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Confira 7 vantagens de se associar a uma cooperativa de crédito

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Mão de uma pessoa segurando um celular com tela de gráficos. Ao fundo, tablet e papéis com gráficos

Você já escutou falar em cooperativa de crédito? Essa é uma das apostas do Banco Central (BC) que deve ser fortalecida no país ainda este ano. Mas apesar disso, é comum encontrar pessoas que ainda não tenham escutado falar nas cooperativas de créditos.

Para quem não sabe elas são instituições financeiras formadas por uma associação de pessoas para prestar serviços financeiros, exclusivamente, aos associados. Além disso, os cooperados são donos e usuários dessas cooperativas.

Sendo assim, eles participam da gestão e também usufruem dos produtos e serviços da cooperativa de crédito. E, nela, os associados podem encontrar os principais serviços oferecidos por bancos, como empréstimos, contas e financiamentos. 

Quem está pensando em investir nesse tipo de aplicação precisa saber que esta pode ser uma boa alternativa. É o que explica o consultor financeiro e empresarial Marco Juarez Reichert, autor do livro Gestão sem Estresse.

Isso porque, de acordo com o especialista, as cooperativas de crédito atendem muito bem as demandas de pessoas físicas e jurídicas, investidores e empreendedores. Além, é claro, de oferecer diversos benefícios aos associados. 

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Por esse motivo, o Banco Central tem se declarado parceiro das cooperativas de crédito. Além de contar com a ajuda delas para aumentar a inclusão social no segmento, a educação, transparência e competitividade.

Em 2019, antes da pandemia da Covid-19, o BC sugeriu algumas metas para o setor até 2022. Entre elas estão: o incremento de 8% para 20% de participação das cooperativas no volume de crédito concedido no Sistema Financeiro Nacional (SFN) e um maior acesso ao crédito para cooperados com renda de até 10 salários-mínimos. 

Conheça 7 vantagens de se associar a uma cooperativa de crédito

De acordo com o consultor financeiro Marco Juarez Reichert, o atendimento na cooperativa de crédito é personalizado. Outro benefício é a precificação dos produtos e as taxas justas. 

Além disso, todo final de ano ocorre a distribuição de parte do resultado, que é conhecida como as sobras líquidas, que são equivalentes aos lucros. 

“O cooperado também é sócio, participando ativamente do dia a dia da cooperativa e, ainda, tem direito a produtos e serviços customizados”, explica Reichert.

Confira abaixo algumas vantagens de uma cooperativa de crédito!

1) O recebimento das sobras anuais

Esse benefício acontece quando a cooperativa de crédito possui resultados positivos. Com isso, o dinheiro é distribuído entre os associados uma vez ao ano, geralmente no final.

Vale ressaltar que o valor do cálculo a ser repartido é realizado sobre a movimentação de cada associado.

 “O resultado fica, de uma forma ou de outra, na própria comunidade da cooperativa. E aí, reside um dos maiores diferenciais de uma cooperativa de crédito: ajudar a construir comunidades mais prósperas”, afirma o especialista.

2) Serviços similares ao dos bancos

A prestação de serviços similares às das instituições bancárias também é uma vantagem encontrada a quem se associa a uma ou mais cooperativa de crédito. Afinal, elas oferecem os mesmos produtos e facilidades que os bancos mais tradicionais.

“Pessoas físicas podem abrir conta, ter cartões de crédito, fazer empréstimos, entrar em consórcios, tomar crédito imobiliário, e, ainda, manter investimentos como poupanças, previdência privada e aplicações de renda fixa”, explica Reichert. 

Pote transparente cheio de moedas e três fileiras de moedas do lado de fora
Um dos benefícios da cooperativa de crédito é a possibilidade de inclusão financeira

Enquanto isso, as empresas podem, ainda, migrar as folhas de pagamento de colaboradores para a cooperativa e, também, ter acesso às maquininhas de cartão, garante o especialista, que acrescenta:

“E vale lembrar que as cooperativas estão plenamente digitalizadas e oferecem ferramentas como internet banking e apps que agilizam a movimentação”, acrescenta.

3) Inclusão financeira

Marco Juarez diz que, no Brasil, a burocracia e os altos juros costumam ser um entrave ao acesso aos bancos. Além disso, 45 milhões de brasileiros estão à margem do sistema financeiro tradicional.

“A boa notícia é que pessoas com baixa renda, os chamados ‘desbancarizados’, conseguem mudar suas realidades e ter acesso a crédito por meio de cooperativas, já que essas instituições têm um forte viés social e são inclusivas”, diz Reichert, que completa:

“Desse modo, as cooperativas surgem como alternativa para proporcionar a inclusão desse grande contingente da população, sendo muitas vezes, a única opção existente”, explica Reichert.

4) O processo democrático na tomada de decisões

É importante destacar que, no cooperativismo financeiro, os associados exercem direitos e deveres como tomadores de decisão. E isso ocorre não apenas como usuários do sistema. 

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São realizadas assembleias periodicamente. O presidente, ou vice, prestam contas em seu nome do conselho. Tais decisões são através de votações, onde cada CPF é um voto. 

“Ou seja, o crescimento da cooperativa é de interesse de cada sócio (cooperado), e não apenas dos executivos e colaboradores. E é importante mencionar que cada associado tem idêntico poder de opinião, independentemente de ter renda mensal de um salário-mínimo ou de milhares de reais.”

5) Segurança no investimento

Outra vantagem é o fato de haver segurança nos investimentos, já que as cooperativas são fiscalizadas pelo Banco Central do Brasil.

E além disso, seus balanços passam por auditorias externas e são divulgados com transparência para os associados. 

Vale destacar, também, que os investimentos das cooperativas são protegidos pelo Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop), que assegura os valores aplicados nessas instituições financeiras, dentro dos limites regulamentares, em casos de intervenção ou liquidação extrajudicial.

6) Atendimento humanizado

Ele ainda menciona que, se a estrutura de atendimento é semelhante ao do banco, nas cooperativas, a interação entre as partes é feita com acolhimento, transparência e humanização. 

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“Como a estrutura é horizontal e estas instituições não visam lucro, em geral, o cliente recebe um atendimento diferenciado, quando comparado ao banco tradicional”, avalia Reichert. 

Isso, segundo ele, ocorre especialmente nas agências. No geral, exceto em períodos de exceção (como a pandemia).

7) Engajamento para o bem comum

A boa notícia, ainda, é que as cooperativas contam com diversos objetivos em prol de boas iniciativas, ações de responsabilidade social, educativas ou culturais Essas, sem visar lucro, atuando em prol da coletividade. 

“São projetos que atuam para a inclusão e para a capacitação de indivíduos. Iniciativas assim contribuem para o desenvolvimento social, sendo que todos os associados são agentes transformadores. Ou seja, o cooperativismo prega o capitalismo consciente”, finaliza o consultor.

