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Entenda como calcular o preço médio das ações de forma correta

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Tela com várias ações

Quase 5 milhões de brasileiros investem seu dinheiro na Bolsa de Valores. Entretanto, será que todos sabem como calcular o preço médio das ações de forma correta?

Ele é um cálculo que é feito para encontrar a média de preços que foram pagos pelo investidor quando ele comprou um determinado ativo na B3.

Mas porque isso é tão importante? A resposta é simples: para calcular o seu lucro é necessário conhecer seu preço médio. Portanto, o cálculo do preço médio das ações é um dos mais importantes para sua carteira.

Afinal, só com ele você conseguirá saber o real valor pago por seu ativo. Também vale lembrar que o preço médio é utilizado para a declaração do imposto de renda.

+ Confira o Guia completo: como investir na Bolsa de Valores

Como calcular o preço médio das ações?

Como dito, é fundamental calcular o preço médio das ações na hora de realizar a declaração do seu Imposto de Renda. Por isso, para começar, é necessário saber os custos operacionais e os volumes das suas operações.

Para calcular, é preciso reunir algumas informações de cada ação adquirida (fazendo segregação por ativo adquirido). São elas:

  • volume de ações que adquiridos em cada compra (separando operações day trade de operações swing trade);
  • preço unitário da ação em cada operação;
  • total de ações que você possui;
  • custo total de aquisição dessas ações (incluindo as taxas).

Dito isso, o cálculo é simples: Para calcular o preço médio das ações, é necessário utilizar a seguinte fórmula:

((preço1 x quantidade1) + (preço2 x quantidade2) + … + (preçoN x quantidadeN)) / (soma quantidades)

+ Como investir em 2022: entenda se é melhor apostar no curto ou longo prazo

Exemplo de cálculo

Como exemplo do cálculo para saber o preço médio das ações, utilizaremos o seguinte exemplo de um investidor que comprou uma ação duas vezes em um mês. Portanto, para achar o valor é necessário multiplicar a quantidade de ações pelo preço e algumas taxas.

1ª compra: 100 ações a R$15 (100 x R$15) = 1.500 + R$10 (taxas) = R$1.510.

2ª compra: 200 ações a R$15 (200 x R$15) = 3.000 + R$10 (taxas) = R$3.010.

Quantidade total de ações: 300 (100 + 200).

Para o cálculo do custo médio, fica assim:

(1.500 + 10) + (3.000 + 10) / 300 = R$15,06 (preço médio das ações)

+ Saiba como investir no exterior com 8 dicas de aplicações
+ Ações antigas: como saber se tenho e como recuperar?

Note que esse é um exemplo simplificado e que usa apenas o preço de negociação do mercado. Na prática, também estão inclusos os custos de operação, como taxa de corretagem, taxa de custódia e emolumentos da bolsa de valores.

Sendo assim, custos operacionais maiores fazem com que o preço médio de ações da sua carteira se torne maior.

Mesa com papéis, caneta, calculadora financeira, livros e caderno
Existe uma importância significativa para calcular o preço médio das ações formadas em sua carteira, principalmente quando o assunto for imposto de renda

É importante ponderar o preço médio das ações

Alguns investidores não costumam incluir os custos no preço médio das ações em seus gastos.

Afinal, em muitos casos, eles acreditam que por se tratar de valores pequenos, como centavos ou pequenos reais, isso não vai fazer tanta diferença e na maioria das vezes querem evitar o trabalho.

Porém se colocarem estes valores na conta a longo prazo, verão que os custos das operações fazem uma diferença significativa. Por isso, não deixe os custos de fora do seu preço médio. Garantimos que seu bolso não vai se arrepender.

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CAGED: entenda o que é esse documento e como funciona

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Carteira de trabalho em cima de outras várias

Se você é trabalhador celetista ou trabalha no setor de Recursos Humanos de uma empresa, deve ter ouvido falar no CAGED – o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Mas sabe o que é esse documento?

Esse cadastro é uma espécie de declaração e tem uma importância fundamental. Além de conter dados sobre o período de trabalho dos trabalhadores celetistas, essas informações servem até mesmo para a promoção e manutenção de políticas públicas. 

Basicamente, o CAGED é uma declaração que o RH da empresa envia periodicamente ao Ministério do Trabalho. Nessa declaração, constam todas as movimentações de funcionários: admissões, demissões, transferências etc. 

Porém, o registro vale apenas para funcionários regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). É com os dados do CAGED que esses profissionais poderão acessar, por exemplo, o seguro desemprego. 

+ PIS/Pasep não habilitado? Prazo para recursos começou! Veja como fazer

Como o CAGED funciona?

A emissão do CAGED é responsabilidade da empresa, geralmente realizada pelo setor de RH. O trabalhador até consegue acessá-lo em caso de necessidade, como abordaremos mais à frente neste artigo, mas é uma base de dados mais utilizada pelos órgãos do Governo.

As informações prestadas no documento são utilizadas para conferir os dados referentes aos vínculos trabalhistas na concessão de seguro desemprego, para apoiar a elaboração de estudos, pesquisas, projetos e programas ligados ao mercado de trabalho etc. 

O Cadastro Geral também é um direito do trabalhador como documento para comprovação de tempo de serviço. Geralmente, é procurado para solicitar aposentadoria ou seguro que necessite comprovar tempo de trabalho, dentre outras finalidades.

Ao enviar o CAGED, o RH deve prestar informações como:

  • as movimentações de trabalhadores celetistas (admissão, demissão)
  • data da referida movimentação, horas contratuais, salário, cargo
  • dados do empregador (CNPJ, endereço, contato e CNAE – Cadastro Nacional de Atividades Econômicas)
  • dados do colaborador (PIS, nome completo, número da carteira de trabalho, data de nascimento, CPF, estado, sexo, escolaridade, CEP)

Vale destacar que CAGED e RAIS não são a mesma coisa. Ambos são uma obrigação das empresas. 

Porém, o CAGED é enviado sempre que é realizada qualquer movimentação – admissão, demissão, transferência etc. Já o RAIS é enviado anualmente.

