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Investir em Portugal vale a pena? Descubra!

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bandeira de Portugal

Será que vale a pena investir em Portugal? Não é só a facilidade da língua que pode atrair investidores brasileiros, os números da economia também são muitos bons.

O país é um dos poucos que teve uma alta significativa do Produto Interno Bruto (PIB) em 2019. De acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE), o índice teve um crescimento de 2% no ano passado, na comparação com o ano anterior.

Ou seja, um bom resultado. Afinal, 2019 foi marcado pela guerra comercial e pela discussão do Brexit, eventos que geraram forte incerteza e prejudicaram o comércio internacional.

investir em Portugal
PIB supera estimativa do Governo e cresce 2,0% em 2019

Contudo, o país ainda deu um salto considerável no ranking da facilidade de fazer negócios. Portugal surge na 39ª posição na lista do Banco Mundial que integra 190 países.

“Os ambientes favoráveis aos negócios estão associados a níveis de pobreza mais baixos e uma regulação mais eficiente pode estimular o empreendedorismo, as startups, a inovação, o acesso ao crédito e o investimento”, lê-se no estudo do Banco Mundial.

Turismo alavanca economia de Portugal

Em 2019, o país bateu mais um recorde no turismo, sendo destino de 27 milhões de turistas. Este número representa um crescimento de 7,3% face ao ano anterior. Os dados são do Instituto Nacional de Estatística (INE).

O notável crescimento nas pernoites reflete-se, naturalmente, nas receitas. Em 2019, o país registou um substancial desenvolvimento das receitas no ultrapassando os 428 milhões de euros.

Esses números também têm uma explicação. O país ganhou pela terceira vez consecutiva o prêmio de Melhor Destino da Europa em 2019 no World Travel Awards, considerado o “Oscar” do Turismo.

Facilidade de Comércio Internacional

O relatório “Ease of Doing Business”, elaborado pelo Banco Mundial, revela que Portugal ocupa o 39º lugar em facilidade de Comércio Internacional. O ranking usa 11 indicadores para medir aspectos da regulamentação empresarial em 190 países em todo o mundo.

A Nova Zelândia ficou em primeiro no ranking, seguida de Cingapura e Dinamarca. Já o Brasil encontra-se em 124º lugar.

De acordo com o Banco Mundial são fatores que tornam Portugal um bom destino para o seu investimento:

  • Estabilidade política e social;
  • Baixos índices de criminalidade;
  • Relações privilegiadas com a Europa, Macau, África e Brasil (Portugal pode ser uma porta de entrada para mercados de língua portuguesa);
  • Os custos laborais são relativamente baixos quando comparados com outros países da UE;
  • É o 2º país da União Europeia onde é mais fácil criar uma nova empresa (começar um novo negócio demora 2,5 dias e implica apenas três procedimentos);
  • Portugal é um celeiro de startups que estão entre as mais competitivas do mundo.

Exportações e importações

investir em Portugal
Portugal é destino procurado por turistas e investidores

As exportações e importações de Portugal também registraram crescimento nos últimos cinco anos. As exportações cresceram 4,2%, enquanto as importações subiram 2,8%, em média.

Desde 2012, o saldo da balança comercial de bens e serviços em Portugal é positivo.

O país também se destaca por ter a 22º melhor infraestrutura do mundo, uma localização estratégica, ser uma porta aberta para 500 milhões de pessoas na Europa e mais de 250 milhões de consumidores da língua portuguesa.

Tecnologia e inovação é uma opção para investir em Portugal

Empreendedores e profissionais das áreas de tecnologia e inovação têm grandes chances de conquistarem o seu espaço em Portugal. 

E atualmente o país conta com uma Rede Nacional de Incubadoras e Aceleradoras com mais de 130 incubadoras em todo Portugal para apoiar os empreendedores. Outra vantagem de quem investe no país é que o ambiente é favorável para as startups.

O Governo Português ainda procura estimular o empreendedorismo no país, com a seguinte iniciativa Vale Incubação. O objetivo é justamente oferecer um apoio direto aos empreendedores.

E podem ser beneficiados com esse programa as micro e pequenas empresas. Mas é necessário que as empresas tenham sido criadas há pelo menos um ano.

O melhor é que o valor desse apoio pode chegar aos € 5 mil euros para os serviços prestados pela incubadora. Estes serviços podem ser desde a gestão, marketing, assessoria jurídica até o desenvolvimento do produto e financiamento.

Setor de alimentação também é uma alternativa

Quer saber qual é outra área boa de investir em Portugal? A gastronomia, até porque os cidadãos portugueses amam comer bem, ir a restaurantes e padarias..

Por isso, abrir um negócio nesse setor pode te trazer grandes chances de sucesso. Isso, é claro, se você tiver um bom atendimento, comida de qualidade e um local atraente.

Mas para se ter sucesso nessa área, você precisa conhecer bem o perfil e hábitos de consumo dos portugueses. Além de focar na fidelização do cliente e nas estratégias de Marketing, assim como em todo negócio.

Esses são alguns dos fatores considerados importantes para você alcançar o sucesso ao investir em Portugal.

Abrir uma empresa em Portugal é simples

Em Portugal existem dois tipos de empresas que podem ser abertas: singular (individual) ou coletiva. Descubra as diferenças entre elas a seguir.

1 – Empresa Singular

  • Nome Individual do Empresário;
  • Sociedade Unipessoal por Quotas;
  • Estabelecimento Individual de Responsabilidade Limitada.

Para o empresário em nome individual não há capital mínimo necessário para abertura da empresa. Já para Sociedade Unipessoal por Quotas e Estabelecimento Individual de Responsabilidade Limitada são necessários pelo menos 5 mil euros de capital.

2 – Empresa Coletiva

  • Por quotas;
  • Anônima (S.A.);
  • Em nome coletivo;
  • Sociedade em Comandita;
  • Cooperativa.

As empresas coletivas podem variar o valor do capital inicial para abertura da empresa. Na Sociedade por quotas são necessários pelo menos 5 mil euros (em quotas de valor mínimo de 100 euros).

Na Sociedade Anônima (S.A.) é preciso investimento de pelo menos 50 mil euros dividido em ações. Para a Sociedade de nome Coletivo não há um valor específico de capital necessário para abertura.

