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Imposto de Renda: qual prazo para devolver auxílio emergencial?

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Celular com a tela do aplicativo da Receita Federal para informe de rendimento e restituição do Imposto de Renda

A entrega do Imposto de Renda 2021 apresentou novas regras. Entre elas, a que alguns contribuintes irão devolver o auxílio emergencial. A regra vale para quem conseguiu se recuperar economicamente e apresentou rendimentos tributáveis acima de R$22.874,76 em 2020.

Antes de mais nada, é importante lembrar que o prazo para a entrega final do Imposto de Renda foi prorrogado e se manteve para o dia 31 de maio. Ou seja, o prazo é bem curto.

Portanto, se você ainda não entregou o seu IRPF, apresse-se. Nos últimos dias de entrega, o site da Receita Federal costuma congestionar.

Além disso, quem costuma deixar para entregar a declaração de última hora normalmente recebe a restituição nos últimos lotes. A não ser que você faça parte da lista prioritária determinada pelo Governo Federal.

Com a prorrogação de entrega do Imposto de Renda para o próximo dia 31 de maio, todos os pagamentos realizados junto a essa entrega tiveram seu prazo postergado. Por isso, o prazo máximo agora para a devolução do auxílio emergencial coincide com a data final de entrega do IRPF.

De todo modo, para quem emitiu o Documento de Arrecadação de Receitas Federais (DARF) antes da atualização do programa ficou com a data de vencimento prevista para 30/04. 

Nestes casos, a Receita Federal informou que não há problema e que essas pessoas podem devolver o auxílio emergencial até o dia 31/05 normalmente, sem a cobrança de uma multa.

Essa foi uma medida do Governo para evitar o déficit econômico causado pela pandemia de covid-19, que trouxe muitos agravamentos para a população.

Segundo o Instituto Brasileiro de Economia e Estatística, atualmente o Brasil possui cerca de 13,9% da população sem emprego por conta da pandemia.

Montagem de um leão ao lado de notas de 50 e 100 reais - auxílio emergencial
Quem recebeu o auxílio emergencial terá de devolver o valor a Receita Federal. Entenda as regras.

Quem precisa devolver o auxílio emergencial?

O auxílio emergencial foi um programa criado em 2020 para ajudar a população brasileira no momento de enfrentamento à pandemia.

A princípio, o programa teve como objetivo proteger trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEI), autônomos e desempregados.

Estima-se que mais de 1 milhão de empresas tenham fechado as suas portas por conta da pandemia apenas em 2020. Esse número refletiu de forma tão grande que o número de pessoas sem ocupação chegou a 14,6% no fim de 2020.

Por isso, o auxílio emergencial foi, durante muito tempo, a única renda entre muitas famílias brasileiras que foram surpreendidas com o avanço do novo coronavírus.

O auxílio emergencial beneficiou famílias em muitos sentidos. Principalmente aqueles que conseguiram se reerguer e recuperar seus empregos, estabelecimentos e suas atividades.

Tendo noção desse aumento, o Governo Federal optou pela restituição desse valor aos cofres públicos. Essa foi, sobretudo, uma maneira até de poder continuar prestando um serviço para as pessoas que não conseguiram se reestabelecer.

O Governo Federal prorrogou o auxílio emergencial também para o fim do ano de 2020 e voltou ao serviço em abril de 2021, com algumas condições especiais, o que limitou bastante a atuação de pessoas que usaram o sistema para fraudar.

Como devolver o auxílio emergencial?

O próprio sistema do Imposto de Renda 2021 calcula os valores que precisam ser devolvidos a partir dos rendimentos declarados e gera uma DARF para que o contribuinte pague.

No entanto, se você é um dos beneficiários que já devolveram o auxílio no ano passado, basta apenas desconsiderar o DARF que o programa vai gerar.

Vale lembrar que, apesar do auxílio ser um rendimento tributável, ele não deve ser incluído no valor acima. Ou seja, quem recebeu mais de R$22.874,76 sem contar o valor do auxílio, precisa devolver o auxílio emergencial.

Gostou do nosso conteúdo? Confira as orientações para IRPF de quem recebeu o Benefício Emergencial (BEm).

Coliving: entenda o que é essa tendência urbana de moradia

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Pessoas sentadas em sofás, trabalhando

Antes de mais nada, o Coliving é uma tendência urbana de moradia que ganha cada vez mais força no Brasil. O conceito surgiu na Dinamarca nos anos 70, originalmente com o nome do cohousing.

No projeto Sættedammen, viviam 35 famílias que mantinham moradias privadas e compartilhavam espaços de convivência e atividades.

Desde refeições e limpeza de ambientes, até grupos de interesse, festas e eventos. Hoje o coliving abrange uma infinidade de possibilidades.

Ou seja, são pessoas que simplesmente vivem juntas, compartilhando o mesmo espaço físico, ou comunidades que compartilham, sobretudo valores, interesses e filosofia de vida.

Portanto, a praticidade dos tempos atuais, somada a outros fatores, como a crise, fortalece esse cenário dominado pelos princípios da economia colaborativa.

Assim, mais pessoas podem desfrutar de um bom imóvel e aproveitar as boas oportunidades dessa experiência.

coliving
O coliving é um novo conceito de moradia e se torna cada vez mais comum no Brasil

Fundamentos do Coliving

Primeiramente, com base em seu significado, os fundamentos do coliving têm como principais pontos:

  • Viver em comunidade e buscar harmonia;
  • Construir um ambiente que possibilite trocas de experiências e aprendizados;
  • Reduzir o consumo para maneiras colaborativas e sustentáveis;
  • Aproveitar recursos naturais.

