O Banco Central (BC) anunciou, logo após a divulgação do Pix, uma nova funcionalidade ao sistema de pagamentos instantâneos. É o Pix Cobrança, destinado aos microempreendedores individuais, prestadores de serviços e pequenas empresas.
O serviço, de acordo com o BC, estará disponível a partir do dia 14 de maio.
Com essa nova função, os negócios poderão oferecer aos clientes e parceiros uma possibilidade de pagamento mais prática, além do BC estar alinhado às novas tecnologias nos meios de pagamentos.
O PIX consiste em um novo método de pagamento instantâneo e transferência bancária. Para empresas, além das já citadas funcionalidades, haverá uma ferramenta que substitui os tradicionais boletos bancários. Esta é a principal característica do PIX Cobrança, que pode ser utilizado tanto em lojas físicas quanto no e-commerce.
Quando o Pix foi divulgado, o BC já havia dito que pessoas jurídicas poderiam utilizá-lo também para oferecer aos clientes uma nova forma de pagamento via QR Codes.
Tais pagamentos podem se referir, por exemplo, a cobranças imediatas ou futuras, a exemplo de mensalidades recorrentes de prestação de serviços. Em resumo, o Pix Cobrança tem como objetivo substituir os boletos, bastante utilizados atualmente.
As principais diferenças entre o Pix, Pix Cobrança e boleto bancário
Como falamos, o Pix já permite transações financeiras para pagamentos e transferências via QR Code. Contudo, elas são realizadas de forma imediata. Ou seja, são compensadas assim que a leitura do código é feita.
Já o Pix Cobrança, apesar de também utilizar o QR Code, dá às partes envolvidas na transação a possibilidade de determinar uma data futura para pagamento.
Assim, é possível programar recebimentos e dar aos clientes os dias necessários para quitação dos valores, por exemplo. Esse é o mesmo processo que acontece com os boletos bancários, porém, com duas diferenças. A primeira é o uso do QR Code e não do código de barras tradicional.
Saiba como funciona a nova modalidade Pix Cobrança e quais as vantagens para o seu negócio
A segunda, certamente a mais importante, é que o boleto exige um tempo de compensação, fazendo com o que valor pago demore alguns dias para cair na conta do recebedor – em média, três dias após o pagamento. Já com o Pix Cobrança isso acontecerá de forma instantânea.
Quais as vantagens do Pix Cobrança?
Podemos dizer que os benefícios do Pix para as pessoas físicas também se estenderá aos usuários do Pix Cobrança. Confira algumas vantagens que separamos:
Agilidade para receber
Com o Pix Cobrança, o dinheiro estará na conta do recebedor imediatamente. Algo que não acontece, por exemplo, com o pagamento de boletos, pois estes podem levar até três dias para serem compensados.
Ou seja, o negócio que passar a utilizar essa funcionalidade terá o dinheiro disponibilizado de forma rápida, o que concede mais controle ao fluxo de caixa também.
Praticidade para o cliente
Imagine o quanto não é nada cômodo para o cliente – e para a empresa – ter que esperar por três dias até o boleto compensar para confirmar a compra de um produto, por exemplo.
O Pìx Cobrança acaba com isso, já que o boleto vira um QR Code facilmente disponibilizado para o cliente. Com isso, em poucos segundos, ele realiza o pagamento.
Diminuição nos custos
Uma das vantagens do Pix para as empresas é a diminuição das taxas aplicadas por transação. Ou seja, os valores aplicados para lojistas, MEI e outros grupos serão mais moderados que os aplicados por bancos para transações variadas, como transferência e emissão de boletos.
Pagar o INSS como autônomo é a garantia de conseguir benefícios como aposentadoria, auxílio-doença e salário-maternidade.
Existem duas maneiras para os autônomos contribuírem para o INSS: pelo plano normal de contribuição ou pelo plano simplificado de contribuição. A grande diferença é que o plano normal dá direito à contagem do tempo de serviço para aposentadoria e o simplificado não.
Por isso, a grande questão é: é mais vantajoso ser autônomo ou abrir uma empresa e se tornar uma pessoa jurídica? Essa decisão depende de alguns fatores, como o tipo de atividade que você exerce e o seu rendimento mensal.
Alguns profissionais que prestam serviços podem trabalhar sem necessariamente abrir uma empresa. Porém, é preciso avaliar se essa é realmente a forma ideal de atuação para cada caso.
4 passos para pagar o INSS como autônomo
1º passo – Fazer a inscrição no Programa de Integração Social (PIS).
2º passo – O trabalhador autônomo é inscrito como “contribuinte individual”. Portanto, é necessário que você tenha registro no PIS ou programa de integração social. Se você já trabalhou de carteira assinada, então provavelmente você já possui um número. Mas se você nunca contribuiu, é só inscrever-se pela internet.
3º passo – Escolher o tipo de contribuição.
4º passo – Efetuar o pagamento da Guia da Previdência Social (GPS). A GPS, que é o “carnê do INSS” pode ser preenchida manualmente ou pela internet.
Depois de preenchida é só levar a guia até uma instituição bancária ou casa lotérica, e efetuar o pagamento – com vencimento para o dia 15 do mês seguinte.
Tipos de contribuição para autônomos
Existem duas formas de pagar o INSS como autônomo, e a diferença entre elas é o valor que é pago mensalmente e os benefícios a que o segurado tem direito.
– Código 1007 – O valor da contribuição será de 20% do salário, limitado ao teto da previdência.
– Código 1163 – Valor de 11% do salário mínimo. Você receberá o valor de um salário mínimo de aposentadoria.
Quais as vantagens de ser um profissional autônomo?
