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Como vender no Instagram: veja o passo a passo

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tela do celular com a logo do aplicativo do Instagram

Se você é um empreendedor, certamente sabe que as redes sociais não são apenas para socializar com amigos, mas também ferramentas para vender online. Por isso, FinanceOne apresenta o passo a passo para vender no Instagram.

Por que essa rede social? Ela se tornou cada vez mais popular no Brasil e foi uma das que mais cresceu no país no ano passado. Hoje, são mais de 69 milhões de usuários.

E não para por aí. O Instagram também foi a rede social com o maior índice de engajamento. Mais da metade dos usuários seguem, pelo menos, uma marca, segundo dados da própria plataforma.

A seguir, conheça os sete passos para vender no Instagram:

1. Use um perfil comercial

Se você já tem um perfil da sua marca no Instagram, certifique-se de estar usando no modo comercial e não pessoal. Qualquer dono de negócio pode fazer isso.

Caso sua conta ainda não seja comercial, basta acessar as configurações e entrar na área “alternar para perfil comercial”. Dessa forma, poderá acessar ferramentas mais adequadas para fazer vendas.

Por exemplo, poderá colocar mais opções de contato para seus clientes. Além de acessar dados importantes como perfil do seu público, melhor horário para postar, estatísticas das publicações e outros recursos.

2. Faça conteúdos relevantes e consistentes

Não adianta nada ter uma conta comercial se o conteúdo é ruim. Não importa qual seja o seu produto ou serviço, a produção de conteúdo é fundamental para vender no Instagram.

Como a rede social tem imagens como carro chefe, capriche nas fotos ou designs. Mas faça também legendas interessantes, stories e IGTV’s criativos.

Na hora de produzir esses conteúdos pense nos seguintes pontos: como eu posso ajudar meu público com isso; como posso fazer isso de forma direta e original; e como posso apresentar meu produto/serviço.

3. Crie estratégias de engajamento

Você já viu aquelas contas no Instagram com milhares ou milhões de seguidores, mas que não possuem um comentário sequer nas fotos? Isso não é legal.

O engajamento é a alma das redes sociais, seja qual for o objetivo da conta. Além de permitir a troca entre você e seu público e aumentar o feedback, mais engajamento também significa mais impressões e mais pessoas conhecendo sua página.

tela do celular com fotos
O Instagram é uma ótima ferramenta para você impulsionar as suas vendas

Se na hora de vender no Instagram ou de criar um conteúdo você não tem engajamento, está na hora de pensar no que pode fazer para mudar isso.

Talvez abrir caixas de perguntas e outras interações nos stories. Ou fazer desafios e perguntas nas duas postagens no feed. Essas são apenas ideias, mas pense de acordo com o seu público.

4. Use as ferramentas disponíveis

O Instagram, assim como as outras redes sociais, tem atualizações constantemente. E de tempos em tempos essas atualizações trazem também novas ferramentas.

Como o recurso “cenas”, liberado recentemente. Tem também o Instagram Shopping, que possibilita a marcação de produtos, com uma nova aba, chamada “Comprar”.

Usar essas ferramentas aumenta suas impressões e torna seu conteúdo mais interessante. E quanto melhor for o seu conteúdo, mais você vai vender no Instagram.

Isso vale também para ferramentas já antigas e conhecidas: hashtags; localização; marcações; figurinhas. Seja criativo e estratégico.

+ Por que vender a R$0,99 é melhor do que a R$1? Entenda!

5. Divulgue suas vendas no Instagram

Por fim, deixe as pessoas saberem da sua plataforma de vendas no Instagram. A própria rede social oferece vários recursos para isso. Como as hashtags, por exemplo, para que as pessoas te encontrem.

Uma estratégia interessante pode ser fechar parcerias ou contratar influenciadores para divulgar seu produto ou serviço. Mas lembre-se que, nesse caso, é preciso que haja alinhamento de valores entre as duas partes.

Por exemplo, se você vende maquiagens, procure divulgar sua marca onde está o público interessado nesses produtos. Não divulgue cosméticos com um influenciador de games.

6. Realize parceria com os influenciadores

A procura por parcerias com nano e micro influenciadores têm crescido cada vez mais. Isso acontece porque essa é uma forma que muitas empresas encontraram para criar uma ponte entre a marca e o público de maneira efetiva.

E como costuma funcionar essa relação entre empresa e influenciadores? Ela precisa ser de transparência e confiança entre ambas as partes. 

+ 5 perfis de empreendedores para seguir no Instagram

Principalmente porque a marca se beneficia da confiança que os potenciais consumidores possuem no influenciador para realizar a compra. E vale ressaltar que esses influenciadores afetam de forma direta a decisão da compra.

Sendo assim, é muito importante que você busque formadores de opiniões que façam sentido para a sua marca e que podem te ajudar de fato com a divulgação do seu negócio.

7. Ofereça descontos exclusivos para os seus seguidores

O que sempre chama a atenção dos consumidores e, também, influencia na decisão de compra são os cupons de descontos e as ofertas que uma marca oferece. 

E no Instagram você pode criar posts ou utilizar os stories para comunicar aos seus clientes sobre os códigos da promoção. Sabe outro requisito que também te ajuda? Os concursos com os consumidores.

Crie uma estratégia para que os seus clientes possam participar e em troca um deles ganhará um desconto ou cupom de vale-compras. Dessa forma, você consegue engajar o seu público. 

Pronto para arrasar nas vendas no Instagram? Coloque suas estratégias em prática, crie muitos conteúdos e prepare-se para alavancar a sua marca!

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House flipping: o que é e como funciona esse tipo de investimento

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Pessoa escrevendo e outra com uma pequena casa amarela em uma das mãos
Taxas adicionais dos bancos podem incidir mesmo sobre a antecipação das parcelas. (Fonte: Divulgação)

Você já escutou falar no termo “House Flipping”? Essa é uma nova modalidade de investimento no mercado imobiliário que surgiu nos Estados Unidos. Mas o que é e como funciona esse tipo de aplicação?

Para quem não conhece, o House flipping é o processo de comercialização de imóveis por valores mais elevados, isso depois deles terem passado por uma reforma. E por que esse pode ser um bom investimento?

Além de você estar diversificando a sua carteira de investimento, existem outros motivos que têm levado os investidores a escolherem o House flipping. Um deles é uma pesquisa realizada pelo site especializado Archademy.

