
E para te ajudar, separamos algumas opções para você conhecer. Confira!
Crédito Universitário Bradesco
Com o Crédito Universitário Bradesco você consegue financiar 100% do semestre e pode pagá-lo em até 12 vezes. Vale ressaltar que sempre que você inicia um período do seu curso, pode fazer um novo financiamento.
Mas é importante ressaltar que para pegar um novo crédito para o semestre seguinte, é preciso estar com o pagamento da primeira solicitação em dia. Só assim, o Bradesco avalia a possibilidade de um novo financiamento.
Além disso, você só começa a pagar as outras solicitações depois que quitar as anteriores. Então, se você já financiou dois semestres, só pagará o segundo quando acabar as parcelas do primeiro.
Isso evita que você acabe se enrolando com o pagamento das prestações e não acabe virando uma bola de neve.
Financiamento Estudantil BV
Outra opção de Financiamento Estudantil Privado é o oferecido pelo Banco Votorantim (BV). A linha de crédito foi criada para ajudar quem está em busca de uma formação, seja em graduação, pós-graduação ou MBA.
Você pode solicitar o financiamento de até 100% das mensalidades e pode contratar o serviço a qualquer momento do ano. Vale ressaltar ainda que a contratação é feita de forma semestral.
Outra informação importante é que o valor das parcelas varia de acordo com o da mensalidade do seu curso. Quem desejar pode começar a realizar o pagamento das parcelas enquanto está estudando.
BB Crédito Consignado
Sim, o Banco do Brasil também oferece uma linha de crédito para que os estudantes possam financiar as mensalidades do curso superior. Além disso, você também pode usar o crédito para uma pós-graduação, pré-vestibular e até mesmo para comprar o seu material didático.
Além disso, você tem a liberdade de escolher o valor do financiamento, já que a instituição te oferece diversas opções. Você pode financiar o semestre inteiro ou parte dele, o curso completo, somente um ano, é só escolher.
Mas isso vai depender muito do limite de crédito que o banco vai liberar para você após fazer uma avaliação do seu histórico financeiro.
Dicas para contratar um financiamento
Confira um passo a passo para avaliar se o Financiamento Estudantil Privado é ideal para você!
Analise suas possibilidades – Se você não possui orçamento para arcar com os custos de uma faculdade, considere programas de assistência do governo.
Há o Programa Universidade para Todos (ProUni) e o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), além do próprio Fies. Outras opções são as bolsas oferecidas pelas próprias faculdades.
Pesquise antes de fechar contrato – Quando a opção é mesmo o Financiamento Estudantil Privado, é preciso pesquisar e analisar taxas e condições. Conheça a fundo todos os planos do mercado e escolha as melhores tarifas com maiores prazos.
Só assuma o que poderá pagar – A principal dica é avaliar se a prestação do financiamento cabe no seu orçamento mensal.
Assumir uma dívida que se tornará uma bola de neve só vai trazer mais problemas, inclusive com um possível trancamento da matrícula na faculdade, por não ter condições de pagar.
Planeje! – Para conseguir pagar as parcelas em dia, você deve ter um bom planejamento financeiro. Controle seus gastos e economize o máximo possível para não ter problemas com imprevistos. No mais, foque no seu sonho e seu maior investimento: o curso superior!
Independentemente se você está pensando em investir ou se já realiza aplicações, é bem provável que você já tenha escutado falar em CDI. Mas para você começar a investir no CDI é importante entender o que é, como funciona e como ele influencia na rentabilidade dos principais tipos de aplicações.
CDI significa Certificados de Depósitos Interbancários. Ou seja, são títulos emitidos pelas instituições bancárias, no qual o objetivo é transferir o dinheiro de um banco para outro em um curto período de tempo.
Mas antes de começar a aplicar o seu dinheiro no CDI é preciso comparar as opções existentes no mercado e quais são as melhores para o seu perfil e objetivo. Lembre-se que as suas escolhas influenciam diretamente na formação do seu patrimônio por meio dos investimentos.
Está curioso para conhecer mais sobre os Certificados de Depósitos Interbancário? Neste artigo você vai ler sobre:
Antes de qualquer coisa você precisa entender de uma vez por todas o que é o CDI. Para começar, existe mais de um nome para esse investimento, sendo: Certificado de Depósito Interbancário e Certificado de Depósito Interfinanceiro.
O Certificado de Depósito Interbancário é uma taxa cobrada nas operações realizadas entre os bancos. Sendo assim, ela é calculada a partir dos empréstimos que as instituições financeiras realizam entre si, de banco para banco, que é conhecido como mercado interbancário.