O profissional autônomo não tem que prestar contas a um superior ou seguir uma hierarquia, que é necessária em regimes de CLT. Ou seja, esse profissional poderá seguir sua própria metodologia de trabalho, tendo comprometimento real apenas com os resultados a serem alcançados por seus serviços.
Trabalhar como autônomo permite o equilíbrio da vida pessoal e profissional, fazendo com que as duas coexistam de uma maneira orgânica e saudável. Portanto, a flexibilidade do profissional autônomo é uma das maiores vantagens desta categoria.
Por fim, a carga tributária é menor. Para trabalhadores em regime CLT, os impostos tributados mensalmente podem chegar a até 27,5% de seu salário.
Já nos trabalhos autônomos, se você optar pelo regime de MEI (Microempreendedor Individual), por exemplo, é possível pagar o INSS como autônomo ou repassar esse gasto a seu contratante. O que, nesses casos, geralmente, significa apenas 5% de seus ganhos mensais.
Quando vale a pena abrir uma empresa?
Em alguns casos, atuar como autônomo significa recolher mais impostos. Por essa razão, acaba valendo mais a pena abrir uma empresa. Normalmente, se o rendimento mensal do profissional for maior do que R$5 mil, fica mais vantajoso atuar como pessoa jurídica.
O recolhimento de impostos funciona de modo diferente para quem abre um negócio, tem CNPJ e emite notas fiscais. A tributação nesse caso é menor e varia de 8% a 15%.
Se a sua atividade for compatível com o Microempreendedor Individual (MEI) e o faturamento for de até R$81 mil por ano, essa pode ser uma ótima opção para ter um CNPJ.
O MEI é isento de tributos federais e paga um valor fixo mensal de acordo com a ocupação. Além disso, ele tem acesso aos benefícios do INSS.
Contudo, além do limite de faturamento anual, não é qualquer atividade que se enquadra como MEI.
Por isso, para escolher a forma correta de formalização, é preciso, além de considerar a atividade e o faturamento, também verificar de que modo o negócio está regularizado e qual é o aspecto societário referente ao exercício profissional em questão.
Antes de mais nada, você sabe quais são as moedas mais valorizadas do mundo? O índice Big Mac, desenvolvido pela revista britânica The Economist, pode ser um bom parâmetro.
O indicador funciona a partir do monitoramento de preço do sanduíche Big Mac, da rede MC Donalds, que tem lanchonetes em todos os continentes com o mesmo cardápio.
Em seguida, os preços locais são convertidos em dólar e comparados com o preço do sanduíche nos EUA, país que emite a moeda.
De acordo com os últimos dados do índice, de janeiro de 2020, o Real está desvalorizado em quase 30%, em relação ao dólar americano.
Real está entre as moedas mais valorizadas do mundo, junto com dólar e euro
Conforme o The Economist, o Índice Big Mac é uma aplicação da teoria da paridade do poder de compra. Então, a partir da variação do preço do mesmo sanduíche em países diferentes, ele indica o movimento de fortalecimento ou enfraquecimento de uma moeda frente ao dólar.
Como resultado, das 41 moedas acompanhadas pela revista, a mais frágil é a Libra Libanesa, com uma subvalorização de 69% frente ao dólar. Em contrapartida, apenas três moedas estão sobrevalorizadas em relação ao dólar: o franco suíço (+28,8%), a coroa sueca (+12,6%) e a coroa norueguesa (+7,5%).
Países emergentes tiveram desvalorização em suas moedas, mas conseguiram se recuperar
Segundo a revista, um crash no peso argentino chegou a deixar com 49,8% de desvalorização frente ao dólar. Atualmente, o país está se recuperando mas ainda apresenta uma desvalorização de 34% em comparação com a moeda americana.
Ainda há outras duas moedas de mercados emergentes, a lira turca e o real brasileiro, também parecem mais baratas porque o preço do sanduíche, em dólar, caiu.
A Economist lembra que, para moedas emergentes, estar subvalorizada no índice Big Mac não é necessariamente sinal de que a taxa decâmbio deve subir em breve.
Isso porque o custo do hambúrguer depende parcialmente de itens não comercializáveis, como aluguéis e salários, que tendem a ser menores em países mais pobres.
Real é uma das moedas que mais perdeu valor frente ao dólar
O Real é uma das moedas que mais perdeu valor comparado ao dólar americano
O real acumula desvalorização de quase 30% frente ao dólar até o presente momento.
Ainda de acordo com a pesquisa, a moeda brasileira é a terceira que mais se desvalorizou frente ao dólar de janeiro a maio de 2020.
O Real fica atrás apenas da lira turca e do peso argentino.
A pesquisa diz ainda que desde a última atualização do índice, a moeda da Turquia acumulava uma desvalorização de 64,5% na comparação com o dólar.
Moeda x Quanto desvalorizou frente ao dólar
Peso argentino – 34%;
Lira turca – 64,5%;
Real – 29,8%;
Rublo russo – 68%;
Rupia indiana – 54,3%;
Peso filipino – 47,8%;
Dólar australiano – 11,9%;
Rupia indonésia – 57,5.
No que o investidor brasileiro aplica seu dinheiro. Fonte: Anbima
Moedas mais valorizadas do mundo: vale investir?
As aplicações em moedas estrangeiras são excelentes alternativas, principalmente em momentos de alta inflação. Esse recurso, no entanto, pode ser usufruído por todos os investidores, sem restrições, como já foi antigamente.
Mas fique atento, não basta apenas comprá-las para deixar valorizar. É preciso saber que as moedas estrangeiras também são um ativo da renda variável ou fixa, que podem mudar sua cotação a qualquer momento.
Além disso, você precisa entender o comportamento do mercado e tomar alguns cuidados.
Muitas pessoas investem em moedas estrangeiras com fundo de dólar, simplesmente seguem a moeda ou guardam quantias em casa.