Já em uma Sociedade em Comandita, o valor necessário de capital é de 50 mil euros. Já em uma cooperativa o capital mínimo é de 2.500 euros.

Visto para empreender em Portugal

Portugal
Para trabalhar em Portugal é preciso visto

Para o brasileiro que já reside em Portugal legalmente não é preciso alterar o tipo de autorização de residência. Isso, claro, se já possui visto que dê permissão para trabalhar.

Caso a empresa portuguesa vá ser aberta por brasileiro que ainda não reside em Portugal, o interessado deve solicitar o visto D2. Ele também é conhecido como Visto Gold.

É possível dar entrada pessoalmente ou pelos Correios no Consulado Geral de Portugal, em São Paulo, ou nos vice-consulados no Paraná e no Rio Grande do Sul.

Para solicitar, o requerente também deve apresentar documentos pessoais de identificação e que comprovem capacidade financeira de se manter em solo português.

No entanto, o visto D2 tem validade de quatro meses. Neste período é preciso solicitar uma autorização de residência ao serviço de fronteiras português.

“Startup visa” é outra opção

Uma outra modalidade de visto para empreendedores é o “Startup Visa”. Com ele o governo português quer atrair mais startups. Para isso está oferecendo vistos de residência para quem empreender no país.

O programa busca fortalecer o ecossistema de inovação português e as inscrições podem ser feitas pela internet. Ele é um visto de residência especial para empreendedores da área de tecnologia e inovação.

Contudo, os candidatos ao visto especial terão de cumprir uma série de pré-requisitos quanto à qualidade das empresas.

Segundo o governo português, as atividades de bens e serviços devem ser inovadoras e ter potencial de geração de emprego qualificado.

Gostou desse artigo? Você também pode se interessar por dicas sobre como trabalhar legalmente em Portugal.

Conta Nubank rende mais que a poupança? Confira as vantagens

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Mão segurando um cartão do Nubank
Nubank é um dos cartões de crédito sem anuidade mais famosos

Segundo levantamento da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), em 2019, 84,2% dos brasileiros com algum tipo de investimento aplicavam na caderneta de poupança.

E apesar de não ser o mais recomendado, a poupança ainda é o rendimento favorito no Brasil. Isso se deve a dois fatores: a ausência de uma análise financeira ou uma posição mais conservadora, de acordo com a realidade financeira atual.

Contudo, a Nubank surgiu com uma alternativa mais rentável, anunciando ser melhor que a poupança. Mas será que é mesmo? Qual é o rendimento da NuConta? Leia e entenda.

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Será que a NuConta rende mais que a poupança? Descubra aqui.

Qual rende mais: NuConta ou poupança?

A caderneta, chamada também de conta poupança, é disponibilizada por todos os bancos. E todos possuem o mesmo rendimento, pois a taxa é preestabelecida pelo governo.

Isso quer dizer que não há uma diferença entre investir no banco X ou Y, afinal, todos utilizam a mesma taxa como referência. Atualmente, o rendimento da poupança está fixado em 70% da Selic + Taxa Referencial (TR).

E é aqui que a NuConta entra em questão. Seu rendimento é de 100% do CDI.

O que isso quer dizer?

Na NuConta, todo dinheiro depositado rende anualmente 100% do CDI (Certificado de Depósito Interbancário), um índice muito utilizado, que determina o rendimento anual de diversos tipos de investimento.

O CDI é sempre próximo da taxa Selic. Em 2020, a taxa Selic foi de 2%. Já o CDI foi de 2,75%.

Apesar de serem taxas bem semelhantes, qualquer opção que renda mais de 70% do CDI se torna mais rentável que a poupança. O que a NuConta faz com certa folga.

Além disso, a Taxa Referencial (TR) está zerada desde 2017. Isso significa que o rendimento da poupança vem representando apenas os 70% da Selic.

Qual é a diferença entre NuConta e Poupança?

A NuConta não é uma conta corrente, muito menos uma poupança. Ela é uma conta de pagamentos que permite que o dinheiro depositado seja aplicado em Títulos Públicos e fique sempre rendendo.

O saldo mostrado na NuConta é sempre o líquido, já considerando o desconto de Imposto de Renda e IOF, únicos impostos obrigatórios sobre a NuConta.

Todo o saldo, inclusive rendimentos, pode ser transferido para outras NuContas ou contas de outros bancos. Além de ser usado para pagar contas e na função débito da NuConta.

Já a poupança, normalmente está vinculada a conta corrente de um banco, onde há a cobrança de taxas de manutenção.

A NuConta é vantajosa mesmo com IR e IOF?

Sim. O IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) é cobrado quando há uma retirada de dinheiro – seja via transferência, pagamento de fatura, ou pagamento de boleto.

Já o IR independe de uma retirada ou não de dinheiro. Mas, neste caso, existe a alíquota progressiva. Isso quer dizer que quanto mais tempo uma mesma quantia permanece sem ser movimentada na sua conta, o IR cobrado diminui.

É verdade que esses dois impostos não existem sobre os rendimentos da poupança. Mas especialistas em finanças garantem que isso não torna o investimento mais vantajoso.

Existem alguns motivos para explicar isso:

  • A NuConta rende diariamente, enquanto o rendimento da caderneta é mensal;
  • Cobra-se o IOF e o IR apenas sobre o seu rendimento, e não sobre o valor total depositado.

E o que é a NuConta?

A NuConta, foi lançada em 2017, e é a conta da Nubank. É totalmente digital e livre de tarifas de manutenção. Além de render mais que a poupança, oferece Pix e TEDs gratuitos e ilimitados, recarga para celular e cartões com função crédito e débito.

NuConta x Poupança

Confira os principais aspectos relacionados relacionados a investimentos na NuConta e em uma conta corrente.

NuContaPoupança
Rendimento100% do CDI70% da Selic
LiquidezDiáriaDiária
Taxas de Manutenção0a depender da instituição

Gostou do nosso conteúdo? Confira agora os 5 investimentos que devem render mais que a poupança em 2021.

Cartão de crédito no exterior: quais as vantagens e desvantagens

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cartões de crédito enfileirados

Usar o cartão de crédito no exterior tem vantagens e desvantagens. A comodidade e a segurança, por exemplo, são os pontos positivos.