É por meio desse título que a instituição financeira que tem recursos sobrando pode financiar as que estão precisando de dinheiro. Dessa forma, é possível garantir que cada banco encerre o dia no positivo e o sistema bancário fique equilibrado.
Mas como o CDI é formado? Simples, pela compra e venda de títulos privados entre os bancos. Essa é a principal diferença quando você compara com a taxa Selic. Esta é formada a partir da compra e venda dos títulos públicos.
O Certificado de Depósito Interbancário também serve de referência para o rendimento dos investimentos de renda fixa, por exemplo o LCA, LCI e CDB.
Qual a importância do CDI para o sistema financeiro?
Bom, agora que você já sabe o que é o Certificado de Depósito Interbancário, é preciso entender a importância dele. Poucas pessoas sabem, mas a Regra de Basileia, que proíbe que um banco termine o dia com saldo negativo, obriga que as instituições peguem dinheiro emprestado.
É essa regra que garante que todos os bancos sempre terão dinheiro para quitar os compromissos. O que acaba, também, protegendo os correntistas e clientes, pois evita que a instituição financeira quebre e declare falência.
CDI são títulos emitidos pelos bancos para realizarem empréstimos entre si
Vale ressaltar ainda que as instituições financeiras precisam pegar empréstimo com outros bancos mesmo que eles sejam concorrentes.
Outra informação importante é que o setor bancário é extremamente interligado entre si. Dessa maneira, o CDI acaba ferramenta para garantir a solidez do sistema.
Ademais, o melhor é que essa transferência de dinheiro de um banco para outro ajuda tanto o que está com dificuldades quanto facilita o acesso a capital em diversas operações.
Aprenda como é composto e calculado o CDI
O CDI está diretamente relacionado aos empréstimos que os bancos realizam entre si. E você já sabe o motivo disso, como foi dito acima, as instituições financeiras não podem fechar o dia no vermelho, de acordo com o Banco Central.
É claro que quando se fala em empréstimos, sempre vem à cabeça a palavra “juros”, que são aplicadas nesses tipos de operações. No entanto, o Certificado de Depósito Interbancário acaba representando a taxa média dos juros que são praticados nesses tipos de operações a cada dia.
Porém, o mesmo não acontece no mercado de investimentos. Isso porque as taxas diárias são utilizadas para retirar uma média mensal e anual do CDI. Elas são consideradas no rendimento de quem investe em renda fixa.
Mas por que meio esse cálculo é realizado? Pela Central de Custódia e Liquidação Financeira de Títulos Privados (CETIP). Além disso, por meio da página do banco você consegue consultar a variação diária, mensal e anual da taxa do CDI.
Qual é o rendimento?
Outro assunto que muita gente tem dúvida quando o assunto é CDI é quanto ao rendimento. Essa também é a sua curiosidade?
Geralmente, é simples fazer o cálculo de um investimento atrelado ao CDI. Em primeiro lugar, você precisa verificar nos sites qual é o CDI do período desejado.
Assim, em seguida, aplique o percentual do investimento em questão e pronto. Em 2021, por exemplo, o CDI rendeu 4,42% ao ano. Dessa forma, se um investimento rende 100% do CDI aplicado ao longo de 2021 acabou rendendo esta mesma porcentagem.
Veja como exemplo os rendimentos do CDI 2021 mensalmente:
Mês
CDI Mensal
Janeiro
0,15%
Fevereiro
0,13%
Março
0,20%
Abril
0,21%
Maio
0,27%
Junho
0,31%
Julho
0,36%
Agosto
0,43%
Setembro
0,44%
Outubro
0,49%
Novembro
0,59%
Dezembro
0,77%
Acumulado do ano
4,42%
Fonte: Banco Central
“Em 2021, por exemplo, o CDI acumulado ao longo dos 12 meses foi de 4,42%. Já em 2020, essa taxa ficou em 2,75%. Por variar tanto e por ser um indicador importante dos investimentos, é importante ficar de olho no CDI”, disse o Nubank.
É importante frisar que mesmo as operações acontecendo entre os bancos, o CDI está diretamente ligado com a Economia. Sendo assim, muitos especialistas citam essa relação e é quando muita gente fica em dúvida.
Mas, entenda que quando há uma restrição ao crédito, é comum que mais pessoas façam saques e, logo, deixem menos dinheiro retidos nos bancos. Com isso, acaba sendo ampliado o volume de empréstimo, a famosa lei da procura e demanda – havendo um aumento no total.