Se for para ter apenas parte do capital alocado dessas formas, pode ser interessante. Assim como para quem tiver pequenos valores iniciais.
Do contrário, recomendamos você a procurar opções de renda variável como o Forex, ações americanas e bonds. São alternativas melhores e muito mais confiáveis do que deixar o dinheiro na sua residência, sem render nada.
Primeiramente, quando se ouve falar a respeito de criptomoedas, lembramos quase que instantaneamente do Bitcoin. Afinal, essa foi a primeira moeda virtual a surgir.
Criada em 2008 e trazendo muitas novidades no mercado financeiro, ela de certa forma, ajudou a construir espaços para as mais de mil moedas digitais diferentes que existem atualmente. Talvez seja por isso que continua com a sua fama imponente.
Por isso, a vantagem dessas moedas virtuais é que não há a necessidade de um intermediário, como nos bancos, para a realização de transferências e pagamentos entre pessoas.
Desde então, cada vez maisas criptomoedas se valorizaram e ganharam espaço no mercado.
Apesar de ser uma moeda virtual jovem, constantemente surgem novas possibilidades de investimentos que podem gerar ótimos resultados.
Sendo assim, preste atenção nas moedas alternativas e quais as melhores vantagens para os seus negócios financeiros.
Você sabe quais são as outras criptomoedas que compõem esse mercado que seguem em constante crescimento e atualizações? Confira as sete principais criptomoedas do mundo:
#1 Bitcoin
Ele já foi mencionado, então precisamos começar contando um pouquinho sobre sua história.
Essa moeda foi divulgada há mais de dez anos por Satoshi Nakamoto, aliás, o criador possui uma identidade misteriosa e nunca foi visto.
O Bitcoinpode ser usado para pagamentos em estabelecimentos, não apenas na internet, e até para pagar impostos, dependendo do seu país e dos termos de utilização.
#2 Ethereum
Com ela é possível realizar contratos inteligentes e aplicativos descentralizados.
Então, para adquirir, o interessado pode comprar em sites de corretoras ou minerando. A segunda opção é um pouco mais complicada, pois é necessário obter uma placa de vídeo.
#3 Binance Coin
Com essa moeda, é possível transformar os centavos de saldo em Binance Coin. É comum também que as pessoas consigam pagar as taxas de trade em corretoras chinesas com desconto.
Hoje, ela é uma das moedas virtuais mais procuradas no mercado.
#4 Tether
O Tether (USDT) é uma criptomoeda com lastro em uma moeda física lançada em 2014 com uma proposta de paridade com o dólar dos Estados Unidos. Sendo assim, o Tether é um ativo completamente diferente dos tradicionais Bitcoin, Ethereum e Ripple, por exemplo
Por conta de sua estabilidade de preço, o Tether se tornou uma ótima opção para transferências entre sistemas e com diferentes criptomoedas. Com isso, os usuários conseguem fugir da volatilidade de outros ativos e não correm riscos de perdas significativas enquanto realizam as operações.
#5 Ripple XRP
Desenvolvida pela Ripple, a XPR é competente com o Bitcoin e, em 2019, apresentou uma alta inesperada chegando a ficar 10% mais cara em pouquíssimos dias e isso ocorreu após um tempo de queda contínua.
Para utilizá-la, não é necessário ter saldo em diferentes moedas digitais convencionais em países diversos para executar transferências.
Por fim, isso ocorre com a intenção de reduzir os custos e retirar a necessidade de que fazer o dinheiro viajar de um lugar para o outro.
#6 Cardano
A Cardano (ADA) é uma plataforma criada em 2015 por Charles Hoskinson, co-fundador da Ethereum, e possui um projeto bastante ambicioso. Sua intenção é unir as melhores características e funcionalidades de todas as mais de 2 mil criptomoedas existentes no mundo, resolvendo problemas e oferecendo novas soluções para as moedas digitais.
Um dos principais objetivos da Cardano é, usando um blockchain, ser uma moeda digital, assim como o Bitcoin. A ideia é servir como um meio de pagamento alternativo em países que têm dificuldades de acesso a bancos. Para isso, um de seus focos é melhorar a velocidade com que as transações são feitas.
#7 Dogecoin
Dogecoin é a criptomoeda mais famosa e peculiar do planeta. Isso porque, a dogecoin foi criada em 6 de dezembro de 2013 por uma dupla de engenheiros de software, basicamente como uma piada
É a 5ª criptomoeda mais valiosa do mercado, de acordo com a CoinMarketCap, e subiu mais de 6.000% neste ano.
A demanda por dogecoins aumentou tanto nesta semana, que momentaneamente quebrou o sistema de negociação de criptomoedas da plataforma Robinhood.
Resultado: a vida não está fácil para o investidor brasileiro. Não à toa, cresce no mercado a procura por opções que prometem driblar o risco no Brasil.
São aplicações, em geral, lastreadas em ativos internacionais, como fundos de moedas estrangeiras e ações de empresas negociadas nos Estados Unidos.
Isso porque o Euro, Dólar e Libra, moedas mais valorizadas do mundo, estão na lista das moedas mais valorizadas em termos de economia.
A moeda adotada em boa parte da Europa, a moeda americana e a britânica, respectivamente, são as mais seguras e estáveis por conta da forte economia dos países que a sustentam.
Portanto, outra opção é investir em criptmoedas. O FinanceOne ensina o passo a passo através do nosso e-book para quem deseja aplicar nesse mercado que cresce ano a ano.
Modalidade de investimento em expansão no Brasil, o Equity Crowdfunding é uma grande oportunidade para investidores
Em 2009, o WhatsApp era um aplicativo que mal funcionava com apenas dois programadores. Cerca de cinco anos depois, ele foi comprado por U$19 bilhões pelo Facebook.
