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Confira dicas para proteger sua empresa de ciberataques

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imagem de cadeado com vários códigos de proteção

Uma ameaça que aflige empresas em todo o mundo são os ciberataques. Um Relatório de Ameaças à Segurança na Internet, de 2018, da Symantec, diz que ataques de cryptojacking chegam a 8.500%.

Além disso, a propagação do WannaCry e Petya/NotPetya acendeu um alerta sobre essas ameaças virtuais. O mesmo relatório ainda aponta que essas ameaças à segurança digital podem vir de novas fontes, que são inesperadas.

É o caso do crescimento das mineradoras de criptomoedas. O aumento das operações com criptomoedas mudou o foco de muitos cibercriminosos, que viram a mineração de moedas como um novo alvo.

O que gerou esse aumento estrondoso nas mineradoras em computadores de endpoints em 2017. O relatório da Symantec explica que, como uma barreira reduzida de acesso, os cibercriminosos se aproveitam da “oportunidade”. E usam mineradores de moedas para roubar poder de computadores e CPU na nuvem de consumidores e empresas para minerar as moedas digitais.

As consequências imediatas, explica a Symantec, são lentidão de dispositivos, superaquecimento de baterias e, em alguns casos, inutilização de dispositivos. A empresa identificou também um aumento de 600% em ataques globais de IoT em 2017. Isso significa que cibercriminosos poderiam explorar a natureza desses dispositivos para mineração em massa.

Em números, a Symantec concluiu que:

  • Houve 92% de aumento em novas variantes de downloaders;
  • 80% de aumento de novas instâncias de malware em macs;
  • 8.500% de aumento nas detecções de mineradores.

Como funcionam os ciberataques?

A Symantec concluiu com seu estudo que houve um aumento, em 2017, de situações em que “grupos de ataque injetam implantes de malware na cadeia de suprimentos para se infiltrar em organizações inocentes”.

Houve aumento de 200% nesses ataques, um a cada mês de 2017. Nos anos anteriores, foram quatro ataques anuais.

A empresa destaca que esse tipo de ataque de sequestro de atualizações de software permite a entrada desses grupos para atingir regiões ou setores específicas. Um exemplo de ataque desse foi o Petya/NotPetya.

Depois de explorar um software de contabilidade ucraniano como ponto de entrada, espalhou-se pelas redes corporativas para implantar uma carga maliciosa. Um segmento que foi mais ameaçado foi o de dispositivos móveis.

A quantidade de variantes de malware para esses aparelhos aumentou 54% em 2017, em relação a 2016.

Um problema que agrava esses ataques a dispositivos móveis é o uso de sistemas operacionais desatualizados. por exemplo, 20% dos dispositivos Android executam a versão mais recente, enquanto somente 2,3% estão na última versão.

Esses “sequestros” são feitos para ter pagamento financeiro aos criminosos, que ameaçam expor os dados caso o resgate não seja pago. Geralmente os ataques vêm de vírus e malwares em computadores, smartphones e outros dispositivos que se conectam à internet.

Proteger sua empresa de ciberataques
Para proteger sua empresa de ciberataques você deve trabalhar com sistemas de segurança digital, além de medidas para aumentar essa proteção

Como prevenir ciberataques

Com o Brasil entre os países com mais ciberataques no mundo, saber como proteger-se e a sua empresa é essencial. A Serasa Experian explica que o objetivo desses ataques costuma ser roubo de dados pessoais e bancários, além dos dados das empresas.

Além disso, épocas em que esses ataques costumam aumentar são as datas com grandes vendas e transações online de consumidores. São exemplos a Black Friday, Dia das Crianças, Cyber Monday e até mesmo o Natal. Portanto, tenha cuidado redobrado em períodos como estes.

Portanto, o primeiro passo é garantir a segurança dos dados, um dos maiores bens das empresas. Empresas que não cuidam bem dos dados de seus clientes também não costumam ser confiáveis. E com informações de clientes não se brinca. Algumas dicas a seguir são da Olitel, empresa integradora de telecomunicação e TI.

Algumas maneiras de prevenir ciberataques são com a digitalização de documentos. Documentos digitais são mais fáceis de serem armazenados, buscados e mantidos em sigilo. Mas, para isso, é preciso trabalhar com um armazenamento digital seguro.

Cloud computing, ou armazenamento na nuvem, ajudam nesse armazenamento dos arquivos e na proteção dos dados. Serviços de armazenamento em nuvem estão acessíveis a todas as empresas.

Todas as senhas devem também ser fortes, para que terceiros não usem o acesso para cometer crimes ou acessar informações que não deveriam. Mas, nada disso adianta se os softwares de segurança não forem atualizados e fortes o suficiente para proteger a empresa de ciberataques.

Dicas para proteger-se de ciberataques

Se você não quer receber esse tipo de ataque na sua empresa, este protegido. Isso ajudará a, pelo menos, evitar e estar preparado para qualquer situação.

O Serasa Experian dá algumas dicas, que tratam de muitos dos pontos que citamos acima.

A principal dica do Serasa é referente a segurança das plataformas utilizadas pelas empresas. Isso porque, de nada adianta manter senhas fortes e ter o hábito de trocá-las com frequência, se a sua plataforma não for segura.

Além disso, outra orientação é usar criptografia em documentos e planilhas para evitar o roubo de dados. Utilizar conexões confiáveis e não armazenar dados de compra dos clientes também são dicas para aumentar a segurança dos dados.

Essas dicas te ajudaram? Fique ainda mais por dentro de assuntos similares e saiba como evitar cair em cibercrimes.

3 criptomoedas que podem seguir alta do Ethereum

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Fileiras de criptomoedas e várias espalhadas ao lado com gráfico ao fundo

Notícias impactaram diretamente o mercado de criptomoedas no mundo e dominaram o noticiário. A novidade mais comentada envolveu a decisão de Elon Musk de não mais aceitar o Bitcoin, principal moeda digital do mundo, como pagamento na compra de seus veículos.

