Apesar de ser necessário ter o cartão cidadão para sacar o FGTS, é comum encontrar pessoas que ainda não o tenham. Nesses casos, como o trabalhador pode ter acesso ao dinheiro no qual possui direito?
É possível sacar o FGTS mesmo sem o cartão, mas o ideal é que você solicite um para evitar dores de cabeça no futuro. Além disso, o processo para sacar o dinheiro se torna mais fácil e rápido com o cartão.
Mas afinal, como fazer para sacar o FGTS sem ter o cartão? É necessário levar algum documento? Onde posso retirar o dinheiro? Descubra lendo este artigo!
Como sacar o FGTS sem o cartão cidadão?
Se você está sem o seu cartão cidadão por algum motivo, fique tranquilo, é possível sacar o valor que tem na sua conta do FGTS mesmo sem o cartão.
E como fazer isso? A solução é mais simples do que você imagina, isso porque a própria Caixa Econômica oferece algumas opções para este caso.
A primeira alternativa que o trabalhador tem é ir até uma das salas de autoatendimento da Caixa. Para realizar o saque do FGTS sem o cartão, você precisará ter em mãos o número do PIS, NIS, Pasep ou NIT.
Uma forma de sacar o FGTS é indo em uma das agências da Caixa
Mas atenção: o valor máximo a ser sacado nesta condição é de até R$1.500.
A outra opção é que você realize o saque do dinheiro em uma casa lotérica, mas não se esqueça que é importante levar um documento de identificação junto.
Em ambos os casos, o documento de identificação é fundamental para que a instituição financeira tenha a certeza que é o dono da conta que está querendo acessar a quantia disponível. Isso evita possíveis fraudes, ainda mais para quem está sem o cartão.
Como sacar o FGTS sem ser na agência?
Você viu acima que ir até uma agência da Caixa é o meio mais recomendado para quem deseja sacar o FGTS, mas não tem o cartão cidadão. Mas e se onde estiver não houver nenhuma por perto, o que fazer?
Nesses casos, de locais onde não houver agência da Caixa, o saque deverá ser feito em um banco conveniado onde foi feita a solicitação do benefício.
Você terá que estar com toda a documentação exigida, mesmo que não seja na Caixa, é obrigatório comprovar as informações.
Como solicitar o cartão cidadão para sacar o FGTS?
Você não tem o cartão cidadão porque ainda não foi solicitado ou perdeu? Então é melhor providenciar o quanto antes para facilitar a sua vida e, também, evitar problemas futuramente.
Para isso, entre em contato com o atendimento exclusivo do cartão cidadão, pelo número 0800 726 0207.
Caso não consiga êxito ou dê algum problema, basta comparecer em qualquer agência da Caixa Econômica Federal. Vá munido dos principais documentos e não haverá nenhum custo para solicitar o cartão cidadão, tampouco para sacar o FGTS.
Assim que solicitado e suas informações serão cadastradas no sistema, o seu cartão cidadão será enviado para o seu endereço residencial. Com ele, você poderá ter acesso a vários serviços e ferramentas para saques na Caixa.
“Informações do boleto não encontradas. Por favor, procure o beneficiário”. Você já se deparou com esse tipo de mensagem ao tentar pagar um boleto?
Embora esse meio de pagamento seja um dos favoritos dos brasileiros e seja bem prático – não tanto quanto o PIX, é claro –, ele pode apresentar alguns probleminhas, como esse.
Mas não se trata de nada que não possa ser revertido. Esse tipo de mensagem aparece por conta de um erro do próprio banco e o pagante pode solicitar a correção.
Por que aparece a mensagem “informações do boleto não encontradas”?
A mensagem “informações do boleto não encontradas, por favor procure o beneficiário” aparece quando o boleto não foi registrado. Esse registro é uma obrigatoriedade para que o documento seja quitado.
Funciona assim: quando uma instituição financeira emite um boleto, esse documento é imediatamente enviado para a Câmara Interbancária de Pagamentos pelo banco emissor.
Lá, ele será registrado e disponibilizado para pagamento. Só assim poderá ser feita a validação na base centralizada do banco, quando o pagamento for efetivado.
É por isso que pagamentos de boletos nunca caem em finais de semana, somente dias úteis. E é por isso também que, muitas vezes, ao tentar pagar um boleto muito rapidamente logo após sua emissão, esse tipo de mensagem aparece.
Enquanto o boleto não é registrado, o pagamento fica inviabilizado, assim como a consulta, emissão de segunda via e qualquer outra transação ou procedimento relacionado a ele.
É nestes casos que aparece a tal mensagem de informações não encontradas. Afinal, o banco não registrou o boleto e é como se ele não existisse.
Se as informações do boleto não foram encontradas, significa que ele precisa ser registrado
O que fazer quando as informações do boleto não são encontradas?
Caso você se depare com a mensagem de que as informações do boleto não foram encontradas, significa que ele não foi registrado. Logo, não conseguirá concluir o pagamento.
Nesta situação, a primeira opção pode ser esperar um pouco.
O processo de registro pode demorar até um dia útil para ser finalizado, mas costuma levar bem menos tempo. Então talvez você consiga realizar o pagamento algumas horas depois.
Mas se o registro demorar demais e passar do prazo, isso pode indicar que houve algum problema com o boleto e com o seu registro.
Se isso acontecer, você pode solicitar o registro do boleto à mesma instituição financeira (banco) que o emitiu ou solicitar a emissão de um novo boleto.
Basta entrar em contato com o banco, explicar o erro e pedir uma nova emissão. O tipo de atendimento vai variar de acordo com cada instituição financeira, mas a solução mais simples é fazer uma ligação.
E quando o banco diz que o boleto já foi registrado?
Outra situação que pode fazer as informações do boleto não serem encontradas é digitar os dados de pagamento de forma errada.
Neste caso, muitos clientes acabam entrando em contato com o banco, recebem a informação de que não há nada de errado com o boleto e podem ficar perdidos.
Se isso acontecer, tente realizar o pagamento novamente. Pode ter havido algum erro na leitura ou na digitação do código de barras – isso é bem comum.
Fazer uma segunda via do boleto por conta própria, se houver essa possibilidade, também é uma opção. Se isso não funcionar, espere mais um dia útil e tente novamente.
Resumindo…
Se as informações do boleto não foram encontradas, siga algumas essas alternativas:
verifique se os dados do boleto foram digitados corretamente
espere um dia útil e tente pagar novamente
se possível, tente emitir uma segunda via
ou entre em contato com o banco emissor do boleto e solicite o registro do boleto
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Investimento em criptomoedas é sinônimo de alto risco. Nem todas as pessoas gostam de tomar risco, mas se perguntar para 100 pessoas se elas gostariam de ter investido no ativo que mais valorizou na última década, 100 diriam que sim, este ativo é o Bitcoin.
Uma verdade precisa ser dita, este universo não é para todo mundo, mas qualquer possibilidade de aumento repentino e exponencial de capital atrai olhares e cativa a emoção das pessoas.