Em 2016, a Unilever adquiriu o Dollar Shave Club por U$1 bilhão. Antes, a empresa era formada por dois homens frustrados pelo custo de giletes, que resolveram entrar em uma incubadora de empresas.
Em 2017, a gigante britânica de energia Centrica, comprou a REstore por US$81 milhões. A REstore começou suas operações seis anos antes com dois executivos deixando seus cargos em corporações depois de terem identificado uma oportunidade no mercado.
Ainda em 2017, o Private Equity TSG Consumer Partners adquiriu 23% da cervejaria escocesa Brewdog e, com isso, possibilitou um “exit” para os investidores iniciais, que tinham investido na empresa através de uma rodada de equity crowdfunding em 2010. Eles tiveram um retorno de 2.800% em apenas sete anos.
E o que todas essas empresas têm em comum? Todas começaram sua trajetória como startups. Todas geraram múltiplos retornos para seus investidores iniciais.
O fato é que é possível enriquecer investindo em startups, se você aplicar a estratégia correta e ter um elevado grau de paciência.
Nesse post, vamos falar sobre equity crowdfunding, uma modalidade de investimento que está revolucionando a maneira como os investidores brasileiros têm retornos financeiros.
O que é o equity crowdfunding?
O Equity crowdfunding é a maneira mais fácil de investir em startups.
Ele também é conhecido no Brasil como crowdfunding de investimento ou investimento participativo e permite que você invista diretamente em startups pré-selecionadas por plataformas autorizadas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e, dessa forma, construa um portfólio de startups.
Basicamente, você adquire um percentual da empresa – que tem um potencial de crescimento exponencial – em troca do seu investimento.
Antigamente era quase impossível para pessoas físicas acessarem oportunidades de investir em startups. A maioria dos fundos de investimento não ofereciam esse tipo de ativo.
Dessa maneira, se você quisesse fazer um aporte em uma startup, teria que fazer isso do zero. Considerando o processo lento para realizar isso de maneira offline, fica evidente o motivo para a maioria dos interessados nesse mercado ter desistido.
Buscar startups que precisam de investimento, fazer um estudo do produto e do mercado, conhecer os fundadores, realizar conversas presenciais, ter uma equipe jurídica para estruturar o investimento, negociar valuation e termos de investimento: o processo é extenso e demanda paciência e recursos. O Equity Crowdfunding veio mudar isso.
Com este modelo, você pode investir em startups pré-selecionadas sem deixar o conforto da sua casa.
Investimentos em startups é uma oportunidade para investidores
A ideia de investir em startups é atingir retornos elevados, muito maiores do que os que os investimentos tradicionais permitem.
Vamos supor que você compre 3% de uma startup através de uma plataforma de Equity Crowdfunding quando a startup possui valuation de R$5 milhões. Isso equivale a um investimento de R$150 mil.
Anthony Mc Courtney, Diretor de Investimentos da EqSeed
Alguns anos e outras rodadas de investimento após o seu aporte, essa startup já escalou no mercado e se tornou um player importante. Importante o suficiente para chamar a atenção de uma grande empresa, que propõe comprá-la. A startup aceita e é comprada por R$300 milhões.
No momento da transação, é razoável assumir que você teria em torno de 1,5% da empresa investida, por conta das rodadas de investimento subsequentes. Dessa forma, você recebe 1,5% de R$300 milhões, o que equivale a R$4,5 milhões.
De R$150 mil para R$4,5 milhões, ou seja, um retorno de 30 vezes o valor investido.
É importante ressaltar que investimentos em startups são de alto risco, baixa liquidez, e que muitas das startups não terão sucesso. É por isso que os investidores de startups bem sucedidos aplicam a estratégia de diversificação.
A oportunidade para investidores é evidente. Essas empresas têm um enorme potencial de crescimento, com velocidade e escala impressionantes.
O Equity Crowdfunding na prática
O Equity Crowdfunding está revolucionando a maneira com que os investidores acessam investimentos de grande potencial para diversificar sua carteira e buscar retornos acima da média.
Existem diversas plataformas de Equity Crowdfundingc, como a EqSeed, operando no Brasil. O processo de investimento é simples e 100% online.
Dentro de cada rodada de investimento, você consegue achar todas as informações que você precisa para tomar sua decisão de investimento, tais como o histórico da empresa e seus fundadores, descrição do produto e modelo de negócios, a proposta comercial e a oportunidade no mercado, projeções financeiras, tamanho do mercado, concorrência, documentos jurídicos, termos de investimento, e muito mais.
O potencial das startups revolucionarem seus mercados e gerarem retornos significativos para seus investidores já foi comprovado fora do país e já está acontecendo no Brasil.
Antes, investir em startups era praticamente impossível se você não fizesse parte de um fundo de Venture Capital ou fosse um investidor profissional.
Hoje, com as plataformas de Equity Crowdfunding, como a EqSeed, esses investimentos estão disponíveis para você, a um clique de distância.
Sobre a EqSeed: A EqSeed conecta investidores as melhores startups e empresas em expansão.
Conheça o autor
Autor: Anthony Mc Courtney, Diretor de Investimentos da EqSeed
Sobre: Formado em Administração pela PUC-RJ, possui ampla experiência no setor financeiro. Iniciou a sua carreira na Venture Capital Ideiasnet, passou pelo Banco BTG Pactual, Conspiração Filmes e hoje é sócio e Diretor de Investimentos da EqSeed.
Se você investe no mercado financeiro já deve ter escutado falar nas criptomoedasou moedas digitais. Mas você sabe o que é e como realizar esse tipo de aplicação?