Vale destacar, ainda, que há uma regra que determina que tanto CDI quanto Selic sejam equiparados. Dito isso, o valor dos depósitos interbancários acabam sendo bem menor que a taxa de juros. Mas não deixam de caminhar lado a lado, principalmente para que uma oferta não se torne mais atrativa do que a outra no momento de empréstimos.
Quais os impactos nos investimentos?
Quando se fala em títulos privados, surgem muitas dúvidas. Mas, sobretudo, é possível enxergar muitos índices que acompanham este valor. O que muitos não sabem, é que o CDI pode causar impactos nos investimentos e você vai entender o porquê disso agora.
Outras possibilidades costumam ser o Certificado de Depósito Bancário (CDB), a Letra de Câmbio Imobiliário (LCI) e a Letra de Câmbio Agronegócio (LCA). Mas, como você já deve estar por dentro, elas geralmente têm uma variação de porcentagem do índice – podendo chegar a ultrapassar 100%.
Dessa forma, quando ocorre de o CDI aumentar, todos esses investimentos se tornam bem mais rentáveis e vice-versa. Logo, é possível chegar a conclusão de que é um indicador muito capaz de causar impactos diretos nos ganhos com os títulos privados – por isso o grande impacto nos investimentos.
Agora que você já sabe de tudo um pouco sobre o CDI, comente aqui o que você achou deste conteúdo. Faltou algo para você? Deixa a sua sugestão aqui nos comentários!
O aumento do combustível tem feito muitos brasileiros repensarem o uso do veículo como principal meio de transporte. Mas para saber se os transportes públicos são a melhor opção, você precisa calcular o consumo de combustível do seu carro.
E para quem usa o carro para viajar, o consumo de combustível é ainda maior por conta da distância percorrida. Uma consequência disso é que se gasta mais ao abastecer o veículo.
Por isso, é fundamental saber quantos quilômetros o seu carro percorre com um litro de combustível. Para isso, você precisa realizar o cálculo do consumo de combustível do seu carro.
Tem dúvidas de como fazer o cálculo? Calma que o FinanceOne te ajuda nisso!
Como faço o cálculo do consumo de combustível
Antes de qualquer coisa, você precisa saber se o modelo do seu veículo vem ou não com computador de bordo. Caso ele venha, é mais fácil de realizar o cálculo, já que o próprio painel aponta quantos quilômetros por litro o automóvel faz.
Mas caso não tenha, o cálculo fica um pouco mais difícil, mas não é impossível de ser realizado.
Cálculo sem o computador de bordo
Neste caso, a primeira coisa que você deverá fazer é encher ou completar o tanque do seu carro e zerar o hodômetro parcial. É importante que você anote o número exato do hodômetro total, essa informação será necessária para mais tarde.
Com o tanque cheio, use o carro normalmente por um determinado tempo. Você pode ir ao supermercado, shopping ou até mesmo trabalhar, o importante aqui é gastar um pouco do combustível.
O tanque esvaziou um pouco? Ótimo, vá novamente até um posto de gasolina, o ideal é que seja o mesmo da primeira vez, e encha novamente o tanque.
Saber o consumo de combustível do seu carro te ajuda a economizar mais
Mas onde está o cálculo? Agora, você deverá dividir a quantidade de litros abastecida pelo valor da quilometragem percorrida. Dessa forma, você já terá o valor do consumo de combustível do seu veículo.
Ficou confuso? Calma, vamos a um exemplo prático agora!
Exemplo: depois que você completou o tanque, rodou 200 km. Quando encheu o tanque pela segunda vez foram admitidos 20 litros no tanque: 200 km dividido por 20 litros, o seu carro teve um consumo de 10 km/l.
Cálculo do consumo de combustível com computador de bordo
Assim como é possível realizar o cálculo do combustível sem o equipamento, também é possível por meio do computador de bordo. Para quem tem essa alternativa, fica ainda mais fácil.
Geralmente, o computador de bordo vem em carros importados, ou seja, não são todos que têm essa opção. Por isso começamos com a opção sem computador de bordo, para caso você não tenha já saber realizar a conta de forma autônoma.
Com o computador de bordo do seu veículo você conseguirá visualizar o consumo em litros a cada 100 km rodados, ou seja: l/100 km, sendo l representando litros.
Por isso, a conta rápida seria dividir a distância pela quantidade de combustível gasto.
Veja um exemplo: se um automóvel faz 15 l/100km ele tem uma média de 6,6km/l, dado que 100/15 = 6,6.
Por que é importante monitorar o consumo de combustível?