Celebridade empresarial, Musk tem se notabilizado pelos efeitos que produz ao opinar ou anunciar decisões em redes sociais a respeito de criptomoedas. Desta vez não foi diferente: o Bitcoin perdeu valor, assim como as ações da própria Tesla.

Contudo, para o sócio da Dynasty Global Investments AG, Eduardo Carvalho, o acontecimento enfatiza a força das outcoins. Ou seja, as outras criptomoedas exceto o Bitcoin.

“É essencial conhecer bem os projetos de criptomoeda antes de qualquer investimento. O mercado está cada vez mais maduro, as mudanças estão acontecendo e hoje, por exemplo, a rede Ethereum, que tem taxas muito altas graças à grande demanda, está buscando caminhos para reduzi-las”, destaca Eduardo Carvalho.

Ethereum segue em alta

Apesar de Elon Musk movimentar o mercado, a criptomoeda ether atingiu uma alta recorde. Levando os ganhos este ano para quase 500% em meio ao interesse crescente de investidores.

Isso foi possível porque a blockchain ethereum se tornou mais amplamente usada por plataformas de criptomoedas descentralizadas. Afinal, elas permitem empréstimos diretamente em criptomoedas fora de instituições bancárias tradicionais.

Com base nesse cenário, a agência JPMorgan disse em relatório que o ritmo de evolução do ethereum “permaneceu rápido e que ainda há espaço para mais crescimento”.

Critpomoedas que devem seguir o mesmo ritmo de crescimento

Conheça algumas criptomoedas para acompanhar e, quem sabe, investir em 2021. Elas devem seguir o mesmo ritmo de crescimento da Ethereum. São elas:

1 – Tether (USDT)

O Tether é uma stablecoin (criptomoeda lastrada em um ativo) lançada em 2014 que tem feito muito sucesso no mercado de moedas digitais, por ser atrelada a uma das moedas mais fortes do mercado: o dólar.

Através de sua estabilidade de preço, a criptmoeda se tornou uma das melhores opções para executar transferências entre diferentes sistemas. Além de se tornar uma ótima ferramenta de intermediação entre o setor financeiro tradicional e o mercado digital.

2 – Uniswap (UNI)

É a queridinha do mercado DeFi. A Uniswap surgiu como uma exchange descentralizada onde os usuários negociavam diferentes criptomoedas sem a necessidade de um intermediário.

Contudo, em setembro de 2020 os participantes deste novo mercado foram surpreendidos com um airdrop. Isso rendeu milhares de reais para os fãs da tecnologia descentralizada.

O token UNI, distribuído proporcionalmente para quem já havia negociado na Uniswap, ganhou ainda mais espaço este ano, apresentando um crescimento incrível.

3 – Binance Coin (BNB)

Lançado em 2017 através de um ICO, o token foi criado pela corretora Binance para dar descontos nas taxas para os detentores. Entretanto, logo foi ganhando novas utilidades.

Inicialmente, ele era um token na rede Ethereum, mas ganhou a sua independência com a criação da Binance Smart Chain em 2019.

A nova rede trouxe diversas novas possibilidades para o BNB. Inclusive dentro do mercado DeFi.

E, por isso, ela foi vista por alguns como um novo concorrente do Ethereum, com a vantagem das baixas taxas de transação.

O seu preço ainda se beneficia da queima de tokens pela exchange Binance, que faz uma espécie de “buy back” para destruir tokens com uma parcela dos seus lucros das operações de corretagem.

carrinho com criptomoedas
Procure corretoras especializadas para fazer seus investimentos em critpomoedas

Dicas de investimento em criptomoedas

As criptomoedas vêm democratizando o acesso a investimentos, mostrando-se cada vez mais favoráveis a jovens empresários com rendas não tão altas. O que os faz ver os Bitcoins como um grande potencial para empreender e crescer.

Para se ter uma ideia, o Cointrader Monitor, que analisa criptomoedas no Brasil, compilou dados de 32 plataformas nacionais. Foram registradas uma movimentação de 49.216,55 bitcoins em janeiro deste ano.

Isso equivale a R$9,4 bilhões, e representa 76% de crescimento em relação a janeiro de 2020.

Contudo, por ser um mercado recente e diferenciado do tradicional, é preciso entrar no ramo das criptomoedas com um pensamento novo. Portanto, confira algumas dicas para quem quer começar a investir em Bitcoin.

1 – Estude sobre o mercado:

É muito importante que dedique o seu tempo ao estudo do mercado. O ramo é novo, porém possui uma grande volatilidade. “Então, antes de comprar qualquer moeda, entenda bem onde você está pisando”, comenta o CEO da empresa Intergalaxy SA, Francisley Valdevino da Silva.

2 – Segurança:

Preze sempre pela segurança de suas criptomoedas. Se você tem interesse nas operações de trade, poderá deixar seus valores em corretoras especializadas neste trabalho. “Porém, é imprescindível que você tenha uma carteira digital para armazenar suas criptomoedas”, explica Silva.

3 – Pick one:

Escolha uma moeda que conheça e tenha tempo para estudá-la e analisá-la. “Além disso, antes de escolher uma empresa para negociar suas criptomoedas, observe quesitos como tempo de mercado, transparência e reputação”, sugere.

4 – Pés no chão:

É importante sempre ter uma reserva que não seja parte do valor usado para as criptomoedas. Esteja com os pés no chão e não aplique mais do que está disposto a perder. O mercado é volátil e os picos de valorização podem mudar muito.

5 – Sem risco, sem lucro:

Nenhum caminho na área financeira é totalmente livre de riscos. Não existem fórmulas mágicas. “Os retornos são bem grandes, e os riscos são proporcionais, havendo sempre o risco de perder capital. É fundamental que o investidor conheça e esteja preparado para essas peculiaridades que envolvem o mercado”, completa o CEO da Intergalaxy.

