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Saiba quanto ganha um influenciador digital

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influenciador digital

Você provavelmente já escutou falar sobre influenciador digital, mas sabe o que significa um? O termo significa que uma pessoa produz um determinado conteúdo através das redes sociais para influenciar seus seguidores. A influência pode ser tanto comportamental quanto emocional.

A seguir, veja como surgiu o influenciador digital, quais as vantagens e desvantagens de ser.

Como nasceu o termo influenciador digital?

O termo surgiu a partir do momento em que as marcas conhecidas pelo público começaram a utilizar as redes sociais para divulgação de produtos e serviços. Essas plataformas tornaram-se um canal estratégico para as empresas se comunicarem com os seus clientes.

Sendo assim, um influenciador digital é aquela pessoa que tem um bom número de seguidores e, além disso, um bom engajamento nas redes sociais.

Além disso, eles promovem marcas e/ou produtos para influenciarem na compra de um usuário. Realizando, dessa forma, uma publicidade personalizada, além de aproximar o consumidor de uma determinada marca.

Um influenciador digital pode ser um blogueiro, youtuber ou até mesmo instagrammer, que compartilha o dia a dia e as experiências que tem. Muitas vezes, esse influenciador fala sobre um determinado assunto, o que atrai ainda mais públicos específicos para o perfil.

Quanto um influenciador ganha?

Agora que você já sabe o que um influenciador digital faz, é hora de saber quanto ele ganha. O valor pode variar de acordo com o número de seguidores e o tipo de influência que ele tem sobre os seguidores.

Além disso, o valor é variável de acordo com nicho sobre o qual o conteúdo é produzido pelo influenciado digital.

A revista Forbes realizou uma pesquisa feita com a plataforma Captiv8. Nos dados analisados foram considerados influenciadores digitais de todo o mundo.

Segundo a pesquisa, um influenciador digital com mais de sete milhões de seguidores no Youtube pode ganhar até 300 mil dólares por campanha. Na mesma plataforma, os brasileiros ganham entre R$50 mil e R$150 mil por campanha realizada. Canais menores podem arrecadar entre R$1 mil e R$5 mil.

+ Como trabalhar em casa ou de qualquer lugar do mundo

Já no Instagram, os valores são negociados de acordo com o custo por mil impressões. Por exemplo, um influenciador digital com mais de 100 mil seguidores pode receber uma quantia que varia de R$5 mil a R$10 mil a cada post patrocinado.

Quais as vantagens de ser um influenciador digital?

Linha editorial

Uma vantagem que muitos influenciadores digitais têm é a de não precisar seguir uma linha editorial. Como assim?

Eles podem falar sobre diversos assuntos que acharem interessante, da maneira que acharem melhor. Quando esses influenciadores são contratados por uma marca, a linha editorial do conteúdo a ser produzido pelo mesmo é negociada por ambas as partes.

Agenda flexível

O influenciador digital tem uma agenda mais flexível e, por isso, ele consegue trabalhar de diversos locais, seja em casa, escritório ou até mesmo na rua.

Além disso, o influenciador consegue ainda organizar melhor o dia, distribuindo os compromissos profissionais e pessoais.

influenciador digital
O Marketing de Influência é uma estratégia para as plataformas digitais

Mas lembre-se que para manter o público engajado é preciso produzir conteúdos constantemente. Sendo assim, o influenciador deve se programar para ter uma rotina de trabalho, para que não falte conteúdo nas suas redes sociais.

Mobilidade

Um influenciador digital trabalha muitas vezes com a internet, o que facilita o local de trabalho, podendo ser em casa, na rua, escritório ou até mesmo no trânsito.

É importante estar em contato com os seguidores, tendo sempre à mão um aparelho eletrônico com internet, seja um smartphone, câmera ou notebook.

Experiências

Por causa da influência que essas pessoas têm sobre o público delas, muitas marcas as procuram para fecharem contratos de publicidades e/ou parcerias. Dessa forma, o influenciador digital ganha viagens, produtos e serviços da empresa contratante.

+ Profissional de marketing digital: como ser um

Além disso, eles também têm acesso a eventos e shows de forma gratuita. Essa troca acontece muitas vezes devido à autoridade que a pessoa tem para falar sobre um determinado assunto, já que eles falam de acordo com o seu nicho.

E quais são as desvantagens de ser um influenciador?

Falta de privacidade

Um influenciador digital pode ser considerado uma pessoa famosa. Por conta disso pode acabar perdendo a privacidade na vida pessoal. Muitos seguidores podem querer tirar fotos quando encontrá-los, mas é bom impor limites para que as coisas não saiam do controle.

Menos tempo com a família

Alguns influenciadores digitais não conseguem passar muito tempo com a família devido aos compromissos que precisam cumprir, principalmente viagens e eventos.

Para aqueles que são apegados a família isso poderá ser um problema. Porém isso só acontecerá dependendo do tamanho da sua influência, que poderá ser levada em consideração para ter alguns familiares por perto.

Calotes de empresas

Algumas empresas não cumprem o combinado e podem acabar dando um calote nos influenciadores digitais. Por isso, antes de fechar um contrato com uma marca é indicado pesquisar sobre a mesma e verificar o histórico dela com parcerias que já foram realizadas.

Haters

Haters são pessoas que entram nos perfis de famosos para realizarem comentários maldosos. Muitos influenciadores costumam ignorar esses tipos de comentários.

Porém, caso algum deles seja de conteúdo preconceituoso, é indicado levar o caso a uma delegacia para que o crime seja registrado.

E aí, gostou de saber mais sobre o que é um influenciador digital? Agora você poderá distinguir quem realmente faz a diferença ou quem só apenas usa o termo.

O que você acha deste mercado? Acompanha algum influencer? Compartilhe conosco, e com os demais leitores, a sua opinião sobre o assunto!