Em outras palavras, o coliving é direcionado para um público mais jovem.

Principalmente, aqueles que querem conhecer diferentes pessoas e modos de vida, viver em um espaço mais sustentável e usar os recursos de maneira inteligente.

Tipos de coliving

1 – Roam

Neste tipo, você paga pelo aluguel de um quarto que pode ser desfrutado em diferentes partes do mundo. Contudo, todos ligados à empreiteira proprietária.

2 – República

Talvez a forma mais conhecida no Brasil. Ela se limita a estudantes e pode contar com a presença do proprietário no imóvel.

3 – Flatsharing

Pessoas de origens e finalidades diferentes se juntam em uma casa sem a presença do proprietário, tendo maior autonomia.

Das três modalidades acima, o flatsharing, que é equivalente ao cohousing, é o que tem mais chamado atenção.

Justamente pelo nomadismo digital das gerações mais jovens, entre os 20 e 30 anos, e que têm uma relação menos fixa com trabalho e moradia.

Quais as vantagens do coliving?

Morar com pessoas que têm atividades e estilo de vida parecidos tem inúmeras vantagens.

A primeira é fugir dos contratos de aluguel formais. Afinal, eles demandam uma situação financeira bastante estável e até mesmo vantajosa, dependendo da cidade.

Agências costumam ser ainda mais exigentes com relação aos seus inquilinos. Isso pode tornar a tarefa de alugar um apartamento praticamente impossível em algumas situações.

Por outro lado, criar um coliving também pode trazer inúmeras vantagens.

Uma delas é que você terá um espaço comum com um grupo de amigos, bem como com pessoas que compartilham interesses e estilo de vida com você.

É possível, assim, elaborar em conjunto as bases do que vocês esperam de um novo lar.

Morar com outros profissionais também têm vantagens. Afinal, são pessoas com o mesmo ritmo e estilo de vida que você e possivelmente com outros pontos em comum.

Então, isso dará a oportunidade de viver experiências enriquecedoras e dividir sua rotina com pessoas que têm a ver com você.

Nas grandes cidades, já existem espaços de “coworking”. Neles,  pessoas alugam espaços para trabalharem juntas, e a extensão dessa ideia à vida pessoal pode criar bons espaços de moradia colaborativos, onde colegas de trabalho moram juntos.

Caso as outras pessoas sejam conhecidas, é ainda melhor: elaborar a dinâmica da vida em grupo e as responsabilidades de cada um fica ainda mais simples.

Gostou do nosso conteúdo? Confira agora dicas financeiras para morar com amigos.

Saiba como funciona a lei da oferta e da procura

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Homem empilhando pequenos blocos de madeira que formam um desenho de setas

Quem é estudioso sobre as relações econômicas, principalmente sobre as criptomoedas, já deve ter se deparado com o termo Lei da Oferta e da Procura. Essa é uma máxima relacionada a quantidade e disponibilidade de um bem.

Conceitualmente, a lei da oferta e da procura diz que, quanto menor o preço, maior a quantidade de consumidores procurando no mercado.

Nesse sentido, os consumidores procuram no mercado os produtos e serviços que desejam. Enquanto isso, as empresas existentes ofertam esses mesmos produtos.

A oferta depende do preço, da quantidade, da tecnologia utilizada na fabricação, entre outras coisas relacionadas aos produtos e serviços.

A procura é influenciada pela preferência do consumidor final, a compatibilidade entre preço e qualidade e a facilidade de compra do produto.

Blocos com setas para cima, indicando a lei da oferta e da procura
A Lei da Oferta e da Procura é um instrumento muito utilizado para a mensuração de preços

Entendendo melhor a Lei da Oferta e da Procura:

Antes de tudo, a prioridade é o entendimento dos agentes que mexem com toda a estrutura dessa teoria. São eles:

  • Mercado: Que é o local onde as empresas ofertam seus produtos aos consumidores;
  • Oferta: Que é quando as empresas oferecem produtos ao mercado;
  • Procura: Que é quando os clientes querem comprar e consumir produtos.

A partir disso, é possível entender a partir de exemplos. Vamos a eles?

Oferta:

  • Quando a oferta aumenta, o preço diminui.
  • Quando a oferta diminui, o preço aumenta.

Por exemplo, no início da pandemia, houve um aumento da demanda de álcool em gel para a população brasileira. Com o déficit na produção, o preço dos produtos que sobraram nas prateleiras aumentou e muito.

Foi possível encontrar um pote de álcool em gel por mais de R$50. Afinal, houve uma saga atrás de um produto que não estava disponível no mercado.

Procura:

  • Quando a demanda aumenta, o preço aumenta.
  • Quando a demanda diminui, o preço também diminui.

Vamos continuar com o mesmo exemplo do álcool em gel. Conforme acompanhamos, passado o sufoco inicial para adquirir esse produto, as fábricas aumentaram a produção. Teve até empreendedor que começou a produzir álcool em gel nessa crise.

Em contrapartida, o preço do álcool em gel depois de alguns meses se estabilizou. Isso porque, a demanda se estabilizou e diminuiu.

O que é a variação de preços?

Como no caso que explicamos acima, a variação de preço é um dos fatores que mais marcam a Lei e Oferta e Procura.

Os preços tendem a variar por vários fatores. No entanto, quando muitas pessoas querem o mesmo produto, os preços tendem a aumentar.

