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Por que mulheres ainda são minoria no mercado financeiro? Entenda!

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Mulher usando notebook para ler livros sobre finanças

Dia 08 de março, também conhecido como o Dia Internacional da Mulher, é um dia para muitas reflexões e discussões. A desigualdade salarial, a presença feminina no mercado de trabalho e as mulheres no mercado financeiro são alguns dos assuntos.

O FinanceOne quer saber: por que as mulheres no mercado financeiro ainda são minorias? Por que elas investem menos que os homens? 

É claro que a participação das mulheres no mercado financeiro vem crescendo durante os últimos anos. Porém, o número ainda é pouco expressivo, infelizmente. 

Mas será que é possível mudar essa realidade? A resposta é sim. Mas para isso é preciso entender o que está acontecendo atualmente.

Para começar, no Tesouro Direto o número de investidores cadastrados no programa aumentou em nove vezes entre dezembro de 2015 até dezembro de 2019, chegando a 5,6 milhões de investidores.

Mas a participação feminina cresceu em um ritmo menor. Subiu de 22,4% para 31,4%.

Já na Bolsa de Valores, ainda que o número de CPFs dos investidores estejam em ritmo crescente desde 2015, e se multiplicou em mais de 3x no período até 2019, o número de mulheres ficou praticamente parado em 23%.

Vale ressaltar que os números sobre o gênero dos investidores no Brasil ainda são muito restritos. Mas os que estão disponíveis mostram que as decisões das famílias brasileiras ainda estão nas mãos dos homens, mesmo que o patrimônio pertença ao casal.

Por que mulheres no mercado financeiro ainda são minoria? 

Atualmente é possível encontrar cada vez mais mulheres no mercado de trabalho e, consequentemente, atentas aos temas sobre finanças e mercado financeiro de forma geral. Sabemos que assim como os homens, elas têm total capacidade para atuarem em qualquer setor.

Mas ainda assim é difícil encontrar muitas mulheres no mercado financeiro, principalmente quando o assunto é investimentos. Isso acontece mesmo com a busca por independência financeirafi e pessoal aumente cada vez mais.

Qual será o motivo do baixo número de mulheres no mercado financeiro? Por conta de inúmeros fatores. Por exemplo, a falta de cultura de investimentos no país. 

Lembre-se que educação financeira não é um tema tratado nas escolas do Brasil e o número de brasileiros endividados no país é grande. Principalmente por conta da pandemia do Covid-19.

O número de mulheres no mercado financeiro ainda é inexpressivo

Isso pode afastar as mulheres do mercado de investimentos. Além disso, tem a falta de conhecimento, seja sobre finanças pessoais, empresariais ou do mercado financeiro. 

Mesmo que elas tenham interesse no assunto, ainda não se sentem seguras para aplicarem o próprio dinheiro.

Outro motivo que faz com que poucas mulheres estejam presentes no mercado financeiro é o preconceito existente. Muitas são vistas com desconfiança e mesmo se posicionando o preconceito ainda está presente.

Por isso, é necessário que essas mulheres provem suas competências e percorram um caminho mais demorado para alcançar o sucesso.

Qual a diferença entre mulheres e homens na hora de investir?

A presença feminina está cada vez mais forte, a necessidade de equiparação sempre será uma luta necessária, mas ainda há algumas diferenças pontuais entre homens e mulheres. 

Entre essas diferenças, uma característica que mais se destaca é a confiança. Alguns estudos e pesquisas mostram que os homens são mais confiantes do que as mulheres quando o assunto é tomada de decisão – principalmente financeira.

Além disso, se analisar estatísticas de investimentos mais agressivos, a predominância do gênero masculino é grande. Eles arriscam mais e, sobretudo, de forma mais arriscada. Isso, no entanto, não significa um ponto negativo para as mulheres.

Mas, por que não é ruim? Porque por esse motivo os homens acabam negociando mais, comprando e vendendo ações, muito por conta desse excesso de confiança. Por isso, no final das contas, o retorno das mulheres acaba sendo melhor.

Vale destacar, ainda, que as mulheres acabam investindo valores bem menores do que os homens, em média. Por isso, vale essa discussão em cima do número de mulheres no mercado financeiro para o resultado obtido.

Por que as mulheres investem menos e com pouco?

A análise acima é importante para entrar em uma outra discussão. O porque mulheres investem menos que os homens e esse menos é com pouco?

Essa pergunta ainda demanda uma análise de mercado e histórica maior. Porém, já é possível avaliar um cenário em que mulheres recebem bem menos em algumas carreiras e funções.

Além disso, elas têm gastos maiores em seu planejamento financeiro. Elas ainda contam com despesas fixas que precisam remanejar e nem sempre pensam em guardar dinheiro para essa finalidade.

Quanto à questão salarial, inclusive, algumas diversas estatísticas tendem a mostrar que, à medida que se sobe uma escala organizacional de determinada empresa, a proporção de mulheres diminui muito.

Além disso, o público feminino ainda precisa lidar com fatores emocionais e acúmulos de estresse, que atrapalham na tomada de decisão e capacidade de reservar verba para investimentos.

Mas, fato é que as mulheres, independentemente de qualquer fator, estão cada vez mais presentes no mercado financeiro em busca do seu espaço. Isso é importante para somar no futuro com os demais avanços e lutas.

À você, leitora, o FinanceOne deseja um Feliz Dia Internacional da Mulher. Que você possa buscar o seu espaço e não ter medo de encarar os desafios do mercado, mesmo com pressões e imposições externas.

Economia doméstica: confira 8 dicas para economizar em casa

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lâmpada acesa com moedas empilhadas atrás

Pensar nas finanças inclui diversos fatores. E não dá para fazer um planejamento financeiro sem levar em consideração a economia doméstica. É muito importante analisar os gastos e garantir para toda a família uma estabilidade financeira.

Você já pensou nisso? Tem tentado economizar em casa? Com a crise que ainda se arrasta no país, desemprego em alta e um custo de vida cada vez maior, pensar nas finanças é crucial.

A melhor maneira de controlar os gastos é equilibrando as situações da sua rotina diária. E nada melhor do que começar dentro de casa.

A economia doméstica proporciona inúmeras vantagens para as famílias. Eliminar e diminuir certos gastos possibilita investir em outros projetos ou objetivos. Além disso, é possível melhorar a qualidade de vida com um custo ainda menor.

Confira 8 dicas de economia doméstica

A seguir, veja oito dicas que separamos para você sobre economia doméstica. Boa leitura!

1. Envolva todos da família

Por mais que possa parecer difícil, pois a iniciativa geralmente é individual, é preciso tentar. Primeiramente, para começar a economia familiar será preciso envolver a maioria dos membros da casa. O ideal seriam todos, mas se você tiver a maioria já ajuda bastante para começar a controlar as finanças.

Isso pode parecer clichê e muito bobo, mas quando todos dentro de um mesmo espaço falam a mesma língua e entendem que estão dentro do mesmo propósito, fica mais fácil.