Ficou interessado em investir em criptmoedas? Agora é possível através da Bolsa de Valores

Para 83% dos brasileiros, Pix é melhor do que TED e DOC

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Homem segurando celular com imagem de PIX na tela

O Pix, novo meio de pagamento, já está funcionando há quase seis meses e já é considerado, por 83% dos brasileiros, melhor do que o DOC e o TED. Por conta disso, essas duas transações bancárias tendem a ser substituídas pelo sistema do Banco Central.

A informação é de uma pesquisa realizada pelo C6 Bank/Ipec, feita entre os dias 22 e 28 de abril de 2021. Foram entrevistados 2.000 brasileiros das classes A, B e C, com acesso à internet. É importante ressaltar que a margem de erro é de dois pontos percentuais.   

A boa aceitação do Pix já era de se imaginar, principalmente porque somente no primeiro dia foram movimentados quase R$780 milhões em duas milhões de transações realizadas.

Além disso, nas semanas seguintes do lançamento oficial do Pix, em novembro, uma pesquisa parecida do C6 Bank apontava que 60% dos brasileiros consideravam esse meio de pagamento melhor do que o TED e o DOC.

Desde então, o novo sistema de pagamentos vem surpreendendo todos os especialistas. Isso porque o Pix ultrapassou os 87 milhões de usuários cadastrados, tanto entre pessoas físicas quanto jurídicas.

Transações por Pix cresceu em 148% no primeiro trimestre de 2021

De acordo com o Banco Central, o número de transações de pessoa física para pessoa jurídica cresceu 148% somente no primeiro trimestre deste ano. Para se ter uma ideia, em janeiro foram 14,1 milhões de operações contra 35 milhões em março.

E ainda há espaço para que o Pix continue crescendo. Por esse motivo, o próprio Banco Central já divulgou algumas novidades, da nova forma de pagamento, que serão implementadas ainda neste ano.

Além disso, outra informação que a pesquisa trouxe foi que 77% das operações de Pix ocorrem entre pessoas. Enquanto somente 11% envolvem transferências de pessoas para empresas. 

Mãos segurando celular com tela do Pix
O Pix tem ganhando cada vez mais espaço no coração dos brasileiros

A porcentagem mais baixa entre pessoas e empresas pode se dar pela dificuldade que alguns estabelecimentos podem estar tendo na hora de realizar o cadastramento da empresa no Pix.

Resistência ao Pix aumenta conforme a idade

Mesmo sendo um sucesso, ainda tem quem não utilize o Pix e tenha resistência à ferramenta. Mas, esse público é caracterizado pela maior faixa etária.

Ou seja, a resistência ao Pix vai crescendo de acordo com a idade, conforme diz a pesquisa. 

O C6 Bank aponta que, por exemplo, a disposição para para adotar essa modalidade de pagamento em estabelecimentos comerciais é superior na faixa mais jovem entrevistada, que tem entre 16 e 24 anos. 

+ Descubra o que é o Pix cobrança

O banco ainda informa que, nesse grupo, o número de pessoas que usam ou querem usar o Pix é quase seis vezes maior ao número de pessoas que não desejam adotar.

Com isso, concluiu-se que a resistência aumenta de acordo com a idade. Por exemplo, na população com mais de 55 anos quem usa o Pix a relação é de dois para um. Dessa forma, a cada duas pessoas, uma não quer.

“O índice de aceitação é maior nas regiões Norte/Centro Oeste e nas cidades com até 500 mil habitantes”, disse o C6 Bank.

O que é o Pix e para que serve?

Você já utiliza o Pix? Sabe para que serve e como utilizá-lo? E quais são as suas vantagens e desvantagens? Aqui no FinanceOne você encontra todas essas informações detalhadas.

O Pix nada mais é do que uma nova ferramenta para realizar transferências e pagamentos de forma instantânea. Agora, sem esperar dia útil ou horário comercial. É a qualquer momento e de qualquer lugar.

Você poderá usar quatro chaves diferentes:

  • e-mail;
  • número do celular;
  • CNPJ ou CPF;
  • combinações numéricas aleatórias.

Mas, você deve escolher apenas uma das quatro opções para cada conta bancária sua.

Quer saber mais sobre o Pix? Acesse a aba de notícias do FinanceOne e navegue para ficar bem informado. Afinal, dá para pagar o Simples Nacional e movimentar o Auxílio Emergencial. Confira!

Separação: saiba como organizar as finanças para o divórcio

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Documento de casamento sendo cortado por uma tesoura

Um desafio pelo qual muitas pessoas passam é organizar as finanças para o divórcio. Esse pode ser um processo delicado e cansativo.

Mas é preciso um bom planejamento para não bagunçar a vida financeira de nenhuma das partes envolvidas. Afinal, são anos ou meses dividindo tudo, inclusive o dinheiro, e lidando com esses assuntos de forma conjunta.

Além disso, podem existir outros aspectos a serem considerados. Em alguns casos, uma das pessoas pode não ter renda própria, por exemplo. Ou o casal mantinha um nível de vida que não será mais possível.

São diversas as situações que podem englobar a situação, pela qual ninguém planeja passar. Mas ela é uma realidade de milhares de casais brasileiros. Por isso é importante falar sobre o assunto.

Casal organizando as finanças para o divórcio
Saiba organizar as finanças para o divórcio

Como organizar as finanças para o divórcio?

Neste momento delicado é importante ter alguns cuidados em mente. Pense que, se não cuidar das finanças para o divórcio, uma crise financeira pode tornar o momento ainda mais doloroso.

Confira algumas dicas para se organizar financeiramente na separação!