Monitorar o consumo de combustível do seu carro vai te ajudar a economizar e a gastar menos dinheiro, pois você saberá quanto de litros ele consegue rodar de acordo com a quilometragem.
Muitas vezes, os motoristas têm a percepção de que o carro está gastando muito combustível, mas pode apenas está rodando mais do que ele é capaz de consumir.
De todo modo, economizar combustível com algumas práticas também costuma ajudar.
10 dicas para diminuir o consumo de combustível
Combustível no geral está muito caro e todos podem concordar. Mas, será que é possível fazer algo no dia a dia para diminuir o consumo e gastar menos?
Existem, sim, algumas práticas que podem ser seguidas que te ajudarão a gastar menos. Veja o que a Azul Seguros, corretora, traz de dica para te ajudar:
Falar em INSS para crianças e adolescentes pode soar estranho. Afinal, menores de idade, em teoria, ainda não trabalham. Portanto, não podem contribuir com a Previdência Social para receber benefícios.
Mas se engana quem pensa que essas pessoas também não são amparadas pelo Instituto Nacional do Seguro Social. E não estamos falando apenas do BPC para crianças, embora esse também esteja incluído na lista.
Além dele, existem benefícios e, sim, até auxílios como os de doença e até mesmo salário maternidade que podem ser concedidos a menores de idade. Mas, é claro, em situações específicas.
Quer entender melhor? Então continue lendo o artigo!
Quais são os benefícios do INSS para crianças e adolescentes?
De modo geral, existem dois tipos de auxílios financeiros do INSS para crianças e adolescentes. Mas cada um deles é concedido em situações específicas, conforme detalhamos a seguir.
Além disso, há o caso dos adolescentes que são menores aprendizes, que possuem ainda mais direitos da Previdência.
Antes de seguir com a explicação, é fundamental ter alguns pontos em mente:
segundo a legislação brasileira, crianças são aquelas de 0 a 12 anos de idade
adolescentes são aqueles com idade entre 12 e 18 anos
pessoas com idade entre 14 e 16 anos só podem trabalhar como menor aprendiz, até 6 horas por dia
trabalho formal com carga horária superior a 6 horas e fora do regime menor aprendiz só é permitido para adolescentes a partir de 16 anos
Acontece que ele é voltado para pessoas com deficiência que implique limitações de trabalho, acadêmicas ou de socialização no longo prazo. Inclusive crianças e adolescentes.
Como menores de 14 anos não podem trabalhar, o que será considerado na hora de medir o quão incapacitante é a deficiência para receber o BPC, será o desempenho escolar, além de restrições e dificuldades relacionadas à socialização.
Ou seja, se a criança ou adolescente possui deficiência comprometa sua vida acadêmica no longo prazo, além de ser de baixa renda, tem direito a receber o BPC do INSS.
O benefício corresponde a um salário mínimo por mês. Portanto, em 2022 é de R$1.212.
Pensão por morte
Outra situação em que se pode conceder um benefício do INSS para a criança é no caso de pensão por morte. Ou seja, quando um contribuinte falece e deixa um menor de idade que era seu dependente economicamente.
No caso de dependente maior de 21 anos de idade, esse tipo de pensão só será concedida em caso de: invalidez, deficiência grave, deficiência intelectual ou mental.
Pode haver benefício do INSS para crianças e adolescentes em situações específicas
INSS para adolescente menor aprendiz
Outra situação em que o INSS pode beneficiar um menor de idade é quando se trata de um menor aprendiz. Neste caso, não cabe a uma criança, mas sim a um adolescentes (14 a 16 anos).
O desconto no INSS para jovens aprendizes é de 8%, assim como nos demais tipos de contratação pela CLT. A contribuição também é descontada diretamente da folha de pagamento, sendo responsabilidade do empregador.
E também assim como qualquer outro trabalhador, o menor aprendiz tem direito aos benefícios do INSS: auxílio-doença, auxílio-acidente, 13º salário e até mesmo salário-maternidade.
E, sim, o tempo em que o jovem aprendiz trabalha também conta como tempo de contribuição para a aposentadoria, no futuro.
Qual a idade mínima para começar a contribuir com o INSS?
A idade mínima para contribuir com o INSS facultativamente é 16 anos. Porém, em caso de atividade profissional (menor aprendiz), a contribuição pode ser iniciada aos 14.
No caso do menor aprendiz, é o empregador que vai realizar a contribuição. Já os pais e responsáveis de menor de idade que desejarem contribuir para o filho devem filiá-lo ao Regime Geral de Previdência Social.
Neste caso, o menor de idade – que não exerce atividade remunerada – pode efetuar a inscrição no INSS na categoria de segurado facultativo. Ou seja, não é uma obrigação, mas opção.