Logo, é essencial que todos entrem nessa missão. Isso ajudará no controle, regulamento, regras, entre outros fatores.

economia doméstica
Uma forma de economizar em casa é controlando o uso de energia elétrica

2. Monte uma planilha de gastos

O planejamento é fundamental em qualquer área e para todo o processo. E nesse caso não é diferente. Além disso, ter o controle do que está sendo utilizado e investido, monitorando todos os gastos e pontuando de acordo com a relevância, ajuda a estabelecer prioridades.

Hoje em dia há também várias ferramentas gratuitas para controlar os gastos. O GuiaBolso, por exemplo, é um dos mais usados.

A planilha de gastos serve para anotar os maiores compromissos e dívidas, de preferência aqueles que são fixos. Ela tem como objetivo, ainda, avaliar com o que mais tem sido gasto o dinheiro. Desse modo, é possível avaliar: determinado gasto é para algo relevante e que trará um dia algum resultado? Por isso é necessário sempre analisar o histórico dos seus gastos.

3. Tenha organização

Essa dica não fica em primeiro lugar por detalhes, mas diríamos que é uma das mais importantes atualmente. Ser organizado é uma virtude que poucos têm, mas que é preciso florescer ainda mais quando se trata de economia doméstica.

Algo que todo mundo projeta, mas não sabe definir, é um norte. O que ficou decidido, o que é prioridade e quais são as principais necessidades. Se não tiver isso, você acaba ficando ainda mais preocupado. Os moradores da casa, quando se organizam, vivem de maneira mais coerente e despreocupada.

4. Avalie o uso de automóvel

Combustível, estofamento, limpeza, arranhão, um conserto aqui e outro ali. Carro é como um filho, merece cuidado e deve ser supervisionado o tempo todo.

Se na sua família existe a possibilidade de diminuir o uso do automóvel, faça isso. Ou então, se mais de uma pessoa dirige, comece a usar apenas um carro para várias pessoas. Isso diminui prejuízo e faz grande diferença no final do mês.

5. Monitore a alimentação fora do lar

É preciso monitorar a alimentação fora de casa. Na correria do dia a dia, trabalho, faculdade e outros compromissos, opta-se por almoçar em restaurantes e lanchonetes. No entanto, o custo é bem maior do que, por exemplo, se levasse uma marmita de casa.

Portanto, analise o impacto do almoço fora de casa durante a semana e mude o seu estilo de alimentação.

6. Controle o uso de energia elétrica

Os avisos de mãe não são banais. Se você nunca ouviu nenhuma bronca por ter esquecido algo na tomada, algo de errado aconteceu. Dentro do lar é extremamente importante controlar o excesso de gastos com energia.

É possível economizar energia de diversas maneiras:

  • Diminuir o tempo que algo fica na tomada;
  • Não deixar a televisão ligada sem ninguém assistindo;
  • Se não está mais escutando, desligar o rádio;
  • Apagar todas as luzes e, de preferência, não acender durante o dia;
  • Não utilizar ventilador e ar condicionado no inverno.

7. Planeje a sua ida ao supermercado

Fazer compras também deve ser algo planejado, pois mexe demais nas finanças de uma família. Logo, a economia doméstica também depende de como será esta etapa do mês ou da semana.

Antes de ir ao supermercado, prepare uma listagem prévia do que é necessidade, liste a quantidade de cada coisa que precisa e quanto que se tem de dinheiro disponível.

A partir daí, é possível perceber o que poderá ser acrescentado ao carrinho que não é prioridade. Fazer isso antes é melhor do que no momento, pois você já mentaliza e evita extrapolar nas compras. O lema é sempre pensar no dia de amanhã.

8. Pratique o desapego

Todo mundo tem utensílios, roupas, acessórios, sapatos, entre diversas outras coisas que já não têm tanta importância e relevância do que quando foram compradas. Com o tempo foram perdendo o valor, e hoje só ocupam prateleira.

Atualmente é muito fácil praticar o desapego utilizando as redes sociais, criando um bazar, brechó ou então simplesmente postando as peças que deseja repassar e combinar a melhor forma de entrega com a pessoa interessada.

Isso ajuda e muito com as finanças! Você dá oportunidade de outra pessoa aproveitar algo que não está te fazendo falta e ainda consegue uma quantia que não estava na sua previsão de receita. Ao mesmo tempo que é planejado, acaba não sendo.

Há ainda outras formas de se dedicar à economia doméstica, como fazer as coisas por conta própria (sem contratar alguém), optar por um lazer mais caseiro, atividades que sejam mais suaves financeiramente, entre outros. São práticas simples, que só precisam ser preservadas.

Portanto, se você quer controlar as suas finanças e economizar em casa, pratique com essas dicas!

Gostou do nosso texto? Então continue a visita em nosso site e leia agora mesmo: “12 vilões que aumentam sua conta de luz“.

Taxas do Tesouro Direto: confira quais são e quanto custam

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imagem de uma calculadora com caneta para investimentos

Tesouro Direto é um tipo de investimento de renda fixa. Isso significa que, ao aplicar nessa modalidade, você já saberá o valor da remuneração no momento da aplicação. As regras vão determinar quanto tempo o dinheiro precisa ficar investido e quanto vai render. Mas, assim como todos os investimentos, também existem as taxas do Tesouro Direto.

Segundo a BM&FBOVESPA, esse é considerado um produto simples de investir. Antes, você deve estar se perguntando: o que é o Tesouro Direto? É um Programa do Tesouro Nacional desenvolvido em parceria com a BM&F Bovespa. Consiste na venda de títulos públicos federais para pessoas físicas, por meio da internet.

No Tesouro Direto é possível investir a partir de R$30. Os títulos possuem diferentes rentabilidades, que podem ser prefixada, ligada à variação da inflação ou à variação da taxa de juros básica da economia – Selic. Elas contam com diferentes prazos de vencimento e de fluxos de remuneração.

Assim, com o seu objetivo traçado e a meta definida, é possível escolher entre os diversos tipos de títulos e ver qual se adéqua da melhor forma às suas metas. Entre as vantagens de investir nessa aplicação está a liquidez diária.

Por ser uma aplicação de baixo risco, a remuneração pode não ser tão alta (lembre-se que para rentabilidade maior, o risco e o tempo investido são também maiores).

Investir no Tesouro Direto significa adquirir um título com a segurança do Tesouro Nacional. Cada um tem a sua própria data de vencimento definida, mas é possível resgatá-lo antes do prazo final contratado.

Rentabilidade do Tesouro Direto

Como mencionamos, cada título possui uma remuneração e prazo de resgate. Os títulos podem ser classificados em dois tipos de remuneração, de acordo com sua rentabilidade: prefixados ou pós-fixados.

Os prefixados são os títulos que possuem rentabilidade definida no momento do investimento. Assim, na hora de aplicar, o investidor saberá exatamente o valor que irá receber se ficar com o título até a data do vencimento.

Já os pós-fixados possuem seu valor corrigido por um indexador. A rentabilidade da aplicação depende do desempenho deste indexador, que pode ser inflação ou juros, por exemplo, e da taxa contratada no momento da compra.

+ Confira aplicativos para controlar seus investimentos

Para investir no Tesouro Direto, a quantidade mínima de compra é de 1% do valor de um título, desde que respeitado o valor mínimo de R$30,00. O investidor pode comprar 0,01 título; 0,02 título; 0,03 título e assim por diante. O valor máximo para aplicação é R$1.000.000,00 por mês. Para vender não existe limite financeiro.