Que fique claro, ninguém vai ficar rico do dia para noite, investimento requer paciência e investidor bem-sucedido é investidor de longo prazo.
O círculo vicioso da perda do dinheiro
Enquanto estamos vivendo a atual queda e um possível início de inverno cripto, períodos de meses ou até anos em que o Bitcoin perde valor e se mantem em baixa por um prazo estendido, venho ouvindo muitos dos meus amigos mais próximos que eles “só perdem” dinheiro em criptomoedas e que não acreditam de fato no potencial da moeda.
A explicação para isso é muito simples: as pessoas adoram comprar Bitcoin nos mercados de alta, quando a moeda dá saltos para cima. As pessoas caem no efeito manada, acreditam que a moeda vai subir para sempre e que se perderem a oportunidade de compra naquele momento, nunca mais conseguirão comprar a criptomoeda num bom momento.
Já nos mercados de baixa, o raciocínio é exatamente o oposto, as pessoas olham um ativo perdendo metade do seu valor em alguns dias ou semanas e acreditam que vai cair para sempre, e que talvez seja uma boa ideia sair do investimento com algum capital, ao invés de sair com as mãos abanando.
Este círculo vicioso vai se repetindo até a pessoa perder grande parte do seu patrimônio, culpando muitas vezes o mercado ou um ativo específico, mas a culpa na realidade é do investidor que muitas vezes não possui a paciência e o estômago necessário para investir em ativos voláteis como as criptomoedas.
Como parar de perder dinheiro com Bitcoin?
Para sair deste círculo vicioso, e parar de perder dinheiro, o primeiro passo é que o investidor estude sobre o Bitcoin e entenda as razões pelas quais ele fez a escolha de investir neste ativo.
O segundo passo é separar uma parte do patrimônio para este tipo de investimento, como colocado anteriormente, este é um investimento de alto risco, capital para alto risco é aquele capital que você investe com a mentalidade de que já perdeu aquele capital para sempre.
Ou seja, para investidores iniciantes eu vejo de 1% a 3% do patrimônio como uma possibilidade, para investidores que já conhecem bem o ativo e as movimentações do mercado de cripto, de 4 a 10%. Já para quem conhece profundamente o mercado e acredita em seu potencial, de 10% a 50%.
Quão longo deve ser o longo prazo?
A resposta aqui também não é exata, o tal do longo prazo também é variável, pois longo prazo para um jovem de 20 anos pode ser de 50-60 anos. Mas para aqueles que a juventude ficou para trás, esta jornada pode ser mais reduzida.
Eu acredito que o mínimo que qualquer investidor deve ter em mente antes de entrar em ativos de renda variável é um horizonte de uma década, melhor ainda se o horizonte for maior.
A primeira razão para este horizonte de longo prazo é a equação de juros compostos, o fator exponencial na equação dos juros compostos é o tempo, ou seja, quanto mais tempo você segurar seu investimento, mais juros ele renderá.
Bitcoin é considerado um investimento de alto risco e a longo prazo
Obviamente isso acontece desde que o investimento seja positivo. E aí entra a segunda razão para você investir com um horizonte de longo prazo.
No curto prazo o mercado não passa de um mercado de apostas. O sobe e desce pode acontecer com notícias, lançamentos de outros projetos, crises financeiras, pandemias e entre outros eventos não esperados, mas no longo prazo são os fundamentos e o volume de capital e investidores que contarão para a alta no valor do ativo.
Conheça Renato Carvalho, colunista do FinanceOne
Com vasto conhecimento sobre o mercado de moedas digitais, Renato Carvalho é colunista do FinanceOne. Semanalmente, ele traz informações importantes sobre criptomoedas. Fique de olho!
Renato é administrador com experiência como executivo do setor de educação internacional e empresas de consultoria empresarial e auditoria “BIG 4”.
Investidor de renda variável desde sua adolescência, produz conteúdo de educação financeira, mostrando o que faz com o seu próprio dinheiro “skin in the game”. Especialista em criptoativos e negócios disruptivos.
É Bacharel em Administração pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Université Libre de Bruxelles (Bélgica) e mestre em Administração pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC).
Confira outros textos de Renato Carvalho, colunista do FinanceOne:
Decisão entre comprar um imóvel ou investir em um fundo imobiliário deve levar em conta o perfil investidor
Está em vigor desde setembro de 2021, o programa habitacional voltado exclusivamente para servidores públicos da área de Segurança. É o Programa Nacional de Apoio à Aquisição de Habitação para Profissionais da Segurança Pública, o Habite Seguro.
Mas, afinal, como vai funcionar o Habite Seguro? Quais os requisitos para participar desse programa?
Basicamente, ele disponibilizará auxílio financeiro e condições diferenciadas de crédito imobiliário para aquisição da casa própria.
No entanto, é específico para profissionais da Segurança Pública.
O programa foi concretizado por meio de medida provisória (MP) e tem como prioridade os agentes com renda bruta mensal de até R$7 mil, mas outros também poderão participar. Será possível financiar até 100% do valor do imóvel.
A prioridade é atender os servidores com renda bruta de até R$7 mil, mas pessoas com renda superior também poderão participar.
Os financiamentos e créditos serão concedidos de acordo com a faixa de renda do profissional. Será possível financiar até 100% do valor do imóvel, contando com um valor de até R$13 mil.
No entanto, quem tiver renda superior a R$7 mil, não receberá nenhum subsídio do governo.
Esses profissionais terão como benefício apenas as melhores taxas de juros oferecidas pelos agentes financeiros.
As subvenções poderão ser concedidas tanto para a aquisição de imóveis novos e usados, quanto para o financiamento de uma construção individual. Mas o valor do imóvel deve ser de até R$300 mil.
Importante: para enquadramento no programa será avaliada a renda bruta do profissional. Mas para o cálculo do valor total do financiamento poderá ser considerada a renda familiar e as rendas extras.
Outro ponto de destaque é que a aquisição ou a construção da moradia por meio do Habite Seguro será concedida somente uma vez para cada beneficiário. Mas ela poderá ser cumulativa com outros benefícios habitacionais previstos em lei.
Habite Seguro é uma iniciativa do Governo Federal cuja finalidade é oferecer linhas de crédito especial, subsídios e condições facilitadas para aquisição de imóveis, contemplando profissionais da segurança pública (Foto: Wilson Dias/ Agência Brasil)
Quais profissionais podem participar?
Como mencionado, o Habite Seguro é voltado para os profissionais do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP). Ou seja:
policiais federais, rodoviários federais, penais, militares e civis;
bombeiros militares;
agentes penitenciários;
peritos e papiloscopistas integrantes dos institutos oficiais de criminalística, medicina legal e identificação; e
guardas municipais.
O programa vai abranger os servidores dessas categorias e não apenas os ativos, mas também os inativos da reserva remunerada, reformados e aposentados.
Desde que ainda não possuam um imóvel próprio! Isso mesmo, quem já possui imóvel, não poderá participar.