Isso acontece porque os fabricantes sabem que o consumidor estará disposto a pagar mais dinheiro por um mesmo produto, se for difícil encontrá-lo.

Do mesmo modo, quando ninguém deseja comprar determinado produto, o preço tende a diminuir, pois somente assim, o fabricante poderá vendê-lo.

E a Lei de Oferta e da Procura para as criptomoedas?

Quem é antenado no assunto de criptomoedas, já sabe que a Lei de Oferta e da Procura não é novidade. Em suma, porque, esse conceito é o que autorregula o valor em dinheiro desse tipo de investimento.

Diferentemente das moedas físicas com o Real e o Dólar, que são reguladas de acordo com a exportação, comércio e política, as criptomoedas oscilam conforme a procura e a demanda de compra.

Um exemplo clássico é o Bitcoin, a criptomoeda mais valiosa do mercado. Atualmente, 1 bitcoin vale em torno de R$260 mil de acordo com o CoinMarketCap. Seu valor é alto, porque o criador do Bitcoin determinou que existiria um limite de bitcoins nos blockchains.

Já a Dogecoin, quarta criptomoeda mais valiosa, possui 1 dogecoin custando atualmente R$2,60. Nesse sentido, seu valor é baixo porque o criador determinou que seu estoque se renovaria a cada mês. Ou seja, nunca haverá uma escassez de dogecoin no mercado de criptomoedas.

Por fim, esse é um assunto que entendendo com exemplos, fica mais fácil de entrar na cabeça.

Gostou do nosso conteúdo? Confira agora motivos para investir em Bitcoin em 2021.

Ethereum rompe US$ 3 mil: confira como iniciar investimento no cripto

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Carrinho de compras carregando várias criptomoedas

Pela primeira vez a Ethereum (ETH) rompeu a barreira de US$3 mil de valorização no início do mês de maio de 2021. Atualmente, a criptomoeda já está avaliada em US$3.145,55, o equivalente a cerca de R$17 mil.

Para se ter uma ideia, a Ethereum foi cotada em US$739,37 somente no primeiro dia de 2021. O ETH já acumula ganhos de 325,4% em 2021. Além disso, a moeda digital, que é a segunda maior do mercado de cripto ativos depois do Bitcoin, a valorização em 2020 passou de 1.400%.

E qual o motivo da alta da criptomoeda? A explicação está no boom dos NFTs, as artes digitais realizadas para serem únicas e criptografadas. Além das finanças descentralizadas (DeFi), que oferecem empréstimos, negociações e fazem transações de criptomoedas sem a necessidade de intermediários.

+ Aprenda a investir em criptomoedas na Bolsa de Valores

Isso tudo contribuiu para o crescimento da Ethereum durante esse último ano e agora em 2021.

E com o Bitcoin acima de US$57 mil, o ETH pode ser uma boa opção para quem está começando a investir no mercado de criptomoedas. Os analistas do mercado avaliam que o Ethereum ainda pode valorizar ainda mais durante o ano.

O que é a criptomoeda Ethereum?

Para quem não sabe, o Ethereum é uma plataforma descentralizada, que foi criada em 2013. O ETH tem o mesmo princípio de blockchain do Bitcoin (BTC), sendo a sua moeda digital chamada Ether (ETH).

Ele possui um código aberto e opera de forma descentralizada. Sendo assim, não existe nenhuma entidade ou indivíduo sozinho que a controle. As operações são realizadas por milhares de computadores espalhados pelo mundo, que mantêm a rede funcionando 24 horas por dia.

Bitcoin e Ethereum
Após o Bitcoin, o Ethereum é a moeda digital mais procurada do mercado

Vale ressaltar que a criptomoeda é uma plataforma programável, o que acaba permitindo que os usuários criem novas aplicações que vão além das transações financeiras.

Descubra como investir no Ethereum

Quem desjeja aproveitar o bom momento e quer investir no ETH, saiba que é preciso comprar algumas moedas digitais. Também é necessário ter uma carteira de criptomoedas para armazená-las. 

Lembre-se que as bolsas de criptomoedas de melhor qualidade oferecerão carteiras cripto integradas e gratuitas para armazenar sua Ethereum e outras moedas.

+ Conheça as criptomoedas promissoras para 2021

Essa bolsa te ajuda a avaliar quando é o melhor momento para comprar ou vender o Ethereum. Quer saber como começar a investir? Confira o passo a passo:

1º passo: escolha uma bolsa de criptomoedas para chamar de sua;

2º passo: registre uma conta;

3º passo: comece comprando Ethereum pode ser por transferência bancária, cartão de crédito e/ou débito ou realizando a troca de Bitcoin ou outra criptomoeda;

4º passo: a plataforma trocará seus fundos pelo valor definido de Ethereum;

5º passo: com o Ethereum na sua carteira, você já poderá monitorar o seu investimento, acompanhando o preço da ETH e as tendências do mercado;

6º passo: quando estiver pronto para lucrar, venda ou troque sua Ethereum.

Como comprar e vender Ethereum?

Assim como as demais, a Ethereum é uma criptomoeda que já encontra-se disponível para negociação nas mais conhecidas e principais corretoras, ou exchanges como muitos conhecem – sendo brasileiras e internacionais.