O Tesouro Direto é um investimento que vende títulos públicos para pessoas físicas

Quais são as taxas do Tesouro Direto?

O Tesouro Direto possui algumas taxas. Segundo o próprio Tesouro explica, existe a cobrança de duas taxas nessa modalidade. A primeira é a taxa de custódia devida à BM&FBOVESPA de 0,30% ao ano sobre o valor aplicado.

Essa taxa corresponde aos serviços de guarda dos títulos, manutenção do sistema e envio de extratos mensais aos investidores. A taxa de custódia é cobrada a cada semestre, no primeiro dia útil de janeiro ou de julho.

A cobrança poderá ser, também, na ocorrência de um evento como recebimento de juros semestrais, resgate antecipado ou vencimento do título – o que ocorrer primeiro.

“A taxa de custódia é cobrada proporcionalmente ao período em que o investidor mantiver o título, e é calculada até o saldo de R$1.500.000,00 por conta. No caso em que, no semestre, a soma do valor da taxa da BM&FBOVESPA e da taxa da Instituição Financeira for inferior a R$10,00, o valor das taxas será acumulado para a cobrança no semestre seguinte, conforme regras já mencionadas.”

A segunda taxa cobrada é a taxa de administração devido às Instituições Financeiras sobre o valor aplicado. Ela é referente à transferência de valores, recolhimento do IR e abertura do cadastro do investidor. Essas taxas estão disponíveis para consulta no site do Tesouro Direto.

Segundo consta no portal do Tesouro, no momento da aplicação você pagará o valor da transação, composto pelo preço do título vezes a quantidade adquirida, e o valor da taxa da Instituição Financeira referente ao primeiro ano de aplicação.

A taxa da BM&FBOVESPA (0,3% ao ano) será provisionada diariamente a partir da liquidação da operação de investimento (D+2).

Vantagens de investir no Tesouro Direto

De acordo com o listado pela BM&FBOVESPA, uma das vantagens de investir no Tesouro Direto é o baixo risco e custo, já que pode ser uma aplicação honrada pelo Governo Federal e, comparados aos fundos de investimento, costumam ter custo menor.

Como o valor de investimento varia de R$30 a R$1.000.000,00, pode ser considerada uma aplicação versátil.

As diferentes datas de vencimento e de modalidades de pagamento permitem que você escolha aquele mais adequado à sua realidade. Inclusive, por causa da liquidez diária, é possível resgatar antes do prazo.

Com a diversificação em prefixado e pós-fixados, investir nos títulos públicos ganha mais um ponto na categoria de versatilidade. Para começar, então, a aplicar, basta ser uma pessoa física com CPF e conta em uma instituição financeira habilitada. Todo o procedimento das transações é feito pela internet.

Os impostos nas operações do Tesouro Direto são o Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF), para resgates da aplicação em menos de 30 dias, e o Imposto de Renda (IR), com alíquota regressiva a depender do prazo do investimento.

Quanto custa investir no tesouro direto?

Existem diversas taxas do Tesouro Direto que os investidores precisam conhecer antes de aplicar o dinheiro nesse tipo de investimento.

Além disso, outra informação importante é quanto custa cada uma dessas taxas. Conheça cada uma delas abaixo.

Taxa de administração da corretora

Essa taxa é cobrada por grande parte das corretoras de valores pela intermediação na negociação dos títulos públicos do Tesouro Direto. O investimento em títulos públicos requer a intermediação de uma corretora de valores.

Ao prestar esse tipo de serviços as instituições podem ou não cobrar por eles, ou seja, pela taxa de administração. Esses encargos também são chamados de taxa de agente de custódia, que tem o valor definido pela própria corretora.

O valor entre as corretoras que cobram pelo serviço pode variar entre 0,06% e 0,70% ao ano. A cobrança da taxa é realizada sobre o montante investido nos títulos públicos. O pagamento da taxa é destinado a cobrir os custos de intermediação na negociação de títulos públicos. 

Taxa de custódia da CBLC

taxas do tesouro direto
Existem quatro taxas que todo investidor paga no Tesouro Direto

É a taxa cobrada pela antiga Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia (CBLC), que hoje é a atual Câmara de Ações e Renda Fixa Privada, administrada pela BM&Bovespa.

A custódia dos títulos fica guardada na Bolsa de Valores, registrada no CPF do investidor.

Quem investe no Tesouro Direto paga taxa de custódia da CBLC no valor de 0,25% ao ano, que é obrigatória, e cobrada sobre o montante investido.

É importante ressaltar que desde o dia 1º de agosto de 2020, investimentos no Tesouro Selic de até R$ 10 mil estão isentos da taxa de custódia cobrada pela B3 (Bolsa de Valores). Os valores excedentes investidos (acima desse valor isento) continuam sendo taxados em 0,25% a.a.

É importante frisar que mesmo que a corretora contratada não cobre pela taxa de administração, você terá que pagar a taxa da CBLC. A taxa ainda remunera a instituição pela custódia dos títulos.

Imposto de Renda

O Imposto de Renda incide diretamente nos rendimentos, o que acontece no momento do vencimento do título, do resgate ou do pagamento de juros. Além disso, o valor da taxa é cobrado de acordo com a tabela regressiva, que incide sobre as aplicações financeiras da renda fixa.

Se você tem dúvidas se é necessário declarar no Imposto de Renda o investimento no Tesouro Direto, saiba que a resposta é sim. Porém, para isso é preciso se enquadrar nas seguintes obrigatoriedades:

– Ter rendimento de investimentos superior a R$40.000, no ano de referência;

– Ter um valor total superior de R$300.000 em bens ou direitos, incluindo as aplicações.

IOF

Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), uma taxa do Tesouro Direto, incide sobre os rendimentos das aplicações que têm prazo inferior a 30 dias. Isso funciona de acordo com a tabela.

O IOF funciona de forma bem simples. No caso de aplicar o dinheiro no Tesouro Direto e resgatá-lo em menos de 30 dias, você deverá pagar uma alíquota regressiva. Sendo assim, ela diminui de acordo com os dias em que o dinheiro ficou aplicado.

Por isso, é recomendado ao investir uma determinada quantia, deixar o dinheiro render. Mesmo que você tenha como objetivo construir uma reserva de dinheiro e acabe tendo que usá-lo antes de render o suficiente.

Como escolher o melhor título público?

A modalidade de investimentos do Tesouro Direto pode ser dividida em três principais ativos: sendo eles pré-fixados, Selic e IPCA+. Cada um deles têm as suas características em relação aos rendimentos.

O rendimento deve ser um fator a ser levado em consideração na hora que você for realizar a escolha de um título público. 

Mas o fator principal de escolha é o seu perfil de investidor. Toda pessoa antes de começar a aplicar o dinheiro precisa conhecer o seu próprio perfil para entender quais são os investimentos que mais combinam com a pessoa.

Vale lembrar ainda que quando o assunto é renda fixa, o retorno pode não ser tão alto quanto uma aplicação em renda variável. Mas seja renda fixa ou variável, você precisa sempre levar em consideração o seu perfil.