Divisão de bens no divórcio

Este, provavelmente, é um dos primeiros assuntos que vem à mente quando o casal decide se divorciar. Entender o tipo de divisão de bens acordado no matrimônio é fundamental.

Também converse com o seu ex companheiro ou companheira, seja pessoalmente ou por meio de um advogado. Vocês podem chegar a acordos amigáveis sobre a divisão.

Terá que pagar alguma pensão? Ficou com o cachorro e vai arcar com todas as despesas do pet? Vai pagar algum valor referente à partilha da casa, por exemplo?

Responder a essas perguntas e colocar todos esses gastos no papel é fundamental. Se vocês possuíam uma conta bancária conjunta, o melhor é cancelar.

Dívidas do casal

Durante o tempo juntos os ex companheiros podem ter adquirido dívidas em conjunto. E quanto antes elas forem pagas, melhor.

Ao decidirem pelo divórcio, façam as contas, descubram quanto falta em dinheiro para quitar o débito e entrem em um acordo. Se ambos se esforçarem para ter parte do dinheiro à vista, poderão conseguir bons descontos.

Repensar as despesas após o divórcio

Muitos itens devem ser avaliados para organizar as finanças para o divórcio. A casa, por exemplo, talvez não precise mais ser tão grande e você possa se mudar para um imóvel mais barato.

Outros gastos do orçamento também são inevitavelmente afetados: as compras de supermercado poderão diminuir. Mas o condomínio agora está somente por sua conta.

Esses são apenas alguns exemplos de despesas que deverão ser repensadas e remanejadas. Colocar tudo em uma planilha pode ser a melhor saída para se organizar neste novo modelo de vida.

Como fazer se você não tem fonte de renda?

Ainda é comum que, em um divórcio, uma das partes não tenha um emprego ou qualquer fonte de renda. E na maior parte dos casos são as mulheres que precisam lidar com essa questão.

Mas se a decisão foi tomada, é preciso total empenho para sair da situação de dependência e conseguir autonomia financeira.

Fonte de renda extra

Não é fácil conseguir dinheiro após o divórcio. Mas quem se vê nesta situação precisa conhecer todas as suas opções e se dedicar para ter a própria renda.

Bons negócios podem partir de algo que já sabe fazer: vender uma receita; fazer artesanatos; prestar consultoria sobre um assunto que domina. Sites de freelancer como o Workana podem servir para te ajudar nesse momento.

O importante aqui é um bom planejamento do negócio e encontrar o público alvo que vai valorizar e comprar o seu produto ou serviço.

Novo orçamento

Se você nunca trabalhou fora ou se está há muito tempo fora do mercado, provavelmente não vai conseguir de cara um salário alto. Por isso é fundamental repensar o seu orçamento.

Esse processo pode ser desafiador, principalmente se estava acostumado com um padrão mais alto de vida antes do divórcio. Mas saiba que a situação não precisa ser definitiva.

Você é capaz de construir o próprio futuro, com prosperidade. Mas até lá mantenha o pé no chão.

Não gaste além da conta para que consiga juntar uma reserva de emergência o mais rápido possível. Isso te dará tranquilidade para novos empreendimentos.

Faça bons investimentos

Não deixe seu dinheiro parado na conta corrente, pesquise e faça bons investimentos. Não apenas para ter uma reserva de emergência.

Mas também para que consiga planejar sonhos e metas. Como comprar a casa própria, viajar ou pagar um curso.

Economia doméstica

Tenha controle sobre todas as suas despesas, as contas fixas, as variáveis e a porcentagem que elas representam no seu orçamento. Não deixe de anotar para comparar os gastos.

Se eles aumentaram ou diminuíram após a separação, você talvez precise repensar alguma despesa ou mesmo cortá-la do orçamento.

Invista no seu futuro

Com o divórcio, você precisa se virar sozinho. E neste momento é extremamente importante pensar no seu futuro.

Mesmo que volte a ter um relacionamento com alguém, se sentirá muito mais seguro se for capaz de se sustentar. Por isso é importante investir no seu futuro.

Isso não se aplica, necessariamente, a apenas aplicações em fundos cambiais, bolsas, poupança etc. Mas também a investimentos em cursos, graduações, aperfeiçoamentos.

Se tiver uma profissão e for bem qualificada, poderá se garantir para o resto da vida até a aposentadoria. O mesmo vale se escolher investir em um negócio próprio.

Gostou do nosso conteúdo? Confira agora como dar entrada na pensão alimentícia.

5 motivos para você não emprestar o cartão de crédito

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mulher com um cartão de crédito e um celular na mão

Você já passou pela situação de um conhecido pedir para você emprestar o cartão de crédito? Pode ser amigo ou até mesmo família. Esse fato é bem comum entre os brasileiros.

Mas, será que é seguro emprestar o cartão de crédito?

Antes de mais nada, a resposta para essa pergunta varia, mas o importante mesmo é ser cuidadoso antes de sair emprestando o seu cartão para alguém.

Isso porque essa ajuda pode acabar saindo mais cara para você do que para a pessoa que usou.

Se a pessoa não pagar o valor que usou no seu cartão, você terá de arcar com o prejuízo.

emprestar-o-cartão-de-crédito
Cuidado na hora de emprestar o cartão de crédito pode ser fundamental

Isso não quer dizer que você não possa emprestar o cartão para o seu filho ou marido, por exemplo, para realizar alguma compra.

Todavia, cuidado quando esse pedido vem de pessoas com as quais você não tem muita intimidade, como parentes mais distantes ou até mesmo amigos.

Além disso, o risco de a pessoa não te pagar o que irá dever, se ela pede o seu cartão de crédito emprestado pode ser que esteja enfrentando problemas financeiros.

Por isso, antes de emprestar o cartão de crédito para alguém é importante pensar se você não corre riscos.

Por que não emprestar o cartão de crédito?