É possível comprar a moeda Ethereum através dos seguintes passos:

  1. Abra uma conta em uma corretora;
  2. Faça uma transferência bancária para essa corretora;
  3. Acesse o sistema dessa mesma corretora;
  4. Agora escolha a criptomoeda que vai negociar, neste caso a Ethereum;
  5. Confira e analise o livro de ofertas de compra e venda;
  6. Por fim, envie uma ordem para comprar a quantidade de ETH desejada.

Vale a pena investir em Ethereum?

Para você saber se vale ou não a pena investir em Ethereum é preciso avaliar o seu perfil de investidor e a sua necessidade, bem como as características que você procura na moeda digital.

Um ponto importante a se levar em consideração é o preço da ETH, que já é bem mais acessível do que o próprio Bitcoin, a criptomoeda mais famosa e tradicional. É possível comprá-la com a ajuda de uma bolsa de criptomoedas.

Investir em Ethereum é seguro?

A resposta para essa pergunta é sim! Mas para este ‘sim’ é preciso ter cautela, já que todo o investimento envolve algum tipo de risco. É muito importante, portanto, que o investidor arrisque investir apenas naquilo que ele possa subsidiar e se sinta seguro.

É importante também conhecer, estudar e estar por dentro do mercado financeiro. Até porque alguns investimentos podem ser sensíveis ao desempenho do próprio mercado de ações – mesmo que menos voláteis.

Este conteúdo te ajudou? Então compartilhe com alguém que precisa dessas informações para investir na moeda digital. Para complementar a sua leitura, confira se o Bitcoin pode perder espaço para o Ethereum.

Confira as 15 doenças que dão direito a aposentadoria por invalidez

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Fachada da sede da Previdência Social

Você sabia que existem doenças que dão direito o auxílio-doença e aposentadoria por invalidez pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS)?

Para ser autorizado na modalidade, o segurado deve cumprir os requisitos de avaliação da perícia médica do INSS, como ter sido acometido por alguma doença grave que o impeça de trabalhar.

Lembrando que a análise da situação do segurado não é definitiva, devendo ser realizada a cada dois anos.

Dessa forma, há situações em que a aposentadoria por invalidez pode ser cancelada, como em caso de falecimento, quem volta a trabalhar ou recupera a capacidade de exercer as funções laborais.

Contudo, vale destacar que o auxílio-doença é um benefício destinado ao trabalhador que se encontra incapacitado temporariamente e seja segurado do INSS.

Já a aposentadoria por invalidez é direcionado para aqueles que se encontram permanentemente incapazes de exercer qualquer atividade laborativa e também não consigam ser reabilitados em outra profissão.

Doenças que dão direito ao auxílio-doença e aposentadoria por invalidez

Existem 15 doenças que garantem o direito de receber ao auxílio-doença e aposentadoria por invalidez sem a carência que geralmente é necessária para conseguir o benefício. São elas:

  • Doença de Parkinson;
  • Tuberculose ativa;
  • Alienação mental;
  • Cegueira;
  • Nefropatia grave;
  • Síndrome da deficiência imunológica adquirida (AIDS);
  • Esclerose múltipla;
  • Hanseníase;
  • Hepatopatia grave;
  • Espondiloartrose anquilosante;
  • Estado avançado de osteíte deformante (doença de paget);
  • Paralisia incapacitante e irreversível;
  • Neoplastia grave;
  • Cardiopatia grave;
  • Contaminação por radiação, com base em conclusão da medicina especializada.

Entretanto, é válido ressaltar que, além destas doenças, outras podem garantir o direito à aposentadoria por invalidez. Isso porque, caso a caso, há gravidades diferentes de problemas de saúde.

Neste cenário, é importante o contribuinte solicitar ajuda de um advogado para facilitar o processo da aposentadoria.

+ Como se aposentar por invalidez sendo MEI?

Quem tem direito a Aposentadoria por Invalidez? 

A aposentadoria por invalidez atualmente é conhecida como aposentadoria por incapacidade permanente, ela é um benefício destinado ao segurado do INSS que se encontra total e permanentemente incapaz para atividades laborais. 

É preciso que a incapacidade impeça o segurado de reabilitação em outro cargo ou emprego. 

Requisitos para esta aposentadoria:

  • Ter a incapacidade total e permanente devidamente comprovada através de uma perícia médica feita no INSS;
  • Cumprir uma carência mínima de 12 meses (para os trabalhadores do INSS);
  • Estar trabalhando no serviço público ou contribuindo para a Previdência Social no momento em que ocorreu a incapacidade ou estar no período de qualidade de segurado, no caso dos segurados do INSS.
carteira de trabalho
A aposentadoria por invalidez é um benefício INSS direcionado ao trabalhador incapacitado para exercer qualquer atividade

Situações que não é necessário cumprir a carência do INSS

Caso você é um segurado do INSS, existem três situações que não exigem a comprovação do período mínimo de carência de 12 meses:

  • No caso de acidente de qualquer natureza;
  • Na situação de acidentes ou doenças no emprego;
  • Quando você é afetado por uma doença grave, irreversível e incapacitante, listada pelo Ministério da Saúde e do Trabalho e da Previdência como doença grave, irreversível e incapacitante.

Como solicitar?

É preciso efetuar um requerimento pelo portal Meu INSS. O segurado passará por uma nova avaliação médico-pericial do INSS para avaliação da necessidade de valor adicional.

O cidadão pode solicitar a presença de um acompanhante durante a realização da perícia.

Para isso, é necessário preencher um formulário e levá-lo no dia da perícia. O pedido será analisado pelo perito médico e poderá ser negado, com a devida fundamentação.

Quando o benefício pode ser cancelado?

