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OLX e Bradesco oferecem financiamento de imóveis 100% digital

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Financiamento de veículos usados

Ótima notícia para quem está em busca da tão sonhada casa própria. A OLX e o banco Bradesco fecharam uma parceria para oferecer um financiamento de imóveis de forma totalmente digital.

O objetivo é que o cliente possa adquirir um imóvel tanto novo quanto usado por meio da OLX, utilizando o crédito do Bradesco.

Com isso, todo o processo da compra do imóvel, desde a simulação do empréstimo até o envio da proposta, é feito de forma online.

Financiamento de veículos usados
A OLX começou a fazer financiamento de imóveis online em parceria com o Bradesco

É importante frisar que a OLX é uma das maiores plataformas de compra e venda online de imóveis do Brasil. Além disso, o intuito dessa parceria é oferecer todo o processo de forma digital, ideal para o momento atual de isolamento social pelo coronavírus.

De acordo com ambas as empresas, a navegação é fácil e os usuários não terão nenhuma dificuldade em encontrar e acessar os serviços oferecidos.

Financiamento de imóveis: OLX tem 25% de potenciais compradores

Um dos motivos para o início da parceria, foi o fato da OLX comportar mais de 25% da venda dos imóveis no país. Sendo assim, mais de um milhão de pessoas acessam a plataforma todos os dias.

E com tantos acessos ao site, a procura maior costuma ser por imóveis, sejam eles por apartamentos, casas ou até mesmo escritórios. Esse é o motivo que o banco Bradesco acredita que terá um aumento de 20% no número de financiamento de imóveis solicitados.

“A parceria com a OLX reforça a importância estratégica do crédito imobiliário para o Bradesco, assim como o posicionamento do banco na jornada digital do produto. Conseguimos integrar os sistemas do banco e a da OLX por meio de APIs. O que possibilitou trazer benefícios, como segurança de dados e facilidade no envio de documentos.”, afirma Octavio de Lazari Jr, presidente do Bradesco.

‘Este é um bom momento para investir’, diz OLX

Para quem considera este um péssimo momento para investir, o diretor de imóveis da OLX, Marcelo Dadian, acaba com essa ideia precipitada. Quer saber por quê?

Segundo ele, o mercado imobiliário está passando pelo famoso processo de recuperação. Dessa forma, quem consegue investir ou realizar qualquer tipo de transação, pode torná-la bastante vantajosa.

O diretor explica ainda que as taxas e índices de juros estão baixos, e acabam sendo benéficos para quem deseja aproveitar este momento. Os preços, também, estão atrativos e podem proporcionar clientes cada vez mais potenciais.

“Temos mais de 14 milhões de consumidores procurando imóveis todo mês na OLX e a iniciativa com o Bradesco visa proporcionar uma melhor experiência para essas pessoas, que agora podem fazer a simulação de financiamento 100% online com agilidade, conforto e segurança de qualquer lugar e em qualquer hora”, revela Dadian.

A parceria entre Bradesco e OLX, no entanto, ainda não tem data definida para iniciar. O financiamento imobiliário está previsto para ter início e ser lançado a partir das próximas semanas, mas ainda sem data certa.

OLX fica entre as 100 melhores empresas para o consumidor

A OLX está entre as empresas que mais tem crescido nos últimos anos e ganhando reconhecimento diante do seu segmento. Em 2019, por exemplo, ela entrou na lista do prêmio Época Negócios Reclame Aqui, que trouxe as melhores empresas para o consumidor. 

Neste evento, para quase 2 mil pessoas, foram eleitas as 101 melhores empresas por categorias e a OLX venceu como melhor empresa de classificados e comparadores online.

O prêmio avaliou diversas empresas e teve uma votação principal, sem categoria, elegendo as três melhores empresas, denominadas “supercampeãs”, tendo o seguinte ranking:

1º lugar – Netflix
2º lugar – Lorenzetti
3º lugar – Leroy Merlin

A empresa que mais evoluiu foi a Nelogica, enquanto a campeã em atendimento foi a Nubank. A fintech, foi eleita recentemente o melhor banco do país.

O prêmio de melhores profissionais do atendimento ficou com funcionários do Banco do Brasil, Mondial e Sercom. Outras empresas que venceram prêmios individuais nas suas respectivas categorias, foram:

  • Outback;
  • Piracanjuba;
  • Sadia;
  • Bauducco;
  • iFood;
  • O Boticário;
  • Credicard;
  • Clube Extra;
  • Azul linhas aéreas;
  • Localiza seminovos;
  • Centauro;
  • Dafiti;
  • Imaginarium loja virtual;
  • Gran Cursos Online;
  • CIEE;
  • Havaianas loja física;
  • UOL;
  • Johnson & Johnson;
  • Ingresso.com;

A lista ainda contém outras dezenas de empresas. E você, quer ser um investidor ou empresário de sucesso? Conheça a história do empresário Kondzilla.

Crowdfunding: saiba o que é e como funciona

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potes de semente simbolizando investimentos
A ideia do crowdfunding é muito parecida com a do conceito de vaquinha

Crowdfunding é a junção das palavras crowd (plateia) e funding (financiamento). É um método destinado a levantar dinheiro para projetos e novas empresas com a ajuda de amigos, familiares e potenciais consumidores.

Por meio de plataformas específicas, é possível inscrever uma proposta e divulgá-la a fim de arrecadar contribuições. Essa metodologia foi criada pensando em projetos inovadores.

Contudo, também pode ser utilizada para iniciativas sociais, artísticas e ambientais. Com o intuito de financiar um projeto de forma tradicional, você precisaria contar com o próprio dinheiro, empréstimos de bancos ou investidores, como os chamados investidores-anjo.

crowdfunding
A ideia do crowdfunding é muito parecida com a do conceito de vaquinha

Essas opções, no entanto, nem sempre estão disponíveis. Bancos e investidores costumam avaliar riscos de forma profunda. Startups, por exemplo, trazem propostas totalmente novas para o mercado, tornando essa avaliação algo muito complexo.