Billions: o que a série ensina sobre finanças e empreendedorismo?

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Série Billions

Os aficionados em séries já devem ter escutado algo sobre Billions (Bilionários), mas e você? Ainda não? A surpreendente trama da Netflix e HBO traz elementos do cotidiano dos grandes negócios poucas vezes retratados na televisão.

O seriado explora o conhecimento em finanças com bastante realismo ao longo dos episódios, além de fornecer bons ensinamentos sobre dinheiro, poder e política.

A cada temporada, os elementos cotidianos dos grandes negócios são retratados de forma simples e verdadeira sobre o mercado financeiro.

Seus debates estão muito presentes no cotidiano dos investidores e também dos profissionais do mercado. Não é por acaso que ela tem sido elogiada por gente que vive, na prática, os desafios e dilemas do universo das finanças.

No pano de fundo, você pode acompanhar a colisão iminente entre duas importantes figuras: um promotor norte-americano e um grande investidor de alto risco.

Isto é, as disputas entre Chuck Rhoades (vivido por Paul Giamatti), chefe da promotoria pública de um dos distritos de Nova York, e Bobby Axelrod (Damian Lewis), dono da empresa de investimentos Axe Capital.

+ Confira as 5 lições que o filme Fome de Poder ensina sobre empreendedorismo

O que você vai ver em Billions?

Os episódios de Billions retratam o dia-a-dia dentro de uma asset management e seus personagens utilizam uma linguagem técnica regularmente. O que faz com que o espectador passe a assimilar conceitos e procedimentos importantes do mercado ao longo da série.

Vários aspectos da realidade dos negócios estão presentes nos episódios. Tais quais a utilização dos Terminais Bloomberg nos computadores do escritório e a separação física entre a área de Compliance das demais (chinese wall).

Frequentemente também é possível observar a cobrança diária de resultados dos analistas e gestores. Além do alto grau de responsabilidade depositada sobre todos os profissionais da empresa, os almoços em frente ao computador e as longas jornadas de trabalho.

A série ainda traz à tona uma série de questionamentos morais e éticos. Até que ponto o ser humano deve agir para conquistar seus objetivos?

Além disso, é nítido o conflito entre iniciativa privada X Estado, levado pela série a um nível extremo para ambos os lados.

Nova temporada começa em maio

https://www.youtube.com/watch?v=-ydcNX8kszs

Lançada em 2016, pelo canal norte-americano Showtime, Billions passou batido dos espectadores até que sua trama começou a esquentar e a encontrar ressonância com a realidade. Ela é estrelada por dois atores bastante conhecidos: Paul Giamatti e Damian Lewis.

Interrompida em razão do coronavírus, a 5ª temporada começa no dia 4 de maio. A boa notícia é que Billions foi renovada para a sexta temporada. Ou seja, vem mais trama por aí!

E aí, gostou da nossa indicação? Confira também nossa seleção de séries e filmes sobre o mercado financeiro!

Portabilidade de empréstimo: veja o que é e como funciona

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Pessoa simulando um empréstimo consignado pela internet

Já pensou na possibilidade de pagar menos juros no seu contrato de empréstimo? Isso é possível com a portabilidade de empréstimo.

Você já ouviu falar sobre essa modalidade? Sabe o que é e como funciona na prática? Ainda não? Então sem problemas, a gente te explica tudo isso e muito mais a seguir, sobre o conceito e funcionalidades dessa opção.

O que é portabilidade de empréstimo?

Portabilidade de crédito é a chance dada aos clientes de fazerem transferência de suas operações de um banco para outro. Pode ser realizada por qualquer cliente, seja pessoa física ou jurídica.

As regras para a portabilidade foram criadas em 2013 pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) com o objetivo de estimular a diminuição de juros.

Como funciona portabilidade de empréstimo na prática?

Na prática, funciona como uma transferência de dívidas para um banco ou instituição financeira que cobra menores juros.

Veja um exemplo:

O cliente de determinado banco solicita o saldo da dívida para quitação antecipada. As informações necessárias para a transferência são:

  • Número do contrato;
  • Saldo devedor;
  • Demonstrativo da evolução do saldo devedor;
  • Modalidade de empréstimo;
  • Taxa de juros anual (nominal e efetiva);
  • Prazo total;
  • Sistema de pagamento;
  • Valor de cada prestação com encargos;
  • Data do último vencimento da operação.

Com este boleto de quitação, ele vai até o segundo banco para que seja feita a compra da dívida e liberação de novo empréstimo.

O segundo banco, portanto, assume todas as dívidas do cliente e emite um novo contrato de empréstimo. Somente os juros podem ser alterados. Dívida e prazo para pagamento são mantidos de acordo com o primeiro contrato.

Desta forma, o consumidor conseguirá pagar o resto da dívida no banco que oferece melhores condições de pagamento. Mas atenção: peça este boleto apenas quando já encontrou o banco para o qual deseja migrar.

Qual banco oferece este tipo de operação?

Você pode fazer a portabilidade para o banco ou instituição financeira que desejar. O critério é que já seja oferecida a opção de empréstimo consignado.

Grandes bancos como Caixa, Bradesco, Itaú e Santander trabalham com esta forma de crédito. Existem outras instituições como a Agiplan, BMG, Banrisul, Daycoval, Cetelem, PAN que também oferecem o serviço.

Documentos necessários

Mas, o que é preciso para dar entrada nessa modalidade de empréstimo e conseguir e pagar menos juros? É importante destacar que você vai precisar levar os seguintes documentos para fazer a portabilidade de empréstimo:

  • RG;
  • CPF;
  • Comprovante de residência (como uma conta de luz, água ou telefone);
  • Extrato do salário ou benefício do INSS;
  • Boleto de quitação (caso esteja mudando o empréstimo para outro banco).