Além disso, os objetivos do investimento variam de pessoa para pessoa. E por isso, a sua escolha também deve levar em conta qual é o retorno esperado pelo investidor e em quanto tempo será possível ter o dinheiro.

O mais indicado é que quanto menos propenso ao risco, maior seja a aposta em títulos prefixados. Por outro lado, investidores que consideram a possibilidade de variações nos ganhos, podem aplicar em Tesouro Selic ou IPCA+.

Tesouro Direto Selic: dicas para investir

O Tesouro Direto Selic (LFT) é um dos investimentos mais seguros do mercado. Essa é uma das modalidades de títulos públicos, antigamente chamada de Letra Financeira do Tesouro (LFT).

Como o próprio nome já diz, sua rentabilidade está atrelada à variação da Taxa Selic. Se esta taxa sobe, a sua rentabilidade sobe junto. O investimento possui baixa volatilidade no curto prazo. Confira dicas para investir no Tesouro Direto Selic.

Gostou dessas informações? Confira tudo sobre o mercado financeiro e as modalidades de investimento aqui no FinanceOne.

Salário maternidade: veja como funciona e quem pode receber

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Gestante com a mão na barriga e trabalhando na cozinha com notebook

As mulheres que trabalham e estão grávidas precisam se afastar das atividades profissionais com a chegada do bebê. O período de licença-maternidade junto com o salário maternidade é garantido pela Constituição Federal, mas pode gerar dúvidas.

Quem pode receber? Quanto a mulher pode ganhar por mês? Como solicitar o benefício?

Se você tem esses questionamentos, continue lendo este artigo. Vamos explicar sobre o salário maternidade, quais os requisitos para receber e muitas outras coisas dúvidas. Boa leitura!

+ Como se planejar financeiramente para ter um filho

O que é a licença maternidade?

A licença maternidade é um período em que a mulher que está para prestes a ter um filho, acabou de ganhar um bebê ou adotou uma criança permanece afastada do trabalho. A licença surgiu no Brasil em 1943 com a Consolidação das Leis do Trabalho, mais conhecida como CLT.

Inicialmente, o afastamento era de 84 dias, além de ser pago pelo empregador. Com o passar dos anos, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) começou a recomendar que os custos fossem pagos pelos sistemas de previdência social. No Brasil, isso ocorreu em 1973.

O que é o salário maternidade e quem tem direito?

O salário maternidade é um benefício previdenciário pago à pessoa que fica afastada do trabalho por motivo de nascimento do filho, aborto não criminoso, adoção ou guarda judicial para fins de adoção.

O salário maternidade é pago pelo empregador, no caso das trabalhadoras com carteira assinada, ou pelo INSS, para quem contribui por conta própria.

As mulheres que têm direito ao salário maternidade são:

  • Trabalhadoras com carteira assinada;
  • Contribuintes individuais (autônomas), facultativas (estudantes, por exemplo) ou MEIs (Microempreendedores individuais);
  • Desempregadas;
  • Empregadas domésticas;
  • Trabalhadoras rurais (seguradas especiais);
  • Cônjuge ou companheiro, em caso de morte da segurada.

Portanto, a licença-maternidade é o período de afastamento das atividades profissionais. Já o salário-maternidade é o valor recebido do benefício durante o período de licença.

salario maternidade para quem serve
Quais são as regras para receber o salário maternidade?

As situações para solicitar o salário maternidade são:

  • Parto;
  • Adoção de menor de idade ou guarda judicial em caso de adoção;
  • Em caso de natimorto (morte do feto dentro do útero ou no parto);
  • Aborto espontâneo ou previsto em lei (estupro ou risco de vida para a mãe), a critério do médico.

Quais são as exigências para ter direito ao salário?

Para as trabalhadoras com carteira assinada, avulsas e empregadas domésticas, não há nenhum tipo de exigência.

No entanto, para as contribuintes individuais, facultativas, MEIS e desempregadas, é necessário ter ao menos dez meses de contribuições ao INSS antes de solicitar o benefício.

Para essas trabalhadoras, é preciso ter a chamada “qualidade de segurado”. Ou seja, ela precisa estar contribuindo com a Previdência ou estar dentro de um prazo que, mesmo sem contribuir, garante os direitos previdenciários.

Para as facultativas, por exemplo, o período é de seis meses. Ou seja, se parar de contribuir, o prazo máximo que ela poderia pedir o salário maternidade seria até seis meses depois da última contribuição.

Quem perder a qualidade de segurado precisará contribuir por ao menos cinco meses antes do parto para ter direito ao benefício. Para trabalhadora especial, é preciso ter exercido atividade rural nos últimos dez meses antes do parto.

+ Licença paternidade: entenda o que é e como funciona

Qual o valor do salário maternidade?

As trabalhadoras com carteira assinada receberão o mesmo valor do seu salário e pela própria empresa. O vale para as trabalhadoras avulsas.

Se a remuneração era variável, como no caso de vendedoras que recebem comissões, o valor será a média das últimas seis remunerações.

Já para as contribuinte individual, facultativa, MEI e desempregada, o INSS irá fazer uma média, somando os últimos 12 salários de contribuição (dentro de um período máximo de 15 meses) e dividindo por 12.

Exemplo: Se a soma dos últimos 12 salários for de R$15 mil, o valor do salário maternidade será de R$1.250. No entanto, se essa divisão ficar abaixo do salário mínimo em vigência, o valor sobe para o piso nacional.

E aí, conseguiu entender melhor sobre o que é e como funciona o salário maternidade? Então comente aqui embaixo o que achou e se conhece alguém que já precisou desse benefício.

Nubank Rewards: saiba o que é e como funciona

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Mão segurando um cartão do Nubank
Nubank é um dos cartões de crédito sem anuidade mais famosos

Você já escutou falar no Nubank Rewars? Muitos clientes da instituição financeira encontram essa opção no aplicativo do banco, mas não sabem muito bem para o que serve e quais benefícios podem ter com ela.

O Nubank Rewards é um programa de recompensas que foi lançado em 2017. Mas, atenção, ele é somente para os usuários do banco. Não é aberto para todas as pessoas, mas sim para os clientes.

As recompensas acontecem a cada real gasto que é convertido em um ponto. Porém, para participar desse programa é necessário pagar o valor de uma mensalidade ou anuidade, de acordo com o que o cliente preferir.

O valor da mensalidade, atualmente, é de R$19 ao mês ou de R$190 ao ano.

Mesmo com o lançamento do programa Nubank Rewards é comum encontrar pessoas que ainda tenham dúvidas de como funciona e se realmente vale a pena. 

Pensando nisso, o FinanceOne separou as principais informações para te ajudar a acabar com todos os seus questionamentos.

Entenda como funciona o Nubank Rewards

Apesar de muitos clientes ainda não saberem, o funcionamento do Nubank Rewards é bem simples. Depois que você paga a mensalidade ou anuidade do programa, ao utilizar o cartão de crédito passa a acumular um ponto a cada real gasto.

Vale ressaltar que as compras anteriores da sua entrada no programa não valem. Isso também vale para as compras realizadas em dólar. Nesse caso, o valor é convertido em tempo real.

Porém, a pontuação definitiva só aparece após o fechamento da fatura, até lá continuará o valor sem os pontos da compra realizada em dólar. 