+ RAIS 2022: veja passo a passo de como consultar

mulher utilizando notebook e trabalhando como nômade digital
Consulta à Tabela FIPE

Qual é o prazo e como funciona o envio?

Desde janeiro de 2020, o envio do CAGED é realizado por meio do eSocial. Diferentemente do RAIS, essa declaração não é anual. 

Ela deve ser prestada sempre que qualquer movimentação com celetistas é feita na empresa. O prazo é sempre o dia 7 do mês subseqüente ao mês de competência, ou seja, ao mês de referência das informações.

Porém, no caso da admissão de um trabalhador em percepção do seguro desemprego, a declaração deve ser enviada ao CAGED no mesmo dia da data, após o trabalhador ter entrado efetivamente em atividade.

Isso porque, assim que começa a trabalhar, esse seguro é cortado. 

Como o trabalhador pode consultar o CAGED?

Sim, é possível o trabalhador consultar dados do CAGED. Geralmente, esse documento é comprovado pelo profissional quando ele precisa comprovar tempo de serviço e perdeu a carteira de trabalho. 

Se é o seu caso, saiba que existem formas talvez mais práticas de comprovar que trabalhou de carteira assinada: com o extrato do FGTS, por exemplo, emitido pela Caixa Econômica Federal.

Porém, é possível também solicitar a consulta ao CAGED no Ministério do Trabalho e Emprego. Neste caso, agende um horário de atendimento no órgão e compareça na data marcada com o documento de identidade e CPF.

O trabalhador ainda pode solicitar os vínculos empregatícios formais declarados ao CAGED virtualmente. 

Neste caso, é necessário preencher um formulário disponibilizado pelo Governo Federal, mas a página encontra-se indisponível na data de publicação deste artigo. Depois, o documento pode ser protocolado ao ministério.

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20 livros sobre Bitcoin, Blockchain e Criptomoedas que você precisa conhecer

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imagem de uma moeda de bitcoin

Você conhece algum livro sobre Bitcoin, Criptomoedas e Blockchain? Não? Sabe o que esses termos significam? Que tal aproveitar a alta das moedas digitais para descobrir um pouco mais sobre eles?

O Bitcoin é uma moeda digital do tipo de criptomoeda descentralizada, além de ser um sistema econômico alternativo.

Já o Blockchain, também conhecido como “protocolo da confiança”, é uma tecnologia que tem como objetivo a descentralização como medida de segurança.

Ou seja, são bases de registros e de dados distribuídos e compartilhados para criar uma função global para todas as transações que acontecem em um determinado mercado.

A criptomoeda é uma forma de troca que utiliza a tecnologia de blockchain e de criptografia para assegurar a validade das transações. Além da criação de novas unidades de moedas.

Livros sobre Bitcoin, Blockchain e Criptomoedas

1. Mastering Bitcoin

Autor: Andreas M. Antonopoulos

Nesse livro, o autor explica o conceito de Bitcoin, além de comentar qual o objetivo dessa moeda do mundo digital.

Os leitores também conseguem entender como são feitas as transações, como o Bitcoin funciona e a aplicação da moeda no mundo digital.

Apresenta ainda como você pode ganhar Bitcoins e análises computacionais.

2. Blockchain para os Negócios: Promessa, Prática e Aplicação da Nova Tecnologia da Internet

Autor: Mougayar William e Sbravatti Vivian

O livro explica o tema de uma maneira um pouco diferente: utilizando o uso de diagramas para poder falar o que é e para que serve o Blockchain.

Os autores mapearam no livro os novos territórios e os principais elementos dessa moeda digital. A obra ainda traz dicas e conselhos para entender o assunto, assim como novos modelos e ideias de negócios.

3. A era da Criptomoeda: como Bitcoin e Blockchain desafiam a ordem econômica global

Autor: Paul Vigna, Michael J. Casey

Para quem é leigo no assunto, esse livro tem uma linguagem mais simples. Ele introduz o leitor no mercado de criptomoedas e a tecnologia blockchain.

Durante a leitura, os autores mostram as novas possibilidades que essas moedas digitais podem dar para a sociedade. Além disso, eles ainda convidam o leitor a imaginar um mundo onde não exista bancos, cartões de crédito e nem dinheiro.

4. Bitcoin: A Moeda na Era Digital

Autor: Fernando Ulrich

O único livro escrito em português explica o surgimento e funcionamento da moeda digital. O autor utiliza algumas teorias monetárias de economistas para rebater as principais críticas contra o Bitcoin.

Esses economistas são da escola austríaca: Carl Menger, Ludwig von Mises, F.A. Hayek e Murray Rothbatd.

5. A Revolução das Moedas Digitais Bitcoins e Altcoins

Autor: Tatiana Casseb B.M. Barbosa

Para quem tem aquelas dúvidas mais comuns sobre o tema, esse é o livro ideal. Isso porque a autora reuniu todas as perguntas que a maioria das pessoas têm.

Ela também explica como as criptomoedas funcionam. Além de comentar se são realmente seguras e legais, um dos principais questionamento das pessoas que querem utilizar a moeda.

6. Revolução de Blockchain: como a tecnologia por trás do Bitcoin está mudando o dinheiro, os negócios e o mundo

Autor: Don Tapscott, Alex Tapscott

Quer entender o surgimento do criptomercado? Então esse livro é para você. Os autores explicam e avaliam a importância desse tipo de moeda, além de abordarem os novos modelos de negócio.

Outro ponto discutido no livro é o impacto que o blockchain poderá causar nas instituições governamentais.

criptomoeda Bitcoin
Os livros sobre Bitcoin, Blockchain e Criptomoedas conseguem transmitir suas ideias de forma bem simples

Veja o que vai ocorrer quando todos os Bitcoins forem minerados

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Pessoa segurando uma moeda de bitcoin

Se você pensa em investir em Bitcoins precisa correr. Afinal, de acordo com os dados do blockchain.com, até o final de 2021 90% de todo o fornecimento desta criptomoeda já tinha sido minerado. Mas você já parou para pensar o que acontece quando todos os Bitcoins forem minerados?

É importante lembrar que o limite de Bitcoin no mercado é de 21 milhões, determinado pelo código fonte. E até dezembro do ano passado, já existiam 18,89 milhões de Bitcoins espalhados pelo mercado.