Dívidas que podem ser transferidas: cartão de crédito, financiamento, empréstimo, cheque especial e outros.

Portabilidade de empréstimo
Entenda o que é portabilidade de empréstimo e como funciona

Vantagens da portabilidade de empréstimo

Um dos principais motivos para que os clientes optem pela portabilidade é realmente a possibilidade de abatimento das taxas, ou seja, mais vantagens financeiras.

Mas há também os que se encontram insatisfeitos com seus bancos atuais e escolhem fazer a transferência por questões de serviço. Confira alguns dos benefícios:

– Possibilidade de trocar de banco

É comum que haja problemas entre o cliente e o banco. Os motivos vão desde a forma de atendimento até cobranças indevidas.

– Fugir dos juros e taxas altas

Trocar a dívida por uma com juros e condições mais atrativas.

– Operação sem custo

Não existe cobrança de taxas ou multas para a portabilidade de empréstimo. Os bancos também não são permitidos a realizarem as vendas casadas como seguros e outros serviços.

– Chances de conseguir renegociar os juros com seu banco de origem

Certamente o banco irá tentar fazer com que o cliente permaneça, por isso, é comum que haja a contraproposta de renegociação. Então, o cliente aceita – ou não – o que será oferecido.

– Qualquer valor pode ser transferido

Não importa o valor, é possível fazer portabilidade de qualquer tipo de empréstimo.

As desvantagens são a perda de relacionamento com o banco e o pagamento de juros maiores ainda (caso não tenha cuidado na escolha e renegociação com o novo banco).

Reduzir o endividamento por meio da portabilidade

Portabilidade de empréstimo

A Aneps/Sindaneps (Associação e Sindicato Nacional das Empresas Promotoras de Crédito e Correspondentes no País) orienta quem deseja recorrer a esta transação.

Segundo a instituição, a porcentagem de pessoas que buscam esta opção segue em expansão. Até maio de 2018, o crescimento já alcançava 59,8% em comparação ao mesmo período de 2017.

Edison Costa, presidente da Associação, conta que a melhor forma de comparar os bancos é pelo Custo Efetivo Total (CET) da dívida original e renegociada. “Assim dá para ver se realmente está havendo uma redução no valor a ser pago”, diz.

Por conta das quedas nos juros, com a portabilidade de empréstimo é possível contratar com taxa de 3% ao mês e, ao transferir para outro banco, conseguir pagar a 1,99%.

Para Costa, a tendência é o crescimento da portabilidade. “Não imaginam que o processo possa ser simples e ainda garantir um alívio para o bolso de quem está endividado”, conclui.

Este texto te ajudou? Então conte para nós: você já pensou em fazer a portabilidade de empréstimo? Comente aqui!

Entenda o que é IOF e quando é cobrado

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mão com caneta anotando na nota fiscal que está em cima de um caderno

Quem nunca escutou a sigla IOF? Você sabe qual é o significado desse imposto? Sabe quando e onde é cobrado?

O IOF é a sigla usada para o Imposto sobre Operações Financeiras. Mas, agora que você já sabe o significado deve estar se perguntando quem paga esse imposto, certo?

Ele é pago pelas pessoas físicas e as jurídicas que realizam operações de crédito, câmbio e seguro. Além das operações que são referentes a títulos imobiliários, que contribuem com o pagamento do IOF.

O Imposto sobre Operações Financeiras é um imposto federal que foi criado com o objetivo de ser um regulador da economia brasileira.

Uma pequena porcentagem é recolhida em cada operação, que funciona como um pagamento proporcional das transações. Outra informação importante é que a porcentagem do imposto sobre o valor depende de cada tipo de operação.

O envio de dinheiro ao exterior, por exemplo, varia de acordo com a natureza da remessa, podendo ser entre 0,38% e 1,1%.

Já para a compra de moeda estrangeira, a porcentagem cobrada é de 1,1%, enquanto para o uso do cartão de crédito, débito, pré-pago ou traveler cheque é de 6,38%.

Quando o IOF é cobrado?

Você já sabe que o Imposto sobre Operações Financeiras incide sobre diversas operações de crédito. Agora está na hora de saber como ele é cobrado para você.

Isso porque esse tributo recai sobre todas as operações realizadas por instituições financeiras, empresas e pessoas.

Sendo assim, o IOF é cobrado quando existe uma entrega de um valor a alguma parte. Ou seja, quando é a troca de um ativo.

Para te ajudar a entender melhor, confira uma lista de situações do cotidiano que contém o IOF:

  • Pegando empréstimo;
  • Ao utilizar o cheque especial;
  • Utilizando o cartão de crédito para determinadas compras;
  • Ao contratar um seguro e utilizá-lo;
  • Ao resgatar seus investimentos;
  • Na compra e venda de moedas estrangeiras.

O imposto é cobrado da seguinte forma: sempre que uma pessoa realizar uma operação de transação de compra e venda de um título público em um período inferior a 30 dias.

Em cada um desses casos, uma alíquota é cobrada. Além disso, a duração da operação pode ajudar a diferenciar o valor.

Como o IOF incide em cada operação

Quer saber como o imposto destacado incide e atua em cada operação, além das taxas que são cobradas? Veja a seguir o que o FinanceOne te explica!

IOF no cartão de crédito e débito

Você sabia que os brasileiros costumam realizar a maioria das compras por meio do cartão de crédito e/ou débito?

E, no Brasil, quando você faz uma compra não paga pelo Imposto sobre Operações Financeiras, ele só aparece caso você faça uso do rotativo do cartão.

Dessa forma, o IOF aparece quando você adia o pagamento da fatura do cartão de crédito. Vale ressaltar que as taxas de juros cobradas por esse atraso são consideradas as mais altas do mercado.