Por outro lado, o negativo é que ao utilizar o cartão em outro país será cobrado o IOF – Imposto sobre Operações Financeiras, cujo valor é de 6,38% sobre o total da sua compra.

De qualquer forma, é importante lembrar que para usar o cartão de crédito ou débito no exterior, o mesmo deverá ser internacional.

Além de estar devidamente habilitado, ou desbloqueado, para permitir a sua utilização fora do território brasileiro.

Vantagens do cartão de crédito no exterior

Usar o cartão de crédito no exterior tem como principal vantagem a segurança. Isso porque você não precisa andar com grande quantidade de dinheiro.

No caso da perda ou roubo, você pode cancelá-lo sem arcar com compra que não fez.

Outra grande vantagem de usar o crédito são incentivos como milhas, descontos em hospedagens, restaurantes e lojas. São os famosos programas de recompensas.

Pagamento da fatura

O valor da fatura vai depender da cotação da moeda. No caso do cartão de crédito, você vai pagar as despesas com o valor do dia de fechamento da fatura ou da compra, conforme determina resolução do Banco Central.

Com a instabilidade na cotação do dólar no Brasil, as diferenças podem ser bastante significativas.

Contudo, o parcelamento não é possível. Tudo o que você adquirir virá em uma única fatura ou no máximo duas se parte das compras for realizada após a data de fechamento da fatura do cartão de crédito.

Quando o valor total da fatura não é pago, o cliente está automaticamente contratando o crédito rotativo para o valor remanescente. O total de taxas (como IOF) desta modalidade gira em torno de 210% ao ano.

Já com o cartão de débito, o valor é calculado quando a transação é feita e debitada logo da sua conta corrente. Desse jeito, a dica é acompanhar a cotação do dólar e tentar fazer os gastos quando o câmbio for mais conveniente.

+ Veja as cotações do dólar com a ajuda do FinanceOne!

Desvantagens de usar o cartão de crédito no exterior

Para quem utiliza o cartão de crédito no exterior, um dos grandes vilões é a instabilidade do dólar e do câmbio de modo geral. Até porque alguns bancos não costumam deixar claro como será realizada a cobrança no real.

Um exemplo disso, é que algumas instituições financeiras cobram o valor do dólar no dia do fechamento do cartão. Enquanto outras cobram o valor do câmbio no dia da compra e ainda tem as que cobram o valor no dia do vencimento da fatura.

homem passando cartão de crédito no exterior
Utilizar o cartão de crédito no exterior tem as suas vantagens e desvantagens

Dessa forma, você acaba contando com a sorte para que o valor do câmbio não esteja alto no dia que o seu banco realizar a cobrança da sua compra.

O que fazer em caso de perda do cartão?

Você perdeu o seu cartão de crédito no exterior e não sabe o que fazer? As medidas são praticamente as mesmas se você tivesse perdido em terras nacionais. Mas, para te ajudar, confira as dicas que o FinanceOne separou:

1 – Cancele o cartão

Ligue para a operadora e peça o cancelamento imediato. A maior parte das operadoras aceita ligações a cobrar do exterior ou disponibiliza atendimento gratuito.

O número de telefone fica sempre no verso do cartão, por isso é bom fotografar ou anotar a frente e o verso, bem como todos os seus documentos, e mandar tudo para um e-mail. Essas informações serão muito úteis em determinadas circunstâncias.

2 – Faça um boletim de ocorrência

Procure a delegacia mais próxima para abrir um boletim de ocorrência (BO) logo depois de cancelá-lo. Isso lhe resguardará de maiores complicações.

Com o BO em mãos fica mais fácil comprovar alguma movimentação indevida e anular as despesas antes do fechamento do cartão.

3 – Consulte seus benefícios

Alguns tipos de cartão de crédito oferecem benefícios em casos de emergências. Há operadoras, por exemplo, que entregam um novo cartão até 24h depois do sinistro.

Ou seja, você pode recebê-lo no próprio hotel ou em um posto de atendimento mais próximo.

Outras disponibilizam um saque em dinheiro em uma agência bancária conveniada. Esse valor é cobrado depois na sua fatura, como se fosse uma compra.

4 – Não dependa apenas do cartão

Leve em consideração portar dinheiro em espécie. Isso é útil para pagar pequenas contas, gorjetas e até conseguir descontos em passeios e hospedagens.

Vale a pena usar cartão de crédito no exterior?

Mão segurando notas de euro e dólar

Fazer uso do cartão de crédito internacional é uma comodidade interessante ao consumidor.

No entanto, toda essa facilidade envolve custos adicionais. Nesse momento, você precisa avaliar se tal opção é realmente vantajosa.

Desse modo, pesquise e estude as taxas e a forma de proceder do seu banco nesses casos.

Com as informações em mãos, você poderá desfrutar de uma viagem inesquecível e tranquila, sem medo de surpresas desagradáveis com a chegada de sua fatura.

Dicas para realizar compras com o cartão de crédito no exterior

Se você vai realizar compras no exterior com o seu cartão de crédito, é preciso estar atento a algumas dicas. Confira abaixo!

-> Entre em contato com o seu banco para liberar o uso do cartão de crédito no exterior. Algumas instituições solicitam que você informe em quais países pretende utilizar o cartão, como medida de segurança;

-> Mantenha os mesmos cuidados com o cartão que você já possui: nunca revele a senha do seu cartão e não peça ajuda de desconhecido;

-> Não use somente um cartão para todos os seus gastos. Assim você não é pego desprevenido em caso de emergências;

-> Leve com você os telefones para entrar em contato com a Central de Atendimento do cartão no exterior para caso aconteça algum imprevisto que seja necessário contatá-los.

Este conteúdo te ajudou? Encaminhe para um amigo que esteja precisando dessas dicas! Você também pode ler mais sobre dicas de como não perder dinheiro durante uma viagem internacional.

Confira 5 passos para aprender a investir dinheiro em 2021

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Moedas espalhadas em uma mesa com pequenas plantas e uma mão aberta com moedas ao lado

Ao término de cada ano, é comum fazer promessas a fim de realizá-las no ano seguinte. Logo, uma das mais populares é sobre economizar e investir dinheiro. Por isso reunimos 5 passos para investir dinheiro em 2021. Leia aqui e descubra quais são!