Claro, é sempre possível conquistar esse tipo de financiamento. Todavia, isso depende de uma série de itens: criação de protótipos, plano de negócio sólido, pitch bem estruturado e pesquisa de mercado, por exemplo.

O que o crowdfunding faz é cortar esse intermediário, solicitando fundos diretamente do consumidor.

Veja quais são os tipos de crowdfunding

Cada plataforma tem as próprias regras, porém a forma mais comum de propor um projeto é criar uma defesa.

Muitas vezes é feita em formato de vídeo, de um texto de apresentação, com valor predefinido, data limite de arrecadação e recompensas para cada quantia oferecida.

Uma vez que a campanha é aceita, é preciso divulgá-la em todos os meios possíveis. Mas essa não é a única maneira de captação de recursos em crowdfunding. Conheça outros dois tipos:

1 – Doações:

É um modo de contribuição que não oferece nenhum tipo de retorno para quem investe. Projetos de ONGs, por exemplo, costumam se incluir aqui. Um exemplo no Brasil é a Vakinha Online.

2 – Equity:

Quem oferece dinheiro recebe em troca shares da companhia caso o projeto tenha sucesso financeiro. Existe, portanto, um retorno financeiro sobre o investimento, porém com riscos. No Brasil, temos o StartMeUp.

O formato de crowdfunding mais difundido é o de recompensas, além de ser uma proposta inovadora e “no meio do caminho” entre as que citamos acima.

+ Equity Crowdfunding: entenda o que é e como funciona

As plataformas mais utilizadas no Brasil

1 – Benfeitoria
2 – Kickante
3 – Indiegogo (estrangeira)
4 – Catarse

No ar há mais tempo, os sites Queremos e Vakinha indicam que o crowdfunding tem potencial para dar certo no Brasil.

O primeiro permitiu que os fãs dos artistas Mike Snow e Belle & Sebastian unissem forças para trazer seus ídolos ao Brasil. Aqueles que fizeram doações através do Queremos tiveram o dinheiro revertido em ingressos uma vez que as apresentações foram viabilizadas.

Já o Vakinha permite que qualquer internauta cadastre seu objeto de desejo no site e peça doações aos amigos para poder comprá-lo. No ar desde 2009, a plataforma possibilita que “vaquinhas” sejam cadastradas e que diversos projetos sejam viabilizados.

Desde festas de casamento e churrascos até pedidos de ajuda para animais e crianças doentes, passando por operações de implante de silicone e tatuagens.

O que é crowdfunding de investimentos?

O crowdfunding de investimentos é uma modalidade em que investidores aplicam recursos em startups ou empreendimentos imobiliários.

A oferta é feita por meio de plataformas eletrônicas que selecionam as empresas aptas à captação e fazem a conexão entre esses investidores e as companhias. Em termos práticos, é o “Uber” das aplicações financeiras.

Desde o final de 2017, o crowdfunding de investimentos é regulado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), através da instrução 588, e fica sujeito a certas regras.

As principais normas referem-se ao limite de captação de recursos em cada oferta, que não pode exceder os R$5 milhões, e ao limite de receita bruta anual das empresas financiadas, de até R$10 milhões.

Também há um teto de quanto cada tipo de investidor pode aplicar. Saiba mais sobre o crowdfunding Imobiliário: a nova forma de investir em imóveis.

Dívidas tributárias podem ser quitadas com descontos de até 70%

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carteira com moedas espalhadas

Pessoas físicas e jurídicas poderão quitar dívidas tributárias com descontos de até 70%. A medida está valendo desde a última quarta-feira, 15. O abatimento dos valores são os cobrados pela Procuradoria-Geral Federal.

A portaria foi editada no Diário Oficial da União, do dia 9 de julho, pela Advocacia-Geral da União (AGU) para permitir que essa negociação possa acontecer. 

Como trocar dívida cara por uma mais barata e economizar?
As dívidas tributárias estão com descontos de até 70%

De acordo com a AGU, a medida permitirá aumentar a arrecadação do governo. Além disso, facilitará os pagamentos pela negociação de créditos tanto de pessoas físicas quanto de jurídicas, considerados irrecuperáveis ou de difícil recuperação.

Os descontos das dívidas tributárias permitem a regularização dos contribuintes afetados pela pandemia. Ao mesmo tempo em que o governo pode recuperar parte dos créditos que possui em um momento de forte queda da arrecadação.

Dívidas tributárias: descontos poderão ser de até 70%

Para as pessoas jurídicas as negociações de pagamento tem a possibilidade de dar uma entrada de 5% do valor devido. O restante pode ser parcelado em até 84 vezes, com uma redução de 10%.

Caso prefira, o restante do valor pode ser pago em parcela única com 50% de desconto no total da sua dívida. 

Já as pessoas físicas podem dar uma entrada de 5% do valor da dívida e pagar o restante em parcela única, com desconto de 70%. Quem quiser parcelar o valor poderá ser em até 145 meses e o desconto passa a ser de 10%.

As propostas individuais já estão valendo e podem ser realizadas. As negociações podem ser iniciadas tanto pelo devedor quanto por meio da Procuradoria-Federal.

Dívida ativa: o que é e como funciona?

Uma dívida ativa é uma espécie de cadastro de pessoas e empresas que devem algum valor ao governo, seja ele federal, estadual ou municipal.

Ao deixar de pagar as contas de empresas privadas, como do cartão de crédito, você pode acabar tendo o nome inscrito no SPC e Serasa. Além de ter de pagar mais juros e corte dos serviços.

Porém, ao deixar de pagar um débito que você tem com o governo, como IPTU e multas de trânsito, você pode acabar sendo colocado no cadastro de dívida ativa.

Mas para configurar como dívida ativa, o órgão deve inscrever o débito não pago para o INSS, Receita, Federal, prefeituras, entre outros.

Com a dívida inscrita, é emitido um certificado, utilizado para avisar o devedor sobre o problema. 

Quais são os tipos de dívida ativa?

Você sabia que além da já conhecida divisão por nível de governo (municipal, estadual e federal) ainda existem outros dois tipos de dívida ativa? Isso mesmo, e é importante conhecer a diferença entre elas.

Os dois tipos de dívida ativa são as tributárias e as não tributárias.