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Veja 7 erros de quem investe pela primeira vez

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Homem de terno cinza escuro segurando um gráfico

Quem nunca errou, que atire a primeira pedra, não é verdade? Mas, pode ficar tranquilo, afinal, erros acontecem. Principalmente entre quem investe pela primeira vez, por conta da falta de experiência no assunto.

Ninguém gosta de perder dinheiro, é fato. Mas perder dinheiro não significa somente o sentido literal. Você pode estar perdendo dinheiro também com uma aplicação errada, que poderia render mais, se você optasse por uma mais adequada.

Por isso, é importante estudar bastante antes de sair investindo seu dinheiro por aí. Portanto, se apoie sempre em materiais de educação financeira, como o guia do investidor iniciante e entenda como cada aplicação funciona e a que melhor se encaixa ao seu perfil de investidor.

É pensando nesses pequenos erros que o Financeone fez uma lista para você com os principais erros que acontecem quando você começa a investir. Confira abaixo quais são os principais erros ao investir e saiba como se proteger desse problema!

Homem de terno usando a calculadora
É muito comum ter investidores iniciantes cometendo erros. Veja alguns e não cometa mais!

1- Investir na poupança

Muitas pessoas escolhem a caderneta de poupança, por ela ser uma ferramenta acessível para quem possui conta corrente. No entanto, o rendimento da poupança é um dos menores do mercado de investimentos.

Mesmo com a alta da Selic, a poupança continua não sendo um investimento recomendado.

Portanto, se você possui um perfil conservador, escolha investimentos como o Certificado de Depósito Bancário (CBD) e aplicações de Renda Fixa, que possuem uma rentabilidade maior.

2- Ser apressado para ganhar dinheiro

Investir dinheiro requer muita calma e paciência. Ou seja, não adianta ter pressa para ganhar dinheiro. Essa afobação pode fazer com que você tome escolhas erradas.

Sempre duvide de pessoas e investimentos que prometem um retorno muito rápido, pois normalmente, eles são muito arriscados ou até mesmo golpes.

3- Investir pela primeira vez numa carteira só

O ideal é investir sempre em carteiras diversificadas. Assim, você não fica refém de apenas um investimento. Essa variedade inclusive faz com que você esteja menos exposto ao risco de perder dinheiro. Então, escolha sempre ter ativos diferentes, sejam eles de curto e longo prazo.

4- Deixar de estudar sobre o mercado financeiro

Aplicar dinheiro requer muito estudo. Não basta apenas ler as notícias, você precisa entender como o investimento funciona antes de aplicar o seu dinheiro.

Esteja em constante atualização. Participe de fóruns, leia livros, acompanhe canais confiáveis que falem de investimento, acompanhe as notícias e esteja atento às novidades do mercado financeiro.

5- Comprar na alta e vender na baixa

Investidores iniciantes costumam pensar que está na hora de aplicar em um ativo, sobretudo quanto ele está em alta e rendendo bastante.

Como resultado, esses mesmos investidores entram em desespero e vendem o ativo na primeira baixa registrada.

Por fim, o ideal é justamente o contrário. Caso tenha interesse em vender seu ativo, escolha o momento de alta.

E se ele começar a registrar uma baixa, compre. Ou então, opte por esperar até o investimento voltar a registrar alta. Desse modo, você obtém lucro em ambas as ações.

6- Ser demasiadamente otimista

Nada é perfeito na vida, inclusive no mercado de investimentos. Qualquer aplicação possui seus riscos, mesmo a mais conservadora.

Então, esteja sempre preparado para qualquer coisa que possa acontecer e evite tomar decisões movidas pelo impulso.

Nesse sentido, seja positivo, mas entenda as consequências das escolhas que você toma.

7- Escolher riscos incompatíveis com o seu perfil de investidor

Por fim, mas não menos importante, evite fazer investimentos que não correspondem à sua realidade.

Ou seja, se você possui um perfil de investidor conservador, jamais opte por fazer um investimento que uma pessoa com o perfil agressivo faria.

Mas caso queira arriscar, estude muito e entenda que perfis arrojados e agressivos estão mais dispostos a perder dinheiro do que um perfil conservador.

Gostou do nosso conteúdo? Confira agora como começar a investir em 5 passos.

ETF: saiba como funcionam os fundos de índice

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renda fixa x renda variável: gráfico com oscilação para cima

Conseguir investir na bolsa de valores, arriscando um pouco, mas sem arriscar tanto. Essa é uma das maneiras para definir o interesse dos investidores no ETF (Exchange Traded Fund, em inglês) ou apenas fundo de índice.

O ETF é um tipo de fundo com algumas características especiais e, por isso, pode ser uma boa opção para investidores que querem diversificar a carteira de aplicações com pouco custo.

Quer entender o que é ETF e como funciona esse tipo de investimento? Então continue a leitura do texto.

O que é ETF?

ETF é a sigla em inglês para Exchange Traded Fund. Basicamente, é um fundo de investimento que tem como referência algum índice da bolsa de valores – como o Ibovespa ou Índice Brasil

Um ETF tem diversos ativos financeiros, que são administrados por uma gestora, e tem como investidores um grupo de pessoas. Para investir no fundo, no entanto, cada pessoa compra uma “cota” de participação, cujo valor pode sofrer variação conforme o produto.

Ou seja, em vez de investir de forma direta, o investidor paga para ter uma cota de um fundo administrado por uma gestora.

Contudo, como o ETF está ligado a algum índice de referência, ele é combinado para “imitar” o indicador.

O objetivo, portanto, é duplicar os resultados de determinado índice. Ou seja, se o índice sobe, o ETF também deve subir na mesma proporção e vice-versa.

Resumindo: Um ETF é como uma cesta de ativos financeiros, a qual pode ser de renda variável ou fixa. Essa cesta é administrada por uma gestora, que tem como referência algum índice.

As vantagens de investir em ETFs

Baixo Custo

Por ter um valor considerado baixo, são geradas menos taxas transacionais. E a taxa de administração do ETF é mais barata que as taxas de Fundos de Investimento tradicionais, por exemplo.

Facilidade

A praticidade do processo facilita o investidor na hora da decisão, pois permite comprar diversas ações de uma só vez.

+ Quando não vale a pena investir em ações?

Credibilidade

Um índice é estruturado por profissionais do mercado financeiro, que escolhem as melhores opções para compor aquele índice.

gráfico com oscilação em linhas na tela de um computador
ETF é um investimento em que você aplica em uma cesta de ações de diversas empresas

Quais são os tipos de ETFs?

Além de entender o que é ETF e quais as vantagens desse investimento, é importante saber que existem diferentes tipos de fundos de índice: de renda variável e de renda fixa.

ETFs de renda variável

Os ETFs de renda variável, também chamados de ETFs de Ações, são os fundos negociados em Bolsa formados por ações que correspondem a um índice de referência reconhecido pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), como o Ibovespa. 

ETFs de renda fixa

Os ETFs conhecidos como Renda Fixa, no entanto, são fundos negociados que buscam representar as variações e a rentabilidade de índices de renda fixa – títulos públicos ou privados.