Definitivamente, aprender a investir dinheiro é essencial para o futuro. Afinal de contas, sonhos e planos dependem sempre de um valor financeiro para se concretizarem. Como exemplo, pode ser aquela aposentadoria, uma viagem ou até mesmo a aquisição de imóveis.

Antes de começar a investir, é preciso aprender a ter uma relação saudável com o dinheiro. Atualmente, 53% da população brasileira está endividada, de acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Sendo assim, é essencial ter acesso a uma boa educação financeira básica, para compreensão de como funciona e de qual será a melhor opção de investimento dentro da sua realidade.

Segundo o especialista Marco Antônio Cardoso, sócio fundador da Bullseye, existem muitas formas de investir seu dinheiro de forma segura. Vamos a elas?

3 investimentos que prometem boa rentabilidade em 2019
Investir dinheiro é um importante passo para realizar planos futuros.

Conhecimento é primordial para investir dinheiro em 2021

O mercado financeiro é um local democrático, onde há espaço para todos. Portanto, é importante entender o processo de investimento e saber onde está colocando o seu dinheiro.

“O melhor investimento possível é em conhecimento. Seja adquirindo livros, cursos, aulas ou palestras sobre o assunto. Isso nunca deve ser visto como gasto, porque no longo prazo, esses primeiros aprendizados serão de grande valor para os investimentos financeiros futuros. O importante é adquirir conhecimento sobre aquilo que deseja aprender”, diz Marco Antônio.

E conhecimento vai além dos métodos tradicionais, logo, você pode acompanhar pessoas que são referência em investimentos. Por exemplo, os YouTubers.

Desde que sejam pessoas de confiança, encontre quem trata de investimentos de maneira séria e verdadeira.

Saber o seu perfil investidor para investir dinheiro em 2021

Descobrir o seu perfil de investidor vai além de uma nomenclatura, é sobre entender riscos e retornos.

De acordo com Marco Antonio, “uma vez que você descobre o seu perfil de investidor, vale a pena estudar os investimentos que são recomendados para esse perfil, para entender se é realmente isso que te atrai. A partir disso, é só criar uma conta em uma corretora que esteja mais alinhada com seus interesses, transferir o dinheiro e começar os aportes nos investimentos”.

Saiba o que está fazendo

A internet foi o advento mais importante para a democratização de conteúdos. Mas sabemos que não é todo mundo por aí que utiliza o meio do jeito correto.

Para isso, busque instituições financeiras já conhecidas e que possuam um alto índice de satisfação de seus clientes. Um desses índices pode ser o Reclame Aqui, que avalia a quantidade de problemas resolvidos por cada empresa.

Marco Antonio Cardoso sugere que os meios tradicionais são ainda uma das melhores formas de se entender sobre o mercado de finanças: “Pode ser interessante exercitar o hábito da leitura e buscar livros que são referências no assunto. Os quais muitas vezes foram escritos décadas atrás e ainda são extremamente úteis e atuais”.

Falar a língua do mercado financeiro ajuda a investir dinheiro

Iniciar no mercado de investimentos é sinônimo de se deparar com siglas e estrangeirismos. Isso porque, a língua financeira tem que ser universal e de compreensão de todos.

Por esse motivo, separamos abaixo alguns dos principais termos adotados nessa área:

  • Renda Fixa: categoria de ativos que apresentam maior segurança e costuma ser extremamente previsíveis, permitindo maior planejamento quanto ao investimento. São exemplos o CDB, Tesouro Direto e Poupança.
  • Renda Variável: categoria de ativos com menor previsibilidade e maior risco. Sempre sujeita a volatilidade no curto prazo e costuma acompanhar questões econômicas, políticas e sociais.
  • Rentabilidade: retorno frente ao investimento inicial.
  • Corretoras: instituições regulamentadas que permitem a intermediação entre as partes do mercado financeiro. É através de uma corretora que os investimentos são realizados.
  • Perfil de investidor: define quais são os investimentos mais recomendados dependendo principalmente da exposição ao risco. Também é influenciado por: objetivos, idade, renda.
  • Portfólio: combinação de ativos que geram a carteira do investidor.
  • Taxa Selic: taxa básica de juros no Brasil. É utilizada para rentabilizar investimentos de renda fixa (ex: CDB e poupança) e também influencia na inflação e crédito interbancário.
  • Commodities: matérias-primas naturais costumam ser agrícolas e minerais. Ex: ouro, petróleo, milho, soja.
  • Day trade: operações que são iniciadas e finalizadas no mesmo dia, com o objetivo de aproveitar a volatilidade diária do mercado de ações.
  • Home Broker: plataforma digital da corretora que permite com que você negocie ativos, através de seu celular e/ou computador.

Seja paciente e cauteloso ao investir

Investir dinheiro em 2021 vai demandar tempo e cuidado. Ou seja, é raro colher resultados em um curto prazo de tempo. Então, fique atento para “promessas mirabolantes“.

“Esperar enriquecer no curto prazo, seguir conselhos e recomendações de influenciadores sem certificação, investir mais do que possui (alavancagem), investir através de corretoras com taxas abusivas, seguir recomendações de especialistas certificados sem ter conhecimento do investimento recomendado, ceder ao pânico de oscilações do mercado. Todos esses são pontos de atenção”, finaliza o especialista.

Gostou do nosso conteúdo? Compartilhe se gostou. Agora, confira os investimentos para começar com R$100 para complementar a sua leitura.

Imposto de Renda: orientações para quem recebeu o BEm

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Montagem de um leão ao lado de notas de reais

Os profissionais que receberam o Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da  Renda (BEm) precisarão declarar o valor no Imposto de Renda deste ano. A informação foi divulgada no último dia 8 de março, pela Receita Federal.

Para quem está na dúvida ou não está reconhecendo o nome do benefício, ele é o acordo de suspensão de contrato ou redução na jornada de trabalho.

Mas por que o BEm precisa ser declarado no Imposto de Renda? De acordo com a Receita Federal, os valores recebidos são considerados rendimentos tributáveis. E, por isso, eles precisam ser declarados como tal na ficha de Rendimentos Tributáveis.

Para isso, é preciso que você coloque como recebidos de Pessoa Jurídica, informando como fonte pagadora o CNPJ nº 00.394.460/0572-59.

Vale ressaltar que a ajuda compensatória mensal paga pelo empregador é isenta. Porém, também deve ser preenchida e informada na ficha de Rendimentos Isentos e Não Tributáveis, no item 26 – Outros com o CNPJ da empresa.