1) Você pode necessitar do limite do cartão

O ideal é que você sempre realize suas compras à vista para ter o orçamento controlado e evitar dívidas.

Porém, pode ser que em um determinado dia você precise utilizar o cartão de crédito para realizar uma compra ou até mesmo para uma emergência.

E se você emprestar o cartão de crédito para algum parente e/ou amigo, não terá limite suficiente para realizar sua compra. Principalmente, se o limite já estiver todo comprometido.

Nesse caso, será necessário esperar que todas as parcelas sejam quitadas para que você possa utilizar o cartão.

2) É pior do que emprestar dinheiro

Pode parecer estranho, mas a afirmação acima é verdadeira.

Isso porque quando se empresta uma determinada quantia em dinheiro, o combinado está entre você e a pessoa.

Não há a interferência de agentes financeiros, além das taxas de juros, que podem ser altas.

Lembre-se que a dívida no cartão de crédito é mais agressiva, devido aos juros. Além disso, ainda existe o risco de a pessoa não pagar o que deve e você ter de bancar a fatura.

Caso não tenha como quitar o cartão, você precisará arcar com os juros altos. E caso não pague, ainda poderá ficar com o nome sujo.

3) Você está emprestando o seu nome

Você emprestou o seu cartão de crédito e a pessoa não pagou? Isso significa que você terá de arcar com o prejuízo sozinho.

Isso porque é o seu nome que está em jogo e você não vai querer que ele pare no SPC e Serasa.

Além disso, a sua fatura irá acumular juros, seu score de crédito acabará mais baixo e com isso o seu nome ficará sujo com as instituições financeiras.

4) Cuidado com o motivo do empréstimo

Antes de emprestar o cartão de crédito para alguém, pare para pensar qual o motivo de a pessoa estar pedindo o seu cartão.

Existem diversos motivos para uma pessoa realizar esse pedido. Um deles é ela ter se descontrolado e estourado o limite do próprio cartão de crédito.

Outro motivo é que a pessoa não conseguiu fazer um cartão para ela mesma, por ter um score de crédito considerado baixo.

Por isso, é importante ficar atento!

5) Você pode acabar na malha fina

Quem realiza grandes movimentações financeiras, que não sejam compatíveis com a renda declarada, pode acabar chamando a atenção da Receita Federal.

Com isso, você terá de justificar o gasto para o órgão, e será difícil comprovar que você emprestou o cartão de crédito para outra pessoa.

Gostou do nosso conteúdo? Confira agora como negociar e reduzir juros do cartão de crédito?

Nota fiscal eletrônica: saiba como emitir e consultar pelo CPF

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imagem de uma nota fiscal

A Nota Fiscal Eletrônica, conhecida também como NF-e, pode ser emitida e consultada por todos aqueles que possuem empresa. Além disso, em alguns casos pessoas físicas também podem consultar, sem que seja necessário ter um CNPJ.

Ou seja, é possível consultar a Nota fiscal eletrônica utilizando apenas o CPF.

Quer saber mais sobre a Nota Fiscal eletrônica e como consultá-la? Continue a leitura deste texto! A seguir, explicaremos o que é uma NF-e, quem precisa emitir e como fazer para consultá-la através do CPF.

+ Qual a vantagem de colocar o CPF na nota fiscal?

O que é Nota Fiscal eletrônica?

A Nota fiscal eletrônica surgiu para substituir as notas em papéis que lotavam os ambientes das empresas e dependiam de estoque e muita organização. O novo modelo, no entanto, é um formato totalmente digital.

A NF-e, em vigor desde 2006, é utilizada para realizar transação comercial, por exemplo, a venda de um produto.

Mas além de documentar as operações de vendas, a NF-e também é responsável por acobertar as demais operações, tais como: entrada de mercadores, operações interestaduais, operações de devolução ou transferência de mercadores etc.

Por isso, quem é varejista precisa ficar atento quando se deve emitir a NF-e ou a NFC-e, já que ambas documentam as operações da venda de um produto. Em resumo, a NFC-e é usada para venda ao consumidor final, enquanto a NF-e para as demais operações.

+ Programa Nota Legal: o que é e como funciona?

Quem precisa emitir a NF-e

As pessoas físicas que prestam serviços devem ser inscritas no cadastro municipal para emitir a NFS-e. Porém,esse processo é opcional, podendo ser realizado apenas quando solicitado pelo consumidor.

Além disso, aqueles que possuem o CNPJ devem fazer a emissão de notas dos serviços prestados, seja para empresas ou órgãos públicos. 

pessoa mexendo no notebook e olhando o celular para emissão da nota fiscal eletrônica
Saiba como conseguir emitir a Nota Fiscal eletrônica através do CPF

A pessoa jurídica, no entanto, é vinculada ao Simples Nacional, no qual deve ser pago a taxa para o governo para que possam receber benefícios no futuro. Assim sendo, são obrigados a emitir a nota fiscal os seguintes grupos:

  • empresas optantes pelo SIMPLES nacional ou que utilizam o regime de lucro presumido. Que realizem atividade de transformação (a exemplo de fábricas e indústrias);
  • Empresas optantes pelo SIMPLES nacional ou que utilizam o regime de lucro presumido. Que efetuem operações de venda para pessoas físicas e jurídicas (quase em sua integralidade);
  • Contribuintes enquadrados nos códigos da Classificação Nacional de Atividades Econômicas — CNAE referidos no Apêndice XXXIV, Seção XII, ou nos Códigos de Atividade Econômica — CAEs. Que correspondam às atividades descritas pelos códigos da CNAE;
  • Estabelecimentos de contribuintes que não estejam enquadrados em nenhum dos códigos da CNAE constantes da relação do Apêndice XXXIV, ou nos Códigos de Atividade Econômica — CAEs. Que correspondam às atividades descritas pelos códigos da CNAE.