Outra informação importante que você precisa saber é que os saques não valem para o programa de pontos. Somente as compras realizadas no cartão.

Outra vantagem do Nubank Rewards é que você pode apagar os seus gastos da fatura do cartão. Não entendeu? Calma, para que isso aconteça é necessário escolher uma compra e deslizá-la para a direita.

Depois disso, o banco lança um crédito na sua fatura com o mesmo valor da compra escolhida. Pronto! Você já teve o gasto apagado, ou melhor, pago do seu cartão. E isso vale para os seguintes gastos:

-> Corridas de Uber;

-> Diárias de hotel;

-> Passagens aéreas;

-> Mensalidades do Netflix;

-> Compras na Amazon;

-> Serviços de streaming de música, como Spotify e Deezer.

Como saber se o Nubank Rewards vale a pena?

Quando surge um programa novo de pontos ou ferramentas diferente em qualquer empresa financeira ou fintech, a primeira pergunta a ser feita é: vale a pena?

Isso mesmo, não é recomendado “ir na onda da galera”, mas sim buscar saber se as ferramentas ali atribuídas são vantajosas para você Será que para o seu perfil de cliente, compensa pagar a tarifa do Rewards?

Com o programa Nubank Rewards cada um real gasto é convertido em pontos

O próprio banco digital explica como saber se contratar o Nubank Rewards vale mesmo a pena. Para isso, será preciso analisar os seus gastos para comparar com o custo-benefício da proposta.

A depender de quanto você gasta por mês, talvez não seja tão compensatório. Por exemplo, o banco diz que costuma ser mais vantajoso para quem gastar acima de R$1.600 por mês, pois, assim, é possível superar o valor (R$) da assinatura.

Mas, se você tem dúvida, experimente! O Nubank possibilita que os seus clientes adquiram o serviço por 30 dias de forma gratuita, podendo cancelar a qualquer momento através do aplicativo.

Veja a tabela atual de conversão do Nubank Rewards

  • 10.000 pontos valem R$ 100 para voos e hotéis
  • 2.600 pontos valem uma mensalidade da Netflix em qualquer plano (R$ 19,90 a R$ 37,90)
  • 2.500 pontos valem uma viagem de Uber entre R$ 10 e R$ 25
  • 3.000 pontos valem uma compra na Amazon.com.br de até R$ 30
  • 2.000 pontos valem uma mensalidade de streaming de música (R$ 16,90 a R$ 26,90 no caso do Spotify)

Gostou dessas informações? Você já sabia que o cartão de crédito sem anuidade Nubank agora também permite acúmulo de milhas? Então vem que o FinanceOne te explica tudo isso!

Entenda como fazer gestão financeira para MEI

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Ilustração de uma pessoa fazendo anotações em papéis, com xícara de café e celular, em uma mesa de trabalho

O número de microempreendedores individuais (MEIs) no Brasil atingiu a marca de 11,3 milhões no ano em 2020. Mas será que esses profissionais sabem como é a gestão financeira para MEI?

De acordo com dados do Portal do Empreendedor, foram quase 2 milhões de novos registros em 2020. O maior número desde 2009, quando entrou em vigor a lei regularizando a categoria.

O Sebrae aponta que um terço das formalizações é de pessoas que começaram a empreender por necessidade. Ou seja, levaram ao pé da letra a ideia de que crise gera oportunidade.

“Com a dificuldade de recolocação no mercado, uma parte das pessoas passa a empreender por necessidade e o MEI é a porta de entrada para esse pessoal. Ou seja, se não há emprego, o pessoal cria o próprio emprego”, afirma o diretor-superintendente da entidade, Wilson Poit.

Apesar de garantir alguma fonte de renda em meio à crise, os microempreendedores individuais ainda enfrentam obstáculos em termos de faturamento.

Segundo pesquisa divulgada pela Neon, responsável pela plataforma MEI Fácil, 53% destes empreendedores viviam com até R$1 mil reais por mês ao fim de 2020.

Importância da gestão financeira para MEI

Dados do Sebrae apontam que cinco em cada dez microempreendedores individuais acabam encerrando suas atividades logo nos primeiros anos. Uma das principais causas é a ausência de um planejamento financeiro.

Ou seja, a gestão financeira para MEI é algo essencial para o sucesso desse tipo de profissional.

Tendo isso em vista esse cenário, o FinanceOne algumas dicas de como se planejar financeiramente para conseguir se desenvolver e crescer no mercado em que atua. Confira!

1 – Avalie a sua atual situação financeira

Para se planejar financeiramente, a primeira coisa que um Microempreendedor Individual precisa fazer é avaliar como está a sua atual situação financeira.

Procure fazer um diagnóstico das suas finanças, buscando avaliar e compreender quanto de dinheiro tem disponível em caixa, quais são as dívidas em aberto e os prazos das contas a pagar e a receber.

2 – Faça um fluxo de caixa

O Fluxo de caixa é simplesmente uma maneira de acompanhar, todos os dias, a entrada e saída de dinheiro da empresa e, logicamente, o saldo (quanto sobra) de cada dia.

Ficando de olho no fluxo de caixa do seu negócio, fica fácil fazer a previsão futura das despesas e receitas da empresa, e também facilita o planejamento do uso desse dinheiro para investir na empresa.

3 – Adote um sistema informatizado

Utilize ferramentas mais efetivas no controle dos processos empresariais. Sistemas de gestão eficientes ampliam os recursos.

Com eles, é possível ter dados importantes bem claros, como o faturamento do seu negócio, relatórios, despesas envolvidas na produção/entrega dos produtos e/ou serviços e os lucros obtidos, além de muitas outras funcionalidades que variam em cada software de gestão.

gestão financeira para MEI
Misturar as finanças pessoais com as da empresa é um dos erros mais comuns da gestão financeira para MEI

4 – Não misture finanças pessoais com as da empresa

É muito natural que o empreendedor cometa um erro: misturar finanças pessoais e finanças da empresa. Isso acontece principalmente no começo da empresa, quando o negócio ainda não gerou receita suficiente para se manter

Para evitar que isso aconteça, um bom planejamento financeiro é essencial.

Um bom primeiro passo para começar a segregar as contas pessoais e da empresa é ter uma conta corrente PJ.

Apesar de não ter uma legislação que determine isso, é muito recomendado. Justamente para que você possa segregar a pessoa física e a pessoa jurídica, que é a empresa.

5 – Estabeleça os objetivos financeiros do seu negócio

O planejamento de finanças do MEI deve conter os objetivos financeiros que se pretende alcançar.

É necessário considerar sua atual situação e também a realidade do mercado em que o modelo e negócio está inserido.

6 – Monitore seu desempenho financeiro

Finalizando as nossas dicas de planejamento financeiro para MEI, é importante que você defina os indicadores que serão utilizados para monitorar o desempenho das estratégias relacionadas às finanças do negócio.

Essas métricas servirão para orientar suas tomadas de decisão e para mostrar oportunidades de melhoria.

Agora que você já sabe como fazer um gestão financeira, veja como o MEI comprova renda!