Para esses casos, do cartão de crédito, é cobrada uma taxa diária de 0,0082% com um acréscimo de 0,38%. Já quando você realiza a compra em uma outra moeda, a regra muda. Isso porque o imposto fica em 6,38% do valor da compra.

Esse valor é tanto para as compras feitas fora do país quanto para os sites que realizam entrega no Brasil.

IOF no empréstimo consignado, financiamentos e cheque especial

Assim como o cartão de crédito, a alíquota para o empréstimo consignado é de 0,0082% diário, além de uma taxa adicional de 0,38% total no valor da operação.

Para os casos de financiamento habitacional é importante lembrar que o IOF continua isento. Porém, para os imóveis que não são residenciais, a taxa da incidência do imposto é de 0,0082% ao dia, e a alíquota, de 0,38% para pessoa física.

Agora já para pessoa jurídica, o financiamento tem uma alíquota de 0,0041% ao dia e adicional de 0,38% sobre o valor global da transação.

Já no caso do cheque especial, incidem duas alíquotas sobre o saldo devedor: 0,0041% ao dia, além de 0,38% em cima do saldo devedor.

cheque especial com nota fiscal ao lado
Saiba o que é IOF e como funciona o Imposto sobre Operações Financeiras

IOF em títulos ou valores imobiliários

Para esses tipos de investimento, a taxa incidida é de 1,5% ao dia. Porém, a alíquota vigente é zero, o que acaba acarretando em exceções. Um exemplo são as aplicações realizadas por estrangeiros em fundos mútuos de empresas emergentes.

Nos fundos que tangem o investimento imobiliário, a taxa cobrada é de 1,5% ao dia, sendo limitada a 10%. Já nos fundos de Aposentadoria Programada Individual dentro de um ano, a alíquota é de 5%. Porém, depois desse prazo, a alíquota é zero.

Para os casos de resgate, cessão ou repactuação de operações com títulos ou valores imobiliários, a alíquota incidida é de 10% ao dia, que tem um limite ao rendimento da operação de zero, após 30 dias.

Em relação às quotas de fundos de investimento, a alíquota do IOF é de 0,5% ao dia. Isso acontece se o resgate ocorrer antes do prazo de carência do rendimento.

IOF em operações de seguro

Para esse tipo de operação, existe um teto sobre a alíquota de IOF. Sendo assim, o valor máximo a ser cobrado é de 25%.

Porém, as taxas correntes são menores. Para os seguros de vida e de acidentes pessoais, por exemplo, o valor fica em 0,38% sobre o prêmio do seguro.

Nos demais casos, como os automobilísticos, a alíquota desse tributo chega a 7,38%. Porém, para algumas situações, o IOF é isento para resseguro e para aqueles que estão ligados a financiamentos imobiliários habitacionais.

IOF nas operações financeiras de câmbio

É nas operações financeiras de câmbio que mais se escuta falar sobre o IOF. Isso envolve as transações com dólares e outras moedas estrangeiras.

Para esses casos, a alíquota máxima cobrada é de 25%, mas é importante frisar que esse número varia de acordo com cada caso.

Se você quer enviar recursos do exterior para o Brasil, será cobrado o valor de 0,38% independentemente da titularidade das contas.

Para aqueles que querem mandar dinheiro para fora do país, se esta operação for feita para contas da mesma titularidade, o IOF será de 1,1%.

Caso seja para outra pessoa, o valor é menor, fica em 0,38%. Já para compra de moedas estrangeiras em bancos e até mesmo em casas de câmbio, é cobrado 1,1% de imposto sobre o valor da operação.

Esse texto te ajudou? Você conseguiu entender mais sobre o IOF e cada operação complementar que ele incide? Então compartilhe com mais pessoas!

Imposto de Renda: saiba quais são as possíveis mudanças para 2021

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Montagem de um leão ao lado de notas de reais

Em breve, os brasileiros começarão a declarar o Imposto de Renda. E é importante estar preparado porque podem ocorrer mudanças na regra de cobrança. O próprio presidente Jair Bolsonaro afirmou que poderia dar uma “mexidinha” na tabela do IR.

A declaração do presidente aconteceu no último dia 3 de janeiro, durante uma conversa com os apoiadores no Palácio da Alvorada. A informação foi dada primeiramente pela Folha de São Paulo.

O presidente Jair Bolsonaro ainda disse que não conseguiu realizar essa alteração em 2020 por conta dos gastos emergenciais do governo federal com a crise da pandemia da Covid-19.

Diante de uma pergunta de um dos seus apoiadores sobre o Imposto de Renda de 2021, o presidente respondeu: 

“A economia parece que está voltando. Dá para dar uma mexidinha nela sim. Não dá para onde eu queria que [ela] chegasse. Ano passado foi um baque muito grande, foram R$700 bilhões de endividamento”, afirmou.

Além da declaração de Bolsonaro, existe um Projeto de Lei 5431/20 que visa alterar os processos relativos aos rendimentos recebidos de forma acumulada no ano calendário em curso. O texto está em tramitação na Câmara dos Deputados.

Na lei atual, Imposto de Renda tem rendimento tributado direto na fonte

Segundo a lei atual do Imposto de Renda, os rendimentos são tributados na fonte de acordo com o valor total recebido e a tabela do IR no mês de referência. E depois disso, caso você apresente a declaração anual de ajuste, você poderá ter direito à restituição.

A ideia do novo Projeto de Lei é que o Imposto de Renda passe a ser calculado com base em uma nova tabela. Nela será considerada a quantidade de meses a que se referem os rendimentos recebidos.

A regra é bem parecida com o que é aplicado atualmente para o cálculo do imposto sobre os rendimentos relativos a anos-calendários passados.

Caí na malha fina do IR 2018, e agora?
O Imposto de Renda 2021 pode ter alterações, é importante estar atento

De acordo com o deputado Walter Alves, autor do Projeto de Lei, os segurados do INSS que têm direito aos benefícios isentos do Imposto de Renda são prejudicados por atrasos nos pagamentos.