E quando todos os Bitcoins forem minerados, a quantidade de criptomoedas que ficará circulando no mercado será de 21 milhões, permanentemente.

Mas o que poderá acontecer no mercado de investimento quando isso acontecer? É o que você vai descobrir lendo este artigo!

O que pode acontecer quando todos os Bitcoins forem minerados?

Muitos investidores já devem estar começando a se perguntar o que poderá acontecer com os Bitcoins quando todos eles forem minerados. A primeira coisa que precisamos te falar é que você pode ficar calmo, porque para isso acontecer ainda vai demorar alguns anos.

A principal consequência de quando isso acontecer é que esta criptomoeda passará a ser menos rentável do que é agora. Além disso, outro fator é que os mineradores continuarão recebendo recompensas.

Porém, isso só acontecerá através das taxas de transações e não das novas criptomoedas cunhadas, já que elas não irão mais existir. 

imagem de uma moeda de bitcoin
A previsão é que o último Bitcoin seja minerado em 2140

E para tranquilizar quem investe neste mercado, existem estimativas de que o último Bitcoin só será cunhado por volta de 2140. Até lá ainda haverá muitas destas criptomoedas para serem mineradas.

Vale ressaltar, ainda, que para chegar aos 18,89 milhões de Bitcoins minerados foi necessário 12 anos. É importante lembrar que tudo começou no ano de 2009. Por isso, não há com o que se desesperar no momento.

Velocidade dos Bitcoins minerados diminuirá com os anos

Se no início a velocidade foi alta no processo de mineração dos Bitcoins, a tendência é de que este ritmo diminua. Isso mesmo, ao longo do tempo o ritmo deve cair e, por isso, a preocupação não deve ser tão grande.

+ Bitcoin Bounce: saiba como funciona o jogo e como ganhar dinheiro

Para se ter ideia, a recompensa de minar cada lote de um Bitcoin diminui pela metade a cada 210 mil lotes.

Outro exemplo é que minerar uma criptomoeda era um processo bem rápido. Mas, em 2021, essa emissão despencou para menos de meio milhão de Bitcoin em um ano.

Bitcoin deve ficar ainda mais valorizado

Embora haja uma preocupação quanto a isso, é possível dizer que deve haver uma valorização do Bitcoin no futuro, principalmente se a demanda continuar aumentando.

+ Bitcoin pode chegar a US$100 mil? Veja fatores que podem fazer a cripto valorizar

Afinal, se uma pessoa decidir comprar um Bitcoin e a sua cota já tiver sido alcançada, ela terá que comprar de outra pessoa. Dessa forma, o vendedor poderá ter o total controle desta ação e do preço pelo qual estará vendendo.

Mas é preciso ressaltar que a demanda deve diminuir quando for atingido o ápice de 21 milhões de Bitcoins. Ou seja, existirão menos moedas em circulação no mercado. 

O mercado estima que aproximadamente 20% das moedas mineradas se perderam.

Quer continuar a sua leitura sobre este assunto? Então leia agora mesmo um guia completo do FinanceOne sobre como minerar Bitcoin.

Registro de marca: saiba como solicitar e qual o custo

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empreendedor trabalhando na lanchonete

Se você é empreendedor sabe, ou deveria saber, que o registro de marca é um ponto importante para o seu negócio. Porém, muitas pessoas acreditam que para ter um registro de marca o custo é grande.

E por esse mesmo motivo, muitos também se perguntam se vale a pena e se é necessário fazer um. Mas sim, é importante realizar o seu registro de marca para proteger a identidade do seu negócio: nome e logo.

Assim, você consegue evitar que outras pessoas utilizem o mesmo do seu negócio e acabe prejudicando a imagem que você construiu da sua marca.

Agora, se você já está decidido a fazer o seu registro de marca e quer saber o custo que ele terá, nós vamos te contar.

Registro de marca: quanto custa?

Essa provavelmente é uma das perguntas que muitos empreendedores devem estar se fazendo no momento: “quanto custa o registro de marca?” A primeira coisa que você precisa saber é que todo o processo é feito pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).

Além disso, será necessário pagar algumas taxas durante a realização do registro de marca. Sabendo disso, vamos ao que de fato interessa: os valores.

+ Veja 3 erros que o MEI deve evitar ao empreender

Para começar, somente para você realizar o pedido de registro de marca com especificação pré-aprovada custa R$355. Mas, caso você seja microempreendedor, poderá ter o valor desta taxa reduzido para R$142.

É importante ressaltar que esta especificação é para produtos e serviços selecionados nas listas do próprio INPI. 

Mas é claro que o custo do registro de marca não acabou por aí. Você precisará arcar com mais uma taxa, que é a de entrada no processo. Isso acontece quando o INPI defere o seu pedido de registro.

mulher mexendo no computador com um caderno de um lado e uma caneca do outro
Para fazer o registro de marca é preciso arcar com umas taxas

Para isso, você deverá pagar uma taxa de R$745 ou de R$298, para quem é MEI, ME ou EPP.

Já deu para perceber que o valor é alto, certo? Por isso, é importante que você se prepare para este momento do registro de marca da sua empresa. 

Passo a passo para fazer o seu registro de marca

Primeiro, você precisa saber que o INPI possui guias e orientações para quem deseja fazer o processo de registro da marca, pensando em facilitar o processo e deixar tudo bem claro.

Por isso, acesse já o:

Além disso, também é possível ter acesso a vídeos com tutoriais e muitos detalhes autoexplicativos para que você não corra o risco de cometer nenhum engano na sua solicitação.

Veja a seguir algumas orientações de como proceder.

1) Faça a busca de marcas

O primeiro passo para registrar a sua marca é fazer uma busca no banco de dados do próprio INPI e verificar se este nome que você escolheu já é usado por alguma outra empresa.

Realize a busca no site!

É possível consultar através do número do processo, número da Guia de Recolhimento da União (GRU), número do protocolo ou número da Inscrição Internacional.

Mas, mesmo que você encontre, não deixe de checar antes. Isso porque este registro pode estar cancelado, expirado ou arquivado.