Saiba se vale a pena colocar as contas em débito automático

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Homem passando cartão de crédito em uma máquina de cartão

Todo consumidor que possui conta em banco tem a possibilidade de escolher a melhor forma para efetuar o pagamento de seus boletos. Além das formas mais tradicionais, como o pagamento pela internet e na agência bancária, existe a opção de contas em débito automático.

Mas, será que vale a pena mesmo colocar as contas para serem pagas nesta função? Você considera válido essa ferramenta que os bancos disponibilizam?

Os mais esquecidos certamente dirão que sim, já que não é tão legal deixar de pagar uma conta por simplesmente esquecer de pagar aquela conta no dia de vencimento.

Contas atrasadas são, de fato, um problema para as suas finanças. Com as suas contas conectadas ao débito automático é bem melhor controlar os seus rendimentos sem a preocupação de faltar algo.

A contratação é muito simples. Você precisa apenas entrar em contato com o seu banco e solicitar esse serviço. Pode ser feito também através do computador ou aplicativo de seu banco.

Diante disso, é só solicitar a mudança para débito automático. Se houver a necessidade de cancelar após algum tempo, o procedimento a ser feito é exatamente o mesmo.

Vale a pena colocar as contas em débito automático?

8 vantagens das contas em débito automático

Quer saber se cadastras as contas em débito automático é uma vantagem para você? Confira esse top 8 de lados bons que o FinanceOne separou para você.

  1. O débito automático é gratuito e você não precisa pagar nenhuma tarifa a mais quando for optar por ele.
  2. Suas faturas serão pagas na data do vencimento. Sendo assim, pagar juros nunca mais.
  3. Se por algum motivo houver um atraso do seu boleto ou extravio, você não precisará passar por momentos burocráticos que muitas vezes são a solicitação de uma segunda via e ainda assim não ultrapassará a data do vencimento.
  4. Esquecimento? Nunca mais.
  5. Existem empresas que oferecem descontos para quem utiliza o débito em conta, ou seja, o valor das suas faturas ainda pode diminuir.
  6. Possibilidade de isenção da taxa adicional do boleto bancário.
  7. Enfrentar filas não será mais um martírio mensal.
  8. Dependendo da política do seu banco, você poderá ganhar pontos de relacionamento ao optar pelo débito automático.

Vale ou não a pena colocar as contas em débito automático?

Vale a pena colocar as contas em débito automático?

Para aqueles que não possuem controle financeiro, o débito automático pode se tornar uma desvantagem. 

Os pagamentos são realizados de forma automática e, por isso, é preciso conhecer seu saldo bancário para não correr o risco de cair no cheque especial e acabar tendo que pagar juros altos de empréstimo, mesmo sem ter feito um requerimento.

Outro tópico importante a considerar é a atenção nas cobranças. Saiba sempre o que e quanto você está pagando.

Pois, se houver uma cobrança indevida no meio das faturas habituais, você pagará sem nem ao menos perceber. Por esse motivo, mantenha sua atenção redobrada.

Com base no que foi esclarecido acima, se você é atencioso e está em busca de praticidade e menos preocupações, o débito automático é a opção ideal.  

Fique tranquilo, você não vai precisar pensar duas vezes para passar as suas contas para o débito automático. E principalmente, terá menos chances de ter o seu nome negativado pelo SPC ou Serasa.

Contudo, se o controle financeiro não é um dos seus fortes, pense melhor antes de tomar essa decisão. O conforto é uma ótima vantagem, mas você precisa reconhecer os seus limites. 

A busca pelo controle acontece de forma gradativa e é importantíssima.

Você precisa ter muito cuidado para que sempre tenha saldo suficiente que possa efetuar o pagamento das suas cobranças sem a temida dor de cabeça.

Dicas para organizar as finanças pessoais

A organização é primordial para que suas finanças sejam controladas e você se livre de dívidas. Somente uma pessoa organizada consegue manter as suas contas em débito automático sem cair em ciladas bancárias.

Ter um bom planejamento financeiro é saudável para a sua mente e para o seu bolso. Além disso, pode trazer ótimas consequências, principalmente no quesito poupar dinheiro.

Veja algumas dicas para organizar as suas finanças pessoais:

– Crie um orçamento: tenha em mente o valor da sua renda mensal e o quanto geralmente você gasta por mês.

– Defina suas prioridades: todas as dívidas devem ser sanadas, no entanto, saiba separá-las conforme os seus níveis de  prioridade. Utilize qualquer economia para que o ciclo vicioso da dívida possa findar.

– Corte gastos supérfluos: reveja seus hábitos de consumo, evite fazer compras desnecessárias ou adquirir um serviço que não é a sua prioridade no momento.

– Reserva de emergência: mantenha reservas de emergência, ela certamente o ajudará em momentos propícios. Além da segurança, você estará longe de fazer a contratação de um empréstimo.

Esse conteúdo te ajudou? Você agora já decidiu se quer ou não cadastrar suas contas em débito automático? Então comente aqui a sua opinião e se você já utiliza essa ferramenta!

Vistos para viagem em tempos de coronavírus: saiba como solicitar

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Mão feminina segurando passaporte e um avião de miniatura do lado

Com o aumento no número de casos da Covid-19 ocasionadas pela pandemia no Brasil, muitas cidades e estados voltaram para a fase de restrições mais severas. Se está difícil sair de casa, imagina ir para fora do país. Como será que ficou o processo de solicitação de vistos para viagem ao exterior?

Um fator que dificultou a vida de muitos brasileiros que precisavam viajar e emitir seu visto foi a variação brasileira de covid-19. Inclusive, já há registros de infecção em outros países e dado muitas dores de cabeça para presidentes e primeiros-ministros.

Ao todo, 106 países estão com restrições moderadas para a entrada de brasileiros. Nestes, é possível viajar desde que seja apresentado um teste negativo para covid-19 e o cumprimento de 14 dias de quarentena. Entre eles estão o México, a Irlanda e a Argentina.

Ainda assim, há outros 109 países onde brasileiros estão impedidos de entrar devido aos riscos da nova cepa. Estados Unidos, Portugal e Reino Unido aderiram a este bloqueio.

Além disso, muitos consulados não estão emitindo vistos. Já as entrevistas estão sendo remarcadas com validade de até um ano.

Por isso, verifique como está a entrada para o país que você está viajando. Dependendo do seu tipo de visto, sua permanência pode estar vetada.

Vistos para o exterior em tempos de Coronavírus: como solicitar?

Vistos para viagem aos Estados Unidos

Segundo a Embaixada e Consulado dos EUA no Brasil, o serviço de emissão de vistos está suspenso para imigrantes e não-imigrantes. É possível a emissão de um visto de emergência, mas estão avaliando caso a caso.

Atualmente, só podem viajar cidadãos estadunidenses, residentes legais (portadores de green card) e familiares de cidadãos norte-americanos, além de algumas categorias específicas. Estudantes e imigrantes não podem entrar.

+ Quanto custa um visto americano?

Vistos para Portugal

Para Portugal, não há necessidade de produção de visto se você for a negócios, missão cultural, cobertura jornalística ou negócios e retornar num prazo de 90 dias. No caso de moradia, estudos e permanência, há necessidade de visto.

Quer saber mais sobre as regras de visto em Portugal e tirar as dúvidas? Acesse o site do Consulado e confira!