Declarar o Imposto de Renda é obrigatório para quem recebeu acima de R$28,5 mil

Para quem não sabe, o Imposto de Renda é obrigatório para os trabalhadores que receberam acima de R$28.559,70, no ano passado. E isso vale tanto para os rendimentos tributáveis quanto para os isentos. 

Além dos não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma foi superior a R$40 mil.

Quer saber quem mais precisa declarar o Imposto de Renda? Confira abaixo!

-> Quem tenha obtido, em qualquer mês do ano anterior, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, que esteja sujeito à incidência do imposto ou que realizou operações na Bolsa de Valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas.

-> Aqueles que no ano passado tiveram receita bruta no valor superior a R$142.798,50 em atividade rural.

-> Caso você tinha, até 31 de dezembro de 2020, a posse ou propriedade de bens ou direitos, incluindo terra nua de valor total ou superior a R$300 mil.

-> Se você passou para condição de residente no Brasil em qualquer mês e se encontrava nessa condição até o dia 31 de dezembro de 2020.

-> Caso tenha optado pela isenção do imposto incidente em valor obtido na venda de imóveis residenciais. Onde o produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no país, no prazo de 180 dias, contado da celebração do contrato de venda.

Auxílio emergencial também deverá ser declarado no Imposto de Renda

Seguindo a mesma lógica do BEm, o auxílio emergencial pago em 2020 como ajuda no enfrentamento à pandemia também deverá ser declarado. A informação já foi confirmada pelo governo e pela Receita Federal.

Passo a passo: como começar a empreender
Os trabalhadores que receberam o benefício BEm precisarão declará-lo no Imposto de Renda

Mas, isso será necessário somente algumas pessoas, mas dependerá dos rendimentos que ela recebeu em 2020. É importante estar atento, pois além de declarar, talvez também seja preciso devolver o auxílio emergencial.

+ Saiba como declarar Day trade no Imposto de Renda

A Lei nº 13.998 estabelece que as pessoas que receberam, em 2020, rendimentos tributáveis em valor superior a R$22.847,76 devem declarar e devolver o benefício no Imposto de Renda.

Se você não sabe rendimentos tributáveis são aqueles que entram no cálculo do Imposto de Renda, como: salários, férias, comissões, renda com aluguel, benefícios previdenciários etc.

A Receita Federal considera que os valores recebidos do auxílio emergencial, tanto as parcelas de R$600 quanto as de R$300, são considerados rendimentos tributáveis.

Em suma, o que a lei atual diz é que:

  • Quem teve rendimentos tributáveis (salário, aluguel, renda, aposentadoria) acima de R$ 22.847,76 e recebeu o auxílio emergencial em 2020 precisa devolvê-lo por meio da declaração;
  • Quem recebeu o auxílio mas, em 2020, teve o total dos rendimentos tributáveis abaixo de R$22.847,76 (valor da primeira faixa/linha da tabela progressiva anual do IRPF atual) não precisará devolver o benefício no IR 2021.

É importante destacar que existem, também, alguns rendimentos que não são tributáveis, mais conhecidos como isentos. São eles:

-> Herança;

-> Dividendos;

-> Dinheiro da conta do FGTS.

Este conteúdo te ajudou? Agora que você já sabe sobre orientações sobre o Imposto de Renda para quem recebeu o BEm, confira um guia completo para ajudar na sua declaração em 2021.

XP lança cartão de crédito focado em investimentos. Confira!

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Mão segurando o cartão de crédito preto Visa Infinite

A plataforma de investimentos XP acaba de lançar seu cartão de crédito: o XP Visa Infinite. Inicialmente, o produto será destinado para clientes com investimentos com mais de R$50 mil.

Contudo, de acordo com Guilherme Benchimol, fundador e CEO da XP, até o fim de 2021 o cartão estará viável para os 3 milhões de clientes que restaram.

A novidade apresenta diferenciais em relação aos produtos similares do mercado. Uma delas é que o cartão não possui números impressos.

Dessa forma, a empresa espera que a segurança do produto contra fraudes aumente. Nos casos de compras online, o aplicativo permite que o usuário mude o próprio número do cartão.

Outra diferencial é que o cartão tem juros menores em relação à média de outros produtos similares no mercado. O limite será estabelecido conforme o volume de investimentos mantido na corretora.

Com tudo isso, a meta da companhia é ter todo o patrimônio de seus clientes dentro da plataforma. Hoje, os seus clientes mantêm metade da liquidez na XP e o patrimônio restante nos bancos tradicionais.

Para Benchimol, o lançamento de produtos tradicionalmente associados a bancos não representa uma mudança na visão da empresa.

“Continuamos sendo contra os bancos pela forma como eles tratam os clientes. Não é porque temos um banco digital que não podemos oferecer aos clientes serviços que são super inovadores a preços competitivos”, disse o CEO da XP à publicação.

Cartão de crédito XP tem programa de recompensas

Uma das vantagens do cartão de crédito XP Visa Infinite é a variedade no sistema de recompensação. Em vez do cashback, o produto da XP tem o ‘investback’.

Ou seja, ao invés de fazer a devolução em dinheiro ou em pontos, a parcela é automaticamente aplicada em um fundo de investimentos com retorno de 99,5% do CDI.

No programa investback, o usuário ganha 1% do valor de cada compra depositado no fundo. Nas compras em lojas vinculadas, por meio do marketplace da companhia, o cliente pode ter 2% a 10% de retorno.

Política de juros

Em relação aos juros, o novo cartão possui taxas 50% menores que as demais exigidas no mercado.

Esta nova ferramenta cobra em média 5,9% de juros no rotativo e 3,9% no parcelado. Em algumas linhas, as taxas podem ser iniciadas com 2% ao mês.

Vale ressaltar que, de acordo com os dados mais recentes apurados pelo Banco Central, de janeiro de 2021, a taxa média do mercado para o rotativo está em 10,01% ao mês e a do parcelado em 6,80%.

+ XP lança cartão de crédito sem anuidade e com cashback

Outros benefícios

O Cartão XP Visa Infinite será aceito nas principais wallets e dá direito a emissão de até seis cartões adicionais.