2) Cadastre-se e pague a GRU

Agora que você já sabe se o nome da sua marca está liberado para ser registrado, realize o seu pedido. Faça o cadastro no site do INPI.

Em seguida, pague o valor da GRU antes mesmo de iniciar o processo. 

Com o pagamento efetuado, guarde o número pois precisará dele. Agora, inicie o seu pedido.

3) Realize o pedido virtualmente

Agora é a hora de dar início ao seu pedido de registro da marca. Isso deve ser feito pelo site do e-Marcas.

Para realizar tudo corretamente, não deixe de consultar o Manual de Marcas acima durante toda a etapa. Preencha corretamente o item “Acesso ao formulário eletrônico” com atenção, pois serão solicitados diversos dados.

Avaliação

Com o pedido feito e enviado, você terá que aguardar a realização de um exame formal que acontecerá em seguida.

Assim que o INPI recebe a sua solicitação, ele publica na Revista de Propriedade Industrial. A partir daí, conta-se 60 dias. Este prazo é para alguém apresentar alguma oposição ao registro.

Por exemplo, caso você não tenha se atentado e registrado uma marca já existente, o proprietário poderá contestar. Caso necessário algum documento adicional, o INPI solicitará formalmente.

+ 5 melhores setores para empreender em 2022. Confira!

Assim que passar os 60 dias sem nenhuma interferência, o pedido irá para uma avaliação substantiva e poderá ser liberado para a sua análise definitiva – ao qual chama-se “exame de mérito”, onde é possível acompanhar todo o processo e o andamento dele pelo site, podendo demorar.

Pague a concessão

Passou todo o processo e o seu pedido foi deferido na análise definitiva? Então agora é só pagar a taxa do primeiro decênio para conseguir expedir o certificado no prazo de 90 dias.

Caso tenha sido indeferido, poderá entrar com recurso e tentar novamente durante 60 dias.

Este conteúdo te ajudou? Compartilhe e ajude um amigo empreendedor que precisa registrar a sua marca, mas não sabe como!

Impostos a recolher: entenda o que é e como funciona

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contador fazendo calculo de imposto de renda na calculadora

A todo momento falamos de impostos, seja para pessoa física ou jurídica. Este termo está presente na nossa vida. E com tantas taxas a serem pagas, é comum encontrar brasileiros que não conheçam todos, principalmente os impostos a recolher.

É bem provável que você já tenha escutado falar, mas não saiba o que de fato ele significa e como funcionam os impostos a recolher.

Normalmente isso acontece tanto para quem trabalha com venda de mercadoria quanto quem é pessoa física e realiza pagamento de tributos. 

Para te ajudar a tirar todas as dúvidas sobre este tipo de imposto, preparamos este artigo cheio de informações do que você precisa saber. Continue lendo!

Impostos a recolher: o que é?

Para quem não sabe, os impostos a recolher, como o próprio nome já diz, é qualquer tipo de imposto que uma pessoa, seja ela física ou jurídica, precisa recolher por conta de um determinado recebimento em dinheiro.

E quando isso acontece? É muito comum escutar sobre este tipo de imposto nesta época de Imposto de Renda. Isso porque se você declara que tem rendimentos tributáveis, mas ele não tem o recolhimento do imposto na fonte, será preciso recolhê-lo no momento da declaração.

+ Como doar parte do Imposto de Renda e obter desconto? Confira as dicas

Vale ressaltar que isso também acontece com empresas, porém somente com as que têm circulação de produtos e/ou serviços. Neste caso, o recolhimento acontece por meio do ICMS, que incidem no faturamento do negócio.

E qual a diferença entre os impostos a recolher e a recuperar?

Agora que você já sabe o que significa os impostos a recolher, vamos falar sobre a diferença dele com o imposto a recuperar. É muito comum confundir esses dois tipos de impostos. Por isso, separamos as principais diferenças de cada um deles.

De modo bem simples, o imposto a recolher é uma obrigação que a empresa tem e que ela precisa arcar. Além de ser aplicado somente quando a empresa possui um valor maior de crédito do que débito.

Lápis, calculadora e papel com vários gráficos
O recolhimento de impostos pode acontecer tanto para pessoas físicas quanto jurídicas

Já o imposto a recuperar é um direito. Sendo assim, ele pode ser recuperado de acordo com a compensação de tributação. Este acontece em todos os momentos que ocorre uma transação comercial.

Como funcionam os impostos a recolher?

É bem fácil de entender como funcionam os impostos a recolher. E, como você viu acima, eles nada mais são do que obrigações pré-existentes de pessoas físicas ou jurídicas.

Imagina que um determinado estado impõe como condição para venda de um produto o pagamento de uma alíquota de 15% de ICMS.

Caso a sua empresa tenha vendido X reais neste mês deste produto, terá que pagar este percentual do valor obrigatoriamente como impostos a recolher.

Isso também acontece para quem tem renda tributável, sendo necessário a declaração no Imposto de Renda, de acordo com a tabela da Receita Federal.

Recuperar créditos do imposto: como é possível?

Você sabia que é possível recuperar como créditos alguns impostos que são recolhidos? Mas será que todos têm esse direito?

É isso que muita gente não sabe. Os créditos são direitos das empresas que tiveram mais impostos pagos na entrada de notas do que na de saída delas.

Além disso, também podem recuperar créditos às pessoas físicas que tiverem renda tributável, mas desde que seu imposto tenha ficado retido na fonte.

Este conteúdo te ajudou? Então continue a sua leitura e saiba quais são os impostos que um autônomo precisa pagar.

Jovem Aprendiz Petrobras abre 700 vagas. Veja como se inscrever!

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Fachada da Petrobras

Na próxima segunda-feira, 18, abrirão as inscrições para o programa Jovem Aprendiz da Petrobras. São mais de 700 vagas espalhadas por todo o Brasil. 