Toda pessoa que recebe auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez, precisa sempre estar atento às causas que levam ao cancelamento do seu benefício. Veja em quais situações podem acontecer:

  • Segurado que volta a trabalhar;
  • No caso de falecimento;
  • Assim que recuperar a capacidade para o trabalho.

Gostou do artigo? Confira como funciona o cálculo para aposentadoria

Já pensou em trabalhar em um cruzeiro? Veja onde conseguir oportunidade

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Como viajar com cruzeiros baratos?
A opção de cruzeiros baratos geralmente inclui os roteiros de 3 a 4 noites, com paradas nos portos nacionais

O seu sonho sempre foi trabalhar em um cruzeiro? Então essa pode ser a sua chance de conseguir uma oportunidade, já que a temporada 2021/2022 já está prevista.

Isso porque o setor de cruzeiros planeja sua retomada em águas nacionais, após embarcações terem sido suspensas em função da pandemia da Covid-19. A previsão é de que a próxima temporada tenha início no segundo semestre.

Inclusive, já há um prazo mais concreto. Ela poderá começar no dia 31 de outubro de 2021 e terminar em 19 de abril de 2022. Estão previstas, por ora, sete embarcações, com aproximadamente 566 mil leitos.

Este novo número equivale a aproximadamente 36 mil a mais do que a temporada de 2019/2020.

cruzeiro grande e decorado
A opção de cruzeiros baratos geralmente inclui os roteiros de 3 a 4 noites, com paradas nos portos nacionais

Os navios previstos para a nova temporada são:

  • MSC Orchestra (3.223 leitos);
  • MSC Preziosa (4.325 leitos);
  • Costa Toscana (6,554 leitos);
  • MSC Seaside (5.429 leitos);
  • Costa Favolosa (3.800 leitos);
  • MSC Sinfonia (2.679 leitos); e
  • MSC Splendida (4.363 leitos).

A expectativa é que essas embarcações realizem cerca de 129 roteiros pelo Brasil, além de outros países, como Argentina e Uruguai.

Também estão previstas mais de 500 escalas em vários destinos. Entre eles, Rio de Janeiro, Santos, Salvador, Angra dos Reis, Balneário Camboriú, Búzios, Cabo Frio, Fortaleza, Ilha Grande, Ilhabela, Ilhéus, Itajaí, Maceió, Porto Belo, Recife e Ubatuba.

Dicas para trabalhar em um cruzeiro

Você sonha em trabalhar e ter a oportunidade de conhecer diversos destinos do Brasil do Mundo? Ao trabalhar em um cruzeiro, você consegue unir tudo isso!

No Brasil, há uma lei chamada Lei da Cabotagem, que abre essa oportunidade.

Ela determina que qualquer navio que navegue em águas brasileiras por um período acima de 29 dias, tenha 25% do total de sua tripulação de brasileiros.

Isso significa que em um navio com 1.200 tripulantes, 300 devem ser obrigatoriamente brasileiros caso o navio permaneça no Brasil por 30 dias ou mais.

É justamente essa lei que abre as portas para muitos que querem embarcar. E estão preparados para enfrentar os novos desafios que vêm pela frente.

O que você precisa para conseguir uma vaga?

Você quer mesmo uma vaga para trabalhar em um cruzeiro? O FinanceOne separou algumas dicas para te ajudar nessa missão. Confira!

1 – Inglês fluente

Mesmo que você só pense em fazer temporada brasileira, não há nenhuma companhia de cruzeiro no mundo que contrate sem saber falar inglês. E no mínimo intermediário-avançado.

É necessário compreender o que está sendo dito e conseguir responder. O nível de fluência, por isso, vai ser um fator decisivo caso você queira trabalhar em um cruzeiro.

Tenha em mente, portanto, que saber falar outras línguas além do inglês é um bônus. No entanto, não adianta falar alemão se não souber falar inglês.

2 – Documentos em dia

Para trabalhar em um cruzeiro também é preciso ter o passaporte em dia e de preferência com validade com o mínimo de dois ano. Também é recomendado atualizar a sua carteira de vacinação.

3 – Currículo em inglês

Você também deve ter o seu currículo atualizado e formatado em inglês. Não deve de maneira alguma enviar currículos em português para agências e/ou companhias.

Afinal, além do seu contato ser ignorado, é capaz do seu e-mail ser bloqueado para sempre.

Onde conseguir oportunidade de emprego a bordo?

Existem duas opções para trabalhar em um cruzeiro:

1 – Fazer o processo seletivo por si mesmo;
2 – Se candidatar em uma das agências que recrutam candidatos brasileiros.

No entanto, nada impede que você faça o processo seletivo de todas as companhias ao mesmo tempo.

Tenha em mente, contudo, que algumas companhias não contratam caso você já esteja ligado à uma agência e vice-versa.

Esse conteúdo te ajudou? Então compartilhe nas redes sociais com outras pessoas para que elas também possam realizar o sonho de trabalhar em um cruzeiro de navio.

Autenticação de dois fatores: veja como deixar a conta mais segura

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Ícone do mouse selecionando link SECURITY

Se você é uma pessoa preocupada com a segurança das suas informações, certamente já ouviu falar sobre autenticação de dois fatores, 2FA ou verificação em duas etapas.

Todos esses nomes são para a mesma coisa: uma ferramenta capaz de reforçar quem tem acesso dentro das suas contas na internet, como no GmailFacebook ou Microsoft.

A seguir, falaremos mais sobre a autenticação de dois fatores e como usá-la para proteger ainda mais as suas contas. Boa leitura!