A tributária é aquele tipo de dívida gerada a partir da inadimplência em impostos e tributos, por exemplo, o imposto de renda.

Podem ser consideradas dívidas não tributárias os resultados de inadimplência em outras cobranças, tais como as multas de trânsito.

O parágrafo 2º do artigo 39 da lei nº 4.320/1964 é que define os critérios passíveis de inscrição em dívida ativa. Nele, é possível dispor o que são créditos tributários e não tributários.

Art. 39. Os créditos da Fazenda Pública, de natureza tributária ou não tributária, serão escriturados como receita do exercício em que forem arrecadados, nas respectivas rubricas orçamentárias.

2º – Dívida Ativa Tributária é o crédito da Fazenda Pública dessa natureza, proveniente de obrigação legal relativa a tributos e respectivos adicionais e multas, e Dívida Ativa não Tributária são os demais créditos da Fazenda Pública, tais como os provenientes de empréstimos compulsórios, contribuições estabelecidas em lei, multa de qualquer origem ou natureza, exceto as tributárias, foros, laudêmios, alugueis ou taxas de ocupação, custas processuais, preços de serviços prestados por estabelecimentos públicos, indenizações, reposições, restituições, alcances dos responsáveis definitivamente julgados, bem assim os créditos decorrentes de obrigações em moeda estrangeira, de subrogação de hipoteca, fiança, aval ou outra garantia, de contratos em geral ou de outras obrigações legais.

É importante destacar que o conceito de dívida ativa, seja ela tributária ou não tributária, envolve apenas os créditos certos e líquidos. 

Para evitar as dívidas, FinanceOne separou cinco passos para não se endividar em tempos de crise. Confira!

Por quê pagamentos pelo WhatsApp não estão proibidos?Entenda!

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tela do celular no WhatsApp Business

Os pagamentos por meio do WhatsApp Pay não estão proibidos. De acordo com o diretor de organização do sistema financeiro do Banco Central, João Manoel Pinheiro, o BC não proibiu o funcionamento, apenas suspendeu a funcionalidade.

O WhatsApp Pay pretende que usuários recebam e enviem dinheiro através do aplicativo.

“O Banco Central não proibiu a operação do WhatsApp. Ninguém proibiu nada. É uma decisão cautelar. Se seguir as condições, será permitido sem problemas”, afirmou o diretor, durante a live “PIX – A nova era dos meios de pagamento”, realizada na quinta feira, 16. 

No dia 23 de junho, o banco determinou que Mastercard e Visa suspendessem o uso do aplicativo para realizar os pagamentos e transferências de dinheiro.

Na época, o Banco Central informou que a decisão era para “preservar um adequado ambiente competitivo, que assegure o funcionamento de um sistema de pagamentos interoperável, rápido, seguro, transparente, aberto e barato”.

O diretor também disse que a nova modalidade lançada pelo WhatsApp é uma saída para dois casos: transferência entre pessoas e para pagamento de estabelecimento comercial.

Segundo ele, nos dois casos o BC deveria ter sido consultado antes da plataforma oferecer o serviço.

Foto de um iphone com a tela desbloqueada e aparecendo o ícone do WhatsApp para ilustrar o texto sobre pagamentos do WhatsApp
Em junho, o Banco Central determinou que o serviço de pagamentos do WhatsApp fosse suspenso

Comunicado sobre pagamentos pelo WhatsApp foi feito em junho

Em junho, o WhatsApp comunicou que o Brasil seria o primeiro país a receber a atualização da ferramenta para permitir transferência de dinheiro.

De acordo com o WhatsApp, o recurso facilita a transferência bancária entre os clientes diretamente na plataforma.

Além disso, a novidade anunciada também permite que contas do WhasApp Business — desenvolvido especialmente para empresas — também recebam pagamentos por serviços e produtos.

Veja como é o funcionamento do WhatsApp Pay

Por meio da plataforma, a pessoa poderá efetuar pagamentos por serviços e produtos. Se for o caso, também poderá enviar dinheiro para algum familiar ou amigo. Tudo feito diretamente no aplicativo.

De acordo com o WhatsApp, a nova modalidade será realizada por meio do Facebook Pay — serviços de pagamento do Facebook que permite comprar produtos e jogos, por exemplo.

O Facebook Pay, no entanto, não é um aplicativo. Portanto, é necessário configurar um cartão de débito ou crédito para conseguir usar a função de pagamentos no WhatsApp.

Ainda conforme o WhatsApp, o serviço não cobrará taxas dos usuários, seja para transferências via cartão de débito, seja para pagamentos via cartão de crédito e débito.

Como funcionaria o pagamento pelo aplicativo

Se liberado pelo Banco Central, o pagamento pelo WhatsApp funcionará da seguinte maneira:

–> haverá uma aba, no mesmo lugar do envio de imagens, chamada “pagamento”;

–> o usuário deverá clicar nela, e o aplicativo vai solicitar um valor e redirecioná-lo para a criação da conta;

–> será necessário aceitar os termos de uso da plataforma e criar uma senha;

–> em seguida, o usuário vai precisar informar nome, CPF e um cartão emitido por um dos bancos parceiros do aplicativo;

–> será obrigatório verificar o cartão junto ao banco, que em seguida enviará um código ao usuário por SMS, e-mail ou aplicativo do próprio banco.

Segundo o aplicativo, esse código servirá para impedir o cadastro de cartões furtados ou roubados, por exemplo.

De acordo com o WhatsApp, o uso da senha ou reconhecimento biométrico do celular será necessário toda vez que o usuário for enviar dinheiro.

E você, gostou do nosso texto sobre pagamentos pelo WhatsApp? Quer ficar por dentro de outros conteúdos? Então assine a nossa newsletter e receba as novidades diretamente no seu e-mail.

Saiba como economizar nas compras online

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imagem que contém um computador, cartão e duas bolsas

É cada vez mais comum as pessoas fazerem suas compras por meio da internet. Essa nova modalidade de compra tem conquistado os brasileiros por causa da praticidade de comprar sem sair de casa. Mas como gastar menos nas compras pela internet?