O deputado ainda afirma que a regra penaliza as pessoas mais pobres, que realmente dependem do benefício para se sustentar.

Imposto de Renda 2021: quem deverá declarar?

Você já sabe a quem abrange a obrigação de declarar o Imposto de Renda (IR)? Essa é uma informação importante, tanto para você não deixar passar batido como também para permanecer atento aos prazos e ficar ligado no noticiário sobre este assunto.

Veja a seguir quem deverá declarar o Imposto de Renda em 2021:

  • Todos que receberam rendimentos tributáveis maiores que R$28.559,70 no ano anterior;
  • Todos que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, e que somados tenham sido maiores a R$ 40 mil no ano passado;
  • Todos que receberam, em qualquer mês de 2020, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas;
  • Todos que tiveram, em 2020, receita bruta em valor maior a R$ 142.798,50 em atividade rural;
  • Todos em que até 31 de dezembro de 2020 tinham a posse ou a propriedade de bens ou direitos, incluindo de terra nua, de valor total superior a R$ 300 mil;
  • Todos que escolheram a isenção do imposto incidem no valor obtido na venda de imóveis residenciais cujo produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no Brasil, no prazo de 180 dias, contado da assinatura do contrato de venda.

Quando começa a declaração do Imposto de Renda 2021?

Essa é uma pergunta muito comum nos primeiros meses do ano. Mas, é importante frisar que o calendário para o Imposto de Renda 2021 ainda não foi divulgado.

O que se sabe é que tradicionalmente, o prazo de declaração começa no dia 1º de março e se encerra em 30 de abril. Dessa forma, o contribuinte costuma ter um prazo de cerca de 60 dias para prestar contas junto ao Fisco. 

Em 2020, em função da pandemia do novo Coronavírus, a Receita Federal prorrogou a data final para 30 de junho. Mas, espera-se que em 2021 o calendário volte a sua normalidade e não receba um prazo tão longo. 

Este texto te ajudou? Você quer saber mais sobre o Imposto de Renda 2021? Fique de olho no FinanceOne e saiba de todos os detalhes. 

Veja como ter renda extra com artesanato

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objetos de artesanato

Um dinheiro extra no final do mês é sempre bem-vindo. Ele pode ser um grande alívio, sobretudo se você estiver fora do mercado de trabalho. Por isso, já pensou conseguir uma renda extra com artesanato?

Além de uma fonte de dinheiro, criar peças também é uma forma de terapia, ainda mais se você já tiver facilidade em produzir.

Tapetes de crochê, garrafas personalizadas, toalhas bordadas são algumas das opções de artesanato para vender.

Quer conferir mais ideias incríveis para você fazer renda extra com artesanato? Então continue a leitura deste texto!

+ Como empreender e ganhar dinheiro em casa

Consumidores estão dando preferência para produtos artesanais

Você já ouviu falar sobre consumo consciente? Trata-se de uma ideia que reflete a tendência de repensar as escolhas de produtos na hora de comprar.

Cada vez mais, os consumidores estão dando preferência a produtos feitos com materiais sustentáveis e que façam a economia girar de forma saudável, valorizando pequenas empresas e microempreendedores.

+ 3 golpes e fraudes praticados com MEI. Fique atento!

E é aí que entram os produtos artesanais: com a redução dos empregos formais nos últimos anos e com a crise econômica, muitas pessoas encontraram no artesanato uma fonte de renda.

O artesanato faz sucesso na decoração de casa, em festas de casamento e aniversário e nas datas comemorativas, por exemplo.

Se você está em busca de uma fonte de renda ou já produz artesanato e quer ter novas ideias, aqui estão algumas sugestões que você pode aprender para vender os produtos.

renda extra com artesanato
O artesanato é uma forma de conseguir uma renda extra

4 ideias incríveis de como ter renda extra com artesanato

Para saber como ganhar dinheiro com artesanato, é fundamental conhecer as principais tendências do mercado. Dessa maneira, você pode oferecer produtos que as pessoas já procuram no mercado.

Confira algumas sugestões que separamos:

1. Laços de cetim

Os laços de cetim nunca saem de moda. Eles são versáteis e podem ser usados em diversos produtos, tais como: roupas, calçados ou presentes.

Para começar a fazer laços de cetim e ganhar dinheiro neste modelo de artesanato você pode comprar o próprio tecido, comprar ou montar uma máquina.

Caso não seja possível, faça contato com uma empresa que oferece esses materiais para que você seja freelancer e ganhe por produção.

2. Caixas decoradas em MDF

Quem é que não gosta de ter um lugar para guardar anéis, cordões, fotos ou lenços? As caixas de MDF são ótimas para isso! E existem várias técnicas diferentes para decorá-las.

Para fazer artesanato em MDF, você vai precisar das peças nesse material, tintas, tecidos, cola, verniz, entre outros materiais. As caixas em MDF já são vendidas prontas, então, basta que você procure um fornecedor mais barato na hora de comprá-las para decorar.

+ Pequenos negócios: como começar a vender online?

3. Guirlandas de feltro

Os modelos de guirlandas de feltro para a maternidade são muito procurados. Normalmente, são feitas com os nomes dos pequenos.

Para trabalhar com feltro não é necessário gastar muito. No entanto, para manusear esse tipo de material é muito importante saber fazer o ponto caseado.

Você vai precisar basicamente de feltro, linha, agulha e miçangas ou botões. Procure por um molde de guirlanda na internet e compre o feltro nas cores necessárias para fazer os primeiros modelos.

4. Luminárias

Além de manter os ambientes iluminados, as luminárias são ótimas alternativas para decorar o ambiente e deixá-lo mais aconchegante. Existem diversos modelos artesanais, com personagens, desenhos etc.