Qual a diferença entre ETF e fundos de investimento?

Uma diferença entre ETF e os fundos de investimento está na gestão. Embora existam fundos com uma gestão passiva, muitos deles possuem gestão ativa.

Isso significa que os gestores estão sempre procurando as melhores chances de aplicação para obter retorno acima do seu índice de referência. Mas, é claro, seguindo a política de investimento estabelecida pelo regulamento.

No entanto, um ETF sempre tem uma gestão passiva, ou seja, os gestores se preocupam apenas em reaplicar a composição e performance de um índice de referência. Isso acontecerá mesmo que, em algum momento, acreditem que outras opções sejam melhores.

Isso ocorre porque a finalidade de um ETF é justamente oferecer aos investidores uma melhor forma de acompanhar o retorno dos indicadores, seja ele positivo, seja ele negativo.

Outra diferença que podemos citar é a maneira de realizar o investimento em si. Os fundos de investimentos são comprados diretamente das prateleiras de produtos disponíveis, enquanto os ETFs são negociados no pregão da bolsa de valores.

Agora que você entendeu um pouquinho mais sobre o ETF e como ele funciona, que tal continuar navegando pelo nosso site e aprender ainda mais? Leia agora mesmo: “Guia completo: como investir na Bolsa de Valores“.

7 pontos que você precisa analisar antes de comprar um apartamento

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Mão de uma pessoa segurando as chaves com vários prédios ao fundo

Estudo da startup MindMiners mostra que metade dos brasileiros ainda deseja realizar o sonho da casa própria. Para mais de 50%, comprar um apartamento ou casa é uma prioridade que ainda não foi realizada.

Para 60%, só será possível comprar um apartamento ou casa se contar com um bom financiamento. Por outro lado, boa parte (73%) tem receio de se comprometer com parcelas altas de um imóvel e não conseguir quitar.

Sobre as formas de pagamento, 34% não sabe como fará e 31% pretende financiar. A maioria (28%) deseja comprar o imóvel em um intervalo de 1 a 5 anos.

A maior preferência de quem deseja adquirir o bem é por casa, com 74%, enquanto os demais 26% optam por apartamento.

Mão segurando chaves com vários prédios ao fundo
Comprar um apartamento envolve muitos pontos importantes. Confira abaixo!

Mesmo com a pandemia, brasileiros não pararam de comprar imóveis

Mesmo com a pandemia, o mercado imobiliário registrou uma alta de 9,8% em 2020. É o que relata a CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção).

Por sua vez, os lançamentos no País totalizaram 151.782 unidades em 2020, queda de 17,8% ante 2019. No trimestre, os lançamentos foram de 61.274 unidades, recuo de 7,1%.

Em um ano marcado pela pandemia global, o mercado imobiliário no Brasil teve um saldo de crescimento nas vendas, motivado pelo ambiente de juros baixos e maior incentivo à aquisição de imóveis para moradia ou investimentos.

O que analisar antes de comprar um apartamento

1 – Organize sua vida financeira

O passo inicial para comprar um apartamento é colocar a sua vida financeira em ordem. Esse é o melhor caminho para que você saiba o orçamento disponível para investir na aquisição de um imóvel.

Portanto, é preciso fazer uma estimativa de quanto é necessário para você e sua família comprarem o imóvel.

Afinal, as parcelas do financiamento podem comprometer parte do seu orçamento, caso essa seja a alternativa de pagamento escolhida.

Nem sempre é possível pagar por um bem de alto valor à vista. Neste caso, financie sem medo. Desde que essa seja uma atitude devidamente planejada, é claro.

Vale ressaltar ainda a importância de economizar ao máximo para que o valor da entrada seja o mais alto possível.

Isso vai significar que o valor das prestações será mais baixo e, consequentemente, mais fácil de pagar quando for somado às despesas habituais do seu novo lar.

2 – Defina o tipo de imóvel

Depois de organizar a sua vida financeira, é hora de definir as características prioritárias para o apartamento. Se o apartamento é novo ou antigo, por exemplo.

Assim, você conseguirá fazer uma estimativa de preços e vai poder começar a se planejar para comprá-lo. Ou seja, é o momento de definir o tipo de imóvel mais adequado às necessidades de sua família.

Você pretende ter filhos em um futuro próximo ou distante? Se sim, de qualquer forma, precisará de um apartamento com mais de dois quartos, não é verdade? Além disso, ter área de lazer ou academia é uma prioridade?

Quanto à localização do empreendimento, já pesquisou a respeito da segurança do bairro e a proximidade de serviços básicos, como transporte público e comércio local?

Existem diversos fatores que deverão pesar em sua decisão no momento de comprar um apartamento.

Afinal, adquirir o primeiro apartamento é uma grande responsabilidade e é necessário que você se planeje e considere todas as possibilidades.

3 – Confira a documentação do imóvel

É preciso estar atento à documentação da propriedade.

Para tanto, procure a certidão de registro de imóveis no cartório (será preciso apenas o número de matrícula). Esse documento mostra todo o histórico da construção, bem como sua situação atual.

Também não esqueça de verificar, na Prefeitura, a existência de débitos de IPTU e outras taxas.

Os cartórios realizam verificações de pendências físicas ou financeiras no momento da realização da transferência, mas é melhor se precaver, não é mesmo?

Imagine descobrir que um imóvel apresenta altos débitos no momento exato da transferência? Certamente, será uma situação frustrante.

Então, para evitar qualquer problema, certifique-se de que a compra realizada seja a mais segura possível.

4 – Verifique a parte elétrica e hidráulica

A estrutura é outro fator que deve estar presente na avaliação antes de comprar um apartamento.

Os pontos que mais apresentam problemas, principalmente em imóveis usados, são os elétricos e hidráulicos.

Sendo assim, antes de assinar o contrato, é preciso prestar atenção em algumas situações. Verifique, por exemplo, se o circuito elétrico está completo e em perfeitas condições.

Para tanto, procure por resíduos de superaquecimento ou manchas escuras em disjuntores, tomadas e interruptores.

Além disso, imóveis mais velhos podem apresentar uma instalação incompatível com a demanda dos equipamentos utilizados hoje em dia.

Nesse caso, não seria possível a instalação de aparelhos de ar-condicionado, por exemplo.

A rede hidráulica também merece atenção. Então, abra chuveiros, torneiras e válvulas da propriedade, observando o funcionamento dos principais componentes e da tubulação.

Preste atenção: a água com coloração avermelhada ou turva pode indicar que a tubulação é antiga ou falta manutenção no reservatório de água.

5- Atenção ao estado de conservação

Caso o imóvel que você busca seja novo, o estado de conservação dele tende a ser bem melhor, além de haver a possibilidade de acionar a garantia para qualquer defeito.

Mas se for um imóvel usado, é importante averiguar com mais atenção.

Abra todas as torneiras e chuveiros, ligue e desligue os disjuntores, confira todas as paredes para tentar encontrar rachaduras. Tente obter um relatório do edifício com um arquiteto ou engenheiro.