Existem diversas maneiras e ferramentas que ajudam os consumidores em como economizar nas compras online. Isso porque comprar produtos mais em conta é um hábito que já faz parte da rotina dos brasileiros. 

É possível economizar fazendo compras online

Mas algumas pessoas ficam se perguntando como economizar nas compras online e até mesmo se isso é possível. Saiba que a resposta é sim, ainda mais que algumas lojas que já são conhecidas dos consumidores por oferecerem diversos descontos aos clientes.

O que é uma vantagem para quem está procurando economizar nas compras. Os aplicativos das lojas também podem ser grandes aliados nesse momento de economizar nas compras online.

e você adora adquirir novos produtos por meio da internet, precisa conhecer essas dicas de como economizar nas compras online. Confira!

9 dicas de como economizar nas compras pela internet

1. Planeje a compra que você deseja fazer

Antes mesmo de entrar em um site e começar a fazer a pesquisa, você precisa definir qual é o produto que deseja comprar. Dessa forma, você irá economizar tempo e evitar gastos desnecessários. 

Ao pesquisar produtos na internet sem uma finalidade, você estará mais sujeito as tentações das lojas e promoções. O que pode acabar acarretando em uma compra por impulso sem a necessidade de adquirir o produto naquele momento.

2. Utilize os comparadores de preço

Uma das coisas mais fáceis é cair na tentação e fazer compras por impulso na internet. Por isso, é importante pesquisar o produto desejado para não acabar pagando mais caro por ele.

Utilize a internet a seu favor e faça busca nos comparadores de preços. Ao fazer esse estudo, você consegue encontrar em qual loja o produto está mais barato, economizando um dinheiro na hora de realizar a compra.

Ao utilizar o comparador de preços, ainda é possível verificar a evolução do preço nas últimas semanas da mercadoria desejada.

Se você reparar que o produto está mais caro que o normal, espere mais alguns dias para poder realizar a compra com um preço mais justo.

+ Quer fazer compras na Shein? Veja dicas para não ser taxado na Alfândega

3. Evite compras parceladas ou financiadas

O Brasil é um dos países com as maiores taxas de juros do mundo. Sendo assim, realizar compras parceladas ou financiadas pode não ser uma boa ideia. As lojas costumam colocar juros a partir de uma certa quantidade de parcelas.

Além disso, o número de encargos embutidos pode ser tão alto que às vezes significa mais da metade do valor total pago. Por isso, a dica é economizar e fazer o pagamento da compra à vista.

4. Fique atento nas promoções

Muitas marcas oferecem desconto para a primeira compra, por isso se estiver se cadastrando em um site novo, verifique se não há cupom de desconto. Além disso, em datas comemorativas, como Natal e Black Friday é comum os preços caírem.

Mas fique atento, algumas lojas costumam aumentar os valores dos produtos semanas antes para falarem que estão dando desconto. Por isso pesquise a mercadoria que deseja com um mês de antecedência.

Outras promoções também acontecem nas épocas de troca de coleção. Porém, é mais difícil prever quando isso irá de fato acontecer.

Uma dica é realizar as compras online no meio do mês ou aos finais de semana, período com menos movimento, mas que sempre conta com uma promoção.

5. Participe dos programas de fidelidade

Você sabe o que são os programas de fidelidade? Essa pode ser uma excelente forma de economizar nas compras pela internet.

Um programa de fidelidade oferece vantagens para os clientes. Mas não são quaisquer clientes, são aqueles que realizam compras recorrentes naquela empresa, seja virtual ou presencial.

Os programas de fidelidade, geralmente, acumulam pontos ou milhas, ou então outro tipo de fidelização para atrair o seu consumidor. Com uma determinada quantidade, ele ganha prêmios, bônus, descontos e vantagens.

Essa também é uma ótima forma de você economizar, mas também de conhecer novas lojas e marcas. Algumas que você não conhece talvez tenham um ótimo programa de fidelidade com bons descontos.

6. Utilize cupons de descontos

Antes de finalizar qualquer compra, procure por cupons de desconto, já que eles podem te ajudar a economizar até 70%. Alguns sites dão descontos para os clientes que realizarem a primeira compra pela internet.

Ainda existem plataformas, tanto aplicativos quanto sites, que dão cupom de desconto para os clientes, como por exemplo o Cuponeria, Meliuz, entre outros. Além dos próprios aplicativos das lojas, restaurantes e fast foods.

7. Faça cadastros para receber e-mails

Você pode não gostar de ter a sua caixa de entrada do e-mail lotada, mas sabia que essa pode ser uma ótima forma de ganhar descontos.

Isso mesmo, muitas empresas utilizam do e-mail marketing para enviar promoções para os seus já clientes aproveitarem. Eles estreitam o contato dessa forma e dão vantagens.

Veja sempre que entrar em um site se tem alguma para cadastro e faça. Ali você será informado constantemente sobre as vantagens e novidades. Você pode não lembrar de entrar no site da marca todo dia, mas por ali saberá de uma nova ação, campanha e outros lançamentos.

Ah, caso você não goste de fazer os cadastros pela quantidade de e-mails, programe a sua caixa de entrada. Algumas contas têm a opção de fazer uma varredura a cada X dias e liberar espaço na caixa de e-mail.

8. Calcule o frete e opte pelo gratuito

Essa é uma excelente forma de economizar. Afinal, em alguns casos o frete pode sair ainda mais caro do que o próprio produto.

Você já deve ter visto, por exemplo, alguns blogueiros ou digital influencer oferecendo produto de forma gratuita e só paga o frete, né?

Quando você vai ver o frete é quase R$100 para a sua região. Isso mesmo, algumas lojas lançam promoções, mas mantém um frete altíssimo.

Para você que quer economizar é preciso saber equilibrar e balancear, também, o valor do frete. Todas as lojas permitem realizar o cálculo antes da compra. E muitas lojas virtuais têm a opção do frete grátis.

Se você não conseguir para a sua região, pode calcular com o endereço de outra pessoa de confiança, seja amigo ou família.

Calcule qual local o frete será mais barato para que o seu produto saia por um preço em conta, e você veja a economia de forma real e prática.