Também oferece funcionalidades como:

  • seguro de emergência médica internacional;
  • seguro para locação de veículo; e
  • concierge por chat ou telefone para dicas de presentes, restaurantes e roteiros de viagens.

O objetivo é assegurar uma experiência diferente e efetiva para os usuários. Até agora, cerca de 60% das pessoas que receberam o cartão realizaram a ativação – e entre 18% e 20% realizaram a primeira compra já na sequência.

“Queremos revolucionar o mercado de cartões de crédito no Brasil, assim como fizemos com os investimentos”, afirmou Benchimol, para quem o segmento de cartões ainda apresenta “absurdos” que aos poucos deixaram de ser vistos no mundo dos investimentos.

E assim como outros cartões digitais, como o Nubank, por exemplo, o XP Visa Infinite não terá cobrança de anuidade.

Essa vantagem é definida pela própria XP como uma “anuidade sem pegadinha”, fazendo alusão a outras opções de cartão. Ou seja, não é necessário gastar um valor mínimo para ter isenção da taxa, como ocorre em outras alternativas, caso do Santander SX.

Cartão de crédito
Guilherme Benchimol, fundador e CEO da XP, diz que sua meta é revolucionar o mercado de cartão de crédito no Brasil

Como solicitar o cartão de crédito XP?

O cartão de crédito da XP está ligado ao app da corretora. Isso significa que todos os processos a partir da solicitação são feitos de maneira digital, agregando em praticidade ao usuário.

A integração com o aplicativo oferece uma otimização da gestão de uso do cartão. Desta forma é possível acompanhar os gastos, o status do cashback, alterar vencimentos e muito mais.

Além disso, o usuário poderá administrar outras questões que envolvem seus investimentos com a XP também pelo app.

É possível solicitar a opção do cartão físico, assim o uso não fica limitado apenas para compras online.

Gostou desse artigo? Ele te ajudou a saber, conhecer e decidir sobre o novo cartão da XP? Então compartilhe com outras pessoas para que possa ser útil para elas também.

Confira 5 passos para não se endividar em tempos de crise

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Mão com caneta preta usando calculadora

Muitas pessoas tiveram suas vidas afetadas pela recessão econômica que o mundo vem passando, principalmente após o início da pandemia do coronavírus. Mas você sabe como não se endividar em tempos de crise?

De acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o número de famílias com dívidas no Brasil, com contas em atraso ou não, chegou a 66,6% em abril deste ano. 

Pensando nisso, separamos cinco dicas para você organizar sua vida financeira em tempos de crise. Continue a leitura e veja o passo a passo!

Uma pessoa com uma caneta na mão direita mexendo em uma calculadora
Apesar do número alto de famílias com dívidas no Brasil, é possível não se endividar em tempos de crise

Dicas para não se endividar em tempos de crise

Passar por períodos de incertezas financeiras é, de fato, algo muito ruim. E isso não é segredo para ninguém. 

Porém, às vezes a situação acaba piorando porque muitas pessoas desanimam e deixam de lado o controle dos gastos. 

Além disso, outras conseguem contrair mais dívidas para pagar os gastos anteriores. Desse modo, cria-se uma bola de neve.

E é por isso que existem algumas orientações que podem ajudar você a não se endividar em tempos de crise. A seguir, listamos algumas: 

1 – Controle suas despesas

A primeira dica é: tenha em mente quais são as suas despesas no dia a dia, pois saber quanto e com o que você gasta é fundamental na hora de controlar o seu dinheiro. 

E há diversas maneiras para fazer a administração das suas finanças pessoais: você pode anotar no bom e velho caderninho, utilizar uma planilha do Excel ou até mesmo ter um aplicativo no celular. 

Usar um aplicativo, por exemplo, permite que você registre o que gastou no momento da compra, evitando esquecimentos. 

Seja qual for a sua escolha, monitorar diariamente as despesas é essencial. Desse modo, será possível ter uma gestão mais realista do seu orçamento. 

2 – Observe seu orçamento detalhadamente

Se você está sempre com dívidas, certamente é porque ainda tem dificuldade para encarar a realidade. 

Já parou para refletir se o seu estilo de vida condiz com o seu bolso? Será que ele é o mais apropriado? Você não está gastando além do que deveria?

Essas são algumas das perguntas para entender o seu relacionamento com o dinheiro. E, a partir disso, começar a observar o seu orçamento. 

Para verificar o seu orçamento, comece anotando a sua receita real, também conhecida como renda líquida e, em seguida, todos os seus gastos mensais. 

A regra para essa dica é: não deixe nada de fora! Portanto, liste as contas de água, luz, telefone. Mas também outras despesas, tais como: mercado, vestuário, compras para a casa etc. 

Ao controlar suas despesas e observar o orçamento, fica muito mais fácil de fiscalizar o seu dinheiro e não ultrapassar seu limite financeiro. 

3 – Busque fontes de renda alternativas

Se o dinheiro está muito apertado no final do mês e, além disso, você ainda precisa se preocupar com os débitos, que tal buscar novas fontes de renda? 

Você pode apostar em uma renda extra para complementar suas receitas e também para conseguir poupar mais dinheiro. Quem sabe, assim, comece a planejar uma reserva emergencial para o seu futuro. 

Veja algumas dicas para ter uma renda extra: 

+ Como ganhar dinheiro como freelancer
+ Como ganhar dinheiro com o Uber Eats
+ 12 formas de ganhar dinheiro sem sair de casa

4 – Elimine gastos desnecessários

Cortar alguns itens do nosso dia a dia, como pedir comida todo final de semana, pode ser necessário em tempos de crise financeira. 

Além disso, há outras alternativas para você cortar — ou diminuir — alguns gastos. São elas: 

  • Dê preferência para produtos nacionais ao invés dos importados;
  • Se você costuma sair com frequência, tente diminuir. Você pode optar, por exemplo, por fazer um jantar ou assistir um filme em casa;
  • Não compre por impulso.

De fato, você pode perceber uma queda no seu padrão de vida. Todavia, vai ter mais tranquilidade para pagar as contas e superar a crise.

5 – Não faça novas dívidas

Por fim, se a sua situação está muito delicada, além de seguir o que já falamos nos itens anteriores, é importante que você evite criar novas dívidas.

Nada de pegar um empréstimo alto para quitar as dívidas passadas, ok?