6 – Precauções pós-compra

Depois de comprar um apartamento e receber as chaves, é preciso pagar o ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis) à Prefeitura, além de todas as taxas de registro cartorário.

Dependendo da cidade, há variações de taxas. Mas, em média, essas taxas correspondem a 4% do valor de compra do imóvel.

Portanto, programe-se. Faça uma reserva financeira para arcar com despesas burocráticas. E nunca deixe de registrar a escritura, mesmo que tenha comprado o imóvel sem financiamento.

Atente ainda para o que diz o Manual do Proprietário. Leia com atenção e verifique todas as garantias e prazos legais para cada componente descrito.

7 – Considere uma assessoria profissional

Como vimos, a compra de um apartamento implica em uma série de decisões e análises. Mas, elas ficam mais fáceis e seguras de seguir quando há a orientação de um profissional.

No caso das questões relativas à escolha do imóvel e à condução da negociação, a assessoria de um corretor de confiança pode significar a garantia de que todos os termos utilizados no mercado imobiliário serão bem entendidos.

Isso garantirá que nenhum contratempo ocorra durante a transação ou que qualquer problema possa surgir no futuro.

Já no que diz respeito à análise da documentação e do contrato em si, o auxílio de um advogado que tenha bom conhecimento sobre o mercado imobiliário também proporciona segurança.

Lembre-se sempre de que, na condição de comprador, você tem todo o direito de se cercar de cuidados antes da assinatura de um contrato de imóvel.

Gostou do nosso conteúdo? Confira agora se comprar imóvel é considerado um bom investimento.

Entenda como é calculada a cotação do dólar na fatura do cartão

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Várias notas de dólar espalhadas

Você já realizou compras internacionais com o cartão de crédito, seja pela internet ou durante uma viagem? Se a resposta foi sim, pode ser que já tenha se assustado com a fatura por conta da cotação do dólar da sua compra.

Para evitar sustos e até mesmo valores exorbitantes no seu cartão de crédito, é preciso saber como é calculada a cotação do dólar na fatura. Assim é possível ter uma noção do valor que você pagará por cada compra.

Um erro que muitas pessoas cometem é pensar que o valor do dólar cobrado no cartão é o mesmo para todas as operadoras de cartões. Porém, cada instituição financeira cobra um valor de tarifa. 

Além disso, ainda existem operadoras que incluem uma sobretaxa, ou spread, e que utilizam uma cotação oficial como referência para realizar o cálculo.

E qual seria a cotação do dólar utilizado pelas empresas de cartões de crédito? O câmbio oficial costuma ser o Dólar Ptax, que é calculado diariamente pelo Banco Central.

Aprenda a calcular o valor da cotação do dólar na sua fatura

A primeira coisa que é preciso saber quando o assunto é o cálculo da cotação do dólar na fatura do cartão de crédito, é que cada administradora tem a sua regra. Por isso, é importante que você entre em contato com a sua para entender como funciona.

Mas o que costuma ser parecido é a sobretaxa do Dólar Ptax. Como já foi dito acima, essa taxa também é conhecida como spread, que em português significa ágio.

Este costuma ficar entre 2% e 5%, sendo assim o valor do dólar cobrado na conversão é o Ptax, acrescido deste percentual.

+ Aprenda a travar o dólar em compras internacionais

Mas o que é o Dólar Ptax? A cotação Ptax é a média tanto das taxas de compra quanto de venda da moeda ao longo de um dia. 

Além disso, essa taxa pode ser utilizada em diversos produtos do mercado de câmbio. São alguns exemplos:

-> Contratos futuros; 

-> Opções de câmbio listados na Bolsa de Valores; 

-> Contratos derivativos de balcão negociados no mercado local e no exterior; 

-> Operações financeiras de empresas no segmento de câmbio com entrega física;

-> Contratos denominados em real em bolsas de mercadorias no exterior, como a Chicago Mercantile Exchange (CME) dos Estados Unidos. 

Além de ser a principal referência de cotação para os pesquisadores, público em geral e até mesmo analistas econômicos.

dólar e cartão de crédito
Administradoras de cartões de crédito indicam para os clientes informações sobre o dólar

Cotação do dólar na fatura: entendendo mais sobre

Outro ponto importante a ser abordado e que muita gente tem dúvida é sobre qual é o dólar a ser levado em consideração para somar o valor final: o do dia da comprar ou o do fechamento da fatura.

Para esta resposta, é preciso levar em conta uma regra do Banco Central que está vigente desde março de 2020. Ela garante que o dólar a ser considerado pelo cartão de crédito internacional deve ser o do dia da compra.

Além disso, o que muitos não sabem é que além do  dólar Ptax com o ágio, que realiza a compra internacional em moeda estrangeira também contará com a famosa a tributação.

Isso mesmo, tem também imposto. Sendo ele, o IOF. O Imposto sobre Operações Financeiras tem alíquota de 6,38% para compras em dólar no cartão.

O que você precisa saber, também, é que as administradoras de cartões de crédito informam as cotações do dólar. Você pode ter acesso a esse dado de forma fácil pelo site da instituição ou até mesmo pelo aplicativo, caso você tenha instalado.

Você sabe o que faz o dólar subir?

Muita gente tem dúvida sobre a cotação do dólar e o que faz ele subir, principalmente em relação ao real. Você também tem essa falta de informação e fica curioso às vezes?

Saiba que esta oscilação acontece por diversos motivos. Os principais são as taxas de juros, o turismo internacional, o superávit ou déficit comercial, entre outros fatores.

Quer saber mais detalhes sobre eles e sobre o assunto cotação do dólar em relação ao Real?

Então continue lendo e acompanhando diariamente as notícias do FinanceOne referente ao mercado financeiro.

Veja o passo a passo de como começar a empreender

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pessoa utilizando tablet com tela de computador de fundo

Cada vez mais a perspectiva de se trabalhar com o que se gosta e com possibilidade de retorno maior que as oferecidas por um emprego formal têm levado muitos brasileiros a começar a empreender.

Mas abrir um negócio não é tão simples quanto parece. Por isso, é importante fazer um bom planejamento e ficar atento a todos os detalhes que envolvem a abertura de um empreendimento.

Pensando nisso, separamos para você dicas para dar o start no seu desejo e começar a empreender. Boa leitura!

Habilidades para começar a empreender

Quem quer ser dono do seu próprio negócio precisa desenvolver algumas habilidades pessoais importantes para a trajetória de todo o empreendedor. Entre elas ser crítico, autossuficiente e curioso. Viu, só? Empreender não é fácil!

Por mais que se tenha ajuda, às vezes você se verá sozinho e precisando tomar decisões importantes para a manutenção do seu negócio. Nesses momentos, serão suas habilidades que te ajudarão a escolher os melhores caminhos.

Além das habilidades pessoais, também é importante desenvolver a capacidade de lidar com questões financeiras e mercadológicas, necessárias para alavancar o negócio.