O estudo mostrou que as buscas pela renovação de imóveis sofreram um aumento de 68% desde o ano passado. Enquanto a compra com o intuito de recordação subiu para 42%. E a tendência é que esses números continuem subindo durante esse ano.

Mas afinal o que é o House flipping?

Apesar de essa modalidade ser bem conhecida nos Estados Unidos e estar crescendo no Brasil, ainda não é todo mundo que sabe como funciona o House Flipping. Você pode pensar nela como uma estratégia de negócio que tem como foco principal o lucro rápido.

Isso é possível porque o investidor acaba comprando o imóvel por um preço promocional ou muito mais em conta.

E depois de passar por uma reforma, aprimoração e uma decoração, o imóvel acaba sendo vendido por um preço mais alto. Dessa forma, você consegue garantir um bom lucro além do que foi investido.

+ Descubra se com a Selic a 3,5%, é a hora de financiar um imóvel

Mas vale ressaltar que as condições de lucro desse tipo de negócio varia muito do mercado imobiliário. Sendo assim, se o setor estiver aquecido, é vantajoso que você invista em House flipping. 

Além disso, você pode procurar investir em casas antigas, leilões e até mesmo execuções hipotecárias. Essas são algumas opções para você conseguir comprar imóveis baratos e ainda assim conseguir um bom lucro neles.

Melhores cidades atualmente para investir em House flipping

A modalidade surgiu e se polariza nos Estados Unidos (EUA). E, por isso, é possível elencar quais são as principais cidades para realizar o investimento House Flipping.

Por exemplo, em Orlando, na Flórida (EUA), o mercado de compra e venda de imóveis tem aberturas rentáveis para os investidores.

imóvel em construção
O House Flipping permite que o invetisdor tenha um bom retorno de lucro

Além de Orlando, existem outras cidades que podem entrar na lista de boas opções para você começar seu negócio de Flip House nos EUA:

  • Tampa;
  • Jacksonville;
  • Cape Coral;
  • Tallahassee;
  • Miami;
  • Fort Lauderdale.

Confira algumas dicas para investir 

Se você quer entrar nesse investimento, mas ele é algo novo para você, o FinanceOne separou algumas dicas rápidas que vão poder te ajudar nessa missão.

+ 13 dicas para valorizar seu imóvel para venda

  • Planejamento: não faça nada às escuras. Tenha um bom planejamento e saiba onde está colocando suas mãos para que você tenha sucesso. Como é algo novo, faça pesquisas e peça ajuda a especialistas e pessoas experientes.
  • Regra de 70%: é importante você seguir a regra de 70% e analisar o preço que se pode pagar por uma propriedade até que seja relançada com lucro. Afinal, isso é fundamental em qualquer negociação
  • Busque um preço médio para a reforma: você vai precisar, também, ter noção de custos e para isso precisa saber os preços e as médias de gastos para a reforma. Já que você terá usado a regra de 70%, ter a compreensão do orçamento necessário para a execução da reforma é fundamental.

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Saiba como aproveitar seu primeiro salário da melhor forma

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Rapaz jovem segura primeiro salário nas mãos

O primeiro emprego é sempre um motivo de muita comemoração. E junto com ele vem a conquista do primeiro salário.

São muitos planos do que fazer, o que comprar, como gastar. Mas é importante ter discernimento para aproveitá-lo da melhor forma.

O autocontrole nesse momento é fundamental. Afinal, até pouco tempo atrás você não contava com esse valor todo mês.

Então agora é economizar para que o seu salário possa render. É importante saber administrar o dinheiro com inteligência. Mas como fazer isso?

Esse primeiro emprego, vale destacar, pode ser também um estágio remunerado ou atividade como jovem aprendiz, pois também conta como primeiro salário. Nesses casos, costuma-se chamar bolsa-auxílio, pois o valor é menor e referente à carga horária reduzida.

O início sempre vai ser mais difícil. Porém com o tempo, a prática de administrar chega. Para ajudar, confira a seguir algumas orientações.

Faça metas condizentes com o primeiro salário

A primeira dica infalível para quem vai receber o primeiro salário é estabelecer metas. Mas não apenas qualquer meta, elas precisam ser alcançáveis, possíveis.

Você está tratando de algo relacionado a um primeiro emprego. Portanto, as metas precisam ser reais e feitas com os pés no chão. Até porque, em uma primeira experiência, o salário não é tão significativo.

Anote em um papel todos os seus sonhos, desejos e vontades. Depois crie uma escala de prioridades, afinal não será possível fazer tudo de uma vez.

Feito isso, comece a anotar o que será preciso para cumprir cada meta, para assim escolher as mais viáveis. Com essas alternativas em mãos, comece a colocar em prática o que foi registrado.

primeiro salário
O primeiro salário é o sonho de muitos, mas deve ser usado com sabedoria

Crie um planejamento financeiro

Além de estabelecer as metas e os objetivos, que podem ser repetidos nos outros meses, é importante lembrar ter um planejamento financeiro. É ele que vai proporcionar o controle sobre os gastos.

Nesse planejamento coloque todas as principais atividades diárias que envolvem dinheiro. Anote as contas a pagar, por exemplo, e os gastos e cumulativo que terá para os próximos meses.

Mas lembre-se que não adianta um planejamento impecável se não tiver disciplina para segui-lo e autocontrole. Sair gastando tudo de uma vez pode ser divertido, mas não é a melhor solução.

Se você conseguir administrar bem, o primeiro salário vai render muito melhor até o próximo chegar.

Tenha cuidado com o cartão de crédito

Que o cartão de crédito é uma facilidade, ninguém duvida. Quebra um galho nas horas mais difíceis e ajuda nas compras de grande proporções, sem contar que é possível parcelar.

No entanto, para quem está recebendo o primeiro salário, esse recurso pode não ser a melhor opção. Isso porque é uma ferramenta que exige muita disciplina e pode ser tentadora demais.

Faça compromissos e contas dentro da sua realidade financeira.

As empresas de cartões de créditos costumam dar um limite maior para os clientes. Mas saiba qual é o limite do cartão de crédito ideal para você.

Se você, por exemplo, já começou a utilizar o cartão antes mesmo de receber o primeiro salário, cuidado. Pois ele poderá ser praticamente todo destinado ao pagamento da fatura.

E essa é a única solução, uma vez que não pagar gera multa e pagamento mínimo vira uma bola de neve.