Para participar da seleção é necessário:

  • possuir idade entre 14 e 22 anos e 3 meses na data da admissão 
  • comprovar matrícula e frequência à escola, caso não tenha concluído o ensino médio
  • comprovante de conclusão do ensino médio, se for o caso

No total, são 734 vagas distribuídas em 15 estados do país e vários municípios: Maceió (AL); Manaus (AM); Salvador (BA); Alagoinhas (BA); Fortaleza (CE); Brasília (DF); Vitória (ES); Juiz de Fora (MG); Três Lagoas (MS); Ipojuca (PE); Campo Largo (PR); Rio de Janeiro (RJ); Macaé (RJ); Duque de Caxias (RJ); São Gonçalo (RJ); Nova Iguaçu (RJ); Natal (RN); Canoas (RS); Aracaju (SE); São Paulo (SP); Paulínia (SP); Mauá (SP); Cubatão (SP); Santos (SP); e São José dos Campos (SP).

>> Confira a lista completa de vagas aqui <<

Como funciona o programa Jovem Aprendiz da Petrobras?

Os selecionados para Jovem Aprendiz da Petrobras receberão aulas de capacitação, além de terem a oportunidade de trabalhar no Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e fazer visitas técnicas às instalações da companhia.

A capacitação será em cursos profissionalizantes de áreas como logística, administração, elétrica, tecnologia da informação, linha de produção, programação web, hidráulica, tubulação predial e mecânica, entre outras, Varia de acordo com a localidade

Parte das vagas é reservada para pessoas com deficiência, adolescentes egressos do trabalho infantil e adolescentes em situação de acolhimento institucional. A idade máxima prevista não se aplica às pessoas com deficiência.

+ Como funciona o INSS para menor aprendiz e quais os direitos? Entenda!

fachada da petrobras
Jovem Aprendiz da Petrobras recebe um salário-mínimo

Quanto ganha um Jovem Aprendiz da Petrobras?

Um Jovem Aprendiz da Petrobras, selecionado pelo programa de 2022, vai ganhar um salário-mínimo, ou seja, R$2.121, trabalhando 4 horas diárias, de segunda-feira a sexta-feira, durante 20 meses. 

Além disso, a companhia concederá os demais benefícios previstos na CLT:

  • vale-transporte
  • 13º salário
  • férias remuneradas
  • recolhimento de Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) 

Os jovens contratados também poderão optar pela adesão à assistência previdenciária da Petrobras, a Petros. 

+ Quem trabalha como jovem aprendiz tem direito ao FGTS? Confira!

Como se inscrever no programa?

As inscrições para o Programa Jovem Aprendiz da Petrobras serão abertas na próxima segunda-feira, 18, e vão até o dia 22 de abril. Os interessados devem realizar um cadastro na plataforma Kenoby, que está administrando a seleção. 

A seleção será simples: análise de documentação e exames médicos. A divulgação final dos classificados será publicada no dia 3 de junho e as contratações ocorrerão até o mês de novembro. 

Confira o cronograma completo:

  • Início das inscrições: 18/04/2022 
  • Fim das inscrições: 22/04/2022
  • Análise documental: 25/04/2022 a 23/05/2022
  • Divulgação preliminar dos classificados: 24/05/2022
  • Período de recursos: 24/05/2022 a 25/05/2022
  • Divulgação final dos classificados: 03/06/2022
  • Exames admissionais: junho a setembro/22
  • Admissão: novembro/22

A Kenoby alerta que é importante que o cadastro na plataforma seja feito com atenção, porque o e-mail registrado na inscrição serão utilizado para toda a comunicação com o candidato. 

Confira o edital completo com todas as informações sobre o programa!

Gostou do conteúdo? Então compartilhe a oportunidade de jovem aprendiz da Petrobras com outros amigos e deixe sua dúvida nos comentários! Leia também: Lei do Jovem Aprendiz: confira quais são os direitos e deveres!

Saiba o que avaliar na hora de escolher o plano de saúde

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Médico com estetoscópio no pescoço

Quando se fala em plano de saúde vem diversos nomes de empresas à mente, certo? Com tantas opções, escolher o plano de saúde correto para você e sua família pode parecer uma tarefa difícil.

Há diversos tipos de coberturas e taxas complementares que estão disponíveis no mercado. E é comum que na hora de contratar uma das operadoras, o consumidor fique confuso. Por isso, antes de adquirir um plano de saúde é necessário conhecer bem a empresa escolhida.

Mas como escolher o plano de saúde? O que levar em consideração antes de contratar um? Existem diversos pontos a serem analisados pelos clientes antes de qualquer coisa. Sendo o principal deles verificar se o plano vai atender todas as suas necessidades.

É comum você ter dúvidas sobre como escolher o plano de saúde ideal para você e sua família, ou até mesmo para a sua empresa.

Por isso, abordaremos neste artigo os principais pontos. Vamos nessa?

caneta e estetoscópio em cima de prontuário médico
Os direitos do paciente são garantidos por lei (Foto: Divulgação)

Analise a cobertura e a abrangência

Uma das primeiras coisas a considerar ao contratar o plano de saúde, seja individual ou familiar, é a cobertura dele e sua abrangência. Por isso, antes de adquirir um pense nas suas necessidades e escolha o que mais se encaixa com você.

Procure saber sobre as clínicas, hospitais, laboratórios e os médicos que fazem parte da rede credenciada. Se você já tem um acompanhamento de um profissional, confira se ele está credenciado. 

Além disso, verifique se os hospitais de emergência próximos a sua casa também estão na rede escolhida por você. Isso porque esses são os hospitais que você irá recorrer em caso de alguma emergência.

Agora sobre a cobertura, se você viaja muito ou mora em uma cidade em que os serviços são limitados, será necessário contratar um plano a nível estadual ou até mesmo nacional. Vale lembrar que a abrangência pode ser municipal, estadual ou nacional.

E as operadoras devem disponibilizar, obrigatoriamente, todas essas informações em um manual impresso ou nos sites. Por isso, fique de olho, porque podem ocorrer alterações, mas é de responsabilidade da empresa mantê-los atualizados. 

Quer escolher o plano de saúde? Conheça os tipos de cobertura assistencial!

Antes de contratar um plano de saúde de uma das operadoras existentes, é necessário estar atento ao tipo de cobertura que ele irá oferecer. Além de analisar se essa cobertura irá atender às suas necessidades. 

E a segmentação do plano é justamente a composição das coberturas. Estas às vezes podem ter o nome um pouco difícil, o que complica entender o que cada uma delas cobre. Confira cada denominação e o que ela aceita. 