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Você vai, basicamente, entender tudo sobre as criptomoedas e, com isso, dará o primeiro passo nesse universo.
Vamos explicar o que são elas e como atuam no mercado financeiro – mencionando o blockchain e como é realizado o processo de mineração das moedas digitais. Por isso, traremos detalhes aprofundados.
Faremos você entender que é possível investir em moedas digitais com segurança e demonstrar quais são os perfis atuais dos investidores. Além das vantagens e desvantagens das criptomoedas.
Para te ajudar a conhecer, perceber e avaliar as melhores, vamos listar as principais criptomoedas do mercado financeiro, dando início e destaque para a mais famosa: o Bitcoin.
Além disso, você ainda vai conhecer as moedas que estão em ritmo de progresso e as mais rentáveis. E como já dito lá no início, fazer com que conheça os principais mitos acerca das criptomoedas – e ensinando a se prevenir de fraudes dentro do mundo digital.
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O pix, novo sistema de pagamentos anunciado pelo Banco Central (BC), começou a funcionar em meados de novembro. O objetivo do novo meio de pagamento é substituir as transações realizadas via TED e DOC. Mas, para além disso, o BC também informou que o Pix poderia ser realizado para recarga de celular e pagamento de fatura do telefone.
No entanto, essa decisão seria feita de forma gradual, autônoma, voluntária e independente pelas empresas. Ou seja, vai da companhia telefônica aceitar, ou não, o pagamento via Pix.
Atualmente, algumas operadoras já aceitam o novo meio de pagamentos instantâneos. A seguir, veja como fazer recarga de celular usando o Pix.
A forma de realizar a recarga de celular usando o Pix pode variar de acordo com a empresa telefônica. Por isso, é necessário conferir com a sua. Mas, de forma geral, é possível realizar a recarga dessa maneira:
Acesse o site ou o aplicativo da sua operadora;
Selecione a opção de Recarga;
Escolha o valor desejado e confirme;
Digite o número do celular a ser recarregado;
Se necessário, informe o código de confirmação enviado por SMS;
Nas opções de pagamento, selecione o Pix;
Um QR Code será gerado para que você pague usando a câmera do celular. Mas você ainda tem a opção de pagar com o código do Pix Copia e Cola.
As operadoras de telefonia Claro e TIM foram as primeiras a aceitarem o Pix para o pagamento de faturas via QR Code. Os clientes destas telefônicas podem utilizar o novo sistema de pagamentos para realizar a quitação de cobranças de forma mais rápida, sem limite de horário ou dia de semana.
Além do código de barras, a operadora Claro também implementou um QR Code do Pix em suas faturas – físicas ou digitais. A mudança aconteceu primeiro na Grande São Paulo, mas já está disponível para outras regiões do país.
Além disso, a TIM também passou a oferecer possibilidade de pagamentos via Pix para clientes dos planos pós-pago e controle, em faturas com vencimento a partir do dia 10 de dezembro. A função está disponível no aplicativo MEU TIM.
A operadora Vivo também atualizou sua plataforma de recarga e passou a aceitar Pix.
O PIX possibilita mais agilidade com as transferências entre qualquer banco.
Operadoras telefônicas dão bônus para incentivar serviços financeiros
A operadora Claro está incentivando o uso do seu novo sistema de pagamentos, o Claro Pay, que está disponível para todos os clientes da empresa desde janeiro de 2021. A Claro oferece alguns benefícios para quem utilizar o app para efetuar os pagamentos de faturas via Pix.
A TIM também tem recompensas ativas para quem efetuar o pagamento via Pix através do app do C6 Bank. No plano controle, por exemplo, o usuário pode ganhar bônus de 4GB.
Ainda assim, cabe ressaltar que é possível realizar o pagamento por meio de aplicativos de bancos ou fintechs que já tenham suporte ao Pix.
O sistema de pagamentos Pix já movimentou R$150,3 bilhões até o último dia de 2020, segundo informações do Banco Central. Foram 176 milhões de transações feitas utilizando o novo método. O valor corresponde a um fluxo diário de R$3,3 bilhões.
No período de 46 dias entre o lançamento do sistema até o fim de 2020, 133.877.957 de chaves foram habilitadas para usar o Pix. A ampla maioria delas (95,7%) foram utilizadas por consumidores e somente 5.775.470 (4,3%) por empresas.
Quem entra para o mercado financeiro precisa conhecer bem os investimentos antes de começar a aplicar o dinheiro. Por isso, hoje o FinanceOne vai te explicar a diferença de dois investimentos de renda fixa, CDB ou CDI: qual escolher?
E uma dúvida muito comum que os investidores iniciantes possuem é a diferença entre essas duas siglas. Mas por que isso acontece? Por conta dos nomes parecidos que acabam gerando uma pequena confusão.
É muito importante saber a diferença desses dois investimentos para saber qual é a melhor aplicação a ser realizada, de acordo com as suas necessidades. E como fazer isso? Estudando e pesquisando sobre CDB e CDI.
CDB ou CDI: saiba o que é cada um dos investimentos
O CDB, ou Certificado de Depósito Bancário, é um investimento comercializado pelas instituições bancárias. Sendo assim, são títulos emitidos pelos bancos para captar dinheiro.
A aplicação funciona da seguinte forma: você empresta dinheiro para o banco e essa transação é emitida como um CDB com todos os dados da operação. E são os juros deste empréstimo que é o seu rendimento.
Por ser um investimento de renda fixa, é possível saber as condições do rendimento na hora da aplicação.
Já o CDI, ou Certificado de Depósito Interbancário, é o empréstimo entre as próprias instituições financeiras. Vale ressaltar que este indicador acontece somente entre os bancos. Mas por que você precisa conhecer o CDI?