Se puder, evite também fazer compras parceladas no cartão de crédito. Fugir de parcelamentos pode ser uma das maneiras mais inteligentes para escapar das dívidas e não se endividar em tempos de crise.

Curtiu o nosso conteúdo e anotou as dicas? Então, aproveite a visita no nosso site e confira mais um texto que separamos para você: 7 cursos de educação financeira online.

Home office: veja como gerar renda de forma confiável

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teclado de notebook e um caderno com caneta

Há um ano, a Organização Mundial da Saúde (OMS) decretava o estado de pandemia por conta da covid-19. Milhares de brasileiros perderam seus empregos e outros aderiram a modalidade de teletrabalho, também conhecida como home office.

O home office já era uma tendência adotada por muitas empresas, mas foi impulsionada devido ao lockdown em diversos estados do Brasil. E o mais interessante é que mesmo com a vacinação em massa, muitas empresas garantem que continuarão com esse regime.

Agora para quem ficou desempregado, qualquer oportunidade nesse momento é significativo. Por isso, a procura por uma forma de garantir renda extra sem sair de casa nesse momento é de muita ajuda, afinal de contas, estar em casa impede a circulação do novo coronavírus.

Por mais que pareça complicado, existem plataformas que possibilitam essa renda extra de forma confiável. A remuneração pode não ser tão alta, mas já é um auxílio para pagar as despesas nesse momento.

É importante lembrar que apesar de confortável, trabalhar em home office exige muito foco. Então invista numa boa infraestrutura e trabalhe longe de coisas que possam te distrair, certo?

profissional trabalhando home office para ganhar renda extra
Trabalhar de home office pode ser uma boa maneira de conseguir renda extra na pandemia

Marketing de Afiliados é sinônimo de renda extra

Marketing de Afiliados é uma boa maneira de conseguir dinheiro em casa. Mas você sabe o que é e como funciona?

O marketing de afiliados é um tipo de relação comercial em que o Afiliado divulga o produto de um empreendedor ou empresa, em troca de uma comissão por cada venda realizada.

Essa é uma alternativa para pessoas quem já trabalhava com vendas, só que agora utilizando a internet. Existem diversas plataformas para afiliados, basta você escolher a que melhor se encaixa em sua realidade.

Muitas pessoas que trabalham nessa modalidade utilizam as redes sociais para divulgar os produtos. O Facebook, por exemplo, possui grupos de compras e promoções onde você pode divulgar esses links e garantir uma renda.

Pesquisas online

Uma outra opção para ganhar dinheiro em tempos de home office é respondendo pesquisas. Esses questionários são feitos por marcas a procura de melhorar produtos e serviços.

Então, essas empresas pagam às plataformas para que encontrem seu público-alvo, e parte desse valor vai para a pessoa que respondeu às perguntas. O valor depende da marca e do tipo de questionário.

Um dos sites de respostas para pesquisas online é o Survey Pronto. Lá, você cadastra um perfil e a partir de suas informações, direcionam pesquisas. A recompensa é feita em dinheiro e o resgate é feito pelo PayPal.

Existem ainda outros sites de questionários online brasileiros, como o Você Opina.

Venda de fotos para bancos de imagens

Se você manda bem com a câmera e faz boas fotos, vendê-las pode ser uma ótima forma de arrecadar uma renda extra. E além disso, você pode construir um portfólio e crescer na profissão futuramente.

Sites como o Shutterstock e o Dreamstime trabalham com esse tipo de conteúdo e toda vez que alguém comprar sua imagem, você receberá de 20% a 30% do valor total.

+ Confira ideias incríveis de como montar escritório em casa

Testar sites e apps também garantem dinheiro em período de home office

Quem nunca ficou entediado e saiu baixando aplicativos e sites, não é? Mas saiba que essa é uma forma ótima de garantir uma renda extra sem precisar de muito esforço.

Essa é uma opção muito parecida com os questionários, contudo, o testador deve executar ações determinadas pela plataforma, como abrir o menu de configurações do app ou encontrar a página de fale conosco de um site, por exemplo.

O tempo de demora para que a tarefa seja cumprida ajuda aos desenvolvedores a entender se a usabilidade da plataforma está boa ou não.

O Userfeel é um dos sites que funcionam dessa maneira. Nele, quem realiza o teste deve gravar a tela do site ou aplicativo e ir falando o que está achando da experiência de usuário.

Cada teste vale US$10 (cerca de R$ 55), pagos via PayPal.

Gostou do nosso conteúdo? Confira agora as vantagens de trabalhar de home office.

Saiba se é preciso declarar o auxílio emergencial no Imposto de Renda

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Montagem de um leão ao lado de notas de reais

Um assunto sempre começa a dar dor de cabeça aos brasileiros no início de cada ano: a declaração do Imposto de Renda. E em 2021, para milhões de pessoas, ele está causando mais dúvida do que o comum: é necessário declarar auxílio emergencial no IR de 2021?

Para algumas pessoas, será necessário, pois dependerá dos rendimentos que ela recebeu em 2020. Além de declarar, talvez também seja preciso devolver o auxílio emergencial.

O auxílio emergencial foi pago ao longo de 2020 para, aproximadamente, 67 milhões de pessoas. O objetivo do beneficiado, dado pelo governo federal, era de aliviar os efeitos da crise econômica provocados pela pandemia da Covid-19.

A seguir, veja quem deve declarar o auxílio no IR 2021.

Quem deve declarar o auxílio emergencial no Imposto de Renda?

Lei nº 13.998 do auxílio emergencial estabelece que as pessoas que receberam, em 2020, rendimentos tributáveis em valor superior a R$22.847,76 devem declarar e devolver o benefício no Imposto de Renda.

Rendimentos tributáveis são aqueles que entram no cálculo do Imposto de Renda, tais como: salários, férias, comissões, renda com aluguel, benefícios previdenciários etc.

De acordo com a Receita Federal, os valores recebidos do auxílio emergencial, tanto as parcelas de R$600 quanto as de R$300, também são considerados rendimentos tributáveis.

declarar auxílio emergencial no imposto de renda

É necessário devolver os valores do auxílio?

Devem ser devolvidos os valores recebidos do auxílio emergencial parcelas de R$600 ou de R$1.200 para mães monoparentais, previstas na Lei 13.982/2020 pelo titular ou dependentes das declarações de IR com rendimentos tributáveis, sem contar o auxílio, em valor acima de R$22.847,76.