Elas podem ser feitas com materiais recicláveis, ou seja, que você tem em casa, como latas de leite, por exemplo.

Além dessas dicas para conseguir uma renda extra com artesanato, você também pode investir em outras ideias, tais como: alpargatas infantis de crochê, kit de fraldas bordadas, sabonetes artesanais etc.

O importante mesmo é fazer o que você gosta e, assim, conseguir uma renda.

Você gostou do nosso texto sobre como conseguir renda com artesanato? Lembrou de outras ideias? Então deixe um comentário e compartilhe, conosco e com os demais leitores, as suas dicas sobre o assunto!

Qual fintech escolher para ter cartão de crédito? Confira

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Homem usando celular com cartão de crédito em outra mão do Banco Original

No mercado brasileiro existem diversas opções de cartões de créditos que estão fazendo sucesso, sobretudo os de fintech. Esses cartões viraram febre por serem livres de taxa e terem juros e tarifas menores, já que são vinculados a conta digital.

Mas se todos apresentam taxas baixas, como escolher um? Para decidir qual cartão de crédito de fintech adotar, é interessante analisar os juros cobrados no crédito rotativo e o parcelamento da fatura.

Também pode pesar na decisão o valor de outras tarifas, como a de compras internacionais, por exemplo. Alguns benefícios oferecidos, como programas de pontos, também contam na hora da escolha.

Para ajudar você nesta decisão, vamos explicar as características de três fintechs que oferecem cartões de crédito. Assim, você pode compará-los e identificar o que melhor se enquadra no seu perfil. Vamos lá?

3 cartões de fintech para você comparar e escolher o seu

Veja algumas opções de cartões de crédito de fintech e escolha o seu!

Banco Nubank

O mais conhecido entre os cartões de créditos fintechs é o Nubank. A bandeira usada pela empresa é a MasterCard e possui dois segmentos de cartão: Gold e Platinum.

O Nubank usa uma conta digital vinculada ao cartão. A taxa de juros do crédito é de 2,75% a 14% ao mês. As taxas para compras internacionais são de PTAX + 4%.

É possível refinanciar a fatura em até 12 vezes, com Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e juros menores que os do rotativo e os de atraso, além de parcelas fixas.

O Nubank não dá a possibilidade de cartões adicionais e, além disso, não cobra tarifa de saque internacional, apenas IOF.

Todas as transações são controladas por aplicativo e possui diversas formas de atendimento, como chat, e-mail, telefone e redes sociais. O atendimento é realizado 24 horas, todos os dias da semana.

O aumento do limite de crédito é automático e é possível pagar por DDA. Mas não é possível realizar débito automático da fatura.

Principal vantagem: o Nubank tem um programa de pontos chamado Rewards. Nesse programa, os pontos são acumulados e não expiram, podendo usá-los para “apagar” despesas com passagens, hotéis, compras, corridas no Uber e mensalidades de serviços de streaming. A assinatura é opcional e custa R$19 por mês.

Outros benefícios: descontos ao antecipar parcelas, bloquear e desbloquear o cartão pelo aplicativo, pedido de aumento de limite também pelo app e mudança da data de vencimento.

Como solicitar o cartão: pelo site ou aplicativo, clique em “Pedir Meu Convite” e preencha nome completo, CPF e e-mail.

cartão fintech
3 cartões de fintech para você comparar

Banco Inter

Banco Inter usa a bandeira Mastercard e possui três segmentos de cartões: Standard, Platinum e Black. É possível vincular uma conta, mas não tem programa de pontos.

Sua taxa de juros do crédito rotativo é de 5% e não cobra taxa para compras internacionais, apenas IOF. Os juros por atraso também são de 5%, com multa de 2% e mora de 1%.

Esse cartão de crédito de fintech possibilita o parcelamento da fatura em até 36 vezes, mas cobra uma taxa de 4,9% ao mês.

O atendimento do Inter é realizado por telefone, chat e redes sociais. Para ter o cartão, o consumidor só precisa ser correntista do banco.

Principal vantagem: é possível ter débito automático da fatura. O aumento do limite também é automático e, além disso, oferece pagamento mínimo de fatura e não tem tarifa de avaliação emergencial e crédito. É possível conseguir cashback pagando fatura em débito automático.

Não há, no entanto, a possibilidade de saque.

Como solicitar: no aplicativo ou no site.

+ Qual é a melhor fintech para investir?

Banco Next

Next usa a bandeira Visa e tem apenas um segmento, o internacional. Ela tem uma conta digital vinculada e a taxa de juros do crédito rotativo é fixa, de 9,9% ao mês.

A primeira desvantagem do Next em relação ao Nubank é a tarifa de saque internacional, na qual é cobrado o valor de R$20 além dos encargos de 15,10%.

Os juros por atraso são de 15,10% ao mês e a multa é de 2% e mora de 1%. Outra desvantagem também é que o cartão não possui programa de pontos.

Assim como o Nubank, o banco Next não tem cartão adicional, mas cobra pela segunda via do cartão.

O aumento do limite é feito de forma automática. As formas de atendimento ao cliente são via chat, redes sociais, e-mail e telefone.

Principal vantagem: o Next oferece a possibilidade de refinanciar a fatura em até 24 vezes direto pelo aplicativo. Além disso, é possível realizar um pagamento mínimo da fatura. Outra vantagem é a possibilidade de débito automático da fatura.

Outros benefícios: se você for um cliente universitário já tem limite de R$600 aprovado. A cesta de serviços é gratuita e há um programa de descontos.

Como solicitar o cartão: diretamente pelo aplicativo.

Ficou interessado por esse assunto? Conheça também quais são as 16 melhores fintechs brasileiras.

Como comprar carro com manutenção barata

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Mêcanico segurando ferramentas na frente do capô do carro aberto

Comprar um carro com manutenção barata é cada vez mais necessário no Brasil. Afinal, todo bom motorista sabe que além das revisões periódicas, também pode ter de lidar com consertos inesperados durante o uso do veículo.