Simplesmente porque ele é o guia de rendimento do Certificado de Depósito Bancário. Além disso, o CDI tem uma variação própria que acontece de acordo com a procura do mercado.
É comum os investidores confundirem CDB e o CDI
Mas por que os bancos emprestam dinheiro uns para os outros? Porque de acordo com uma lei, as instituições financeiras são obrigadas a encerrar o dia sempre com o caixa positivo.
Agora se o banco não tem dinheiro para fechar o dia no positivo, é preciso pegar dinheiro emprestado com outra instituição financeira. E a taxa de juros desses empréstimos se chama taxa DI (conhecida popularmente como CDI).
Quais são as características de CDB ou CDI?
Agora que você já sabe o que é cada um, o FinanceOne separou algumas características de CDB e CDI que tornam mais fácil conhecer a fundo os créditos.
Além disso, saber tais características pode ser a oportunidade de conseguir diferenciar cada uma delas e escolher a melhor para o seu perfil de investidor. Por isso, confira:
CDB
-> Custos
Não há taxas para aplicação no CDB. Nesse investimento há incidência de Imposto de Renda e de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).
Além disso, a liquidez dos CDBs pode ser variável e, por isso, os investidores devem ficar sempre atentos.
-> Outros
IOF é progressiva e cobrada se o resgate for feito nos primeiros 30 dias
O Imposto de Renda é progressivo. Ou seja, quanto maior o período de investimento, menor a alíquota de Imposto de no momento de resgate.
CDI
O CDI tem características bem parecidas com o CDB.
São bem similares, podendo se diferenciar quanto à negociação restrita ao mercado bancário, já que sua principal função é transferir recursos de um banco para o outro.
Você vai sempre encontrar por aí perguntas e questionamento sobre a segurança dos créditos, principalmente em virtude dos riscos que apresentam. Mas, será que o CDB é seguro?
A resposta é que os CDBs são aplicações de renda fixa. Por isso, quando você contrata um CDB, dá para saber quanto ele vai render e como esse rendimento é calculado.
É preciso saber, ainda, que não existe um grande risco em investir em algo que rende hoje e gera prejuízo no futuro, já que isso pode acontecer em todas as ações e modelos de investimentos.
Além disso, junto com a segurança da própria renda fixa, tem ainda o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) – que funciona como uma entidade privada sem fins lucrativos, protegendo o dinheiro de quem investe.
Este conteúdo te ajudou? Então continue lendo e acompanhando o FinanceOne para saber tudo sobre investimentos e o mercado financeiro.
Antes de mais nada, você já escutou falar nas palestras do TED Talks? É uma série de conferências realizadas em todos os continentes. Então, se você está procurando por conhecimento na área de negócios precisa assistir aos TED Talks sobre finanças.
Sobretudo porque essas palestras têm como objetivo a disseminação de ideias em diversas áreas.
Vale lembrar que o TED é uma organização sem fins lucrativos conhecida em todo o mundo, com apresentações de até 18 minutos de conteúdo inovador.
Assistir aos TED Talks sobre finanças pode te ajudar nas finanças dos negócios, além de expandi-los. Portanto, as dicas também podem ser boas para colocar as contas pessoais em ordem e acabar com as dívidas.
Quer conhecer alguns TED Talks sobre finanças? Existem diversos vídeos gravados para você aprender mais sobre essa área. Fizemos uma seleção com 5 vídeos para você assistir. É só apertar o play e anotar as lições!
O TED Talks pode te ajudar no aprendizado de novas técnicas e ferramentas para o desenvolvimento de seu negócio
TED Talks sobre finanças
1) Como lucrar enquanto faz a diferença – Audrey Choi
Na palestra, Audrey Choi, especialista em investimentos, mostra que empresas que estão comprometidas com questões sociais e sustentabilidade podem ser um ótimo negócio.
E isso vale tanto para a gestão de finanças quanto para a consciência. Você deve se lembrar ainda que as práticas de sustentabilidade estão cada vez mais presentes nos negócios. Sendo considerada um grande diferencial de mercado.
A especialista ressalta que são os indivíduos, proprietários de quase metade de todo o capital global, que concedem o poder de fazer diferença no mundo se investirem em empresas que defendem sustentabilidade e valores sociais.
2) Investindo em um mundo melhor depois da crise – Geoff Mulgan
Geoff Mulgan é o atual diretor executivo do National Endowment for Science Technology and the Arts (NESTA). Nessa palestra, ele aborda as oportunidades que são geradas a partir de uma crise econômica.
O diretor executivo afirma que qualquer crise, por menor que seja, dá chances para as pessoas olharem para dentro e encontrar falhas que possam ser aprimoradas.
Sendo assim, a ideia é ter o maior aprendizado possível e tirarproveito das crises que as pessoas enfrentam.
Geoff ainda menciona que o capitalismo está em processo de desgaste e o que vem ganhando força é o capital social.
3) Vamos educar as crianças para serem empreendedoras – Cameron Herold
O TED Talks sobre finanças de Cameron Herold fala sobre como o funcionamento do mundo dos negócios envolve diversas habilidades e conhecimentos de difícil compreensão. E que oferecer esse tipo de ensinamento pode ser benéfico para as crianças.
Isso porque essa é uma forma de prepará-las para o mundo real. Tendo os conhecimentos complexos para poderem desenvolver as habilidades práticas e teóricas.
Cameron Herold defende essa técnica, porque sempre teve uma curiosidade pelo mundo das finanças. Ele acrescenta que “não deveríamos educar as crianças para que sejam médicos ou advogados, mas sim empreendedoras”.
De acordo com ele, o sistema educativo costuma desanimar as crianças que apresentam vocação para o mundo dos negócios.