Além disso, é necessário possuir, no mínimo, três anos de exercício efetivo no cargo público.
NÃO serão contemplados pelo Habite Seguro os profissionais de segurança pública:
temporários ou
ocupantes exclusivamente de cargo em comissão, função de confiança ou qualquer posto sem vínculo efetivo com a Administração Pública.
Como também já mencionado, a prioridade são os agentes de segurança com renda bruta mensal de até R$7 mil. Mas agentes que recebem acima disso também serão ser atendidos, tendo acesso a taxas de juros e benefícios diferenciados.
Os agentes de segurança pública interessados em solicitar o crédito habitacional com as condições especiais do Programa Habite Seguro devem procurar as agências da Caixa ou os correspondentes Caixa.
Também será possível aderir ao programa através de uma instituição financeira credenciada.
Além disso, você pode realizar uma simulação no próprio site da Caixa. Dessa forma, você saberá mais detalhes sobre prazos e condições.
Em seguida, basta visitar um Correspondente Caixa ou ir até uma agência para concluir o processo e ter acesso ao crédito.
Quais são as taxas de juros e condições?
Prazo de até 35 anos para pagamento.
Cota de financiamento PCVA – Imóvel usado/Tabela Price de até 80%.
Cota de financiamento SBPE de até 90%.
Taxa Poupança CAIXA a partir de 2,95% a.a + Poupança, com saldo devedor atualizado pela TR.
Carência Poupança CAIXA com até 6 meses para início da amortização.
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Todo início de ano o brasileiro sofre com os pagamentos de IPTU, IPVA, material escolar, entre outros. Contudo, quem deve pagar o IPTU: o proprietário ou inquilino? A resposta é simples: o proprietário do imóvel é o responsável pelo pagamento do IPTU.
Contudo, a Lei do Inquilinato autoriza a transferência do pagamento do imposto ao locatário (inquilino). Afinal, a Lei nº 8.245, de 18 de outubro de 1991, permite que ele faça constar no contrato de locação que o pagamento do IPTU seja obrigação do inquilino
Após constar no contrato que o pagamento do imposto é de responsabilidade do locatário, o proprietário do imóvel pode efetuar o pagamento e posteriormente solicitar o ressarcimento do valor.
Ou, deverá enviar ao inquilino os boletos para o mesmo efetuar o pagamento.
E, caso o inquilino não efetue o pagamento do imposto, pode ser acionado judicialmente, através da ação de despejo ou de execução, porque o IPTU, desde que prevista a obrigação do inquilino de pagá-lo, é um valor acessório da locação.
Conforme o artigo 34 do Código Tributário Nacional, o proprietário do imóvel é quem deve pagar o iptu. Entretanto, o artigo 22 da Lei do Inquilinato afirma que o locador deve pagar os impostos, exceto se o contrário estiver firmado em contrato.
Isso significa que a Lei do Inquilinato permite que o dono do bem transfira o pagamento do imposto ao inquilino por meio do contrato de aluguel. Apesar disso, perante o Fisco, o responsável é o dono, em qualquer situação.
Sendo assim, em caso de atraso, é ele que será acionado. Dessa forma, o inquilino tem seu nome protegido caso o proprietário atrase o pagamento do IPTU.
Muitas pessoas que vivem de aluguel acabam por ficar em dúvida se a responsabilidade de pagar o IPTU deve ser do proprietário ou do inquilino
Caso exista um contrato de locação definindo que o locatário arcará com essa despesa, ele pode ser processado na esfera cível pelo proprietário por conta do não cumprimento da cláusula, exigindo o pagamento da dívida e dos devidos valores referentes à multa e aos juros.
Porém, essa é uma questão voltada para a quebra do contrato, não para o não pagamento direto do imposto em questão.
Caso o inquilino seja quem deve pagar o iptu, é imprescindível que haja uma cláusula no contrato informando isso. Também deve constar a descrição da forma de pagamento e qualquer outro detalhe pertinente.
Afinal, qualquer ambiguidade pode levar a mais conflitos e dúvidas caso ocorra algum erro.
Contudo, vale ressaltar que as dívidas referentes à inadimplência do pagamento do imposto são executadas pelo município. Os bens do dono podem ser penhorados e o imóvel em questão pode ser levado a leilão para a liquidação da dívida.
Portanto, é preciso que o proprietário fique muito atento a esses pontos.
É essencial que todas as cláusulas do contrato sejam claras e precisas para que ambas as partes tenham conhecimento de seus direitos e deveres, inclusive sobre quem deve pagar o IPTU. Somente assim é possível evitar conflitos.
Para elaborar e analisar esse documento de forma eficiente, o ideal é procurar uma administradora de imóveis, um profissional que conhece as leis referentes e como elas são aplicadas em cada contexto.
Assim, o contrato será redigido conforme a lei, garantindo uma negociação extremamente segura para os envolvidos. E, caso haja alguma mudança ou dúvida futura, é possível consultar esse profissional novamente.
Fique atento
Agora que você já sabe as regras de quem deve pagar o IPTU, é importante ressaltar que a inadimplência pode causar multa, correção monetária e juros a cada mês de atraso.
Na sequência, a prefeitura inscreve o nome do contribuinte na dívida ativa do município e, em alguns casos, no Cadastro Informativo de Créditos (Cadin).
Além disso, o contribuinte pode receber restrições no CPF para pegar empréstimos no banco, financiar a casa própria ou fazer um financiamento estudantil.
E, dependendo do valor da dívida e das circunstâncias, o próprio imóvel pode ser tomado como pagamento.
Visto quem deve pagar o IPTU na nova lei do inquilinato, fica claro que o contrato é flexível e apresenta chances para o locador e locatário realizarem um bom acordo. Portanto, aproveite as condições e pague o IPTU de seu imóvel, seja próprio ou alugado.
Agora que você já sabe quem deve pagar o IPTU: proprietário ou inquilino, que tal conhecer também a melhor maneira de pagar? Confira!
OCDE conclui que parece haver uma desconexão entre o que os jovens brasileiros com o futuro das profissões
No imaginário coletivo, o futuro do trabalho pode soar como um filme de Hollywood. Principalmente naqueles em que homens e mulheres dividem suas tarefas cotidianas com máquinas estressadas.
Pode parecer clichê, reconhecemos. No entanto, os dias de hoje já vem dando claros sinais e dizem muito mais sobre nossos comportamentos do que uma distopia tecnológica.
A Cognizant, empresa global de tecnologia e negócios, apresentou recentemente o estudo “Center for the Future of Work”, que apresenta 42 tendências sobre o futuro do trabalho no mundo.
O estudo é um levantamento de dados coletados durante os últimos 10 anos de trabalho da empresa. As tendências foram divididas em cinco categorias:
mudanças nos modos;
nas ferramentas;
na estética;
nos desafios;
no significado do trabalho.