9. Fique de olho nas ofertas relâmpago

É comum que as lojas ofereçam ofertas “relâmpago” para os clientes em horários que tenham menos pessoas conectadas. Por isso, fique de olho nos sites nos finais de semana, feriados e até mesmo de madrugada.

Essa pode ser uma oportunidade para quem está em busca de uma passagem mais barata. Já que as companhias aéreas costumam realizar essas ofertas durante as madrugadas ou de manhã bem cedo.

Esse conteúdo te ajudou? Então compartilhe nas redes sociais e com amigos para que mais pessoas consigam economizar nas compras online! Veja também 5 plataformas para ganhar dinheiro com conteúdo online

Saiba onde investir o dinheiro do FGTS para ter mais rendimentos

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carteira de trabalho e notas de cinquenta reais

Com o anúncio do saque emergencial do FGTS muitas pessoas começaram a se perguntar se valeria a pena pegar ou não o dinheiro. A resposta é depende. Se você está pensando em investir o FGTS para ter mais rendimentos, porém não sabe onde aplicar, fique tranquilo.

Existem diversos tipos de investimentos que podem fazer o dinheiro do seu FGTS render muito mais. Mas para isso, é necessário investir o FGTS da maneira correta, para que você possa realizar os seus objetivos financeiros.

Vale ressaltar também que, em junho, com o corte na Taxa Selic para 2,25%, o FGTS passou a render mais que muitas aplicações.

O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), por sua vez, remunera o cotista a uma taxa de 3% ao ano. Por isso, é recomendado investir os R$1.045 do saque emergencial apenas se o rendimento for superior a taxa de 3%.

saque do fgts
Existem diversas opções de aplicações para investir o FGTS

É importante ressaltar que o dinheiro do Fundo de Garantia também pode ser utilizado para outras finalidades.

Se você está com dívidas, por exemplo, o ideal é que quite o que está em débito para depois começar a pensar em investir o dinheiro.

Mas se o seu orçamento está sob controle, este pode ser um bom momento para investir o valor do saque do FGTS emergencial. E, consequentemente, aproveitar a ação dos juros sobre o seu dinheiro.

Antes de saber as opções existentes para investir o FGTS, é preciso frisar que não existe uma opção ideal para aplicar o seu dinheiro. Isso dependerá do seu perfil de investidor e os seus objetivos.

Sendo assim, você precisa analisar o valor que tem disponível e o que deseja para essa quantia. Avalie ainda os riscos, prazos e até os rendimentos.

Investimentos para reserva de emergência

Uma forma de investir o FGTS é para uma reserva de emergência, caso você ainda não tenha começado a formar a sua. E para isso, é preciso procurar um investimento que tenha liquidez alta e que permita que você saque o dinheiro a qualquer momento.

Lembre-se que emergências acontecem e não tem dia e nem hora para que isso ocorra. Por isso, é importante ter uma reserva para evitar fazer empréstimos ou deixar de pagar uma conta por causa da emergência que surgiu.

Ao criar um fundo de emergência, é indicado que ele tenha entre três a seis meses dos seus gastos mensais. Dessa forma, você irá garantir esse tempo disponível caso perca a fonte de renda e precise reorganizar o orçamento.

O valor a ser investido na reserva emergencial pode ser usado também para custear imprevistos com a saúde, problemas no carro, reformas, entre outros.

E levando em conta a necessidade de liquidez, os melhores investimentos são aqueles que não apresentam risco de perder o dinheiro, caso faça um saque antes do previsto.

Com isso, são boas opções o Fundo do Tesouro Selic, o próprio Tesouro Selic ou em um CDB liquidez diária.

Investimentos a curto ou médio prazo

Para quem não tem contas a pagar e já tem uma reserva de emergência, uma boa opção pode ser pensar em alguns objetivos a curto ou médio prazo para fazer com esse dinheiro. 

Alguns deles poderão lhe render bons retornos no futuro, de acordo com o seu grau de dedicação e aplicação, bem como planejamento.

Uma dica de investimento a curto ou médio prazo são cursos de qualificação ou especialização. Isso mesmo, você pode investir em atividades online, nessa época de pandemia, para aprender mais ou algo novo e enriquecer o seu currículo.

Essa medida, se bem planejada, pode lhe trazer bons retornos no futuro. Você pode, talvez, encontrar uma melhor oportunidade de emprego se for o caso, ou se encontrar em uma nova área para realizar um possível empreendimento.

Você pode, também trocar o seu carro e tentar valorizá-lo. Isso pode ser feito se você talvez já tenha uma reserva e possa fazer um investimento um pouco maior. 

O FGTS emergencial pode ser, também, uma oportunidade de tirar um sonho do papel e, com ele, despertar um investimento que poderá lhe abrir novas portas, projetos ou oportunidades. 

Para investidores que gostam de se arriscar no mercado financeiro, é possível verificar com cuidado a possibilidade de aplicação pela CDB, LCI, LCA e fundos de renda fixa.

Entretanto, assim como especialistas sempre orientam, se arriscar com uma venda nos olhos é perigoso. Faça tudo muito bem calculado e com planejamento.

Opções para investir a longo prazo

Ah, e nessa lista não podem faltar as opções de investimento a longo prazo, que você provavelmente não verá o retorno agora, mas após um tempo bem maior. 

Que opções são essas? As mais prováveis são a compra de um imóvel ou lembrar de investir na sua aposentadoria.

Além disso, você também tem como alternativa os títulos do Tesouro Direto, que têm prazos mais esticados e protegem a sua reserva.

Você pode optar ainda em investir em fundos imobiliários ou aplicar diretamente em ações da bolsa de valores. É importante lembrar que em todos esses casos o rendimento não vem de forma imediata, mas a longo prazo.

Você quer saber se é realmente válido sacar o FGTS emergencial? Veja a opinião de especialista!

Saiba se seguro de vida cobre morte por coronavírus

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Duas mãos segurando um recorte de papel representando família de 4 pessoas

O seguro de vida cobre morte por coronavírus? Boa parte dos planos, sim. Mas, muitas seguradoras precisaram rever as condições gerais do produto.