Cameron Herold relata ainda que começou a vender cabides com sete anos e assim, obteve gosto pelo empreendedorismo.
Agora empreendedor, ele revela hábitos que acredita que devem ser passados de pais para filhos, garantindo uma educação financeira para as crianças.
4) Economizando para amanhã, amanhã – Shlomo Benartzi
Em seu TED Talks sobre finanças, Shlomo Benartzi apresenta as dificuldades que a grande maioria das pessoas enfrenta ao tentar economizar.
De acordo com ele, que é economista, a dificuldade está em manter a organização financeira.
Shlomo é co-fundador do Behavioral Finance Forum, evento que reúne líderes acadêmicos, financeiros e governamentais para compartilhar uma pesquisa comportamental de ponta em recursos financeiros.
Ao decorrer da palestra, ele identifica algumas características das pessoas que sofrem desse mal de não conseguir economizar. Além de apontar formas de como é possível mudar esse comportamento.
5) Uma mudança de estilo de vida que você nunca teve – Alexa von Tobel
Como você acha que as pessoas adquirem conhecimento em gestão financeira? Você acha que alguém os ensina ou a população simplesmente não tem informações e conhecimento sobre essa área?
Alexa von Tobe mostra por que 75% dos americanos estão com a gestão de finanças pessoais fora de controle e por que essas pessoas não se preocupam com o dinheiro.
Ela ainda recomenda algumas mudanças de estilo de vida, como, por exemplo, fazer um orçamento, criar uma reserva financeira de emergência e quitar as dívidas.
A palestra pode ser útil para você, já que as mudanças propostas pela mentora podem impactar positivamente na gestão financeira do seu negócio e da sua vida pessoal.
Muitos estudantes sonham em cursar uma faculdade de Medicina, mas encontram duas grandes dificuldades: a concorrência em universidades públicas e o alto valor das mensalidades nas particulares. Mas você sabia que existe o financiamento estudantil Medicina?
O financiamento é uma alternativa para quem não tem como arcar com os custos de entrar para uma faculdade, principalmente a de Medicina que é um dos cursos mais caros do Brasil.
Além disso, quem realizar o financiamento estudantil para Medicina conta com a vantagem de ter um prazo maior para realizar o pagamento do curso. Isso porque os custos são diluídos durante os anos do parcelamento.
E as linhas de crédito disponíveis para os estudantes, em grande parte, contam com condições facilitadas. O que torna ainda mais possível o sonho de cursar Medicina em alguma universidade.
Entenda como funciona o financiamento estudantil Medicina
Muitos estudantes têm dúvidas sobre como é realizado o financiamento estudantil para Medicina, ele funciona como um empréstimo porém com condições mais facilitadas para os estudantes.
Você realiza um acordo com o banco que irá conceder a linha de crédito. Com isso, o estudante passa a realizar o pagamento das mensalidades de forma diluída, o que torna o valor do curso mais acessível.
Vale ressaltar que como qualquer financiamento, este também possui correções monetárias, taxas administrativas e juros do banco. Porém, mesmo assim ainda pode ser vantajoso realizar o financiamento estudantil para Medicina.
Principalmente para os universitários que não possuem condições de arcar com os custos do curso, que são bem altos. Lembre-se que além da mensalidade, pode ser preciso comprar material, por exemplo o jaleco e estetoscópio.
E com o financiamento estudantil, você consegue mais tempo para conseguir um estágio ou emprego na sua área e, consequentemente, organizar a sua vida financeira.
Quais são as opções de financiamento estudantil Medicina
Agora que você já sabe como funciona e que existe a possibilidade do financiamento estudantil para cursar medicina, que tal saber as possibilidades. Isso mesmo, quais são as opções para você escolher e realizar o passo a passo rumo ao sonho.
Fies
Uma das mais conhecidas possibilidades de financiamento estudantil é o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), que é um programa do Ministério da Educação em vigor desde 2001.
Existem opções de financiamento estudantil para Medicina
O Fies atua como sendo uma parceria do Governo Federal junto à Caixa Econômica e o Banco do Brasil, oferecendo linhas de crédito com condições exclusivas para os estudantes.
Ele, inclusive, já foi a principal porta de entrada para as faculdades particulares. Isso porque o Fies era o financiamento mais procurado pelos alunos. Porém, a modalidade tem visto a procura cair por conta das regras mais rígidas que o governo tem proposto.
Como forma de incentivar com que mais profissionais para a Saúde sejam formados, anualmente são abertas centenas de vagas no FIES para Medicina. Para participar, é preciso atender aos seguintes requisitos:
ter feito o Enem, com nota mínima de 450 pontos nas provas de conhecimentos gerais e pontuação diferente de zero na redação;
ter renda bruta familiar per capita (por pessoa) equivalente a até 3 salários mínimos.
Financiamento com bancos
Há, ainda, a opção de realizar o financiamento bancário direto com as instituições financeiras. Os bancos oferecem diversas modalidades de auxílio aos estudantes, sendo uma forma privada de garantir uma vaga em universidades.
Vale destacar que muitos financiamentos estudantis realizados por banco não são atrelados à nota do Enem. E isso é muito importante, já que amplia as opções de acesso e dá a oportunidade para qualquer pessoa.
Entretanto, por outro lado, os financiamentos privados exigem vínculo com o banco e avaliação de crédito. Por isso, é importante ter um score na média e não estar com o nome negativado. Com isso, as chances de arrumar um crédito universitário são maiores.
Por exemplo, o banco Santander conta com o chamado Financiamento Graduação Saúde, que é dedicado exclusivamente aos cursos de:
Poupar dinheiro também é uma forma de organizar a sua vida financeira
Entender como as finanças para casais podem salvar relacionamentos é essencial nos dias de hoje. Isso porque a conjuntura social brasileira se modificou muito nos últimos anos.