Faça uma reserva desde o primeiro salário para emergências

Esse é só o seu primeiro salário, mas o controle financeiro já deve ser colocado em prática. Portanto, não gaste tudo de uma só vez.

É necessário sempre ter uma reserva para imprevistos, principalmente em casos de emergência. A famosa reserva de emergência. Viva sempre um degrau abaixo.

Se você recebe R$1 mil, por exemplo, reserve R$100 deste total para emergências (uma doença inesperada, necessidade urgente de pertences etc).

O percentual a ser reservado depende da realidade de cada pessoa.

Utilize o salário para momentos que ficam na história

Embora seja preciso economizar, não ser compulsivo e ter uma reserva para emergências, o primeiro salário não está ali de enfeite. Ele é para ser usado, é claro.

E por isso, a dica é: utilize com pessoas e em lugares que ficarão na sua história, guardado na memória.

Procure atividades, dentro de uma faixa de preço acessível, que vão te fazer lembrar para sempre com o que foi gasto o seu primeiro salário.

Procure promoções, mas de forma moderada

Uma dica que sempre vale reforçar é: nunca gaste mais do que ganha. Parece óbvio, mas não é.

Muita gente tem o costume de fazer grandes dívidas antes do salário. Ele chega, vai embora e você não conseguiu quitar tudo o que estava pendente.

Por isso é aconselhável buscar comprar em promoção. Hoje em dia qualquer lugar tem promoção, liquidação ou preços com descontos.

É uma questão de fazer pesquisa e um trabalho de curadoria, para saber quais são as melhores e mais baratas opções.

Faça um investimento em educação

Outra boa dica é investir uma parte do primeiro salário em educação. Afinal, conhecimento e novos diplomas são o primeiro passo para que esse valor, hoje pequeno, possa crescer e se tornar um salário gordo no futuro.

Pode ser faculdade, curso, palestras, capacitação, pós-graduação, workshop, eventos, seminários, entre outras opções.

Esse não será um gasto, mas sim um investimento, que deve fazer parte da sua lista de prioridades.

Gostou do conteúdo? Que tal já começar a montar o planejamento do seu primeiro salário agora? Se conhece outra pessoa que também está entrando no mercado agora, compartilhe esse post com ela!

Consórcio ou financiamento: saiba o que é melhor

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imagem de duas pessoas assinando um contrato de consórcio

Você está naquele momento em que decidiu ter a casa ou apartamento próprios. Pode estar pensando em comprar um carro. Ou, ainda, tem outros objetivos de vida, mas você não possui o dinheiro para pagamento à vista. A hora é de decidir se um consórcio ou financiamento é o melhor para a sua meta.

Para o futuro, não tão distante assim, você deve considerar a possibilidade de poupar. Pode ser apenas abrir uma conta poupança mas, além disso, você pode escolher um investimento que vai além. Antes de tudo, deve conhecer o seu perfil de investidor para escolher aquela aplicação que faz mais sentido.

Para decidir entre o consórcio ou financiamento, primeiro é importante entender como funciona cada um. As modalidades funcionam como um empréstimo para você adquirir um bem. Não vamos falar aqui sobre o que é melhor para você, isso é uma avaliação que apenas você poderá fazer.

Mas, vamos expor os detalhes de cada uma dessas modalidades para que você tenha capacidade de analisar qual se encaixa no seu momento. Conhecendo as características e como funciona cada, você poderá escolher entre o consórcio ou financiamento para a aquisição do imóvel ou veículo.

Entenda o que é e como funciona o consórcio

O que é consórcio?

Segundo definição do Banco Central, o consórcio é um grupo de pessoas naturais e jurídicas. Esse grupo possui prazo de duração e número de cotas já previamente determinados, promovidos por uma administradora de consórcio.

Essa administradora é uma empresa voltada para a administração de grupos de consórcio, e está constituída sob a forma de sociedade limitada ou sociedade anônima.

O grupo de consórcio, administrado por essa empresa, tem a finalidade de propiciar a todos os membros, de forma isonômica, a aquisição de bens ou serviços, por meio de autofinanciamento.

O interesse do grupo deve prevalecer sobre o interesse individual do consorciado. Os grupos de consórcio são uma sociedade não personificada com patrimônio próprio. Não deve ser confundido com o patrimônio dos demais grupos nem com o da administradora.

Como participar do consórcio?

Para participar de um consórcio, você deve aderir ao grupo através da assinatura de um contrato de participação. O contrato deve listar todos os os direitos e os deveres das partes.

+ Aquisição de consórcio cresce durante a pandemia

Exemplos do que deve vir especificado no contrato de consórcio, segundo o BC, são a descrição do bem a que o contrato está referenciado e seu respectivo preço (que será adotado como referência para o valor do crédito e para o cálculo das parcelas mensais do consorciado); condições para concorrer à contemplação por sorteio; regras da contemplação por lance.

Como funciona o consórcio?

Segundo a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac), no consórcio, o valor do bem ou serviço é diluído em um prazo predeterminado e todo o grupo contribui ao longo desse período.

A administradora vai contemplar um consorciado em um período mensal, ou conforme estipulado em contrato, por sorteio ou lance, com o crédito no valor do bem ou do serviço contratado. As contemplações acontecem até que todos sejam atendidos.

pessoa assinando contrato
Para decidir entre um consórcio ou financiamento, você deve avaliar as características de cada um para decidir qual se encaixa no seu momento

Entenda o que é e como funciona o financiamento

O que é financiamento?

Também de acordo com o BC, o financiamento é um contrato entre o cliente e uma instituição financeira, que pode ser um banco, uma cooperativa de crédito ou a Caixa Econômica.

Esse contrato possui um destino específico, para a aquisição de imóvel ou veículo. O BC explica que as instituições financeiras podem ter critérios próprios para conceder tanto um empréstimo como um financiamento.

A diferença entre um empréstimo e um financiamento é justamente o objetivo. O empréstimo deve ser pago em um prazo determinado, acrescido de juros, mas não tem destinação específica, como acontece no financiamento. O financiamento, por sua vez, é específico, como de um imóvel ou veículo.

+ Avalie se carro por assinatura vale a pena; confira os prós e contras

Como funciona o financiamento?

No financiamento você solicita o crédito para a aquisição de um bem a uma instituição financeira. A característica do financiamento é que esse bem – uma casa, apartamento ou carro, por exemplo -, funciona como garantia para o pagamento do crédito concedido.