Todavia, há um lockdown em vigor desde o dia 29 de janeiro que não permite voos entre Brasil e Portugal. Neste momento, só podem entrar:

  • Cidadãos nacionais da União Europeia;
  • Brasileiros residentes em Portugal ou países europeus;
  • Brasileiros em viagem por motivos profissionais (estudo, de reunião familiar/reagrupamento familiar, por razões de saúde ou por razões humanitárias). 

Há uma expectativa de que o governo português diminua as restrições agora em março, depois de um longo bloqueio, que baixou a taxa de contágio do coronavírus no país.

Vistos para viagem ao Reino Unido

Para o Reino Unido, a solicitação pode ser feita pelo site e-consular do Consulado Geral do Brasil em Londres. Contudo, o processo está funcionando em regime de lockdown, o que pode prolongar um pouco o prazo de atendimento.

Em fevereiro, foram impostas novas restrições e brasileiros não-residentes estão impossibilitados de entrar nos países que fazem parte do Reino Unido.

Como no Brasil já não há mais aeronaves que façam este trajeto, os brasileiros com residência na Inglaterra, Escócia, País de Gales ou Irlanda do Norte precisam fazer conexão em outro país que possua voos diretos para um desses destinos.

Então, o que fazer nessa situação?

O ideal neste momento é aguardar e postergar sua viagem até que a situação no Brasil esteja contida e que haja a abertura dos países para cidadãos brasileiros.

Estar em contato com as Embaixadas e Consulados é fundamental para saber o cronograma a ser seguido no momento de reabertura. Assim, você pode dar andamento ao seu plano assim que possível.

Quem já precisou preparar o visto para viagem, sabe que além das documentações e entrevistas, é necessário aguardar, já que existe um prazo para a análise.

Então, deixe toda a sua documentação preparada para dar a entrada em seu visto. Quando houver a possibilidade de reabertura, o consulado do país que você deseja viajar pode agilizar a documentação e você poderá passar por esse processo burocrático com um pouco mais de agilidade.

Gostou do nosso conteúdo? Confira aqui quais são as regras para o cancelamento de viagem.

Confira 10 dicas de como economizar na compra de roupas

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saiba como você pode economizar na compra de roupas
Para você economizar na compra de roupas, deve, antes de tudo, saber controlar o impulso consumista

Economizar na compra de roupas é uma tarefa difícil. A todo momento somos bombardeados com anúncios na TV e nas mídias sociais. E aqueles carrinhos que a gente monta e não conclui, e depois fica sendo “perseguido” por todo site que você vai? Fica quase impossível resistir a uma oferta assim, não é mesmo?

Mas não saber controlar a vontade de comprar por impulso é um perigo para as suas finanças. Isso porque pode levar a gastos além do que você poderia (ou deveria). Um exemplo são aqueles famosos cartões de loja. Sabia que os juros desses cartões podem chegar a até 875% para quem não pagar a fatura no prazo?

Na verdade, no seu dia a dia é possível economizar. Seja com a energia elétrica, a água e até mesmo no supermercado. Para manter o controle do orçamento da casa, você precisa seguir todas essas dicas para poupar.

A boa notícia é que o Indicador de Uso do Crédito apurado pelo SPC Brasil e a CNDL aponta que, na passagem de março para abril, a quantidade de consumidores que usou crédito caiu de 46% para 40%. Entre as modalidades de crédito mais usadas o cartão de crédito foi a principal. Em seguida vieram crediário, limite do cheque especial, empréstimos e financiamentos.

Dos usuários do cartão de crédito, as compras em supermercados são os produtos mais adquiridos com essa modalidade. Em seguida aparecem gastos com remédios, combustíveis, bares e restaurantes, roupas, calçados e acessórios, serviços de recarga para celular, entre outros.

Os gastos com roupas, mencionados acima, representam 29% dos produtos. Ou seja, ainda é alto o percentual de quem usa o crédito para pagar roupas. Como, então, economizar com esse tipo de compra?

10 dicas para você economizar dinheiro com roupas

A seguir, confira 10 dicas fundamentais para você economizar dinheiro com roupas. No final tem um bônus!

1 – Pesquise e compare preços

Pesquisar preços é essencial. E comparar, claro. O ideal é que você vá às compras com um objetivo em mente. Por exemplo, comprar um casaco mais quentinho ou uma calça nova.

Antes de fechar a compra na primeira loja que você entrar, faça uma pesquisa de preços. Aproveite para comparar os valores e você verá que nesse busca poderá encontrar uma boa oferta.

2 – Tenha paciência

Para pesquisar e comparar preços de roupas é preciso ter paciência. Se você é daquelas pessoas que gosta de ir ao shopping e resolver tudo em dez minutos, entrando na primeira loja que você lembrou, saiba que isso pode atrapalhar na hora de economizar. Portanto, tenha paciência para percorrer as lojas e procurar bem.

Não tenha medo das araras e baias de promoções! Dali podem sair ótimos achados. Ter paciência inclui também esperar. Você precisa (ou quer muito) determinada peça? Se essa compra não for comprometer em nenhum momento o seu orçamento, por que não esperar por uma promoção?

3 – Fuja da estação

O que nos leva a: fuja das roupas de estação! Durante a alta estação, você encontrará os itens por preços mais elevados. Aproveitar o início do verão para comprar roupas de inverno e vice versa pode ser bem melhor para o seu bolso.

Pesquisa aponta altos juros dos cartões de loja
É possível economizar na compra de roupas com algumas dicas

É comum também entre as trocas de estação, principalmente entre Primavera-Verão e Outono-Inverno, as lojas entrarem em liquidação. Por exemplo, durante os meses mais quentes, aquelas roupas dos mais frios são vendidas por preços mais baixos. Se você quer economizar, deve ficar atento a isso.

4 – Aproveite o término das festas de fim de ano

Falando em baixa estação, sabe quando as festas de fim de ano acabam? É quando as lojas liquidam todas aquelas roupas que estavam bem mais caras durante o Natal e Ano Novo. É nessas épocas que a demanda é muito alta e, portanto, o preço mais ainda.

Esperar chegar janeiro e fevereiro pode ser uma boa época para comprar aquela peça que você que você viu no final do ano e não teve coragem de levar por causa do preço. E ainda conseguiu resistir ao uso do cartão, prevendo que início de ano os gastos costumam ser maiores.

5 – Evite usar o cartão de crédito

O índice do SPC e a CNDL mostra que embora a maioria dos consumidores entrevistados – 73% – tenha afirmado que conseguiu pagar a fatura integral do cartão de crédito, 25% acabou entrando no rotativo. É com isso que você deve ter cuidado, já que os juros do rotativo do cartão de crédito são alguns dos mais caros do mercado.

Por isso que, antes de fazer uma compra de valor que possa comprometer suas finanças, você precisa estar bem planejado e pronto para esse gasto. E, claro, sempre avaliar se tal compra é realmente necessária.

6 – Customize e combine roupas

Antes de decidir por uma compra, você pode (e deve) verificar o que tem no armário. Promova aquela grande arrumação, separando aquilo que pode ir para doação, o que será descartado e aquilo que você vai manter.