Isso acontece principalmente porque a malha pavimentada brasileira continua em condições insatisfatórias. É o que revela a 22ª edição da Pesquisa CNT de Rodovias, divulgada pela Confederação Nacional do Transporte.

De acordo com o levantamento, 57% dos trechos avaliados apresentaram estado geral com classificação regular, ruim ou péssima. Em 2017, o percentual com algum problema foi de 61,8%.

No total, a CNT pesquisou 107.161 kms, o que corresponde a toda a malha federal pavimentada e aos principais trechos estaduais, também pavimentados.

Esse cenário faz com que a quantidade de manutenções seja constante e pode interferir profundamente no orçamento dos motoristas. Por isso, é importante escolher um automóvel resistente e de fácil reparo, para reduzir esses custos.

+ 6 dicas para economizar com a manutenção do carro

Carro com manutenção barata: qual?

Quer saber qual o carro com manutenção barata mais vendido no Brasil? A Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) produziu um ranking.

O órgão reuniu os 10 modelos mais emplacados em 2020. São eles, em ordem decrescente: Chevrolet Onix, Chevrolet Onix Plus, Ford Ka, Hyundai HB20, Volkswagen Gol, Fiat Argo, Renault Kwid, Volkswagen Polo, Jeep Renegade e Volkswagen T-Cross.

Na lista, foram incluídos a soma das três primeiras revisões. Contudo, vale lembrar que os preços sugeridos pelas fabricantes não incluem itens de desgaste natural (como pastilhas de freio) ou serviços extras (como alinhamento e balanceamento).

Os valores foram levantados tomando por padrão as versões de entrada de cada um dos modelos (geralmente, com os motores menos potentes da gama). Portanto, os preços podem variar de acordo com o conjunto mecânico escolhido.

Confira o ranking a seguir!

Veículo / Valor das três primeiras revisões

Chevrolet Onix – R$ 1.348;
Chevrolet Onix Plus – R$ 1.348;
Ford Ka – R$ 1.447;
Hyundai HB20 – R$ 1.108;
Volkswagen Gol – R$ 1.537;
Fiat Argo – R$ 1.176;
Renault Kwid – R$ 1.184;
Volkswagen Polo – R$ 1.564;
Jeep Renegade – R$ 2.179;
Volkswagen T-Cross – R$ 1.676.

Dicas para comprar carro com manutenção barata

Escolher um carro com manutenção barata é um ponto de partida para sua aquisição, principalmente em tempo de crise econômica.

carro com manutenção barata
Motoristas devem considerar o custo da manutenção na hora de escolher um carro

Na hora da escolha é necessário saber qual vai ser o uso do veículo e quantos quilômetros fará por dia. Portanto, escolha um carro que se adapte ao seu dia a dia.

No entanto, como todos querem economizar, acabam optando pelo mais barato. Porém, nem sempre é a melhor escolha. Afinal, o modelo mais caro pode ter uma durabilidade maior.

Nem sempre os mais baratos atendem as suas necessidades. O custo-benefício serve justamente para balancear o valor financeiro e as vantagens do que se quer comprar, além das desvantagens.

Para saber qual modelo se adéqua ao seu estilo de vida e, principalmente, ao seu orçamento, inicie a busca pela internet. Depois visite algumas lojas e selecione alguns modelos preferidos.

Peça a opinião de alguém de confiança ou do seu mecânico sobre o carro. Para finalizar, procure opiniões de pessoas que compraram o mesmo carro e fizeram comentário positivos e negativos.

Estude tudo isso e feche a compra! O que vale mais: comprar um carro ou alugar? Confira aqui!

Consórcio: é possível comprar o que quiser com a carta de crédito?

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Homem escrevendo em um papel

Você sabe o que é uma carta de crédito? É um documento financeiro emitido pela administradora de consórcio em favor do participante contemplado no valor definido em contrato.

Ela dá ao portador o direito de adquirir um bem igual ou semelhante àquele que serviu de referência para o consórcio. Geralmente veículos, imóveis ou serviços.

Essa modalidade de crédito é utilizada em consórcios para garantir a segurança da operação. Afinal, o documento é nominal e apenas o participante poderá utilizá-lo.

Outra grande vantagem é que, como a carta de crédito não é o mesmo que dinheiro, não há risco de haver cobrança de taxas ou impostos. O que preserva ao máximo o poder de compra.

Como obter a carta de crédito no consórcio?

Para ter direito a uma carta de crédito, é preciso, primeiro, adquirir a cota de um consórcio. Nesse momento, deve-se definir o objetivo da carta, seu valor e o prazo de pagamento.

Para tomar essa decisão, lembre-se de avaliar a sua renda mensal disponível para o pagamento das parcelas. Isso porque quanto maior a carta de crédito, maior será o desembolso mensal.

Ao longo do período do pagamento dessas parcelas, caso o contrato permita, é possível ajustar o valor da carta de crédito. Contudo, como você viu, ela só é liberada a partir do momento da contemplação, que pode ocorrer por meio de sorteio ou lances.

Mas como isso funciona na prática?

O sorteio é a forma mais comum. Mensalmente, a administradora realiza nas assembleias a escolha de um ou mais consorciados por meio desse procedimento. Quem der a sorte recebe a carta de crédito para usufruir das suas possibilidades.

carta de crédito
Em consórcios, a carta de crédito pode ser obtida por meio de sorteio ou lances

Todas as transações, nesse caso, precisam contar com o aval da Câmara Internacional de Comércio (ICC). Para quem não conhece, a ICC é formada por países de vários continentes e facilita o fluxo dos negócios internacionais.