Isso acontece porque pandemias são consideradas riscos excluídos. Ou seja, que não possuem cobertura pelo seguro.

Dessa forma, a partir do momento em que a Organização Mundial da Saúde (OMS) atribuiu o status de pandemia ao coronavírus, no dia 11 de março, as seguradoras não seriam obrigadas a ter cobertura para situações como morte causada pela Covid-19.

coronavírus
Seguros de vida estão pagando indenização para mortes por coronavírus

Contudo, entendendo que se trata de um momento totalmente novo no mundo, em que as pessoas precisam mais do que nunca de amparo, a maioria das empresas passou a cobrir coronavírus no Seguro de Vida.

Senado aprova PL para assegurar cobertura de óbitos por coronavírus

Em maio deste ano, para acabar com o impasse, o Senado Federal aprovou a inclusão dos óbitos decorrentes do novo coronavírus na cobertura do seguro de vida, sem que isso gere ônus aos segurados.

O Projeto de Lei (PL) 2.113/2020, da senadora Mara Gabrilli (PSDB-SP) segue para aprovação da Câmara dos Deputados. Caso aprovado, deve valer apenas para a atual pandemia, de Covid-19, e não para todas as situações futuras semelhantes.

Pandemia é um risco incalculável. O seguro tem como objetivo cobrir riscos previsíveis. É com base nessa previsibilidade que é possível precificar o seguro e cobrar um prêmio.

Portanto, pandemia e catástrofes naturais são coberturas geralmente excluídas de apólices, segundo Márcio Coriolano, presidente da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNSeg).

Mas em alguns momentos as cláusulas são revistas como forma de dar conforto à população.

“Contudo, isso pode variar conforme o contrato e é uma decisão de cada seguradora, que tem de arcar com o aumento dos riscos e fiscalização”, diz Márcio Coriolano.

Coberturas do Seguro de Vida para coronavírus

1 – Morte

Em caso de morte ocasionada pelo coronavírus, natural ou decorrente de um acidente do segurado, a seguradora paga uma indenização para a família e aos demais beneficiários descritos na apólice, se houver.

O valor dessa indenização será o que estiver estipulado em contrato. Essa cobertura é de extrema importância para ajudar as famílias que perderem um ente querido.

Ela permite que as pessoas que acabaram de ter uma perda repentina ganhem um fôlego financeiro para reconstruir sua trajetória.

2 – Assistência Funeral

Diferentemente do item anterior, a assistência funeral é uma cobertura adicional, que pode ser incluída na apólice, caso seja de interesse do segurado.

Essa cobertura tem como objetivo custear as despesas referentes ao funeral do segurado.

Em caso de morte por coronavírus, a limpeza do corpo, preparação para velório e cremação ou enterro são feitas de acordo com as recomendações das autoridades de saúde por conta do risco de contágio da doença.

3 – Despesas médico-hospitalares

A cobertura de despesas médico hospitalares também é adicional. Com essa proteção contratada, o segurado tem direito a reembolso ou atendimento até o valor contratado em ambientes hospitalares.

Ou seja, gastos com médicos e hospital por conta de tratamento para o coronavírus também estão cobertos, de acordo com o que está previsto na apólice.

O que acontece caso haja recusa no pagamento da indenização?

Essa situação é muito mais comum do que as pessoas imaginam. A recusa pode ocorrer por violação das condições gerais da apólice do seguro, como por exemplo, atraso no pagamento das parcelas.

O prazo é de 30 dias para a seguradora pagar a indenização. Detalhe: esse prazo começa a ser contado após a entrega da documentação completa.

Se houver a recusa, é preciso procurar um profissional qualificado para fazer a análise do caso ou recorrer aos órgãos de defesa do consumidor, como o Procon, ou até mesmo à Justiça.

O coronavírus trouxe consequências para diversos setores da sociedade, sobretudo os econômicos. Confira 10 dicas para cortar e organizar os gastos diante da pandemia.

Confira 3 investimentos para começar com R$1.000

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Calculadora, moedas, cofre de porquinho, canetas, papel em branco e celular em uma mesa

Muitas pessoas acham que para começar investimentos é necessário aplicar quantias de dinheiro exorbitantes frequentemente. Mas, a grande verdade é que não é bem assim.

Se você chegou aqui neste texto, provavelmente está pensando: qual a melhor maneira de investir meu dinheiro?

Mesmo que você não tenha muito dinheiro, saiba que é possível sim investir com pouca grana, mas sempre com segurança e boas rentabilidades.

Por exemplo, com R$1.000 é possível gerar diversos investimentos. Então, para ajudar você, FinanceOne separou algumas opções de investimentos. Boa leitura!

Avaliar a liquidez do investimento é importante para saber o prazo que poderá resgatar os lucros
Confira quais os melhores investimentos para começar com R$1.000

Opções de investimentos para começar com R$1.000

Como já falamos, para começar os seus investimentos não é necessário ter uma quantia tão alta, como pensam. Existem diversas alternativas no mundo das aplicações financeiras para todo tipo de pessoa.

Conseguir reservar mensalmente quantias como R$100 ou R$1.000, por exemplo, pode ser suficiente para você conseguir construir um fundo de renda razoável.

A seguir, veja onde você pode começar a investir com R$1.000:

1. Tesouro Direto

Começar a investir no Tesouro Direto é uma boa alternativa para perfis de investidores que são mais conservadores. Nessa opção, é possível começar a investir a partir de R$30.

No Tesouro é possível que pessoas físicas realizem a compra e venda de títulos públicos federais através de uma plataforma online. Esses títulos são chamados de renda fixa.

Para quem preza por investimentos mais simples e menos arriscados, esse é o tipo de aplicação recomendado.

E para começar a investir, você só precisa entrar na plataforma do Tesouro Direto. Lá, você acha uma lista com diferentes opções de títulos disponíveis.

Algumas das opções mais comuns são: Tesouro Selic, Tesouro Prefixado e o Tesouro IPCA.

2. Ações

Mas se o seu perfil de investidor é mais arrojado e, além disso, você tem mais tempo para se dedicar ao mercado financeiro, então a Bolsa de Valores é uma ótima opção.