O pagamento é acrescido de juros e essas taxas variam de banco para banco, não havendo limites para as taxas cobradas.

As instituições financeiras são obrigadas a informar, antes da contratação, o Custo Efetivo Total (CET). O CET deve ser expresso na forma de taxa percentual anual, devendo incluir os encargos e despesas das operações, como tarifas e impostos.

+ Consórcio Sicredi: como funciona e quais as vantagens

E agora: consórcio ou financiamento?

É importante destacar que, antes de decidir por um consórcio ou financiamento, você deve ter certeza de que poderá arcar com os custos mensais. Se você tiver dificuldades de cumprir com as obrigações, talvez não seja a melhor hora, pois você pode acabar aumentando a dívida e se complicando mais.

Ao escolher a modalidade, você deve pesquisar bem e consultar o Banco Central para verificar que a instituição financeira ou administradora de consórcio estão devidamente registradas e em dia.

O BC cita ainda outros cuidados para o financiamento, mas também válidos para quem optar pelo consórcio. São eles:

  • Não fornecer dados pessoais ou cópias de documentos a estranhos;
  • Não acreditar em pessoas intermediárias que querem “acelerar” o seu crédito. Pode ser uma fraude;
  • Não fazer depósitos iniciais para obter empréstimos, principalmente em contas de pessoas físicas;
  • Ler atentamente o contrato e perguntar todas as dúvidas;
  • Não fornecer seu cartão ou senha a terceiros;
  • Buscar uma instituição que seja conhecida;
  • Desconfie de ofertas que pareçam muito vantajosas ou boas demais. De novo, pode ser um golpe.

Este conteúdo ajudou você? Então continue navegando em nosso site e leia agora mesmo: saiba como e o que avaliar antes de escolher um consórcio. Desta maneira, você fica mais por dentro do assunto!

SC Mais Renda: saiba como fazer inscrição para receber o auxílio

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imagem de uma mão segurando várias notas de dinheiro

O Estado de Santa Catarina é mais um a anunciar um auxílio emergencial que tem como objetivo ajudar os trabalhadores que perderam o emprego durante a pandemia da Covid-19. Este auxílio recebeu o nome de SC Mais Renda, mas quem pode receber e como realizar o cadastro?

O benefício já foi aprovado e as famílias que estão dentro dos requisitos impostos pelo governo já podem se inscrever pelo site do governo do Estado. A previsão é que o SC Mais Renda seja pago a cerca de 67 mil famílias.

O auxílio emergencial será pago em três parcelas no valor de R$300. De acordo com informações do governo do Estado, a primeira começa a ser paga já no final do próximo mês. 

Além disso, segundo o site do auxílio, os beneficiários irão receber cartões que poderão ser utilizados em locais que tenham a bandeira Alelo.

“O SC Mais Renda é um auxílio emergencial do governo do estado de Santa Catarina para auxiliar famílias em vulnerabilidade social ou que perderam o emprego e fonte de renda durante a pandemia do coronavírus.”

Descubra quem vai e quem não vai receber o SC Mais Renda

Quer saber se você tem direito a receber o SC Mais Renda? Confira os grupos que serão beneficiados.

-> As famílias vinculadas ao Cadastro Único (CadÚnico) até o dia 09 de junho de 2021 e que estejam em situação de pobreza ou extrema pobreza. É importante ressaltar que esse público não precisará fazer inscrição para receber o auxílio emergencial de Santa Catarina;

-> Trabalhadores que perderam o vínculo formal de emprego entre 19 de março de 2020 e 1º de maio de 2021, desde que estejam ligadas aos setores de alimentação, hospedagem, eventos, artes cênicas, turismo ou transporte rodoviário público. Para esse grupo de beneficiários, será preciso fazer inscrição para garantir as parcelas do auxílio.

Mas e quem não pode receber o SC Mais Renda? Confira a lista!

  • Não residentes de Santa Catarina;
  • Ter recebido o auxílio emergencial federal;
  • Receber parcelas do programa Bolsa Família;
  • Tinha vínculo ativo de emprego na data de 9 de junho de 2021;
  • Receber Benefício de Prestação Continuada (BPC);
  • Tinha, em maio de 2021, recebido benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS);
  • Residia no exterior na data de 9 de junho de 2021;
  • Tinha, em maio de 2021, recebido parcelas do seguro-desemprego;
  • Cumpria pena em regime fechado na data de 9 de junho de 2021;
  • Tenha recebido o auxílio emergencial destinado aos trabalhadores da cultura.

Como fazer o cadastro para receber o SC Mais Renda?

Se você já sabe que tem direito ao benefício que será fornecido pelo Estado de Santa Catarina, a pergunta que deve estar se fazendo agora é como solicitar, certo? A gente te explica agora como realizar o pedido para receber o SC Mais Renda.

Os trabalhadores que perderam o emprego e se enquadraram nos requisitos para receber o benefício devem realizar o cadastro pelo site

pessoas falando de dinheiro em casa
O cadastro do SC Mais Renda já pode ser realizado no site do governo do estado

Já as famílias que estão registradas no CadÚnico até o dia 9 de junho de 2021 não precisam fazer este cadastro, pois já estão automaticamente aptas a receber o SC Mais Renda. Se você quiser verificar, consulte o Centro de Referência da Assistência Social (CRAS) do seu município.

Confira o passo a passo para solicitar benefício após o cadastro no site do governo:

1º passo: realize cadastro na plataforma www.gov.br;

2º passo: clique no botão “solicitar”;

3º passo: entre com o acesso gov.br;

4º passo: preencha o formulário on-line e, ao final, clique no botão “solicitar serviço”

5º passo: aguarde a validação do cadastro;

6º passo: com o cadastro aprovado, você receberá o seu cartão com o crédito para utilização do benefício nas redes conveniadas à bandeira Alelo, do Banco do Brasil, nos 295 municípios catarinenses;

7º passo: em seguida, serão divulgados o local e a data para retirada do cartão serão informados posteriormente pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Social (SDS).

Qual será o valor pago pelo SC Mais Renda?

O governo do Estado de Santa Catarina confirmou que o SC Mais Renda será composto por três parcelas mensais de R$300, totalizando R$900 por beneficiário.