Cobertura Ambulatorial

Está garantida a prestação de serviços de saúde que compreende consultas médicas em clínicas e/ou consultórios, exames e os demais procedimentos ambulatoriais. Já os atendimentos de emergência ficam limitados até as primeiras 12 horas do atendimento.

A realização de procedimentos exclusivos da cobertura hospitalar fica sob responsabilidade do beneficiário. Mesmo sendo realizada na mesma unidade de prestação de serviços e em tempo menor que 12 horas.

Cobertura Hospitalar sem Obstetrícia

Este tipo de cobertura garante a prestação de serviços em regime de internação hospitalar, com exceção do parto. A legislação não admite previsão de limite de tempo de internação. 

Quando o atendimento de emergência for realizado no decorrer dos períodos de carência, deverá abranger a cobertura igual à fixada para o plano. Ou seguro do segmento ambulatorial, não garantindo, portanto, a internação além das 12 horas iniciais.

Cobertura Hospitalar com Obstetrícia

Além do regime de internação hospitalar, também está incluída a atenção ao parto. Ainda está garantida a cobertura assistencial ao recém-nascido filho natural ou adotivo do contratante. Ou até mesmo do dependente, durante os primeiros 30 dias após o parto.

No caso da necessidade de assistência médico-hospitalar decorrente da condição gestacional de pacientes ainda cumprindo período de carência, a operadora deverá abranger a cobertura igual à fixada para o plano do segmento ambulatorial. Não garantindo a internação além das 12 horas iniciais.

Cobertura dos Planos da Segmentação Referência

Este plano, que é instituído pela Lei nº 9.656/98, engloba assistência médico-ambulatorial e hospitalar com obstetrícia e acomodação em enfermaria. A cobertura mínima também foi estabelecida pela Lei.

Sendo assim, devendo o atendimento de urgência e emergência ser integral após as 24 horas da contratação. 

Cobertura Exclusivamente Odontológica

Esta segmentação assistencial de plano de saúde garante assistência odontológica. No qual compreende consultas, exames, atendimentos de urgência e emergência odontológicos.

Além de exames auxiliares ou complementares, tratamentos e demais procedimentos realizados em ambiente ambulatorial.

Estes devem ser solicitados pelo cirurgião-dentista assistente com a finalidade de complementar o diagnóstico do paciente que estejam determinados no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde. 

Conheça as necessidades da sua família

As necessidades da família estão entre os principais pontos a serem avaliados pelos clientes antes de escolher o plano de saúde. E a partir disso, você pode escolher a cobertura, seja ambulatorial ou hospitalar, com ou sem obstetrícia.

Por isso, é importante avaliar algumas situações, como por exemplo, se não existem planos de aumentar a família, não compensa contratar a cobertura com obstetrícia. Tendo em vista a diferença nos custos. 

Dessa forma, o mesmo tipo de consideração deve ser feito em relação à escolha da acomodação, como particular ou enfermaria. Além da abrangência do plano. 

Outros fatores relevantes são a rede credenciada e valores. Uma dica é considerar a faixa de preço que pretende pagar e filtrar os planos a partir disso e os demais critérios essenciais para você e sua família.

E saber do que a sua família necessita é fundamental para conseguir escolher o plano de saúde ideal. Que ofereça uma cobertura adequada sem ter um custo elevado demais. Além de ser importante avaliar eventuais doenças ou lesões.

Isso porque elas costumam interferir nas coberturas oferecidas e no prazo de carência para poder utilizar de determinados procedimentos médicos.

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Entenda sobre o período de carência para escolher o plano de saúde

Você provavelmente já escutou falar sobre a carência que os planos de saúde costumam ter. A carência é o período entre a assinatura do plano e a data em que os beneficiários poderão usá-lo efetivamente. E este é um ponto que merece uma atenção especial.

Isso porque é comum as pessoas não se informarem ou não darem a devida importância sobre esse prazo. E acabam buscando o atendimento antes de poder utilizar de fato a cobertura, sem obter sucesso.

Profissional da saúde segurando um estetoscópio
Escolher o plano de saúde pode ser considerado difícil por algumas pessoas

Outra questão importante é o período de cobertura parcial temporária, situação que acontece uma restrição em relação à abrangência de determinados procedimentos. Isso devido a doenças ou lesões preexistentes do segurado.

Para esses casos, é importante ressaltar que a limitação só pode acontecer quando o atendimento tiver relação direta com o problema que é anterior à contratação do seguro.

E para evitar transtornos, esteja atento sobre os prazos de carência ou cobertura parcial temporária (CPT) que o plano oferece. Sendo assim, por lei, os períodos de máximos que podem ser estipulados pelas operadoras são:

  • 24 horas para urgências e emergências;
  • 180 dias para as demais coberturas;
  • 300 dias para partos;
  • 24 meses para doenças ou lesões preexistentes.

Você ainda precisa verificar os prazos estabelecidos em cada contrato e também se há regras específicas para a utilização dos serviços.

Em algumas situações ainda é possível encontrar carências reduzidas e condições mais favoráveis para a contratação.

Avalie o custo-benefício na hora de escolher o plano de saúde

Ao escolher um plano de saúde, é necessário levar em conta o custo X benefício. Isso porque nem sempre o convênio de saúde mais caro é o que atende às suas necessidades e expectativas. 

No entanto, é preciso estar atento para não cair em uma armadilha ao levar em conta apenas o valor e acabar contratando o plano mais barato.

Vale lembrar que o plano ideal deve caber no seu bolso. Mas ele também precisa oferecer segurança para não colocar a saúde da sua família em risco. Garantindo assim que todos terão acesso aos atendimentos e procedimentos necessários.

Sendo assim, avalie o custo X benefício de acordo com a sua realidade familiar. Se há crianças, idosos e até mesmo uma pretensão de gravidez nos próximos meses, escolha uma empresa que cubra todos os serviços com qualidade.

Isso porque um parto pode custar caro, sendo assim é melhor pagar uma mensalidade do que ter gastos elevados com o hospital. Outra informação importante é que os gastos com saúde não costumam ser planejados e você pode acabar se surpreendendo com essas despesas.