De acordo com João Lúcio de Azevedo Filho, presidente e representante da Cognizant no Brasil, o principal objetivo do estudo foi demonstrar como a tecnologia continua impactando o mercado de trabalho.
“Os humanos serão cada vez mais necessários. Não para tarefas repetitivas, mas para dar um direcionamento crítico e criativo para os insights que os bots nos trarão”, diz.
João Lúcio de Azevedo Filho, presidente da Cognizant no Brasil
Confira agora quais são as 42 tendências que vão mudar o futuro do trabalho!
Pode respirar aliviado! Humanos continuarão sendo necessários mesmo com o avanço da tecnologia
Modos de trabalho:
1 – De hierarquia para “wirearquia”
Apesar de terem sido importantes, as hierarquias não fazem mais parte do mundo colaborativo.
É aqui que entram as “wirearquias”. Esse é um modelo de organização baseado em auxílio mútuo e confiança. O futuro da estrutura organizacional está em equilibrar esses dois modelos.
Em outras palavras, isso quer dizer que cargos estão sendo desconstruídos em tarefas, que são a forma mais sustentável de lidarmos com a força de trabalho homem-máquina.
3 – De segunda a sexta para segunda a quinta
Antes de mais nada, a jornada de trabalho de 40 horas distribuídas em cinco dias ao longo da semana é fruto da Primeira Revolução Industrial.
No entanto, agora o trabalho pode ser realizado a qualquer hora, de qualquer lugar. Por isso, a tendência é que o fim de semana passe a contemplar a sexta-feira também.
4 – De assistentes para robôs assistentes
Os assistentes facilitam o trabalho daqueles em posições de liderança. Mas esses profissionais poderiam ter profissões mais rentáveis e produtivas.
Dessa forma, os robôs não vão roubar empregos, mas sim facilitar o trabalho. Ou seja, o novo assistente funcionará com zeros e uns, não com café.
5 – De comprar para alugar
Os custos de comprar são maiores do que a ideia de comprar. A ligação entre riqueza e posses está diminuindo.
E logo será desfeita. Embora a ideia de posse tenha sido um dos pilares do mundo moderno, a tendência é de mudança.
Portanto, possuir bens não é mais tão sedutor assim para os jovens que estão entrando no mercado.
6 – De robôs maus para robôs bons
Uma ideia disseminada pelo imaginário popular é a de que os robôs fazem muitas coisas boas, mas também muito ruins.
Então, de quem é a culpa? Nossa! Bots mal programados só podem ser corrigidos por humanos. Ou seja, bons humanos ainda são necessários para desenvolver bons bots.
Ferramentas de trabalho:
7 – Do polegar para a voz
Pode ser a era digital, mas o ato de digitar é cada vez mais supérfluo. Nesse sentido, seus gadgets são capazes de ouvir tudo que você fala agora. Como resultado, a tendência é cada vez menos digitar e cada vez mais utilizar os comandos por voz.
8 – De microscópios para datascópios
Tal como os microscópios mudaram a medicina, a inteligência artificial é um datascópio que trará soluções antes inimaginadas.
A IA, assim como outras ferramentas, não substituirá as pessoas, mas sim permitirá que façamos coisas incríveis.
9 – De programação a (quase) sem programação
Os softwares estão engolindo o mundo – incluindo outros softwares. Por isso, plataformas que requerem pouco ou nenhum conhecimento de programação estão democratizando a maneira com que sistemas empresariais são desenvolvidos, utilizados e expandidos.
10 – Da insegurança para a segurança
Estamos às vésperas de uma transformação em que a tecnologia será o aspecto central da sociedade moderna. Portanto, as empresas não devem hesitar em investir em cibersegurança. Quadruplicar o investimento atual é um bom começo.
11 – De petaescala para exaescala
O futuro do trabalho será baseado na exaescala. Ou seja, um sistema computacional capaz de realizar um quintilhão de cálculos por segundo.
12 – Do 4G para o 5G
O advento do 5Gvai acelerar a transmissão de dados ante as redes 4G. O próximo espectro de banda larga será a fase seguinte da revolução digital. Sendo assim, a fusão do 5G com a inteligência artificial vai aumentar a escala da Internet das Coisas.
13 – Da inteligência artificial para o machine learning
As aplicações comerciais da IA e do ML estão trazendo, principalmente, grandes retornos financeiros. Os filmes de Hollywood com robôs inteligentes malvados são uma miragem.
Mas modelos de negócio baseados em machine learning serão uma realidade.
14 – Do centralizado para o descentralizado
A tecnologia moderna deu mais ferramentas de centralização, sobretudo no controle para pessoas, governos e sociedades. Mas são as expressões descentralizadas que fazem as democracias liberais.
Sendo assim, a descentralização – se feita da maneira correta – será o antídoto para a polarização na era digital.
15 – Do desenvolvimento de software para engenharia de software
O maior desafio dos desenvolvedores de software hoje em dia é conseguir acompanhar a velocidade com a qual o mercado muda.
Portanto será o fim da programação como a conhecemos. A engenharia de software fará com que o desenvolvimento de programas acompanhe a economia digital.
16 – Do bit para o qubit
O futuro do trabalho é muito mais do que números binários. O futuro da sociedade e da inteligência artificial está no qubit – a base da computação quântica.
17 – De cloud para edge computing
A IoT pôs fogo na definição de cloud computing. A nuvem sobrecarrega a distribuição de computadores, mas a próxima parada está nas beiradas da rede.
A mudança de cloud para edge computing vai acelerar e virtualizar o mundo em níveis sem precedentes.
18 – Da internet para a splinternet
A internet como uma vila global está se dividindo em tribos locais da splinternet conforme países aplicam diferentes regulações em seu funcionamento. Ou seja, a internet como conhecemos está morrendo.
19 – De smartphones para smartdevices
Aplicativos, plataformas, sistemas e websites fazem parte do nosso cotidiano. Você não precisa aprender como a tecnologia funciona. Você precisa aprender como trabalhamos e vivemos com ela.
20 – Do servidor para o contêiner
A arquitetura cliente/servidor foi padrão por muito tempo.
Agora esse modelo está sendo desafiado pelo surgimento de softwares de visualização que redefinem o que é um servidor. Contêineres estão substituindo componentes de hardware por códigos.
A partir da chegada do 5G daremos início à Internet das Coisas (IoT)
Estética do trabalho:
21 – Do terno para o capuz
Os ternos não combinam mais com essa nova era de disrupções. Os softwares comandam o mundo dos negócios agora, e os ternos caindo em desuso foi só dano colateral.
22 – Do cubículo para o sofá
Atualmente, conseguimos trabalhar de qualquer lugar com um computador, celular ou tablet: num café, no saguão de um aeroporto, num quarto de hotel e no escritório. Nossos cubículos serão extintos.
23 – Do subúrbio para a cidade
Antes isolados tecnologicamente, os subúrbios urbanos agora estão florescendo. Procurando pela Quarta Revolução Industrial? Ela está lá.