Na Bolsa de Valores você pode conseguir boa rentabilidade em prazos mais curtos e, mesmo que você tenha pouco dinheiro, pode investir sim.

Uma dica caso você não disponha de muito dinheiro é investir no mercado fracionário. Nessa escolha, as ações são negociadas sem lote mínimo e há como o investidor comprar o número de ações que quiser.

Vale lembrar, porém, que esse tipo de investimento é indicado para quem já tem uma reserva de emergência guardada e, por isso, não precisará do dinheiro a curto prazo.

Além disso, para começar a investir em ações será necessário ter uma conta aberta em corretora. Há, também, custos envolvidos nas operações.

Mesmo que tenha alto rendimento, vale reforçar que é extremamente importante você estudar antes de investir na Bolsa dos Valores, uma vez que você pode perder dinheiro e é preciso saber lidar com isso.

Por isso, analise e leia sobre as ações antes de comprá-las.

3. Fundos DI

Já os fundos de investimento podem servir para aqueles que procuram por segurança e têm pouco dinheiro.

Esse investimento é ideal caso você não queira se preocupar tanto com o valor aplicado, pois haverá um gestor para cuidar do dinheiro do fundo.

As aplicações, em grande parte, são em renda fixa. Além disso, os Fundos DI estão vinculados ao Certificado de Depósito Interbancário (CDI), os quais acompanham os juros aplicados nos empréstimos bancários.

Assim como o Tesouro Selic, no investimento de Fundos DI há liquidez diária, pois a maioria dos fundos não possui prazo de vencimento.

No entanto, apesar das vantagens, é necessário ficar atento ao investir nos fundos, pois pode haver cobrança de taxas de administração.

Viu, só? Se antes muita gente deixava de investir por achar que precisava de muito dinheiro, agora você viu que não é bem assim. Hoje em dia é cada vez mais simples encontrar alternativas para fazer aplicações.

Portanto, estude as opções do mercado, entenda o seu perfil de investidor e comece a investir melhor o seu dinheiro!

Gostou do nosso texto sobre investimentos? Aproveite a visita em nosso site e leia agora mesmo o texto que separamos para você: qual seu perfil de investidor: conservador, moderado ou arrogado?

Conta Superdigital: saiba o que é e quem tem direito

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Homem encostado na parede mexendo no celular

Você já escutou falar na conta superdigital? Ela surgiu em 2017, quando o Santander decidiu entrar no segmento de contas digitais, adquirindo a startup Contasuper por R$150 milhões.

A conta superdigital permite que os usuários façam transações online, além de oferecer cartões pré-pagos virtuais e físicos. Eles podem ser utilizados para comprar tanto na internet quanto nos estabelecimentos.

Como usar a conta digital e fugir do banco tradicional
A conta superdigital é mais uma opção de banco online

Um dos benefícios dessa conta é que ela não solicita análise de crédito e nem consulta ao SPC e Serasa. Sendo vantajoso para quem está com restrição no nome por conta de dívidas. 

+ Como funciona a pontuação score para cartão de crédito?

Como utilizar a conta superdigital

Se interessou pela conta superdigital? Quer saber se pode solicitar? Para quem não sabe essa conta digital pode ser utilizada por qualquer pessoa que tenha um CPF ativo e seja maior de 18 anos. 

Para solicitar é super fácil e bem simples, a abertura não leva mais de cinco minutos e deve ser realizada pelo aplicativo. Você deve informar todos os dados solicitados pela instituição financeira.

E para usar a conta é só depositar uma quantia de qualquer valor, que será debitado a cada transação realizada, tanto pelo cartão físico quanto pelo digital. E o cartão físico é enviado para a casa do cliente, podendo chegar em até 10 dias úteis.

Todas as transações são realizadas com toda a segurança e tranquilidade para o usuário. Além disso, se precisar sacar dinheiro, você pode ir até um caixa eletrônico 24Horas com o seu cartão de débito.

Conheça as vantagens da conta superdigital

Ter uma conta superdigital te oferece inúmeras vantagens, sendo algumas delas:

-> Receber e transferir dinheiro para qualquer banco;

-> Pagar contas pelo seu celular;

-> Carregar o celular e o bilhete único, na cidade de São Paulo;

-> Utilizar até cinco cartões digitais para realizar compras em sites e aplicativos de todo mundo, inclusive no Uber e Netflix;

-> Sacar nos caixas da Rede Banco 24Horas; 

-> Não é necessário comprovar renda;

-> Sem consulta ao SPC e Serasa;

-> Sem análise de crédito.

É possível fazer a portabilidade do salário para a conta superdigital?

Esse tipo de transação ainda não é permitido para os clientes da conta superdigital do Santander, de acordo com o próprio banco. 

O Santander, no entanto, explica que já está trabalhando para resolver essa pendência e que, em breve, trará novidades para os clientes que buscam este serviço. Mas, é possível buscar este serviço por meio da conta tradicional.

Esse serviço é chamado pelas empresas financeiras de portabilidade, quando um cliente migra o recebimento de seu salário de um banco para o outro.

Tal função era única e exclusiva dos bancos tradicionais, mas passou a ser possível também nos digitais, como Inter e Nubank.

Geralmente, o que faz um banco ser apto a fazer esse tipo de transação para portabilidade de salário é ter os números de agência e conta, pois nada mais é do que um TED feito pela empresa por meio de uma instituição financeira. Por isso, são necessários esses dados.

Conheça outros bancos que também têm contas digitais

Você sabia que não é apenas o Santander que aderiu a se tornar um banco digital com a nova conta superdigital? Essa tem sido uma novidade frequente e presente nas empresas bancárias nos últimos anos.

Isso mesmo, os clientes têm respondido muito bem ao surgimento das contas digitais, pela facilidade, praticidade e agilidade em resolver pequenos detalhes que a conta tradicional traz um pouco mais de burocracia.