    + Nota fiscal eletrônica: como cancelar com passo a passo

Como emitir a Nota Fiscal eletrônica pelo CPF?

Agora que você já sabe o que é a NF-e, bem como quem pode emiti-la, trouxemos para você um exemplo usando o portal da Prefeitura de São Paulo.

A seguir, saiba como fazer a emissão da nota fiscal eletrônica usando o CPF.

  • Faça o login no site Nota do Milhão da prefeitura de São Paulo, utilizando o CPF e a senha criada;
  • Assim que o acesso for liberado, acesse o item “Outras informações”;
  • Após acessar a área, clique no link “Minha Empresa”, que deve conter a opção de NF-e, se a autorização foi liberada e os seguintes requisitos cumpridos: realização do registro no Cadastro de Contribuintes Mobiliários (CCM) e, além disso, possuir código de serviço válido atrelado ao registro no CCM;
  • Após esse passo, você conseguirá acessar a nota fiscal eletrônica utilizando o CPF.

Mas caso tenha alguma dúvida durante o processo, basta acessar a área de “Informações Gerais”, disponível no menu principal do site.

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KaBuM! e Banco do Brasil lançam cartão sem anuidade para gamers. Confira!

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Cartão de crédito preto KaBuM!

A loja de comércio eletrônico KaBuM!, em parceria com o Banco do Brasil, lançaram um cartão de crédito sem anuidade para gamers. A grande vantagem fica por conta dos benefícios exclusivos.

Entre as vantagens oferecidas, estão a aprovação rápida e a possibilidade de parcelamento em até 24 vezes. O que é importante para quem quer investir numa compra de valor alto.

Além disso, ele possui anuidade gratuita para quem gastar pelo menos R$100 por mês. Mas se o valor mínimo da fatura não for atingido, há cobrança de uma taxa de R$10, segundo a empresa.

Outros benefícios são: participação no programa Vai de Bisa, descontos em medicamentos, consultas e exames, descontos em cursos a distância e desconto na plataforma Catho Online.

Como solicitar?

Para solicitar o produto ou consultar é necessário acessar o site do BB ou a página exclusiva da loja.

A proposta será analisada pelo banco utilizando critérios internos e externos como, por exemplo, o score de crédito. Assim que aprovado, a versão virtual do cartão já pode ser gerada e utilizada através do aplicativo do banco.

Os clientes correntistas do Banco do Brasil utilizarão a mesma senha de 4 ou 6 dígitos usada nos demais cartões do banco. Já os não correntistas vão receber a senha do cartão através de SMS.

O desbloqueio poderá ser feito através da central de atendimento ou app.

+ Cartões de crédito sem anuidade: veja os 17 melhores

Cartão sem anuidade visa transformação digital

Cartão ninja da KaBuM
Cartão sem anuidade da KaBuM! para o público gamer e os apaixonados por tecnologia traz vários benefícios para compras na loja online

O CEO do KaBuM!, Leandro Ramos, diz que um dos objetivos do cartão sem anuidade é o de “conectar pessoas por meio da tecnologia e acelerar a transformação digital em nosso país. Notamos que uma parcela expressiva de consumidores posterga ou fraciona suas compras por falta de crédito”.

E completa: “A ideia do cartão KaBuM! surgiu para viabilizar o acesso a produtos de alta tecnologia, facilitando a aquisição dos itens que nossos clientes precisam ou desejam”.

O executivo lembra ainda que na primeira compra que o usuário fizer com o seu cartão, terá o direito de desfrutar de até 5% de cashback. Não obstante, a porcentagem de cashback pode subir para 10%, caso o cliente decida fazer parte do clube de vantagens Prime Ninja.

Vale a pena informar, igualmente, que quando o usuário parcela compras em até 12 vezes, não se cobram juros. Esses tais juros só são cobrados se, porventura, o parcelamento for em mais de 12 vezes. Ou seja, juros de 1% só a partir da 13ª parcela.

KaBuM! também cria a plataforma #TamoJuntoNesseGame

Além do cartão sem anuidade, a KaBuM!, em parceria com a Visa e o Banco do Brasil, também lançaram a plataforma #TamoJuntoNesseGame.

Ele reúne todas as informações sobre eventos de eSports apoiados pelo banco, bem como as parcerias, benefícios e descontos que os clientes têm direito.

Há ainda os benefícios oferecidos pela própria Visa, como seguros de compras, garantia estendida e aluguel de veículos. Além do acesso à plataforma Vai de Visa, com promoções e ofertas exclusivas.

KaBuM! também entra no universo GTA

A KaBuM!, em parceria com o servidor brasileiro Bahamas City, foi parar no mod de Grand Theft Auto V para PC. Assim, os players têm à disposição uma série de missões envolvendo o universo do e-commerce.

Entre elas, poder assumir a função de entregador, com direito ao transporte das icônicas caixas, por meio de vans e caminhões personalizados. O Centro de Distribuição do KaBuM! também está presente, como ponto de partida das tarefas.

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Fundo de Crédito Privado: entenda o que é e como funciona?

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Calculadora sobre a mesa com notas de 50 reais

Primeiramente, você provavelmente já escutou falar em fundo de crédito privado, mas sabe o que é e como funciona? Para começar, o fundo de crédito privado é um tipo de fundo no qual as pessoas podem investir. Além de ser uma parte relevante do patrimônio aplicado em títulos de renda fixa de empresas privadas.

O fundo de crédito privado consiste em um título de renda fixa, como qualquer outro. Além disso, possuem prazos variados. De acordo com as regras da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), se um determinado fundo tem mais de 50% do patrimônio líquido reservado para esse tipo de emissor, deve levar o nome de “crédito privado”.

Fundo de Crédito Privado
Os Fundos de Crédito Privado são o investimento ideal para investidores com o perfil conservador

Então, a rentabilidade desse tipo de crédito define-se por meio de um contrato e depende da categoria e dos tipos de fundos. Isso porque existem fundos alavancados que geralmente apresentam retornos maiores, porém o risco também é maior.