+ Auxílio emergencial: Guedes diz que benefício será renovado

Uma pergunta comum é até quando será possível realizar o cadastro. Para as pessoas que perderam o vínculo formal de emprego durante a pandemia, o prazo ficará aberto até 30 de setembro de 2021.

O pagamento, segundo o governo, começará o mais rápido possível. A previsão é iniciar o pagamento da primeira parcela até o fim de julho para todos que se enquadraram, solicitaram e foram devidamente validados. 

Gostou da notícia? Então compartilhe nas redes sociais para que mais pessoas saibam dessa novidade e possam ser contemplados com o benefício SC Mais Renda.

Dicas para chegar ao seu primeiro milhão!

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Homem sentado em uma mesa rodeado de notas de dinheiro

Seu primeiro milhão de reais! O que você faria? Algum dia você já se perguntou ou fez isso com um amigo. Parece um sonho, certo? Mas pode ser mais fácil do que você pensa.

Para isso, não existe uma fórmula mágica. No entanto, a primeira coisa é se tornar uma pessoa disciplinada. Aliás, muito, ainda mais quando se começa do zero. Você deve colocar esse desejo como objetivo de vida.

Estipule também metas de economia. Não seja como boa parte dos brasileiros. De acordo com o Banco Central, 69% da população não sabe poupar. Até pessoas que fazem parte das classes A e B não foram capazes de guardar nenhuma parte dos rendimentos.

Então, siga a velha dica dos especialistas em gestão financeira. Comece o seu sonho poupando 10% do seu salário. Pode parecer pouco no início, mas ao longo de anos, ele pode se multiplicar.

Sabe como? Investindo! Sim, fique atento aos melhores investimentos. Eles podem acrescentar mais reais na sua conta bancária. Assim, o caminho para o primeiro milhão pode se encurtar.

Para isso, vamos ao passo a passo e para você aplicar em sua vida.

imagem de um homem rodeado de notas de dinheiro
Conquistar seu primeiro milhão pode ser uma tarefa árdua, mas valerá a pena lá na frente!

Comece a poupar para alcançar o primeiro milhão

Para chegar ao seu primeiro milhão, você deve economizar sempre, mesmo que seja pouco. É difícil, principalmente com a situação econômica do país e o alto número de desempregados, mas é necessário. Afinal, você quer ou não ter um milhão em mãos?

Vamos às contas. Para quem começa do zero e resolve economizar R$100 por mês serão necessários 833 anos para ficar milionário. Sim, impossível viver esse tempo todo.

O exemplo é o mais simples possível. Porém com um objetivo: mostrar que esse é apenas o primeiro passo. Afinal, dinheiro gera dinheiro. Por isso, vamos para logo para o segundo passo.

Economize para chegar no primeiro milhão

Faça um planejamento. Veja quanto você gasta mensalmente, coloque na planilha ou aplicativos de smartphones. Com isso, você terá o diagnóstico das suas finanças, ou seja, para onde está indo o seu dinheiro.

Depois de fazer o seu planejamento, verifique quais custos podem ser reduzidos ou eliminados. Mesmo que pareça difícil, sempre há espaço para enxugar o orçamento.

No final do mês, os resultados serão nítidos. E lembra dos R$100 que você pensou em economizar por mês? Eles podem se transformar em R$200 e reduzir os 833 anos para 416. Ainda é impossível, mas calma, pense pelo lado positivo, o tempo caiu pela metade.

Tenha calma, é necessário ter disciplina e ampliar sua economia.

Procure bons investimentos

Agora sim! Vamos sair do básico para atingir a marca do primeiro milhão mais rápido. Com os investimentos certos, seu dinheiro vai render mais.

Nesse caso, o melhor a se fazer é pesquisar sobre os tipos de investimentos disponíveis no mercado e estudá-los para entender qual é o melhor para você.

Algumas opções que podemos citar são o Tesouro Direto, CDB, Letras de Crédito e Letras de Câmbio, dentre muitas outras opções.

No entanto, é importante lembrar que a poupança não é um bom investimento. Isso porque seus juros não são comparáveis com outros fundos, que podem render mais.

Caso você já tenha um bom montante, a gama de produtos é ainda maior. Assim, é possível encontrar oportunidades de ganhos ainda mais expressivos, como os CRI/CRA e Mercado Futuro.

Por fim, procure ainda fugir dos impostos. Apostar em fundos isentos de impostos é a saída ideal.

Aumente a sua renda

Pois bem, é preciso agilizar os passos a serem dados em busca desse objetivo de conseguir o primeiro milhão. Um deles é buscar outras formas de trabalho para complementar ainda mais a sua renda mensal.

Nesse sentido, as opções são vastas. Então, avalie se é possível lidar com uma segunda ocupação, seja dando aulas, trabalhando como consultor ou então de freelancer.

Obviamente que isso não pode deixá-lo muito cansado a ponto de querer desistir desse objetivo, mas muitas vezes sair da zona de conforto e buscar alternativas de ganhar dinheiro pode ser o que faltava para você ter mais motivação em chegar na marca de R$1 milhão.

Diversifique seus investimentos

Ter uma carteira de investimentos diversificada é uma das chaves para chegar ao primeiro milhão. Desta forma, você gera um fluxo de caixa e pode utilizar os rendimentos para crescer mais.

Uma aposta pode ser investir na bolsa de valores ou em fundos de investimentos. Com eles, você terá acesso a uma carteira de diversos ativos e a gestão especializada.

Essa são opções ideais para você que tem pouco tempo para acompanhar as suas aplicações e quer ter bons retornos. No entanto, nunca deixe, mesmo que com pouco tempo, de acompanhar o desempenho deles.

Nunca desista!

Conseguir o primeiro milhão é algo a longo prazo e, sendo assim, esse plano pode levar anos. Como esse tempo é muito longo, é normal que você oscile emocionalmente em relação a querer continuar ou desistir desse objetivo.

O desafio, portanto, é manter o foco e persistir. Estipule metas de poupar cada vez mais, mantenha sempre a sua planilha de gastos atualizada e tenha esse objetivo como sua principal meta.

Conquistar o primeiro milhão é uma tarefa para pessoas focadas e educadas financeiramente. Siga o exemplo de muitos que aparecem na lista dos bilionários da Forbes. Afinal, dinheiro gera dinheiro, lembra?

Gostou do nosso conteúdo? Confira agora 7 erros de quem investe pela primeira vez.

É seguro pegar empréstimo em uma fintech com taxas mais baratas?