+ Qual o custo do exame para reconhecer câncer de mama?

Fique atento às políticas de reembolso e serviços adicionais

Em algumas situações, o serviço que o cliente busca não é coberto pelo plano, de forma que o pagamento deve ser feito à parte. Mas, esses valores podem estar acima do esperado.

Mas, algumas empresas trabalham com políticas de reembolso. Basicamente, o plano cobre parte das despesas do conveniado, com serviços que, normalmente, não são cobertos.

Mas, isso não é uma obrigatoriedade. Além disso, cada empresa oferece um valor diferente, que pode ser fixo ou um percentual referente ao valor pago pelo serviço extra.

Outra estratégia usadas pelas operadoras para obterem uma vantagem é oferecer coberturas adicionais. Assim, fique atento a esses detalhes para garantir o melhor custo-benefício.

Avalie as operadoras de saúde

Por fim, avalie as operadoras e seguradoras de saúde disponíveis na sua região, para saber qual delas oferecerá o serviço mais adequado para você. Para isso, vale consultar os sites das empresas e as plataformas de reclamações e analisar os comentários sobre as marcas.

Outra dica é consultar o site a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e verificar o ranking de operadoras; e as avaliações e notas dos planos segundo os clientes.

Essas informações vão te ajudar a entender se, de fato, a empresa escolhida é confiável e oferece um bom serviço.

É possível fazer portabilidade no plano de saúde?

Você não está satisfeito com o plano de saúde escolhido ou deseja contratar um com benefícios melhores? Então que tal fazer uma portabilidade?

Muita gente não sabe, mas é possível mudar de plano sem perder o período de carência.

Mas, para isso, a atual operadora precisa ter sido contratada após 1º de janeiro de 1999 ou ter sido adaptada à Lei dos Planos de Saúde vigente nos dias de hoje. Sendo assim, é possível realizar a troca.

Além disso, saiba que a realização de portabilidade do plano de saúde vale para todos os tipos de contratações: individuais, planos coletivos empresarias e coletivos por adesão.

Gostou deste conteúdo? Então continue sua leitura e descubra o que é plano de saúde digital e como funciona.

30 mil pessoas em 1 touro em Miami: o que rolou no Bitcoin Conference 2022?

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Criptomoeda Bitcoin com gráficos ao fundo

Aproximadamente 30 mil pessoas compareceram ao Bitcoin Conference 2022 na última semana em Miami, nos Estados Unidos. Este é o maior encontro de entusiastas da criptomoeda no mundo e neste ano a quantidade de participantes foi recorde.

O Bitcoin deixou de ser tópico discutido somente por entusiastas e especialistas em tecnologia, a criptomoeda também é assunto das páginas e grupos de economia, política, turismo, e claro, infelizmente das páginas policiais.

Entre estes temas alguns se destacaram na conferência em Miami neste ano, vamos a eles.

Miami se torna a capital mundial do Bitcoin

A conferência não aconteceu em Miami por conta de suas belas praias ou suas festas badaladas. Miami vem se tornando um dos lugares mais acolhedores para investidores e empreendedores do universo cripto.

O prefeito de Miami, Francis Suarez, vem tomando medidas importantes para o desenvolvimento da cidade e a transferência de renda e de pessoas de outros estados nos Estados Unidos, como por exemplo a Califórnia, dando incentivos fiscais para que essas pessoas se mudem para Miami.

A crise de 2020 acelerou este movimento, pois muitos viram como vantagem a possibilidade de trabalhar remotamente de Miami, onde os imóveis tendem a serem maiores e mais baratos que na Califórnia, isso aumenta a renda e o número de empresas na cidade. Entre estas empresas muitas estão no ramo de tecnologia blockchain.

O Touro Cripto

O touro é um animal que representa o otimismo no mercado. Por ser um animal agressivo e que ataca de baixo para cima com a sua chifrada, este animal ganhou estátuas em diversas bolsas pelo mundo.

A estátua mais famosa é a do touro de Wall Street que é um dos monumentos mais visitados e fotografados de Nova Iorque. As bolsas de Amsterdã, Frankfurt, Hong Kong, Mumbai, Schenzhen e Xangai também possuem suas icônicas estátuas.

placa da rua Wall Street, em Nova Iorque, com a bandeira dos Estados Unidos ao fundo
O touro da Bolsa de Valores de Nova Iorque fica localizado na Wall Street

No Brasil, tivemos por um breve momento o touro da B3 em São Paulo, que em menos de 1 mês foi confiscado pela prefeitura.

A mais nova e talvez mais icônica estátua de touro foi revelada em Miami durante o evento. Um touro enorme, com características robóticas e olhos de laser foi revelado em frente ao centro de convenções de Miami, caracterizando o otimismo do mercado com o Bitcoin e as criptomoedas.

Os olhos de laser são também um sinal de otimismo para o Bitcoin.

Os políticos estão cada vez mais de olho no Bitcoin

Os políticos sempre estiveram de olho no Bitcoin, porém antigamente os olhares eram somente de desconfiança e de medo, pois o Bitcoin não poderia ser controlado por eles. Ao final do dia, políticos têm um objetivo em comum entre eles: serem eleitos. Este olhar de desconfiança e medo vem mudando para um olhar de oportunidade a ser aproveitada.

O Bilionário Kevin O’Leary conhecido pela série Shark Tank, palestrou durante a conferência e disse que vem tendo reuniões recorrentes em Washington para auxiliar os políticos a encaminharem a regulamentação das criptomoedas.

Recentemente, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, solicitou oficialmente que as agências federais implementem estratégias para a regulamentação de ativos digitais como o Bitcoin.

A adoção do Bitcoin e de outras criptomoedas vem crescendo numa velocidade altíssima se comparado à adoção de outras tecnologias como a internet e a eletricidade por exemplo. Um politico se tornar a favor das criptomoedas pode significar para ele ou ela um número maior de votos.

Ter os políticos mais próximos do Bitcoin é benéfico para o ativo, pois com maiores chances de regulamentação, teremos maiores chances de adoção institucional e política do Bitcoin.