24 – De vidro e aço para tijolos e madeira
Novas ideias vêm de prédios antigos. Ambientes legais não são apenas aqueles feitos de vidro e aço. Prédios antigos estão sendo rejuvenescidos para abrigar empresas desenvolvendo novas tecnologias.
25 – De “originals” para “digit-alls”
No mundo da TI, os “originals” cuidam da parte de infraestrutura, enquanto os “digit-alls” desenham os aplicativos e plataformas que dominarão o mundo.
Os primeiros ficarão até toda a carga de trabalho de infraestrutura do mundo ser automatizada. Os segundos ficarão até saírem de moda.
Desafios:
26 – De “ver” para “tome cuidado com o que vê”
A manipulação digital está fazendo com que questionemos o que é real e o que não é. Os deep fakes também são um perigo no mundo digital.
27 – De “somos todos um” para “todos somos um”
A personalização da tecnologia está acabando com a crença de que todos temos uma identidade em comum. Então, com a chegada da realidade virtual, a tendência é que cada um viva sua realidade de forma cada vez mais pessoal.
28 – De “wi-fi grátis” para “sem wi-fi”
Ficar conectado o tempo todo está deixando todos malucos. Por isso, espaços sem wi-fi vão restaurar a calma e a sanidade de nossos cérebros confusos.
29 – De “a privacidade morreu” para “vida longa à privacidade”
Assinar newsletters e fazer testes online pode ser divertido, mas as pessoas estão começando a questionar se vale a pena trocar seus dados por isso.
As grandes empresas de tecnologia estão na mira da sociedade por conta de problemas com a privacidade do usuário. Não, a privacidade não morreu ainda.
30 – De humano para ciborgue
Hoje, nós acessamos as informações por meio de nossos gadgets. No futuro, todas as respostas serão enviadas diretamente para nossas mentes.
Nossos avós acham que já somos super-humanos. No entanto, seremos simplórios perto de nossos netos.
Estamos nos transformando em ciborgues, e as gerações futuras terão curiosidade para saber como era ser um humano pré-tecnológico.
Significado do trabalho:
31 – De “cuidado com a língua” para “desembucha!”
Estamos eliminando as formalidades. Prepare-se para ficar chocado. A necessidade de sermos cada vez mais autênticos causará o fim da conversa fiada.
32 – De #sextou para #segundou
Você saberá que o futuro do trabalho chegou quando se sentir motivado em uma segunda-feira. Esqueça o medo de os robôs tomarem todos os nossos trabalhos. Pode ser que o que nos torna humanos seja o trabalho em si.
33 – De serviços para experiências
A não ser que você seja um gamer ou um influencer, você se desenvolveu em uma carreira na área de serviços. Mas o que vem depois?
Prepare-se para a era das experiências. Tecnologias como realidade aumentada, realidade virtual, inteligência artificial e cross reality vão abrir as portas para a criatividade e experiências imersivas.
34 – De uma carreira para várias
O mindset de ter apenas uma carreira está virando um problema. O crescimento da automação e da IA fará com que o modelo “educação-emprego-carreiras” fique obsoleto.
Há mais de um caminho para o sucesso – você pode só precisar de mais de uma carreira para alcançá-lo.
35 – Do vermelho para o verde
Energias renováveis. reciclagem e transporte público. É o encontro do capitalismo com o conservacionismo.
Ainda bem que várias tecnologias estão mudando a percepção do público em relação à sustentabilidade, fazendo com que ideias ecológicas de negócio sejam cada vez mais possíveis. A sustentabilidade finalmente faz sentido (e dinheiro).
36 – Da produção privada à produção individual
Prototipações rápidas e produções velozes abrirão para bens personalizados feitos pelo próprio usuário. As produções individuais são a alternativa ecológica para a manufatura e o varejo.
37 – Da reciclagem para a economia circular
Há mil anos, os japoneses produziram o primeiro papel reciclado. Mas precisamos pensar em novas abordagens.
A sustentabilidade está completando seu ciclo, e, na economia circular, todo dia é o Dia da Terra.
38 – De informação grátis para informação paga
A onda das informações públicas disponibilizadas na internet está acabando, mas serviços de assinatura podem ser uma salvação. Não há gratuidade – pelo menos não do ponto de vista da privacidade.
39 – Da aposentadoria à continuidade
Nosso ciclo de trabalho esteve bem definido no decorrer do último século. Os 65 anos eram a linha de chegada da carreira de muita gente.
Mas agora precisamos dar umas voltas a mais. O jogo não acaba com a chegada da aposentadoria.
40 – Do CEO para a SHEO
Ainda teremos uma era em que a chegada de uma mulher ao cargo de CEO de uma grande empresa não será notícia por si só. O mundo corporativo ainda é predominantemente masculino, mas isso está acabando.
41 – Do Ocidente para o Oriente
O domínio econômico do mundo ocidental está desaparecendo com a chegada da era da informação.
O Ocidente levou a melhor nas três primeiras Revoluções Industriais, mas pode perder a Quarta para países como a China, os Emirados Árabes Unidos e a Índia.
42 – Da diversidade ao pertencimento
A diversidade é um conceito que está na ponta da língua. No entanto, a inclusão para minorias no ambiente de trabalho deve ser mais do que um representante no meio da maioria.
Essa abordagem está chegando ao fim. Não importa nossa identidade, todos nós queremos sentir que pertencemos a algum lugar.
O que os especialistas esperam do futuro do trabalho?
Especialistas da Fundação Getúlio Vargas (FGV), André Miceli e Viviane Narducci analisam os impactos do mundo digital no mercado de trabalho e questionam:
“O futuro do trabalho já está aqui. Todos têm de lidar com isso. A tecnologia evolui a cada momento e é aplicada de inúmeras maneiras, em todos os lugares. Isso é um problema?”
Viviane não acredita no desaparecimento depostos de trabalho, mas sim na substituição.
“Robôs precisam ser planejados, desenvolvidos e programados. Portanto, tiramos o homem da situação ‘mão de obra’ e o colocamos na situação de ‘ser pensante’. Para tanto, será necessário desenvolver competências técnicas e comportamentais”.
Viviane Narducci, especialista em gestão estratégica de pessoas
Segundo ela, uma pesquisa da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), aponta que, na média, 57% das vagas de emprego estão suscetíveis à automação e robotização nos 34 países-membros da organização (o Brasil ainda não faz parte da organização mas pleiteia ser país-membro).
“Serão necessárias habilidades como flexibilidade, adaptabilidade, capacidade de interpretação, visão crítica, análise e síntese. Essa rapidez e enxurrada de informações também demandam capacidade de organização e aprendizagem contínua. Além de envolver capacidade cognitiva e boa dose de curiosidade”, afirma Viviane.
Segundo Miceli, coordenador do MBA em marketing digital da FGV, a tendência é que as organizações sejam mais abertas e permitam que qualquer funcionário tenha acesso ao CEO.