+ Empreendedores no Youtube: veja 9 canais para acompanhar

Todo empreendedor deve saber controlar seu dinheiro, pensar em alternativas para aumentar seu capital, saber gerenciar um negócio, inovar, contratar as pessoas certas e conquistar os clientes.

Mas você deve estar se perguntando: afinal, quais passos preciso seguir para finalmente abrir minha empresa? Calma que nós te explicamos! Continue a leitura para saber mais.

5 passos para começar a empreender

Passo 1 – Oportunidade de negócio

O primeiro passo para quem quer empreender é definir em que tipo de negócio investirá. Nesse momento, é importante pensar não só qual será o segmento em que se pretende investir, mas qual será o seu diferencial em relação aos concorrentes.

A dica aqui é conhecer novas pessoas, lugares, tecnologias. Ou seja, saia da sua zona de conforto e tente enxergar além do que a maioria das pessoas.

Tente identificar um mercado ainda pouco explorado e que poderá fazer a diferença na vida dos seus clientes.

Quando sua grande ideia surgir, será a hora de validá-la. Por isso, converse com outras pessoas e veja se o seu plano realmente é cabível e se vale a pena investir no negócio.

Passo 2 – Plano de negócios

Depois de identificar sua oportunidade de negócio, você precisa pensar em outras questões muito importantes para que sua empresa dê certo, como qual público pretende atingir?

De qual região? Como fará para chegar até esse público? Quais serão seus principais desafios?

Essas e outras perguntas básicas sobre a sua empresa devem ser organizadas em um documento chamado plano de negócios.

Ele servirá como um norte para que você possa definir as principais informações acerca do negócio que pretende abrir.

Nesse momento é válido conversar com as pessoas, entender suas necessidades e pesquisar formas de oferecer o melhor produto/serviço de maneira prática, rápida e eficaz.

Também é importante fazer um levantamento sobre sua concorrência e seus possíveis colaboradores. Quanto mais ampla for sua pesquisa, por exemplo, mais preparado você estará para entregar o melhor serviço ao seu cliente.

mão de uma pessoa escrevendo em um caderno e uma xícara bege ao lado

Passo 3 – Planejamento financeiro

Para que sua empresa saia do papel, você precisará de um investimento inicial. Mesmo em negócios digitais, que os custos costumam ser bem menores, é preciso estruturar esse planejamento financeiro.

Nele você colocará todos os custos que terá com materiais, funcionários, equipamentos, estoque, enfim todos os recursos necessários para fazer seu negócio funcionar.

Lembrando que sua empresa levará um tempo para render lucros. Dessa forma, é importante fazer uma estimativa de quanto tempo você levará para receber o retorno de todo o dinheiro investido inicialmente e quando os lucros começaram, de fato, a surgir.

+ O que é Black Money e como funciona

Passo 4 – Formalize seu empreendimento

Ao abrir um negócio é importante estar atento às normas do setor e buscar se adequar a essas exigências. No Brasil, uma das maiores dificuldades para os empreendedores é, justamente, a burocracia que envolve a abertura de uma empresa, que acontece no portal do empreendedor.

Por conta disso, muitos empreendimentos começam na informalidade. Por isso, se você sentir dificuldades em entender todas as exigências necessárias para a abertura do seu negócio, pode procurar a ajuda de um contador.

Esse profissional estará capacitado a te ajudar a adequar sua empresa às normas estabelecidas. Mas é importante que sua empresa esteja devidamente formalizada para evitar problemas futuros, que podem levar até ao fechamento do negócio.

Passo 5 – Divulgação

Principalmente no início do empreendimento é necessário fazer um bom trabalho de divulgação para que as pessoas possam conhecer sua empresa e se interessar por seus produtos/serviços.

As redes sociais são grandes aliadas nesse processo, porém é preciso saber usá-las de forma eficiente. Em primeiro lugar, avalie o perfil do seu público e tente identificar quais são as redes sociais mais utilizadas por eles. É nessas redes que você deve estar.

Lembre-se que na internet as pessoas não agem de modo formal. Assim, tente aproximar sua linguagem a do seu público.

Por fim, invista em bons conteúdos. Tente despertar a atenção de seus seguidores oferecendo conteúdos ricos e atualizados. Uma dica é apostar em posts que ensinem a fazer algo ou apresentem alguma curiosidade ao usuário.

Gostou do nosso conteúdo? Continue visitando o site e leia agora: “como vender no Instagram: passo a passo“. Assim, você fica ainda mais por dentro do assunto!

Tudo que você precisa saber para trabalhar em Portugal legalmente

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Duas pessoas segurando um passaporte de Portugal

Trabalhar em Portugal legalmente ainda é o sonho de muitos brasileiros. E esse é um dado do Relatório de Imigração, Fronteiras e Asilos do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), órgão responsável pela imigração.

De acordo com o último relatório divulgado pelo SEF, 37,8% dos novos títulos emitidos em Portugal são para cidadãos de nacionalidade brasileira.

Portanto, os brasileiros são mais uma vez a maior comunidade estrangeira em Portugal, com 151.304 cidadãos e já representa 1/4 da população do país.

A princípio, muitos vão em busca de um emprego ou melhores oportunidades para empreender. Afinal, a economia do país, cresce acima da média dos países europeus.

Pessoa segurando um passaporte de Portugal
O passaporte é um documento indispensável para quem quer trabalhar em Portugal legalmente

Setores que mais contratam em Portugal

Primeiramente, as vagas de emprego em Portugal para brasileiros são, na maioria das vezes, para funções que não exigem ensino superior. São oportunidades para cargos como atendente, segurança, garçonete, recepcionista, auxiliar de limpeza e auxiliar de cozinha.

Todos esses cargos contam com remuneração mensal de um salário mínimo português, ou seja, 665 euros. Já para os cargos que necessitam de ensino superior completo, os salários ultrapassam o valor de 1 mil euros.

No entanto, a oferta de vagas para esses profissionais é bem menor, visto que Portugal já dispõe de muitos nativos com o ensino superior completo. Ou seja, é necessário procurar trabalho nas áreas que crescem, logo apresentam mais chances de contratação.

Por exemplo, o turismo, TI, comércio e imóveis são setores que estão em expansão. A indústria do turismo é uma das mais aquecidas no momento.

O setor de TI também é um dos que mais crescem. Principalmente com a abertura do centro de serviços da Google em Lisboa, do fomento a startups, dos eventos Web Summit e do Portugal Digital Week, que ocorrem na capital.

Outro mercado em ebulição e com grande abertura de vagas é o imobiliário. Então, o setor pode ser uma interessante opção para trabalhar em Portugal legalmente. Hoje, um agente imobiliário recebe entre € 750 e € 1.500.

+ Custo de vida em Portugal: veja os gastos e se vale a pena se mudar

Como conseguir um visto para Portugal?