Na lista abaixo, você confere alguns dos bancos digitais que têm se destacado de forma expressiva no cenário nacional. Você provavelmente conhece todos (ou quase todos) da lista:

Banco Inter – antes chamado de Intermedium, o Inter existe desde 1994 e agora é super conhecido pelos seus serviços digitais. Ele se modernizou e tem atendido de forma eficaz seus milhares de clientes.

Agibank – outra opção de conta virtual digital, que permite recebimento de salário e tem acesso a investimentos, seguros, consórcios e muitas outras opções.

NuConta – a conta digital do Nubank tem sido a queridinha dos brasileiros, pois tem se superado em muitos quesitos. A sua eficiência e rapidez em solucionar problemas, além de um sistema operacional eficaz são características. As redes sociais do Nubank também são bem descontraídas e aproximam o cliente dia após dia.

Next – este é um banco virtual que é custeado pelo Bradesco, com uma tentativa de atrair um público diferente, bem mais jovem e voltado para a era digital. É possível ter um plano básico ou mais avançado, com serviços diferenciados.

Quer saber mais sobre os bancos digitais e conhecer outras empresas que aderiram ao digital? Veja mais bancos que têm conta digital.

Quanto custa casar no civil em 2020?

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Noivos sorrindo
Casamento requer planejamento financeiro para dar conta dos gastos

Você está pensando em casar no civil este ano? Se a resposta for sim, então este texto é para você.

Quando falamos de casamento, todos logo pensam sobre a organização da festa, mas acabam esquecendo sobre a parte burocrática ou deixam para em cima da hora.

Mas toda essa burocracia é parte essencial de todo o processo. Por isso, mostraremos quanto é casar no civil em 2020, quais os documentos são necessários e muito mais. Boa leitura!

Noiva e noivo sorrindo no centro da imagem após se casarem para ilustrar o texto sobre casamento civil
Casar no civil exige custos específicos

Casar no civil: por onde começar?

Quem precisa ir ao cartório? E as testemunhas?

Quando se fala sobre casar no civil, sempre aparecem muitas dúvidas. Algumas pessoas não sabem por onde começar, quais documentos são necessários e se precisa realizar algum pagamento.

O primeiro ponto que precisa ser debatido entre os noivos é sobre o regime de bens que vão escolher. Isso é importante estar decidido e acordado porque dependendo da escolha, será necessário um processo antes de ir ao cartório.

A seguir, você saberá — caso ainda não tenha nenhum tipo de conhecimento — quais são os regimes de bens.

Quais são os regimes de bens no civil?

Existem quatro tipos de regimes de bens. São eles:

Comunhão parcial de bens

A comunhão parcial de bens é a escolha mais comum entre os noivos. Significa que ambos concordaram que todos os bens adquiridos após o casamento serão comuns ao casal.

Ninguém casa pensando em se separar, não é? Mas caso isso aconteça, todos os bens obtidos entre o casal terão que ser divididos.

Comunhão total de bens

Já na comunhão total de bens, todos os bens atuais de cada um e os adquiridos depois do casamento serão comuns entre o casal.

Nesse caso, será necessário que você compareça antes de dar entrada no casamento civil a um Tabelionato de Notas para fazer uma escritura sobre os bens.

Separação total de bens

Na separação total de bens o casal escolhe que cada um possui seus próprios bens antes e depois do casamento. Ou seja, os bens são de propriedade individual.

Nesse regime, porém, também será necessário ir ao Tabelionato.

Participação final nos aquestos

A participação final dos aquestos tem a mesma finalidade que separação total de bens. No entanto, caso haja divórcio, os bens que conseguiram durante o casamento serão partilhados em comum.

E quanto custa casar no civil?

Mas e quanto custa casar no civil? Será que é caro?

Segundo o Código Civil, a celebração do casamento civil é gratuita. O que é cobrado, de fato, é uma taxa no Cartório de Registro Civil. A taxa é referente às custas do processo de habilitação e registro.

Essa taxa, porém, pode variar conforme cada Estado e é atualizada todo ano.

No Rio de Janeiro, por exemplo, o processo para casar no civil custa R$179,38, de acordo com a tabela.

Já em Minas Gerais, os custos podem variar conforme os impostos aplicados em cada município. O valor começa em R$231,22.

Como o valor da taxa varia conforme o Estado, além dos ajustes anuais, a nossa dica é que você confira a tabela da Anoreg e veja o valor cobrado no ano do seu casamento e de acordo com o lugar que você mora.

Mas caso você não tenha dinheiro para realizar um casamento no civil, saiba que a lei assegura a gratuidade dessa taxa para pessoas que declaram pobreza, sendo solicitada pelo cartório a entrega de uma declaração feita a próprio punho.

+ Como fazer um casamento simples e barato

Quais documentos são necessários para casar no civil?

Para inciar o processo e conseguir casar no civil, os noivos devem comparecer ao cartório mais próximo no mínimo com 30 dias de antecedência da cerimônia, e no máximo, 60 dias.

Esse comparecimento é para pedir a habilitação do casamento, pois o cartório deverá verificar se ambos estão livres para casar.

Após essa verificação, a cerimônia poderá ser marcada e realizada — o cartório avisará quando os noivos poderão voltar com os padrinhos.

Mas se você tem dúvidas quais são os documentos necessários para casar no civil, continue a leitura.

Se ambos forem solteiros, os documentos são:

–> Identidade dos noivos com cópia original e autenticada;

–> CPF;

–> Certidão de nascimento original de ambos.

Caso os noivos já tenham casado, mas se divorciaram:

–> CPF;

–> RG, CNH ou qualquer outra Identificação com foto;

–> Certidão original dos dois;

–> Certidão de casamento anterior com averbação do divórcio;

–> Cópia de sentença ou escritura pública do divórcio;

Neste caso, será importante comprovar se houve ou não divisão de bens.

Documentos para noivos viúvos:

–> Certidão de nascimento;

–> Identidade original;

–> CPF;

–> Documento atestando o óbito do cônjuge falecido;

–> Registro do primeiro casamento;

–> Inventário e partilha caso o falecido tenha deixado bens e filhos.

Viu, só? Casar no civil não é um bicho de sete cabeças, não é? Planejando com antecedência e tendo todos os documentos em mãos, com certeza dará tudo certo!

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