“Isso aumentará a quantidade de projetos nascidos de camadas operacionais da empresa. Durante muito tempo, ainda, as resoluções estratégias virão dos seres humanos. A diferença é que, cada vez mais, tais decisões serão tomadas em função de dados coletados e interpretados por algoritmos”.
Andre Miceli, especialista da Fundação Getúlio Vargas
Você já pensou em ganhar dinheiro com aluguel de imóveis? Essa é uma prática comum que os brasileiros têm para ganhar uma renda extra nos dias de hoje. Além disso, essa também pode ser considerada uma forma de investimento.
Porém, algumas pessoas não sabem como ganhar dinheiro com essa atividade. Isso porque os inquilinos podem acabar dando dor de cabeça para o proprietário da casa e/ou apartamento.
Além disso, atualmente existem diversas plataformas que ajudam os donos dos imóveis a alugar a propriedade.
Alguns desses sites são o Zap Imóveis e o Quinto Andar. Em ambos é possível alugar casas, apartamentos e até mesmo quartos. Há ainda o Airbnb que oferece a possibilidade de alugar imóveis para temporadas ou por apenas um final de semana.
Ganhar dinheiro com aluguel de imóveis: em qual investir?
É comum algumas pessoas ficarem na dúvida sobre qual imóvel é melhor investir para ganhar dinheiro com aluguel de imóveis. Porém, isso irá depender do quanto você quer gastar e quanto pode investir em uma propriedade.
Você pode começar aos poucos, como por exemplo alugando um quarto na sua casa que está vago. Essa é uma opção para quem mora em cidades turísticas e quer começar a ganhar dinheiro com aluguel de imóveis. Para esses casos, você pode oferecer café da manhã e serviços de lavanderia.
Mas, se você tem um imóvel com diversos quartos disponíveis, a opção é transformar o local em uma pensão para universitários, homens e/ou mulheres.
E se você está querendo e pode investir, mais uma alternativa é construir kitnets ou até mesmo comprar casas ou apartamentos pequenos.
4 dicas para ganhar dinheiro com aluguel de imóveis
1) Mantenha as finanças da casa em dia
Esse é um fator considerado importante e arriscado, porque você estará investindo em um imóvel para outra pessoa morar. Além disso, você nunca sabe como o inquilino irá cuidar da sua propriedade.
Outra informação importante que deve ser levada em consideração é que não se sabe quantas reformas e obras deverão ser feitas no imóvel.
Por isso, antes de começar a ganhar dinheiro com aluguel de imóveis é necessário ter uma quantia guardada para essas futuras emergências.
Outra dica é que você deve separar os valores que receber dos aluguéis do seu dinheiro pessoal. Pense que ganhar dinheiro com aluguel de imóveis é um negócio.
Dessa forma, será necessário abrir uma conta para receber os lucros deste investimento.
2) Conheça o mercado imobiliário
Para ganhar dinheiro com aluguel de imóveis é necessário conhecer o mercado, assim como em qualquer setor. Dessa forma, você conseguirá ter um maior retorno no aluguel das suas propriedades.
Conhecendo o mercado imobiliário você saberá a hora certa de comprar um imóvel ou até mesmo se deve esperar por condições melhores. Outra vantagem é que você saberá o momento de aumentar ou estagnar o preço do aluguel.
Além disso, você ainda pode ler sobre o mercado e buscar ajuda de profissionais do setor que possam te orientar em como ganhar dinheiro com aluguel de imóveis.
Hoje em dia, vários sites oferecem mais segurança na hora de alugar um imóvel, evitando assim transtornos para o proprietário
3) Comece aos poucos com o imóvel certo
Assim como em qualquer investimento, a orientação é que se comece aos poucos. Por isso, ao começar a alugar imóveis, escolha investir em um que seja considerado mais tradicional, no qual o retorno é mais garantido.
Evite comprar imóveis luxuosos ou que estejam em ruínas. Além disso, outra dica é que você compre uma propriedade que goste e que não precise de reforma. Este último ponto irá evitar mais gastos.
Por fim, compre uma propriedade que seja residencial. Dessa forma, será mais fácil de alugar o imóvel logo após a compra.
4) Procure pelos inquilinos certos
Na hora de alugar um imóvel é importante que você não feche logo com a primeira pessoa que demonstra interesse na propriedade. É importante que você faça uma seleção dos inquilinos interessados.
Vale ressaltar que é necessário que o proprietário converse com os interessados para ter uma maior confiança no futuro inquilino.
Isso também irá te ajudar a ter certeza que o futuro morador irá pagar o aluguel na data combinada. Além disso, também é importante que o proprietário saiba responder todas as perguntas do interessado.
O investimento imobiliário é um dos mais tradicionais tipos de aplicação financeira no Brasil. Segundo estudo realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), 28,8% dos brasileiros são proprietários de imóveis.
Contudo, quando o aluguel de um imóvel pode ser considerado como um retorno do investimento realizado? Para isso, é indispensável calcular a rentabilidade para que o lucro obtido cubra os valores desembolsados.
Esse cálculo deve ser aplicado ao alugar sua casa, apartamento, terreno, ou qualquer outro imóvel no qual se tenha investido.
É necessário reunir todos os gastos, incluindo os impostos, reformas, mobílias e afins, somá-los e dividi-los pelo dinheiro a ser recebido pela locação.
Por isso, para saber se investir em imóveis para alugar é um bom negócio, é necessário, sobretudo, se atentar à qualidade das unidades. Dessa forma, o auxílio de um corretor de confiança é fundamental.
Por fim, também é importante lembrar que caso o imóvel fique vago, os custos mensais oriundos da manutenção da unidade, como o condomínio e os impostos, deverão ser pagos pelo proprietário.
Agora que você já sabe como ganhar dinheiro com o aluguel de imóveis, que tal experimentar a nossa Calculadora de Reajuste de Aluguel?Confira!
Neste mês, o Ministério da Cidadania disponibilizou através do Dataprev a possibilidade de consultar quem possui direito ao valor retroativo do Auxílio Emergencial. Estima-se que há parcelas que podem chegar aos R$3.000.
Vale lembrar que o valor não se trata de uma possível prorrogação do benefício, mas sim do depósito do Auxílio Emergencial que devia ter sido pago em algum momento.
No total, são 823,4 mil beneficiários. Além disso, o pagamento pode chegar a cinco parcelas de R$600, mesmo valor pago entre abril e agosto de 2020.
Quer saber como fazer essa consulta no Dataprev para entender se está elegível para o recebimento do retroativo do Auxílio Emergencial? Então continue a leitura. Vamos ensinar a você o passo a passo para ter essa informação. Confira!
Cerca de 823,4 mil beneficiários terão direito ao recebimento do Auxílio Emergencial retroativo
Como consultar o Dataprev?
Felizmente, o processo de consulta ao auxílio emergencial retroativo é bem simples! Observe o passo a passo abaixo e confira se está eletivo ao benefício.