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Mulher ao lado de um balão de pensamento com cifrões de dinheiro desenhados em giz num quadro negro

Pegar empréstimo em uma fintech é seguro? A resposta é sim. Afinal, o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprova a atividade das empresas de tecnologia de serviço financeiro que oferecem crédito.

Por mais que as fintechs tenham surgido com o propósito de facilitar a vida de todos, é comum que as pessoas ainda desconfiem ou desconheçam a atuação dessas instituições financeiras.

O Nubank, por exemplo, uma das fintechs mais populares do Brasil, oferece o serviço de empréstimo pessoal. Para utilizar o serviço, basta baixar o app do Nubank, já que todo o processo de crédito será feito por lá.

A taxa de empréstimo é de 0,38% sobre o valor total (referente ao Imposto sobre Operações Financeiras, o IOF) mais uma porcentagem de 0,0082% por dia, calculada de acordo com o prazo de pagamento.

pessoa mexendo no notebook e olhando o celular
Consulte sempre as taxas de juros antes de solicitar um empréstimo!

Instituições bancárias se sentem ameaçadas pelas Fintechs

As FinTechs surgiram como potencial de ameaça para 76% dos bancos. É o mostra uma pesquisa realizada pela PwC, chamada “Customers in the spotlight – How FinTech is reshaping banking”.

Isso acontece porque as Fintechs se diferenciam pelo atendimento ao consumidor. Elas oferecem meios não tradicionais de comunicação. Além disso, flexibilizam serviços normalmente oferecidos pelos bancos, como empréstimos e pagamentos.

Ainda de acordo com o documento, cerca de 80% das Fintechs acreditam que oferecem serviços focados na relação com o consumidor. Enquanto 56% dos bancos acreditam entregar o mesmo.

A medida faz com instituições bancárias iniciem um movimento para se aliarem às Fintechs. Muitas instituições financeiras já tradicionais no mercado, como os grandes bancos, criaram serviços semelhantes aos oferecidos por fintechs.

A maioria dos bancos já oferece um produto muito procurado pela população como o cartão de crédito sem anuidade, produto utilizado como ponto de partida no mercado financeiro pelas fintechs.

Vantagens de pegar empréstimo em uma fintech

Os maiores problemas de recorrer ao banco para conseguir crédito são as séries de documentos e garantias exigidas. Consequentemente, a maioria dos brasileiros não tem condições de atender aos requisitos exigidos. Isso porque, o número de brasileiros com dívidas chegou a 67,5%.

Em vista disso, pegar empréstimo em uma fintech é menos burocrático. Além de muita das vezes ser possível conseguir taxa de juros mais acessíveis. Já que muitas fintechs que atuam na modalidade SEP não funcionam como intermediárias de crédito.

Outro fator que reduz o custo do crédito, e por consequência a taxa de juros, é o fato de as fintechs atuarem de forma digital. Maneira que reduz drasticamente seus custos e permite que elas forneçam serviços eficientes a preços acessíveis.

Há fintechs que oferecem taxas de juros até 70% menores do que as de banco.

Escolhendo o local certo para pedir um empréstimo:

Antes de mais nada, solicitar um empréstimo é um assunto bastante sério. Afinal, envolve custos e ainda hoje, existem instituições que oferecem juros abusivos a quem solicita.

Por isso, separamos algumas dicas para quem deseja solicitar crédito a alguma instituição financeira.

1 – Verifique se o a instituição possui autorização do Banco Central para atuar com empréstimos: para a concessão de crédito, a empresa deve ter a habilitação de Sociedade de Empréstimo entre Pessoas (SEP) ou a Sociedade de Crédito Direto (SCD) junto a autoridade máxima de instituições financeiras do Brasil, o Banco Central.

2 – Pesquise muito: não solicite empréstimo a primeira instituição que você ver por aí. Pesquise, realize simulações e veja qual local possui a melhor proposta, com menos juros para o seu bolso.

3- Tome cuidado com golpes de empréstimo online: o surgimento de fintechs foi ótimo para desburocratizar as relações financeiras. Por outro lado, ela abriu margem para que aproveitadores pudessem aplicar golpes. Por isso, verifique sempre o histórico da instituição, principalmente em sites que você pode dar um feedback do serviço prestado.

Gostou do nosso conteúdo? Confira agora 5 cuidados para tomar ao solicitar um empréstimo pela internet.

Economia circular: saiba o que é e por que adotar

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imagem de um homem executivo regando uma planta na cidade

Primeiramente, a economia circular é o futuro do consumo. É um conceito econômico que busca uma nova forma de pensar como nos relacionamos com o planeta, dissociando o crescimento econômico e o consumo.

Por isso, materiais circulam no máximo de seu valor como nutrientes técnicos ou biológicos em sistemas industriais integrados, restaurativos e regenerativos.

Um total de 76,4% das indústrias do país desenvolvem algum tipo de economia circular. É o que aponta a pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Ou seja, elas usam um conceito estratégico que assenta na redução, reutilização, recuperação e reciclagem de materiais e energia.

A economia circular se distancia do modelo da economia linear, onde os produtos são fabricados, usados e descartados. Ela visa a um modelo no qual os produtos e os materiais sejam valorizados o tempo todo, criando uma economia mais robusta.

Ela se baseia na ideia de que a economia e o meio ambiente podem coexistir de forma saudável. No entanto, para isso, é necessário mudar radicalmente a forma de produzir.

A escolha das matérias-primas, o design dos produtos e o aproveitamento dos subprodutos industriais são aspetos essenciais do novo modelo.

Então, o conceito significa que os produtos não têm mais um ciclo de vida com início, meio e fim. Neste novo paradigma, cada material é usado e reutilizado ao máximo com o mínimo de desperdício.

Ou seja, ela parte da proposta de desconstruir o conceito de resíduo com a evolução de projetos e sistemas que privilegiem materiais naturais que sejam totalmente recuperados.

Portanto, a economia circular vai muito além da reciclagem dos produtos. Com ela, as empresas garantem autonomia através da gestão completa do ciclo de vida dos produtos.

Por fim, a economia circular é uma estratégia aplicada em todos os setores: indústria, agricultura e serviços.

imagem de um gráfico indicando a economia circular
A economia circular se fundamenta nos 4R: reduzir, reutilizar, reciclar e refletir

Por que adotar a economia circular

1- É lucrativo

Financeiramente falando, faz sentido adotar práticas circulares. Reduzem-se os custos e o desperdício, maximizando-se os lucros.