Por isso, é importante lembrar que o valor mínimo de investimento depende de cada fundo, porém já é possível adquirir cotas de fundos a partir de R$1 mil.

Além disso, os investidores que têm interesse em aplicar no fundo de crédito privado estarão emprestando o dinheiro para instituições privadas. Podendo receber juros ao longo do tempo.

Fundo de crédito privado: quem pode investir?

A princípio, você deve estar se perguntando: Quem pode investir no fundo de crédito privado? Esse tipo de investimento é indicado para quem já conhece e entende um pouco do mercado.

Isso porque é fundamental analisar a composição da carteira, além de conhecer o perfil e a tolerância a riscos.

Além disso, é importante que o investidor defina se a estratégia da aplicação será de longo ou curto prazo, dependendo da necessidade de liquidez. Portanto, esse é um ponto importante do investimento, já que afeta diretamente a rentabilidade da aplicação.

Para quem aplica no fundo de crédito privado é mais interessante que a estratégia seja de longo prazo. Isso porque se for realizada em ativos de prazos maiores, é possível trabalhar com ativos que sejam mais rentáveis.

Já a rentabilidade dos títulos de crédito privado que possui prazo de aplicação de um ou dois anos é melhor do que os prazos menores. Dessa forma, é possível alcançar um retorno maior, com um pouco mais de risco. Outro ponto importante é que exista um prazo para poder diluir esse risco.

Vantagens e desvantagens

Assim como todo investimento, o fundo de crédito privado também tem as suas vantagens e desvantagens no momento de aplicar o dinheiro. Veja quais são!

Vantagens

  • Retornos acima do mercado, acima até mesmo do CDI e de outros investimentos;
  • Os investidores podem contar com gestores profissionais para cuidar do dinheiro;
  • Quem aplica o dinheiro tem a possibilidade de diversificar, porque o fundo de crédito privado conta com diversas aplicações em renda fixa;
  • Para quem trabalha com CDBs, debêntures e letras financeiras, a liquidez do dinheiro tende a ser boa.

Desvantagens

  • Para quem investe em títulos públicos, os riscos são maiores, o que pode ser considerado uma desvantagem para os investidores que procuram segurança;
  • O fundo de crédito privado não oferece nenhuma garantia, nem cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGV);
  • – Esse tipo de investimento tem tributação do tipo “come-cotas”, cobrada a cada seis meses;
  • Possui taxas e custos de administração maiores do que nos demais investimentos. Por isso, é bom ficar atento nesses quesitos, principalmente as taxas por performances.

Os riscos de investir no fundo de crédito privado

Quem quer investir no fundo de crédito privado, deve entender que os emissores de títulos de créditos privados são avaliados por instituições especializadas em análise de risco. Essa avaliação está ligada às condições econômicas e financeiras das empresas emissoras.

Sendo assim, essas instituições recebem uma nota que traduz a capacidade de cumprir as obrigações no prazo acordado. Mas qual seria o risco ao aplicar seu dinheiro em um fundo de crédito privado?

O fundo de crédito privado pode ser visto com risco quando pensamos em inadimplência. Porém, há a possibilidade de reduzi-lo por meio da diversificação dos emissores e da análise de crédito. É importante lembrar que um bom fundo de crédito tem grande número de emissores em carteira.

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Afastamento de gestante na pandemia: veja como funciona

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Uma mulher grávida sentada no sofá com a mão na barriga e um cachorro nos pés

O presidente Jair Bolsonaro sancionou, no último dia 12, a Lei 14.151, que garante às trabalhadoras que são gestantes na pandemia o afastamento do trabalho presencial. Essa norma já foi publicada no Diário Oficial da União e já está em vigor.

Quem é gestante na pandemia poderá continuar trabalhando de casa, mas não poderá sofrer nenhum prejuízo, incluindo o valor do salário.

Este projeto de Lei é de autoria da deputada federal Perpétua Almeida (PCdoB-AC) e foi aprovado pelo Congresso Nacional no dia 15 de abril.

+ Trabalhador contaminado pelo Covid-19 pode ter FGTS liberado

Vale ressaltar, ainda, que a Lei estabelece que a empregada fique à disposição da empresa para exercer suas atividades normalmente, mas em regime de teletrabalho, trabalho remoto ou qualquer outra forma que seja à distância.

De acordo com a autora da Lei, com o avanço da pandemia no país e o aumento de casos de Covid-19, essa é uma alternativa encontrada para proteger as futuras mães e bebês da doença e complicações na gravidez.

A deputada federal Perpétua Almeida ressaltou que existe um risco maior para as empregadas gestantes, já que elas necessitam de cuidados especiais para a preservação da saúde. Além de ser preciso adotar medidas possíveis para a própria proteção e a da criança.

O que muda com o afastamento de gestante na pandemia

A principal mudança que as empresas vão encontrar com a Lei 14.151 é o afastamento de atividades presenciais de gestante durante a pandemia. Sendo assim, o regime de trabalho deverá ser feito por meio de home office.

E por quanto tempo irá durar esse afastamento da gestante na pandemia? De acordo com a Lei, a funcionária deverá permanecer neste regime de afastamento enquanto durar a emergência de saúde pública no país.

gestante com a mão na barriga e trabalhando
A partir de agora, gestante na pandemia deverá trabalhar de forma remota

Outra informação importante, é que diferentemente da redução de jornada de trabalho, as grávidas que iniciarem o trabalho remoto não poderão ter o salário reduzido em hipótese nenhuma.

Há consequências para a empresa e empregador?

A princípio, a decisão não afeta empresas e empregadores. O objetivo é poupar as gestantes do risco da contaminação e não ausentá-las do trabalho – podendo continuar as atividades à distância.