Em seguida, preencha as informações solicitadas. No momento, é solicitado o CPF, nome completo, nome completo da mãe e data de nascimento;
Após preencher essas informações, basta clicar no botão “Enviar“;
Pronto! Agora você já está no ambiente do Dataprev. Basta ler com atenção sobre o recebimento do benefício. Caso você tenha direito, lá terá essa informação.
No entanto, caso você não possua direito ao auxílio emergencial retroativo, o site vai explicar o motivo de você não estar elegível para o benefício.
Tudo muito rápido e prático, não é mesmo?
Para quem serve essa “extensão“ do auxílio emergencial?
Neste momento, o valor retroativo do auxílio emergencial será fornecido apenas para pais solo. E isso tem um motivo!
No ano passado, quando houve o pagamento das cinco parcelas do auxílio com o valor de R$600, apenas as mães solo tiveram direito ao recebimento do benefício dobrado de R$1.200. À época, houve o veto presidencial de que pais solteiros pudessem receber esse valor de forma igualitária como chefes de família.
No entanto, houve a derrubada desse veto. Por isso, o presidente da República editou a Medida Provisória, definindo que o benefício seria estendido para os pais solteiros e autorizando o pagamento retroativo.
Nesse sentido, vale lembrar que não há a possibilidade de solicitar a inclusão no benefício. Então, caso não tenha sido contemplado para o recebimento do auxílio emergencial, isso significa que possivelmente você não possui o direito.
Quanto vou receber?
O valor de recebimento do auxílio emergencial retroativo vai depender especificamente da situação de quem solicitou. Por isso, é necessário analisar por completo o cenário de pagamento do benefício ao longo de 2020.
Como dito anteriormente, é possível que o valor de beneficiários cheguem a R$3 mil. Mas isso vai depender da situação. Até o momento, o mínimo de valor a ser pago é de R$600.
Veja abaixo os seguintes cenários e entenda em qual você se encaixa:
Aqueles que receberam as cinco primeiras parcelas do auxílio emergencial em 2020 e se encaixam nos requisitos vão receber de retroativo o valor de R$ 3.000
Já aqueles que receberam uma quantidade menor das cinco primeiras parcelas do auxílio emergencial em 2020 vão receber no mínimo R$ 600 de retroativo
Você tem um negócio? Quer investir no e-commerce? Após a digitalização de negócios proporcionada pela pandemia, vender online se tornou fundamental. Mas como fazer isso? Como criar uma loja online do zero? Esse processo pode parecer difícil, mas não é.
Além disso, existem diversas vantagens ao criar uma loja online e vender por meio dela. Sendo a principal delas que é mais barato do que abrir uma loja física.
Outro benefício é que você pode vender para o país inteiro, podendo aumentar seu potencial de vendas.
Mas antes de criar uma loja online, é importante estar atento em alguns pontos, como por exemplo: a plataforma a ser utilizada, as formas de pagamento e o suporte. Além disso, há pontos relevantes como a segurança e o sistema de antifraude do site.
Todas essas características dão uma maior credibilidade e segurança para que os clientes possam adquirir os seus produtos e/ou serviços por meio do site da sua loja.
Antes de você conhecer o passo a passo para criar a sua loja online, é necessário saber as vantagens que ela irá lhe trazer. Confira abaixo!
1) Investimento inicial baixo
Abrir uma loja física, além de ser trabalhoso, é necessário ter um alto investimento para que a loja fique bem localizada. Também existem os gastos extras com a documentação e burocracia.
Enquanto a loja virtual não tem tanta burocracia. É necessário somente comprar um domínio, escolher uma plataforma de e-commerce e criar um layout funcional. Além de oferecer diferentes formas de pagamento.
Ao ter uma loja virtual, o seu negócio estará disponível para os consumidores 24 horas por dia, fazendo com que o seu cliente conheça e escolha os produtos sem sair de casa.
Lembre-se que as pessoas estão priorizando e buscando facilidade e agilidade. Por isso, observe sempre o comportamento dos seus clientes e aproveite o momento para aumentar as suas vendas.
Tendo uma loja virtual, o seu negócio consegue alcançar um grande número de pessoas em qualquer lugar do planeta. Isso porque todas as pessoas que estão na internet poderão realizar as compras sem dificuldades.
Essa também é uma oportunidade para você inserir os produtos e/ou serviços do seu negócio no comércio exterior. Aumentando os seus potenciais clientes.
A digitalização de empresas favorece a expansão de seus negócios
Passo a passo para criar uma loja online
1º passo: registre o domínio da sua loja
O domínio, mais conhecido como URL, do site é o seu endereço na web. Lembre-se que ele deve ser único e identificar a sua loja, no meio de tantas outras. E não somente para o Brasil, mas para o mundo todo.
E para escolher o domínio você deve levar alguns quesitos em consideração, como usar o nome da marca junto a uma palavra-chave que defina o seu negócio. Isso irá ajudar a posicionar melhor o seu site nos mecanismos de busca.
Outra dica é que você adote nomes curtos e fáceis de serem lembrados. Evite caracteres especiais e termos estrangeiros. Dessa forma, será fácil que as pessoas procurem pela sua loja na internet.
Além disso, prefira domínios que terminem em “.com.br” para garantir um melhor posicionamento regional. Assim, os mecanismos de busca identificam a localização do seu host e dão preferências aos resultados nacionais.
2º passo: procure um servidor que seja bom
Após realizar o registro do domínio, será necessário hospedá-lo em um servidor. Existem diversas empresas que oferecem hospedagens de sites. Para escolher, você deverá levar em consideração alguns requisitos.
Como por exemplo, a capacidade de armazenamento, que conforme insere produtos e serviços na loja, aumenta de tamanho. E isso acaba exigindo um maior espaço no servidor. Por isso verifique a expansão do seu e-commerce.
O limite de tráfego é outro requisito a ser avaliado, já que ele não poderá ter um limite para que o site não fique fora do ar. Sendo assim, verifique a amplitude do limite de tráfego do site.
Além disso, cada servidor conta com uma disponibilidade que corresponde ao tempo em que ele fica no ar sem nenhum problema. Quanto maior for a taxa, maior será a garantia de que sua loja não ficará fora do ar.
Outra informação a ser analisada é o suporte do servidor. Se acontecer um problema, você conseguirá resolvê-lo? Procure principalmente por aqueles que oferecem atendimento 24 horas.
Também é necessário avaliar o preço desse servidor. Um serviço de hospedagem de qualidade nem sempre é caro. Por isso, faça comparativos e analise tudo o que for necessário.
3º passo: analise as formas de receber pagamentos
Esse é um dos pontos principais a ser avaliado por quem escolhe ter uma loja virtual. Diferentemente das lojas presenciais, nesse caso todo o procedimento será online. Mas, como será feito?
É possível escolher entre: intermediadores de pagamentos; gateways de pagamentos; e integração direta com a adquirente.
Os intermediadores são bem mais simples e o mais recomendável para quem está começando. Portanto, eles cobram taxas fixas por transação mais uma variável sobre o valor da venda.