Além disso, o que antes seria considerado lixo torna-se matéria-prima de alto valor agregado, usada para criar novos produtos.

Segundo um relatório da Accenture, a transição para uma economia circular poderia gerar US$ 4,5 trilhões para a economia mundial até 2030.

2 – Engaja comunidades

Grandes empresas, por exemplo, já abrigam pequenos negócios nos setores de alimentação e agricultura.

Elas usam os resíduos de outras empresas como insumos para as suas próprias (como usar resíduos da fabricação de cerveja para cultivar cogumelos).

3 – É inovador

Empresas desenvolvem novas maneiras de reutilizar os resíduos de outras empresas, em setores totalmente diferentes. Além disso, é comum o uso de tecnologias disruptivas, como a inteligência artificial, para maximizar o uso de recursos.

Com tudo isso, torna-se claro por que o Google e tantas outras empresas estão se inspirando no tema. Além de ser uma tendência sustentável capaz de solucionar graves problemas ambientais, faz sentido em termos de negócios.

Economia circular é um conceito importante a empreendedores de impacto. Principalmente aqueles que buscam aliar o impacto socioambiental positivo ao lucro, criando negócios que beneficiem a sociedade e o meio ambiente.

Desafios no Brasil

Alguns desafios dificultam a aplicação da economia circular em larga escala no Brasil.

Um deles é a falta de legislação e de boas políticas públicas. Além da necessidade de mais incentivos tributários e maior conscientização por investidores e consumidores são apenas alguns deles.

No entanto, alguns países já aplicam o modelo de economia circular em larga escala. Alguns exemplos:

1) A Dinamarca proibiu novos incineradores e estipulou a meta de reciclar 70% do lixo e 80% das embalagens até 2022.

2) Na Suécia, vendedores de eletrônicos devem reusar e restaurar peso igual ao que vendem de eletrônicos.

3) No Japão, as indústrias de manufatura são obrigadas a possuir plantas de desmanche e recuperação de recursos de produtos.

4) Na China, a economia circular faz parte de uma lei de 2002 que institui a rotulagem ecológica de produtos, difusão de informações sobre questões ambientais na mídia e cursos para propagar na sociedade o conceito de economia circular.

Gostou do nosso conteúdo? Confira agora o que é economia colaborativa?

Saiba como contratar plano de saúde para cachorro

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imagem de um cachorro sendo segurado no colo pelo humano

Animais de estimação já são considerados parte da família. Como os gastos para cuidar dos bichinhos podem ser bem altos, você pode optar por contratar plano de saúde para cachorro e para gato.

Sim, esses serviço existe e há algumas formas e pacotes, assim como os planos de saúde para pessoas.

O serviço, inclusive, é regularizado de acordo com a Resolução Nº 647, de 22 de Abril de 1998, do CRMV, que dispõe sobre o funcionamento e registro de empresas de Planos de Saúde Animal, e dá outras providências.

A resolução do Conselho Federal de Medicina Veterinária fala justamente que essas empresas devem ser devidamente registradas, em todas as jurisdições em que atuam.

Além disso, as empresas de planos de saúde classificam-se em três categorias:

  • empresas de intermediação de serviços veterinários;
  • empresas prestadoras de serviços diretamente através dos estabelecimentos médicos veterinários; e
  • empresas de intermediação e prestadoras desses serviços.

Portanto, antes de contratar plano de saúde para cachorro ou para seu gato, você deve consultar se a empresa está devidamente registrada. Os planos de saúde animal já fazem parte da realidade de muitas pessoas com seus bichinhos. Se ainda não fazem, não é por falta de vontade dos tutores dos animais.

Isso porque 33% dos entrevistados em uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) afirmaram não utilizar o serviço por falta de recursos financeiros.

imagem de um cachorro deitado com aparência de cansado
Entre as opções para plano de saúde de cachorro, estão desde serviços ambulatoriais a completos com hospital e atendimento domiciliar

Por que investir em plano de saúde para cachorro e gato?

O gasto médio do brasileiro com para cuidar de seus bichinhos de estimação é R$189,00 todos os meses. Esse valor chega a R$224,00 entre os consumidores das classes A e B. Para as pessoas que recebem até dois salários mínimos, o valor pode representar até 10% da renda familiar.

Não é só o cuidado com rações e xampus e condicionadores que representam os gastos com os cães e gatos. Segundo a pesquisa do SPC e a CNDL, entre os produtos e serviços utilizados com mais frequência, o topo da lista ficou com as vacinas, representando 63%.

A lista dos dez serviços usados com mais frequência são:

1 – Vacina – 63%
2 – Veterinário – 44%
3 – Medicamentos e vitaminas – 36%
4 – Banho em Pet shop – 37%
5 – Tosa em Pet shop – 31%
6 – Rações medicamentosas – 31%
7 – Comida natural – 21%
8 – Tratamentos estéticos – 13%
9 – Serviços de odontologia/ tratamento dentário – 9%
10 – Passeador de cachorros – 13%

“As tendências do mercado pet mostram que haverá cada vez mais consumidores dispostos a pagar por produtos e serviços especializados e de qualidade… Isso sugere que será preciso investir maciçamente na capacitação profissional. As pessoas são exigentes e estão em busca de serviços que possam aumentar a longevidade e a qualidade da vida de seus animais de estimação”, disse o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Júnior.

E justamente o principal serviço que fica de fora é o plano de saúde animal, como afirma um terço dos entrevistados. O motivo é a falta de recursos financeiros. Mas, com um gasto alto em consultas e vacinas, está aí um bom motivo para investir em um plano de saúde para cachorros e gatos.

Exemplo de plano de saúde para cachorro

A Porto Seguro tem um serviço exclusivo para animais, a Health for Pet. A área de abrangência no atendimento é São Paulo, Grande SP, Litoral de SP, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Campinas e Piracicaba. É possível contratar ou fazer apenas a cotação pelo site.

Os planos da empresa da Porto Seguro incluem rede de clínicas; cobertura a exames, internações, tratamentos e vacinas; atendimento veterinário em casa; serviço de teleatendimento; entre outros serviços.

São diversos planos, com serviços diferentes, que vão desde apenas a cobertura ambulatorial, até hospital e cobertura completa. Para pets com menos de um ano, os valores começam em R$57,64 com desconto; entre um e oito anos, o valores começam em R$48,41 por mês; acima de nove anos de idade do animal, o serviço é a partir de R$41,40 por mês.