Para trabalhar em Portugal legalmente é necessário ter visto. E há diferentes tipos de visto. São eles:

  • Visto de trabalho;
  • Visto de empreendedor;
  • Startup Visa;
  • Golden Visa.

Todos esses vistos dão direito a trabalhar em Portugal, mas cada um deles tem seus pré-requisitos. É possível também obter um visto de estudante, mediante a autorização do SEF.

O pedido deve ser realizado no consulado português quando a pessoa ainda estiver no Brasil, ou no SEF (Serviço de Estrangeiros e Fronteiras), quando a pessoa já está em Portugal.

No entanto, é necessário que a pessoa tenha um contrato de trabalho ou uma carta convite de trabalho. Além disso, a instituição solicita outros documentos:

  • Contrato de Trabalho (com horário de trabalho, cargo, função, e nome do empregador), assinado por ambas as partes
  • Carta redigida pela empresa contratante;
  • Declaração do IEFP (de responsabilidade da empresa);
  • Declaração de pedido de visto;
  • Passaporte válido com validade superior há 3 meses;
  • Comprovantes financeiros e imposto de renda do último ano;
  • Comprovante de alojamento (reserva de hotel de uma semana, por exemplo);
  • Seguro de saúde de viagem (pode ser o seguro PB4 gratuito);
  • Certificado de antecedentes criminais (obtido no site da Polícia Federal);
  • Duas fotos 3×4 coloridas, com fundo liso e recentes;
  • Cópia da Identidade autenticada em cartório autorizado pelo Consulado de Portugal no Brasil;
  • Carteira de Vacinação Internacional (solicitada no aeroporto);
  • Comprovante de pagamento do boleto do Consulado.

Nesse sentido, após enviar todos os documentos para o consulado, o prazo para obtenção da resposta varia de 30 a 90 dias úteis, dependendo do tipo de visto.

Portanto, não se esqueça de comprar as passagens somente após a confirmação do visto, pois há a possibilidade de ele ser negado.

Tipos de vistos para Portugal

Existem duas grandes categorias de vistos para trabalhar em Portugal legalmente. São eles:

  • Estada temporária – chamados de curta duração. Vistos da categoria E, por abranger períodos menores do que 1 ano.
  • Permanentes – chamados de longa duração. Vistos da categoria D, por ter períodos iguais ou superiores a 1 ano.

Vistos de estada permanente

1 – D1 (Visto de Residência para Exercício de Atividade Profissional Subordinada) – para quem vai viajar com promessa ou contrato de trabalho. Por isso, é necessária a comprovação de que a vaga não será preenchida por portugueses ou cidadãos de outros Estados membros da União Europeia.

2 – D2 (Visto de Residência para Exercício de Atividade Profissional Independente e para Imigrantes Empreendedores) – ideal para quem quer trabalhar com a emissão de recibos verdes (similar às notas fiscais). Vale também para quem quer empreender em território português.

3 – D3 (Visto de Residência para Atividade de Investigação ou Altamente Qualificada) – esta opção de visto é destinada aos estudantes de doutorado, bem como aos que trabalham com alguma profissão altamente qualificada.

4 – D4 (Visto de Residência para Estudo, Intercâmbio de Estudantes, Estágio Profissional ou Voluntariado) – para estudantes de ensino superior (licenciatura e mestrado), estágios ou voluntariados superiores a 1 ano.

5 – D5 (Visto de Residência no Âmbito da Mobilidade dos Estudantes do Ensino Superior) – voltado às pessoas que querem complementar um programa de estudos já iniciado. Ou seja, em casos de intercâmbio, dupla titulação, sanduíche, entre outras modalidades.

6 – D6 (Visto de Residência para Efeitos de Reagrupamento Familiar) – tal visto existe, mas não é muito emitido. Normalmente as pessoas preferem requerer o reagrupamento familiar enquanto estão em Portugal, dando sua entrada no território ainda como turista.

7 – D7 (Visto de Residência para Aposentados ou Titulares de Rendimentos) – esse é destinado àquelas pessoas que  juntaram uma grana durante toda a vida e agora querem viver o que a vida tem de melhor. No caso, os aposentados. Para conseguir é necessária a comprovação de renda superior a 1 ano de residência no país.

Vistos de estada temporária

1 – E1 (Visto de Estada Temporária para Tratamento Médico) – caso você vá para Portugal para fazer tratamento em estabelecimentos de saúde oficiais ou oficialmente reconhecidos.

2 – E2 (Visto de Estada Temporária para Transferência de Cidadãos nacionais /OMC (prestação de serviços ou formação profissional) – para cidadãos nacionais de países da OMC vindos a Portugal para prestar serviços ou formações profissionais.

3 – E3 (Visto de Estada Temporária para exercício de Atividade profissional subordinada ou independente temporária) – para quem vai trabalhar em Portugal legalmente em caráter temporário. Ou seja, com duração máxima de seis meses.

4 – E4 (Visto de Estada temporária para exercício de Atividade de Investigação ou Altamente Qualificada) – este se assemelha muito ao visto D3. No entanto, serve para período inferior a 1 ano.

5 – E5 (Visto de Estada Temporária para o exercício de Atividade Desportiva Amadora) – este é para os que vão jogar futebol ou qualquer outro esporte por uma temporada em Portugal. A atividade deve ser certificada pela Federação e o Clube ou Associação Desportiva.

6 – E6 (Visto de Estada temporária para Cumprimento de Compromissos Internacionais e Estudo) – para permanências em Portugal superiores a três meses. No caso, para programa de estudos de estabelecimento de ensino, intercâmbio de estudantes. Além de estágio profissional não remunerado ou voluntariado ou ainda compromissos internacionais no âmbito da OMC ou convenções e acordos de países com Portugal em termos de prestação de serviços ao país.

7 – E7 (Visto de Estada Temporária para Acompanhamento de Familiar em tratamento) – para o caso de familiares que acompanharem pessoas que estejam portando o visto E1.

Visto para Portugal e um carimbo
Entenda os diferentes tipos de visto para Portugal e qual deles é o ideal para a sua situação

Startup Visa Portugal: entenda como funciona o programa

O Governo Português criou vários programas de incentivo para facilitar a vida de estrangeiros que desejam abrir uma empresa no país. O mais recente deles é o Startup Visa Portugal.

De forma simples, o Startup Visa Portugal é um novo tipo de visto de residência para empreendedores estrangeiros interessados em abrir uma empresa inovadora no país.

Por isso, o objetivo do programa, um dos mais inovadores da Europa, é atrair investimentos, talento e inovação para o país.

O programa acontece em duas etapas. A primeira é um processo de certificação. A outra, a autorização de residência.

Posteriormente, é dada a concessão de autorizações de residência a esses empreendedores.

Então, para se candidatar ao programa, o interessado deve preencher os seguintes requisitos:

  • Ser aprovado na avaliação de potencial econômico e inovação;
  • O projeto/Startup é focado em tecnologia;
  • A Startup tem potencial para a criação de empregos qualificados;
  • Desenvolver atividades empresariais de produção de bens e serviços inovadores ou produtos inovadores;

Além disso, a startup também deve mostrar o potencial para gerar um volume de negócios de 325 mil euros por ano, no prazo de 5 anos após o início do contrato com a incubadora escolhida.