O que pode significar quantidades massivas de capital sendo alocados na criptomoeda. Os políticos sabem que é uma questão de tempo, pois a adoção já é tão grande que não é mais possível segurar.

Os políticos finalmente entenderam que não dá mais para virar as costas para o Bitcoin.

Conheça Renato Carvalho, colunista do FinanceOne

Com vasto conhecimento sobre o mercado de moedas digitais, Renato Carvalho é colunista do FinanceOne. Semanalmente, ele traz informações importantes sobre criptomoedas. Fique de olho!

Renato é administrador com experiência como executivo do setor de educação internacional e empresas de consultoria empresarial e auditoria “BIG 4”.

Investidor de renda variável desde sua adolescência, produz conteúdo de educação financeira, mostrando o que faz com o seu próprio dinheiro “skin in the game”. Especialista em criptoativos e negócios disruptivos.

É Bacharel em Administração pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Université Libre de Bruxelles (Bélgica) e mestre em Administração pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC).

Confira outros textos de Renato Carvalho, colunista do FinanceOne:

Saiba se desempregado deve pagar pensão alimentícia do filho

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carteira preta com bastante dinheiro
pensão alimentícia

A crise do desemprego vem afetando milhares de brasileiros, desde jovens até pessoas com mais experiências no mercado. E se você é pai ou mãe separado e paga a pensão alimentícia do seu filho, a situação fica ainda mais complicada, certo?

Mas será que em casos em que o responsável pela pensão alimentícia está desempregado, é preciso pagar? Vamos conferir!

Quem está desempregado deve pagar pensão?

A resposta é sim, já que é possível que os valores atrasados sejam cobrados judicialmente. E além de prever o pagamento da quantia devida, ainda podem ser incluídos juros e correções.

Vale destacar ainda que não existe nada na lei que permita o não pagamento da pensão em caso de desemprego.

Mas se o responsável pela pensão alimentícia está desempregado, como irá pagá-la? 

Para o caso de desemprego, existe a possibilidade de estabelecer um valor menor do pagamento da pensão alimentícia. Mas para isso, é necessário comunicar ao juiz a nova situação do responsável.

Vale lembrar também que a obrigação se estende a profissionais liberais, que não possuem renda fixa e vivem somente dos famosos “bicos”. Mesmo assim, é preciso pagar a pensão alimentícia.

É importante ressaltar que o benefício existe para garantir à criança ou adolescente a recursos que capacitem a criança ou adolescente a exercer sua cidadania. Ou seja, vai além das necessidades alimentícias.

Além disso, a pensão alimentícia não é uma obrigação exclusiva do pai, devendo ser paga por quem não fica com a guarda dos filhos.

Como diminuir o valor da pensão alimentícia em caso de desemprego

Para começar, é necessário saber como se definiu o valor da pensão alimentícia, se foi acordo entre partes ou se foi um juiz que decidiu a quantia.

Se o seu caso é o primeiro, você pode tentar conversar e tentar baixar a contribuição até que você consiga um novo emprego.

Caso haja uma negativa de baixar o valor por parte de quem tem a guarda dos filhos, será necessário abrir uma ação para estabelecer o valor da pensão em função da renda atual.

família unida
A pensão alimentícia deve continuar sendo paga mesmo em caso de desemprego

Dessa forma, você estará defendendo de forma legal os seus direitos.

Mas se foi um juiz que definiu a a pensão do seu filho, a forma de proceder deve constar no próprio texto da decisão judicial.

O Código Civil determina, por meio do artigo 1.699: 

Art. 1.699 – Se, fixados os alimentos, sobrevier mudança na situação financeira de quem os supre, ou na de quem os recebe, poderá o interessado reclamar ao juiz, conforme as circunstâncias, exoneração, redução ou majoração do encargo.

Também existe a Lei de Alimentos (Lei 5.478/68) que contém a seguinte norma: “A decisão judicial que sobre alimentos não transita em julgado pode a qualquer tempo ser revista em face de modificação da situação financeira dos interessados.”

Se o responsável não pode pagar, quem paga?

Se a pessoa desempregada não tiver condições de arcar com o pagamento da pensão alimentícia e todas as possibilidades de cobrança tenham sido esgotadas, a pensão deve ser paga pelos avós.

Ainda existe o caso de o juiz autorizar uma redução no valor da pensão alimentícia. Mas a quantia pode ser insuficiente ao que a criança ou adolescente precisa.

Se isso acontecer poderá ser feita uma ação de complementação, na qual os avós deverão complementar a o valor da pensão.

Vale ressaltar que quem paga a pensão precisa assumir que qualquer mudança na situação financeira deve ser informada ao juiz. Isso porque nenhuma alteração os valores do benefício não são atualizados automaticamente.

Lembre-se sempre que se na ação da pensão alimentícia não prevê mudanças no pagamento em caso de desemprego, é necessário entrar com um pedido de revisão de valores.

É importante frisar que não existe uma quantia fixa da renda do pagador. Isso porque nos pedidos analisados a justiça define o valor levando em consideração a necessidade de quem pede a pensão.

O pagamento da pensão alimentícia costuma corresponder a cerca de 20% a 25% do salário do responsável, caso este tenha vínculo empregatício.

+ Como fica o pagamento da pensão alimentícia na pandemia

O responsável pode ser preso caso não pague a pensão alimentícia?

Outra dúvida muito comum que o responsável pela pensão alimentícia tem é se ele pode ou não ser preso caso não pague o que deve. A resposta é sim, existe essa possibilidade mesmo que você esteja desempregado.

Por isso, é muito importante que o responsável pela pensão tome uma atitude caso a situação financeira mude. Dessa forma, é possível evitar a prisão e também propor um novo valor que você possa pagar para o outro responsável da criança.

E caso, você não tome nenhuma atitude, não realize o pagamento ou o juiz e o outro responsável não aceitem a sua justificativa, pode ser que o mandado de prisão seja expedido. 

Caso queria saber mais sobre o assunto, confira várias perguntas e respostas sobre pensão alimentícia!

Gostou desse conteúdo? Conseguiu tirar as suas dúvidas se desempregado deve pagar pensão? Então compartilhe essa informação com outras pessoas que precisam saber disso!