O que é autenticação de dois fatores?

A autenticação de dois fatores é um método em que o usuário só consegue acessar a conta após apresentar “duas provas” de que o próprio está entrando – e não um estranho, por exemplo.

Essa verificação para provar que é você quem está acessando sua própria conta serve como uma proteção extra. Ou seja, a primeira linha de defesa é a senha e, por isso, ela precisa ser uma senha difícil para não ser descoberta.

No entanto, mesmo se ela for comprometida de alguma forma, aí entra a verificação (segunda etapa) para barrar a invasão de algum hacker, por exemplo.

+ Dicas de segurança: aplicativo de banco é seguro?
+ Seu celular foi roubado? Veja como proteger aplicativos financeiros

Como funciona a autenticação?

Como falamos acima, a autenticação também pode ser chamada de 2FA (two-factor authentication, sigla em inglês para o termo) e funciona da seguinte maneira: a pessoa cadastra primeiro a senha.

A segunda verificação, no entanto, é um outro tipo de código. Esse código pode ser gerado através de mais uma senha, biometria, e-mail ou qualquer outro código que somente o verdadeiro usuário tenha acesso.

É o caso do Google Authenticator, por exemplo. Este aplicativo gera códigos aleatórios que expiram após alguns segundos.

Desta maneira, se você sincronizar uma conta a ele, quando precisar acessá-la basta abrir o aplicativo, copiar o código e aplicar na conta que deseja ter acesso.

pessoa mexendo no notebook e olhando o celular para autenticação de dois fatores
Autenticação de dois fatores é muito importante para proteger contas. Saiba como utilizar essa verificação

Quais são os tipos de verificação em duas etapas?

Existem alguns formatos de autenticação de dois fatores. São eles:

  • Aplicativo: os aplicativos geram códigos únicos e com vida útil curta no próprio celular. Para isso, é essencial baixar o app somente das lojas oficiais de cada sistema operacional.
  • SMS ou Ligação: algumas empresas enviam um código por SMS ou fazem ligação para informar o código de segurança.
  • Característica física: é a parte de biometria da digital, leitura facial e comando de voz. Todos esses identificadores podem ser usados como autenticação de dois fatores.

Por que usar a verificação de dois fatores é seguro?

Em um relatório divulgado em 2019, a Microsoft revelou que recebe cerca de 300 milhões de tentativas fraudulentas de acesso em seus serviços. Ou seja, senhas podem ser quebradas.

No entanto, muitas pessoas negligenciam a autenticação de dois fatores por ela deixar o acesso mais burocrático, já que, na prática, você acaba precisando ter que colocar duas senhas.

Para dar uma ideia, o mesmo relatório da Microsoft diz que 99,9% dos ataques poderiam ser evitados com o uso da verificação de dois fatores.

Vale lembrar, porém, que esse tipo de autenticação não protege contra golpes nos quais a vítima é induzida a passar todas as suas informações, como o caso de fraude com cartão de crédito, por exemplo.

+ Veja os golpes com cartão de crédito mais comuns

Como usar e ativar a autenticação de dois fatores?

Muitas empresas já oferecem a autenticação de dois fatores, incluindo as citadas neste texto. De modo geral, o usuário precisa acessar a parte de configurações e buscar, na parte de privacidade ou segurança, o item como autenticação de dois fatores.

Lembre-se que pode aparecer como 2FA ou verificação, além de outros termos similares. Depois da ativação para proteção adicional, o usuário é obrigado a digitar um código extra, normalmente de seis dígitos.

Gostou do nosso texto? Acha que ele pode ser útil para alguém? Então compartilhe em suas redes sociais. Assim, você ajuda seus amigos a entenderem a importância da autenticação de dois fatores.

Auxílio emergencial gaúcho: como funciona e quem tem direito?

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Uma nota de 100 reais e outra de 50 reais

A consulta para saber quem terá direito ao auxílio emergencial gaúcho já está aberta. Em vídeo divulgado nas redes sociais, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, informou que mulheres chefes de família serão as primeiras a receber o auxílio.

O novo benefício teve sanção em 12 de abril, por meio da Lei nº 15.604, aprovado por unanimidade na Assembleia. O auxílio do RS procura atender os setores mais afetados pelas restrições de circulação impostas pelo coronavírus – alojamento, alimentação e eventos, além do já citado grupo das mulheres.

Auxílio emergencial gaúcho deve chegar a 8 mil mulheres

O governo identificou 8.161 mulheres em vulnerabilidade e chefes de família que se enquadram nos critérios para receber o benefício. O pagamento será realizado via ordem de pagamento no Banrisul e terá direito quem:

  • Seja mulher chefe de família com 5 ou mais membros e seja responsável por 3 ou mais filhos;
  • Tenha renda per capita familiar de até R$ 89,00 mensal;
  • Não tenha recebido o auxílio emergencial do governo federal;
  • Não esteja no grupo do Bolsa Família;
  • Tenha cadastro no Cadastro Único (CadÚnico) do Governo Federal;

A data para início dos pagamentos para as mulheres chefes de família é 17 de maio. O prazo para retirada é de 90 dias. O valor total estimado para esse público soma R$6.528.800.

+ 6 formas de não depender apenas do auxílio emergencial

Outros grupos poderão receber o auxílio gaúcho

Além das mulheres chefes de família, outros grupos também poderão receber o auxílio emergencial gaúcho.