Onde encontrar emprego?

Ainda assim, existem diversos sites que facilitam a vida daqueles que desejam trabalhar em Portugal legalmente. Além disso, tem também os grupos do LinkedIn e do Facebook.

Através deles é possível saber quais regiões ofertam mais vagas e quais os cargos que mais necessitam de profissionais.

Por fim, lembre-se ainda de fazer um currículo com informações claras e objetivas. É importante especificar no currículo a disponibilidade para residir em Portugal por tempo indeterminado.

Gostou do nosso conteúdo? Confira agora como abrir uma conta bancária na Europa.

Programa Renda Básica Emergencial: quem tem direito?

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Uma nota de 100 reais e outra de 50 reais

Devido a crise econômica causada pela pandemia da Covid-19, muitos estados e cidades criaram mecanismos próprios para oferecer ajuda. Em alguns casos, foram criados “auxílios emergenciais” locais para complementar o valor do auxílio emergencial 2021. Na cidade de São Paulo, por exemplo, foi criado o Programa Renda Básica Emergencial.

O Renda Básica Emergencial começou a ser pago em março deste ano, com valores que vão de R$100 a R$200 por pessoa.

O benefício será pago até o mês de maio. Segundo o governo paulista, 1.287.422 de pessoas serão beneficiadas. O estado prevê um investimento previsto de R$398 milhões.

+ Auxílios emergenciais estaduais: veja as condições de cada um

Quem tem direito ao Renda Básica Emergencial?

O Renda Básica Emergencial é um projeto de lei baseado em uma proposta. Ela foi adaptada em função da pandemia. O objetivo é oferecer um auxílio pago a pessoas de baixa renda da cidade de São Paulo.

O programa Renda Básica Emergencial foi criado em dezembro. Além disso, foi estendido até maio.

Ele é concedido para famílias em situação de vulnerabilidade.

 Sendo assim, recebem as parcelas do Renda Básica Emergencial famílias de:

  • Inscritos no Programa Bolsa Família até 30 de setembro de 2020 (somando 480.117 pessoas);
  • Trabalhadores ambulantes do comércio informal que atendam aos critérios do Programa Bolsa Família e que possuam Termo de Permissão de Uso (TPU) vigente ou que estejam cadastrados no Sistema Tô Legal para o comércio ou prestação de serviços ambulantes;
  • Pessoas com deficiência (PcDs), independente de idade.

Pessoas com deficiência, independentemente da idade, receberão um benefício no valor de R$200, não sendo válido para os que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC).

Para consultar se está apto a receber o benefício, a pessoa pode se informar no telefone 156 ou no site do serviço municipal.

Várias notas de reais e moedas
São Paulo cria Renda Básica Emergencial para auxiliar pessoas em situações de vulnerabilidade

Renda Básica Emergencial: veja o calendário da segunda parcela

A segunda parcela do Renda Básica Emergencial de São Paulo começou a ser paga no dia 26 de abril, conforme comunicado emitido da Câmara Municipal. Veja as datas de depósito da segunda cota do auxílio:

FINAL DO NISDATA DE PAGAMENTO
NIS 126 de abril
NIS 227 de abril
NIS 328 de abril
NIS 429 de abril
NIS 530 de abril
NIS 603 de maio
NIS 704 de maio
NIS 805 de maio
NIS 906 de maio
NIS 007 de maio
Calendário de pagamentos da Renda Emergencial Básica São Paulo – Fonte: Câmara Municipal

Suplicy defende Renda Básica para todos

O ex-senador Eduardo Suplicy, hoje vereador por São Paulo, é um defensor histórico da Renda Básica para todos. Em janeiro de 2004, a Lei 10.835, proposta por Suplicy e aprovada pelo Congresso, foi sancionada. Assim, instituindo a renda básica de cidadania.

A lei prevê que “é instituída, a partir de 2005, a renda básica de cidadania, que se constituirá no direito de todos os brasileiros residentes no país e estrangeiros residentes há pelo menos cinco anos no Brasil, não importando sua condição socioeconômica, receberem, anualmente, um benefício monetário. 

O pagamento do benefício deverá ser de igual valor para todos, e suficiente para atender às despesas mínimas de cada pessoa com alimentação, educação e saúde, considerando para isso o grau de desenvolvimento do País e as possibilidades orçamentárias”.

No entanto, apesar do texto ter sido aprovado e sancionado, a lei nunca foi colocada em prática. Após a pandemia do coronavírus, porém, Suplicy viu o interesse pelo tema ganhar corpo e apoiadores, tanto entre economistas quanto entre os próprios parlamentares.

O que acha sobre o assunto? Compartilhe conosco, e com os demais leitores, a sua opinião sobre o Renda Básica Emergencial e também sobre o projeto de ter uma renda para todos.

E se quiser continuar navegando pelo nosso site, leia agora mesmo: 5 benefícios além do auxílio emergencial.

Conheça 5 opções para complementar a aposentadoria

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Duas pessoas idosas sentados em cadeiras de praia de frente pro mar

Conseguir se aposentar para ter um futuro mais tranquilo e de descanso é o sonho de muita gente. No entanto, o custo de vida tem se tornado algo cada vez mais caro. Por isso, é preciso pensar em estratégias para complementar a aposentadoria.

Viver apenas com o valor da aposentadoria pode não ser o suficiente, principalmente para uma pessoa que vive sozinha e precisa manter os gastos de uma casa, como água, luz e telefone, além de despesas pessoais.

Para quem não mora só, a situação é melhor, porém ainda assim é necessária a complementação.

Cofre de moedas transparente com dinheiro e alguns gizes de cera coloridos ao lado
Aprenda como complementar a aposentadoria

Há quem consiga, todavia, se manter apenas com esse valor e não ver necessidade de complementar a aposentadoria, uma vez que o único desejo é mesmo descansar. Mas essa questão é bem variável.

O bom é que quem deseja agregar ainda mais tem como complementar sem se desgastar muito.

Reforma da Previdência aumenta necessidade de complementar a aposentadoria

Se a Reforma da Previdência era um assunto discutido por apenas alguma parte dos trabalhadores, agora passa a ser um ponto em comum.

Isso porque o governo do presidente Jair Bolsonaro reduzirá o valor dos benefícios de todos os trabalhadores que recebem mais de um salário mínimo.

Essa situação vai exigir ainda mais planejamento e visão de empreendimento, ou negócios, por parte dos trabalhadores e futuros aposentados.

Complementar a aposentadoria será algo ainda mais necessário, e que precisa ser pensado e estudado.

Outra condição que o texto da nova Reforma traz é que o trabalhador terá que comprovar 40 anos de contribuição ao INSS, além de atingir a idade mínima necessária, se quiser receber o valor integral do benefício.