Na pilha do que vai ficar, você pode separar peças para serem repaginadas. Uma calça jeans, por exemplo, pode ser transformada em um short.

Saiba também como combinar as roupas que você possui. Para ter mais possibilidades, tente ficar no básico. Manter suas roupas mais básicas vai permitir um número maior de combinações entre as peças e com os acessórios, para dar aquele charme extra.

7 – Acompanhe as redes sociais

Para buscar aquelas peças que você realmente precisa ou que vão dar o charme extra no seu guarda-roupa, fique ligado nas redes sociais. É lá que as promoções serão anunciadas.

E muitas lojas promovem também bazares, em que é possível adquirir itens com um precinho bem mais em conta.

8 – Evite fazer compras aos finais de semana

Durante os finais de semanas os shoppings e lojas costumam estar mais cheios e você pode acabar comprando uma roupa que não precise tanto por conta da pressa de sair logo da loja.

Já durante a semana as lojas estão mais vazias e, consequentemente, é possível realizar as compras com mais calma e pensar melhor se você deve ou não realizar a compra. Além da vantagem de não ter a pressão dos vendedores para que você adquira o produto.

9 – Faça compras em lojas virtuais

Com a internet, opções de lojas não faltam. E é possível encontrar diversas marcas mais baratas que as convencionais. Pesquise e veja se a loja oferece o produto que você está procurando. Essa é uma ótima forma de economizar ao realizar as compras online.

Mas, atenção! Antes de finalizar a compra pesquise a reputação da loja no Reclame Aqui e até mesmo nas redes sociais para saber se é confiável realizar a compra ou não.

10 – Calcule o custo de roupas por uso

É comum se assustar com o preço de algumas peças, por isso, o ideal é que você considere o retorno sobre o investimento realizado. Mas como fazer isso? Simples, realize uma rápida análise de custo por uso da roupa.

Depois multiplique o número estimado de vezes que você usará a roupa por um determinado período de tempo. Agora é só dividir o custo por esse número para saber quanto vai gastar por uso.

Dica bônus: lojas de fábrica (Cuidado!)

Ficar ligado nos ‘achadinhos’ das redes sociais tem o seu perigo. Isso porque você pode não resistir a uma liquidação ou bazar. Ou, ainda pior: descobrir a loja de fábrica onde você compra barato o ano todo.

Portanto, ter autocontrole é fundamental para economizar na compra de roupas.

Esse conteúdo te ajudou? Conhece alguém que precisa começar a economizar na hora de comprar roupas? Então compartilhe esse conteúdo com outras pessoas para que elas também comecem a economizar.

Entenda o que é ganho real e como calculá-lo?

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Aplicativo móvel - Robo-conselheiro

Se você é daqueles que vive ligado no mercado de investimentos é preciso saber os principais conceitos e entender como aplicá-los, seja lá qual for a sua modalidade. Já parou para pensar sobre ganho real ou rentabilidade real?

Independentemente se a resposta for sim ou não, entenda melhor agora o que é e como calculá-lo. O FinanceOne te ajuda!

O conceito de ganho real está muito associado ao de rentabilidade. Por isso, todo bom investidor, seja ele novo nesse mercado ou bem experiente, deve se preocupar com esses conceitos, principalmente ter um olhar crítico no que se refere ao percentual de rentabilidade.

ganho real
O ganho real está associado à rentabilidade

Afinal, o bom investidor que se preze busca uma rentabilidade favorável no mercado financeiro. Dessa forma, é possível encontrar várias formas coerentes de calcular o ganho real desses investimentos, por isso ambos estão interligados.

Entenda o conceito de ganho real

Para entender o conceito de ganho real é bom compreender que ele está relacionado aos efeitos causados na inflação, durante um determinado período. É possível calcular o ganho real em diferentes investimentos no mercado.

Ganho real ou rentabilidade real de um certo investimento nada mais é do que o ganho que é encontrado em uma aplicação. Essa aplicação, no entanto, já está com inflação descontada.

Como identificar a rentabilidade real de um determinado investimento?

A resposta para essa pergunta não é fácil. Para isso, basta descontar a inflação da rentabilidade durante o período. Para ficar mais fácil de entender, é o valor bruto que foi obtido pelo investimento, não sendo considerado quaisquer perdas de dinheiro.

Como calcular o ganho real?

Muita gente carrega erradamente o conceito de ganho real. Logo, não consegue calcular de fato esse ganho e a rentabilidade não condiz com os resultados oficiais.

Se você acha que calcular o ganho real é descontar a rentabilidade da aplicação, você precisa entender um pouco melhor.

A informação não está totalmente errada, porém não consiste em apenas isto. Calcular o ganho real não é somente a subtração da inflação pelo período.

Em uma hipótese de uma rentabilidade de 10% ao ano, com 5% de inflação, logo obteria 5% de ganho real? Entenda melhor para não se perder.

O primeiro passo para calcular o ganho real de um investimento é descontar os impactos da inflação sobre o valor que foi investido. O investidor tem o costume de calcular o retorno real desse investimento.

Você precisa considerar sempre os valores nominais, além de descontar o quanto houve de inflação em um ano. Assim será possível identificar o quanto obteve de ganho.

Calcular a rentabilidade real de um investimento é uma maneira de ter uma vida financeira saudável. Como assim? Identificando sempre quanto há de inflação, além de saber se a carteira de investimento está dando um retorno favorável.

Estar ligado e acompanhando essas transações é de extrema relevância. Isso porque é possível alcançar um ganho negativo e acabar perdendo dinheiro, em vez de um retorno positivo.

Como a inflação interfere nesse cálculo?

É preciso que você entenda o conceito e como a inflação impacta todo esse processo de rentabilidade e ganho real no mercado de investimentos. O bom investidor que pretende alcançar objetivos mais concretos precisa saber descontar a inflação do rendimento, pois assim consegue medir se os resultados são de fato positivos ou negativos.

Para entender é preciso saber que inflação é o efeito de um aumento dos preços, de maneira generalizada. O controle da inflação é do Banco Central, que trabalha há anos com um fator chamado regime de metas de inflação.

Os investimentos precisam render, ao menos, a inflação daquele período, pois assim não haverá perda de dinheiro e não terá uma rentabilidade negativa.

Todo investidor busca, portanto, um investimento com uma rentabilidade positiva, onde quanto maior o ganho, maior será o retorno financeiro.

Melhores investimentos a curto prazo

A tarefa de cuidar do dinheiro não é fácil, porém essencial e requer muito cuidado, esforço, planejamento e organização.

Unir esses fatores é algo essencial para manter uma vida financeira saudável e alcançar bons objetivos.

Alguns investimentos são mais procurados pelos investidores pois trazem resultados mais rápidos, a curto prazo.

Dentre as opções, as característica variam, com rentabilidade mais baixa, outros com nível um pouco maior. O importante mesmo são os resultados positivos que trazem em um curto espaço de tempo.

As 5 melhores opções são:

CDB;

LCI;

– Tesouro Selic;

– Fundos de renda fixa atrelados ao CDI;

– Fundos de renda fixa referenciados DI.

E aí, conseguiu entender melhor o conceito de ganho real? Aqui no FinanceOne você fica por dentro de todos os principais assuntos do mercado financeiro. Continue navegando!