Existem outras opções no mercado. Uma das mais conhecidas, Petplan e QBE Brasil Seguros, havia suspendido a contratação e renovação de apólices no momento da publicação deste post. O aviso, no site da empresa, ainda informava que apólices vigentes “serão cumpridas sem quaisquer alterações, até as 24 horas do dia último de vigência.”

Como contratar um plano de saúde para cachorro?

Você deve tratar a contratação de um plano de saúde para seu animal assim como contrataria para você. Lembre-se: antes de contratar qualquer serviço você deve verificar se a empresa está devidamente registrada.

No site do Conselho Federal de Medicina Veterinária é possível fazer uma pesquisa por empresas regulamentadas. Assim como aquelas empresas classificadas como seguradoras, o registro pode ser consultado no site da Superintendência de Seguros Privados (Susep).

Este conteúdo te ajudou? Então compartilhe nas redes sociais para que outras pessoas possam conhecer as possibilidades e vantagens em contratar um plano de saúde para cachorro.

O que é Supera Rio? Tire 6 dúvidas sobre o auxílio

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Mulher de máscara protetora branca beneficiada pelo Supera Rio mostrando o cartão
Beneficiários do Supera Rio chegam a três parcelas atrasadas

Desde que foi anunciado, o Supera Rio se tornou um dos assuntos mais procurados no Estado do Rio de Janeiro. Afinal, a pandemia deixou muitos moradores da região desamparados e a possibilidade de uma renda que auxilie a manter as despesas em casa tornou-se fundamental.

No entanto, o Supera Rio ainda levanta muitos questionamentos e dúvidas, principalmente sobre como será o pagamento, se seguirá a mesma lógica do auxílio emergencial do Governo Federal e ainda outras questões referentes a renda e a quem pode se beneficiar com o programa.

Pensando nisso, o Financeone fez um levantamento com as principais perguntas, a fim de ajudar quem mais precisa de uma informação mais detalhada nesse momento. Então continue lendo esse conteúdo para informações sobre o Supera Rio.

Página de inscrição do Supera Rio
Seção do site do Supera RJ para realizar a inscrição. Existem três modalidades possíveis para o recebimento do auxílio.

Supera Rio: o que é?

Antes de mais nada, o Supera Rio é um programa de transferência de renda voltada para os habitantes do Rio de Janeiro. Ou seja, o benefício se aplica para moradores da capital do Rio, região metropolitana e serrana, e outras cidades que fazem parte do Estado do Rio.

A proposta foi feita para ajudar os moradores que perderam seus empregos, vivem em situação de vulnerabilidade econômica e ainda para empreendedores e autônomos que tiveram seus negócios prejudicados pela pandemia.

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o Rio de Janeiro possui o quinto maior número de habitantes desempregados. O número já chega a 1,6 milhões de pessoas e por sua vez, impacta diretamente na situação econômica da região.

Por sua vez, para ampliar um pouco mais a distribuição do Auxílio Emergencial para quem mais precisa, o Governo Federal aplicou mais critérios para o recebimento, o que fez com que muitos fluminenses ficassem de fora e perdessem um meio de renda importante.

Ou seja, o Supera Rio atualmente se mantém como um grande programa de transferência de renda para os moradores do Rio de Janeiro que precisam de dinheiro para se manter nesse momento da pandemia. Principalmente com o surgimento de novas ondas e variantes da Covid-19.

Quando começará o pagamento do Supera Rio?

O pagamento do Supera Rio já começou. O calendário de pagamentos teve início em junho de 2021. No entanto, muitos habitantes ficaram sabendo tardiamente do programa, então para esses, o pagamento começará após a aprovação no programa.

O programa terá a duração de 9 meses e se estenderá, se necessário, pelo tempo que durar a pandemia.

Qual será o valor do auxílio?

A princípio, o Supera Rio possui o valor de R$200, com o acréscimo de R$50 pelo número de filhos menores. Sendo assim, há a possibilidade de incluir até dois filhos, chegando ao valor de R$300.

Para os empreendedores prejudicados pela pandemia do novo coronavírus, o valor de financiamento chega até R$50 mil.

Como será feito o pagamento do Supera Rio?

Diferentemente do Governo Federal que realizou a abertura de contas por meio da Caixa Econômica para o pagamento do auxílio emergencial, o Supera Rio realizará o pagamento por meio de cartões do programa.

Após a aprovação, você deve realizar um agendamento por meio do site ou app do Supera Rio para fazer a retirada do cartão já com o valor do auxílio. Somente o titular poderá retirar o cartão, a entrega é pessoal e intransferível.

Por isso, o titular deverá apresentar documento original com foto.

Quem pode receber o Supera Rio?

  • Responsáveis Familiares inscritos no Cadastro Único de Programas Sociais (CadÚnico), com renda familiar mensal per capita igual ou inferior a R$178,00; que não sejam beneficiados por nenhum outro programa de transferência de renda ou benefício social. O cadastro do responsável familiar deve ter sido atualizado nos últimos 24 meses.
  • Os trabalhadores que tenham perdido vínculo formal de trabalho com salário mensal inferior ao valor de R$1.501,00 (um mil e quinhentos e um reais), no período da pandemia da COVID-19, a contar de 13 de Março de 2020, e estejam sem qualquer outra fonte de renda;
  • Os profissionais autônomos, trabalhadores de economia popular solidária, agricultores familiares, microempreendedores individuais, agentes e produtores culturais, aos profissionais autônomos, inclusive os agentes e produtores culturais, às costureiras, cabeleireiros, manicures, esteticistas, maquiadores, artistas plásticos, sapateiros, cozinheiros, massagistas, empreendedores sociais e os negócios de impacto social de que trata a Lei n° 8.571/2019, desde que cumpram um dos requisitos dos itens 1 ou 2.

Fui negado do Supera Rio. Como contestar?

Ao negar a renda mínima do Supera Rio, o site sempre apresentará uma justificativa a respeito da negativa.

Caso você não concorde, ou entenda que há um erro no argumento dado pelo programa, você pode contestar a informação através do 0800 071 7474. Esse é um número específico da Central de Atendimento do Supera Rio.

Gostou do nosso conteúdo? Confira agora as datas de pagamento do Supera Rio.