Pela proposta do governador, o auxílio emergencial do RS deve ser pago em duas parcelas de R$1 mil cada para as empresas do Simples, R$400 cada parcela para microempreendedores individuais, desempregados e R$800 em cota única para mulheres chefes de família.

De acordo com o governo Eduardo Leite, o benefício mostra a importância que o governo do Rio Grande do Sul dá às pessoas mais afetadas pela pandemia.

Veja quem terá direito ao auxílio emergencial gaúcho:

  • Empresas que, até 31 de março de 2021, estavam inscritas na Receita Estadual do Rio Grande do Sul e constem como ativas e registradas;
  • Microempreendedores Individuais (MEI) que tenham sede no Rio Grande do Sul;
  • Homens ou mulheres que, entre 19 de março de 2020 e 31 de março de 2021, tenham perdido o vínculo formal de emprego com setores de alojamento ou alimentação. Além disso, não podem ter recebido, em março de 2021, seguro-desemprego ou benefício do INSS.

Para este grupo de beneficiados, as informações sobre cadastro e formas de receber os pagamentos serão divulgadas ao longo do mês de maio, segundo o governo do Rio Grande do Sul.

Ainda de acordo com o governo gaúcho, o auxílio beneficiará 19.458 empresas do Simples Gaúcho, 58.410 microempreendedores individuais, 18.530 desempregados e 8.161 famílias em situação de vulnerabilidade (mulheres chefes de família).

várias notas de reais espalhadas com moedas para auxílio emergencial gaúcho
Auxílio emergencial gaúcho: pagamento do benefício começa pelo grupo das mães chefes de família

Como consultar o auxílio do Rio Grande do Sul

A consulta para verificar o direito ao auxílio emergencial gaúcho já pode ser realizada. No total, cerca de R$107 milhões devem ser destinados pelo governo do Estado para financiar a ajuda.

Com pagamentos previstos para serem iniciados a partir da segunda-feira, 17, o governo divulgou que a consulta deve ser feita através do número do CPF do benefício, na página destinada ao auxílio emergencial gaúcho.

Além do Rio Grande do Sul, outros Estados também se mobilizaram para oferecer um auxílio a população devido à pandemia do coronavírus. Estes, funcionam de maneira complementar e independente do Governo Federal, ou seja, dependendo das regras, talvez até dê para usufruir dos dois ao mesmo tempo.

Este conteúdo foi útil para você? Então compartilhe com alguém que possa se enquadrar nos critérios para receber o benefício.

Confira 5 opções de aplicativos para aumentar a produtividade no trabalho

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Mão segurando celular com apps

Você tem dificuldades em manter ou aumentar a produtividade no trabalho? Existem apps que podem facilitar a sua vida no trabalho. As plataformas se tornaram uma estratégia indispensável para ajudar na rotina.

Em primeiro lugar, esses aplicativos têm como objetivo melhorar a sua rotina tanto dentro quanto fora do ambiente de trabalho.

Quer aumentar a produtividade no trabalho mas não sabe como? Separamos alguns apps que irão te ajudar.

Mão abrindo apps na tela de um celular
Ter aplicativos de produtividade vão te ajudar a manter focado na rotina de trabalho

1) Spark

Antes de mais nada, se você tem problemas para administrar a quantidade de e-mails que recebe e não consegue responder todos, o Spark Mail pode te ajudar. 

Ele é um app, que irá te ajudar a mudar a maneira como você se relaciona com o seu e-mail. Por isso, a plataforma funciona com os principais provedores de e-mail e até com uma conta personalizada, que utiliza a sua própria URL.

O Spark categoriza os e-mails por prioridade, permitindo que você agende a entrega de mensagens. Além de responder automaticamente às solicitações mais comuns que recebe. Ele também sincroniza os seus compromissos e reuniões com o seu app de calendário.

Ele ainda tem uma interface que prioriza a agilidade, oferecendo atalhos customizados para você se organizar melhor. E com um único movimento do dedo é possível arquivar mensagens e colocá-las como destaque.

2) Freedom

Tem momentos que a dificuldade de se concentrar atrapalha aumentar a produtividade, certo? O Freedom reduz as distrações que as pessoas enfrentam no dia a dia por períodos determinados pelo próprio usuário.

Caso queira se concentrar em uma tarefa por uma hora, marque no timer esse intervalo de tempo ou agende-o no seu cronograma semanal para que a ferramenta impeça as distrações ao longo do tempo.

Então, a plataforma se encarrega de bloquear sites e notificações em todos os dispositivos que estiver instalados e impedirá que você se distraia do trabalho. Ou seja, é uma ótima plataforma para realizar a sua gestão de tempo.

O app está disponível tanto para Android quanto para iOS. 

3) Trello

Já reparou que o Trello aparece em quase todas as listas de melhores apps para organização?

E isso faz com que ele seja, sobretudo, uma das principais ferramentas disponíveis para esse objetivo, sendo conhecido e querido pela maioria dos profissionais.

Para quem ainda não conhece, o Trello é um organizador de tarefas, que pode ser utilizado de forma individual ou coletiva. Isso porque é possível criar diversos quadros e convidar amigos variados para ingressar nele.

Em cada quadro, você consegue adicionar listas e colocar cards com tarefas variadas. Dentro deles, é possível adicionar descrição, colocar data para entrega, checklist, adicionar emoji e marcação, entre outras opções.

Portanto, o Trello é uma excelente ferramenta corporativa e pessoal que lhe permite maior produtividade no trabalho.