Além disso, readequar as atividades que são feitas presenciais para serem feitas de forma remota não configura nenhum ato ilícito ao contrato de trabalho.

Senadora destaca risco para a gestante na pandemia

Esta nova regra é originada pelo Projeto de Lei PL 3.932/2020, de autoria da deputada federal Perpétua Almeida (PCdoB-AC), em conjunto com outras deputadas. Vale destacar que o texto foi relatado no Senado pela senadora Nilda Gondim (MDB-PB). 

Enquanto discutia a matéria no Senado, Nilda Gondim pontuou que o avanço da pandemia no país, com ampliação considerável do número de vítimas e de ocupação de UTIs hospitalares, traz à tona a necessidade de pensar alternativas para reduzir os riscos à gestante e ao feto.

A parlamentar ainda argumentou que, atualmente, o maior risco laboral para o trabalhador é a contaminação pelo vírus da Covid-19. Além disso, as complicações são ainda maiores para as empregadas gestantes.

“A trabalhadora na referida condição, além de necessitar de cuidados especiais para a preservação de sua saúde, tem que adotar todas as medidas possíveis para a proteção da vida que carrega. Não pode, em um momento como o ora vivenciado no país, ficar exposta a esse terrível vírus, que pode ceifar a sua vida, a de seu filho, bem como arrasar o seu núcleo familiar”, disse Nilda, de acordo com a Agência Senado.

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Quanto custa ir aos EUA para tomar vacina contra a Covid-19? Confira!

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avião levantando voo para uma viagem internacional

Atualmente o principal sonho de muitas pessoas é conseguir tomar a vacina Covid-19. Porém, com o atraso na liberação para a produção e na entrega de mais doses, o calendário no Brasil mais para do que anda. 

Uma solução que alguns brasileiros estão encontrando para tomar a vacina Covid-19 é ir para os Estados Unidos. Mas será que realmente vale a pena viajar para conseguir o imunizante da doença?

É claro que viajar para o exterior não é algo barato. Com o dólar por volta dos R$5, muita gente acha que pode ser loucura fazer um bate-volta somente para tomar a vacina. Mas o desejo de tomar o imunizante pode ser maior do que o valor a ser pago.

Se esse é o seu caso, pode pegar o seu passaporte, tirar o visto e terminar de ler este artigo para saber quanto você precisará desembolsar para tomar a vacina Covid-19 nos Estados Unidos. Vamos lá?

Descubra o que é preciso para tomar a vacina Covid-19 nos EUA

Para quem deseja tomar a vacina fora do país é preciso se atentar, já que não é tão fácil entrar nos Estados Unidos. Afinal, o país não está recebendo turistas que tenham passado por alguns países, como o Brasil, há pelo menos 14 dias.

Mas existe exceção: para quem reside, de forma legal, nos EUA, alguns familiares, estudantes com visto F-1 e jornalista com visto I para imprensa. 

+ Descubra o que fazer em caso de desistência de viajar por conta do Covid-19

Porém, a população em geral precisa realizar uma quarentena de 14 dias em alguns países, como o México, Costa Rica, Equador, entre outros. E como essa quarentena é obrigatória, é importante que você separe um tempo para poder realizar essa viagem.

Digamos que você faça a quarentena no México, vamos aos valores de passagem e hospedagem:

Passagem para o México

É preciso realizar uma pesquisa para encontrar os melhores preços de passagem para o México. Mas um voo partindo da cidade de São Paulo para a Cidade do México, capital do país, custa em média R$3.500.

O valor pode variar de acordo com a companhia, dia e horário que você pretende viajar.

Hospedagem no México

O preço dos hotéis podem variar muito, já que depende da região e do nível de conforto que você deseja ter durante a viagem. É possível encontrar hotéis pequenos com diária de R$150.

Fileira com cinco malas com uma mocihila em cima de cada uma
Alguns brasileiros estão viajando para os EUA para tomar a vacina Covid-19

E para passar os 14 dias de isolamento, é necessário desembolsar por volta de R$2.100. Vale ressaltar que existem opções de hotéis que não oferecem café da manhã na hospedagem.

Ida para os EUA

Concluída a quarentena no México, o seu próximo destino será os Estados Unidos para conseguir tomar a vacina. Para isso, será preciso pegar um novo voo e desembolsar um novo investimento.

Você consegue achar voos da Cidade do México para Nova York custando entre R$1.500 e R$2 mil. Para isso, é sempre bom consultar sites de hospedagem, por exemplo, Trivago e a Tripadvisor.

Hospedagem em Nova York

Agora que você já chegou em terras americanas, vai precisar de um local para se hospedar e é imprescindível que você verifique as disponibilidades dos locais com antecedência para já ter onde ficar assim que chegar.

+ Como solicitar visto de viagem em tempo de coronavírus

Assim como em qualquer outro local, uma hospedagem na cidade de Nova York varia de acordo com as suas necessidades, características e gostos. 

Pensando nisso, é possível encontrar hotéis com diárias de R$300 e R$500. Como você vai precisar ficar por, pelo menos uma semana, para tomar as duas doses, terá que reservar, no mínimo, R$2.500 para ter uma boa estadia.

A volta para o Brasil

Após tomar a vacina, você vai querer voltar ao seu país de origem, certo? Então ainda precisa reservar também este gasto. É possível encontrar passagens saindo de Nova York para São Paulo entre R$2.100 e 2.500, no mínimo.

Gastos adicionais e total

Além de hospedagem e passagem, você ainda precisa contar com gastos adicionais. Estes, envolvem alimentação e transporte. Além disso, pode incluir nos gastos adicionais os testes que terá que fazer para comprovar que não está com Covid-19.

Se totalizar todos os gastos, um tripulante que queira embarcar nessa viagem em busca da vacina gastará de R$15 a R$20 mil, variando de acordo com o perfil do viajante. 

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