Há ainda a possibilidade de conseguir a carta de crédito por meio de lances. Veja 3 possibilidades para oferecer lances:

1 – livre: qualquer valor pode ser oferecido e quem der o maior lance recebe a carta de crédito;

2 – fixo: o valor a ser oferecido é determinado em contrato;

3 – embutido: é possível oferecer uma parte da carta de crédito como lance.

Quem possui uma reserva financeira e tem pressa em obter a carta de crédito, deve considerar sempre a oferta de lances para antecipar a contemplação.

É possível comprar o que quiser com a carta de crédito?

A carta de crédito é um documento com finalidade exclusiva. Se você participou de um consórcio automotivo, por exemplo, ela deve ser utilizada em negócios que envolvam veículos, ou seja, bens móveis.

Isso também vale para um consórcio imobiliário. Na prática, mesmo com essa limitação, as cartas de crédito apresentam uma boa versatilidade, podendo ser utilizadas de diferentes formas.

Ela deve ser usada no período estipulado em contrato, que varia entre 90 e 180 dias. Esse prazo depende das políticas praticadas pela administradora.

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Autonomia do Banco Central: saiba o que é e como funcionará

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imagem da fachada do Banco Central

A Câmara dos Deputados aprovou na quarta-feira, 10, o texto-base do projeto que prevê a autonomia do Banco Central. Ao todo, foram 339 votos favoráveis a 114.

A votação na Câmara ocorreu um dia após ter sido aprovada a urgência do programa. Para concluir a análise do tema, os parlamentares precisam votar os destaques, que visam modificar a redação.

O texto já havia sido aprovado pelo Senado e, entre os outros, define que o presidente do Banco Central tenha mandato de quatro anos, não coincidindo com o da Presidência da República.

Um dos objetivos com a mudança é blindar o órgão de pressões político-partidárias. A proposta tem o aval da equipe econômica do governo atual.

A autonomia do Banco Central é debatida no Congresso desde 1991, e o projeto aprovado entrou na lista de pautas prioritárias do governo, entregue pelo presidente Jair Bolsonaro aos presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG).

Entre outras funções, é de responsabilidade do Banco Central, por meio do Comitê de Política Monetária (Copom), definir a taxa Selic, a taxa básica de juros da economia.

+ 7 funções do Banco Central do Brasil

O que muda com a autonomia do Banco Central?

A principal mudança com autonomia do Banco Central é o mandato fixo de quatro anos para o presidente e os diretores da instituição, o qual não deve acontecer junto com o mandato do presidente do país.

A ideia, segundo os parlamentares a favor da proposta, é defender que o Banco Central tenha uma gestão técnica e não esteja sujeito a interferências políticas.

Além disso, atualmente o BC é vinculado ao Ministério da Economia, apesar de não ser subordinado à pasta.

Pela proposta, o Banco passa a se classificar como autarquia especial, caracterizada pela “ausência de vinculação a Ministério, de tutela ou de subordinação hierárquica”.

De forma resumida, com a autonomia o Banco Central passa:

  • a ser uma autarquia de natureza especial: com autonomia técnica, operacional, financeira e administrativa;
  • a ter 9 diretores, sendo um deles o Presidente;
  • a ter mandato de quatro anos e recondução, uma única vez, por igual período;
  • o mandato da presidência do Banco não pode coincidir com o mandato da Presidência da República.

+ Reclamações no Banco Central: como fazer?

Veja ponto a ponto da proposta

O Banco Central tem nove diretores, e um deles é o presidente da instituição. Após indicação do presidente da República, os aspirantes aos cargos precisam passar por sabatina e votação no Senado.

O texto aprovado não altera a composição da diretoria colegiada do Banco Central, no entanto, estabelece mandato de quatro anos para o presidente da instituição e os demais diretores.

Pela proposta, o mandato da presidência do Banco Central não acontecerá junto com o da presidência da República. De acordo com o texto, o presidente do Banco Central assume o cargo no primeiro dia do terceiro ano do mandato do chefe do Poder Executivo.

O projeto também estabelece a substituição de forma escalonada dos demais membros da diretoria, de acordo com a seguinte escala:

  • dois diretores iniciam os mandatos no dia 1º de março do primeiro ano de mandato do presidente da República;
  • dois diretores iniciam os mandatos no dia 1º de janeiro do segundo ano do mandato do presidente da República;
  • dois diretores iniciam os mandatos no dia 1º de janeiro do terceiro ano do mandato do presidente da República;
  • dois diretores iniciam os mandatos no dia 1º de janeiro do quarto ano do mandato do Presidente da República.

Além disso, será de responsabilidade do presidente do BC apresentar ao Senado, no primeiro e no segundo semestre de cada ano, relatório de inflação de estabilidade financeira do país, explicando as decisões tomadas no semestre anterior.

A proposta também define como objetivo fundamental do Banco Central assegurar a estabilidade de preços, além de determinar objetivos secundários, que são:

  • zelar pela estabilidade e eficiência do sistema financeiro;
  • suavizar as flutuações do nível de atividade econômica;
  • fomentar o pleno emprego.

O projeto de autonomia do Banco Central também estabelece as situações que levam à perda de mandato do presidente e diretores da instituição nas seguintes circunstâncias:

  • a pedido do presidente ou do diretor;
  • em caso de doença que o incapacite para o cargo;
  • quando sofrer condenação, em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão colegiado, por improbidade administrativa ou em crime cuja pena leve à proibição de acesso a cargos públicos;
  • em caso de “comprovado e recorrente desempenho insuficiente para o alcance dos objetivos do Banco Central do Brasil”. Nesta hipótese, o Conselho Monetário Nacional (CMN), deve submeter ao presidente da República a proposta de exoneração, que estará condicionada à prévia aprovação por maioria absoluta do Senado.

Você sabe quais são as atribuições do Banco Central? FinanceOne lista 7 funções do BC. Confira!