Opções para complementar a aposentadoria

Todas essas exigências se tornaram ainda mais um incentivo para você que já pensava em complementar a aposentadoria.

Para isso, confira abaixo 5 opções de como isso pode ser possível e como pode ajudar no planejamento da sua vida financeira.

#1 Plano de previdência privada

O plano de previdência privada é um dos meios mais buscados pelos brasileiros que desejam complementar a aposentadoria.

Nele, o cliente consegue fazer uma projeção de ganhos mensais, além de resgate total. Desse modo, é possível estabelecer uma meta de investimento em períodos mensais.

Esse investimento, em longo prazo, permite que haja um bom retorno financeiro, mas que varia de acordo com a aplicação.

No entanto, ao entrar no plano de previdência privada é preciso estar atento às taxas que serão cobradas.

Elas poderão ter um impacto significativo ao final do plano se não forem analisadas antes ou no decorrer do progresso.

É importante, também, estar atento ao processo de rentabilidade. Existem os planos individuais VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) e PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre).

#2 Tesouro Direto

O Tesouro Direto também é uma opção para quem deseja complementar a aposentadoria. Quem quer começar o quanto antes nessa alternativa já precisa trabalhar com prazos.

Esse prazo é para definir o investimento e permite escolher o título que mais tem a ver com o seu perfil de investidor. São várias as opções de títulos.

O Tesouro Direto é uma boa indicação, uma vez que é possível investir com apenas R$30. Além disso, o valor da alíquota vai variar de acordo com o tempo no qual os recursos serão aplicados.

#3 Imóveis

Investir no aluguel de imóveis também é uma ótima opção para complementar a aposentadoria. Nesses casos, no entanto, a rentabilidade é menor e o retorno é fixo, não variável.

O valor vai variar de acordo com o imóvel que você pretende investir para alugar, além das vantagens que ele permitirá ao comprador.

A dica é investir na qualidade e manter o imóvel preservado para manter esse rendimento por um bom tempo.

#4 Bolsa de Valores

Mais uma opção para os interessados em complementar a aposentadoria. No entanto, essa requer ainda mais cuidado, pois investir em ações é uma situação que exige um bom conhecimento de mercado financeiro.

É recomendável, inclusive, que não comece a investir na Bolsa de Valores sem consultar um investidor experiente ou pessoa de confiança. É recomendável ainda ter outras opções, e não se concentrar apenas nessa.

Os riscos a serem corridos são tidos como necessários e poderão render um bom retorno no futuro. Para começar, é preciso apenas abrir uma conta em uma corretora ou banco.

Há pessoas que, dependendo do caso, optam por viver apenas desse tipo de investimento.

#5 Carteira de investimentos

Essa é uma opção para quem tem em mente a ideia de formar patrimônio com uma mistura de vários investimentos. Como assim? A carteira engloba renda fixa, renda variável e imóveis.

De acordo com o tipo do investimento, a taxa de administração será variável, além de dispensar complementações.

Uma parte dos recursos financeiros a serem administrados por esses investimentos poderão ser destinados a um fundo imobiliário.

Essa opção permite um retorno sem oscilação no mercado, e que em longo prazo poderá trazer resultados com bons rendimentos.

Há também outros tipos de investimentos e opções para complementar a aposentadoria, que apresentam as suas particularidades e variam na rentabilidade e retorno de acordo com a aplicação.

São eles:

– Tesouro Nacional;

Renda variável;

Consórcios;

– Multimercados;

– Entre outros.

Este conteúdo te ajudou? Se sim, compartilhe com alguém que precisa dessas informações por estar próximo a se aposentar.

Pagamento do Simples Nacional com Pix: entenda como funciona

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Celular com a tela do simples nacional

MEI e pequenas empresas já podem usar o Pix para pagar o Simples Nacional. Com a novidade, o Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) passa a conter, automaticamente, um QR Code para pagamento dos tributos em aberto.

Assim, o contribuinte pode acionar a opção de pagamento via Pix do aplicativo do seu banco para completar o procedimento.

De acordo com o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), documentos de arrecadação com QR Code também poderão ser emitidos por contribuintes que solicitaram parcelamento de tributos. Isto é, para os que fizeram renegociação de dívida.

Contudo, nada muda no processo de emissão dos documentos de arrecadação. Eles podem ser gerados a partir do site do Simples Nacional. MEIs também têm a opção de gerar o documento no aplicativo MEI, disponível para Android e iOS.

+ Quais erros podem excluir uma empresa do Simples Nacional

Como pagar o Simples Nacional usando o PIX

O pagamento do DAS é realizado mensalmente pelas microempresas, empresas de pequeno porte e microempreendedores individuais optantes pelo Simples Nacional.

O DAS MEI tem um valor fixo e, em 2021, varia entre R$ 56,00 e R$ 61,00. Deve ser pago no dia 20 de cada mês. Essa data é igual para todos e não é possível alterar.

Para pagar o boleto DAS via Pix é simples: o documento com QR Code, que pode ser lido pelo aplicativo de qualquer instituição financeira que aceite pagamentos via Pix.

Basta abrir o seu aplicativo e realizar o pagamento do DAS via Pix, através da leitura de QR code. Pronto, em até 10 segundos o pagamento será atualizado e sua MEI continuará regularizada.

pessoa escrevendo em um caderno e utilizando o tablet
O documento do Simples Nacional agora é emitido com QR Code, que pode ser lido pelo aplicativo do seu banco

Por que preciso pagar o DAS MEI?

O principal motivo para pagar o Simples Nacional é manter sua empresa em dia. O não pagamento pode levar ao cancelamento automático do seu CNPJ e consequentemente você passa a ter uma dívida em seu CPF.

Além disso, é através do pagamento desse imposto que você contribuirá para sua Previdência Social, salário-maternidade, auxílio-doença, auxílio-reclusão e pensão por morte.

Os valores desse documento de arrecadação são atualizados anualmente, juntamente com o salário mínimo e variam de acordo com a atividade comercial.

Verifique abaixo os valores que compõe o imposto e entenda melhor o seu valor do DAS 2021:

  • Comércio e Indústria – (R$55 de INSS + R$1 de ICMS) = R$56
  • Serviços – (R$55 de INSS + R$5 de ISS) = R$60
  • Comércio e serviços – (R$55 de INSS + R$1 de ICMS + R$5 de ISS) = R$61

O que é o Simples Nacional?

O Simples Nacional é um regime especial para os negócios de menor porte e que unifica o pagamento de tributos federais, estaduais e municipais.

De acordo com a Receita Federal, hoje existem 5 milhões de micro e pequenas empresas e 11 milhões de MEI inscritos no Simples Nacional.

O regime especial existe desde 2006 e unifica, numa guia única, o recolhimento de sete tributos federais, mais o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), administrado pelos estados, e o Imposto sobre Serviços (ISS), administrado pelos municípios.

Esse artigo te ajudou? Então confira como o MEI deve declarar o Imposto de Renda!