Por exemplo, o número de famílias chefiadas por mulheres mais do que dobrou em uma década e meia. O contingente de lares em que elas tomam as principais decisões saltou de 14,1 milhões, em 2001, para 28,9 milhões, em 2015. Esses números representam um avanço de 105%.
Os dados são do estudo elaborado pelos demógrafos Suzana Cavenaghi e José Eustáquio Diniz Alves, coordenado pela Escola Nacional de Seguros. Eles se baseiam na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do IBGE.
Em contrapartida, as mulheres ganham menos que os homens em todos os cargos e áreas no mercado de trabalho brasileiro. A constatação também é do IBGE.
Na ocasião, a pesquisa apontou um dado alarmante sobre a relação do rendimento habitual médio mensal de todos os trabalhos e razão de rendimentos, por sexo, entre 2012 e 2016. Ficou constatado que as mulheres ganham, em média, 75% do que os homens ganham.
Isso significa que as mulheres têm rendimento habitual médio mensal de todos os trabalhos no valor de R$1.764. Enquanto os homens, R$2.306.
Finanças para casais: é preciso ser honesto quanto aos rendimentos e dívidas
Finanças para casais devem ser transparentes
Conforme dados oficiais, o mercado de trabalho brasileiro contribui para muitos disparates. Portanto, as conversas sobre as finanças para casais devem ser bem honestas em relação à situação monetária.
As preocupações com o futuro e aquilo que o casal deseja alcançar devem ficar bem definidas. Isso porque os casais têm de ter um projeto de vida juntos e os dois devem estar em sintonia para poder alcançar cada meta.
Portanto, não tenha medo de dividir as responsabilidades. Então, a melhor opção é compreender o outro.
Se você paga as contas em dia e o seu cônjuge tem dificuldade de fazer isso, pense em trocar essa tarefa. O objetivo principal nesse caso é evitar os atrasos e pagamentos de juros, o que é benéfico para as finanças do casal.
5 dicas para administrar o dinheiro do casal
1 – Encontre o equilíbrio
É praticamente impossível encontrar duas pessoas que pensem exatamente iguais. Por isso, o casal vai precisar achar um equilíbrio entre a forma como cada um lida com dinheiro. Se um gasta muito, o outro vai precisar ser mais linha dura.
É necessário conseguir viver dentro de um padrão de vida possível de ser proporcionado pela renda do casal. Para isso, é preciso se conhecer, estar disposto a abrir mão de algumas coisas, ter muita parceria e definir objetivos comuns.
2 – Faça um planejamento
Em meio a tantas tarefas do dia a dia, é muito fácil se perder no controle das finanças para casais. Para isso, é importante que as entradas e saídas de dinheiro sejam sempre anotadas.
Seja em uma planilha, aplicativo ou mesmo em um caderno. No caso das despesas, separe as que são regulares.
Verifique também qual valor da receita está comprometido com as despesas regulares. Isso significa que esse dinheiro nunca é seu, mas, sim, da casa.
3 – Economize
O primeiro passo é avaliar os gastos com cartão de crédito e débito. Eles são os maiores vilões das finanças para casais.
Evite também pagamentos a prazo. Eles saem muito mais caros do que compras à vista, por conta de juros, taxas e outros valores adicionais. Por mais que pareça ser um bom negócio parcelar quando se está sem dinheiro, no longo prazo os valores pagos poderão alcançar até mesmo o dobro do preço inicial.
Por fim, defina o que é essencial e o que é supérfluo. Separe aquilo que fará falta em casa daquilo que poderá ser cortado. Isso ajuda a direcionar melhor as receitas e permite visualizar bem quais são as despesas indispensáveis, de modo que não falte o necessário.
4 – Formalize a relação com gastos e objetivos
O casal não deve se esquecer do futuro. Se o casal está junto, então é porque pretende ficar juntos por mais tempo. Nesse caso, é importante começar a planejar o futuro agora.
É bem provável que um dia o casal irá querer comprar um imóveljunto, talvez aumentar a família e também chegar até a aposentadoria. A forma mais fácil de conseguir tudo isso é juntando um pouquinho todos os meses e investindo. E no final a recompensa é ver como todo o esforço valeu a pena!
5 – Separe o orçamento para lazer
A última dica de finanças para casais é sobre gastos com lazer. Essa meta deve ser estipulada com uma frequência semanal ou mensal, dependendo dos hábitos e de como ficar melhor para cada casal.
Isso é muito importante tanto para casados quanto para namorados. Muitas vezes um casal entra em conflito porque cai na rotina. Portanto, separe um montante para o lazer, desde os mais baratos, como praia e caminhada, até os mais caros, como restaurantes e cinemas.
Conclusão
Manter as finanças organizadas e elaborar um bom planejamento financeiro são fundamentais nas finanças para casais. Embora seja extremamente necessário, não é uma das atividades mais prazerosas da vida.
Tampouco está na lista de prioridades da maioria dos casais brasileiros. Afinal, ninguém gosta de trocar uma satisfação imediata por uma promessa de equilíbrio financeiro futuro.
No entanto, muito mais que uma vontade de equilibrar o orçamento, é preciso comprometimento, organização e disciplina. Planejamento não é apenas uma ação de economizar, mas de cortar gastos desnecessários. Além de ajudar a poupar e acumular dinheiro para realizar sonhos, metas e objetivos.
Consequentemente, concentre-se no tema finanças com o seu parceiro ou parceira sempre olhando para o futuro. Evite trazer mágoas, rancores ou queixas. Isso é péssimo para qualquer relacionamento.
Por fim, com prática e paciência vocês podem conseguir ajustar a vida financeira do casal. Basta planejamento e economia!