Com ele, suas tarefas ficam mais organizadas e visíveis, permitindo que você não as esqueça com acúmulo de obrigações. Além disso, ele também tem aplicativo na versão mobile para iOS e Android, que envia notificações.

4) Pocket

O Pocket é realmente um amigo e que pode “salvar” sua vida. Ele foi feito para ser sincronizado com computador, celular e tablet, para que você consiga organizar tudo e ver depois em um momento mais propício.

Com ele, o usuário consegue ter uma multiplataforma para gravar links, em vídeo, texto, imagem e outros formatos, para ver mais tarde, seja em qualquer veículo ou aparelho.

Isso lhe permite visualizar os conteúdos sem que seja necessária a conexão com a internet.

5) CloudCal

No CloudCal você fica mais produtivo, pois terá mais tempo para se dedicar a você mesmo. Sim, isso que leu está certo, ele organiza as suas atividades para que você tenha tempo para realizar compromissos pessoais e de lazer.

E para que você consiga realizar tudo isso, o CloudCal organiza seus horários e atividades de forma pertinente para que você não precise se desdobrar ou não deixe de lado – pois já fica tudo agendado.

É possível sincronizar os seus compromissos registrados em outros aplicativos, como Google Calendar, Outlook, Facebook, Evernote, Trello, Meetup e Eventbrite.

Gostou dessas dicas? Então compartilhe este conteúdo e depois conte pra gente se algum desses apps te ajudou na organização e produtividade do seu trabalho.

Entenda como começar um plano de previdência privada

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idosos enchendo cofre de moeda

A previdência privada é uma opção de investimento a longo prazo e é muito utilizada para a aposentadoria. Essa é uma opção diferente do INSS, fornecido pelo Governo Federal.

Essa é uma modalidade muito procurada por pessoas que gostariam de ter uma aposentadoria mais tranquila. Afinal, muitas vezes, a aposentadoria do INSS pode não ser o suficiente para manter o padrão de vida que a pessoa levava antes, quando trabalhava.

Por isso, continue lendo e descubra tudo sobre a previdência privada.

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É possível começar uma previdência privada mesmo sendo novo!

Como fazer uma previdência privada?

Primeiramente, a aposentadoria privada é um procedimento fácil de se realizar. Algumas empresas até oferecem esse tipo de benefício para seus colaboradores. No entanto, caso o seu trabalho não possua esse tipo de investimento, opte por instituições financeiras autorizadas para abrir a sua previdência.

Nesse sentido, essas instituições serão as responsáveis pelo pagamento de uma renda para o investidor que contribuiu durante todos os anos que a aplicação esteve lá.

Essa é uma opção viável para muitos autônomos que contribuem como MEI. Sobretudo porque, a contribuição nessa modalidade é de um valor muito baixo. Então, esse é o jeito de garantir um futuro mais tranquilo.

Quando começar uma previdência privada?

À primeira vista, esse é um questionamento levantado por muitas pessoas que tem interesse nesse tipo de aposentadoria com uma estabilidade melhor.

Ainda assim, afirmamos a você que não existe uma idade para começar a investir em previdência privada. Certamente, quanto mais cedo você começar, maior é a chance de ter uma boa reserva lá na frente.

Entretanto, você também pode começar um pouco mais tarde, aplicando uma quantidade mais significativa de dinheiro.

Em ambos os casos, tudo vai depender do quanto você estiver aplicando. O lado vantajoso para quem começa cedo é que você aplicará um dinheiro que provavelmente não fará tanta falta em seu bolso.

Por outro lado, optar por investir mais tarde, quando se tem uma estabilidade financeira e um valor mais alto para aplicar também é viável. Desde que, esse valor não comprometa a sua orçamento atual, pensar na possibilidade é vantajoso.

Para realizar o saque da previdência, o investidor escolhe o que é mais conveniente. São duas opções: a renda mensal vitalícia ou o resgate total do valor.

Modalidades de previdência

Entre as previdências privadas, se destacam dois modelos: o Plano Gerador de Benefícios Livres (PGBL) e o Vida Gerador de Benefícios Livres (VGBL).

Nas duas versões, o Imposto de Renda incide apenas no resgate ou no recebimento mensal da renda. Nesse sentido, você adia o pagamento do imposto.

Entenda a diferença entre as duas modalidades.

PGBL – Plano Gerador de Benefícios Livres

Antes de mais nada, o PGBL é um plano de previdência privada que permite vantagens fiscais na declaração do Imposto de Renda. Essa é sua principal característica: dedução da contribuição do Imposto de Renda anual.

Sendo assim, ele é a opção ideal para quem é optante da declaração de ajuste anual com formulário completo.

O modelo completo de IR é recomendado para pessoas que têm mais despesas que o normal para deduzir, como gastos com plano de saúde, educação, dependentes e etc.

VGBL – Vida Gerador de Benefícios Livres

Por outro lado, o VGBL é indicado para quem permanece no modelo simplificado. Ou seja, quem possui menos deduções a fazer do IR.

Esse tipo de plano de previdência privada possui o recolhimento apenas sobre a rentabilidade do patrimônio, e não sobre o total. Então, essa incidência acontece apenas uma vez, no momento do resgate.

Além disso, no VGBL não existem limites sobre a sua contribuição. É possível ultrapassar o valor de 12% da sua renda e ter um benefício proporcional.

Por fim, essas são boas opções para quem gosta de pensar num futuro mais confortável.

Gostou do nosso conteúdo? Confira agora os melhores planos de previdência privada.