Não é necessário, no entanto, devolver os valores recebidos da extensão do auxílio, que são as parcelas de R$300 ou de R$600 para mães monoparentais, previstas na MP 1.000/2020, segundo a Receita Federal e o Ministério da Cidadania.

Ou seja, se você ou os seus dependentes receberam o benefício em 2020 e você registrou, ao longo do ano passado, renda tributável acima de R$22.847,76, você terá que declarar o auxílio por você ou por seus dependentes recebidos no IR 2021.

Mas se o seu total de rendimentos estiver abaixo desse valor, não será preciso devolver o benefício.

Vale ressaltar, no entanto, que quem recebeu pagamentos do auxílio emergencial em 2021 não deve incluir estes, especificamente, na declaração. Eles devem ser declarados somente em 2022 e seguindo uma nova legislação, que ainda não foi especificada pelo governo federal.

Na prática, o que a lei atual diz é que:

  • Quem teve rendimentos tributáveis (salário, aluguel, renda, aposentadoria) acima de R$ 22.847,76 e recebeu o auxílio emergencial em 2020 precisa devolvê-lo por meio da declaração;
  • Quem recebeu o auxílio mas, em 2020, teve o total dos rendimentos tributáveis abaixo de R$22.847,76 (valor da primeira faixa/linha da tabela progressiva anual do IRPF atual) não precisará devolver o benefício no IR 2021.

Após o envio da declaração, o programa gera automaticamente o DARF (Documento de Arrecadação de Receitas Federais) para devolução do valor do auxílio.

Vale lembrar, ainda, que haverá um DARF para cada CPF que tenha recebido auxílio. De acordo com o governo, caso algum dependente informado na declaração também tenha recebido o benefício, no recibo terá um DARF para o titular e um DARF para cada dependente.

Você aprendeu com este texto se é necessário declarar ou não o auxílio emergencial no IR? Então continue com a visita em nosso blog, leia agora mesmo “Guia completo para declarar o Imposto de Renda 2021” e fique ainda mais por dentro do assunto!

Saiba quanto ganha um minerador de Bitcoin

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Dois bonecos de operários mexendo em uma placa de chip para minerar Bitcoin

A adesão do Bitcoin está crescendo em todo o mundo. Cada vez mais empresas estão apostando nesse ativo e com isso o papel do minerador de Bitcoin cresce.

O número de usuários da popular carteira Blockchain aumentou de forma estável e sobe drasticamente desde novembro de 2020. Dados da empresa mostram um aumento de 45 milhões para mais de 66 milhões de carteiras nos últimos 12 meses.

Aliado a isso, em relatório divulgado aos clientes, o banco de investimentos JPMorgan afirmou que o bitcoin se tornou um rival do ouro e pode ser negociado a até US$146 mil em 2021, se conseguir se estabelecer como um ativo seguro. Outros analistas mais eufóricos falam em US$ 200 mil.

Outra notícia que movimentou o setor foi a confirmação da MasterCard em incluir as criptomoedas em sua rede de pagamentos. Enquanto isso, a PayPal autorizou que os usuários nos Estados Unidos comprassem, vendessem e guardassem essas moedas em suas contas.

Ou seja, muitos vão faturar uma boa quantia investindo em Bitcoins. Para conseguir isso, você deve comprá-la numa espécie de bolsa de valores de Bitcoins, conhecidas como exchanges.

Esse processo pode ser feito por meio de uma conta numa exchange online confiável. Contudo, outra forma é ser um minerador de Bitcoin.

Como funciona a mineração de Bitcoin?

Para ser um minerador de Bitcoin é necessário ter um computador com alta capacidade de processamento. Diante da dificuldade de minerar Bitcoin, atualmente não é mais possível fazê-lo com seu computador caseiro.

Os mineradores compram máquinas que foram feitas especialmente para minerar Bitcoin. O papel delas é encontrar uma sequência que torne um bloco de transações de Bitcoin compatível com o bloco anterior.

Para isso, o computador precisa efetuar milhares de cálculos por segundo para encontrar a combinação perfeita, por isso que eles precisam ser extremamente potentes.

Ao encontrar a sequência compatível, o minerador recebe uma recompensa em Bitcoin para cada bloco que ele minerar. Essa recompensa foi criada com a intenção de pagar as pessoas que emprestam poder computacional para manter a rede do Bitco infuncionando, conhecida como blockchain.

Milhares de mineradores competem diariamente pela recompensa que os blocos oferecem. Um bloco de transações de Bitcoin é formado a cada 10 minutos, então a competição recomeça nesse período de tempo.

minerador de Bitcoin
Dados apontam que um minerador de Bitcoin fatura um total de US$ 1 milhão por hora

Quanto um minerador de Bitcoin ganha?

Dados da plataforma de monitoramento do mercado de criptomoedas Glassnode apontam que os mineradores de Bitcoin liquidaram mais de US$1,3 bilhão do final de dezembro de 2020 até o final de fevereiro de 2021.

Isso faz com que a média de lucro seja bem grande. Ainda de acordo com a Glassnode, um minerador de Bitcoin fatura um total de US$1 milhão por hora.

Esse aumento vertiginoso nos ganhos dos mineradores se dá em virtude de maior atividade na blockchain do BTC.

Isto é, as pessoas estão negociando mais a criptomoeda e, consequentemente, demandando mais trabalho dos mineradores que ganham BTC a cada bloco que verificam.

Quais os custos para minerar Bitcoin?

Se transformar em um minerador de Bitcoin é difícil. É necessário computadores avançados e um algoritmo certo para resolver as questões matemáticas envolvidas no processo.

Neste caso, você deve levar em consideração o custo para preparar os computadores com alta hash rate.

Além disso, deve contar com a grande quantidade de eletricidade que estes equipamentos consumem. Também não esqueça que terá que pagar para a manutenção deles.

Os iniciantes que não conhecem tão bem o assunto às vezes acham que existe maneira de minerar Bitcoin sem investir nos equipamentos, ou seja, minerar Bitcoin de graça. No entanto, isso é basicamente impossível.

Ficou interessado? Veja o que esperar dos investimentos em Bitcoin em 2021. Se ficou alguma dúvida, comente aqui e não deixe de interagir sobre o assunto!