A contribuição facultativa pode ser realizada pelo plano normal – alíquota de 20% e dá direito a todos os benefícios previdenciários – ou plano simplificado – alíquota de 11% – direito a todos os benefícios no valor do salário mínimo, exceto aposentadoria por tempo de contribuição.
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Você já escutou falar sobre o Inova Simples? Essa é uma nova plataforma que o Governo Federal criou com a finalidade de estimular a inovação e o avanço tecnológico no nosso país.
O principal objetivo do Inova Simples é justamente desburocratizar o setor das startups. A criação da plataforma foi possível através da Lei Complementar 167/2019. Mas afinal, o que seria essa lei?
Ela proporcionou a criação de um regime mais simples e especial para quem deseja abrir uma startup. Além disso, você ainda conta com um tratamento diferenciado para esse tipo de empresa.
O que é o Inova Simples?
Você já deve ter percebido que o Inova Simples chegou para facilitar a abertura de novas startups brasileiras. Mas o que de fato é a plataforma criada pelo Governo Federal?
Bom, ela visa proporcionar incentivos para as empresas inovadoras que estão surgindo, tendo como principal foco agilizar e facilitar o registro de uma nova startup, registro de marca, comercialização experimental, entre outras opções.
Isso acaba permitindo que os empresários deste setor tenham diversos benefícios.
Além disso, a iniciativa tem outra vantagem: você não precisa comparecer de forma presencial a cartórios e juntas comerciais, o que acaba agilizando ainda mais o processo de abertura da startup.
E tem mais, você ainda consegue ter acesso ao número do seu CNPJ de forma imediata após o pedido.
Em um mês de funcionamento Inova Simples permitiu abertura de cerca de 60 empresas
O Inova Simples já está funcionando há um mês e, durante esse tempo, de acordo com o Governo Federal, cerca de 60 startups foram abertas com a nova plataforma. Isso se deu principalmente pela facilidade disponibilizada pelo Inova Simples.
Quer saber como se inscrever? O processo é bem fácil e é feito pelo site do Gov.br, onde você precisa somente preencher uma auto declaração de enquadramento de baixo risco e comprometimento com a legislação local.
O Inova Simples facilita a abertura das startups
Vale ressaltar que a startup poderá funcionar sem a necessidade de ter licenças e alvarás, enquanto o registro definitivo não sair.
Quais são os requisitos para se enquadrar no Inova Simples?
Agora que você já conhece um pouco sobre o Inova Simples e como ele surgiu, chegou a hora de saber os requisitos para fazer parte. Afinal, nem todo mundo conseguirá se enquadrar e precisam das informações.
Para se enquadrar no programa, a referida startup precisa ter um limite de faturamento de R$81 mil por ano.
Por esse limite ser bem baixo é que o programa é considerado uma vitrine para quem está abrindo sua empresa e deseja usufruir de suporte e auxílio neste processo inicial.
Inova Simples não permite conversão
Muitos começaram a se perguntar se o Inova Simples permitirá a conversão de empresas que desejam se enquadrar, mas não têm os requisitos. E a resposta é não. Mas, o que seria esta conversão e enquadramento?
Nada mais é do que uma empresa já existente ser transformada em startup somente para usufruir os benefícios desse regime.
A resolução indica ser vedada toda e qualquer vedação de natureza jurídica previamente existente entre qualquer empresa do Inova Simples.
Experiência de quem já passou pelo Inova Simples
Já está sendo possível usar o Inova Simples e ele tem proporcionado uma agilidade para várias pessoas que desejam iniciar no ramo e acabam encontrando muitas burocracias. O Governo Federal divulgou o depoimento de uma empresária para servir de inspiração.
Márcia Cristina Lima Nogueira, que é mãe de dois filhos e analista de sistemas, conta que conseguiu abrir a sua startup voltada para soluções web.
“Após preenchermos as informações solicitadas no cadastro do portal da Redesim e a assinatura de todos os sócios participantes da empresa, o CNPJ foi gerado na hora, por uma aprovação on-line. Isso nos permitiu acelerar os processos da nossa empresa para alavancarmos os negócios”, relata. Para ela, “oportunidades e iniciativas como o Inova Simples e tantas outras que estão surgindo em nosso país por meio de diversos órgãos são soluções possíveis de encontrar para ajudar o pequeno empreendedor.”
Gostou de saber sobre essa nova possibilidade de abrir a sua empresa e garantir um regime simples e especial? Então compartilhe com outras pessoas nas suas redes sociais!