Já os gateways, oferecem soluções buscadas para pagamentos, com conexão bem mais estável. Esse, cobra apenas uma taxa fixa de transação, mas o lojista terá que contratar outros serviços adicionais.
Ao criar uma loja online é preciso estar atento a algumas características do site
A integração, por sua vez, é sugerida mais a lojistas experientes, que tenham equipes disponíveis para desenvolvimento com o entendimento de segurança.
4º passo: atente-se ao antifraude
Pode parecer bobeira, mas esse é um assunto que ninguém deve negligenciar. Isso porque receber pagamentos através da internet requer todo o cuidado e preocupação adicional, mesmo que fuja do padrão e do necessário.
Tudo isso para evitar possíveis fraudes. Já pensou o seu cliente comprar com um cartão de crédito roubado? Pois é.
E você, sem saber, enviar o produto a ele em um fluxo normal de vendas, mas alguns dias após o pagamento via seguradora do cartão é desfeito.
O seu saldo vai ser zero, sem dinheiro e sem o produto. E por isso a importância da antifraude. No caso do intermediador de pagamentos, ele mesmo já se preocupa com essa questão. Já os demais, precisam de cuidado redobrado.
5º passo: preocupe-se com a segurança do site
Ao criar a sua loja virtual você deve, sobretudo, se preocupar com a segurança dela. O motivo principal é o fato de prezar pela segurança dos dados dos seus clientes.
Os dois tipos de segurança fundamentais no e-commerce são:
SSL (Secure Socket Layer);
Scan de aplicação e IP.
6º passo: invista em estratégias de marketing
Essa etapa é fundamental, embora muitas empresas no início enxerguem como secundária. Afinal, como você vai fazer um bom trabalho e não vai divulgá-lo?
A internet possibilita ao cliente fazer, ele próprio, um trabalho de marketing digital, ou até mesmo terceirizar o serviço. É possível gerar tráfego por meio de conteúdos, redes sociais, Google Ads, aumento de conversão e e-mail marketing.
7º passo: tenha um suporte eficaz
Com as primeiras visitas no seu site, é preciso se preocupar em como você manterá o seu cliente e, também, como cuidará dos problemas dele. Essa ação é importante no durante, pré e pós-venda. É raro uma empresa funcionar 100% bem sem um serviço de suporte ao cliente.
8º passo: preocupe-se com logística e frete
A finalização da compra é muito importante para o cliente, para que ele saia satisfeito e disposto a indicá-lo a outras pessoas.
Por isso, para se ter sucesso na empresa, tenha um planejamento de como adotar e invista em logística de entrega e fretes.
Em tese, é possível realizar por meio dos Correios ou por transportadoras. O meio mais simples de começar é pelos Correios, mas a outra opção é bem mais estável e não limitável.
Go Daddy é uma das plataformas para criar uma loja online
Você já conhece as vantagens e o passo a passo para criar uma loja online, se convenceu e está querendo criar a sua? Existem diversas plataformas que te ajudam com isso. Uma delas é a Go Daddy.
Com ela é possível ter um domínio próprio, criar um site e fazer a hospedagem de forma simples e ágil. Além de a empresa oferecer todos os componentes necessários para criar uma presença online do seu negócio.
Quem quiser somente ter o próprio domínio pagará no primeiro ano o valor de R$19,99. Caso você queira ainda ter um e-mail profissional, será preciso pagar R$3,99 por mês por cada usuário.
Uma vantagem do Go Daddy é que você consegue criar um site em até uma hora de forma gratuita. Mas para isso, é necessário realizar um cadastro na plataforma.
Se você faz parte do time Beatlemania, mas também é fã de criptomoedas: se prepare! Agora é possível adquirir uma NFT dos Beatles e, ainda por cima itens raros e valiosos da história da banda de Liverpool.
Quem está organizando a empreitada é, ninguém mais, ninguém menos que Julian Lennon, filho de John Lennon. Trata-se de uma coleção de seis NFTs de objetos físicos existentes, que estão sob a posse de Julian.
Ficou interessado em saber mais sobre a NFT dos Beatles, então continue a leitura. Vamos explicar um pouco mais sobre os objetos e como adquiri-los. Confira!
Formada na década de 60, os Beatles até hoje possuem uma legião de fãs | Imagem: Reprodução/Internet
NFT dos Beatles: quais são os itens?
Dentre a coleção de seis itens digitais disponibilizada por Julian Lennon, existem produtos muito valiosos.
Entre eles estão desde uma imagem de uma das guitarras que John deu ao filho (estimada em US$ 4 mil, sendo o item mais barato), até a imagem de uma página de anotações manuscritas de Paul McCartney sobre a canção “Hey Jude“, uma das mais populares da banda inglesa.
Este último está avaliado inicialmente em US$30 mil. Além disso, a música tem um significado muito especial. Apesar de possuir um nome feminino, a música foi escrita para Julian quando ele tinha cinco anos, em 1968, e enfrentava o divórcio dos pais.
Como adquirir um NFT dos Beatles?
Conforme dito anteriormente, a NFT dos Beatles passará por um leilão organizado pelo filho de John Lennon, Julian. As inscrições para os lances foram abertas no dia 24 de janeiro e o leilão online será realizado em 7 de fevereiro.
Para se inscrever, participar e dar lances, é necessário se inscrever no site disponibilizado para o leilão, que carrega o nome de Yellow Heart. Lá, você terá que se cadastrar e realizar algum lance.
Entre os itens leiloados como NFT dos Beatles, estão:
uma guitarra Gibson Les Paul 25/50 Guitar dada de Lennon para o filho;
uma guitarra Gibson 1959 dada de Lennon para o filho;
uma cópia da Gibson Les Paul Guitar;
uma capa preta usada por Lennon no clipe de Help!;
um casaco usado por Lennon na Magical Mystery Tour;
anotações de ‘Hey Jude’ feitas por Paul McCartney.
Vale lembrar que as peças leiloadas são apenas os arquivos digitais. Sendo assim, os itens existentes continuarão na coleção pessoal de Julian Lennon.
Sigla para token não-fungível, os NFTs são itens digitais criptográficos que tornam esses objetos únicos. Isso acontece porque um NFT possui um certificado que garante autenticidade e originalidade a determinado objeto.
E, basicamente tudo pode virar um NFT. Desde arquivos de áudio, imagens, GIFs e até mesmo tweets podem ser transformados em um item digital cobiçado.
Um dos fatos que tornam o NFT tão valioso é o fato dele ser um objeto intercambiável. Isso acontece porque eles são únicos.
Por exemplo: recentemente, o Neymar e Justin Bieber adquiriram a NFT do macaco. Cada um deles possui um modelo diferente e, por sua vez, um certificado diferente.
Caso em algum momento eles queiram trocar, isso não será possível, pois eles não podem ser trocados assim por possuírem um valor diferente.
Por isso, aquele que decidir adquirir um NFT dos Beatles será duplamente agraciado. Justamente por adquirir um item único e tão especial para a história da banda.